sábado, 27 de outubro de 2018

Ação firme da Itália fecha contrabando de refugiados feito por ONGs a partir da costa da Líbia

Diversas organizações não governamentais (ONGs) participavam do contrabando de africanos desde a costa da Líbia até as costas da Itália. O vídeo abaixo mostra o movimento de diversos navios de ONGs no mediterrâneo.
For two months, using marinetraffic.com, we have monitored movements of ships owned by NGOs, and we have kept track of the arrivals of African immigrants. For more information: NGOs Armada operating off the coast of Libya https://gefira.org/en/2016/11/16/ngos-armada-for-the-coast-of-libya/. The Americans from MOAS ferry migrants to Europe https://gefira.org/en/2016/11/16/moas-is-there-to-pick-you-up/. Caught in the act: NGOs deal in migrant smuggling https://gefira.org/en/2016/11/15/caught-in-the-act-ngos-deal-in-migrant-smuggling/. Death road to Europe promoted on the web https://gefira.org/en/2016/11/15/death-road-to-europe-promoted-on-the-web/.

https://www.bitchute.com/video/EYK4GnwK0JV6/


Mas a ação do novo governo italiano, notadamente do ministro do Interior, Matteo Salvini, contra essas ONGS parece ter tido sucesso com os relatos de que, atualmente, nehuma ONG opera na costa da Líbia.

Ao longo de 2016 e 2017, várias ONGs de transporte de migrantes operaram na zona de busca e salvamento (SAR) ao largo da costa da Líbia para buscar migrantes, levando-os para a Itália. Mas um decreto de Salvini suspendeu o acesso dos navios das ONGs, levando ao interropimento de todas as atividades de transporte migrantes na área.

O ministro Salvini celebrou a notícia dizendo: "Graças às nossas ações, nenhum navio de contrabando está na costa líbia, então, os contrabandistas pararam com o seu trabalho sujo".

“Os resultados: 110.000 chegaram no ano passado até outubro, mas os desembarques deste ano pararam em 21.000. E pensar que, de acordo com o Partido Democrata, as 'migrações' eram 'processos inevitáveis, contra as quais nada se poderia fazer' ”, acrescentou Salvini.

Desde meados de 2017, as ONGs de transporte migrantes enfrentaram uma pressão crescente do governo italiano, pois os promotores levantaram alegações de cooperação com contrabandistas de pessoas e alguns até se referiram às ONGs como “táxis” para migrantes que querem chegar à Europa.

Uma das ONGs mais ativas envolvidas nas operações de transporte de migrantes foi a SOS Méditerranée, sediada na França, que operava o navio Aquarius. O Aquarius teve que encerrar as operações na zona de SAR depois que Gibraltar retirou a permissão para que a embarcação navegasse sob sua bandeira em agosto, forçando a ONG a suspender as operações até que conseguisse convencer o Panamá a permitir usar sua bandeira. Mas apenas um mês depois disso, a ONG foi mais uma vez despida da bandeira do navio, acusando os italianos de pressionarem o governo panamenho para retirar a permissão de navegação.




Nenhum comentário: