quinta-feira, 11 de julho de 2019

Pierre Omidyar, dono da IntercePT, organiza evento global sobre "Defesa Liberdade da Mídia" no Reino Unido (intuito é controle)

É interessante que o governo de dois países que vêm buscando restringir a liberdade de expressão, e que buscam mecanismos para controlar a Internet, o Canadá e o Reino Unido, se juntem ao milionário Pierra Omidyar, o dono da IntercePT, em um evento Conferência Global Defesa Liberdade da Mídia.

Veja aqui quem é Pierre Omidyar.

É como se estivéssemos vivendo o livro 1984, de George Orwell, com o seu Ministério da Verdade que supervisiona a propaganda e o revisionismo histórico. Dois países cujos governos vêm assediando os cidadãos que expressem algo diferente do que eles julgam aceitável, em conjunto com um milionário que se alinha com as idéias mais radicais da Esquerda, tais como imigração em massa de muçulmanos para o Ocidente, se apresentando como defensores da liberdade da mídia!

Atualmente, o governo canadense, liderado pelo ultra-globalista e pró-islamista Justin Trudeau, vem pressionando as empresas de mídia social para censurar os conservadores e demais críticos do governo, lentamente transformando "islamofobia" em um crime, e fazendo revigorar a Seção 13 da lei canadense de direitos humanos, cujos termos prevêm censura (a Seção 13 foi retirada da lei pelo governo passado, conservador, exatamente por estar sendo abusada por juízes ativistas para punir quem eles julgavam "anti-progressistas").

Quanto ao governo britânico, que prefere perseguir seus críticos nas redes sociais ao invés de enfrentar o problema das gangues de estupradores paquistaneses muçulmanos ou o surto de ataques com facas e ácido nas ruas de Londres, está na eminência de decretar a sentença para Tommy Robinson, preso exatamente por denunciar a inépcia do governo em prender os estupradores muçulmanos, preferindo silenciar as vozes das vítimas (meninas adolescentes) para não criar "tensão social" (ou seja, deixaram de impor a lei para não serem chamados de racistas e islamófobos por prenderem os pobres paquistaneses que estavam apenas seguindo a sua cultura e religião ao aliciarem e estuprarem menores infiéis).

Durante uma entrevista, Pierre Omidyar bricou como seria um conferência como esta financiada pelos irmãos Kock. Ezra Levant, do canal canadense independente The Rebel, imediatamente perguntou como Pierre Omidyar se sentia sendo o "irmão Kock da Esquerda."

Outro fato interessante foi a resposta do embaixador David Kaye (ONU), de que não existe uma definição internacional concreta do que se constitui "expressão de ódio" (hate speech), o que torna sua criminalização algo flúido e arbitrário.

Finalmente, a maioria das conversas não tem nada com defesa da liberdade da mídia, mas sim com subsídios para a "mídia verdadeira" e combate a notícias falsas (fake news). É claro que o que é notícia falsa depende do muitas vezes do ponto-de-vista e opinião, por exemplo, a quem diga que a idéia de que o mundo vai acabar em 12 anos é notícia falsa enquanto que os alarmistas acham que é verdade. Para eles, notícia falsa é exatamente aquela que diz que o clima não gerar cataclisma mundial.

O problema se resume a responder à pergunta. O que é notícia falsa para quem detem o capital, ou seja, para os grandes grupos corporativos globalistas e para a Organização para a Coorperação Islâmica que financia a propagação do islamismo? Obviamente qualquer mensagem que vai de encontro com os seus interesses. E isso ficou claro com os termos do Pacto Migratório da ONU, que impõe que os países signatários censurem a imprensa para “dissipar narrativas enganosas que geram percepções negativas dos imigrantes”. Para tal, apenas financiar a parte da mídia que esteja alinhada à agenda de liberdade migratória irrestrita e promova o Pacto. A parte da mídia de cada país que não promover o Pacto deve ter seu financiamento cortado. Com isso, o Pacto diz promover o “pleno respeito pela liberdade dos meios de comunicação social” (ou seja, para os globalistas, censura é liberdade).

Conforme dito acima, é como se o livro 1984, de George Orwell, tivesse se tornado a realidade.

Guerra é a paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é a força.

Mais sobre este evento na página do The Rebel, com link para vídeos.

(caso os links não funcionem, aqui vai:
https://youtu.be/_8LkGdTq5Vchttps://youtu.be/EHmo9TC4DIQhttps://youtu.be/0KN6roONTPAhttps://youtu.be/mjJK_2-pqRAhttps://youtu.be/1Yro8Gyuihg.




Um comentário:

John Oliveira disse...

Corre a notícia de que os islamistas estão a atacar o seu blogue, tentando proibi-lo de espalhar a VERDADE. Desde sempre que este é o meu blogue preferido. Estou frustrado e revoltado. Abraço.