terça-feira, 28 de maio de 2019

Judeus e cristãos amaldiçoados logo no primeiro capítulo do Alcorão (Al Fatihah)

Judeus e cristãos são amadiçoados logo no primeiro capítulo do Alcorão? Sim, e quem confirma isso são os diversos comentários (tafsir). 
Conforme discutido anteriormente, o islamismo contém orações de ódio dirigidas aos não muçulmanos.

E tudo começa logo no primeiro capítulo (surata) do Alcorão, Al-Fatihah, considerado o mais exaltado de todos.

Este capítulo é uma oração dirigida a Alá pedindo-lhe para manter os muçulmanos longe do caminho equivocado de judeus e cristãos, rezada pelo menos cinco vezes por dia, ou seja, 1825 vezes por ano (os muçulmanos devotos rezam a Al-Fatihah mais vezes (até mesmo 100 vezes por dia).

Repetição inculca a noção de superioridade sobre não-muçulmanos na mente de todos os muçulmanos, instilando uma profunda desconfiança dos não-muçulmanos. Os dois versos finais da oração dizem (Alcorão 1, 6-7):
"Guie-nos pelo caminho certo, o caminho daqueles que você favorece (referindo-se a muçulmanos), e não o caminho daqueles que ganharam a sua ira (referindo-se aos judeus), ou daqueles que se desviaram (referindo-se aos cristãos)."
O texto em árabe não menciona diretamente os judeus e cristãos, mas todos os comentários (exegese) do versículo, explicam que os judeus ganharam a ira de Alá e que os cristãos são aqueles que se desviaram. E, para deixar isso claro (notadamente para a maioria de muçulmanos que não falam árabe), muitas versões do Alcorão acrescentam judeus e cristãos entre parêntesis. Outras versões omitem o parêntesis. Isso se chama taquia.

Por exemplo, a popular Tradução dos significados do Nobre Quran na língua inglesa, feita por Dr. Muhammad Taqi-ud-Din Al-Hilali e Dr. Muhammad Muhsin Khan, traz o seguinte comentário:
Narrado "Adi bin Hatim. "Eu perguntei ao Mensageiro de Alá sobre a Declaração de Alá: (não a maneira daqueles que ganharam a sua ira)", ele respondeu "Eles são os judeus." E (nem daqueles que se desviaram), ele respondeu: "Os cristãos, e eles são os que se desviaram" [Este Hadith é citado por At-Tirmidhi e Abu Dawud].
Figura 1 - Comentário dentro do Alcorão

Tafsir ibn Kathir (1301 - 1373), um dos mais importantes exegetas islâmico, explica (veja Figura 2):
Esses dois caminhos são os caminhos dos cristãos e judeus, um fato que o crente deve ter cuidado para que ele os evite. O caminho dos crentes é o conhecimento da verdade e o cumprimento dela. Em comparação, os judeus abandonaram a prática da religião, enquanto os cristãos perderam o conhecimento verdadeiro. É por isso que a "ira" desceu sobre os judeus, embora ser descrito como "desencaminhado" é mais apropriado para os cristãos. Aqueles que sabem, mas evitam implementar a verdade, merecem a raiva, ao contrário daqueles que são ignorantes. Os cristãos querem buscar o conhecimento verdadeiro, mas são incapazes de encontrá-lo porque não o buscam de seus recursos adequados. É por isso que eles foram desviados. Devemos também mencionar que ambos os cristãos e os judeus ganharam a raiva e são desviados, mas a raiva é um dos atributos mais particulares dos judeus. Alá disse sobre os judeus, (aqueles (judeus) que incorreram na maldição de Allah e Sua ira) (5:60). 
O atributo que os cristãos mais merecem é o de ser desviado, assim como Alá disse sobre eles, (Quem se desviou antes e quem enganou a muitos, e desviou (eles mesmos) do caminho certo) (5:77).
Exegesis (tafsir) de outros estudiosos confirmam a exegese de Ibn Kathir. O leitor interessado pode verificar por sí próprio neste link

Muçulmanos adoram rezar em árabe a Al Fatihah na frente dos cristãos, que, idiotas, acham tudo muito lindo, multicultural e inclusivo. Veja o exemplo neste vídeo, quando alunos de uma escola católica de Campinas repetem a oração liderada por um clérigo islâmico.


Figura 2 - Tafsir Ibn Kathir




sexta-feira, 24 de maio de 2019

Cardeal Burke: resistir à "imigração muçulmana em larga escala" é ato responsável

ROMA, 17 de maio de 2019 ( LifeSiteNews ) - Resistir à “imigração muçulmana em larga escala” é “um exercício responsável do patriotismo”, disse hoje o cardeal Raymond Burke.

O Cardeal fez a observação durante entrevista esta tarde no Fórum da Vida, em Roma. A entrevista ocorreu imediatamente após o discurso de Burke sobre piedade filial e patriotismo nacional. 


A pergunta feira ao cardeal Burke talvez tenha sido feita em relação à recusa do papa Francisco em conceder audiência ao vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini. Um um político que resista à imigração muçulmana em grande escala deveria ser recusado da bênção papal?
O Cardeal indicou que ele não comentaria sobre as bênçãos papais, mas que ele pensava que a “questão fundamental” era sobre a moralidade de resistir à migração islâmica em massa. 
"Eu acho que a questão fundamental aqui é: alguém que resista à imigração muçulmana em grande escala comete um ato imoral e, portanto, deve ter, digamos, negada a Sagrada Comunhão ou, de alguma forma, ser reconhecido como pecador público?"
Burke respondeu dizendo que o ensinamento da Igreja sobre imigração, que ele havia discutido em seu discurso, apoiava indivíduos que “não são capazes de encontrar uma maneira de viver em seu próprio país.” 
"E isso não é verdade para os imigrantes que são oportunistas, em particular no caso do Islã, que por sua definição acredita estar destinado a governar o mundo, imigrando em grande número para os países", disse ele. 
“Você não precisa ser um cientista espacial para ver o que aconteceu, por exemplo, na Europa, em países como França e Alemanha e também aqui na Itália. E também está acontecendo nos Estados Unidos.”
Burke citou um livro chamado No Go Zones , que, segundo ele, “relata lugares nos Estados Unidos onde, na verdade, imigrantes muçulmanos criaram sua própria ordem legal.” 
"Em outras palavras, eles resistem à autoridade legítima do Estado", continuou ele. 
Isso sugere ao cardeal, então, que resistir à imigração islâmica em massa para o próprio país é um ato louvável de patriotismo. 
"Então, se opor à imigração muçulmana em grande escala é ... um exercício responsável do patriotismo de alguém", disse ele. 
“Sim, [algumas] pessoas são verdadeiras refugiadas. Precisamos recebê-las e ajudá-las de todas as maneiras, mas esse não é o caso quando você tem simplesmente uma imigração em grande escala.”
Em sua palestra anterior à entrevista, o cardeal citou o catecismo católico de 1992 sobre imigração, citando passagens que diziam que os países deveriam discriminar prudentemente em relação à migração e também delineou o dever dos imigrantes de respeitar os costumes e leis de suas nações anfitriãs: 
"O Catecismo da Igreja Católica assume então as obrigações das "nações mais prósperas ..., na medida em que sejam capazes de acolher o estrangeiro em busca da segurança e dos meios de subsistência que ele não encontra no seu país de origem." Esse bem-vindo, como está claro no texto, não é indiscriminado, pois depende da capacidade das nações aceitarem tais refugiados de suas terras natais e da impossibilidade dos refugiados de encontrar os meios para viver em suas pátrias."
Burke observou que o Catecismo também diz que os imigrantes devem “respeitar com gratidão a herança material e espiritual do país que os recebe, obedecer às suas leis e ajudar a carregar os encargos cívicos.” 

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Aliança entre a Esquerda e o Islamismo (coleção de artigos externos)

Uma coleção de artigos externos (e esta "aliança" se aplica também ao Brasil):

Marxismo e Islã: de mãos dadas com o terror
A estranha aliança entre duas ideologias mortais, inclusive no Brasil (ecoandoavozdosmartires).

Aliança profana entre os religiosos muçulmanos e comunistas ateus
 “A esquerda quer destruir a civilização ocidental por considerá-la desigualitária e querem substituí-la por uma utopia comunista; os Muçulmanos querem destruir a civilização ocidental por achá-la maligna e querem substituí-la por um Califado Mundial”. – Ben Shapiro (pensa960)

Por que a esquerda adora muçulmanos?
Esta é a contradição que me enlouquece. Mas ambos têm um objetivo comum: destruir a civilização ocidental, construída sobre princípios greco-romanos, judáico-cristãos. Inclusive no Brasil  (sensoincomum).

Objetivos da Esquerda e do Islã não são incompatíveis
Artigo de Ben Shapiro e vídeo (blogdoluigi)



terça-feira, 21 de maio de 2019

Últimas palavras de Maomé: amaldiçoar cristãos e judeus (e também os muçulmanos)

(Leia depois Quem matou Maomé?, que explora a coincidência interessante que Maomé morreu sentindo sua "veia da vida" (aorta) sendo cortada - assim como o Alcorão alertou como punição para quem mudasse as palavras de Alá)

Maomé foi envenenado por uma mulher judia, Zainab, cuja família havia sido massacrada pelos muçulmanos durante a sua jihad contra a tribo judáica instalada no oásis de Khaibar. Ela colocou veneno em um prato preparado por ela para o profeta. Zainab havia sido escravizada sexualmente por Maomé.

Um dos seguidores de Maomé, que partilhou da comida, morreu quase imediatamente; mas Maomé, que havia comido com mais moderação, escapou. Ele, no entanto, reclamou dos efeitos do veneno até o fim de sua vida.

Além de vingança, a idéia de envenenar Maomé era um teste. Os judeus raciocinaram que, se Maomé fosse realmente um profeta, Deus o salvaria do veneno. Maomé foi reprovado no teste.

Hadice autêntico (Sahih) de Al-Bukhari, 5.713:
Narrado por Aisha: O Profeta, sofrendo da doença que o matou, costumava dizer., "Ó Aisha! Eu ainda sinto a dor causada pela comida que comi em Khaibar e, neste momento, sinto como se minha aorta estivesse sendo cortada por aquele veneno."
Maomé não engoliu veneno suficiente para matá-lo rapidamente, mas o veneno causou danos internos que o deixaram em agonia crescente. Seus seguidores tinham que carregá-lo.  Aisha (criança-esposa de Maomé) disse nunca ter visto ninguém experimentar tantas dores como Maomé.

Mas qual a mensagem que Maomé desejou passar adiante enquanto jazia em seu leito de morte, com seus órgãos internos pararam de funcionar devido aos efeitos do veneno? Algo positivo? Algo de paz e amor? Perdoar seus inimigos? Claro que não.

Hadice autêntico (Sahih) de Al-Bukhari, 435:
Narrado por Aísha e Abdulláh bin Abbás: “quando o último momento da vida do Mensageiro de Alá chegou, ele começou a vestir um pano de algodão sobre seu rosto e quando sentiu calor e com pouco fôlego tirou o pano de seu rosto e disse, que Alá amaldiçoe os judeus e cristãos por construírem templos de adoração sobre os túmulos de seus profetas”
Talvez o profeta desejava alertar os muçulmanos para não construírem uma mesquita no seu túmulo. Ele poderia ter dito simplesmente: “Irmãos, não construam uma mesquita no meu túmulo."

Ao invés disso, ele resolveu dar este recado amaldiçoando judeus e cristãos. Ele não queria que Alá os perdoasse. Ele queria que Alá os amaldiçoasse.

E para tornar as coisas ainda piores para Maomé e os futuros muçulmanos, a segunda mais sagrada mesquita do Islã, a mesquita "Al Masjid Nabawi," de Medina, foi construída sobre o túmulo de Maomé.

Então, se judeus e cristãos são amaldiçoados por Alá por construírem templos de oração sobre os túmulos de seus profetas, os muçulmanos também são amaldiçoados por Alá por construírem um templo de oração sobre o túmulo do profeta deles.

Ou seja, no final da sua vida, Maomé amaldiçoou a todos, judeus, cristãos e muçulmanos.

(Leia esta comparação entre as últimas palavras de Jesus, Maomé e Nabeel Qureshi)

Al Masjid Nabawi, a mesquita construída sobre o túmulo de Maomé


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Alemanha: indignação com o Partido AfD por usar um quadro mostrando homens muçulmanos escravizando mulheres brancas em campanha publicitária

O AfD quer destacar a aparente ameaça que os imigrantes muçulmanos representam para as mulheres na Alemanha. O quadro de Jean-Léon Gérôme (1866), intitulado "Mercado de Escravos", “mostra um negro, aparentemente muçulmano, comerciante de escravos, exibindo uma jovem nua com pele muito mais clara a um grupo de homens que a examinam”, cena provavelmente no norte da África. O AfD (Alternative for Germany) tem colocado pôsteres da pintura com o slogan “Para que a Europa não se transforme na Eurábia”. O museu onde o quadro está exposto, nos EUA, reclamou, mas a imagem é de domínio público. Ativistas da ANTIFA têm destruído os posteres sempre que possível.


O fato é que o quadro retrata uma realidade histórica. Uma realidade que tem acontecido inúmeras vezes ao longo dos séculos: os muçulmanos africanos e do Oriente Médio há muito tempo visam as mulheres europeias - tanto que escravizaram milhões delas ao longo dos séculos.

Raymond Ibrahim:
A exigência dos muçulmanos, nas palavras de um historiador, "loiras de pele branca, com cabelos lisos e olhos azuis", remonta ao profeta do Islã, Maomé, que seduziu seus seguidores a combater na jihad contra o vizinho Bizâncio, citando suas mulheres loiras (“amarelas”) esperando por eles para serem suas potenciais concubinas.
Por mais de um milênio depois disso, os califados, emirados e sultanatos islâmicos - da variedade árabe, berbere, turca e tártara - também persuadiram seus homens à jihad na Europa, citando (e depois escravizando sexualmente) suas mulheres de pele clara. Consequentemente, porque os “Omíadas valorizavam particularmente as mulheres francas ou galegas loiras ou ruivas como escravas sexuais”, escreve Dario Fernandez-Morera, “al-Andaluz [a Espanha islâmica] se tornou um centro de comércio e distribuição de escravos”.
De fato, a demanda insaciável por mulheres de pele clara era tal que, de acordo com M.A. Khan, um autor indiano e ex-muçulmano, é “impossível desconectar o Islã do comércio de escravos dos vikings, porque a oferta era absolutamente destinada para atender à demanda incessante do mundo islâmico pelas premiadas escravas brancas "e" escravas sexuais brancas." Emmet Scott chega a ponto de argumentar que "foi a exigência do califado por escravos europeus que provocou o fenômeno Viking em primeiro lugar".
Quanto aos números, de acordo com a estimativa conservadora do professor americano Robert Davis, “apenas no período entre 1530 e 1780 havia quase certamente um milhão e possivelmente até um milhão e um quarto de brancos, cristãos europeus, escravizados pelos muçulmanos da Costa da Barbárie”, isto é, do norte da África, exatamente o que mostra o quadro "Mercado de Escravos". Em 1541, “Argel estava tão repleta de cativos cristãos [da Europa] e se tornou um ditado comum que um escravo cristão poderia ser trocado por uma cebola.”
Com incontáveis ​​mulheres européias escravizadas sexualmente - algumas tiradas da Dinamarca, da Islândia e até mesmo da Islândia - vendidas pelo preço dos vegetais, não é de admirar que os observadores europeus no final dos anos 1700 tivessem notado que “os habitantes de Argel tinham uma pela bem mais clara."
Ressaltando ainda mais o impulso voraz e implacável da indústria escrava muçulmana, considere isto: a primeira guerra dos Estados Unidos da América - na  qual ele lutou antes mesmo que pudesse eleger seu primeiro presidente - foi contra esses mesmos traficantes islâmicos. Quando Thomas Jefferson e John Adams perguntaram ao embaixador da Barbária por que seus compatriotas estavam escravizando marinheiros americanos, o “embaixador nos respondeu que foi declarado nas leis de seu Profeta, que estava escrito em seu Alcorão, que ... era seu direito e dever fazer guerra contra eles [não-muçulmanos] onde quer que eles pudessem ser encontrados, e fazer escravos de todos os que eles pudessem tomar como prisioneiros.”
A situação era provavelmente pior para os europeus orientais; os mercados de escravos do sultanato otomano foram durante séculos tão inundados de carne eslava que as crianças eram vendidas por centavos, “uma escrava muito bonita foi trocada por um par de botas, e quatro escravos sérvios foram trocados por um cavalo.” Na Criméia, alguns três milhões de eslavos foram escravizados pelos aliados muçulmanos dos otomanos, os tártaros. “As mulheres mais jovens são mantidas para prazeres irresponsáveis”, observou um lituano do século XVII.
Mesmo os detalhes da pintura / pôster do “Mercado Escravo”, que mostra uma escrava nua e de pele clara sendo analisada por compradores em potencial, ecoam a realidade. Com base em um documento do século XII sobre leilões de escravos em Córdoba, mercadores muçulmanos “colocavam pomadas em escravas de aparência mais escura para branquear os rostos… pomadas eram colocadas no rosto e no corpo de escravos negros para torná-las mais bonitas”. "Então, o comerciante muçulmano" veste-as todas com roupas transparentes "e diz às meninas escravas que ajam de maneira coquete com os velhos e com os homens tímidos entre os potenciais compradores para deixá-los loucos de desejo."
Em suma, a indignação com o uso da pintura “Mercado de Escravos” pela Alternative for Germany é apenas mais uma tentativa de suprimir a verdade sobre a história muçulmana / ocidental - especialmente em sua evidente continuidade com o presente. Pois a essência dessa pintura - os homens muçulmanos perseguindo e, em última instância, abusando sexualmente de mulheres de pele clara - atingiu níveis alarmantes em toda a Europa Ocidental, especialmente na Alemanha.
Jean-Léon Gérôme (1866): "Mercado de Escravos"

sábado, 18 de maio de 2019

BBC admite, perseguição cristã "em níveis próximos de genocídio"

Um amigo brincou comigo mais cedo quando mostrei a ele: “Eu nunca vi isso acontecer, talvez a BBC esteja se gabando agora que o genocídio está garantido”. Isso torna a BBC “islamofóbica” agora? não, eles conseguiram publicar isso sem mencionar a causa, “honesto Guv, eles simplesmente desapareceram”. Claro que eu brinco com desconforto e horror, cheio de raiva. Estou mais acostumado a escrever artigos “base de conhecimento” bastante técnicos, então me perdoe.

Artigo transcrito do Jihad Watch
A perseguição aos cristãos em partes do mundo está próxima dos níveis de “genocídio”, segundo um relatório encomendado pelo ministro das Relações Exteriores, Jeremy Hunt.
O relatório , liderada pelo bispo de Truro, reverendo Philip Mounstephen, estimou que uma em cada três pessoas sofre de perseguição religiosa.
O relatório descobriu que os cristãos são o grupo religioso mais perseguido.
Hunt disse que achava que o "politicamente correto" havia desempenhado um papel na questão não sendo confrontado.
O relatório interino disse que o principal impacto dos “atos genocidas contra os cristãos é o êxodo” e que o cristianismo enfrenta a “extinção” de partes do Oriente Médio.
Ele alertou que a religião "corre risco de desaparecer" em algumas partes do mundo, apontando para números que afirmavam que os cristãos na Palestina representam menos de 1,5% da população, enquanto no Iraque caíram de 1,5 milhão antes de 2003 para menos de 120 mil. 
1,5 milhão para 120.000 em 15 anos, ainda não é o suficiente para contar como genocídio para a BBC. 

A obscenidade de que isso seja permitido é tão vil quanto qualquer outro genocídio, havia tantos avisos para aqueles que faziam o esforço de olhar, assim como vinham da Alemanha na década de 1930. Não vou destacar nenhum ator político específico, houve muitos envolvidos em diferentes graus. A maioria das igrejas do ocidente tem se preocupado mais com o bem-estar de outras minorias e crenças.

Este relatório que eles usam como fonte já vem há muito tempo, só foi comissionada há menos de 18 meses e acabará sendo mais um “o que aconteceu” ao invés de um “o que podemos fazer”, muito pouco e muito até tarde.

“A evidência mostra não apenas a expansão geográfica da perseguição anticristã, mas também sua crescente severidade”, escreveu o Bispo.
“Em algumas regiões, o nível e a natureza da perseguição estão chegando perto de atender a definição internacional de genocídio, de acordo com o adotado pela ONU.”
ministro das Relações Exteriores  encomendou o relatório no dia depois do Natal, em 2018, em  meio a um protesto pelo tratamento de Asia Bibi, uma mulher cristã que enfrentou ameaças de morte após ser absolvida de blasfêmia no Paquistão.
Suas descobertas vieram depois que 359 pessoas foram mortas e mais de 500 ficaram  feridas em ataques em hotéis e igrejas no Sri Lanka  no domingo de Páscoa.
Hunt, que está em uma turnê de uma semana na África, disse que achava que os governos estavam "adormecidos" com a perseguição aos cristãos, mas que este relatório e os ataques no Sri Lanka haviam "acordado todos com um enorme choque".
Tivemos um comentarista muçulmano no site ontem trazendo a velha mentira do genocídio palestino, claro, mas a verdade é que exatamente o oposto acontece na Palestina, pois o número de palestinos têm crescido exponencialmente, ao passo que, uma das mais antigas comunidades cristãs do mundo, desde o berço de Jesus desapareceu. A vítima falsa que está cometendo o mesmo crime que ele acusa os outros de cometerem.
Ele acrescentou: “Eu acho que há uma preocupação equivocada de que seja de alguma forma colonialista falar sobre uma religião que estava associada a potências coloniais, em vez dos países em que marchamos como colonizadores.

'Atmosfera de politicamente correto'

“Isso talvez tenha criado um constrangimento em falar sobre essa questão - o papel dos missionários sempre foi controverso e, acho, também levou algumas pessoas a se afastarem desse assunto.
Missionários? Os cristãos iraquianos e sírios vivem lá por 2000 anos. Será que a BBC resolveu falar sobre colonos e missionários numa tentativa de desviarem a atenção? 
“O que esquecemos nessa atmosfera do politicamente correto é que os cristãos que estão sendo perseguidos são algumas das pessoas mais pobres do planeta.”
Em resposta ao relatório, a presidente do Conselho de Deputados dos Judeus Britânicos, Marie van der Zyl, disse que os judeus foram muitas vezes os alvos de perseguição e eles sentiam pelos cristãos que sendo discriminados com base em sua fé.
“Seja em regimes autoritários, ou fanatismo mascarado na forma errada da religião, relatórios como o lançado hoje nos lembram que há muitos lugares em que os cristãos enfrentam níveis terríveis forma de violência, abuso e assédio”, disse ela.
Bem, para os livros de história, o “Aviso” da BBC pode ser encontrado aqui , e eu vou salvar um arquivo caso eles o modifiquem aqui.


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Kaka'i (iarsani), um outro grupo de "infiéis" sendo exterminado pelo Islã

Eu confesso que eu desconhecia sobre este grupo, os Kaka'i, mas uma reportagem da BBC sobre eles abriu os meus olhos. Este é outro grupo sendo perseguido até o extermínio pelos fiéis seguidores de Maomé. A religião da paz que deixa no seu rastro corpos mortos.

Os kaka'i, também chamados de iarsani, acreditam que sol e fogo são coisas sagradas e seguem os princípios de equalização, pureza, justiça e unidade, o que leva alguns pesquisadores a encontrar raízes mitraicas nessa religião. É uma religião sincrética fundada pelo sultão Sahak no final do século XIV, e seus seguidres se concentram no oeste do Irã e leste do Iraque. Eles têm que esconder sua religião para sobreviverem.

Os kaka'i são uma minoria religiosa secreta no Iraque que geralmente evita as câmeras.

Sua perseguição os forçou a manter suas crenças e rituais em segredo. Eles eram milhões no Iraque, agora existem apenas 200.000.

Eles foram perseguidos por extremistas da região que os consideram infiéis, como o ISIS e a al-Qaeda.

Os Kaka'i também enfrentam a discriminação da força de mobilização popular paramilitar liderada por muçulmanos xiitas desde que o governo central retomou o controle da província de Kirkuk das forças curdas em 2017.

Da BBC:
"Farhad al-Kake conta a história de seu povo, os Ka'kai do Curdistão iraquiano, cuja fé os colocou sob a ameaça de fundamentalistas islâmicos. A perseguição os tornou secretos sobre suas crenças e práticas, mas pela primeira vez eles contam o perigo que enfrentam - como locais de culto foram destruídos e crentes sequestrados, atacados e assassinados pelo Estado Islâmico, que consideram a religião igualitária e pacífica dos Ka'kai como um "culto falso". Apesar do perigo, ouvimos como o Ka ' kai estão mantendo sua fé na linha de frente."
Eles estão finalmente revelando suas vidas para a comunidade internacional em uma tentativa de frustrar o risco de genocídio. Ou pelo menos, para que o seu desaparecimento fique registrado como mais uma civilização exterminada pelo islamismo.

Link para a reportagem da BBC.

https://minorityrights.org/minorities/kakai/

https://en.wikipedia.org/wiki/Yarsanism




quinta-feira, 16 de maio de 2019

A guerra que enfraqueceu Roma e Pérsia, facilitando as conquistas militares da jihad islâmica

Na sua porção leste, o Império Romano fez fronteira com dois impérios persas, a Pártia (247 a.C. a 224 d.C.) e a Sassânia (224 até 651). Diversas guerras foram travadas entre eles. No ano 395 d.C., o império romano se dividiu, e o Império Romano do Oriente (Bizâncio) passou a ter o ônus destas guerras. No total, foram mais de 30 guerras, sendo a primeira no ano 92 a.C. e a última, a mais sangrenta e devastadora de todas, durou 26 anos (de 602 a 628 d.C.).

A última guerra debilitou os dois impérios de tal modo que eles puderam oferecer uma resistência muito fraca contra a jihad islâmica, quando ela saiu da Península Arábica no ano de 632, para propagar pela espada a fé de Maomé. É deste conflito que tratamos neste artigo.

Em 602, se aproveitando de uma guerra civil dentro do Império Bizantino, o imperador sassânida Cosroes II invadiu a Armênia, o Levante, o Egito, e a Anatólia, chegando até mesmo às muralhas de Constantinopla.

Um dos eventos mais dramáticos desta fase ocorreu em maio do ano 614 (1405 anos atrás), quando Jerusalém foi conquistada pelos persas sassânidas, e a população cristã foi massacrada.  A maioria das fontes indica que o cerco durou cerca de três semanas, com a conquista dos sassânidas entre 15 e 20 de maio.


Os sassânidas persas, sob o comando do general Charbaraz, se juntaram a Neemias ben Hushiel e ao rico líder judeu Benjamim de Tiberíades, que havia reunido uma força de 26.000 judeus tiberianos. Neemias foi então nomeado governante de Jerusalém. Ele começou a fazer arranjos para a construção do Terceiro Templo.

As contas variam de acordo com o número de cristãos massacrados depois que a cidade foi tomada (entre 17.000 e 90.000). Seus corpos foram jogados em várias grandes valas comuns, incluindo a piscina Mamilla a oeste das muralhas da cidade (descobertas em 1989, escavadas em 1992 com milhares de restos humanos, 72% deles de mulheres). Este local de carnificina tornou-se subseqüentemente o lugar de enterro muçulmano mais reputado na Palestina, o cemitério Maman Allah (Mamilla). O patriarca Zacaria, e outros 35.000, foram feitos escravos.

Muitas igrejas na cidade (incluindo a Igreja da Ressurreição ou Santo Sepulcro) foram queimadas, e numerosas relíquias, incluindo a Verdadeira Cruz (Vera Cruz), a Lança Sagrada e a Esponja Santa, foram levadas para a capital de Sassanid, Ctesiphonte. A captura de Jerusalém pelos sassânidas, na primavera de 614, foi um tremendo choque para o mundo cristão, e o impacto psicológico de sua conquista talvez só possa ser comparado ao saque de Roma em 410.

A queda de Jerusalém e o roubo das relíquias serviram de grito de batalha do novo imperador bizantino, Heráclio, que organizou um contra-ataque. Jerusalém voltaria ao controle bizantino em 629.

Os bizantinos decidiram então atacar o coração da Pérsia, e, após seis anos de vitórias, obrigaram o imperador sassânida Cosroes a fugir da sua capital Ctsefonte para as montanhas. O exército sassânida derrubou Cosroes, elevando o seu filho Casades II ao trono. Cavades imediatamente enviou ofertas de paz. Heráclio não impôs termos severos, sabendo que seu império estava também próximo da exaustão. Como termos, os bizantinos readquiriram todos os territórios perdidos, seus soldados capturados, uma indenização de guerra, e o mais importante, a Vera Cruz e outras relíquias perdidas em Jerusalém em 614.

Após alguns meses de viagem, um triunfante Heráclio entrou em Constantinopla levando as relíquias sagradas para a Catedral de Santa Sofia, em 14 de setembro de 629. Muitos viram isso como um sinal de uma nova era de ouro que estava prestes a começar no Império Bizantino.

Infelizmente, isso não se concretizou. O império bizantino estava totalmente debilitado economicamente com a longa guerra e precisaria de vários anos para se reerguer. Mas, apenas dois anos depois de toda a festa em Constantinopla, a província da Síria seria invadida pelos muçulmanos. 

Uma ironia da história é que, com a vitória, Heráclio se tornou um dos generais mais bem sucedidos da história, pelos seis anos de vitórias ininterruptas, por liderar o exército romano por onde nunca tinha ido antes, e por ter recuperado a Vera Cruz e outras relíquias. Contudo, Heráclio teria o seu nome manchado pelas derrotas contra os jihadistas árabes muçulmanos.

Quanto a Pérsia, ela também não teve tempo de se reerguer, sendo completamente aniquilada pela jihad islâmica. A Pérsia nunca conseguiu reencontrar sua grandeza desde que a praga islâmica se instalou nela. E o zoroastrianismo, uma religião monoteísta que precede ao Islã por pelo menos 18 séculos, seria praticamente exterminada da face da Terra.

(durante a última guerra bizantina-sassânida de 602 a 628)



Batalha entre exército de Heráclio e persas sob Cosroes II. 

Heráclio retorna a Vera Cruz para Jerusalém, anacronicamente acompanhado por Santa Helena. 




sábado, 11 de maio de 2019

A aspiração islâmica de conquistar Roma é antiga


    Ruínas do Fórum Romano

(artigo correlato: Roma, saqueada pelo Islão em 846. Será ela, no futuro, conquistada como foi Constantinopla?)

Em artigos escritos por clérigos islâmicos, os clérigos anunciam a iminente conquista de Roma pelo Islã, de acordo com a profecia de Maomé. A questão também é discutida nos sermões de sexta-feira. O xeque Yousef Al-Qaradhawi, um dos clérigos mais influentes do islamismo sunita, costuma fazer essa afirmação em suas decisões religiosas e em seus programas de televisão. As seguintes observações são feitas por Al-Qaradhawi e outros clérigos muçulmanos:

Al-Qaradhawi: “O Islã retornará à Europa como conquistador”

Em uma fátua postada no site http://www.islamonline.net, [1] em resposta à pergunta de um leitor, o xeque Al-Qaradhawi escreveu sobre os “sinais da vitória do Islã”, citando um conhecido hádice: “… O Profeta Muhammad foi perguntado: ‘Que cidade será conquistada primeiro, Constantinopla ou Romiyya?’ Ele respondeu: “A cidade de Hirqil [ou seja, o imperador bizantino Heráclio] será conquistada primeiro” – isto é, Constantinopla … Romiyya é a cidade chamada hoje “Roma”, a capital da Itália. A cidade de Hirqil [isto é, Constantinopla ] foi conquistada pelo jovem sultão otomano de 23 anos, Muhammad bin Morad, conhecido na história como Maomé, o Conquistador, em 1453. A outra cidade, Romiyya, permanece, e esperamos e acreditamos [que ela também será conquistada]”.

“Isso significa que o Islã retornará à Europa como conquistador e vitorioso, depois de ser expulso dele duas vezes – uma vez do sul, da Andaluzia e uma segunda vez do leste, quando bateu várias vezes na porta de Atenas.”

O xeque Al-Qaradhawi qualificou sua declaração: “Eu afirmo que a conquista desta vez não será pela espada, mas pela pregação e ideologia …” [2]

Al-Qaradhawi fez declarações semelhantes em outras ocasiões, em seu programa religioso semanal na Al-Jazeera. Ele declarou: “Isso significa que os amigos do Profeta ouviram que duas cidades seriam conquistadas pelo islamismo, Romiyya e Constantinopla, e o Profeta disse que ‘Hirqil [ou seja, Constantinopla] seria conquistada primeiro“. Romiyya é Roma, a capital da Itália, e Constantinopla era a capital do estado da Roma bizantina, que hoje é Istambul. Ele disse que Hirqil, que é Constantinopla, seria conquistado primeiro e foi isso que aconteceu … “

“Tudo bem, Constantinopla foi conquistada, e a segunda parte da profecia permanece, isto é, a conquista da Romiyya. Isso significa que o Islã retornará à Europa. O Islã entrou na Europa duas vezes mas a deixou … Talvez a próxima conquista, Alá assim a deseja, será por meio de pregação e ideologia. A conquista não precisa necessariamente ser pela espada … [A conquista de Meca] não foi pela espada ou pela guerra, mas por um tratado [Hudabiyya], e pela paz … Talvez nós vamos conquistar essas terras sem exércitos. Queremos um exército de pregadores e professores que apresentem o Islã em todas as línguas e em todos os dialetos … “[3]

Outra vez, o xeque Al-Qaradhawi disse: “O Hádice diz que a cidade de Constantinopla, a cidade de Heracles, será conquistada primeiro. Conquistamos Constantinopla e a segunda parte da profecia permanece – a conquista de Romiyya. A conquista de Romiyya significa que o Islã retornará à Europa. Em um dos meus programas anteriores, eu disse que acho que essa conquista não seria pela espada ou exércitos, mas pela pregação e ideologia. A Europa verá que sofre com a cultura materialista, e buscará uma alternativa, ela buscará uma saída, buscará um bote salva-vidas, não encontrará salva-vidas, mas a mensagem do islamismo, a mensagem do almuédão, que lhe dá religião, mas não a nega neste mundo, leva-a ao Céu, mas não a arranca da Terra. Se Alá quiser, o Islã retornará à Europa e os europeus se converterão ao Islã. Então eles mesmos serão capazes de disseminar o Islã no mundo, mais do que nós, os antigos muçulmanos. Isso está dentro das capacidades de Alá.” [4]

Xeque Saudita: “Vamos controlar a terra do Vaticano”

O xeque saudita Muhammad bin Abd Al-Rahman Al-‘Arifi, imã da mesquita da Academia de Defesa do Rei Fahd, [5] discutiu esse hádice em um artigo postado no site da Kalemat. Sob a manchete “Não fique triste, Alá está conosco”, dizia o artigo: “… Vamos controlar a terra do Vaticano; vamos controlar Roma e introduzir o Islã nela. Sim, os cristãos, que esculpiram cruzes nos seios dos muçulmanos em Kosovo – e antes disso na Bósnia, e antes disso em muitos lugares do mundo – ainda nos pagarão o Jiziya [imposto pago por não-muçulmanos sob o domínio muçulmano], em humilhação, ou eles converterão para o Islã … “[6]

Em um sermão na Mesquita Al-Nour, em Khobar, o xeque Naser Muhammad Al-Naser citou o sábio Al-Albani, que disse: “A primeira conquista foi realizada, como é conhecido, por Maomé, o conquistador otomano, 800 anos depois da Profeta falar sobre isso, e a segunda conquista [de Roma] será realizada, Alá quer, e é inevitável … “[7]

Em outro sermão, o xeque Al-Naser disse: “Este hádice prevê que as duas cidades serão conquistadas. A primeira já foi conquistada, permaneceu sob o controle dos muçulmanos por um tempo e depois foi novamente roubada [por Ataturk]. São sinais de que ela será novamente conquistada e retornará às mãos do Estado islâmico. Roma também será conquistada … ” [8]

Vice-Ministro da Autoridade Palestina: Quando o Islã alcançar seu objetivo final , o sol e as estrelas se extinguirão:

Em um sermão na Mesquita Al-Aqsa , o vice-ministro da Autoridade Palestina de Awqaf, Sheikh Yousef Juma’a Salameh disse: “Romiyya é Roma, a capital da Itália e Constantinopla é hoje Istambul, conhecida na história islâmica pelo nome de Islam-Boul… A grande conquista [de Constantinopla] foi realizada dois séculos depois que os tártaros entraram em Bagdá e depois da queda do Califado. As pessoas achavam que o Islã havia atingido seu ponto mais baixo… mas esqueceram que o islã não havia chegado ao seu objetivo final neste mundo porque no dia em que chegar ao fim, não haverá mundo: o sol se extinguirá, as estrelas se extinguirão… “[9]
Sheik sudanês: “Roma será conquistada”

Em um sermão em uma mesquita em Cartum, Sudão, o xeque Muhammad Abd Al-Karim disse: “… O Profeta disse que os muçulmanos tomariam a Índia, dizendo: “Alá salvou dois grupos da minha nação do fogo do Inferno: um grupo que atacaria a Índia e um segundo grupo que seria com Jesus, o filho de Maria [na batalha do Dia do Julgamento]“. O Profeta Maomé nos contou sobre a conquista de Constantinopla, a capital do estado bizantino, e da conquista de Roma, onde o Vaticano está situado…Parte do que o profeta disse já aconteceu. Os muçulmanos conquistaram a Pérsia, os muçulmanos conquistaram Bizâncio … os muçulmanos atacaram a Índia e Alá conquistou-a para nós, até chegarem às fronteiras da China. Os muçulmanos conquistaram Constantinopla, onde o cristianismo oriental estava situado, e no futuro, um poderoso rei surgirá para os muçulmanos; através dele, o Islã se espalhará e Roma será conquistada … “[10]

Este texto foi traduzido e levemente adaptado (para uma melhor compreensão de certos termos) de ‘Leading Sunni Sheikh Yousef Al-Qaradhawi and Other Sheikhs Herald the Coming Conquest of Rome‘. Acesso em 21 de Dezembro de 2018. Tradução oriunda do blog Brasil Conservador (tirado do ar)


https://www.bitchute.com/video/DmjZA5hnej3n/ e https://youtu.be/qwmDRoDP2mI 


sexta-feira, 10 de maio de 2019

Crimes de cristãos (são contra Cristo) e crimes de muçulmanos (imitam Maomé)

É comum se ouvir frases deste tipo oriunda de muçulmanos e seus apologistas infiéis (dhimis):
Falar de amor e paz para acusar o islã, por exemplo, é se esquecer que no Ocidente temos belos exemplos da matança que o cristianismo fez, e como atualmente ainda faz com discursos de ódio, etc."
Além disso ser uma comparação falsa, é também uma falácia lógica (tu quoque).

Apontar os crimes dos outros é uma tática diversionista e não exonera o Islã dos seus crimes, cometidos por causa do Islã! Vejamos. Ao longo da história, cristãos cometeram crimes, e isso é um fato. Mas estes crimes cometidos por cristãos são contrários aquilo que Jesus ensinou. Quanto aos crimes cometidos por muçulmanos, em número e duração muito maiores, foram e são feitos seguindo os ensinamentos de Maomé. Isso é uma grande diferença. Uma pessoa que tente imitar Jesus, nos seus fundamentos, vai ser uma pessoa boa. Uma pessoa que tente imitar Maomé, nos seus fundamentos, vai ter seu nome incluido na lista de "Mais Procurados" da Interpol.

Maomé não quebrou paradigma algum. Ele manteve o terrível status quo da arábia século VII como padrão. Por exemplo. Ao invés de condenar seus seguidores por estuprar mulheres prisioneiras, eles os incentivou. Ao invés de perdoar quem o criticava, ele mandou matá-los. Aos invés de acabar com a prática da poligamia, ele a incentivou. Ao invés de condenar a escravidão sexual, ele a praticou. Os exemplos são vários, mas acho que você entende. Maomé não trouxe nada de novo ao mundo, apenas "santificou" tudo o que não presta. Eu não entendo o motivo que leva pessoas a defendê-lo de modo tão ardoroso.

Em termos de ferocidade, Maomé pode ser comparado a Genghis Khan. Só que os mongóis não criaram uma religião em torno de Genghis Khan, assim como também não vai encontrar gente degolando qualquer pessoa que denuncie os crimes de Atila, O Huno, ou se ofendendo se.você não concordar que Atila, O Huno, seja considerado como modelo para a Humanidade.
RECÉM-CONVERSOS: ACORDEM!!! Aproveita que vocês estão no Brasil onde muito dificilmente algum "irmão" irá matá-los por deixarem o islamismo. No 'mundo islâmico' os muçulmanos não têm esta opção.
Leituras adicionais:

Islã: a maior máquina assassina da história

Guerra sem fim: uma breve história das conquistas muçulmanas

Invasão da Índia: o maior genocídio da história

Porque temos medo?

Cristianismo e Judaísmo: tão violentos quanto o Islão?


quinta-feira, 9 de maio de 2019

Islamismo Corânico (quem diz "eu sigo apenas o Alcorão" não é muçulmano)

Sobre a afirmativa (muito comum entre muçulmanos recém-conversos) de que  "o Islã é o que está no Alcorão; as tradições de Maomé, descritas na coleção de 'hadices', não devem ser seguidas."

Isso é o que muçulmanos recém-conversos fazem quando descobrem o que o islamismo é. Eles tentam de todas as maneiras racionalizar a enorme porcaria e o fato de Maomé ter sido vitorioso com o terror. Uma delas é afirmar que o Alcorão, e apenas ele, representa o islamismo. O problema com isso é que criam-se mais buracos ainda. Vejamos.

Ao se desconsiderar os hadices, joga-se jogar fora os 1400 anos de história islâmica e implementação da lei islâmica, que é baseada nos dizeres e ações de Maomé (já que são os hadices que colocam o Alcorão em contexto). Sem os hadices, o Alcorão é um livro violento sem começo nem fim, e sem nexo. (bem, com os hadices, o Alcorão continua sendo um livro violento, mas, pelos menos, compreende-se o contexto das "revelações").

Sem os hadices é impossível saber sobre a vida de Maomé, pois o Alcorão não descreve nada sobre Maomé (os "recém conversos" também não gostam da biografia Sirat de Ishaq, que mostra que Maomé foi talvez o maior psicopata assassino da história).

Alguma dúvida, sugiro aos recém-conversos iludidos que consultem a Universidade Al Azhar, no Egito.

Os muçulmanos que adotam a postura intelectual de apenas aceitarem o Alcorão como fonte de autoridade são considerados hereges pelos muçulmanos de verdade (os muçulmanos de verdade estão convencidos que muitos dos ensinamentos e práticas fundamentais do islamismo vem dos hadices, e que o Alcorão não pode ser entendido sem os hadices).

Muitos dos muçulmanos que rejeitam os hadices não o fazem por terem estudado-os, mas sim por se sentirem envergonhados como eles retratam Maomé (ladrão de caravanas, assassino e mandante de assassinatos, pervertido sexual, pedófilo, marcador de escravos, pirata, senhor da guerra e terrorista). Para eles, é mais fácil esconder o verdadeiro Maomé do que encarar a realidade que o profeta deles foi uma pessoa muito, mas muito ruim.

Além do mais, o Alcorão 4:65 diz para os muçulmanos se submeterem às decisões de Maomé, mas as decisões de Maomé estão nos hadices e não no Alcorão. O Alcorão 33:21 diz que Maomé é o padrão de conduta para os muçulmanos, mas a conduta de Maomé é descrita nos hadices e não no Alcorão. Muitas das práticas islâmicas vem dos hadices, por exemplo, o primeiro pilar do Islã, a Shahada, é encontrado nos hadices e não no Alcorão. O segundo pilar do Islã, rezar 5 vezes por dia, é definido nos hadices (o Alcorão manda rezar 3 vezes por dia),

Ou seja, pelo menos dois dentre os cinco Pilares do Islã vem dos hadices e não do Alcorão!

Isso cria um dilema. Quem rejeita os hadices têm que rejeitar as práticas mais básicas do islamismo. Porém, quem aceitar as práticas mais básicas (que são oriundas dos hadices) vai ter que aceitar os ensinamentos de Maomé, mesmo os mais revoltantes.

E, para finalizar (no tocante à afirmação de que o Alcorão defende a igualdade de direitos entre homens e mulheres, muito comum entre recém-conversos e entre aqueles que querem defender o islamismo de qualquer maneira), o Alcorão define que o esposo pode bater na esposa [Alcorão 4:34], que a mulher deve ser vestir deixando apenas os olhos à vista [Alcorão 33:59], que mulheres não muçulmanas (káfir) podem ser estupradas [Alcorão 4:3], sobre direito de herança: A parte do homem deve ser duas vezes a parte da mulher [Alcorão 4:11; 4:176], o testemunho da mulher vale a metade do testemunho do homem [Alcorão 2:282].

RECÉM-CONVERSOS: ACORDEM!!! Aproveita que vocês estão no Brasil onde muito dificilmente algum "irmão" irá matá-los por deixarem o islamismo. No 'mundo islâmico' os muçulmanos não têm esta opção.


quarta-feira, 8 de maio de 2019

Jihad contra a França: Catedral de Notre Dame (e demais igrejas) sob ataque

Talvez você não saiba, já que estes incidentes são muito pouco noticiados pela grande imprensa, mas as igrejas na França se encontram sob ataque constante, seja incêndio criminoso ou outro tipo de ataque. Em média, duas igrejas são profanadas todos os dias na França. Segundo o site de notícias alemão PI-News, 1.063 ataques a igrejas ou símbolos cristãos (crucifixos, figuras, estátuas) foram registrados na França em 2018. Isso representa um salto de 17% em relação ao ano anterior (2017), quando foram registrados 878 ataques, o que significa que esses ataques estão crescendo em número e intensidade.

Mas este não é apenas um problema francês. Por toda a Europa Ocidental inúmeras igrejas estão sendo profanadas, defecadas e incendiadas todos os dias. (Leia um bom resumo do problema no artigo Igrejas Europeias: Profanações, Defecações, Incêndios "Todos os Dias", escrito por Raymond Ibrahim).

Aliás, destruir igrejas é uma característica do avanço do islamismo: a profanação de igrejas tem sido, por séculos, uma marca registrada muçulmana, uma espécie de "o Islã esteve aqui." (ref.)

Mas vamos ao ocorrido na Catedral de Notre Dame de Paris. 


No dia 15 de abril, pouco depois das 18:20 hora local, dois focos de incêndio, em dois locais distintos, podiam ser vistos no telhado da catedral(*). Logo que os incêndios se tornaram públicos, a imprensa imediatamente começou a dizer que eles eram consequência de "acidente de trabalho." Um trabalho de restauração do telhado da catedral estava sendo iniciado e andaimes haviam sido instalados. 

(*) Michel Picaud da Friends of Notre Dame, uma fundação norte-americana dedicada à captação de recursos para os esforços de reconstrução da catedral, disse que todo o telhado foi destruído. "O fogo começou perto do topo do telhado, enquanto outro incêndio começou na torre do sino norte", disse Picaud à NBC

Mas esta hipótese de "acidente de trabalho" parece pouco provável por vários motivos.

(1) Dentre as empresas que trabalham na restauração, apenas uma equipe da Echafaudage da Europa havia trabalhado lá no dia do incêndio. Esta empresa disse que não tinha havido nenhum trabalho elétrico ou de solda naquele dia. Le Bras Frères, uma empresa especializada em coberturas, incluindo restauração de coberturas de património, disse que nenhum de seus funcionários estava no local quando o incêndio começou. Na verdade, os trabalhadores já haviam deixado o telhado há mais de uma hora antes do incêndio ter começado. 

(2) Exatamente para prevenir incêndios, não existia fiação elétrica no telhado da catedral (vídeo).

(3) A madeira que compõem o telhado era de carvalho de mais de 800 anos. O site de notícias francês @le_Parisien fez um vídeo, dizendo que a madeira "carvalho" não queima tão rapidamente e que leva tempo para ser acesa e queimada. E especula que um curto circuito seria o bastante para provocar a queima do carvalho de 800. Esta opinião é compartilhada pelo arquiteto-chefe de Monumentos Históricos da França de 2000 a 2013, Benjamin Mouton, que declarou" "Estou estupefacto! Carvalho com 800 anos não arde assim." (video)

Perguntado pela mídia: "Então você está nos dizendo que este tipo de madeira não queima assim?" ele respondeu: "É preciso uma alta carga calorífica real no início para o lançamento de um desastre. O carvalho é uma madeira particularmente resistente. Estou estupefacto! Carvalho com 800 anos não arde assim, seria preciso muita madeira para arder assim. Não tem hipóteses... Não há hipótese.."

Veja como um carvalho de 300 anos não queima com facilidade

(4) Se não havia ninguém trabalhando no telhado da Notre Dame, e se ela estava vazia na hora do incêndio, quem são estas pessoas mostradas nestes vídeos? 

O primeiro vídeo mostra uma pessoa com uma roupa muito diferente dentro da catedral na hora do incêndio. Parece carregar algo. 

O segundo vídeo mostra o que parece ser uma pessoa se movendo no telhado da Catedral de Notre Dame, e, de repente, um um brilho como se algo fosse aceso.





Um artigo externo que discute este assunto foi publicado na defesa.net, chamado Incêndio da Catedral de Notre Dame: Acidente ou terrorismo de baixa intensidade?

Um outro artigo externo interessante é Notre Dame, no limiar da inquisição contra os cristãos.


O perigo de uma "mesquita de Notre Dame"

1. Macron, o Presidente da França e forte promotor do globalismo, declarou que deseja uma nova Notre Dame, que seja um "símbolo da diversidade."



Imagem de tela mostrando a mensagem de twitter da France24, posteriormente retirada

2. Agora, a Grande Mesquita de Paris pede aos muçulmanos que façam doações e se engagem na
reconstrução da Notre Dame considerando que Maria, a mãe de Jesus (Isa, para eles um profeta que deseja a Sharia) é venerada pelo Islã.

3. O circo está armado. Líderes muçulmanos são muito hábeis em capitalizar sobre catástrofes, mesmo quando muçulmanos ou o Islã não tenham sido atigindos por ela. E eles sabem que contam com o apoio da mídia e das elites governantes.

Considere ainda que a Catedral de Notre Dame, bem como todas as igrejas, pertence ao governo secular da França. Este confisco foi consequência da revolução francesa, mais tarde, o governo fez a cessão das igrejas para serem administradas pela igrejas. Mas o dono é o governo francês.

Em uma semana, o governo francês já havia recebido mais de um bilhão de euros em doações. E projetos já existem para uma nova e multicultural Notre Dame, incluindo contendo um minarete.

Atualização em 3/6/2019

França: Senado diz Notre-Dame deve ser restaurada exatamente como era antes do incêndio
Os senadores franceses estipularam que a catedral de Notre-Dame deve ser restaurada exatamente como era antes do incêndio devastador que destruiu o marco de Paris.

O tema da reconstrução da catedral - que ficou gravemente danificada depois que o fogo destruiu  telhado e a torre em 15 de abril - se tornou um campo de batalha entre os tradicionalistas que querem uma restauração exata e outros que defendem uma visão mais imaginativa.

Algumas das sugestões incluem um jardim na cobertura, uma "infinita torre" de luz e uma piscina no topo do prédio.

O Senado já aprovou o projeto de lei de restauração já aprovado pelo parlamento francês para permitir que o trabalho na estrutura seja concluído a tempo para as Olimpíadas de Paris em 2024 - mas exige que a restauração seja fiel ao "último estado visual conhecido" da catedral. , na tentativa de verificar o governo, que lançou uma competição internacional de arquitetura solicitando projetos para renovação.

O projeto de lei retorna à Assembléia Nacional. (The Local)







terça-feira, 7 de maio de 2019

Você já ouviu falar nos muçulmanos Rohingya? E nos cristãos Hmong?

É muito provável que você tenha ouvido falar sobre os muçulmanos rohingya, dentro de uma narrativa de que eles estão sendo perseguidos pelo governo de Mianmar, antiga Birmânia (mas sem claro a indicação que grupos jihadistas têm operado no seu meio). Mencionamos isso no artigo A trágica situação das minorias cristãs na Birmânia (Mianmar). Neste artigo mencionamos as etnias Karen, Kachin, Chin e Naga, que, por serem cristãs, são ignoradas pela grande imprensa (globalista): sofrimento dos cristãos foge da narrativa de que cristãos são os opressores - por isso devem ser ignorados.

Neste artigo estamos mencionando uma outra etnia, esta baseada no Vietnã, que certamente você nunca ouviu falar. São os cristãos Hmong.

Em um artigo intitulado Os cristãos hmong do Vietnã são perseguidos por suas crenças. Por que a fé deles torna o governo tão desconfortável?, publicado no South China Morning Post, Josef Prat discorre sobre a situação dos Hmong.

Os cristãos Hmong não são perseguidos por muçulmanos. Eles são perseguidos pelo governo comunista do Vietnã. Mas nós estamos chamando atenção ao problema, pois, ao contrário dos Roginhya, os Hmong são esquecidos.

Trechos do artigo são apresentados abaixo.
Há cerca de 300.000 cristãos hmong vivendo no Vietnã
O governo vê sua crença em Jesus Cristo como o messias como uma possível pedra de toque para os separatistas

Os hmong são originários da China, mas durante o século XVIII começaram a migrar para as regiões montanhosas do norte do Vietnã, Laos, Tailândia e partes orientais de Mianmar. Foto: Divulgação

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A etnia hmong - um grupo que no final dos anos 80 começou a se converter ao cristianismo depois de ouvir um programa de rádio evangélico promovido por protestantes, transmitido de Manila. Há cerca de 300.000 cristãos hmong vivendo no Vietnã, onde o governo comunista desconfia de todas as religiões, particularmente do cristianismo, que está associado a invasores anteriores, a França e os EUA.

Adoradores freqüentam um culto na igreja no norte do Vietnã. 
Nenhuma dessas igrejas existe em Dien Bien. Foto: Josep Prat

Hmong são originais da China, mas durante o século 18 começaram a migrar para as terras altas do norte do Vietnã, Laos, Tailândia e as partes orientais de Myanmar.

Tam Ngo, um antropólogo cultural do Instituto Max Planck para o Estudo da Diversidade Religiosa e Étnica, diz que o governo está particularmente preocupado com a crença cristã entre os hmong. O estabelecimento de um reino independente é uma característica proeminente do folclore tradicional Hmong e o governo considera o status de Jesus Cristo como um messias como uma possível pedra de toque para rebeliões armadas e movimentos separatistas.

"O cristianismo é visto como deixando a nação vulnerável à penetração de forças culturais e políticas estrangeiras", explica Ngo. “Isso aumenta a marginalização de Hmong, a distância [entre eles e] a nação é reforçada e no Vietnã leva à suspeita”.

A Comissão de Direitos Humanos do Vietnã, com sede em Paris, apresentou recentemente um relatório às Nações Unidas documentando a perseguição sofrida pelos Hmong no Vietnã de 2002 a 2017: ameaças, coerção, tortura, sentenças de prisão e até a morte quando sob custódia policial.
Cristãos na Ásia: perseguidos, oprimidos ... mas mantendo a fé

Nhat Vo Tran, secretário executivo do VCHR, diz que a perseguição aos cristãos hmong em geral aumentou. Ele cita a Lei de Crença e Religião que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2018, permitindo o controle significativo do governo sobre a prática da religião.

A lei inclui amplas disposições para restringir a liberdade religiosa em nome da segurança nacional e da unidade social, exigindo um processo de registro e reconhecimento de múltiplos estágios para que os grupos religiosos tenham status legal. O registro é necessário para que os grupos preguem, organizem cerimônias, conduzam a educação religiosa em locais aprovados, publiquem materiais religiosos, aceitem doações de fontes estrangeiras ou forneçam ajuda humanitária. Os cristãos hmong que tentam se registrar são regularmente negados e reclamam que todo o processo é destinado a identificar e reprimir minorias e crentes.

“Grupos não registrados - como protestantes - não têm direito à liberdade de religião, então podem ser reprimidos”, diz Vo Tran.

“O Vietnã esconde rotineiramente as verdadeiras razões de sua repressão contra os cristãos. A vantagem de usar a lei criminal - como no caso de Foua - é que ela não é visível ou óbvia como repressão religiosa. É o que chamamos de 'repressão furtiva' ... As pessoas são atormentadas em sua vida diária e, se quiserem melhorar, terão que renunciar à sua igreja e / ou à sua fé. ”

O estado não é a única fonte de perseguição. Alguns animistas consideram os cristãos Hmong como tendo traído sua cultura e identidade e, portanto, cooperam com as autoridades.

A Open Doors International, que monitora a perseguição aos cristãos internacionalmente, descreveu a situação em seu último relatório sobre o Vietnã.

“Em contextos tribais, onde as religiões étnicas ainda são fortes, as pessoas são forçadas a seguir as antigas normas e valores de sua comunidade, então para manter a cultura da tribo, os líderes tribais freqüentemente reagem violentamente contra novos convertidos cristãos e expulsam eles de suas aldeias”, disse o relatório.

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Ilustração oriunda do Alcorão banida das redes sociais como discurso de ódio

Um desenho simplório que retrata o verso (surata) 9.5 do Alcorão foi proibido de ser reproduzido em uma determinada rede social sob a alegação que ele desrespeita padrões da comunidade sobre discurso de incentivo ao ódio.

Nós concordamos. O Alcorão 9.29 é discurso ódio.

Decida você mesmo:
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados."
O hadice autêntico (sahih) de Bukhari (V4B53N386) explica:
"Nosso Profeta, o Mensageiro de Alá, ordenou-nos a lutar contra você [descrente em Alá] até que você adore apenas Alá ou nos pague o imposto de tributo jizyah, em submissão. O  nosso profeta nos informou que nosso Senhor diz: "Quem entre nós for morto como um mártir irá para o Paraíso para levar uma vida tão luxuosa como ele nunca viu, e quem sobreviver deve se tornar o seu mestre [mestre dos descrentes]."
Ou seja, converta-se para o islão, aceite a ordem social imposta por ele (Sharia) e pague imposto para não ser morto, ou, lutaremos contra você até te matar.

A imagem original se encontra abaixo.

(Leia mais sobre os 164 versos da jihad, e sobre a jihad como definida pela lei islâmica - Sharia)