sábado, 29 de junho de 2019

EUA: O número de ex-muçulmanos está aumentando. Porém, mesmo na terra da liberdade, ex-muçulmanos correm risco

Um artigo publicado na edição americana impressa de 15 de março de 2018 da revista The Economist, narra diversos casos tenebrosos de ex-muçulmanos (apóstatas) perseguidos por deixarem o islamismo, mesmo residindo nos EUA.

"Eu posso contar para a minha mãe que eu não sou muçulmana"

Assim que desceu do avião, em férias com sua família, no Quênia, Mahad Olad sabia que algo estava errado. Sua mãe, uma mulher “muito devota, muito conservadora, muito wahhabi”, estava agindo de forma estranha - recebendo telefonemas furtivamente quando achava que ele estava fora do alcance da voz. Suas suspeitas logo se mostraram corretas. A família de Olad, imigrantes somalis para os Estados Unidos e muçulmanos devotos, descobriram que ele não apenas renunciou ao Islã como também era gay. O feriado foi um ardil, uma intervenção para salvar sua alma.

Olad foi informado de que deixaria a faculdade e seria entregue no dia seguinte aos cuidados de clérigos muçulmanos que restaurariam sua fé. "Eu estava ciente dos horrores desses campos", diz Olad. “Eles os operam no meio do nada, onde você não pode escapar. Eles o sujeitam a espancamentos, fome e atropelamentos.” Ele tentou entrar em contato com a embaixada americana, mas não conseguiu receber ajuda por causa dos recentes ataques terroristas nas proximidades. Por sorte, ele também conseguiu chegar a um grupo ateu queniano. Na calada da noite, ele entrou no quarto de sua mãe, roubou seu passaporte e foi levado de táxi até a embaixada, que acabou devolvendo-o em segurança para os Estados Unidos. Ele não fala com sua família desde então.

Embora poucos tenham tais histórias angustiantes, centenas de milhares de muçulmanos americanos podem reconhecer algo como sua própria experiência no conto de Olad. Como o número de muçulmanos americanos aumentou em quase 50% na última década, o mesmo aconteceu com o número de ex-muçulmanos. Segundo o Pew Research Center, 23% dos americanos criados como muçulmanos não se identificam mais com a fé. A maioria deles são jovens imigrantes de segunda geração que rejeitam a religião de seus pais. Alguns, no entanto, são adultos quando chega a crise da fé, muitos já casados ​​com devotos cônjuges muçulmanos que levam os filhos à mesquita para estudar o Corão nos fins de semana.

A grande maioria, seja jovem ou velha, esconde a sua falta de fé. Um estudante universitário muçulmano, que chegou em casa bêbado uma noite, foi confrontado por seu pai. Não pensando com clareza, o filho confessou ao pai que era ateu, depois do que o pai revelou que também perdera a fé há muitos anos. No entanto, ele ainda advertia seu filho por não esconder seu segredo bem o suficiente.

Deixar o Islã publicamente é difícil porque muitos muçulmanos vivem em comunidades unidas. Muitos apóstatas são deixados de lado, com medo de colocar em risco seus relacionamentos com os pais, dos quais eles ainda dependem, ou com seus irmãos e amigos. Nos enclaves somalis, em Minneapolis, e paquistaneses, em Dallas, a renúncia ao Islã equivale a renunciar a todo um círculo social. “A parte mais frustrante é viver sabendo que minha vida tem que ser guiada pelas regras com as quais eu não concordo”, diz alguém ainda no fundo do armário.

A apostasia é diferente da apatia, mas isso também está crescendo entre os muçulmanos. Entre os crentes com 55 anos ou mais, 53% afirmam que realizam todas as cinco orações diárias obrigatórias - o que não é fácil, considerando que a primeira deve ser feita antes do amanhecer. Entre os muçulmanos da geração mais jovem (os "milênios"), essa proporção cai para 33%. Poucos seriam condenados ao ostracismo por perder uma oração ou não jejuar durante o mês do Ramadã - desde que esses erros não fossem tornados públicos.

Em termos gerais, existem dois tipos de ex-muçulmanos. Aqueles que são de famílias menos religiosas simplesmente se afastam e enfrentam menos repercussões. "Foi uma progressão", diz uma ex-muçulmana, que parou de orar aos oito anos de idade depois de perceber que nada cataclísmico havia acontecido quando ela perdeu a oração um dia. Então ela começou a fazer refeições escondiddas durante o Ramadã, antes de passar para o álcool e sexo antes do casamento. Aos 18 anos, ela já era atéia.

Depois, há aqueles em lares mais religiosos. Eles tendem a ter intervalos mais limpos, realizações súbitas enquanto estudam o Alcorão ou o Hadice, os ditos do profeta Maomé. Muitas vezes os versos que desencadeiam isso são controversos, sobre escravidão ou gênero, que membros da família e imãs não podem explicar satisfatoriamente. Deparar-se com os escritos de Ayaan Hirsi Ali, Richard Dawkins ou Christopher Hitchens, às vezes tem o mesmo efeito. Alguns se irritam com o sexismo ou a homofobia. "Eu me lembro de um dia das bruxas, eu não tinha permissão para fazer doces porque tinha que limpar tudo depois do jantar, mas todos os meus primos e irmãos puderam que ir", diz uma ex-muçulmana que ainda depende da sua família (e que dependerá dela sempre, ela teme).

Para lidar com isso, alguns procuram ajuda online, buscando consolo em fóruns anônimos. Um deles, hospedado no Reddit, tem quase 30.000 seguidores. Aqui, ex-muçulmanos trocam histórias de famílias que expulsam seus filhos depois de confessarem sua descrença. Mas eles também compartilham experiências mais leves, como tirar fotos de refeições de carne e porco durante o Ramadã - desfrutadas à luz do dia, é claro.

Livre e orgulhoso

Apesar de toda a pressão da família e da comunidade, mais ex-muçulmanos parecem ir a público. Ex-muçulmanos da América do Norte (EXMNA), uma organização de advocacia, luta por aqueles que desejam declarar publicamente sua renúncia à fé com segurança. "O objetivo é mudar as coisas o suficiente para que não precisemos mais existir", diz Sarah Haider, diretora da EXMNA. O grupo lançou um tour universitário, intitulado “Normalizing Dissent”, que atraiu críticas iradas e exigiu extensos preparativos de segurança. Embora ela deva lidar com ameaças de morte, e tem que ser bastante vigilante sobre pessoas infiltradas em sua organização, a Sra. Haider persiste. "Condenação ainda é reconhecimento", observa ela.

Embora as penalidades pela apostasia possam ser altas no Ocidente, elas são muito mais severas no mundo muçulmano. No Paquistão, a blasfêmia carrega uma sentença de morte. Em Bangladesh, escritores ateus foram espancados até a morte por vigilantes empunhando facões. Um ateu que apareceu recentemente na televisão egípcia para debater um ex-vice-xeique da Universidade Al-Azhar foi expulso pelo anfitrião, que disse que ele precisava consultar um psiquiatra. Olad, que nasceu em um campo de refugiados no Quênia, viu os dois mundos - ele conhece ex-muçulmanos no Quênia e na Somália que foram espancados quando seus segredos foram descobertos. "Sinto-me muito grato por viver em um país onde tenho pelo menos algum nível de proteção", diz ele.



terça-feira, 25 de junho de 2019

Islamização do Brasil - Exemplos - PARTE 2

Se você não lutar por aquilo que é o correto quando você pode vencer facilmente e sem derramamento de sangue; se você não lutar quando sua vitória é certa e não muito cara; você pode se ver defronte a um momento no qual você terá que lutar com todas as probabilidades contra você e com apenas uma chance precária de sobrevivência. Pode até haver um caso piorVocê pode ter que lutar quando não há esperança alguma de vitória, porque é melhor morrer do que viver como escravo.
-- Winston Churchill
O Brasil está na mira, e os islamistas já estão atuando no Brasil. Vejamos alguns exemplos, sendo atualizados aos poucos. 


Enquanto dormimos o Brasil se islamiza: Leia o artigo clicando aqui.



***** LINK PARA A PARTE 1 *****

Atualizações em junho de 2019



Atualizações em maio de 2019

Marxismo e Islã: de mãos dadas com o terror
A estranha aliança entre duas ideologias mortais, inclusive no Brasil (ecoandoavozdosmartires).

Aliança profana entre os religiosos muçulmanos e comunistas ateus
 “A esquerda quer destruir a civilização ocidental por considerá-la desigualitária e querem substituí-la por uma utopia comunista; os Muçulmanos querem destruir a civilização ocidental por achá-la maligna e querem substituí-la por um Califado Mundial”. – Ben Shapiro (pensa960)

Por que a esquerda adora muçulmanos?
Esta é a contradição que me enlouquece. Mas ambos têm um objetivo comum: destruir a civilização ocidental, construída sobre princípios greco-romanos, judáico-cristãos. Inclusive no Brasil  (sensoincomum).

Objetivos da Esquerda e do Islã não são incompatíveis
Artigo de Ben Shapiro e vídeo (blogdoluigi)


Preso o chefe de uma quadrilha de roubo de cargas no Rio de Janeiro: Mohamad
O Mohamad cópia segue o exemplo do Mohamad original (o "profeta"), transforma o roubo de "caravanas" (caminhões) em uma "profissão" lucrativa (O Dia)





Atualizações em abril de 2019

Autoridade Palestina ameaça Brasil por abrir escritório de negócios em Jerusalém
O supremacismo islâmico não permite nem mesmo que um escritório de investimentos, promoção do comércio, intercâmbio de tecnologia funcione em Jerusalém. Se a grita vai existir de qualquer jeito, que se mude logo a embaixada para Jerusalém.



EUA declara a Guarda Revolucionária Iraniana como sendo uma organização terrorista; o Brasil deveria fazer o mesmo
O fato é que elementos da Guarda Revolucionária, sejam oficiais ou soldados, são usados para preencherem as fileiras de grupos designados como terroristas, tais como o Hezbollah, Hamas, Brigadas Al Quassam, Jihad Islâmica, Hoothis do Iêmen, Polissários do Saara, e tantos outros. A ação da guarda revolucionária se estende até mesmo à Venezuela e área da tríplice fronteira, tráfico de drogas e armas. (ytnews)

Marroquino conta sua experiência como ex-muçulmano
Depoimento de um ex-muçulmano que, claro, teve que fugir de seu país para não ser morto. O seu país de origem é o Marrocos, considerado por muitos como um exemplo de país muçulmano progressista. Mas não existe país muçulmano progressista. Quando mais islâmico, mais retrógrado ... a não ser que você ache que ex-muçulmanos devem ser mortos.


Igrejas pegam fogo de modo misterioso ao redor do mundo, inclusive no Brasil
Igreja matriz de Monte Santo, Bahia, destruída por incêndio (G1).

A ascenção da "Okaida", facção criminosa com 6 mil soldados na Praíba
"Há histórias diferentes sobre a origem da facção. Okaida é uma forma abrasileirada do nome da rede terrorista que já foi comandada por Osama bin Laden, a Al-Qaeda. Mas a versão brasileira não tem nenhum aspecto religioso por trás." Mais um grupo para ser tratado como "vítimas da sociedade" pelos "progressistas" do PT, PSOL, PCdoB, etc. (BBC)

Atualizações em março de 2019

Camara Municipal de São Paulo celebra 40 anos da Revolução Iraniana


O massacre na escola em Suzano: conexões ou apenas inspiração? 
Os assassinos Luiz Henrique e Guilherme Taucci eram frequentadores do Dogolachan, um fórum extremista, e pediram ajuda para conseguir armas. Um print datado do último dia 7 mostra o que parece ser um dos atiradores agradecendo DPR, o administrador do Dogolachan pelos conselhos recebidos, e mencionando que estariam ansiosos em encontrar suas 7 virgens (faltou bater o dois para ser 72 virgens?). O fórum também está ligado ao Massacre de Realengo, onde Wellington Menezes de Oliveira — considerado um herói no Dogolachan — matou 12 crianças, antes de se matar. (R7
O massacre resultou em pelo menos 10 mortos e 16 feridos, entre estudantes e funcionárias da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP). Leia mais neste link externo.



Mais problemas para o Brasil: "Maduro cogita se tornar muçulmano"
Ele revelou isso ao ministro das relações exteriores da Turquia (Estudos Nacionais).

PF prende marroquino e brasileira por simularem casamento
As mulheres carentes têm sido usadas como porta de entrada de muçulmanos no país. (catve)

Atualizações em fevereiro de 2019

Ribeirão Preto: mulher denuncia marroquino por violência doméstica
A vítima relata que sofre agressões e ameaças todos os dias; segundo a polícia, homem já tem passagem pelo crime. A mulher é onze anos mais velha que o marroquino. (revide)

Enquanto isso, no Pará, a delegação paquistanesa que busca atrair brasileiros para o sunismo continua em ação, livre e desempedida 
O sunismo paquistanês (deobandi) é o da "lei da blasfêmia" que prendeu Asia Bibi por 9 anos e que persegue e mata e sufoca a pequena comunidade cristã e ateus no Paquistão.





Atualização em janeiro de 2019

BRASIL DEIXA O PACTO MIGRATÓRIO DA ONU
O novo governo protege a soberania do Brasil! 

A visão do novo Ministro das Relações Exteriores frente à nossa civilização (e seu desejo de defendê-la)
Em defesa do Brasil!

Discurso de posse do Presidente Bolsonaro



Dois líderes de destaque na posse de Bolsonaro: o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu e o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban 


Benjamin Netanyahu, Jair Bolsonaro e suas esposas Michelle e Sara


Viktor Orban, Jair e Michelle Bolsonaro


Transferência por Bolsonaro de embaixada a Jerusalém seria 'provocação', diz representante palestina
As ameaças já começaram da OLP e do Hamas já começaram. Mas não seria diferente. Afinal, o próprio Maomé disse ter sido vitorioso através do terror. (Hadice de Bukhari, 52:220) (O Globo)

Arábia Saudita credencia 25 frigoríficos. A Folha distorce e diz que 33 frigoríficos foram desabilidados como retaliação contra o Brasil
Vê-se mais uma vez que notícia da FOLHA tem que ser tratada com desconfiaça. A FOLHA noticiou que a Arábia Saudita havia descredenciado frigoríficas em retaliação a mudança da embaixada do Brasil para Jarusalém  (Sputinik). MENTIRA. A Arábia saudita credenciou 25 frigoríficos. (Ministerio de Agricultura).

O fato é que se os países muçulmanos deixarem de comprar carne do Brasil, vão comprar de onde? Austrália e EUA, outros grandes exportadores, já mudaram as suas embaixadas para Jerusalém. Vão comprar carne da Venezuela ou de Cuba?

Hezbolá declara apoio ao governo venezuelano de Maduro
A ligação do grupo terrorista jihadista Hezbolá com o governo venezuelano é algo bastante conhecido. O Hezbolá é acusado de atuar no tráfico de drogas e armas na América Latina  (epochtimes).

Israelenses vêm para ajudar na busca e salvamento em Brumadinho; muçulmanos os denigrem 


segunda-feira, 24 de junho de 2019

Boletim de Anti-Semitismo - PARTE 2

(Sendo atualizado continuamente à medida do possível) Abaixo segue lista com exemplos. Mas, primeiro, algumas referências que definem o ódio islâmico contra os judeus.
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Um pouco do que o Alcorão diz sobre os judeus: os judeus inventam coisas e falsamente as atribuem a Alá (2:79; 3:75, 3:181); eles alegam que o poder de Alá é limitado (5:64); eles adoram ouvirem mentiras (5:41); eles desobedecem a Alá e nunca observam os seus mandamentos (5:13); eles estão sempre discutindo e brigando (2:247); eles escondem a verdade e enganam as pessoas (3:78); eles encenaram rebelião contra os profetas e rejeitaram sua orientação (2:55); eles são hipócritas (2:14, 2:44); eles dão preferência aos seus próprios interesses sobre os ensinamentos de Maomé (2:87); eles desejam o mal para as pessoas e tentam enganá-las (2:109); eles sentem dor quando os outros são felizes ou afortunados (3:120); eles são arrogantes por terem sido escolhidos por Alá (5:18); eles devoram a riqueza das pessoas usando de subterfúgios (4:161); eles caluniam a verdadeira religião e sendo amaldiçoados por Alá (4:46); Eles mataram os profetas (2:61); eles são implacável e sem coração (2:74); eles nunca cumprem as suas promessas ou mantém as suas palavras (2:100); eles não tem limites para cometerem pecados (5:79); eles são covardes (59:13-14); eles são miseráveis (4:53); eles foram transformados em macacos e porcos por terem desrepeitado o Sábado (2: 63-65; 5: 59-60; 7: 166); e mais.
"O Dia do Juízo Final não virá antes que os muçulmanos lutem contra os judeus, e os judeus se esconderão atrás das rochas e das árvores, mas as rochas e as árvores dirão: ó muçulmano, ó servo de Allah, há um judeu atrás de mim, vem e mate-o - mas a árvore gharqad não os denunciará, pois ela é a árvores dos judeus." (Hadice de Sahih Muslim, 41:6985)
***** LINK PARA A PARTE 1 *****

maio de 2019

Quem são os palestinos? Uma invenção árabe!


EUA: Rashida Tlaib, deputada federal, diz que palestinos acolheram judeus durante a Segunda Guerra; até a CNN disse que ela estava mentindo
Rashida Tlaib é um exemplo do problema criado quando ativistas muçulmanos galgam cargos de importância. A sandice mais recente desta deputada do Partido Democrata, ela disse que "foram os meus ancestrais, os palestinos, que perderam tudo ... ao tentar criar um refúgio seguro para os judeus, pós-Holocausto." Mas essa é uma mentira tão grande que até John King, da CNN (conhecida pelo seu viés pró-islâmico), observou que durante a Segunda Guerra Mundial, os líderes palestinos eram aliados dos nazistas e tinham o mesmo objetivo de eliminar o povo judeu quando Israel foi criado. Sim, quando você escolhe o lado errado de uma guerra, você vai perder algumas coisas, especialmente se você estiver do lado de Hitler. John King: Tlaib "ignorou o fato de que os líderes palestinos na época se aliaram a Hitler e que a guerra total foi como o mundo árabe reagiu à declaração de independência de Israel" (TownHall; vídeo no twitter).

Documento do líder nazista Himmler atesta sua ligação com os palestinos durante a Segunda Guerra Mundial
A Alemanha se manterá firme com os árabes da Palestina em sua luta contra a “criminosa” Declaração de Balfour, foi a principal mensagem transmitida no telegrama que foi recentemente descoberto nos arquivos da Biblioteca Nacional de Israel. “O movimento nacional-socialista da grande Alemanha fez de sua luta contra o judaísmo mundial um princípio orientador desde o seu início”, escreveu Himmler. “Por essa razão, [o movimento] vem acompanhando de perto a batalha dos árabes em busca de liberdade – e especialmente na Palestina – contra os invasores judeus“, acrescentou o líder nazista. (europaemchamas)

abril de 2019

Quanto de disserem que a Faixa de Gaza é uma prisão à céu aberto, mostre este filme. 
PS> O único motivo pelo qual Gaza não se desenvolve como uma nova Singapura é o radicalismo islâmico que prefere se explodir do que viver lado a lado com judeus (no mesmo pé de igualdade) (legendas em inglês, mas as imagens já dizem tudo)


março de 2019

Nova Zelândia: imame acusa os judeus pelo atentado contra as mesquitas
Sabe-se que o criminoso era um auto intitulado eco-terrorista (https://twitter.com/johnpaulpagano/status/1110579872932552706?s=19&fbclid=IwAR0v9zbMcydvr6MMWruNnTX1nLS60AlKEJgTQ3gpTOOv9ZqX6eEtzdtFIuo)

Anistia Internacional exige que o Hamas suspenda a repressão aos manifestantes 
"Centenas de manifestantes foram espancados, presos e detenções arbitrários e tortura e outras formas de maus-tratos desde 14 de março", afirmou o relatório da Anistia. (JPost)

Povo da Palestina protesta contra os doze anos de jugo opressor do HAMAS
O povo já não aguenta tanta miséria e desemprego (que ultrapassa os 50% da população, sendo que entre os estudantes universitários, a situação é muito pior). Mas o grupo terrorista reagiu prendendo ativistas, manifestantes e censura a mídia que tentou realizar a cobertura dessas ações. Para disfarçar, o Hamass acusa a autoridade palestina que governa a Cisjordânia (PLO) de orquestrar os protestos.(arabnews)

Cidadã palestina critica os filhos dos oficiais do Hamas por estarem dirigindo carros de luxo, enquanto os 4 filhos dela estão desempregados
E quem são os responsáveis por essa situação deplorável? Para a tristeza da mídia pró-islamismo e de esquerda globalista, não foi a Israel quem ela culpou, mas sim a Ismail Haniyeh e Yahya Sinwar, dois líderes proeminentes do HAMAS. (Vídeo no Twitter)
https://twitter.com/HeshmatAlavi/status/1107304813044350976?s=19&fbclid=IwAR2rZOiXN66qcAuiYwfVCoFb9XbIX0Hua3NBbQZk5id5NuwjGc3Cuv1_srM

17 de março - Universidade Al-Azhar, Gaza: estudantes realizam protestos contra más condições de vida e violações de direitos humanos
O Hamas respondeu com severa repressão. Lembrete: Os mulás de # Iran fornecer US $ 100 milhões / ano para os terroristas do Hamas.
https://twitter.com/HeshmatAlavi/status/1107352254162653184

“Palestinos” distribuem doces para celebrar o êxito da jihad contra Israel.
Os palestinos distribuíram doces no sul da Faixa de Gaza no domingo de manhã após os ataques terroristas na localidade de Ariel, onde 1 israelense foi morto e vários ficaram gravemente feridos. (jpost)

1938, judeus massacrados em Tiberíades, artigo do New York Times
15 de outubro. "21 mortos por árabes em ataque na Palestina. 10 crianças dentre as vítimas, quando um grupo atacou casas de judeus no subúrbio de Tiberíades. Fogo e facas usados na matança. Seis mortos quando bombas exploditam em uma casa em Jafa, - Tel Aviv jovens sentenciados à morte."



janeiro de 2019

Crianças Palestinas: Vítimas do Apartheid Árabe
Uma das grandes tragédias, que passa desapercebida (ou escondida), é o apartheid árabe contra os "palestinos." Os milhares de árabes ("palestinos") que fugiram das suas casas em 1948 se alojaram em campos de refugiados na Jordânia, Síria e Líbano. Seus filhos nunca tiveram a cidadania dos países onde eles nasceram. Eles têm sido desde então (filhos, netos, bisnetos) tratados como párias e massa de manobra na jihad contra Israel. (Gatestone)

EUA: médica muçulmana prometeu dar medicamentos errados para os judeus
Dra. Laura Kollab tem postado missivas anti-semitas nas mídias sociais há anos, prometendo "propositadamente dar a todos os judeus os medicamentos errados", dizendo "Alá vai matar os judeus" e chamando os judeus de "cães". Ela foi demitida (Toronto SunCleveland Clinic).

EUA: oração na mesquita da Filadélfia incita Alá a se vingar dos "judeus"
Mohamed Ahmed Moussa é um imã na mesquita Masjid Alfurqan, localizada na 7252 Roosevelt, na avenida Philadelphia, PA. Aqui está um trecho da sua oração de sexta-feira proferida em 28 de julho de 2018 na mesquita Masjid Alfurqan (originalmente em árabe):
  • “Oh Alá! Proteja a mesquita Al-Aqsa das garras dos judeus brutais. Oh Alá! Proteja a mesquita Al-Aqsa das garras dos judeus brutais. Oh Alá! Proteja a mesquita de Al-Aqsa das garras dos brutais judeus ... Oh Alá! Os judeus se estabeleceram na terra. Oh Alá! Mostre-nos as maravilhas do seu poder infligido a elas. Oh Alá! Nosso Senhor, mostre-nos as maravilhas do seu poder infligido a elas . Proteja sua casa [Al-Aqsa Mosque], Oh Alá! E proteja-a dos judeus brutais. Oh Alá! Quem quer que deseje mal para nós e deseje mal para o Islã e os muçulmanos, faça-o preocupado consigo mesmo e faça sua trama (amarrada) ao redor de seu pescoço e faça com que seu plano cause sua própria destruição. (acdemocracyYouTube)
"Autoridade Palestina" ameaça os "palestinos" que usarem o novo Shopping Center em Jerusalém
Um artigo publicado no Gatestone Institute discute como o ódio aos judeus por parte das "autoridades palestinas" acaba prejudicando os próprios palestinos. Desta feita, a PLO e o Hamas ameaçam quem abrir negócios em um recém-inaugurado Shopping Center em Jerusalém, bem como qualquer "palestino" que comprar nele. (Gatestone)

Fronteira entre a Turquia e a Síria: o muro que ninguém deseja mencionar
Construído com dinheiro da União Européia. (iamawake)


Malásia deixa de ser a sede de campeonato mundial de natação por proibir israelenses de entrarem no país 
O Comitê Paralímpico Internacional considerou a medida do governo malaio como contrária aos seus estatutos (Bloomberg).


domingo, 23 de junho de 2019

A Batalha de Kosovo e o motivo que leva a Europa Oriental a detestar o Islão

Raymond Ibrahim explica o porquê dos habitantes do Leste Europeu serem tão reticentes em abrigar os "refugiados muçulmanos." É simples. Eles sabem o estrago que o islamismo causou nos seus países por centenas de anos, e não querem reviver o inferno que seus antepassados experimentaram. 
'Campo dos Melros': o motivo de 630 anos de idade que leva os europeus do leste a não gostarem do Islã

O motivo que leva os europeus do leste a se mantém relutantes em aceitar os imigrantes muçulmanos que os europeus ocidentais abraçam, pode ser encontrados nas circunstâncias que cercam uma batalha crucial, a Batalha de Kosovo, que ocorreu em 15 de junho de 1389, exatamente 630 anos atrás. Este embate colocou os invasores muçulmanos contra os defensores da Europa Oriental, ou seja, os ancestrais de muitos dos europeus do leste, que hoje resistem ao Islã.

A Jihad, que é tão antiga quanto o Islã, tem sido empreendida por diversos povos muçulmanos através dos séculos, sejam os árabes no Oriente Médio, os mouros (berberes e africanos) na Espanha e na Europa Ocidental, e tantos outos. A entrada bem-sucedida do Islã na Europa Oriental foi liderada pelos turcos, especificamente pela tribo turcomana que migrou para a Anatólia ocidental (ou Ásia Menor) e, portanto, se encontrava mais próxima da Europa, os turcos otomanos, assim chamados em homenagem ao seu fundador, Osman Bey. No seu leito de morte, em 1323, suas palavras finais para seu filho e sucessor, Orhan, foram para ele "propagar o Islã pela força da sua arma."

Este filho não decepcionou o pai. O viajante Ibn Batutua, que uma vez conheceu Orhan em Bursa, observou que, embora os jihadistas tivessem capturado cerca de cem fortalezas bizantinas, “ele nunca havia ficado um mês inteiro em uma cidade”, porque ele “luta continuamente contra os infiéise os mantém sob sítio constante.” Cidades cristãs caíram como dominós: Esmirna, em 1329, Nicéia, em 1331, e Nicomédia, em 1337. Por volta de 1340, todo o noroeste da Anatólia estava sob controle turco. Com isso, e para citar um contemporâneo europeu, "os inimigos da cruz e os assassinos do povo cristão, isto é, os turcos, foram separados de Constantinopla por um canal de três ou quatro milhas".

Em 1354, os turcos otomanos, sob o filho de Orhan, Suleiman, conseguiram atravessar os Estreito de Dardanelos e entrar na cidade fortificada de Gallipoli, estabelecendo assim sua primeira presença na Europa: "Onde haviam igrejas, ele as destruiu ou as converteu a mesquitas," escreve um cronista otomano: “Onde haviam sinos, Suleiman separou-os e os lançou em fogueiras. Assim, no lugar dos sinos, agora se encontram os muezzins.”

Purificado de toda a “imundície” cristã, Gallipoli tornou-se, como um governador otomano se gabou, “a garganta muçulmana que engole toda nação cristã - que sufoca e destrói os cristãos.” Desta cidade-fortaleza, dilapidada mas estrategicamente situada, os otomanos lançaram um campanha de terror em todo o lado, porém sempre convencidos de que estavam fazendo o trabalho de Deus. "Eles vivem do arco, da espada e da devassidão, encontrando prazer em tomar escravos, se dedicando a matar, pilhar, e saquear", explicou Gregory Palamas, um metropolita ortodoxo que foi feito prisioneiro em Galípoli, acrescentando que "e não apenas eles cometem esses crimes, mas até mesmo - que aberração - eles acreditam que Deus os aprova!"

Após a morte de Orhan, em 1360, e sob seu filho Murad I, o primeiro de sua linha a adotar o título de “Sultão”, a jihad em direção ao oeste, nos Bálcãs, começou a sério e era sem descanso. Em 1371, ele anexou porções da Bulgária e da Macedônia ao seu sultanato, que agora cercava Constantinopla, dizendo que "um cidadão poderia deixar o império simplesmente ao cruzar os portões da cidade".

Sem surpresa, então, quando o príncipe Lazar da Sérvia (n. 1330) derrotou as forças invasoras de Murad em 1387, “houve júbilo selvagem entre os eslavos dos Bálcãs. Serbios, bósnios, albaneses, búlgaros, valáquios e húngaros das províncias da fronteira se uniram em torno de Lazar como nunca antes, na determinação de expulsar os turcos da Europa.”

Murad respondeu a essa afronta em 15 de junho de 1389, no Kosovo. Lá, uma coalizão de maioria sérvia, ampliada pelos contingentes húngaro, polonês e romeno - doze mil homens sob a liderança de Lazar - lutou contra trinta mil otomanos sob a liderança do próprio sultão. Apesar do enorme voleio inicial de flechas turcas, a cavalaria pesada sérvia avançou pelas linhas de frente otomanas e quebrou a sua ala esquerda; a direita otomana, sob o filho mais velho de Murad, Bayezid, circulou e envolveu os cristãos. O confronto caótico continuou por horas.


 Na noite anterior à batalha, Murad havia suplicado a Alá “pelo favor de morrer pela verdadeira fé, a morte de um mártir”. Em algum momento perto do final da batalha, sua oração foi concedida. De acordo com a tradição, Miloš Obilić, um cavaleiro sérvio, ofereceu-se para desertar para o lado dos otomanos com a condição de que, em vista de seu alto nível, ele pudesse se submeter ao próprio sultão em pessoa. Eles o levaram até Murad e, depois que Milos se ajoelhou, em falsa submissão, ele investiu e mergulhou uma adaga no estômago do senhor da guerra muçulmano (outras fontes dizem "com dois impulsos que saíram às suas costas"). Os guardas do sultão, inicialmente paralizados,  reagiram cortando o sérvio em pedaços. Encharcado e cuspindo sangue, Murad viveu o suficiente para ver seu arquiinimigo, o agora capturado Lazar, levado à sua frente, torturado e decapitado. Um pequeno consolo.

O filho de Murad, Bayezid, imediatamente assumiu o comando: “Seu primeiro ato como sultão, sobre o cadáver de seu pai, foi ordenar a morte de seu irmão Yaqub, por estrangulamento com uma corda de arco. Yaqub, que junto a Bayezid era comandante na batalha,  havia conquistado distinção no campo e popularidade com suas tropas.” Em seguida, Bayezid conduziu a batalha a um final decisivo, jogando tudo o que tinha contra o inimigo, levando ao massacre do último cristão - mesmo que isso tenha provocado um número muito maior de baixas do seu lado.

A quantidade de pássaros (melros) que se aglomeraram e se banquetearam no vasto campo de carniça foi tamanha, que a posteridade se lembra da Batalha de de Kosovo como o “Campo dos Melros”. Embora tenha sido, essencialmente um empate - ou, na melhor das hipóteses, uma vitória de Pirro para os otomanos - os sérvios, que possuiam menos homens e recursos do que o ascendente império muçulmano, sentiu mais as consequências do embate.

Melro europeu

Nos anos que se seguiram à batalha de Kosovo, a máquina de guerra otomana tornou-se imparável: as nações dos Bálcãs foram conquistadas pelos muçulmanos, permanecendo sob o domínio otomano por séculos. A própria Constantinopla, que resistiu a um milênio de jihad, caiu definitivamente em 1453.

A memória coletiva das experiências negativas em um passado não muito distante, faz com que o Leste Europeu não subestime o Islã, e adote uma posição significativamente mais cautelosas - se não francamente hostl - ao islamismo e seus imigrantes em comparação com os europeus ocidentais e os liberais.

Como o primeiro-ministro húngaro, Victor Orbán, explicou uma vez :
Não queremos criticar a França, a Bélgica, ou qualquer outro país, mas achamos que todos os países têm o direito de decidir se querem ter um grande número de muçulmanos em seus países. Se eles querem viver juntos, isso é decisão deles. Mas nós não queremos e acho que temos o direito de decidir que não queremos um grande número de muçulmanos em nosso país. Nós não gostamos das conseqüências de ter um grande número de comunidades muçulmanas que vemos em outros países, e eu não vejo nenhuma razão para que alguém nos obrigue a alterar o modo de viver  na Hungria para algo que nós não queremos ver… . Eu tenho que dizer que quando se trata de viver junto com comunidades muçulmanas, nós somos os únicos que têm experiência, porque nós tivemos a possibilidade de passar por essa experiência por 150 anos.
E esses anos - de 1541 a 1699, quando o Império Otomano Islâmico ocupou a Hungria - estão repletos de massacres, da escravização e do estupro dos húngaros.

Nota : O relato acima foi extraído do livro Espada e Cimitarra: Quatorze Séculos de Guerra entre o Islã e o Ocidente, livro este que a organização CAIR (ligada à Irmandade Muçulmana) fez tudo o que pôde para impedir que o autor o apresentasse em palestra no Colégio de Guerra do Exército dos EUA.


sábado, 22 de junho de 2019

Resultados de eleição indicam que o patriotismo ressurge na Europa

No final de maio ocorreram as eleições para o Parlamento Europeu e os resultados foram uma grande confirmação de que um nacionalismo está mesmo crescendo na Europa, em contra-ponto ao globalismo que governa a União Européia apoiado pela Esquerda pró-islâmica. Ao redor do continente, os partidos nacionalistas tiveram ganhos expressivos, elegendo um terço dos deputados do parlamento europeu.

Pela primeira vez, o parlamento europeu está rachado ao meio 
dentro da tradicional divisão entre "centro-esquerda" e "centro-direita"

Está cada vez mais claro que existe um novo paradigma político na Europa, que não é mais dividido entre Esquerda e Direita, mas sim entre globalismo e nacionalismo. O globalismo defende que o mundo seja governado por instituições supra-nacionais em um mundo de países sem fronteiras, e que as tradições e cultura locais sejam pulverizadas por um multiculturalismo cego e imigração sem controle. O nacionalismo defende a manutenção da soberania das nações e seu auto-governo, a defesa das fronteiras e a preservação das tradições e cultura locais, com os imigrantes se inserindo nelas.

Reino Unido. Certamente o resultado mais incrível aconteceu no Reino Unido. O novo partido BREXIT, liderado por Nigel Farage, criado apenas 6 semanas antes das eleições, obteve 40% dos votos. O partido BREXIT defende a imediata saida da União Européia, que havia sido aprovada em um plebiscito em 2016. Mas o governo do Partido Conservador está pondo os pés pelas mãos nas negociações com a UE e o povo está descontente. Tanto o Partido Conservador quanto o Partido Trabalhista tiverem grandes perdas de eleitorado, e juntos ficaram com menos da metade de votos do BREXIT.


França. O partido de Marie Le Pen, Rassemblement National ("agrupamento nacional") obteve 25% dos votos enquanto que o partido En Marche! ("em marcha") do presidente Emmanuel Macron obteve 22%. O resultado pode ser visto como um referendo sobre Macron, sendo que ele foi rejeitado por quase 80% do eleitorado.

Vamos resumir a situação dos outros países. Na Hungria, o partido Fidesz do primeiro-ministro Victor Orban e a coalizão democrática ganharam 68% do votoss. Na Eslovênia, o partido democrático, aliado a Orban, também venceu. Na Áustria, o partido do primeiro-ministro Sebastian Kurtz terminou em primeiro com 35% dos votos, e o partido de coalizão veio em terceiro com 18%, um total de 53%.  Na Croácia os conservadores ficaram em primeiro lugar, enquanto que uma coalizão nacionalista ficou em terceiro. Na Polônia, o partido nacionalista Lei e Justiça ganhou com quase 50% dos votos. Os nacionalistas ganharam na República Tcheca com o partido ANO , cresceram na Bélgica com a Aliança Flamenca e o partido Vlaams Belang, e os conservadores do Novos Democratas venceram na Grécia (humilhando o governo de esquerda). Viu-se também crescimento na Alemanha com o Alternativa para a Alemanha (AfD), na Finlândia (True Finns), Dinamarca (Partido do Povo) e Espanha (Vox).

Não poderíamos terminar sem mancionar a Itália, com a fabulosa vitória de Mateo Salvine e seu Partido Lega, que, junto com o partido de coalização Cinco Estrelas, obtiveram mais de 50% dos votos, consolidadando a sua posição de defesa da soberania da Itália, e, em termos efetivos, derrotando o próprio Papa Francisco, que defende uma Itália com fronteiras abertas e recebendo cada vez mais imigrantes muçulmanos.

Um verdadeiro terremoto sacudiu os alicerces políticos da Europa, e a tendência é que os partidos nacionalistas cresçam ainda mais no futuro. O fato é que a maior parte da população européia sente falta das três seguranças que apenas os estados-nacionais podem oferecer: segurança nacional (contra a erosão das fronteiras), segurança econômica (defesa da economia nacional) e segurança existencial (preservação das culturas e tradições nacionais). Essas preocupações não podem ser satisfeitas pelo globalismo  corporativista e secularismo defendido pelas elites, pois eles promovem exatamente o contrário: erosão das fronteiras, empregos enviados para outros países e dissolução das culturas através de um multiculturalismo cego que celebra as culturas externas. 

Agora,um desdobramento interessante recente foi a criação de um bloco nacionalista e populista intitulado Identidade e Democracia. O grupo reúne nove dos 28 países membros da União Européia e inclui a Lega da Itália, Rally Nacional da França, Alternativa para a Alemanha, Partido da Liberdade da Áustria, Partido dos Verdadeiros Finlandeses, Liberdade e Democracia Direta da República Tcheca, Partido Conservador da Estônia Partido Popular e Interesse Flamengo da Bélgica.

Embora a Identidade e Democracia (ID) inclua 10 por cento dos eurodeputados no novo Parlamento Europeu, ele faz parte de um "bloco soberano mais amplo e informal de mais ou menos 200" eurodeputados, populistas, conservadores e eurocépticos, segundo a francesa Marine Le Pen, pois outros partidos que mantêm posições semelhantes sobre a migração em massa com certeza votarão em conjunto.

O ID será liderado por Marco Zanni, um eurodeputado do partido da Liga da Itália, e o maior partido individual na aliança com 28 legisladores.

Identidade e Democracia

 Um outro desdobramento interessante, e que também retrata a postura da mídia globalista,  é esta notícia abaixo.

"Líder racista de extrema direita condenado que quer banir o Islã e deportar todos os muçulmanos da Dinamarca está em vias de se tornar um parlamentar"
Esta é a manchete do jornal inglês Daily Mail se referindo a Ramus Paludam. Ele é líder do recém-criado Partido Linha Dura e que está em vias de ser eleito para o parlamento dinamarquês. O Partido Linha Dura pede pelo fima da imigração islâmica, fechamento de mesquitas e extradição de muçulmanos extremistas, o que é contra o interesse do globalismo corporativo e da esquerda internacionalizante. Por isso, ele é taxado de "líder racista" ... apesar de "muçulmano" não ser um grupo racial.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Sobre a superior tecnologia européia na época das Cruzadas

Há muito se afirma que o maior benefício (ou mesmo, o único benefício, segundo alguns) resultante das Cruzadas foi que elas expuseram os europeus ocidentais atrasados ​​e bárbaros às civilizações "mais avançadas" do mundo muçulmano. No entanto, as evidências demonstram que a situação era consideravelmente mais sutil e que o desenvolvimento era uma via de mão dupla. Além disso, a sociedade mais pronta para se adaptar nem sempre é a mais fraca ou mais atrasada.

Este artigo  apresenta o fato de que as cruzadas apenas foram possíveis devido a uma superioridade technológica européia em diversos aspectos.

Observação. O termo "Francos" usado abaixo se refere aos cruzados europeus e seus descendentes que habitaram a "Terra Santa" durantes os Estados Cruzados, por ser deste modo que os muçulmanos se referiam a eles.

Texto oriundo de Real Crusades History com acréscimos e comentários.



Vamos começar com a suposição de que a cultura islâmica 
experimentou um florescimento significativo nos séculos imediatamente anteriores 
às Cruzadas. Isso pode ser facilmente explicado se nos lembrarmos que 
os invasores muçulmanos oriundos da Península Arábica, eram 
mais atrasados, seja culturalmente ou em qualquer outro sentido,
que os povos por eles conquistados, a Pérsia e a porção mais rica do 
Império Romano do Oriente (Síria e Egito). Para os invasores muçulmanos, as
conquistas militares abriu-lhes um mundo novo e muito mais avançado. 
E, deve-se considerar também, que os nomes que se associam ao
florescimento cultura islâmica eram, na verdade, persas, gregos, assírios  
e judeus, que adotaram nomes árabes e escreviam em árabe, que 
havia se tornado a língua oficial. Nem muçulmanos eles eram. 

(Leia depois sobre a guerra que facilitou as conquistas islâmicas

No entanto, longe de ficar presa em uma "idade das trevas", a Europa 
também passava por um período de desenvolvimento significativo e avanço 
tecnológico. Contrariamente às noções populares, ao longo das chamadas 
“Idades das Trevas”, o aprendizado dos antigos textos gregos foi preservado 
- e traduzido para o latim, enquanto ao mesmo tempo grandes inovações 
tecnológicas estavam tornando a Europa mais próspera e seu povo mais 
saudável. O professor Rodney Stark argumenta que "os europeus medievais 
podem ter sido o primeiro grupo humano cujo potencial genético não foi 
prejudicado por uma dieta pobre, com o resultado de que eles eram, em 
média, mais altos, mais saudáveis ​​e mais enérgicos do que as pessoas comuns".[1]


Como resultado, a troca de conhecimento e tecnologia que se seguiu à 
Primeira Cruzada não foi, de modo algum, uma via de mão única. Enquanto os que 
Francos logo aprenderam a empregar a cavalaria ligeira na forma de arqueiros 
cristãos nativos (erroneamente chamados de turcopolos, apesar de não serem 
nem turcos, nem muçulmanos apóstatas), os sarracenos começaram a desenvolver 
a cavalaria pesada capaz de combater de perto. Enquanto os francos aprendiam 
sobre a fabricação de papel e aprimoravam as técnicas de fabricação de vidro 
dos sírios, os árabes aprenderam com os métodos industriais dos Francos para a 
fabricação de açúcar, um comércio altamente lucrativo. Enquanto o costume 
dos banhos públicos se movia de leste para oeste, o conceito de chaminés 
se movia na direção oposta.

 

Nem deveríamos assumir automaticamente que a cultura mais aberta à adaptação era 
a cultura mais fraca. Por exemplo, não há dúvida de que a arquitetura naval européia 
era muito superior à navegação árabe contemporânea, mas os árabes não puderam 
adotar a tecnologia de navegação ocidental, em grande parte devido à baixa 
qualidade de seus construtores e marinheiros. As chaminés construídas na 
Terra Santa pelos Francos caíram em desuso e depois desapareceram completamente 
da arquitetura local depois da partida dos Francos, não porque as chaminés fossem 
inúteis ou atrasadas, mas devido à pura inércia da "tradição".






Também não devemos esquecer que muitas das “invenções” que associamos ao 
“Oriente” não eram de origem sarracena (árabe), mas grega. Um exemplo clássico 
disso é o conceito de hospitais como locais onde médicos profissionais fornecem 
tratamento médico para curar os doentes. Tais instituições eram desconhecidas 
na Europa Ocidental antes da Primeira Cruzada. Quando os cruzados chegaram 
à Terra Santa, os árabes tinham hospitais sofisticados, mas as origens dessas 
instituições estavam em Bizâncio. Os primeiros hospitais do Império Romano 
do Oriente estão registrados no século IV dC; Os primeiros hospitais do 
Oriente Médio muçulmano não apareceram até o final do século VIII 
ou IX. [4] Sob a égide dos Cavaleiros de São João de Jerusalém 
(conhecidos simplesmente como “os Hospitaleiros”), os hospitais foram 
adotados na cultura da Europa Ocidental. 


O Hospital de Acre - foto do autor

Um fator importante que impactou a direção da transferência de tecnologia foi o 
meio ambiente. Os Francos - mas não seus oponentes árabes e turcos - viviam em 
um novo ambiente. Isso significava que os Francos precisavam se se adaptar a esse 
ambiente - um deles com extremos de calor desconhecidos em sua terra natal, 
um ambiente mais árido, menos coberto de florestas e mais densamente povoado. 
Teria sido absurdo - e estúpido - agarrar-se a tradições e tecnologias impróprias 
para o Mediterrâneo, por mais adequadas que fossem essas tecnologias, digamos, 
vivendo na Escócia ou lutando na Prússia. 

A adoção de sobretudos é um excelente exemplo disso. No calor intenso do verão 
sírio, usar uma peça de roupa solta sobre a armadura fazia sentido. Que os Francos 
rapidamente o fizeram, e - o que é ainda mais surpreendente - que se tornou moda 
em toda a Europa Ocidental, não é uma marca da inferioridade das formas anteriores 
de vestuário. O manto tinha uma função que estava diretamente relacionada ao 
ambiente físico no Oriente Próximo. E, mais tarde, a evolução em um meio de 
mostrar os braços e a afinidade não tem nada a ver com a superioridade árabe/turca, 
mas sim com os costumes ocidentais de cavalheirismo.

 

A prevalência de estruturas de pedra nos estados cruzados também era uma 
função da escassez de madeira, ao invés de habilidades superiores por parte 
dos pedreiros árabes. Pelo contrário, até hoje os arqueólogos podem datar os 
edifícios da era das cruzadas com base nos padrões excepcionalmente altos da 
alvenaria franca. 

Alvenaria franca em St. Annes 'em Jerusalém - foto do autor

A adoção de mercados cobertos por parte dos Francos refletiu a necessidade de 
manter bens perecíveis fora do alcance do intenso sol de verão, das moscas e da 
poeira - não uma superioridade inerente de mercados cobertos se comparados aos mercados abertos. 
























Mercado Coberto no Acre - foto do autor


A adaptação do Ocidente para o Oriente, por outro lado, foi inibida tanto pelo
fato de que o ambiente permaneceu o mesmo para os muçulmanos quanto 
pelas presunções muçulmanas de superioridade. Os muçulmanos viam os Francos 
como fundamentalmente atrasados porque eram "blasfemadores adorando a Deus 
incorretamente ... ou como idólatras adorando ídolos em forma de cruz". [2] 
No extremo, eles compartilhavam a atitude expressa por Bahr al-Fava'id, que 
escreveu: quem acredita que o seu Deus saiu das entranhas de uma mulher é 
muito louco; ele deve ser ignorado, e ele não tem inteligência nem fé.” [3] 

Deve-se dar crédito aos cruzados que, independentemente do que pensassem da 
teologia islâmica, não consideravam seus adeptos como inerentemente loucos 
e idiotas. Foi por causa dessa disposição de separar a religião da ciência e da arte 
que os Francos se mostraram notavelmente abertos à adaptação ao novo ambiente 
e ao desenvolvimento de uma cultura híbrida única.

O parágrafo abaixo é transcrito de [6]:

Mesmo se concedermos às alegações de que árabes instruídos possuíam um conhecimento superior de autores clássicos e produzissem alguns matemáticos e astrônomos, o fato é que eles ficaram para trás em termos de tecnologia vital como selas, estribos, ferraduras, carroças e vagões, cavalos e arreios, arados eficientes, bestas, fogo grego, construtores de navios, marinheiros, agricultura produtiva, armaduras eficientes e infantaria bem treinada. Não é de admirar que os cruzados pudessem marchar mais de quatro mil quilometros, derrotar um inimigo que os superasse em número e continuar derrotando-o, enquanto a Europa estivesse preparada para apoiá-los.


[1] Stark, Rodney. God’s Battalions: The Case for the Crusades
(New York: HarperOne, 2009) 70.

[2] Christie, Niall, Muslims and Crusaders: Christianity’s Wars in the Middle East, 
1095-1382, From the Islamic Sources (London: Routledge, 2014) 78.

[3] Christie, 77-78.

[4] Mitchell, Piers D., Medicine in the Crusades: Warfare, Wounds and the 
Medieval Surgeon (Cambridge: Cambridge Univ. Press, 2004) 49-50.

[5] Edgington, Susan B., “Oriental and Occidental Medicine in the Crusader 
States,” in The Crusades and the Near East: Cultural Histories, ed. Conor Kostick 
(London: Routledge, 2011) 208.

[6] Stark, Rodney. God’s Battalions: The Case for the Crusades
(New York: HarperOne, 2009) 76.