terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Trump, o "banimento de muçulmanos", e a hipocrisia da Esquerda e da grande imprensa dos EUA


Um decreto presidencial de Donald Trump banindo refugiados de 7 países do Oriente Médio e da África causou furor dos seus oponentes, incluindo-se aí a grande imprensa internacional alinhada ao derrotado Partido Democrata, aos partidos da Esquerda Ocidental, e, claro ao infame George Soros. Este decreto está sendo apresentado, pelos seus detratores, como banimento de muçulmanos. Mas isso não é verdade, e abaixo eu apresento evidências disso.

O decreto (em inglês se chama de "ordem executiva") é intitulado "Protegendo a nação contra a entrada de terroristas estrangeiros nos Estados Unidos" (“Protecting the Nation From Foreign Terrorist Entry Into the United States.”). Ele suspende a emissão de vistos e outros benefícios migratórios para cidadãos de países de preocupação particular. Emissão de visto de entrada para cidadãos destes países ficam suspenso por 90 dias, e imigração por 120 dias. Os países são: Irã, Iraque, Síria, Líbia, Iêmen, Somália, Sudão.

O decreto também estabelece que "Os Estados Unidos devem garantir que os admitidos neste país não tenham atitudes hostis em relação a ele e seus princípios fundacionais ... ou aqueles que colocariam ideologias violentas sobre a lei americana. Além disso, os Estados Unidos não devem admitir aqueles que cometem atos de intolerância ou ódio (incluindo homicídios de "honra" ou outras formas de violência contra as mulheres, ou a perseguição de pessoas que praticam religiões diferentes das suas), ou aqueles que oprimiria os americanos de qualquer raça, gênero ou orientação sexual." (o grifo é nosso) (The White House)

Esquerda pró-islâmica

Então, vamos aos fatos.

1. Não se trata de banimento de muçulmanos, e isso é facil de comprovar.
(a) Apesar destes países terem uma maioria populacional de muçulmanos, o decreto inclui todos os habitantes destes países, inclusive os não muçulmanos.
(b) Existem outros 50 países com maioria populacional de muçulmanos, e eles não estão incluidos no decreto. A população de muçulmanos destes 7 países constitui apenas 12% do total de muçulmanos nos 57 países que compõem a Organização da Cooperação Islâmica.
(c) Cristãos também foram barrados nos aeroportos americanos e enviados de volta (CNN).

2. Estes países fazem parte de uma lista que havia sido definida por governos anteriores (inclusive pelo ex-presidente Obama):
(a) A Síria foi designada primeiramente como um patrocinador de terrorismo de estado durante a administração de Jimmy Carter, em 29 de dezembro de 1979.
(b) O Irã foi designado como um patrocinador de terrorismo de estado durante o governo de Ronald Reagan, em 19 de janeiro de 1984.
(c) O Sudão foi designado como um patrocinador de terrorismo de estado durante o governo de Bill Clinton, em 12 de agosto de 1993.
(d) Síria e Iraque foram rotulados como "países preocupantes" inelegíveis para participar do Programa de Isenção de Vistos na Lei de Renovação de Visto original e Lei de Melhoria do Terrorismo de 2015 assinado em lei pelo Presidente Obama em dezembro de 2015.
(d) Em 18 de fevereiro de 2016, o Departamento de Segurança Interna da administração Obama adicionou Líbia, Somália e Iêmen a essa lista:

Abaixo, exemplos de como a reação da imprensa e dos ativistas de esquerda é 100% política e hipócrita.

3. Obama bombardeou 5 destes 7 países. (não houveram protestos contra Obama)

4. A decisão do Trump é semelhante a tomada por Obama em 2011, quando ele baniu a emissão de vistos para os refugiados iraquianos por seis meses. Naquela oportunidade, a decisão de Obama atingiu primordialmente os cristãos caldeus. Mas não existiram protestos contra Obama acusando-o de banimento de cristãos.

5. Na última semana do seu governo, Obama fechou a imigração de cubanos, terminando repentinamente uma política de quase 50 anos de garantir asilo a cubanos que fogem do regime de Fidel Castro. Cuba é um país predominantemente cristão, mas ninguém acusou Obama de promover um banimento de cristãos. (Breitbart, Militant Church)

6. Sob a presidência de Obama, 99.3% dos refugiados sírios eram muçulmanos, mesmo considerando que 12% da população síria é composta de cristãos, e, mais importantes, os cristãos estão sob uma campanha de extermínio! (PJMedia - outras referências: cnsnews, Christian Post)

Quando indagado se os EUA não deveriam dar preferência para cristãos, o presidente Obama respondeu dizendo que discriminar baseado em religião é anti-americano. Pois bem, foi exatamente isso que a sua administração fez. E ninguém levantou a sua voz contra isso!

7.  Em 2015, durante o governo de Obama, cristãos iraquianos que entraram nos EUA ilegalmente foram presos e deportados. Esta atitude contrasta com a atitude de Obama de bular as leis e dar abrigo para imigrantes ilegais ... exceto os cristãos iraquianos. Na ocasião, nenhum bispo se manifestou contra isso. (CBN)

8. Seis dentre os sete paises banidos por Trump também impõem restrições baseados em nacionalidade (Telegraph).
(a) Iêmen, Irã, Iraque, Líbia Síria, e Sudão.não permitem a entrada de judeus.
(b) a Líbia bane a entrada de cidadões do Irã e Síria, bem como de palestinos.

9. Judeus são banidos de entrar nos seguintes países: Argélia, Arábia Saudita, Bangladesh, Brunei, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Kuweit, Líbano, Líbia, Malásia, Omã, Paquistão, Síria, e Sudão. Além disso a Arábia Saudita, Líbano, Irã, Iraque, Iêmen, Líbia, Síria, e Sudão negam a entrada de cidadões que qualquer outra nacionalidade que tenham um visto israelense no seu passaporte. (Onde está o ultraje da Esquerda dos EUA por este flagrante desrespeito aos Direitos Humanos?)

10. E, finalmente, algo bastante curioso. Em um discurso em 1995, durante Estado da União, o presidente Bill Clinton argumentou com razão: "Nós somos uma nação de imigrantes, mas também somos uma nação de leis e, em última instância, é autodestrutiva para uma nação de imigrantes permitir o tipo de abuso de nossas leis de imigração que temos visto nos últimos anos e devemos fazer mais para detê-lo."

Bill Clinton falou sobre apertar a imigração, e ele recebeu uma ovação de pé. Mas, agora, quando Trump fala e age em termos semelhantes a imprensa e os ativistas da Esquerda pró-islâmica fazem uma tempestada como se o céu estivesse caindo.

No meu tempo, a Esquerda era mais pura e menos hipócrita.

https://youtu.be/5EVBlh6pUso OK




Atualização em 13 de fevereiro de 2017Khadija Kafir faz uma análise resumida e objetiva do decreto de Trump

https://youtu.be/BiQz0u5Jr2w OK



Atualização em 13 de fevereiro de 2017Joseph Paul Watson faz mais uma das suas análises irônicas, enfocando no comportamento hipócrita da Esquerda pró-islâmica

https://youtu.be/_YnYN6yEsRE OK 



Atualização em 15 de fevereiro de 2017: Steve Gern, um ex-fuzileiro naval e funcionário de segurança que trabalha no Iraque, dá o seu testemunho sobre o ódio dos muçulmanos comuns com respeito aos americanos, e os não muçulmanos em geral. 

https://youtu.be/cQOugzbftr8 OK




Um comentário:

Anônimo disse...

Bando de jumento tanto eles como o resto da população normal que permite que esses piolhos façam esse tumulto está claro que esse povo não tem o que fazer e esta sendo financiado tá na hora da população começar a ser histérica também e bater de frente com esses idiotas os colocando nos seus devidos lugares paciência tem limites,estão desesperados porque Trump pelo que estou vendo não se intimida com gritos e nem pede desculpa por aquilo que ele acha certo kkkkkkkkkk esse povo estava muito acostumado a conseguir as coisas através de gritos e intimidação humm semelhança com muçulmanos não é mera coincidência então enquanto Trump permanecer firme e não recua esses imbecis vão perder a força.