sexta-feira, 2 de junho de 2017

A polícia e os políticos de Manchester têm sangue em suas mãos


O encobrimento dos ataques sexuais muçulmanos preparou o caminho para o ataque do Manchester Arena


24 de maio de 2017  Por: Daniel Greenfield
Daniel Greenfield, membro do Shillman Journalism no Freedom Center, é um escritor novaiorquino que se concentra na esquerda radical e no terrorismo islâmico.



Nos meses que antecederam o choro de meninas com pregos espetados nos rostos que foram levadas para fora da Arena Manchester, as autoridades daquela cidade estavam trabalhando duro lutando contra a temida ameaça da islamofobia.

Enquanto Salman Abedi, o terrorista filho de refugiados muçulmanos de segunda geração que mutilou e matou dezenas em um ataque terrorista brutal, corria pelas ruas gritando, "Não há Deus senão Alá e Maomé é o mensageiro de Alá", a polícia de Manchester estava ocupada com mais importante coisas.

A Polícia de Grande Manchester é uma das duas únicas forças policiais a listar a islamofobia como uma categoria de crime de ódio. No início deste ano, o chefe de polícia Ian Hopkins honrou Tell Mama [entidade inglesa de muçulmanos] por lutar contra a islamofobia. A Tell Mama havia
perdido  financiamento anteriormente quando suas alegações de uma epidemia de islamophobia violenta foram derrubadas.

Shahid Malik, o chefe da Tell Mama, tinha sido fotografado com o líder do Hamas. Aparecendo na conferência Global Peace and Unity, onde a maioria dos defensores do terrorismo se apresentaram, ele se gabou: "Em 2005, tivemos quatro deputados muçulmanos. Em 2009 ou 2010, teremos oito ou dez deputados muçulmanos. Em 2014 teremos 16 deputados muçulmanos. A este ritmo todo o parlamento será muçulmano."

No ano passado, Hopkins havia participado de um evento de Engajamento e Desenvolvimento Muçulmano (MEND) no Centro Islâmico Europeu, juntamente com
Azad Ali. Ali elogiou Anwar Al-Awlaki e outras figuras da Al Qaeda. Ele justificou o assassinato de soldados britânicos e americanos, elogiou o Hamas e o Hezbollah.

Em vez de prendê-lo, o chefe de polícia apareceu no mesmo fórum com um partidário do terrorismo.
Também estava presente o Comissário de Crime da Polícia de Grande Manchester e o Prefeito Interino Tony Lloyd, que veio falar sobre "erradicar o ódio". Este foi um evento com a participação de Anas Altikriti, da Fundação Córdoba, que tinha apoiado terroristas assassinando soldados britânicos e acusou os judeus de dupla lealdade.

Tony Lloyd será o candidato trabalhista em Rochdale; local do acobertamento dos ataques sexuais muçulmanos.

Tanto o prefeito de Manchester, 
Burnham, como o chefe de polícia, Ian Hopkins, compareceram nos eventos da MEND. O diretor de engajamento do MEND é Azad Ali.

Após o ataque, o prefeito de Manchester, Andy Burnham, prometeu na câmera: "os terroristas nunca nos baterão". Os terroristas não precisam vencer Burnham. Ele vai colaborar ansiosamente sem ter que dar um único tapa.

No ano passado, o político de esquerda lutou contra os esforços do governo para acabar com o terror islâmico. "Está criando um sentimento na comunidade muçulmana de que está sendo espionada e injustamente alvejada", ele lamentou.

Os terroristas nunca nos baterão. A menos que eles tenham seus idiotas úteis operando no nosso interior para quem sentimentos muçulmanos vêm em primeiro lugar e meninas sendo rasgadas em pedaços por estilhaços vêm por último.

Burnham acusou os opositores do terror islâmico de racismo, xenofobia e todas as coisas habituais. Ele insistiu que havia um enorme problema de islamofobia que estava sendo escondido porque os muçulmanos estavam com muito medo da polícia para relatar essa erupção de crimes imaginários.
"Há muitas pessoas neste país não necessariamente sob risco de 'extremismo islâmico', mas é muito maior o risco sob extrema-direita", Andy insistiu.

Isto é o que levou ao atentado na Arena Manchester? O prefeito Burnham traiu a polícia. A polícia traiu o povo. As autoridades procuravam pela islamofobia quando deveriam ter combatido o terror islâmico.

O prefeito Burnham e o chefe de polícia Hopkins se jutaram aos islamistas, priorizaram a islamofobia e se opuseram à luta do governo contra o terror islâmico.

A mentira islamofóbica matou 22 pessoas em Manchester. Aconteceu sob o olhar da 
Polícia de Grande Manchester.

Ninguém leva a islamofobia mais a sério do que a polícia de Manchester. Quando gangues de muçulmanos pervertidos estavam abusando de meninas em Rochdale, a 
Polícia de Grande Manchester obedientemente os acobertou. Em uma das entrevistas gravadas, ouve-se o bocejo de um policial enquanto uma menina descreve seu abuso.

Um deputado que tinha perseguido estes casos disse que as autoridades "temiam ser chamadas de racistas".

Mesmo depois que o juiz Clifton deixou tudo às claras, afirmando: "Você assediou garotas porque não fazia parte de sua comunidade ou religião", a superintendente-chefe Mary Doyle insistiu: "Acho que se começarmos a nos enfocar na raça e etnia, perderemos o enfoque nas questões reais."

A detetive Maggie Oliver
renunciou à GMP pela má adminstração dos casos de crimes sexuais. Ela avisou que os infratores ainda estão soltos. "O que eu vi em Rochdale foi policiais e seus superiores agindo sem qualquer vergonha porque era conveniente ignorar o abuso que eles sabiam que estava acontecendo", ela alertou.

Ainda não há vergonha.

Oliver culpou o chefe de polícia Peter Fahy. Fahy tinha sido nomeado cavaleiro por "serviços ao policiamento". Seus "serviços" incluíam a advertência de que a prevenção do governo britânico e a reprissão aos terroristas islâmicos era contrário aos "valores britânicos" e alienaria os "muçulmanos não violentos".

"Muitos muçulmanos sentem que há uma constante narrativa anti-muçulmana na mídia", ele emendou.

Fahy foi substituído pelo delegado-chefe da 
Polícia de Grande Manchester. Ian Hopkins tinha se matado de explicar a importância do Ramadã no mesmo ano que a Polícia de Grande Manchester estava pedindo desculpas às vítimas dos ataques sexuais por parte dos muçulmanos. Mesmo com o efetivo da Polícia de Grande Manchester ter caido de 8.000 para 5.300 oficiais, o novo chefe de polícia obteve um salário de £ 172.000 (R$ 772.000) [por ano]. Mais baixo que o pacote de Fahy £ 206.000 (R$ 1.198.000).

O chefe de polícia Hopkins declarou que as pessoas têm o direito de estar "a salvo do ódio". Após o ataque na Arena Manchester por uma segunda geração de refugiados muçulmanos, ele alertou: "Entendemos que os sentimentos são muito crus agora e as pessoas estão tentando obter respostas ... é vital que nossas diversas comunidades na Grande Manchester se unam e não tolerem o ódio ".

Os sentimentos ocasionalmente serão crus quando retirar os pregos do último ataque terrorista muçulmano do rosto da sua filha ou sabendo que ela foi estuprada por uma dúzia de homens paquistaneses. Pode até ser possível que em seus últimos momentos moribundos, as vítimas do ataque da Arena Manchester tenham medo do Islã.

Se ao menos pudessem ser processados ​​depois da morte.

A covarde denúncia da islamofobia era tão forte quanto qualquer coisa na declaração de Hopkins. É a islamofobia, não as vítimas do Islã, que estimula as simpatias sensíveis do chefe da polícia.

Não foram as vítimas sexuais dos muçulmano em Rochdale, ou seu encobrimento, que ultrajavam Hopkins. Seu maior momento de indignação ocorreu quando o jornal London Times publicou a história de um imã assassinado por um muçulmano por não ser suficientemente islâmico como "Imam espancado até a morte na cidade do assédio sexual".

O título era "ofensivo aos milhares de muçulmanos pacíficos que respeitam a lei", reclamou Hopkins.

Não foi o abuso de meninas que foi o problema. Mas sim dizer as coisas como elas são.

A jihad foi mantida em silêncio por meio de tais expedientes vergonhosos. Quando a chefe da escola primária de Clarksfield se queixou das ameaças de explodir seu carro devido a um plano de "cavalo de Tróia" islâmico para assumir o controle da instituição, a 
Polícia de Grande Manchester não encontrou nada.

Claro. Encontrar algo seria islamofóbico.

As autoridades de Manchester estavam no negócio de combater a islamofobia. Elas fizeram disso a sua prioridade. Não só mentiaram sobre a verdadeira ameaça, mas desperdiçaram recursos que poderiam ter evitado o ataque. O sangue de crianças inocentes está nas suas mãos. Mas isso não é novidade.

Basta perguntar às meninas 
de Rochdale, abusadas sexualmente.

Desta vez, as conseqüências foram mais difíceis de esconder sob o tapete. O mundo viu que o que aconteceu na Arena Manchester. E ficaram horrorizados. Desta vez as vítimas não podiam ser escondidas.

A questão é se alguma coisa será feita.



Um comentário:

Anônimo disse...

A estrada liberal leva à Manchester.