sábado, 7 de julho de 2018

O Papa Francisco e sua falta de bom-senso no tocante à crise migratória na Europa

Desgostoso do novo governo italiano, que está cumprindo com a promessa que o levou ao poder: estancar a invasão islâmica e combater o contrabando humano (que ocorre com a ajuda de ONGs internacionais), o Papa Francisco celebrou ontem, no Vaticano, uma 'Missa para os Migrantes.'

A postura do Papa Francisco se alinha aos globalistas, que defendem "fronteiras abertas", e é oposta a posição histórica da Igreja Católica, defendida, por exemplo, pelo maior teólogo da história da Igreja, São Tomás de Aquino. Nós tratamos da posição de Tomás de Aquino neste artigo Por que São Tomás de Aquino se opõem a fronteiras abertas.

O problema não é migração. O problema é a quantidade e origem dos migrantes. Por exemplo, a Polônia já recebeu 2 milhões de ucranianos. Mas a proximidade das culturas polonesas e ucranianas são tamanha que os ucranianos se integram perfeitamente com a vida da Polônia. O mesmo não ocorre com os muçulmanos, esta é a verdade, que, em sua maioria, deseja transformar a sociedade que os acolhe seguindo os ditames da Lei Islâmica Sharia.  Isso sem contar com o crescimento do crime organizado, gangues de estupradores e zonas proibídas (onde nem a polícia entra - coisa que não existia antes na Europa).

Papa Francisco e imigrantes cristãos: os cristãos se integram à Europa com facilidade, 

Em algumas ocasiões no passado, o Papa Francisco denunciou os europeus por sua “xenofobia”, sugerindo que o medo dos imigrantes é irracional. Mas, como várias pesquisas de opinião revelam, os europeus não são anti-imigrantes, eles são anti-imigrantes muçulmanos. Os europeus parecem ter pouco ou nenhum problema com os imigrantes hindus, chineses, filipinos, poloneses e ocidentais. Se os europeus são mesmo "xenófobos", por que eles não estão pedindo a proibição dos imigrantes hindus ou das índias Ocidentais?

O problema não é a migração em sí, mas sim de um certo grupo de migrantes.

Mas o Papa Francisco não entende assim. O que é pior, ele distorce teologia para satisfazer a sua visão ideológica de mundo.

Durante a Missa para o Migrante, o papa comparou os funcionários das ONGs que ajudam no transporte dos migrantes pelo Mar Mediterrâneo, do norte da África para a Europa, com o Bom Samaritano.

A Parábola do Bom Samaritano é narrada no Evangelho de São Lucas, 10: 30-35, e trata de um samaritano que socorre uma pessoa que ele encontra na estrada, que havia sido roubada e espancada. O samaritano é o único a socorrer esta pessoa, pagando uma estalagem e comida para ela por alguns dias, até que ela tivesse condições de seguir viagem. 

Durante o seu sermão, o papa disse: "Eu agradeço aos socorristas por incorporar em nossos dias a parábola do Bom Samaritano, que parou para salvar a vida do pobre homem espancado por bandidos”, disse o papa. "Ele não perguntou de onde ele era, suas razões para viajar ou pediu os seus documentos ... ele simplesmente decidiu cuidar dele e salvar sua vida."

O que o papa não enxerga é que o samaritano ajudou uma única pessoa. Ele não levou esta pessoa para sua casa nem teve que alterar a sua cultura ou modificar o seu modo de vida para ajudá-la. No caso atual, nós estamos falando de centenas de milhares de migrantes por ano (ou mesmo, milhões). O Bom Samaritano da atualidade vai ajudar estas pessoas onde elas moram, pois isso é mais eficiente! E existem diversas instituições internacionais sérias que fazem isso, inclusive algumas delas católicas.

Ao contrário do tempo de Cristo, existem leis internacionais que definem quem é refugiado, e a maioria das pessoas que se dizem refugiados e vão para a Europa (como para o Brasil) não são refugiados, mas sim migrantes econômicos, homens jovens. Quase não existem mulheres e crianças. Não são refugiados.


Milhares de pessoas morrem ao tentarem atravessar o Mediterrâneo e o papa mencionou isso corretamente. Mas ele não mencionou que as ONGs são responsáveis por estas mortes. Em um relatório de 64 páginas divulgado em 2017, a Frontex, agência européia de controle de fronteiras, sugeriu que as ONGs se tornaram cúmplices dos contrabandistas ao fornecer um serviço confiável de táxi marítimo para migrantes da África para a Europa, diminuindo os custos dos contrabandistas e melhorando seu “modelo de negócios”.

Em outras oportunidades, o Papa Francisco pediu para que o rosto de Jesus Cristo fosse visto no semblante do refugiado. O papa afirmou que Cristo quer que recebamos o migrante “de braços abertos”. Mas como ele sabe que Cristo quer que recebamos milhões de estranhos de uma só vez? Cristo nos adverte para acolher o estranho, mas ele não tem nada a dizer sobre a migração em massa. O verso sobre acolher o estrangeiro significa que a Europa deve receber mais muçulmanos do que pode assimilar? É a vontade de Deus que a Europa seja transformada em uma colônia islâmica? Isso é o que provavelmente acontecerá se as recomendações do Papa de "braços abertos" e de fronteiras abertas forem seguidas.

Mesmo se pensarmos nas palavras de Cristo como aplicáveis ​​apenas aos indivíduos, parece seguro assumir que Ele espera que exercitemos alguma prudência. Uma viúva com duas filhas jovens deve receber três estranhos suspeitos? Ao receber estranhos, Jesus não quer que usemos nossa razão e pese a evidência? Na verdade, muitas das parábolas de Cristo tratam sobre agir com prudência: as cinco virgens tolas, o homem que constrói sua casa na areia, o chefe de família que precisa estar vigilante contra os ladrões.
“Eis que eu vos envio como ovelhas no meio dos lobos, assim sejam sábios como as serpentes e inocentes como as pombas” (Mt. 10: 16)
É importante também que o "rosto de Jesus Cristo" seja visto nas vítimas da jihad islâmica na Europa. Por que o Papa não vê o rosto de Cristo no semblante das adolescentes mortas no show da cantora Ariana Grande, ou nas pessoas atropeladas por jihadistas em diversas partes da Europa, ou dos jovens assassinados ritualmente no clube Bataclan?

Considerando o repetido endosso do papa à migração em massa, pode-se pensar que sua posição reflete com precisão o ensinamento da Igreja Católica, mas, de fato, o Catecismo da Igreja Católica tem uma visão mais prudente. Aqui está o segundo de seus dois parágrafos sobre imigração:
As autoridades políticas, em nome do bem comum pelo qual são responsáveis, podem sujeitar o exercício do direito à imigração a várias condições jurídicas, especialmente no que se refere aos deveres dos imigrantes em relação ao seu país de adoção. Os imigrantes são obrigados a respeitar com gratidão a herança material e espiritual do país que os recebe, a obedecer às suas leis e a auxiliar no cumprimento das cargas cívicas (2241).
Uma vez que muitos imigrantes muçulmanos na Europa têm pouco ou nenhum respeito pela herança espiritual dos países que os recebem, e com pouco senso de dever para com eles, parece que eles não atendem ao critério de direito à imigração estabelecido pelo Catecismo.

Mas a prudência não é o ponto forte do papa. De fato, ele ganhou uma reputação de imprudência. Ele fala de improviso, e na frente dos microfones e câmeras, para os repórteres em aviões. Ele continua a conceder entrevistas a um jornalista ateu idoso que não se incomoda em tomar notas. Ele diz coisas que parecem contradizer o ensino estabelecido da Igreja (como a não existência do inferno). Ele chegou a dizer que a segurança dos migrantes é mais importante que a segurança nacional.

Seria uma atitude cristã permitir que a ideologia perniciosa do Islã se alastre na Europa? O Papa Francisco, na sua interpretação, tenta nos dizer o que Jesus Cristo quer, mas ele oferece poucas evidências para sustentar a sua interpretação. Há um caso muito mais forte, sustentado pela história, escritura e bom senso, que conclama os cristãos a resistirem à invasão islâmica da Europa ou dos outros continentes onde eles vivam.


5 comentários:

Danir disse...

Não consigo enxergar autoridade neste Papa, que age como se fosse um pregador da Teologia da Libertação, o que o transforma em um herege, tendo em vista uma bula pápal que define que comunistas ou socialistas são automaticamente excomungados. O mesmo vale para o CNBB. Portanto, hoje em dia temos a Igreja Catolica tyomada por hereges, que abrem espaços para muçulmanos, globalistas e todo tipo de nulidades morais. Este pessoal representa o anti Cristo e trabalha para destruir nossa civilização e nossos valores morais.

Unknown disse...

José eu tava procurando uma reportagem no site sobre os curdos que estão voltando a sua religião ancestral é largando o islamismo mais eu não lembro se foi no site que eu vi você poderia colocar de novo se foi no site que eu vi por que eu não tô achando

José Atento disse...

Eu não me recordo de tal reportagem sobre os curdos. Desculpe.

youssaf disse...

Danir اظن انك اكثر فهما واسع امريكا من البابا المحترم لكي تقول ما قلته في حقه ارى انك تكن له الاحترام الواجب والتقدير اللازم احييك يا صديقي

Unknown disse...

Tudo bem José você sabe qual é a árvore genealógica de Maomé por que muitos líderes muçulmanos dizem serem decentes dele mais eu vir em um lugar que só duas filhas dele sobreviveram a infância então eu acho que é mentira é que a família desse demônio foi extinta da terra você sabe alguma coisa a respeito disso