sábado, 2 de fevereiro de 2019

#HijabDay 2019: a esquerda pró-islâmica internacional continua promovendo a segregação islâmica da mulher

José Atento

Tornou-se algo lamentávelmente comum que a esquerda pró-islâmica celebre o Dia do Hijab no dia primeiro de fevereiro de cada ano. O hijab é o véu islâmico que cobre o cabelo, as orelhas e o queixo, deixando o rosto á mostra. O Dia do Hijab é quando muçulmanas radicais e suas aliadas feministas (esquerdistas radicais) coagem as mulheres ocidentais a "experimentarem o hihab" e vesti-lo em solidariedade para saber como as muçulmanas se sentem. Ao fazerem isso, eles promovem o fundamentalismo islâmico que deseja tornar o hijab como algo corriqueiro no países do ocidente. A idéia do Dia do Hijab é impor padrões islâmicos de moralidade sobre as mulheres 'não muçulmanas' e acostumá-las com isso.

(Eu tratei deste assunto ano passado em #NoHijabDay: mulheres ao redor do mundo queimam o véu islâmico (hijab). Leia-o depois)

O hijab é uma obrigação no islamismo, não é uma escolha. O consenso da jurisprudência islâmica é muito claro. E ao redor do mundo islâmico, e cada vez mais comum no Ocidente devido a enorme imigração muçulmana, o hijab é forçado sobre mulheres e meninas em tenra idade, devido a pressão da sociedade ou pressão familiar. E quando elas decidem deixar de usá-lo, se elas tiverem a ousadia de fazer isso, elas vão se ameaçadas, desonradas, expulsas, torturadas, e mesmo mortas. Em países tais como Arábia Saudita e Irã, elas podem ser severamente punidas se elas não usarem o hijab.

Não existe nada no hijab que represente liberdade ou empoderamento da mulher. 

O fato é que mulheres muçulmanas que deixam de usar o hijab e mulheres muçulmanas que deixam de ser muçulmanas e não usam mais o hijab são molestadas e assedidas moralmente por muçulmanos.

Existe uma tremenda pressão psicológica sobre a mulher muçulmana para usar o hijab. Mulheres muçulmanas que escolhem não usar o hijab são molestadas e assedidas moralmente por não estarem em conformidade. Elas são chamadas de vadias, vagabundas, escória, putas, lixo, porcas, vacas, hipócritas, demonios, kuffar (inféis), elas são acusades de desejarem se tornar estrelas pornô, maldições são invocadas contra elas, morte e destruição são desejadas sobre elas. 

Se as muçulmanas que promovem o Dia do Hijab fossem sinceras, não seria o caso delas promoverem um dia quando elas não usassem o hijab para mostrar solidariedade frente às suas irmãs muçulmanas que são obrigadas a vestirem o hijab? Mas isso não ocorre.

O hijab, bem como todas as suas variações, são uma criação de homens, senhores da guerra árabes muçulmanos no século sétimo e imposto sobre as suas mulheres. Eles não queriam que suas mulheres tivessem seus rostos expostos para não serem reconhecidas (por exemplo, ao irem defecar no deserto). Isso se tornou uma obrigação dentro da religião, uma obrigação que a muçulmana deve observar ou será punida, pela sociedade, pela lei ou pelas autoridades religiosas.

A idéia do Dia do Hijab começou com uma mentira. Uma menina do Bangladeshi, que imigrou para os EUA aos 11 anos de idade, alegou que sofreu anos de humilhação em Nova York (algo difícil já que Nova York é a cidade mais liberal e mais pró-islâmica dos EUA - mesmo tendo tido prédios destruidos por jihadistas e ter sido vítima de vários ataques do terror islâmico). Ela então começou o Dia do Hijab para acabar com o suposto preconceito.

O especialista em islamismo, David Wood, afirma que o objetivo por detrás do Dia do Hijab é fazer com que as mulheres ocidentais mais ingênuas se tornem muçulmanas.


O bom é que existe um outro lado. O lado das vítimas da obrigatoriedade do véu islâmico. E elas estão usando a mídia social para expressar a sua oposição ao hijab, celebrando o Dia Sem o Hijab (#NoHijabDay). Elas estão espalhadas ao redor do mundo. Veja o testemunho de Yasmine Mohammed, que reside no Canadá.


Yasmine Mohammed: "O dia que a minha mãe me viu sem o hijab foi o dia que ela ameaçou me matar. Faça uma busca sobre Aqsa Parvez, ela é apenas uma das várias meninas que foram mortas por não usarem o hijab."

Um exemplo do nível de abuso direcionado a muçulmanas que deixam de usar o hijab é visto neste testemunho de Dina Tokio, uma blogueira de modo da Inglaterra. 


Abaixo algums fotos de muçulmanas ou ex-muçulmanas que deixaram de usar o hijab e se expõem à ira dos muçulmanos mais fervorosos. 

Existe muito mais na Internet. Faça uma busca usando "#NoHijabDay" ou vá ao Twitter https://twitter.com/hashtag/nohijabday.   



Eu abandonei o véu 13 anos atrás




Hijab não é minha escolha
Hijab é minha prisão
Fora Hihab






3 comentários:

Unknown disse...

José meu caro eu não consigo baixar os livros que você indicou você não poderia colocados em forma de PDF?

José Atento disse...

Você se refere os livros em https://infielatento.blogspot.com/2015/01/publicacoes-em-portugues-sobre-o-islao.html? Os que eu saiba estarem em pdf estão listados lá.
Qualquer coisa se comunique joseatento@gmail.com

Unknown disse...

Obrigado José eu encontrei o que procurava valeu