sábado, 24 de fevereiro de 2018

Conselho Central Islâmico da Suíça defende a mutilação da genitália feminina (FGM)


O Conselho Central Islâmico da Suíça (IZRS) defendeu a prática da mutilação genital feminina (FGM), alegando que a lei islâmica justifica a prática. (o que é um fato como explicado neste artigo)

O secretário-geral da IZRS, Ferah Uluca, disse que muito embora "opinião legal islâmica" justifique a prática, ela não convoca os muçulmanos para praticá-la como um dever. Ulucay disse que cabe a cada pai decidir sobre isso. Porém, a "opinião" afirma que a prática não é prejudicial para a menina envolvida.

Porta-voz da IZRS

O Conselho Central Islâmico da Suíça (IZRS) preparou uma "opinião jurídica islâmica" na qual justifica a forma de circuncisão feminina que consiste na remoção do capuz do clitóris, conhecida no islamismo como "circuncisão Sunna" (Sunna é uma palavra representa tudo aquilo que vem dos dizeres e ações de Maomé). Esta forma é legitimadamente islâmica, escreveu a IZRS em seu artigo, segundo o jornal suíço Tages Anzeiger.

Como justificativa, várias citações da tradição profética são citadas, cuja autenticidade está acima de qualquer dúvida, como a IZRS admite em uma nota de rodapé. Assim, os deveres dos muçulmanos incluem a circuncisão, a depilação / remoção dos pêlos púbicos, o corte do bigode, o corte das unhas e das unhas dos pés e a remoção dos cabelos nas axilas. Além do bigode, todos os pontos se aplicam às mulheres também, escreveu o Conselho Central, e então continua cripticamente: "A única questão é se a circuncisão da mulher também é um dever, algo sustentado com respeito ao homem pela tradição adicional. são as opiniões uns dos outros. »

A "opinião" também menciona um relatório do Fundo de População das Nações Unidas para apoiar seu argumento comparando FGM à circuncisão masculina - mas, na verdade, o relatório das Nações Unidas afirma que as conseqüências para a saúde da circuncisão masculina e feminina são muito diferentes, e prejudicias para as mulheres.

A "circuncisão Sunna" é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como FGM do Tipo 1, que envolve apenas a remoção do capuz do clitoris (prepúcio) (Tipo 1a) ou a remoção do clitóris com o prepúcio (Tipo 1b).

Segundo o Jornal Britânico de Urologia (acessado pela wikipedia) "o capuz do clitóris é importante não só na proteção da glande do clitóris, mas também no prazer, pois é um tecido erógeno."

Uma fotografia de uma vulva humana com indicação do capuz do clítoris (que é removido na "circuncizão Sunna")
By KathiK77 - Own work, CC BY-SA 4.0, Link

A FGM tornou-se ilegal na Suíça desde 2012 e aqueles que praticarem qualquer forma dela podem ser presos por até dez anos.

Muitos defensores da FGM justificam o processo como "circuncisão feminina", alegando que ela é diferente da MGF. Um estudioso islâmico, o líder muçulmano irlandês Ali Selim, fez este argumento no início deste mês dizendo: "Não sou um defensor da mutilação genital feminina, mas sou um defensor da circuncisão feminina."

O fato é que tais afirmações servem apenas para enganar pois não existe diferença alguma: circuncizão feminina envolve a mutilação da genitália feminina (FGM).

As Nações Unidas e a OMS não fazem distinção entre as várias formas de circuncisão feminina, rotulando todas como mutilação da genitália feminina (FGM).

Casos de FGM dispararam em toda a Europa devido às políticas de imigração em massa. No Reino Unido 5.000 casos ocorreram em 2016, mas sem processos, apesar de ser ilegal.

Na França, um relatório recente de uma instituição de caridade anti-FGM afirmou que até 30 por cento das meninas que vivem em subúrbios povoados em grande parte por imigrantes estavam em risco de FGM.

A prevalência de FGM também não se limito à Europa, com mais e mais casos sendo vistos no Canadá, onde a prática é abertamente promovida pelo grupo Muçulmanos de Calgary. O blog retirou o artigo do ar após as duras críticas que ele recebeu. Mas, o print screen ficou capturado e o fato foi noticiado por diversos meios (National Post, BlazingCatFur, pdf do artigo).

Muçulmanos canadenses promovendo a FGM como algo saudável

Quais são as conseqüências da MGF?

A mutilação genital feminina (FGM) tem sérios efeitos de saúde (físicos e mentais) que geralmente ocorrem imediatamente após o procedimento e podem causar hemorragias graves, infecções, tétanos, paralisia da vesícula ou envenenamento sanguíneo e podem até resultar em morte. O HIV / AIDS também pode ser transmitido através do uso de instrumentos sujos.

Além do trauma psicológico e da perda de sensação sexual, as vítimas muitas vezes se queixam de dor de longo prazo ao urinar e durante a menstruação. Sentar ou mesmo caminhar pode machucar e até reabrir o tecido cicatricial devido ao constante esfregar das roupas. Podem ocorrer cistos, abcessos, infecções da bexiga e incontinência. A infertilidade é uma das possíveis consequências a longo prazo. A relação sexual é muitas vezes dolorosa.

Dar à luz uma criança pode aumentar o sangramento e as fissuras dos tecidos. O nascimento pode demorar mais do que o habitual e as césaras são comuns.


Texto redigido a partir das fonte 1, 2, 3 e 4.


Fontes:
1. Islamischer Zentralrat verteidigt die Beschneidung von Mädchen, Tages-Anzeiger, 19.02.2018
2. Swiss Islamic Council Justifies Female Genital Mutilation, Breitbart, 24.02.2018
3. Clitoral hood, Wikipedia, acessado em 24.02.2018
4. What is FGM?, Desert Flower Foundation, acessado em 24.02.2018
5. Classification of female genital mutilation, Organização Mundial de Saúde, acessado em 24.02.2018
6. Irish Muslim Leader Backs Female Genital Mutilation, Bretibart, 11.02.2018
7. Over 5,000 New FGM Cases in England Last Year, Still No Prosecutions, Breitbart, 5.07.2017
8. 30 Per Cent of Young Girls in Paris’s Troubled Suburbs Face FGM Threat, Breitbart, 13.02.2018
9. Canadian Muslim Website Publishes Article Defending ‘Medical Benefits’ of Female Circumcision, Breitbart, 5.09.2017
10. Circuncisão Feminina ou Mutilação da Genitália Feminina: prática islâmica -- Você quer isso no Brasil?, artigo do blog, 28.11.2011.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Pesquisa revela não existir crescimento do islamismo nos EUA devido a conversões


Um estudo recente do Pew Research Center indicou que 23 por cento dos muçulmanos adultos nos EUA deixaram sua fé. Ao mesmo tempo, a porcentagem de muçulmanos adultos que se converteram para o islamimso foi também de 23%.

A maioria dos convertidos ao Islã (77 por cento) teve criação cristã.

Daqueles que se converteram ao Islã:

  • 24% disseram que preferiam as crenças ou ensinamentos do Islã à sua religião anterior
  • 21% disseram que liam textos religiosos ou estudavam o Islã antes de fazerem a mudança
  • 10% disseram que queriam pertencer a uma comunidade
  • 9% disseram que foram motivados por casamento ou um relacionamento
  • 9% disseram que foram apresentados ao islamismo por amigo ou seguiram um líder público
  • 8% disseram que foram motivados pela família
  • 5% disseram ter encontrado a verdade no Islã
  • 2% disseram que preferiam as práticas do Islã

Nos últimos anos, cerca de 100 mil americanos se converteram ao islamismo anualmente. De acordo com a pesquisa, o mesmo número de muçulmanos americanos deixa o Islã todos os anos, não deixando nenhum impacto no crescimento geral da religião.

Dos que deixaram o Islã, 55% disseram que não se identificam mais com nenhuma religião, 22% se converteram ao cristianismo e 21% converteram-se a outra religião ou se identificam apenas como "espirituais".

Além disso, daqueles que deixaram o Islã, 22% são imigrantes do Irã, apontando para o aumento do número de imigrantes iranianos para os Estados Unidos que seguiram os eventos pré e pos revolução islâmica no Irã em 1978 e 1979.

Em comparação, o número de cristãos adultos que abandonaram o cristianismo é de 22%. No entanto, a porcentagem de cristãos que são convertidos é de apenas seis por cento, o que significa que o cristianismo como um todo perde mais pessoas do que ganha com os convertidos (em ambos os sentidos).

O que esta pesquisa comprova é que imigração de muçulmanos é um fator fundamental para crescimento do islamismo.

O que a pesquisa não mostra é o nível de assédio que os ex-muçulmanos sofrem dos seus ex- irmãos e irmãs.




domingo, 18 de fevereiro de 2018

O roubo e profanação da "Pedra Negra" da Caaba, quando Alá foi sequestrado sem a defesa da sua "força aérea de pássaros"


Existe no Alcorão uma referência à fantasiosa narrativa de que Alá enviou pássaros para bombardear um exército, que incluia elefantes de guerra, destinado a destruir a Caaba. O curioso é que mais de um seculo depois deste evento imaginário, a Caaba foi destruída e a pedra negra sequestrada pela seita islâmica al-Qaramita. Na vida real, a "força aérea de Alá" não funcionou. 
A "Pedra Negra" do islão, que fica na Caaba, para onde muçulmanos do mundo inteiro rezam, foi roubada certa vez, e usada como latrina por mais de 40 anos, até que ela foi recuperada e trazida de volta para Meca. O sequestrador foi Abu Taher al-Janabi.

A seita al-Qaramita (ou Carmata), apesar de muçulmana (xiíta e ismaíli), recusava as regras do islão, e, no geral, achava o islão uma religião estúpida. Eles estabeleceram um estado, chamado de Estado al-Qaramita, no leste da Península Arábica ao longo do Golfo Pérsico em 899 D.C. Eles atacaram e conquistaram Meca no ano 930 D.C.

Durante o sequestro da pedra negra, al-Janabi matou seus irmãos muçulmanos que estavam circumbilando (andando em círculos) ao redor da Caaba e jogou alguns corpos no Poço Zamzam. No processo, a própria Caaba foi destruída, pois a pedra negra é um dos cantos da Caaba. Então, ele começou a grita para Alá, dizendo: "onde estão os pássaros que podem jogar pedras para proteger a Caaba, como o Alcorão menciona?" Claro que os pássaros não vieram, e ele manteve a pedra negra por mais de 40 anos!

Mas, que pássaros são esses que al-Janabi menciona? Bem, eles são mencionados em um capítulo do Alcorão chamado O Elefante, um dos menores de todos. As suratas são as seguintes:

105:1 - Não sabe como o teu Senhor lidou com os Companheiros do Elefante?
105:2 - Ele não fez seu plano traidor fracassar?
105:3 - E enviou contra eles voos de aves,
105:4 - Golpeando-os com pedras de argila cozida.
105:5 - Então os fez como um campo vazio de talos e palha (do qual o milho) foi comido.

Como de costume, o Alcorão apresenta as suratas (os versículos) sem contexto. O contexto deve ser buscado na  Sunna ("tradição de Maomé"): a coleção de dizeres e ações de Maomé nos hadices, e na sua biografia Sirat Rasul Allah (Vida do Mensageiro de Alá), escrita pelo biógrafo ibn Ishaq. Ibn Ishaq relata um evento que teria ocorrido no ano 570 D.C. Nesta época, o Iêmen seria governado pelo reino da Etiópia do Rei Negus. O governador Abraha teria construído uma mega catedral com a intenção de desviar os peregrinos árabes de Meca para o Iêmen. Um visitante árabe de Meca ficou enfurecido com a catedral, e se vingou urinando e defecando dentro dela (curioso, isso é algo que vem acontecendo na "Europa multicultural" de hoje). Abraha resolveu se vingar, invadindo Meca e destruindo a Caaba. Segundo Ishaq, ele formou um enorme exército que incluiu elefantes, um elefante chamado Mahmud (narrativas posteriores ampliam o número de elefantas de 13 até a 1000). Na sua marcha para Meca, Abraha derrotou todas as tribo árabes que encontrou no seu caminho. Mas quando ele se aproximou de Meca, o seu exército foi atacado por um bando de milhares de pássaros que lançavam pedras de argila endurecida, provocando explosões na carne e todo o exército de Abraha foi destruído, inclusive Abraha. Segundo ibn Ishaq, isso ocorreu no ano do nascimento de Maomé (570 D.C. - considerado pelo islão como o "ano do elefante").

Não existe como comprovar que tal invasão tenha ocorrido. É de se duvidar até mesmo da presença de elefantes de guerra no Iêmen. Como estes elefantes teriam vindo da Etiópia? Um elefante adulto bebe 225 litros de água por dia, mas pode ficar até 4 dias sem água. E o que eles comeriam? Eles teriam que atravessar de barco o Mar Vermelho ou contornar pelo Egito. E, no deserto, as carcaças seriam preservadas e a arqueologia encontraria os ossos. Esse teria sido um evento marcante.

E, claro, considerar que pássaros de guerra atacaram os elefantes e o exército de Abraha como se fossem caças F-16 destruindo-os é acreditar em fantasia.

De acordo com Ibn Ishaq e outros historiadores muçulmanos, os pássaros tinham ombros de cães e cada um carregava três pedras com o nome do pássaro, sendo o nome de cada pássaro escrito sobre cada um deles. Muitos templos na mitologia grega e hindu possuem histórias semelhantes, com divindades protegendo-os magicamente de ataques inimigos. Isso então teria sido mais um fantasia criada por Maomé baseada no paganismo dos outros.

Voltamos então para a história da destruição da Caaba e do sequestro da pedra negra. Sim, Alá, onde estão os seus pássaros?

O curioso é que nem mesmo os muçulmanos colocam muita fé de que Alá vai mesmo proteger a Caaba. Durante a Guerra do Golfo, os sauditas pediram para os EUA para protegerem a Caaba contra um ataque eventual de Sadam Hussein. Na Hora H, a fantasia foi posta de lado em prol da realidade! Nem mesmo os sauditas confiam em Alá.

O possível trajeto dos "elefantes de guerra" 
Tal feito seria equivalente ao de Aníbal Barca, que levou 38 elefantes de guerra desde Cartago, no norte da África, até a Itália, cruzando os Pirineus e os Alpes durante a Guerra Púnica. 

Alguns outros pontos podem ser feitos sobre este assunto.

1. Acredita-se que o capítulo do Elefante (surata Al-Fil) faça parte da pregação inicial de Maomé em Meca. Mas nesta época, muitos muçulmanos estavam sob a proteção do Reino da Etiópia e seria pouco provável que Maomé fosse antagonizar quem o protegia. É possível que esta narrativa tenha sido inventada por Maomé mais tarde em Medina, para justificar a sua jihad contra os cristãos.

2. É difícil de acreditar que uma catedral cristã fosse construída para atrair pagãos. A idéia de cristãos construindo um local de peregrinação para peregrinos não-cristãos não é um conceito cristão e nunca aconteceu durante a história cristã. É mais provável que a narrativa tenha sido criada para aumentar o antagonismo contra os cristãos, atacados pelos muçulmanos no final da vida de Maomé e nos nas décadas e séculos seguintes.

3. O reinado de Abraha no Iêmen é mencionado por historiadores da era, incluindo Procópio de Cesaréia.  Esses relatos incluem como Abraha tornou-se governador, relatos de suas guerras e sua morte em cerca de 545 D.C. Eles não fazem menção de que ele tivesse atravessado o deserto com elefantes para atacar Meca, ou sua morte depois de ser atacado pelos pássaros mágicos de Alá.

4. Segundo estes registros históricos, Abraha morreu por volta de 545 D.C., 25 anos antes da data que muçulmanos alegam como a data da sua morte, no ano do nascimento de Maomé. Osregistros também indicam que, após a morte de Abraha, seus filhos assumiram o seu reino. Quando os persas sassânidas invadiram o Iêmen, cerca de 570 D.C. e os derrotou, os filhos da Abraha já haviam governado há muitos anos.

5. A afirmação feita pelos muçulmanos de que Abraha construiu uma catedral para desviar os peregrinos de Meca não tem base histórica, além da reivindicação de historiadores muçulmanos baseada no Alcorão. As gravuras encontradas na Barragem de Marab, uma das oito maravilhas do mundo antigo, detalham vários eventos do reino de Abraha, mas nenhum deles menciona sua catedral ou qualquer ataque contra a Meca.

6. O Reino de Himyar tinha inimizade com Abraha, e ajudou os persas a derrotar seus filhos em 570 D.C. Os Himyars deixaram gravuras extensas de suas batalhas anteriores com Abraha. Se Abraha tivesse sido morto devido a um ataque de pássaro mágicos após sua invasão de Meca, é altamente improvável que isso não tivesse sido representado em suas gravuras históricas. Como é de se esperar, não existe menção a tal evento.

7. Os reis etíopes da época também deixaram registros de seus territórios e governantes. Não há menção na antiga história etíope de Abraha atacando Meca e morrendo como resultado deste ataque.

8. Ibn Ishaq é a única referência para a história como acreditam os muçulmanos. Mesmo historiadores muçulmanos posteriores reconhecem que Ibn Ishaq muitas vezes exagerou em algumas das narrativas da vida de Maomé. Os mesmos historiadores, no entanto, não têm outra fonte para autenticar os eventos descritos no Capítulo do Elefante, a surata Al-Fil.

E aqui está uma pequena lista de por que os historiadores muçulmanos distorcem deliberadamente os registros históricos sobre Abraha:

1. A alegação de que ele morreu durante o ano do nascimento de Maomé deu maior importância ao nascimento do profeta islâmico.

2. A narrativa criou animosidade contra os cristãos, em preparação para os ataques perpetrados contra eles pelos muçulmanos, ataques esses que começaram perto do fim da vida de Maomé.

3. E, o mais importante, isso é o que o Alcorão diz!

Acreditar no Alcorão é dever de todo o muçulmano. "Estar escrito no Alcorão" é motivo suficiente para todos eles. Muito poucos muçulmanos têm a coragem de questionar publicamente a precisão histórica do Alcorão.


sábado, 10 de fevereiro de 2018

Atualizações em janeiro de 2018

Veja o que entrou de novo no blog em janeiro de 2018, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.


Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 3Parte 2Parte 1
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Itália: Imigrante somali entra em sala de partos em Roma e tenta violar uma mulher em trabalho de parto
Escândalo no Hospital Sant'Eugénio, onde um somali, de 38 anosdepois de iludir todos os controles, entrou na sala de partos e tentou estuprar uma mulher de 43 anos em pleno trabalho de parto. O homem foi preso por polícias em flagrante, em 31 de Dezembro passado e enfrenta acusações de violência sexual. O agressor introduziu as mãos na vagina da parturiente e começou a masturbar-se, desencadeando a reacção da mulher, que começou a gritar pelas enfermeiras e pelo médico, que imediatamente alertou a polícia. A defesa do somali alegará problemas psiquiátricos. O julgamento está agendado para o dia 10 de Janeiro. (Libero Quotidiano, Amigo de Israel)

Argélia: afetadas por câncer são abandonadas pelo marido após mastectomia
"Depois da operação, seu marido a chamava de “nass mraa” (meia mulher) e “lamgataa” (a mutilada)." Centenas de argelinas são abandonadas por seus maridos por causa de um câncer de mama. (IstoÉ)

Irã: mulheres se manifestam contra a Sharia, feministas e mídia de Esquerda caladas ou contra elas
Leia mais sobre as manifestações no Irã neste artigo do blog.


Alemanha: "não me sinto mais segura", diz jornalista
A modelo e a jornalista Anabel Schunke explica, em entrevista, como as liberdades que as mulheres, e os alemães em geral, estão se deteriorando na Alemanha com o aumento drámatico de muçulmanos salafistas e wahabistas (Renova Mídia).

Egito, Marrocos, Líbano e Palestina: maioria dos homens acreditam que as mulheres gostam de ser assediadas sexualmente; mulheres e homems são favoráveis a mutilação da genitália feminina, estudo 
Consistente com a lei islâmica! Leia no artigo.




Alcorão exportado pelos sauditas incentiva os extremistas islâmicos
Leia o artigo todo no blog.

Sermão do imã palestino Issam Amira, Al-Aqsa
"Deus os chamou de "infiéis", então por que eu deveria me envergonhar de chamá-los deste modo? ... Existe apenas um tipo de castigo para essas pessoas: detê-los, vingar-se deles e ensinar-lhes uma lição Isso não é alcançado através da tolerância, das negociações ou da bondade. A tolerância não é islâmica" - imã palestino Issam Amira, usando a mesquita Al Aqsa, 18 de junho de 2016. (MEMRI TV)

Singapura: livros escolares vindos da Arábia Saudita promovem ódio contra os káfirs (não muçulmanos)
Pais reclamam, inclusive muçulmanos e alguns clérigos islâmicos também reclamam. Eles acusam a Arábia Saudita de exportar a sua ideologia wahabita.
Agora uma indagação, no Brasil os wahabitas, muitos deles brasileiros treinados na Arábia Saudita, transitam livremente propagando a mesma ideologia? Bem, o que você acha? (Strait Times)



Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.



História (Arte e Jahiliyya)

Jihad contra os Mongóis
Tradução de artigo da séria History of Jihad (Tradutores de Direita)

Guerra sem fim: uma breve história das conquistas muçulmanas
A Jihad Islâmica começou com Maomé e continua até os dias de hoje.

Lista de Referências sobre as Cruzadas (para um estudo sério sobre o assunto)
A lista de referências se encontra no blog.



Governo doa R$ 800 milhões para a Autoridade Palestina sob o pretexto de reformar Igreja da Natividade
A Autoridade Palestina está nervosa com os EUA ameaçando deixar de fazer doações. Eis que vem o Brasil para o resgate (MPV 891).

20 ações para des-islamizar a sociedade, do livro "Resistência: Guia para Parar a Islamização de Filip Dewinter"
Leia tudo neste artigo no blog.

Obama permitiu tráfico de drogas pelo Hezbollah para não atrapalhar acordo com o Irã
Um assunto com tremendas repercussões para o Brasil!

A DECLARAÇÃO DE PARIS
Intelectuais europeus declaram abertamente o que se passa com a Europa Ocidental!

França: 1031 veículos incendiados nos festejos do Ano Novo
Ano passado, foram incendiados apenas 935. Incendiar (centenas de) carros tornou-se rotina nas celebrações francesas do Dia da Queda da Bastilha e Ano Novo, bem como durante distúrbios de rua. Esta é a nova França da diversidade islâmica (Breitbart).

França: policial feminina linchada durante festejos do Ano Novo
Ela foi atacada por um grupo no subúrbio parisiense de Champigny-sur-Marne, uma "zona proibida" (no-go zone). Um vídeo mostra homens de aspecto africanos derrubando-a e chutando sua cabeça. (Breitbart, RTL)

França: 510 presos durante distúrbios nos festejos do Ano Novo
Esta é a nova França da diversidade islâmica (Breitbart).

França: Aplicativo informa sobre as "zonas proibidas" (no-go zones) de Paris
Útil para quem viaja (Google Play, Daily Mail)



Grã-Bretanha: "Vocês não são bem-vindos !! Essa rua é curda !!" - advertem os curdos muçulmanos imigrados da Turquia aos policiais
Os policiais ignoraram as advertências e invadiram uma loja em Nottingham, onde descobriram venda ilegal de cigarros, tráfico de drogas e trabalho escravo. (The Sun)

Grã-Bretanha: cantora diz que meninas que foram estupradas por ganges muçulmanas iriam ser estupradas de qualquer modo; deputada socialista a parabeniza
Segundo a lógica tortuosa e depravada destas senhoras, as meninas iriam ser estupradas cedo ou tarde, logo, não faz diferença que elas foram estupradas por gangues de estupradores muçulmanos. As "feminazis" que fizeram esta declaração: cantora Lily Allen, deputada Jess Phillips (Tião Cazeiro)

Canadá: Tribunal de Direitos Humanos diz não ser discriminação que muçulmanos contratem apenas muçulmanos e que comprem apenas de muçulmanos
O Tribunal rejeitou a queixa apresentada por um cidadão, Eric Brazau, que reclamou de um imã de Toronto, Saed Rageah (CRRNS). A justiça canadense está aceitando a instalação de um sistema legal paralelo, apenas para muçulmanos.

Alemanha: demolição da Igreja de St. Lambertus no vilarejo alemão de Immerath 
Este evento não está diretamente ligado à islamização da Alemanha, mas sim a uma das suas causas, a perda da identidade cultural. Decisão da demolição veio do Tribunal Constitucional que priorizou a expansão de uma mina de carvão da empresa RWE para aumentar a oferta do fornecimento de energia. A pequena comunidade que residia nos arredores teve que sair. O triste é que as manifestações foram contra a mina de carvão e não contra a demolição da igreja. 



Alemanha: tribunal federal anula decisão de um tribunal regional, que absolvera membros de uma "Patrulha da Sharia"
O caso remonta a setembro de 2014, quando um grupo de muçulmanos salafistas foram flagrados patrulhando as ruas de Wuppertal, dizendo a aqueles que caminhavam para não se envolverem em atividades proibidas pela lei da sharia (islâmica). O grupo entregou avisos aos passageiros ao anunciar que a área era uma "Zona de Controle da Sharia", o que significava que o álcool, drogas, jogos de azar, música e concertos, pornografia e prostituição eram proibidos. Um dos membros da patrulha alemã, Sven Lau, conhecido Alemão convertido ao Islã, está atualmente em julgamento por apoiar um grupo terrorista estrangeiro. (Clarion)

EUA: jihadista que planejava explodir uma igreja durante missa condenado a 1 ano de prisão
Compare este sentença com a do americano que deixou presunto na porta de uma mesquita e foi condenado a 15 anos de cadeia (Clarion).

EUA: primeiro ano do governo Trump foi positivo
Saiba por que neste artigo no blog.

Polônia, pouca imigração islâmica, é o pais europeu mais seguro para as mulheres; Bélgica, portas abertas, 9 entre 10 mulheres reclamam de assédio sexual nas ruas
A diferença entre dois países europeus, com duas políticas migratórias diferentes. A Polônia é segura para as mulheres, enquanto que em Bruxelas, capital da Bélgica, 9 entre 10 mulheres dizem serem assediadas nas ruas.
A analise do New World Health nem menciona os países nórdicos, por exemplo a Suécia com seu "governo feminista". Segundo a análise, os países mais seguros para as mulheres são, nesta ordem: Austrália, Malta, Islândia, Nova Zelândia, Canadá, Polônia, Mônaco, Israel, USA e Coréia do Sul. (Business Insider, Politico)

Suécia: feminista se recusa a dar queixa à polícia após sua filha de 12 anos ter sido atacada sexualmente por um refugiado
A feminista, de 48 anos, trabalhava em um centro de refugiados quando ela começou a ter relações sexuais com um refugiado, que dizia ter 18 anos. A feminista levou-o para sua casa quando após ele ter se tornado um asilado. Um dia, o homem começou a atacar a sua filha quando a mão estava fora, enfiando a mão na sua calça e agarrando a sua vagina. A filha contou para a mãe que nada fez. A filha então contou para o pai, que deu queixa na polícia. (SavemySweden, Correio Paulista)

Áustria: veja as principais políticas do novo governo de centro-direita da Áustria
Leia o artigo no blog.




EUA: 10 atos terroristas e prisões apenas em dezembro de 2017
A lista inclui preso por montar bombas, explodir uma bomba caseira em Nova York, degolar um companheiro de trabalhos e esfaquear outro, promover o ISIS, planejar degolar a blogueira anti-Jihad Pamela Geller, planejar explodir o Shopping Sharpstown em Houston, planejar atacar a polícia, recolher dinheiro para o ISIS, planejar um ataque suicida na noite de Natal em São Francisco, e atirar na polícia em Harrisburg, Pennsylvania. Mais detalhes neste artigo (Clarion)

Filme de curta duração retrata ataque do al-Shabbab e é nomeado a Oscar 
Watu Wote, "todos nós", é um filme baseado em uma história real. É prática dos jihadistas, ao sequestrarem pessoas, separá-las entre cristãos e muçulmanos, matando os primeiros. Vários casos tem sido registrados, notadamente pelo grupo al-Shabbab da Somália, que também atua no Quênia.
Em dezembro de 2015, houve mais um caso no qual um ônibus foi sequestrado. A maioria dos passageiros era mulheres. Ao serem mandadas descerem do ônibus, as muçulmanas compartilharam seus véus permitindo as mulheres cristãs se cobrirem. As mulheres então falaram para os jihadistas que eles teriam que matar todas. Eles se foram, poupando-as, porém, sem antes matar um homem cristão. Aqui está o trailer.
Este evento foi feito em filme, e já está concorrendo ao Oscar de melhor fime curto de ação. Foi feito por 3 estudantes alemães. Aposto que vai ganhar pois a história se encaixa na narrativa liberal de Hollywood. (Trailer, CNN, Clarion)




EUA: cidadão sendo processado por criticar o islão
Mark Feigin fez comentários no Facebook de um centro Islâmico, criticando o islão. Foi preso.
"De acordo com o escritório do Procurador-Geral do estado da California, Feigin foi culpado do crime porque ele havia se envolvido em "assédio repetido" de pessoas cuja religião ele procurava "zombar e desprezar". Eugene Volokh, professor de direito da UCLA cujo blog "Volokh Conspiracy" é um site popular de debate e discussão de assuntos legais, escreveu sobre o caso de Feigin em 29 de dezembro, observando que, pela lógica do Procurador-Geral, o Estado poderia processar cidadãos que façam comentários igualmente críticos, por exemplo, em um site do Associação de Armas dos EUA (NRA) ou em um site pró-Trump. "Isso não é consistente com a Primeira Emenda" [que garante liberdade de expressão nos EUA], disse Volokh. Não, certamente não é. Mas é completamente consistente com a lei islâmica, a sharia. O simples fato é que, hoje em dia, é extremamente improvável que um indivíduo no mundo ocidental seja processado por um governo por zombar ou desprezar uma organização que defenda o direito ao porte de armas ou um político cristão. Não, essas ações legais extraordinárias são quase exclusivamente reservadas como castigo para aqueles que criticarem o Islã." (Gatestone)
Este é outro exemplo de um sistema informal de justiça paralelo nos países ocidentais, mas apenas para favorecer o Islã e calar seus críticos.



Alemanha: pesquisa escolar diz que 33% dos estudantes muçulmanos estão dispostos a lutar e morrer pelo Islã
Relatório de Die Welt. Uma pesquisa de escolas na região alemã da Baixa Saxônia mostrou que:
  • Cerca de 10% dos estudantes muçulmanos têm simpatias diretas para grupos islâmicos radicais, como o Estado islâmico e alguns até mesmo mostram atos de apoio ao terrorismo.
  • Um em cada três dos estudantes muçulmanos que responderam à pesquisa disse que estariam dispostos a lutar e morrer pelo Islã.
  • Vinte e sete por cento disseram que concordam com a afirmação: "As leis islâmicas da Sharia, segundo as quais, por exemplo, o adultério ou a homossexualidade são severamente punidos, são muito melhores do que as leis alemãs."
  • Oito por cento disseram que concordaram com a criação de um império islâmico ou califado no Oriente Médio através do uso da força. Outros 3,8 por cento disseram que concordam que às vezes é justificado que os muçulmanos se envolvam em atos de terrorismo para promover seus objetivos.
  • Um quinto dos estudantes muçulmanos concorda que os muçulmanos são oprimidos em todo o mundo e devem se defender pela força e 18,6 por cento disseram que era dever dos muçulmanos espalhar o Islã e "lutar contra os incrédulos".
Os resultados provêm de um estudo realizado em 2015 que anteriormente não havia sido tornado público. O criminologista Christian Pfeiffer tornou os dados públicos como parte de seu próprio estudo sobre a causa do crime imigrante. Os autores do estudo original apontam que apenas 280 estudantes muçulmanos responderam à pesquisa, mas acrescentaram que os resultados eram dignos de nota (Jihadwatch)



Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Turquia ataca cristãos na Síria. Iremos assistir calados a mais um novo genocídio?
Leia artigo no blog

Egito: Mosteiro de Santa Catarina fechado, celebrações do Natal canceladas
Este mosteiro é patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO. Celebração do Natal ortodoxo (6 de janeiro) foi cancelada pelo governo, que prefere fechar um evento cristão a oferecer segurança. (Raymond Ibrahim)

Por que professar Cristo está se tornando "crime de ódio" no Ocidente
  Indonésia: cristão açoitado 36 vezes por vender bebida alcólica e violar a Sharia
Os apologistas islâmicos no Ocidente gostam de comparar a Sharia com a lei judaica e com o Direito Canônico católico. Quando foi a última vez que você ouviu falar de alguém ser chicoteado por violar qualquer um desses? (Express)

Lista de eventos compilados por Raymond Ibrahim 
Artigo resumido no blog Tião Cazeiro

  • Paquistão: cristão que se vendeu como escravo, por 2 anos, para uma família muçulmana, para ter dinheiro para comprar uma casa foi abusado, proibido de ir à igreja, e finalmente, ao final do contrato, assassinado. (Pakistan Christian Post)
  • Irã: cerca de 500 muçulmanos convertidos ao cristianismo enfrentaram perseguição e fugiram para a Turquia em busca de asilo. (Christianity Today)


Perseguição Judeus (Boletim de Anti-Semitismo)
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Paquistão: Líder islâmico pede “jihad mundial” e uso de bomba nuclear para “recuperar Jerusalém”
O líder islâmico paquistanês Hafiz Saeed, líder da Jamaat-Ud-Dawah (Organização da pregação), uma fachada para o grupo militante Lashkar-e-Taiba (Exército dos Justos), convocou todas as nações islâmicas para iniciarem uma “Jihad global” contra os Estados Unidos e Israel. (WION)

Alemanha: tribunal determina que palestinos podem tacar fogo em sinagogas se for para se vingar de Israel
Um tribunal regional na Alemanha decidiu que uma tentativa de atear fogo a uma sinagoga em 2014, por 3 palestinos, foi um ato destinado a expressar críticas contra a conduta de Israel em seu conflito em curso com Gaza, e não um ato criminoso. Os judeus na Alemanha não se sentem mais seguros. (J Post)


Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, mate os idólatras onde quer que você os encontre, e capturai-os, e cerque-os, e arme ciladas para eles usando de todos os estratagemas (da guerra); mas caso eles se arrependam, observem a oração e paguem o zakat [ou seja, se tornem muçulmanos], abra o caminho para eles. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo. (Alcorão 9:5)
Paquistão: milhares de ahmadis, budistas e cristãos estão fugindo devido a perseguição
Milhares de cristãos, ahmadis e hindus estão fugindo enquanto que o governo faz vista grossa para o assédio dos grupos islâmicos; até mesmo os ateístas já começam a se calar frente ao assédio. Emenda à Constituição do Paquistão do ano passado declarou os ahmadis como uma seita proibida. Qualquer ahmadi que for pego lendo o Alcorão pode ser preso. E o controle das redes sociais está levando os ateus a fecharem seus grupos para não serem presos pelo governo (Asia Times)


Ultraje Eterno

Índia: jihad contra as latrinas
O grupo extremista muçulmano conhecido como Dawoodi Bohras, famoso por levar a cabo Mutilação Genital Feminina (FGM) em meninas na América do Norte, lançou uma campanha para destruir as privadas ao estilo ocidental, para garantir que os muçulmanos apenas defequem da forma como os árabes faziam no Sétimo Século.
Comentário de Tarek Fatah: Estes Guardas Vermelhos Bohra são a polícia secreta islâmica, distinguida pelas suas braçadeiras vermelhas, que vêm inspeccionar a sua casa, com ou sem a sua permissão. Vão directamente às casa de banho para verificar se o proprietário não se afastou da maneira islâmica de responder ao "chamamento da natureza". Se houver uma privada ocidental na casa, o grupo destrói-a imediatamente. (Amigo de Israel)


https://www.bitchute.com/video/2XzeYUj0lwTD/



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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

#NoHijabDay: mulheres ao redor do mundo queimam o véu islâmico (hijab)


As feministas pró-islâmicas nos EUA e no Canadá lançaram o "Dia do Hijab." O hijab é aquele véu islâmico que cobre a cabeça, escondendo o cabelo, o pescoço e as orelhas, deixando apenas o rosto de fora. Neste dia, 1 de fevereiro, estas "ativistas" pedem para as mulheres usarem o hijab como forma de "retirar o estigma que o hijab possui." Ou seja, normalizar o hijab.

(O ridículo é tamanho que muçulmanas, da Associação de Estudantes Muçulmanos da Universidade do Centro da Flórida, pedem pela expulsão de uma aluna por que ela se negou a "experimentar um hijab" que havia sido oferecido a ela em uma barraca instalada no campus - Orlando Sentinel)

Contudo, ao redor do mundo islâmico, muitas mulheres são obrigadas a usarem o hijab (ou o niqab - que só deixa o olho visível - e a burca - que cobre logo tudo). E, em muitos países, tais como o Irã e a Arábia Saudita, o uso do véu islâmico é obrigatório! E, claro, muitas mulheres simplemente odeiam o véu islâmico, seja qual for.

Um contra-protesto surgiu de forma expontânea nas redes sociais e se espalhou como fogo, seguindo o hashtag #NoHijabDay. Você pode conferir no link: https://twitter.com/hashtag/NoHijabDay.

Vou dar dois exemplos.

Anoud Al Ali, 20, original dos Emirados Árabes Unidos e que reside atualmente na França, se declara bisexual, ateu, e ex-muçulmana. Ela se filmou queimando o hijab e um manto em uma caixa de papelão. Ela declara no vídeo "Por mim, sendo oprimida e por todas as outras mulheres oprimidas, vou queimar este hijab; o símbolo da opressão." Ao queimar o hijab ela disse se sentir "libertadora."


Uma outra mulher, a ex-muçulmana egípcio-canadense e escritora Yasmine Mohammed, fez o mesmo. No seu vídeo ela declarou "Feliz Dia Sem o Hijab" ("Happy No Hijab Day"). Enquanto o hijab queimava ela exclamou "Queima, nene, queima."

https://www.bitchute.com/video/hQUx08XqJlyY/


A triste realidade da Terceira Onda do Feminismo nos EUA e no Canadá: totalmente pró-islâmico 

A realidade dos fatos gritam contra a hipocrisia das feministas dos EUA e do Canadá


terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Políticos alemães alarmados pela escalada de 'crimes de ódio' anti-cristãos


Maomé disse: "eu fui vitorioso com o terror." -- Hadice autêntico (Sahih) de Bukhari (4.52.220) (Hadice: coleção de feitos e dizeres de Maomé)

As estatísticas relacionadas a 'crime de ódio' vazadas pela polícia na Alemanha causaram alarme, pois revelaram homicídio, assalto e incendio criminoso entre quase dos 100 ataques que atingiram os cristãos em 2017.

Publicado pelo grupo de mídia Funke vários meses antes de as estatísticas anuais da criminalidade serem divulgadas oficialmente, os dados do Escritório Federal de Polícia Criminal (BKA) mostraram ataques contra igrejas e símbolos cristãos representaram cerca de um quarto dos 97 casos.

Pelo menos 14 dos casos no relatório foram perpetrados por requerentes de asilo e refugiados, incluindo o assassinato de um cristão afegão convertido por um colega afegão em maio do ano passado, o que levou os políticos pedirem a BKA para registrar "crimes anti-cristãos" separadamente pela primeira vez.

Ansgar Heveling, porta-voz da política interiorista do partido da União Democrata Democrata (CDU) de Angela Merkel, chamou estes dados de "alarmantes" e argumentou que o estado "tem a responsabilidade de punir esses ataques de forma severa e consistente ... [como] os ataques antisemitas são justamente abordado."

O ministro do Interior da Bavária, Joachim Herrmann, da União Social Cristã de Direito (CSU), disse aos jornais do grupo Funke: "A integração na Alemanha precisa exigir a tolerância aos seus valores e cultura cristãos, ocidentais sem qualquer tipo de coisa".

O problema, senhor ministro, vai ser quando eles forem maioria, o que irá acontecer em algumas décadas se nada for feito para reverter o processo de islamização da Alemanha.

Enquanto isso, na França, os crimes contra cristãos cresceu 248% (Breitbart). É preciso que seja dito, crescimento correlacionado com o aumento vertiginoso da imigração muçulmana.



quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

"Se alguém ofender o profeta então não há problema, podemos matá-lo"


"Quem amaldiçoa um Profeta, mate-o. Quem amaldiçoa os meus companheiros, espanque-o." - Maomé
"Uma judia costumava abusar do Profeta e desprezá-lo. Um homem a estrangulou até a morte. O Apóstolo de Alá declarou que nenhuma recompensa seria paga por seu sangue."(Sunan Abu-Dawud 38.4349)
Você se lembra do atentado ao jornal Chalie Hebdo e a um super-mercado judeu, em Paris? Um dos jihadistas que executaram o massacre, Cherif Kouachi, falou por telefone para uma rede de televisão francesa durante um período de sete horas, durante um cerco das forças de segurança francesas, que terminaria com a sua morte.

Aqui está uma transcrição parcial da entrevista entre Kouachi e Igor Sahiri, jornalista da BFMTV da França, como traduzido pela NBC News:

Kouachi: Nós estamos dizendo que somos defensores do profeta que a paz e as bençãos sejam sobre ele, e que eu, Cherif Kouachi, fui enviado pela Al-Qaeda do Iémen. ok?
Entrevistador: OK, OK.
Kouachi: fui lá e foi Anwar Al-Awlaki quem me financiou.
...
Entrevistador: Ok, mas você planeja matar novamente em nome de Alá ou não?
Kouachi: matar quem?
Entrevistador: não sei, estou lhe fazendo uma pergunta.
Kouachi: Por acaso nós matamos civis durante os dois dias que vocês nos procuraram?
Entrevistador: Você matou jornalistas.
Kouachi: Mas matamos civis? Civis ou pessoas durante os dois dias que vocês estavam nos procurando? 
Entrevistador: Espere, espere Cherif, Cherif, você matou esta manhã?
Kouachi: Não somos assassinos. Somos defensores do profeta, não matamos mulheres. Nós não matamos ninguém. Nós defendemos o profeta. Se alguém ofender o profeta, então não há problema, podemos matá-lo. Não matamos mulheres. Nós não somos como vocês. Vocês são os que matam mulheres e crianças na Síria, no Iraque e no Afeganistão. Nós não somos assim. Nós temos um código de honra no Islã.
Entrevistador: Mas você acabou de procurar vingança aqui, você matou 12 pessoas.
Kouachi: Sim, porque buscamos vingança. Você disse certo. Você mesmo disse, buscamos vingança.

Lei mais sobre "matar para defender a honra de Maomé" (ou seja, matar quem diz a verdade sobre Maomé)

"Porque defender a honra do Profeta é uma obrigação devida por toda a sua comunidade e qualquer um que amaldiçoa um homem livre de sua comunidade recebe um castigo, a punição de alguém que amaldiçoa o Profeta é que ele deve ser morto por causa da imensidade do valor do Profeta e sua elevação sobre os outros."
Degole que insultar o islamismo!!!