Esta é a Parte 2, de 4, da cronologia da Jihad Islâmica. Ela se baseia inicialmente no texto "A Cruzada Islâmica de Mil Anos" escrita por Craig Winn, autor do best seller "O Profeta da Perdição, O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé." Este texto apresenta a linha do tempo do terrorismo islâmico, que começou com Maomé e continua até os dias de hoje. Sobre este texto, eu esclareço os eventos, ou acrescento outros, sempre que possível e necessário, oriundo de fontes das mais diversas, listadas ao longo deste artigo.
A lista de cronológica de "eventos sagrados" (do ponto-de-vista islâmico) estabelece o fato de que o islão foi alimentado pela pilhagem e se expandiu sob as costas ensanguentadas das suas vítimas.
Além disso, um fato pouco divulgado, entre tantos que envolvem o islão, é que as escrituras islâmicas, inclusive o Alcorão, foram compiladas entre 100 a 300 anos após a morte de Maomé. Foi então que o islão foi criado como religião e sistema político, sempre usado por califas e chefes tribais para impor o seu domínio. Ou seja, o islão é um sistema político-religioso que satisfaz ditadores, e os clérigos que se beneficiam com ele, há mais de mil anos.
Jihad Islâmica (Parte 2)
De Maomé até a criação do islamismo
(ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)
(ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)
Tradução do original
Islam's 1,000-Year Crusade
Escrito por Craig Winn
Traduzido e comentado por José Atento
Parte 2: De Maomé até a criação do islamismo (ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)
622 DC: Após
os embaraçadores Versos Satânicos e alucinógena Jornada Noturna aos céus à
bordo de um asno voador, o candidato a profeta fugiu às pressas de Meca. Ele se
reuniu com os 12 líderes de Yathrib, atual Medina, em um vale chamado Aqaba, e
os primeiros muçulmanos “prometem guerrear toda a humanidade.” Começa, assim,
oficialmente, a era islâmica. [1] (veja em "Barganha com o Diabo" e "Delírios de Grandeza", capítulos de O Profeta da Perdição).
[1] NOTA DO TRADUTOR – O primeiro ano na escala de tempo islâmica começa com a “migração” de Maomé de Meca para Medina, quando ele se torna um líder politico e militar.
623 DC: Os
muçulmanos derramam o primeiro sangue, matando um cidadão de Meca e
sequestrando outro em Nakhla. Eles saquearam a caravana e trouxeram o roubo
de volta para Maomé. (veja no capítulo "O Pirata Pedófilo" de O Profeta da Perdição).
624 DC: Maomé conduziu os primeiros muçulmanos a saquearem uma caravana, proveniente de Meca, em Badr. Eles perderam o alvo mas encontram alguns mercadores que tinham saído para proteger os seus interesesses comerciais dos incursores islâmicos. Os muçulmanos mataram 70 mercadores, a maior parte deles seus parentes, e tomaram quase o mesmo número como reféns. Os reféns foram resgatados por suas famílias através de “fiança,” criando um precedente islâmico que é seguido até hoje. A oitava Sura do Alcorão foi “revelada” nesta época como uma escritura situacional apresentando justificativas para luta e para roubo. (Veja no capítulo "Guerra Faz Lucro (e um Profeta)" de O Profeta da Perdição).
624 DC: Maomé
sitiou o mais rico povoado judeu em Yathrib. Após forçar os Banu Qaynuqa a
morrerem no deserto, Maomé roubou suas casas, terras, comércio, fazendas e
tesouros. As Suras número 59, 61, 62, 63 e 64 do Alcorão foram reveladas para
levarem os muçulmanos a acreditarem que tudo o que eles estavam fazendo era
religioso e bom. (Veja no capítulo "Mein Kampf" de O Profeta da Perdição).
625 DC: Os muçulmanos continuaram a aterrorizar e roubar os habitants de Meca, tanto que eles decidiram ir até Yathrib/Medina para terminar com a fonte do seu sofrimento. Achando que eles tinham matado Maomé e maior parte dos jihadistas em Uhud, o grupo de Meca voltou para casa. Como a religião-terrorista esteve a um centímetro de ser destruída, Maomé concebeu a 3a Sura, na qual Alá diz aos muçulmanos que ele irá matar todos aqueles que não lutarem em prol do Islã. (Veja no capítulo "Bons Muçulmanos Matam" de O Profeta da Perdição).
625 DC: Necessitanto
saciar a cobiça sanguinária dos seus mercenários, Maomé decidiu saquear a
segunda maior comunidade judia em Yathrib (Medina). Os indefesos judeus da
tribo Banu Nadir foram condenados à fome em submissão aos muçulmanos, e
forçados a morrerem no deserto [2]. Novamente, Maomé
roubou suas casas, terras, comércio, fazendas e tesouros. Maomé começou a se
tornar um pervertido sexual, e como um megalomanícado impiedoso, ele inventou a
Sura 33, o mais imoral discurso do Alcorão para
justificar a sua vida desprezível. Alá aprova estupro e incesto. (Ver
no capítulo "Libertino Tarado" de O Profeta da Perdição).
[2] NOTA DO TRADUTOR – Fato imitado pelos turcos circa 1920 ao forçarem os cristãos armênios a morrerem no deserto sírio.
626 DC:
Os mercadores de Meca retornam a Yathrib/Medina na tentativa de por um fim na
campanha terrorista de Maomé. Mas eles foram frustrados por uma trincheira
cavada na areia. Apesar da Batalha da Trincheira tenha resultado em um impasse,
Maomé regozijou-se de um modo típicamente islâmico.
627 DC:
Considerando que a Batalha da Trincheira não resultou no derramamento de sangue
e nem saque, Maomé teve que encontrar alguma presa fácil para saciar os seus
jihadistas. O encampamento judáico dos Banu Qurayza em Yathrib/Medina sofreu como
resultado. Depois de te-los feito passarem fome até capitularem, Maomé mandou o
seus valentões cavarem trincheiras no centro de Medina. Ele fez com que
cada um dos homens judeus e meninos maiores que 12 anos de idade tivessem suas
mãos amarradas. Ele fez com que este grupo, totalizando 900, desfilasse em
grupos pequenos na sua presença, e mandou os seus mujahideen os decapitarem em frente à trincheira – empurrando os
seus corpos na trincheira. Então, Maomé, depois de ter escolhido a mulher judia
mais atraente para ele, usou de uma loteria para determinar a ordem da seleção
para que os seus seguidores pudessem escolher as vítimas para serem estupradas.
As crianças judias foram escravizadas e vendidas de modo a que mais armas
pudessem serem compradas. Pedaços da Sura 33 do Alcorão foi revelada para
demonstrar que Alá era um terrorista, mercador de escravos e ladrão assassino. (Ver no capítulo "Holocausto Islâmico" de O Profeta da Perdição).
Detalhe da pintura em miniatura “O Profeta, Ali, e os Companheiros no Massacre dos Prisioneiros da tribo judaica de Beni Qurayzah”, ilustração de um texto do século 19 por Muhammad Rafi Bazil.
628 DC: Este
foi um ano muito ruim. Nele, o terror tornou-se o ato marcante do Islão, com
incursões lançadas contra os árabes do Lihyan e do Banu Mustaliq. Neste mesmo
ano, a Sura 24 do Alcorão foi revelada para livrar
o profeta pedófilo de uma situação delicada com a sua esposa-criança (Aisha).
Foi
então que o mensageiro de Alá montou uma considerável força de jihadistas para
pilhar a sua cidade-natal de Meca – uma vila de barro com 5 mil pessoas que era
a sede de uma pilha de deuses de pedra, incluindo a pedra de Alá, chamada de Caaba.
Mas o menino de Alá ficou intimidado, e ao invés de saquear os seus parentes
ele assinou o Tratado de Hudaybiyah, no qual ele, Maomé, negou ser um profeta e
que Alá era um deus. A Sura 4 do Alcorão foi revelada dizendo aos muçulmanos
como eles devem lutar. (Ver no capítulo "O Terrorista Atormentado" de O Profeta da Perdição).
Este
fato levou o Islão para a sua hora mais macabra. Sem a pilhagem que os
jihadistas esperavam de Meca, os primeiros muçulmanos se voltaram contra Maomé
em uma rebelião em massa. O Senhor da Guerra islâmico fez aquilo que todos os
déspotas fazem – ele achou um bode expiatório para saciar a sua horda de saqueadores.
No caminho de volta para Yathrib/Medina, os jihadistas de Maomé perpetuaram uma
incursão terrorista sobre a comunidade judáica de Khaybar. A vila de campesinos
foi conquistada de modo selvagem e saqueada. Os líderes da vila foram torturados
sob as ordens de Maomé. Os homens foram assassinados e as mulheres estupradas,
com Maomé, novamente, participando da farra pessoalmente. Os muçulmanos
novamente roubaram as casas, propriedades e posses dos judeus. Novamente, as
crianças judias foram escravizadas e o lucro com a venda de escravos usado para
comprar mais armas e construir uma milícia ainda maior. A Sura 49 do Alcorão foi então revelada de
modo a restabelecer a esfarrapada reputação de Maomé. O texto é especialmente
revoltante (Ver no capítulo "Sangue e Pilhagem" de O Profeta da Perdição).
Muçulmanos celebram as matanças promovidas por Maomé como algo sagrado.
629 DC: Como
um prelúdio à desenha da sua promessa com os habitantes de Meca em Hudaybiyah, onde
Maomé prometeu que não iria aterroriza-los por 10 anos, o profeta do islão
revelou a Sura 66 do Alcorão que diz: "Alá
sancionou para você a dissolução dos seus votos." O deus do Islão
autorizou a sua única testemunha a mentir. Ele então recitou a Sura 48 na qual os muçulmanos pacíficos que
não queriam lutar foram avisados que eles seriam torturados por Alá. Então, ele
disse na Sura 47, "Então, quando você se
encontrar com os infiéis em batalha ataque os seus pescoços até os derrotar,
matando e ferindo muitos deles. Quando você os tiver subjugados totalmente,
amarre-os firmemente, fazendo-os cativos … Então você é comandado por Alá a
continuar executando Jihad contra os infiéis descrentes até que eles se
submetam ao Islão."
Com esta
inspiração, os mujahidin de Maomé assaltam e pilham as vilas árabes de Mulawwih, Banu Bakr, Harith, Kadid, Salasil, Jusham, e Idam, em uma séria de
incursões terroristas. Maomé então envia-os para atacarem os bizantinos próximo
à cidade de Mutah (localizada atualmente na Jordânia). É a
primeira vez que os jihadistas lutam contra um exército de verdade, sendo
fragorosamente derrotados. (Ver no capítulo "Legado de Terror" de O Profeta da Perdição).
A Jihad está marcada no sub-consciente coletivo dos muçulmanos: monumento que celebra a “Batalha de Mutah” na Jordânia
630 DC: Maomé
revelou a penúltima sura do Alcorão momentos antes de conquistar Meca. A Sura 9 é o manifesto de guerra do Alcorão,
onde encontramos: "Esta proclamação de Alá e Seu Mensageiro
[Maomé] para o povo [muçulmano] no dia da Grande Peregrinação [ataque a Meca]:
Alá e Seu Mensageiro dissolvem as obrigações (tratado) com os infiéis." Com uma
superioridade numérica sobre os mercadores de Meca de dois para um, os
mujahidin de Maomé conquistam a sua cidade-natal e forçam todos a se submeterem
ao Islão ou a morrerem.
No seu
caminho de volta, os jihadistas islâmicos aterrorisam as vilas árabes de Hunsin,
Auras, and Taif. (Ver no capítulo "Jihad" de O Profeta da Perdição).
631 DC: Tendo
caçado em demasia os judeus e os árabes, Maomé tornou os seus olhos para os
cristãos bizantinos. Ele revelou a última sura do Alcorão, a Sura 5, para tornar os cristãos inimigos do
Islão apesar de que nenhum cristão jamais tenha falado uma palavra ou posto um
dedo em um único muçulmano. Com a sua justificação em mãos, Maomé junta uma
milícia de 30.000 mujahidin para assaltar a cidade de Tabuk, localizada
atualmente no noroeste da Arábia Saudita. Ele deu aos cristãos um ultimato: "paguem
tributo ou morram." (Ver no capítulo "Plano Profético Rentável" de O Profeta da Perdição).
632 DC: Maomé morre uma morte miserável [3].
Após sua morte, as tribos que haviam sido subjugadas à força se rebelam e declaram sua liberdade. Mas o Califado
(Deputado do Profeta) Abu Bakr não aceitar peder o poder e lidera os jihadistas islãmicos a promovem uma guerra para conquistar toda a Arábia [4]. Os árabes ou se
submetiam ou morriam [5]. (Ver no capítulo
"Profeta da Desgraça" de O Profeta da Perdição).
[3] NOTA DO TRADUTOR – Maomé foi envenenado. Não se sabe ao certo quem o envenenou. Alguns dizem ter sido Rayana, a escrava-sexual judia de Maomé. Outros (notadamente os xiítas) acusam Aisha (a criança com quem Maomé se casou).
[4] NOTA DO TRADUTOR – Fontes islâmicas (por exemplo, Tabari) narram que o Califa Abu Bakr não aceitou que as tribos que haviam jurado submisssão a Maomé deixassem de ser muçulmanas. Como deixar de ser muçulmano (apostasia) é um crime punível com a morte, estas campanhas são conhecidas como Guerras da Apostasia (ou Ridda) ou ainda Guerras de Compulsão.
[5] NOTA DO TRADUTOR – Aos árabes politeístas não havia escolha: conversão ao islã ou morte.
Mapa mostrando o local dos confrontos dentro das Guerras de Compulsão.
Após
conquistar a Arábia, roubando deste modo os árabes da sua liberdade, prosperidade
e esperança, para sempre, os jihadistas de Abu Bakr pilham o Iemen. Lá, Mussailima,
outro falso profeta indistinguível de Maomé, é conquistado. Os muçulmanos fazem
guerra contra as comunidades de Zu Qissa, Abraq, Buzakha, Zafar, Naqra, and
Bani Tamim. (Tabari, Volume 10).
633 DC: Os
mujahidin muçulmanos, liderados por Khalid al-Walid, o novo terrorista
sanguinário da nova religião, a quem Maomé havia pessoalmente apelidado de
“Espada de Alá” devido a sua ferocidade e propensão para amarrar as mãos de
mulheres e crianças às costas para então cortar fora as suas cabeças, conquista
a cidade persa de Ullays ao longo do rio Eufrates, no atual Iraque. Khalid decepa
a cabeça de tantos civis que um canal próximo, por onde o sangue jorrou, é
chamado de Canal do Sangue [6] até hoje. (Tabari
Volume 11:24).
[6] NOTA DO TRADUTOR – Batalha de Ullays, também conhecida como Batalha do Rio de Sangue.
Nos
meses seguintes, os mujahadins the Khalid atacam o Bahrain, Oman, Mahrah, e
Hadramaut. O segundo mais famoso terrorista islâmico faz incursões nas cidades
do Iraque, e sitia Kazima, Mazar, Walaja, Ulleis, Hirah, Anbar, Ein at Tamr,
Jandal, Firaz, e Daumatul.
A "expansão pacífica" do islão: campanha de Khalid al-Walid no Iraque
634 DC: Nas
batalhas de Basra e Ajnadin Damasco na Síria, os jihadistas muçulmanos derrotam
regimentos bizantinos. Jihadistas da atualidade, como recentemente Osama bin
Laden, se inspiram nestas vitórias islâmicas e especialmente em Khalid
al-Walid. "Exércitos tornam-se numerosos apenas com vitória e poucos com
derrota. Por Alá, eu adoraria … se o inimigo fosse duas vezes maior." (Tabari Volume 11:94). Os jihaidstas se
inspiram em Khalid dizendo que eles amam a morte mais do que os ocidentais amam
a vida. Esta afinidade com a morte vem diretamente do Alcorão e do Hadith onde
Maomé e Alá dizem que morrer enquanto matando infiéis numa jihad é o passo mais
seguro para o paraíso.
A "expansão pacífica" do islão: campanha de Khalid al-Walid no Levante
Abu Bakr
morre e o Califado de Umar ibn al-Khattab começa. Sua campanha de
terror foi particularmente brutal. Imediatamente, ele ataca Namaraq and
Saqatia.
635 DC: Mujahadin
muçulmanos sitiam e conquistam Damasco. Ele lutam e vencem as batalhas de
Bridge, Buwaib, and Fahl.
636 DC: Jihadistas
islâmicos atacam e derrotam os enfraquecidos bizantinos novamente, em Yarmuk –
desta vez pulverizando-os. Eles lutam e vencem em Madain.
637 DC: A
Síria cai sob a investida islâmica. Então, os muçulmanos cruzados conquistam
grandes porções do oeste da Pérsia (no atual Iraque), começando com a Batalha
de al-Qadisiyyah. Os mujahadins muçulmanos ocupam a capital persa Ctesiphon.
638 DC: Assaltantes
islâmicos atacam e derrotam os bizantinos na Batalha de Yarmouk. Os muçulmanos
entram, ocupam e anexam Jerusalem, tomando-a dos bizantinos. Toda a judéia cai
sob a espada o islã. Muçulmanos seguem saqueando Jalula e Jazirah e continuam a
conquista do restante da Síria (a porção hoje que corresponde a Jordânia e o
Líbano).
No
fronte leste, exércitos islâmicos conquistam o leste da Pérsia no atual Irã, restando
apenas a região do Mar Cáspio sob o controle persa.
639 DC: Os
assaltantes islâmicos conquistam o Kuzestão[7] no leste, e no
oeste eles entram no Egito, onde eles começam a pilhagem, queimando suas
bibliotecas e desfigurando a sua história monumental.
[7] NOTA DO TRADUTOR – Kuzestão é hoje uma provincial do Irã rica em petróleo, às margens do Golfo Persa. Um dos motivos da Guerra Irã-Iraque dos anos 80 foi a reinvidicação iraquiana pela sua posse.
640 DC: Jihadistas
muçulmanos capturam a Cesaréia na Síria e Shustar Jande Sabur na Pérsia. Eles
lutam a Batalha da Babilônia.
No fronte oeste, o Islão completa a conquista das cidades ao norte do Egito, roubando-as dos Romanos (bizantinos). Arábia, Egito, Pérsia, e as terras da Crescente Fértil são agora férteis feudos de quatro califas islâmicos.
641 DC: Cruzados
muçulmanos que haviam ignorado o interior da Síria e da Judéia no caminho do
Egito, retornam para levantar suas espadas sobre a cabeça de todos. Eles atacam
Nihawand e então conquistam Alexandria no Egito.
Na
fronte leste, o Islão conquista todo o Iraque, tomando-o dos persas.
642 DC: Mujahadin
islâmicos lutam a Batalha de Rayy in Persia. Movendo sul, no fronte oeste, eles
conquistam todo o Egito.
643 DC: No
norte, o exército do Islão conquista o Azeibaijão e o Tabaristão, hoje parte da
Russia.
644 DC: A
máquina de morte islâmica saqueia e pilha Fars,
Kerman, Sistan, Mekran and Kharan (no atual Irã). O Califa Umar ibn al-Khattab foi
assassinado. Uthman ibn Affan foi nomeado como o
terceiro Califa. Como a família de Uthman rejeitou a reividicação de Maomé de
que ele era o Mensageiro de Alá, o Islão se divide, com os baderneiros xiítas
fazendo campanha em prol de Ali, que foi primo, filho adotivo e genro de Maomé.
646 DC: Muçulmanos
batalham em Khurasan, na Armênia, e na Ásia Menor, através do Cáucaso.
647 DC: Os
bárbaros islâmicos saqueiam selvagelmente o Norte da África. Os jihadistas
islâmicos conquistaram a Ilha de Chipre. Eles sitiam e saqueiam Trípoli, no
norte da África. E eles forçam o estabelecimento do islão como a única religião
aceitável nos atuais Irã, Iraque, Arábia e Afeganistão.
648 DC: Os
exércitos muçulmanos foram unificados e se posicionaram contra os Bizantinos.
650 DC: A
conquista e ocupação da Pérsia estava completa. Todo o conjunto da história dos
mais antigos e poderosos impérios se rendem quando a resistência se torna fútil
sob o assalto de espadas sanguinárias.
651 DC: Os
muçulmanos vencem a Batalha de Masts, contra os Bizantinos, e quase capturam o
emperador bizantino.
652 DC: O
assalto islâmico contra a humanidade dá um tranco e os mujahadin muçulmanos
mostram abertamente a sua hostilidade contra o califa Uthman.
654 DC: A
violenta e agressiva conquista islâmica do norte da África estava quase que
completa. Apenas o Marrocos permaneceu livre desta escória religiosa. Os
muçulmanos começam a estabelecer feudos através das regiões por eles ocupadas.
656 DC: O
califa sunita Uthman foi assassinado por soldados muçulmanos. O califado é dado
a Ali ibn Abi Talib, filho adotivo, genro e primo de Maomé. A sua
reinvindicação ao trono foi ter-se casado com uma das filhas de Maomé, Fatima.
O assassinado de um califa, para que um outro se tornasse califa, se tornaria um
procedimento operacional padrão no mundo islâmico.
Na
Batalha do Camelo, Aisha, a esposa-criança de Maomé, liderou uma rebelião
contra Ali, como vingança contra o assassinato de Uthman. Os xiítas,
partidários de Ali, venceram.
Aisha liderando muçulmanos revoltosos contra o Califa Ali, na Batalha do Camelo
657 DC: Mais
um capítulo na luta entre os xiítas e os sunitas (hoje chamada de “violência
sectária”): a batalha de Siffin, entre Ali e o governador muçulmano de
Jerusalém. Ali foi forçado para fora de Medina, movendo a capital xiíta do
Islão para Kufa, no Iraque.
658 DC: Importantes
batalhas foram lutadas pelos muçulmanos em Nahrawan, e depois no Egito, onde os
últimos bolsões de resistência foram suprimidos. Os califados Omíada, e mais
tarde o califado Abássida, iriam controlar o Egito até o ano 868 DC.
660 DC: As forças de Ali recapturam o Hijaz (a região de Meca-Medina) e o Iêmen do seu rival sunita, Mu'awiyah, um parente de Uthman. Então, Muawiyah se declara Califa e estabelece o seu trono em Damasco.
661 DC:
Ali foi assassinado por um rival muçulmano sunita. Os partidários de
Ali formam o partido politico/religiosos xiíta e promovem o filho de Ali,
Hasan, como califa. Eles insitem que um descendente de sangue de Maomé mantenha
o controle sobre todos os muçulmanos. Contudo, Hasan não queria ser o
próximo a morrer. Ele fez um acordo com Muawiyyah, e abdicou ao trono, se
retirando para Medina.
O Califado de Muawiyyah I começou. Ele fundou a dinastia Omíada e retirou de Medina, uma cidade fora da rota da civilização, o título de capital do império islâmico, se mudando para a urbana Damasco, agora a nova capital.
O que é
interessante sobre isto é que muito embora Damasco, ao contrário de Meca e de
Medina, fosse uma cidade com uma comunidade literária e alfabetizada, e embora
existam muitos relatos sobre as batalhas dos Omíadas, coleta de taxa e
promoções políticas, não existe uma única linha de escritura islâmica desta
época – não existe uma única palavra do Alcorão ou Hadith que tivesse sido
escrita até então. Os primeiros fragmentos do Alcorão datam do século oitavo e
o mais antigo manuscrito dos Hadiths datam do século nono.
Não
existia Alcorão ou qualquer outra base textual para a religião do Islã quando
os seus mujahadin estavam conquistando o mundo. Isso significa que eles estavam
fazendo isso por causa da pilhagem, e não por causa de uma religião. Este é um dos mais
impressionantes fatos da História, embora muito pouco conhecido.
A
dinastia omíada manteria poderes ditatoriais sobre todos os territories
conquistados pelo islã até 750 DC.
662 DC: Toda
a Península Arábica e os atuais Irã e Iraque foram unificados sob os califados
omíada e abássida. O reino de opressão destes dois califados duraria
até o ano 1258.
666 DC:
Crusados muçulmanos atacam e saqueiam a ilha da Sicília.
670 DC: Exércitos
islâmicos continuam a pilhagem da África do Norte no fronte oeste. Os
jihadistas chegam ao Marrocos, conquistando-o. A região toda estava agora sob o
controle dos califados omíadas e abássidas.
O Exército do Oeste captura Cabul no Afeganistão. Em muito breve, o islão controlaria e ocuparia toda a região do Cáucaso e o entorno do Mar Cáspio.
672 DC: Os
muçulmanos conquistam a Ilha de Rodes, colocando-a sob o domínio das suas
espadas.
673 DC: Os exércitos islâmicos começam a Campanha de Coração (em persa, Khurasan, atual nordeste do Irã, sudeste do Turcomenistão e noroeste do Afeganistão).
674 DC: Os
muçulmanos cruzam o Rio Oxus (Amu Darya, fronteira entre Turcomenistão e
Uzbaquistão). Bukhara (no Uzbequistão) torna-se um estado
vassalo.
677 DC: Militantes
islâmicos ocupam Samarkand and Tirmiz (no
Uzbequistão).
678 DC: Exércitos
muçulmanos sitiam Constantinopla, a capital do Império Bizantino cristão.
680 DC: O
califa Mu'awiyah more e Hussein (Hussain) (neto de Maomé pelo lado de Ali), a
sua família e os seus seguidores são massacrados em Karbala, Iraque, pelos
sunitas omíadas. Como resultado disso, Yazid ganhou controle do legado de
sangue de Maomé (tornando-se califa).
682 DC: No
Norte da África, Uqba bin Nafe marcha até o Atântico. Ele é emboscado e morto
em Biskra (Argélia). Os muçulmanos evacuam Qairowan e se retiram para Barqa.
683 DC: O
Califa Yazid morre. Mu'awiyah II é coroado o novo rei da máquina da morte.
684 DC:
Abdullah bin Zubair declara-se califa em Meca. Marwan I disputa a reivindicação
e se nomeia califa em Damasco. Enquanto isso, o assalto islâmico
continua a sua marcha com a Batalha de Marj Rahat (que ocorreu próximo à
Damasco).
685 DC: Caindo
feito moscas, Marwan I morre, e então Abdul Malik se torna o califa em Damasco.
Sem perder o foco, os mujahidin islâmicos lutam a Batalha de Ain ul Wada.
686 DC:
Mukhtar declara-se califa em Kufa, Iraq. Como você já percebeu, ser o supremo
líder deste imperio religiosos é muito lucrativo.
687 DC: Sem
desejar compartilhar nada, as forças islâmicas de Mukhtar e Abdullah bin Zubair
enfrentam-se na Batalha de Kufa. Mukhtar deve ter perdido já que ele
foi morto.
691 DC: Os
muçulmanos lutam agora a Batalha de Deir ul Jaliq. Mas então Kufa cai para Abdul Malik.
O
primeiro Domo da Rocha foi completado sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Ele
comemora a viagem halucinógena de Maomé, voando à bordo de um burro alado, de Meca
para Jerusalém, logo após o vexame dos Versos Satânicos. O solitário porta-voz
de Alá diz ter se encontrado com todos os profetas judeus no templo que havia
sido destruido seis séculos antes, e depois ter dado um pulinho no céu –
provando que não é possível chegar ao céu via Meca.
692 DC: Com
a queda de Meca para Abdul Malik, e com
a morte de Abdullah bin Zubair, Malik torna-se o único califa.
695 DC: A revolta de Khawarij em Jazira e em Ahwaz abala o islão. Entretando, os muçulmanos vencem a Batalha de Karun. Então, a campanha contra Kahina é lançada no norte da África (Kahina era uma mulher, líder dos Berberes). Sem obterem sucesso, os muçulmanos mais uma vez recuam para Barqa.
No fronte oriental,
as forças islâmicas avançam para a Transoxiana (região que correspondem
aproximadamente a atual Uzbequistão e partes do Turcomenistão, Tadjiquistão e
Cazaquistão) e ocupam Kish.
Transoxiana e Khurasan
700 DC: Os exércitos muçulmanos lutam contra os bérberes no norte da África.
702 DC: O
islão resiste à rebelião de Ashath e lutam a batalha de Deir ul Jamira.
705 DC: Com
a morte de Abdul Malik, Walid I torna-se o califa.
710 DC: No
fronte leste, os cruzados muçulmanos conquistaram o vale baixo do Rio Hindu. No
fronte oeste, Tariq ibn Malik cruzou o Estreito de Gilbraltar separando a
África da Europa com um grupo de muçulmanos, entrando na Europa pela primeira
vez.
711 DC: Um
forte exército islâmico de 7 mil, sob o commando de Tariq ibn Malik, invadiu a
Espanha, levando a imposição do Reino de Andalus. Quase toda a
Península Ibérica se submete à espada do Islão.
Muçulmanos
avançam sobre o Sindh no Afeganistão e Transoxiana para então conquistarem Multan.
712 DC: Com
a recente conquista da Espanha, o interior do Egito, e o Marrocos, o Império
islâmico ocupa e oprime a maior parte dos impérios persa e romano. Esta conquista
territorial, monumental, agressiva e rápida, foi toda obtida através da espada.
715 DC:
Walid morre e Sulaiman torna-se califa.
716 DC: Muçulmanos
invadem Constantinopla mas falham na sua tentativa de conquistar a capital
cristã.
717 DC: Com
a morte de Sulaiman, Umar bin Abdul Aziz toma a coroa do islão.
718 DC: A invasão, conquista e ocupação da Espanha foi completada.
719 DC:
Córdoba, Espanha, torna-se capital da Europa islâmica.
720 DC: Com
a morte de Umar bin Abdul Aziz, Yazid II torna-se o califa.
724 DC: Com
a morte de Yazid II, Hisham ganha o controle do legado de Maomé.
725 DC: A
conquista islâmica da Europa atinge o seu auge com os muçulmanos ocupando Nimes,
na França.
732 DC: Os
muçulmanos cruzados foram parados na Batalha de Poitier (Tours). E dificil apreciar mas os Francos (franceses)
conseguiram parar o avanço islâmico na Europa Ocidental. Entretanto, os
exércitos muçulmanos continuaram a avançar na Ásia e na África.
Neste ano de 732 DC, o primeiro século do islão se completou. Este primeiro século foi marcado por morte e destruição. A religião foi alimentada pela pilhagem e se expandiu sob as costas ensanguentadas das suas vítimas. Não existe quase nada de bom que possa ser dito neste primeiro século do islão. A religião tem sido uma maldição sobre toda a humanidade.
A Europa é salva por um triz em Poitiers, cidade a 340 km de Paris
737 DC: Os
mujahadin muçulmanos sofrem uma nova derrota em Avignon, na França.
740 DC: Muçulmanos
xiítas se revoltam sob a liderança de Zaid bin Ali. Os bérberes, sofrendo mais
um revés, se revoltam novamente contra o islão no norte da África. Ao final
deste ano, muçulmanos e bérberes travam a Batalha dos Nobres.
741 DC: A
Batalha de Bagdoura é lutada, no norte da África.
742 DC: A
máquina de Guerra islâmica restora o controle muçulmano em Qiarowan
(atual na Tunísia).
743 DC: Com
a morte de Hisham, Walid II ascende ao poder. Isto leva a uma nova revolta dos
xiítas, desta vez em Khurasan, sob Yahya b Zaid.
744 DC:
Walid II é destituído do poder, o que leva a ascença de Yazid II1. Após a sua
morte, Ibrahim foi coroado, mas ele foi destronado rapidamente. Apóas a Batalha
de Ain al Jurr, Marwan II torna-se o chefe-potentado deste regime
mortal.
745 DC:
Kufa e Mosul foram ocupadas pelos Khawarjites.
746 DC: Depois
da Batalha de Rupar Thutha, Kufa and Mosul foram ocupadas por Marwan II.
747 DC:
Abu Muslim comanda uma revolta em Khurasan.
748 DC:Jihadistas
muçulmanos lutam a Batalha de Rayy.
749 DC: Depois
das batalhas de lsfahan e Nihawand, Kufa foi capturada pelos Abássidas. Saffah foi
então tornado Califa Abássida em Kufa, na continuação desta luta sectária que
ainda consume o islão até os dias de hoje.
750 DC: Luta-se
a Batalha de Zab. Com a queda de Damasco para os muçulmanos xiítas, o islão
experimentou o fim da agressiva dinastia omíada, e o soerguimento dos
abássidas. Eles tomaram o seu nome de um tio de Maomé, al-Abbas, porque os
descendentes dele haviam se revoltado contra o controle omíada. Sob os omíadas,
os não-muçulmanos nos territórios ocupados foram relegados a um estado de
escravidão. Os abássidas eram melhores desde que os povos conquistados pagassem
os seus impostos.
A capital
do mundo islâmico se mudou de Damasco, na Síria, para Bagdá, no Iraque. As
cidades de Meca e Medina, infestadas de pulgas e piolhos, batidas pelo sol,
feitas de casas de barro, foram jogadas ao ostracismo, substituidas por cidades
mais civilizadas, cosmopolitas e menos islâmicas. A religião do islão nasceu em Bagdá. A
primeira edição escrita do Alcorão foi compilada em Kufu, nos arredores de Bagdá,
em torno do ano 725 DC. O livro Rasul Allah escrito por Ibn Ishaq, conhecido
como Sira, ou Biografia de Maomé, foi compilado em Bagdá no ano 750 DC (alguns
dizem que o ano foi 768DC). Sem esta biografia que registra em crônica os
primórdios do islão, a religião nunca teria existido, pois nada se saberia
sobre Maomé, o profeta solitário do islão e a única voz de Alá. Sem Ishaq, não existiria profeta, e, sem
profeta, não existiria islão.
Então,
em 850 DC, Bukhari and Muslim iriam compilar os mais competentes e dominantes
coleções de Hadith (Hadice) descrevendo as palavras e feitos de Maomé e seus
companheiros. Esta coleção tem relevância por se tornar a base do Salafismo, o
islamismo fundamentalist. Nestes textos, Maomé explica o Alcorão e estabelece a
Sunnah islâmica e a Sharia (lei islâmica), ao esclarecer sua mensagem em
relação a jihad, luta, comércio de escravos, pilhagem, taxação, as virgens do
paraíso, opressão, intolerância para com as mulheres, cristãos e judeus, bem
como a sua hostilidade aberta contra liberdade de escolha, e afinidade com
ritos pagãos.
Depois disso, vem a História, de al-Tabari, descrevendo como Maomé chegou ao poder. Este tratado foi compilado em Bagdá, entre os anos 870 e 920 DC. A descrição de Tabari, baseada nos Hadiths, das palavras e feitos de Maomé como elas foram passadas através dos companheiros do profeta (as mesmas pessoas que passaram o Alcorão), permanence sendo a mais antiga narrativa não-editada, sem censura, e integral dos primórdios do islão. É a narrativa da história de um terrorista cruel, um pirata movido a dinheiro, e pervertido sexual. É alarmante que existam pessoas que confiem no testemunho de Maomé. Ao mesmo tempo, compreende-se, através das palavras e feitos de Maomé, porque os muçulmanos estavam pilhando o mundo.
Algo
especialmente interessante é que todas as cinco fontes de escrituras islâmicas
têm origem xiíta, incluindo o Alcorão. Os omíadas sunitas não se preocuparam em
compilar ou transmitir qualquer livro religioso. Toda a base da religião do
islão foi compilada na Bagdá persa, entre 100 a 300 anos após tudo ter sido
supostamente concebido por Maomé.
Notas de rodapé
[1] NOTA DO TRADUTOR – O primeiro ano
na escala de tempo islâmica começa com a “migração” de Maomé de Meca para
Medina, quando ele se torna um líder politico e militar.
[2] NOTA DO TRADUTOR – Fato imitado
pelos turcos circa 1920 ao forçarem os cristãos armênios a morrerem no deserto
sírio.
[3] NOTA DO TRADUTOR – Maomé foi
envenenado. Não se sabe
ao certo quem o envenenou. Alguns dizem ter sido Rayana, a escrava-sexual judia
de Maomé. Outros (notadamente os xiítas) acusam Aisha (a criança com quem Maomé
se casou).
[4] NOTA DO TRADUTOR – Fontes islâmicas
(por exemplo, Tabari) narram que o Califa Abu Bakr não aceitou que as tribos
que haviam jurado submisssão a Maomé deixassem de ser muçulmanas. Como deixar
de ser muçulmano (apostasia) é um crime punível com a morte, estas campanhas
são conhecidas como Guerras da Apostasia (ou Ridda) ou ainda Guerras de
Compulsão.
[5] NOTA DO TRADUTOR – Aos árabes
politeístas não havia escolha: conversão ao islã ou morte.
[6] NOTA DO TRADUTOR – Batalha de
Ullays, também conhecida como Batalha do Rio de Sangue.












