terça-feira, 11 de setembro de 2018

Oração islâmica na rua é sinal que o pior está por vir: o exemplo do Egito

Eles rezam nas ruas por um motivo pessoal. E é um péssimo sinal das coisas por vir.

Cheri Berens, 14 de julho de 2018, Trinity County News.

(veja as atualizações ao final do artigo)

Se algum outro grupo bloqueasse as calçadas e o comércio como este grupo faz, a polícia nunca permitiria. Então, por que os muçulmanos têm mais direitos do que o resto de nós?

E pense sobre isso: por que esses muçulmanos estão orando na rua quando o bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York, tem 98 mesquitas? E algumas das mesquitas no Brooklyn são "Mega Mesquitas", que podem acomodar milhares de muçulmanos.


Somado a esse número de mesquitas “oficialmente” listadas, há muito mais “espaços de oração” por todo o Brooklyn, vários em cada quarteirão. Não há razão para os muçulmanos rezarem nas ruas ou nas calçadas.

Os muçulmanos propositadamente rezam nas ruas e áreas públicas para fazer sentir sua presença e mostrar sua superioridade. Eles bloqueiam o tráfego, bloqueiam o estacionamento e bloqueiam as passarelas de pedestres.

E não importa quantas mesquitas sejam construídas, eles continuarão a fazer isso. É assim que eles assumem bairros inteiros e depois grandes blocos de cidades. Foi assim que as zonas proibidas (“No Go zones”) foram formadas na Europa. É um sistema bem projetado e baseado na doutrina islâmica sobre imigração.

Maomé delineou as regras para os muçulmanos que imigram. Maomé afirmou que os muçulmanos devem formar um corpo separado e manter suas próprias leis e, eventualmente, fazer com que o país anfitrião cumpra as leis islâmicas.

Maomé proibiu os muçulmanos de imigrar para um país não muçulmano se eles fazem isso para obter seu ganho pessoal. Quando os muçulmanos imigram, eles devem fazê-lo com o objetivo final de espalhar o Islã e tornar o Islã vitorioso. Então, de acordo com Maomé, eles têm permissão de ter prazer e ganho pessoal.

A imigração muçulmana é considerada um período transitório de preparação para mudar a sociedade nativa de uma sociedade aberta para uma sociedade islâmica.

Minhas primeiras experiências com a Irmandade Muçulmana no Egito, na Líbia e na Síria me ensinaram muitas coisas. Uma lição repetida aprendida foi a desonestidade em que a Irmandade Muçulmana teve acesso a todas as partes da sociedade e do governo - lentamente, ao longo do tempo - quase despercebida.

Meu marido e eu notamos a constante construção de novas mesquitas no Cairo - mesmo que elas fossem desnecessárias. As mesquitas existentes eram predominantemente vazias nos momentos de oração e nas sextas-feiras (dia sagrado muçulmano). Não havia necessidade de novas mesquitas, mas elas estavam sendo construídas.

Então a Irmandade Muçulmana começou a trazer homens do campo em ônibus. Descobrimos mais tarde que esses homens eram pagos para entrar no Cairo e fazer sentir sua presença.

Esses homens foram para dentro das novas mesquitas para orar? Não, as novas mesquitas continuavam vazias, e esses homens oravam nas ruas e bloqueavam os negócios para que as pessoas não pudessem fazer compras ou fazer compras durante os "horários de oração".

Sexta-feira é o único dia de folga do meu marido, então, por muitos anos, as sextas-feiras foram o dia em íamos para a rua para fazer todas as nossas compras e negócios. Mas com o tempo, os lojistas ficaram tão intimidados (e muitas vezes fisicamente ameaçados) por esse grande número de homens que estavam sendo levados para o Cairo, que os lojistas fechavam suas lojas durante os horários de oração para evitar confrontos.

Então os ônibus começaram a chegar mais cedo. Os homens bloquevam negócios e ameaçavam qualquer lojista que tentasse abrir sua loja na hora normal da manhã. Você vê, a princípio, os lojistas só começaram a fechar durante o "horário de oração” para evitar conflitos. Mas como os ônibus começaram a chegar cada vez mais cedo, os lojistas não podiam mais abrir suas lojas pela manhã.

Lojistas de todo o Cairo começaram a fechar suas lojas às sextas-feiras e durante a semana em horários de oração. Isso aconteceu lentamente, esse fechamento de lojas - muitas pessoas não perceberam - até que fosse tarde demais para fazer algo a respeito.

Com o tempo, essa invasão de homens do campo, todos vestindo o traje islâmico (algo que o egípcio comum nunca usou), tornou-se cada vez maior. Era como um exército islâmico; haviam tantos ônibus e muitos desses homens “islâmicos” se infiltrando nas ruas. Se você não estivesse sentado na rua esperando a chamada para a oração, você seria atacado.

Então chegou ao ponto onde nós nunca deixamos nosso apartamento às sextas-feiras até depois de 13:30 (depois da oração do “meio-dia”) porque se tentássemos andar pelas ruas, seríamos assediados. Nós esperavamos até que os ônibus cheios de homens começassem a voltar para o campo quando era seguro sair.

Então você pode entender porque eu estou alarmada em ver homens orando nas ruas dos Estados Unidos. Mas tem mais. Ao se chegar ao ponto em que os muçulmanos estão bloqueando o comércio e não usando mesquitas, isso significa muito mais.

Eu tenho muitos sobrinhos e sobrinhas egípcios. Eu os assisti crescer e passar por vários níveis de educação. Vinte anos atrás, poucas meninas usavam o lenço de cabeça (o véu islâmico), e era extremamente raro ver uma mulher velada no Cairo. Com o passar dos anos, minhas sobrinhas começaram a usar lenços de cabeça na escola. Se elas não os usassem, elas eram ferozmente assediadas, tateadas e, às vezes, socadas.

A Irmandade Muçulmana lentamente ganhou posições nas escolas e universidades de nossos filhos, e eles estavam empurrando a religião mais do que outros currículos. Não apenas eles estavam “emburrecendo” nossa juventude, privando-os de uma base sólida de história, matemática, ciência e inglês, mas eles também estavam lentamente integrando o Islã nos vários cursos (por exemplo: história egípcia antiga foi removida e substituída pela história islâmica, e o inglês foi removido e substituído pelo árabe do Alcorão).

A Irmandade Muçulmana se infiltrou devagar e sorrateiramente. Quando chegou janeiro de 2011, a Irmandade Muçulmana estava bem posicionada em toda a sociedade. Eles ainda tinham o controle da mídia - mais especialmente da mídia ocidental, que posicionada dentro do Egito.

Os ocidentais não foram informados a verdade sobre o que aconteceu na Praça Tahrir em janeiro de 2011. Esse protesto foi sobre algo totalmente diferente, não sobre Mubarek ou sobre a remoção do seu sistema de governo. A Irmandade Muçulmana trouxe de ônibus homens do interior, bem como a juventude da Irmandade Muçulmana - que são ativistas incrivelmente bem treinados. Essas foram as pessoas que você viu na TV.

Em três dias, a Irmandade Muçulmana começou sua violência e seu domínio na mídia ocidental.

Nós experimentamos um inferno como você não acreditaria. Em poucos dias, mãos foram cortadas por se comprar uma garrafa de vinho. Casais de namorados vistos em “público” foram assassinados nas ruas (é costume aqui que os casais de noivos passem a passear juntos para se conhecerem uns aos outros - então esses ataques eram inconcebíveis - tem sido uma tradição por séculos).

Houve uma epidemia de esposas sendo falsamente acusadas de adultério sem testemunhas e executadas no local.

Ataques a mulheres e estupro subiram 1000% - para forçá-las a usar o véu.

Pregadores da Irmandade Muçulmana foram à TV anunciando que qualquer mulher que não usasse o véu islâmico deveria ser estuprada.

Eu poderia continuar, mas acho que você entende porque estou horrorizada com a visão de muçulmanos rezando nas ruas das cidades americanas. É um sinal do que está por vir. Pode não acontecer exatamente como no Egito, mas os sinais estão lá que me provam que suas escolas e universidades foram modificadas. Que mesquitas estão sendo construídas quando não há necessidade de novas.

Centros islâmicos, onde as crianças muçulmanas são ensinadas a lei islâmica, podem ser encontradas em todo os Estados Unidos. Por que os muçulmanos americanos ensinam seus filhos a Lei Islâmica? Porque os muçulmanos americanos já estão vivendo por leis islâmicas e querem que as futuras gerações apliquem a lei islâmica.

Claro, eles seguem as regras de trânsito e leis básicas para que eles passem despercebidos, mas há Conselhos Shura (islâmicos) em todo os Estados Unidos. Os Conselhos Shura são como tribunais, exceto que esses tribunais não seguem a lei americana ou a democracia. Os muçulmanos já estão vivendo pela lei islâmica nos Estados Unidos.

Se o seu estado proibiu leis estrangeiras ou não - os muçulmanos estão vivendo pela Lei Islâmica e ensinando seus filhos a viverem de acordo com a lei islâmica. E essas crianças estão crescendo pensando que devem impor isso a você.

Lembre-se da doutrina islâmica sobre a imigração: quando os muçulmanos imigram, eles devem fazê-lo com o objetivo final de espalhar o Islã e tornar o Islã vitorioso. A imigração muçulmana é considerada um período transitório de preparação para mudar a sociedade nativa de uma sociedade aberta para uma sociedade islâmica.


Em um relatório de 2007 conduzido pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) intitulado “Radicalização no Ocidente”, o NYPD identificou a implementação da Lei Islâmica e o estabelecimento de um Estado Islâmico Global (Califado) como a ideologia motriz por trás dos jihadistas nos Estados Unidos. O relatório também afirmou que: "A participação regular em uma mesquita Salafi é um indicador-chave da 'radicalização' dos muçulmanos."

O relatório afirmava que os salafistas seguem a Sharia (Lei Islâmica) e que não há desacordo na Sharia sobre sua definição e obrigação da jihad. A jihad é obrigatória para todos os muçulmanos.

O relatório do Departamento de Polícia de Nova York também identificou evidências de "adesão à Sharia”. Algumas dessas evidências são vestir roupas islâmicas tradicionais (roupa semelhante a um roupão), deixando uma barba para os homens; e para as mulheres, usar algum véu islâmico.

Em outro estudo, descobriu-se que 97% dos jihadistas aderem à lei islâmica. Essa adesão é medida em comportamentos observáveis, incluindo o uso de trajes islâmicos, lenços de cabeça e barba islâmica (Sageman, Marc. Understanding Terror Networks. Foreing Policy Research Institute: 1 de novembro de 2004).

Se você ver um aumento de 'evidências' identificando a adesão da Sharia, você verá um aumento na violência.

Barbas que seguem Maomé: bigodes curtos ou aparados, mas as barbas são despenteadas.
Barbas de Henna: os homens muçulmanos que pintam a barba vermelha estão se identificando com o Maomé, que se acredita ter uma barba avermelhada.
Hijabs, Véus, Burkas: quanto mais uma mulher islâmica se cobre, maior é o nível de sua adesão à Sharia.

Sobre Cheri Berens
Cheri Berens vive no Egito e trabalhou como pesquisadora do Ministério da Cultura do Egito até 2012, quando a Irmandade Muçulmana assumiu o poder. Ela experimentou as revoluções de 2011 e 2013 do Egito e testemunhou o terrorismo que se seguiu.

Atualizações

23 de setembro de 2018

Alemanha: muçulmanos tomam praça pública para suas preces, assediando e mostrando total falta de respeito para os não-muçulmanos.
É engraçado como muitas vezes os muçulmanos exigem que o respeito seja mostrado de uma maneira puramente "unidirecional". Nenhum respeito pelos não-muçulmanos ao assumir propriedades públicas para uso puramente islâmico, mas a demanda total do resto do mundo para respeitá-los à medida que o fazem.

https://youtu.be/sCEAQs6eURo


4 comentários:

Anônimo disse...

Tenho recebido emails de um ser satânico que diz ser Belial depois que me envolvi com uma mulher infiltrada a qual eu nao sabia que era uma bruxa, e que qeria minha alma. Tenho muitas e muitas coisas pra dizer mas só importa uma coisa aqui: ele disse que o Islã é a religião de adoração a Satanás. Não precisava um demônio confirmar isso pois pelos seus frutos se conhece a árvore que é o Islamismo, mas que é um sistema maligno isso com certeza é.

Anônimo disse...

FAKE NEWS

José Atento disse...

O que é "fake news"? O que aconteceu no Egito ou o que acontece nos EUA? Até a CNN confirma isso!

Unknown disse...

José como estamos em ano eleitoral você deveria falar sobre os candidatos a presidência é seus posicionamentos sobre o islamismo