terça-feira, 5 de setembro de 2017

O Irã ilusório que Glória Maria (Rede Globo) mostrou e a realidade dos fatos.


A repórter Gloria Maria se junta a Ana Maria Braga e Roberto Cabrini como a mais nova idiota útil do islamismo no Brasil (dhimmi) com o documentário sanitizado sobre o Irã, segundo ela, uma maravilha dos direitos humanos.


A repórter Glória Maria no programa "Globo Repórter", da Rede Globo, glamorizou um país que viola sem o menor pudor os Direitos Humanos do seu povo, o Irã. A reportagem passa para a grande parte do povo brasileiro que absorve o que a Rede Globo diz com se fosse açucar, uma visão equivocada, e que justifica o que acontece no Irã como se fosse meramente a "expressão de uma cultura milenar." Isso é mentira!

A Cultura Persa foi praticamente exterminada no século VII pelas invasões islâmicas, que destruíram séculos de contribuições importantes para a humanidade, substituindo-as pelo barbarismo da lei islâmica (Sharia). O ressurgimento recente de uma Pérsia democrática e pluralista ocorreu no começo do século XX, tendo se estancado com a Revolução Iraniana liderada pelo Aiatolá Khomeini, em 1979, que re-implementou a teocracia islâmica, sob a vertende xiíta.

A "bela "cultura xiíta" que a Glória Maria e a Rede Globo mostram só foi possível após meses de negociações: apenas mostrar o que interessa para os aiatolás que mandam no Irã. Isso se chama PROPAGANDA! 

A pergunta que merece ser feita é: será que a repórter Gloria Maria e a Rede Globo são ignorantes ou coniventes? E se são coniventes, por que? 

Nós já escrevemos sobre o Irã e sobre o xiísmo em diversos artigos:
E, claro não podemos nos esquecer dos Bahá'í, uma minoria criminosamente perseguida, bem como a perseguição aos cristãos, ex-muçulmanos e homossexuais

Agora, eu transcrevo abaixo um trecho que uma postagem no Facebook por Claudia Wild, que descreve de modo muito apropriado o Irã e complementa os artigos citados.
O Irã é um país que vive de um regime autoritário e violento, instigado pelo atraso e regras do islã xiita (seguido por 94% da população), regido com mão de ferro por bizarros aiatolás e políticos sanguinários, que, por exemplo, negam o Holocausto, ameaçam "riscar Israel do mapa" e amaldiçoam a maior democracia do mundo, os Estados Unidos. Um regime ditatorial sem quaisquer compromissos com a liberdade, ou com a democracia - aliás, palavras proibidas na republiqueta. O que a gloriosa Glória Maria nos mostra, a realidade desmente. Ela vende um país imerso na alegria de um povo livre e afortunado, o que constitui uma canalhice inexplicável.
O atual regime iraniano é condenável sob todos os aspectos da respeitabilidade humana. O país é um notório violador de Direitos Humanos, o que já foi inclusive reconhecido por diversas Comissões da ONU e mostrado em sérios estudos independentes. No país, apesar da existência de uma Constituição estabelecendo direitos fundamentais e garantias legais, na prática, o que se vê é a covardia de uma tirania islâmica.
Um país em que o judiciário não é soberano e atua para satisfazer as vontades do Líder Supremo. Onde, na verdade, inexistem garantias processuais. Onde provas forjadas e confissões feitas sob coação são legais e admitidas pelos tribunais.
O país tem o islã como religião oficial e constitucionalmente admite outros credos (Art. 12 da Constituição Iraniana), mas que persegue todas as minorias religiosas. É um dos países do mundo que mais persegue cristãos e judeus.
Apesar da constituição iraniana em seu artigo 175 garantir a liberdade de expressão e pensamento, o imposto pelos aiatolás é exatamente o contrário. Existe um rigoroso controle de seus jornalistas, há proibição para a imprensa estrangeira filmar ou fotografar o país - a própria Glória Maria, num momento de verdade, conta que demoraram meses para receber a autorização de filmagem. Local onde a intimação e detenção de jornalista é comum. Onde notícias são censuradas e só é publicado o que é permitido e conveniente ao regime teocrático. País onde antenas parabólicas são proibidas e confiscadas pelo governo. O regime determina também o controle absoluto da internet.
Uma republiqueta onde mulheres não têm praticamente direito algum. Em que a violência doméstica e o estupro são tolerados. Paraíso islâmico que obriga mulheres a usarem o hijab em locais públicos, sob pena do pagamento de multa e chicotadas, caso reincidentes. Um país que não admite o reconhecimento do estupro dentro do casamento, pois o sexo é uma obrigação e não pode ser negado ao marido.
Segundo um estudo da Universidade de Teerã, datado de 2012, no Irã uma mulher é agredida a cada 9 segundos. Lá o divórcio só é permitido se o marido concordar com o mesmo, mas, ele, marido, pode divorciar-se sem apresentar qualquer motivação. País onde mulheres ganham 4,5 vezes menos do que homens (relatório do Global Gender GAP-2012), e que tem apenas 20% de força de trabalho feminino. Dentre 135 países pesquisados, a republiqueta teocrática ocupa o 127° posição na igualdade de tratamento entre homens e mulheres.
As fétidas prisões brasileiras se comparadas com as do Irã podem ser chamadas de hotéis com regras estabelecidas, pois lá presos são torturados, espancados, estuprados e queimados com cigarro. Nestes locais, presos são também obrigados a ingerir fezes, têm suas unhas removidas, são privados do sono e tomam surras diárias. No Irã não há a garantia do devido processo legal, admitindo-se "Tribunais Revolucionários“- em que juízes adotam para réus a penalidade que bem quiserem de acordo com o primitivo ordenamento da lei islâmica.
Neste sentido, o uso da flagelação e da amputação é considerado pelo governo apenas como um método de punição e jamais uma caracterização de tortura.
Os presos políticos do Irã sofrem a chamada "tortura branca“ e também violações inacreditáveis, conforme mencionado no relatório da DRL, da Comissão da Terceira Assembléia da ONU de 2012. Para se ter uma ideia dos absurdos sofridos, de 2002 a 2012 foram prolatadas 3.766 sentenças condenatórias determinando a flagelação de condenados.
O país tem forças de segurança corruptas e ineficientes que usam e abusam da tortura e o governo finge sistematicamente não enxergar.
Um país que impõe a pena de morte para homossexuais - obrigados a adotar absoluta discrição para sobreviverem, caso contrário são executados. Um paraíso em que não é permitido qualquer demonstração pública de carinho. O Irã feliz e satisfeito mostrado pelo jornalismo global é uma farsa. O povo vive em uma repressão absurda, e, não no mundo encantado mostrado por Glória Maria.
Tentar relativizar um regime despótico, beligerante, atrasado e cruel é de uma desonestidade assustadora. Parece que a referida emissora de televisão quer mostrar as maravilhas do islã e seus fantásticos regimes.
Como podem ver... Estas "maravilhas" dão lugar ao que há de mais opressor e degradante na humanidade. A desinformação de Glória Maria e sua equipe só perdem para o cinismo e estupidez da jornalista, que ao degustar um simples pepino retrucou; "maravilhoso." Como se pepino não fosse pepino no mundo inteiro. Não venha tentar nos vender este pepino, minha senhora!
Com certeza, este pepino não queremos.



5 comentários:

Rodrigo disse...

Perfeito como sempre!!! Que o islã seja varrido do mapa

Ad disse...

O Alcorão é o Mein Kampf dos muçulmanos! Quem disse isso não estava para brincadeira!

Alan disse...

O mundo tem que se espelhar no valente Timor Leste que venceu o islamismo mesmo contra os interesses das grandes potências mundiais.

K. S.A. disse...

Enquanto ali khamel for o chefe de jornalismo da globo, o islamismo sempre será exaltado. Ele já até escreveu livro propagandeando favoravelmente o islã.

K. S.A. disse...

Enquanto ali khamel for o chefe de jornalismo da globo, o islã sempre será elogiado.