segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Pesquisa revela não existir crescimento do islamismo nos EUA devido a conversões


Um estudo recente do Pew Research Center indicou que 23 por cento dos muçulmanos adultos nos EUA deixaram sua fé. Ao mesmo tempo, a porcentagem de muçulmanos adultos que se converteram para o islamimso foi também de 23%.

A maioria dos convertidos ao Islã (77 por cento) teve criação cristã.

Daqueles que se converteram ao Islã:

  • 24% disseram que preferiam as crenças ou ensinamentos do Islã à sua religião anterior
  • 21% disseram que liam textos religiosos ou estudavam o Islã antes de fazerem a mudança
  • 10% disseram que queriam pertencer a uma comunidade
  • 9% disseram que foram motivados por casamento ou um relacionamento
  • 9% disseram que foram apresentados ao islamismo por amigo ou seguiram um líder público
  • 8% disseram que foram motivados pela família
  • 5% disseram ter encontrado a verdade no Islã
  • 2% disseram que preferiam as práticas do Islã

Nos últimos anos, cerca de 100 mil americanos se converteram ao islamismo anualmente. De acordo com a pesquisa, o mesmo número de muçulmanos americanos deixa o Islã todos os anos, não deixando nenhum impacto no crescimento geral da religião.

Dos que deixaram o Islã, 55% disseram que não se identificam mais com nenhuma religião, 22% se converteram ao cristianismo e 21% converteram-se a outra religião ou se identificam apenas como "espirituais".

Além disso, daqueles que deixaram o Islã, 22% são imigrantes do Irã, apontando para o aumento do número de imigrantes iranianos para os Estados Unidos que seguiram os eventos pré e pos revolução islâmica no Irã em 1978 e 1979.

Em comparação, o número de cristãos adultos que abandonaram o cristianismo é de 22%. No entanto, a porcentagem de cristãos que são convertidos é de apenas seis por cento, o que significa que o cristianismo como um todo perde mais pessoas do que ganha com os convertidos (em ambos os sentidos).

O que esta pesquisa comprova é que imigração de muçulmanos é um fator fundamental para crescimento do islamismo.

O que a pesquisa não mostra é o nível de assédio que os ex-muçulmanos sofrem dos seus ex- irmãos e irmãs.




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