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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Jihad Islâmica (Parte 2): de Maomé até a criação do islamismo

José Atento
Esta é a Parte 2, de 4, da cronologia da Jihad Islâmica. Ela se baseia inicialmente no texto "A Cruzada Islâmica de Mil Anos" escrita por Craig Winn, autor do best seller "O Profeta da Perdição, O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé." Este texto apresenta a linha do tempo do terrorismo islâmico, que começou com Maomé e continua até os dias de hoje. Sobre este texto, eu esclareço os eventos, ou acrescento outros, sempre que possível e necessário, oriundo de fontes das mais diversas, listadas ao longo deste artigo. 
A lista de cronológica de "eventos sagrados" (do ponto-de-vista islâmico) estabelece o fato de que o islão foi alimentado pela pilhagem e se expandiu sob as costas ensanguentadas das suas vítimas.  
Além disso, um fato pouco divulgado, entre tantos que envolvem o islão, é que as escrituras islâmicas, inclusive o Alcorão, foram compiladas entre 100 a 300 anos após a morte de Maomé. Foi então que o islão foi criado como religião e sistema político, sempre usado por califas e chefes tribais para impor o seu domínio. Ou seja, o islão é um sistema político-religioso que satisfaz ditadores, e os clérigos que se beneficiam com ele, há mais de mil anos.   


Jihad Islâmica (Parte 2)

De Maomé até a criação do islamismo

(ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)

Tradução do original

Islam's 1,000-Year Crusade

Escrito por Craig Winn


Traduzido e comentado por José Atento


Parte 2: De Maomé até a criação do islamismo (ou seja, de Maomé até a compilação das escrituras islâmicas)

Clique aqui para ler a Parte 3
Clique aqui para ler a Parte 4

622 DC: Após os embaraçadores Versos Satânicos e alucinógena Jornada Noturna aos céus à bordo de um asno voador, o candidato a profeta fugiu às pressas de Meca. Ele se reuniu com os 12 líderes de Yathrib, atual Medina, em um vale chamado Aqaba, e os primeiros muçulmanos “prometem guerrear toda a humanidade.” Começa, assim, oficialmente, a era islâmica[1] (veja em  "Barganha com o Diabo" e "Delírios de Grandeza", capítulos de O Profeta da Perdição).

[1] NOTA DO TRADUTOR – O primeiro ano na escala de tempo islâmica começa com a “migração” de Maomé de Meca para Medina, quando ele se torna um líder politico e militar.

623 DC: Os muçulmanos derramam o primeiro sangue, matando um cidadão de Meca e sequestrando outro em Nakhla. Eles saquearam a caravana e trouxeram o roubo de volta para Maomé. (veja no capítulo "O Pirata Pedófilo" de O Profeta da Perdição).


624 DC: Maomé conduziu os primeiros muçulmanos a saquearem uma caravana, proveniente de Meca, em Badr. Eles perderam o alvo mas encontram alguns mercadores que tinham saído para proteger os seus interesesses comerciais dos incursores islâmicos. Os muçulmanos mataram 70 mercadores, a maior parte deles seus parentes, e tomaram quase o mesmo número como reféns. Os reféns foram resgatados por suas famílias através de “fiança,” criando um precedente islâmico que é seguido até hoje. A oitava Sura do Alcorão foi “revelada” nesta época como uma escritura situacional apresentando justificativas para luta e para roubo. (Veja no capítulo  "Guerra Faz Lucro (e um Profeta)"  de O Profeta da Perdição).


624 DC: Maomé sitiou o mais rico povoado judeu em Yathrib. Após forçar os Banu Qaynuqa a morrerem no deserto, Maomé roubou suas casas, terras, comércio, fazendas e tesouros. As Suras número 59, 61, 62, 63 e 64 do Alcorão foram reveladas para levarem os muçulmanos a acreditarem que tudo o que eles estavam fazendo era religioso e bom. (Veja no capítulo "Mein Kampf" de O Profeta da Perdição).


625 DC: Os muçulmanos continuaram a aterrorizar e roubar os habitants de Meca, tanto que eles decidiram ir até Yathrib/Medina para terminar com a fonte do seu sofrimento. Achando que eles tinham matado Maomé e maior parte dos jihadistas em Uhud, o grupo de Meca voltou para casa. Como a religião-terrorista esteve a um centímetro de ser destruída, Maomé concebeu a 3a Sura, na qual Alá diz aos muçulmanos que ele irá matar todos aqueles que não lutarem em prol do Islã. (Veja no capítulo  "Bons Muçulmanos Matam" de O Profeta da Perdição).


625 DC: Necessitanto saciar a cobiça sanguinária dos seus mercenários, Maomé decidiu saquear a segunda maior comunidade judia em Yathrib (Medina). Os indefesos judeus da tribo Banu Nadir foram condenados à fome em submissão aos muçulmanos, e forçados a morrerem no deserto [2]. Novamente, Maomé roubou suas casas, terras, comércio, fazendas e tesouros. Maomé começou a se tornar um pervertido sexual, e como um megalomanícado impiedoso, ele inventou a  Sura 33, o mais imoral discurso do Alcorão para justificar a sua vida desprezível. Alá aprova estupro e incesto. (Ver no capítulo "Libertino Tarado" de O Profeta da Perdição).

[2] NOTA DO TRADUTOR – Fato imitado pelos turcos circa 1920 ao forçarem os cristãos armênios a morrerem no deserto sírio.

626 DC: Os mercadores de Meca retornam a Yathrib/Medina na tentativa de por um fim na campanha terrorista de Maomé. Mas eles foram frustrados por uma trincheira cavada na areia. Apesar da Batalha da Trincheira tenha resultado em um impasse, Maomé regozijou-se de um modo típicamente islâmico.


627 DC: Considerando que a Batalha da Trincheira não resultou no derramamento de sangue e nem saque, Maomé teve que encontrar alguma presa fácil para saciar os seus jihadistas. O encampamento judáico dos Banu Qurayza em Yathrib/Medina sofreu como resultado. Depois de te-los feito passarem fome até capitularem, Maomé mandou o seus valentões cavarem trincheiras no centro de Medina. Ele fez com que cada um dos homens judeus e meninos maiores que 12 anos de idade tivessem suas mãos amarradas. Ele fez com que este grupo, totalizando 900, desfilasse em grupos pequenos na sua presença, e mandou os seus mujahideen os decapitarem em frente à trincheira – empurrando os seus corpos na trincheira. Então, Maomé, depois de ter escolhido a mulher judia mais atraente para ele, usou de uma loteria para determinar a ordem da seleção para que os seus seguidores pudessem escolher as vítimas para serem estupradas. As crianças judias foram escravizadas e vendidas de modo a que mais armas pudessem serem compradas.  Pedaços da Sura 33 do Alcorão foi revelada para demonstrar que Alá era um terrorista, mercador de escravos e ladrão assassino. (Ver no capítulo  "Holocausto Islâmico"  de O Profeta da Perdição).


Detalhe da pintura em miniatura “O Profeta, Ali, e os Companheiros no Massacre dos Prisioneiros da tribo judaica de Beni Qurayzah”, ilustração de um texto do século 19 por Muhammad Rafi Bazil.


628 DC: Este foi um ano muito ruim. Nele, o terror tornou-se o ato marcante do Islão, com incursões lançadas contra os árabes do Lihyan e do Banu Mustaliq. Neste mesmo ano, a Sura 24 do Alcorão foi revelada para livrar o profeta pedófilo de uma situação delicada com a sua esposa-criança (Aisha).


Foi então que o mensageiro de Alá montou uma considerável força de jihadistas para pilhar a sua cidade-natal de Meca – uma vila de barro com 5 mil pessoas que era a sede de uma pilha de deuses de pedra, incluindo a pedra de Alá, chamada de Caaba. Mas o menino de Alá ficou intimidado, e ao invés de saquear os seus parentes ele assinou o Tratado de Hudaybiyah, no qual ele, Maomé, negou ser um profeta e que Alá era um deus. A Sura 4  do Alcorão foi revelada dizendo aos muçulmanos como eles devem lutar. (Ver no capítulo "O Terrorista Atormentado" de O Profeta da Perdição).


Este fato levou o Islão para a sua hora mais macabra. Sem a pilhagem que os jihadistas esperavam de Meca, os primeiros muçulmanos se voltaram contra Maomé em uma rebelião em massa. O Senhor da Guerra islâmico fez aquilo que todos os déspotas fazem – ele achou um bode expiatório para saciar a sua horda de saqueadores. No caminho de volta para Yathrib/Medina, os jihadistas de Maomé perpetuaram uma incursão terrorista sobre a comunidade judáica de Khaybar. A vila de campesinos foi conquistada de modo selvagem e saqueada. Os líderes da vila foram torturados sob as ordens de Maomé. Os homens foram assassinados e as mulheres estupradas, com Maomé, novamente, participando da farra pessoalmente. Os muçulmanos novamente roubaram as casas, propriedades e posses dos judeus. Novamente, as crianças judias foram escravizadas e o lucro com a venda de escravos usado para comprar mais armas e construir uma milícia ainda maior. A Sura 49 do Alcorão foi então revelada de modo a restabelecer a esfarrapada reputação de Maomé. O texto é especialmente revoltante (Ver no capítulo "Sangue e Pilhagem" de O Profeta da Perdição).


Muçulmanos celebram as matanças promovidas por Maomé como algo sagrado.


629 DC: Como um prelúdio à desenha da sua promessa com os habitantes de Meca em Hudaybiyah, onde Maomé prometeu que não iria aterroriza-los por 10 anos, o profeta do islão revelou a Sura 66 do Alcorão que diz: "Alá sancionou para você a dissolução dos seus votos." O deus do Islão autorizou a sua única testemunha a mentir. Ele então recitou a Sura 48 na qual os muçulmanos pacíficos que não queriam lutar foram avisados que eles seriam torturados por Alá. Então, ele disse na Sura 47, "Então, quando você se encontrar com os infiéis em batalha ataque os seus pescoços até os derrotar, matando e ferindo muitos deles. Quando você os tiver subjugados totalmente, amarre-os firmemente, fazendo-os cativos … Então você é comandado por Alá a continuar executando Jihad contra os infiéis descrentes até que eles se submetam ao Islão."


Com esta inspiração, os mujahidin de Maomé assaltam e pilham as vilas árabes de Mulawwih, Banu Bakr, Harith, Kadid, Salasil, Jusham, e Idam, em uma séria de incursões terroristas. Maomé então envia-os para atacarem os bizantinos próximo à cidade de Mutah (localizada atualmente na Jordânia). É a primeira vez que os jihadistas lutam contra um exército de verdade, sendo fragorosamente derrotados. (Ver no capítulo  "Legado de Terror" de O Profeta da Perdição).


A Jihad está marcada no sub-consciente coletivo dos muçulmanos: monumento que celebra a “Batalha de Mutah” na Jordânia


630 DC: Maomé revelou a penúltima sura do Alcorão momentos antes de conquistar Meca. A Sura 9 é o manifesto de guerra do Alcorão, onde encontramos: "Esta proclamação de Alá e Seu Mensageiro [Maomé] para o povo [muçulmano] no dia da Grande Peregrinação [ataque a Meca]: Alá e Seu Mensageiro dissolvem as obrigações (tratado) com os infiéis." Com uma superioridade numérica sobre os mercadores de Meca de dois para um, os mujahidin de Maomé conquistam a sua cidade-natal e forçam todos a se submeterem ao Islão ou a morrerem.


No seu caminho de volta, os jihadistas islâmicos aterrorisam as vilas árabes de Hunsin, Auras, and Taif. (Ver no capítulo  "Jihad" de O Profeta da Perdição).


631 DC: Tendo caçado em demasia os judeus e os árabes, Maomé tornou os seus olhos para os cristãos bizantinos. Ele revelou a última sura do Alcorão, a Sura 5, para tornar os cristãos inimigos do Islão apesar de que nenhum cristão jamais tenha falado uma palavra ou posto um dedo em um único muçulmano. Com a sua justificação em mãos, Maomé junta uma milícia de 30.000 mujahidin para assaltar a cidade de Tabuk, localizada atualmente no noroeste da Arábia Saudita. Ele deu aos cristãos um ultimato: "paguem tributo ou morram." (Ver no capítulo "Plano Profético Rentável" de O Profeta da Perdição).


 

632 DC: Maomé morre uma morte miserável [3]

Após sua morte, as tribos que haviam sido subjugadas à força se rebelam e declaram sua liberdade. Mas o Califado (Deputado do Profeta) Abu Bakr não aceitar peder o poder e lidera os jihadistas islãmicos a promovem uma guerra para conquistar toda a Arábia [4]. Os árabes ou se submetiam ou morriam [5]. (Ver no capítulo "Profeta da Desgraça" de O Profeta da Perdição).

[3] NOTA DO TRADUTOR – Maomé foi envenenado. Não se sabe ao certo quem o envenenou. Alguns dizem ter sido Rayana, a escrava-sexual judia de Maomé. Outros (notadamente os xiítas) acusam Aisha (a criança com quem Maomé se casou).   
[4] NOTA DO TRADUTOR – Fontes islâmicas (por exemplo, Tabari) narram que o Califa Abu Bakr não aceitou que as tribos que haviam jurado submisssão a Maomé deixassem de ser muçulmanas. Como deixar de ser muçulmano (apostasia) é um crime punível com a morte, estas campanhas são conhecidas como Guerras da Apostasia (ou Ridda) ou ainda Guerras de Compulsão.
[5] NOTA DO TRADUTOR – Aos árabes politeístas não havia escolha: conversão ao islã ou morte.

Mapa mostrando o local dos confrontos dentro das Guerras de Compulsão. 


Após conquistar a Arábia, roubando deste modo os árabes da sua liberdade, prosperidade e esperança, para sempre, os jihadistas de Abu Bakr pilham o Iemen. Lá, Mussailima, outro falso profeta indistinguível de Maomé, é conquistado. Os muçulmanos fazem guerra contra as comunidades de Zu Qissa, Abraq, Buzakha, Zafar, Naqra, and Bani Tamim. (Tabari, Volume 10).


633 DC: Os mujahidin muçulmanos, liderados por Khalid al-Walid, o novo terrorista sanguinário da nova religião, a quem Maomé havia pessoalmente apelidado de “Espada de Alá” devido a sua ferocidade e propensão para amarrar as mãos de mulheres e crianças às costas para então cortar fora as suas cabeças, conquista a cidade persa de Ullays ao longo do rio Eufrates, no atual Iraque. Khalid decepa a cabeça de tantos civis que um canal próximo, por onde o sangue jorrou, é chamado de Canal do Sangue [6] até hoje. (Tabari Volume 11:24).

[6] NOTA DO TRADUTOR – Batalha de Ullays, também conhecida como Batalha do Rio de Sangue. 

Nos meses seguintes, os mujahadins the Khalid atacam o Bahrain, Oman, Mahrah, e Hadramaut. O segundo mais famoso terrorista islâmico faz incursões nas cidades do Iraque, e sitia Kazima, Mazar, Walaja, Ulleis, Hirah, Anbar, Ein at Tamr, Jandal, Firaz, e Daumatul.


A "expansão pacífica" do islão: campanha de Khalid al-Walid no Iraque


634 DC: Nas batalhas de Basra e Ajnadin Damasco na Síria, os jihadistas muçulmanos derrotam regimentos bizantinos. Jihadistas da atualidade, como recentemente Osama bin Laden, se inspiram nestas vitórias islâmicas e especialmente em Khalid al-Walid. "Exércitos tornam-se numerosos apenas com vitória e poucos com derrota. Por Alá, eu adoraria … se o inimigo fosse duas vezes maior." (Tabari Volume 11:94). Os jihaidstas se inspiram em Khalid dizendo que eles amam a morte mais do que os ocidentais amam a vida. Esta afinidade com a morte vem diretamente do Alcorão e do Hadith onde Maomé e Alá dizem que morrer enquanto matando infiéis numa jihad é o passo mais seguro para o paraíso.


A "expansão pacífica" do islão: campanha de Khalid al-Walid no Levante


Abu Bakr morre e o Califado de Umar ibn al-Khattab começa. Sua campanha de terror foi particularmente brutal. Imediatamente, ele ataca Namaraq and Saqatia.


635 DC: Mujahadin muçulmanos sitiam e conquistam Damasco. Ele lutam e vencem as batalhas de Bridge, Buwaib, and Fahl.


636 DC: Jihadistas islâmicos atacam e derrotam os enfraquecidos bizantinos novamente, em Yarmuk – desta vez pulverizando-os. Eles lutam e vencem em Madain.


637 DC: A Síria cai sob a investida islâmica. Então, os muçulmanos cruzados conquistam grandes porções do oeste da Pérsia (no atual Iraque), começando com a Batalha de al-Qadisiyyah. Os mujahadins muçulmanos ocupam a capital persa Ctesiphon.


638 DC: Assaltantes islâmicos atacam e derrotam os bizantinos na Batalha de Yarmouk. Os muçulmanos entram, ocupam e anexam Jerusalem, tomando-a dos bizantinos. Toda a judéia cai sob a espada o islã. Muçulmanos seguem saqueando Jalula e Jazirah e continuam a conquista do restante da Síria (a porção hoje que corresponde a Jordânia e o Líbano).


No fronte leste, exércitos islâmicos conquistam o leste da Pérsia no atual Irã, restando apenas a região do Mar Cáspio sob o controle persa.


639 DC: Os assaltantes islâmicos conquistam o Kuzestão[7] no leste, e no oeste eles entram no Egito, onde eles começam a pilhagem, queimando suas bibliotecas e desfigurando a sua história monumental.

[7] NOTA DO TRADUTOR – Kuzestão é hoje uma provincial do Irã rica em petróleo, às margens do Golfo Persa. Um dos motivos da Guerra Irã-Iraque dos anos 80 foi a reinvidicação iraquiana pela sua posse.  

640 DC: Jihadistas muçulmanos capturam a Cesaréia na Síria e Shustar Jande Sabur na Pérsia. Eles lutam a Batalha da Babilônia.


No fronte oeste, o Islão completa a conquista das cidades ao norte do Egito, roubando-as dos Romanos (bizantinos). Arábia, Egito, Pérsia, e as terras da Crescente Fértil são agora férteis feudos de quatro califas islâmicos. 


641 DC: Cruzados muçulmanos que haviam ignorado o interior da Síria e da Judéia no caminho do Egito, retornam para levantar suas espadas sobre a cabeça de todos. Eles atacam Nihawand e então conquistam Alexandria no Egito.


Na fronte leste, o Islão conquista todo o Iraque, tomando-o dos persas.


642 DC: Mujahadin islâmicos lutam a Batalha de Rayy in Persia. Movendo sul, no fronte oeste, eles conquistam todo o Egito.


643 DC: No norte, o exército do Islão conquista o Azeibaijão e o Tabaristão, hoje parte da Russia.


644 DC: A máquina de morte islâmica saqueia e pilha Fars, Kerman, Sistan, Mekran and Kharan (no atual Irã). O Califa Umar ibn al-Khattab foi assassinado. Uthman ibn Affan foi nomeado como o terceiro Califa. Como a família de Uthman rejeitou a reividicação de Maomé de que ele era o Mensageiro de Alá, o Islão se divide, com os baderneiros xiítas fazendo campanha em prol de Ali, que foi primo, filho adotivo e genro de Maomé.


646 DC: Muçulmanos batalham em Khurasan, na Armênia, e na Ásia Menor, através do Cáucaso.


647 DC: Os bárbaros islâmicos saqueiam selvagelmente o Norte da África. Os jihadistas islâmicos conquistaram a Ilha de Chipre. Eles sitiam e saqueiam Trípoli, no norte da África. E eles forçam o estabelecimento do islão como a única religião aceitável nos atuais Irã, Iraque, Arábia e Afeganistão.


648 DC: Os exércitos muçulmanos foram unificados e se posicionaram contra os Bizantinos.


650 DC: A conquista e ocupação da Pérsia estava completa. Todo o conjunto da história dos mais antigos e poderosos impérios se rendem quando a resistência se torna fútil sob o assalto de espadas sanguinárias.


651 DC: Os muçulmanos vencem a Batalha de Masts, contra os Bizantinos, e quase capturam o emperador bizantino.


652 DC: O assalto islâmico contra a humanidade dá um tranco e os mujahadin muçulmanos mostram abertamente a sua hostilidade contra o califa Uthman.


654 DC: A violenta e agressiva conquista islâmica do norte da África estava quase que completa. Apenas o Marrocos permaneceu livre desta escória religiosa. Os muçulmanos começam a estabelecer feudos através das regiões por eles ocupadas.


656 DC: O califa sunita Uthman foi assassinado por soldados muçulmanos. O califado é dado a Ali ibn Abi Talib, filho adotivo, genro e primo de Maomé. A sua reinvindicação ao trono foi ter-se casado com uma das filhas de Maomé, Fatima. O assassinado de um califa, para que um outro se tornasse califa, se tornaria um procedimento operacional padrão no mundo islâmico.


Na Batalha do Camelo, Aisha, a esposa-criança de Maomé, liderou uma rebelião contra Ali, como vingança contra o assassinato de Uthman. Os xiítas, partidários de Ali, venceram.


Aisha liderando muçulmanos revoltosos contra o Califa Ali, na Batalha do Camelo

657 DC: Mais um capítulo na luta entre os xiítas e os sunitas (hoje chamada de “violência sectária”): a batalha de Siffin, entre Ali e o governador muçulmano de Jerusalém. Ali foi forçado para fora de Medina, movendo a capital xiíta do Islão para Kufa, no Iraque.


658 DC: Importantes batalhas foram lutadas pelos muçulmanos em Nahrawan, e depois no Egito, onde os últimos bolsões de resistência foram suprimidos. Os califados Omíada, e mais tarde o califado Abássida, iriam controlar o Egito até o ano 868 DC.


660 DC: As forças de Ali recapturam o Hijaz (a região de Meca-Medina) e o Iêmen do seu rival sunita, Mu'awiyah, um parente de Uthman. Então, Muawiyah se declara Califa e estabelece o seu trono em Damasco. 


661 DC: Ali foi assassinado por um rival muçulmano sunita. Os partidários de Ali formam o partido politico/religiosos xiíta e promovem o filho de Ali, Hasan, como califa. Eles insitem que um descendente de sangue de Maomé mantenha o controle sobre todos os muçulmanos. Contudo, Hasan não queria ser o próximo a morrer. Ele fez um acordo com Muawiyyah, e abdicou ao trono, se retirando para Medina.


O Califado de Muawiyyah I começou. Ele fundou a dinastia Omíada e retirou de Medina, uma cidade fora da rota da civilização, o título de capital do império islâmico, se mudando para a urbana Damasco, agora a nova capital. 


O que é interessante sobre isto é que muito embora Damasco, ao contrário de Meca e de Medina, fosse uma cidade com uma comunidade literária e alfabetizada, e embora existam muitos relatos sobre as batalhas dos Omíadas, coleta de taxa e promoções políticas, não existe uma única linha de escritura islâmica desta época – não existe uma única palavra do Alcorão ou Hadith que tivesse sido escrita até então. Os primeiros fragmentos do Alcorão datam do século oitavo e o mais antigo manuscrito dos Hadiths datam do século nono.


Não existia Alcorão ou qualquer outra base textual para a religião do Islã quando os seus mujahadin estavam conquistando o mundo. Isso significa que eles estavam fazendo isso por causa da pilhagem, e não por causa de uma religião. Este é um dos mais impressionantes fatos da História, embora muito pouco conhecido.


A dinastia omíada manteria poderes ditatoriais sobre todos os territories conquistados pelo islã até 750 DC.


662 DC: Toda a Península Arábica e os atuais Irã e Iraque foram unificados sob os califados omíada e abássida. O reino de opressão destes dois califados duraria até o ano 1258.


666 DC: Crusados muçulmanos atacam e saqueiam a ilha da Sicília.


670 DC: Exércitos islâmicos continuam a pilhagem da África do Norte no fronte oeste. Os jihadistas chegam ao Marrocos, conquistando-o. A região toda estava agora sob o controle dos califados omíadas e abássidas.


O Exército do Oeste captura Cabul no Afeganistão. Em muito breve, o islão controlaria e ocuparia toda a região do Cáucaso e o entorno do Mar Cáspio. 


672 DC: Os muçulmanos conquistam a Ilha de Rodes, colocando-a sob o domínio das suas espadas.


673 DC: Os exércitos islâmicos começam a Campanha de Coração (em persa, Khurasan, atual nordeste do Irã, sudeste do Turcomenistão e noroeste do Afeganistão).




674 DC: Os muçulmanos cruzam o Rio Oxus (Amu Darya, fronteira entre Turcomenistão e Uzbaquistão). Bukhara (no Uzbequistão) torna-se um estado vassalo.


677 DC: Militantes islâmicos ocupam Samarkand and Tirmiz (no Uzbequistão).


678 DC: Exércitos muçulmanos sitiam Constantinopla, a capital do Império Bizantino cristão.


680 DC: O califa Mu'awiyah more e Hussein (Hussain) (neto de Maomé pelo lado de Ali), a sua família e os seus seguidores são massacrados em Karbala, Iraque, pelos sunitas omíadas. Como resultado disso, Yazid ganhou controle do legado de sangue de Maomé (tornando-se califa).


682 DC: No Norte da África, Uqba bin Nafe marcha até o Atântico. Ele é emboscado e morto em Biskra (Argélia). Os muçulmanos evacuam Qairowan e se retiram para Barqa.


683 DC: O Califa Yazid morre. Mu'awiyah II é coroado o novo rei da máquina da morte.


684 DC: Abdullah bin Zubair declara-se califa em Meca. Marwan I disputa a reivindicação e se nomeia califa em Damasco. Enquanto isso, o assalto islâmico continua a sua marcha com a Batalha de Marj Rahat (que ocorreu próximo à Damasco).


685 DC: Caindo feito moscas, Marwan I morre, e então Abdul Malik se torna o califa em Damasco. Sem perder o foco, os mujahidin islâmicos lutam a Batalha de Ain ul Wada.


686 DC: Mukhtar declara-se califa em Kufa, Iraq. Como você já percebeu, ser o supremo líder deste imperio religiosos é muito lucrativo.


687 DC: Sem desejar compartilhar nada, as forças islâmicas de Mukhtar e Abdullah bin Zubair enfrentam-se na Batalha de Kufa. Mukhtar deve ter perdido já que ele foi morto.


691 DC: Os muçulmanos lutam agora a Batalha de Deir ul Jaliq. Mas então Kufa cai para  Abdul Malik.


O primeiro Domo da Rocha foi completado sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Ele comemora a viagem halucinógena de Maomé, voando à bordo de um burro alado, de Meca para Jerusalém, logo após o vexame dos Versos Satânicos. O solitário porta-voz de Alá diz ter se encontrado com todos os profetas judeus no templo que havia sido destruido seis séculos antes, e depois ter dado um pulinho no céu – provando que não é possível chegar ao céu via Meca.


692 DC: Com a queda de Meca para Abdul Malik, e  com a morte de Abdullah bin Zubair, Malik torna-se o único califa.


695 DC: A revolta de Khawarij em Jazira e em Ahwaz abala o islão. Entretando, os muçulmanos vencem a Batalha de Karun. Então, a campanha contra Kahina é lançada no norte da África (Kahina era uma mulher, líder dos Berberes). Sem obterem sucesso, os muçulmanos mais uma vez recuam para Barqa. 



Kahina, Rainha dos Bérberes

No fronte oriental, as forças islâmicas avançam para a Transoxiana (região que correspondem aproximadamente a atual Uzbequistão e partes do Turcomenistão, Tadjiquistão e Cazaquistão) e ocupam Kish.


Transoxiana e Khurasan


700 DC: Os exércitos muçulmanos lutam contra os bérberes no norte da África.

702 DC: O islão resiste à rebelião de Ashath e lutam a batalha de Deir ul Jamira.


705 DC: Com a morte de Abdul Malik, Walid I torna-se o califa.


710 DC: No fronte leste, os cruzados muçulmanos conquistaram o vale baixo do Rio Hindu. No fronte oeste, Tariq ibn Malik cruzou o Estreito de Gilbraltar separando a África da Europa com um grupo de muçulmanos, entrando na Europa pela primeira vez.


711 DC: Um forte exército islâmico de 7 mil, sob o commando de Tariq ibn Malik, invadiu a Espanha, levando a imposição do Reino de Andalus. Quase toda a Península Ibérica se submete à espada do Islão.


Muçulmanos avançam sobre o Sindh no Afeganistão e Transoxiana para então conquistarem Multan.


712 DC: Com a recente conquista da Espanha, o interior do Egito, e o Marrocos, o Império islâmico ocupa e oprime a maior parte dos impérios persa e romano. Esta conquista territorial, monumental, agressiva e rápida, foi toda obtida através da espada.


715 DC: Walid morre e Sulaiman torna-se califa.


716 DC: Muçulmanos invadem Constantinopla mas falham na sua tentativa de conquistar a capital cristã.


717 DC: Com a morte de Sulaiman, Umar bin Abdul Aziz toma a coroa do islão.


718 DC: A invasão, conquista e ocupação da Espanha foi completada. 


719 DC: Córdoba, Espanha, torna-se capital da Europa islâmica.


720 DC: Com a morte de Umar bin Abdul Aziz, Yazid II torna-se o califa.


724 DC: Com a morte de Yazid II, Hisham ganha o controle do legado de Maomé.


725 DC: A conquista islâmica da Europa atinge o seu auge com os muçulmanos ocupando Nimes, na França.


732 DC: Os muçulmanos cruzados foram parados na Batalha de Poitier (Tours).  E dificil apreciar mas os Francos (franceses) conseguiram parar o avanço islâmico na Europa Ocidental. Entretanto, os exércitos muçulmanos continuaram a avançar na Ásia e na África.


Neste ano de 732 DC, o primeiro século do islão se completou. Este primeiro século foi marcado por morte e destruição. A religião foi alimentada pela pilhagem e se expandiu sob as costas ensanguentadas das suas vítimas. Não existe quase nada de bom que possa ser dito neste primeiro século do islão. A religião tem sido uma maldição sobre toda a humanidade. 


A Europa é salva por um triz em Poitiers, cidade a 340 km de Paris


737 DC: Os mujahadin muçulmanos sofrem uma nova derrota em Avignon, na França.


740 DC: Muçulmanos xiítas se revoltam sob a liderança de Zaid bin Ali. Os bérberes, sofrendo mais um revés, se revoltam novamente contra o islão no norte da África. Ao final deste ano, muçulmanos e bérberes travam a Batalha dos Nobres.


741 DC: A Batalha de Bagdoura é lutada, no norte da África.


742 DC: A máquina de Guerra islâmica restora o controle muçulmano em Qiarowan (atual na Tunísia).


743 DC: Com a morte de Hisham, Walid II ascende ao poder. Isto leva a uma nova revolta dos xiítas, desta vez em Khurasan, sob Yahya b Zaid.


744 DC: Walid II é destituído do poder, o que leva a ascença de Yazid II1. Após a sua morte, Ibrahim foi coroado, mas ele foi destronado rapidamente. Apóas a Batalha de Ain al Jurr, Marwan II torna-se o chefe-potentado deste regime mortal.


745 DC: Kufa e Mosul foram ocupadas pelos Khawarjites.


746 DC: Depois da Batalha de Rupar Thutha, Kufa and Mosul foram ocupadas por Marwan II.


747 DC: Abu Muslim comanda uma revolta em Khurasan.


748 DC:Jihadistas muçulmanos lutam a Batalha de Rayy.


749 DC: Depois das batalhas de lsfahan e Nihawand, Kufa foi capturada pelos Abássidas. Saffah foi então tornado Califa Abássida em Kufa, na continuação desta luta sectária que ainda consume o islão até os dias de hoje.


750 DC: Luta-se a Batalha de Zab. Com a queda de Damasco para os muçulmanos xiítas, o islão experimentou o fim da agressiva dinastia omíada, e o soerguimento dos abássidas. Eles tomaram o seu nome de um tio de Maomé, al-Abbas, porque os descendentes dele haviam se revoltado contra o controle omíada. Sob os omíadas, os não-muçulmanos nos territórios ocupados foram relegados a um estado de escravidão. Os abássidas eram melhores desde que os povos conquistados pagassem os seus impostos.


A capital do mundo islâmico se mudou de Damasco, na Síria, para Bagdá, no Iraque. As cidades de Meca e Medina, infestadas de pulgas e piolhos, batidas pelo sol, feitas de casas de barro, foram jogadas ao ostracismo, substituidas por cidades mais civilizadas, cosmopolitas e menos islâmicas.  A religião do islão nasceu em Bagdá. A primeira edição escrita do Alcorão foi compilada em Kufu, nos arredores de Bagdá, em torno do ano 725 DC. O livro Rasul Allah escrito por Ibn Ishaq, conhecido como Sira, ou Biografia de Maomé, foi compilado em Bagdá no ano 750 DC (alguns dizem que o ano foi 768DC). Sem esta biografia que registra em crônica os primórdios do islão, a religião nunca teria existido, pois nada se saberia sobre Maomé, o profeta solitário do islão e a única voz de Alá.  Sem Ishaq, não existiria profeta, e, sem profeta, não existiria islão.


Então, em 850 DC, Bukhari and Muslim iriam compilar os mais competentes e dominantes coleções de Hadith (Hadice) descrevendo as palavras e feitos de Maomé e seus companheiros. Esta coleção tem relevância por se tornar a base do Salafismo, o islamismo fundamentalist. Nestes textos, Maomé explica o Alcorão e estabelece a Sunnah islâmica e a Sharia (lei islâmica), ao esclarecer sua mensagem em relação a jihad, luta, comércio de escravos, pilhagem, taxação, as virgens do paraíso, opressão, intolerância para com as mulheres, cristãos e judeus, bem como a sua hostilidade aberta contra liberdade de escolha, e afinidade com ritos pagãos.


Depois disso, vem a História, de al-Tabari, descrevendo como Maomé chegou ao poder. Este tratado foi compilado em Bagdá, entre os anos 870 e 920 DC. A descrição de Tabari, baseada nos Hadiths, das palavras e feitos de Maomé como elas foram passadas através dos companheiros do profeta (as mesmas pessoas que passaram o Alcorão), permanence sendo a  mais antiga narrativa não-editada, sem censura, e integral dos primórdios do islão. É a narrativa da história de um terrorista cruel, um pirata movido a dinheiro, e pervertido sexual. É alarmante que existam pessoas que confiem no testemunho de Maomé. Ao mesmo tempo, compreende-se, através das palavras e feitos de Maomé, porque os muçulmanos estavam pilhando o mundo. 


Algo especialmente interessante é que todas as cinco fontes de escrituras islâmicas têm origem xiíta, incluindo o Alcorão. Os omíadas sunitas não se preocuparam em compilar ou transmitir qualquer livro religioso. Toda a base da religião do islão foi compilada na Bagdá persa, entre 100 a 300 anos após tudo ter sido supostamente concebido por Maomé.

 


Notas de rodapé


[1] NOTA DO TRADUTOR – O primeiro ano na escala de tempo islâmica começa com a “migração” de Maomé de Meca para Medina, quando ele se torna um líder politico e militar.
[2] NOTA DO TRADUTOR – Fato imitado pelos turcos circa 1920 ao forçarem os cristãos armênios a morrerem no deserto sírio.
[3] NOTA DO TRADUTOR – Maomé foi envenenado. Não se sabe ao certo quem o envenenou. Alguns dizem ter sido Rayana, a escrava-sexual judia de Maomé. Outros (notadamente os xiítas) acusam Aisha (a criança com quem Maomé se casou).   
[4] NOTA DO TRADUTOR – Fontes islâmicas (por exemplo, Tabari) narram que o Califa Abu Bakr não aceitou que as tribos que haviam jurado submisssão a Maomé deixassem de ser muçulmanas. Como deixar de ser muçulmano (apostasia) é um crime punível com a morte, estas campanhas são conhecidas como Guerras da Apostasia (ou Ridda) ou ainda Guerras de Compulsão.
[5] NOTA DO TRADUTOR – Aos árabes politeístas não havia escolha: conversão ao islã ou morte.
[6] NOTA DO TRADUTOR – Batalha de Ullays, também conhecida como Batalha do Rio de Sangue. 
[7] NOTA DO TRADUTOR – Kuzestão é hoje uma provincial do Irã rica em petróleo, às margens do Golfo Persa. Um dos motivos da Guerra Irã-Iraque dos anos 80 foi a reinvidicação iraquiana pela sua posse.  

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Jihad Islâmica (Parte 1): Introdução - Os 1400 anos que deram errado

José Atento
Eu construí uma cronologia da Jihad Islâmica, sendo apresenta, em 4 partes. Ela se baseia inicialmente no texto "A Cruzada Islâmica de Mil Anos" escrita por Craig Winn, autor do best seller "O Profeta da Perdição, O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé." Este texto apresenta a linha do tempo do terrorismo islâmico, que começou com Maomé e continua até os dias de hoje. Sobre este texto, eu esclareço os eventos, ou acrescento outros, sempre que possível e necessário, oriundo de fontes das mais diversas, listadas ao longo deste artigo. 
Saber sobre a Jihad Islâmica é importante por diversos motivos.
Em primeiro lugar, porque enquanto os muçulmanos celebram a expansão militar do islamismo, e a consequente ocupação territorial destes territórios ocupados, como um "milagre de Alá", eles negam que isso tenha ocorrido ao se dirigirem às platéias não-muçulmanas, com o apoio de apologistas e de acadêmicos com dupla-intenção (muitas vezes, financiados pelos sauditas). Existe um esforço para se encobrir as invasões e ocupações militares, as pilhagens, a extorção de tributos, os massacres, escravidão e estupros, ao mesmo tempo em que se vilifica a civilização ocidental, como se ela fosse a responsável pelo mal no mundo. (Conforme visto, este "jogo duplo" tem um nome: taquia.) 
Em segundo lugar, porque a cronologia (linha to tempo do terrorismo islâmico) ressalta um fato que os muçulmanos e apologistas tentam esconder a todo custo. A violência islâmica começou com Maomé. E, o mais importante, Maomé foi o agressor! E ao se comparar o comportamento de Maomé com o de outros líderes religiosos que se tornaram a centelha que acendeu diversas outras religiões, tais como Sidarta Gautama (o Buda), Zoroastro ou Jesus Cristo, a credibilidade de Maomé cai em um poço sem fundo, pois nenhum deles cometeu crime algum, segundo as suas respectivas escrituras, ao passo que as próprias escrituras islâmicas descrevem Maomé como um criminoso, porém exaltando os seus crimes como "atos sagrados."
Além disso, nenhum dos seguidores de Sidarta Gautama, Zoroastro ou Jesus Cristo, após as suas mortes, sairam em um frenezí de violência, conquistas, estupro e pilhagens. No caso específico do cristianismo, que é um verdadeiro "pau de galinheiro" no mundo ocidental, a política apenas começou a se misturar com a religião 300 anos após a morte de Jesus, com Constantino, e a violência "em nome de Jesus" começou outros tantos 700 anos depois disso. O islamismo é político e violento deste o seu nascedouro. 
E, finalmente, esta sucessão de atos de violência e conquista faz com que Maomé posssa ser comparado a uma única figura histórica: Genghis Khan. A exemplo de Genghis Khan, Maomé unificou as tribos rivais na base da violência e intimidação. A exemplo de Genghis Khan, Maomé matou todos aqueles que se colocaram no seu caminho. A exemplo de Genghis Khan, Maomé mostrou aos seus seguidores como usar o terror como o caminho do sucesso militar e político. A exemplo de  Genghis Khan, Maomé formou um harém para saciar o seu apetite sexual pervertido. A exemplo de Genghis Khan, Maomé formou um império cuja atividade econômica era a tributação e expoliação dos povos conquistados. Mas a grande diferença entre Genghis Khan e Maomé, e o fato que torna Maomé um bilhão de vezes pior, é que ao criar uma religião que o tem como modelo de comportamento, Maomé condenou os seus seguidores a buscarem como ideal de perfeição e fonte de inspiração a imitação das suas ações e dos seus comportamentos criminosos.
Existem muçulmanos prontos para matar ao menor sinal de análise crítica à Maomé, por mais documentada que esta análise seja. Porém não existe mongol algum que se disponha a fazer o mesmo para "defender a honra" de Genghis Khan. 

Jihad Islâmica 
Parte 1 - Introdução

Os Mil e Quatrocentos Anos que Deram Errado

Adaptação do original

Islam's 1,000-Year Crusade

Escrito por Craig Winn


Traduzido e comentado por José Atento


Parte 1: Introdução

 Clique aqui para ler a Parte 3
Clique aqui para ler a Parte 4

A tendência, quando de trata de terrorismo islâmico, é de focalizar no ultimo ataque e então culpá-lo no indivíduo ou grupo que o perpetrou. Craig Winn tentou resolver este problema com o livro O Profeta da Perdição – O Dogma Terrorista do Islão Segundo as Próprias Palavras de Maomé (Prophet of Doom - Islam's Terrorist Dogma in Muhammad's Own Words). Este livro é uma das melhores documentações, em termos de extensão, cronologia e contextualização das mais antigas fontes islâmicas. Este livro prova, de modo convincente, que os terroristas islâmicos de hoje não corromperam a religião islâmica, mas, ao invés, foi a religião islâmica que os corrompeu.


Mas, apresentar todas as provas e evidências do mundo não importa se você não conseguir que as pessoas as examinem, e, com suas mil páginas, o Profeta da Perdição exige grande comprometimento de tempo. E mesmo quando se compreende o que é revelado sobre Maomé e sua religião, ainda existe um lapso de tempo desde a sua vida até o seu legado. Sem desejar pular sobre mil anos entre a invenção do islã e o começo da Linha do Tempo do Terrorismo Islâmico [1], eu preparei este resumo. Enquanto que ele não seja compreensivo, ele é suficiente para você entender que os terroristas de hoje não caem do céu. O Islã é não apenas o responsável pelo mal comportamento dos terroristas de hoje, mas ele também tem sido o responsável por inspirar mal comportamento por muito tempo.
[1] NOTA DO TRADUTOR – A Linha do Tempo do Terrorismo Islâmico trata-se da cronologia dos mais recentes atentados perpetrados por grupos islâmicos. Uma contagem mais detalhada destes atos terroristas pode ser encontrada no site Islã: a religião da Paz (e um monte de corpos mortos).

Em geral, a resposta à perturbadora pergunta “porque os muçulmanos matam” está escondida dentro da História. Os muçulmanos vão te dizer que eles estão lutando uma batalha defensiva contra agressão. Eles vão te dizer que a violencia deles é um legado das cruzadas, e portanto na mente deles, é um resultado de hostilidade gratuita e não provocada que o cristianismo tem contra eles. A maioria dos terroristas islâmicos  justifica os seus ataques contra o Ocidente dizendo “os cruzados estão novamente roubando terras muçulmanas.” Mas, existe alguma evidência que cristãos, cruzados ou não, tenham alguma vez roubado terras que legitimamente pertenceram aos muçulmanos? Em outras palavras, será esta justificatica para o terror islâmico válida? 


Depois de lutar uma série de batalhas contra os jihadistas islâmicos nos arredores de Roma em 1090, os católicos romanos e os potentados da Europa ocidental concordaram em ajudar os Bizantinos na sua defesa contra o Islã. Como resultado, eles lançaram a primeira cruzada em 1095.

Esta resposta “cristã”, enquanto não rotulada como tal, é apenas um pedaço de um drama muitíssimo importante que os acadêmicos parecem não quererem se importar. E eu suponho que é para permitir que os “iluminados” possam falar mal do cristianismo. Contudo, se focalizarmos nas cruzadas enquanto se ignora os treze séculos de intervencionismo, agressão, ocupação e pilhagem islamica é como assistir a um documentário sobre a Ku Klux Kan em 1920 e então imaginar que se conhece os Estados Unidos. 


A maioria dos ocidentais não sabe que um século antes das cruzadas terem sido iniciadas, Roma, a capital religiosa da Europa, foi sitiada pelo Islã. Os ocidentais não correlacionam os 450 anos de sítio à Constantinopla, a capital política da cristandade, com a resposta católica. Tão pouco eles estão alertas ao fato que cristãos estavam sendo rudemente perseguidos na Terra Santa e que suas igrejas estavam sendo queimadas pelos muçulmanos que tinham ocupado a região. Além do mais, as cruzadas tinham o objetivo de devolver Jerusalém aos Bizantinos, que tiveram a Terra Santa roubada pelos guerreiros mujahadin muçulmanos.


A cidade de Jerusalém não era grande ou estratégicamente importante. Mas era simbólica devido a peregrinação de cristãos, e judeus viviam lá. E muito embora Jerusalém estivesse a 1500 milhas de Roma, quando nós entendemos o conflito nascido do desejo islâmico de controlá-la, bem como de controlar o resto do mundo, nós iremos melhor apreciar porque estes terroristas continuam a se esbaforir em frustração.


Jerusalém tinha essencialmente sido ignorada por séculos desde o início da diáspora, em 135 DC, em consequencia à revolta comandada pelo rabino Rabbi Akiba e o seu falso messias Bar Kochba. Na sequência, a Roma pagã destruiu quase tudo na Judéia e salgou a terra. Desde então, nada importante ocorreu na Terra Santa até o século sétimo.


Os persas atacaram a escassamente povoada região em 614 DC, tomando Jerusalem dos Bizantinos. O emperador Bizantino Heráclius reconquitou a empobrecida cidade no ano 630. Logo após isso, e dentro de uma década da morte de Maomé, forças islâmicas atacaram os cristãos bizantinos. Estando enfraquecidas pelas lutas com os persas, os cristãos foram expulsos da Judéia pelos muçulmanos.


Jerusalém foi inicialmente ignorada pelos jihadistas porque eles estavam mais interessados em saquear o Egito. A cidade se rendou ao exército muçulmano em 638 DC. De modo a demonstrar que a sua religião era superiora ao Judio-Cristianismo, iniciou-se a imediata construção do “Domo da Rocha”, exatamente no meio do monte onde se encontrava o Segundo Templo. Sophronicus, o patriarca da cidade, chorou ao ver a cena e disse: “Verdadeiramente, esta é a Desolação da Abominação predita pelo profeta Daniel!” Isto era verdade. Como é também verdade que a escolha do local para a construção do “terceiro templo mais sagrado do islã” é um testamento de que o islã é uma fraude [2].

[2] NOTA DO TRADUTOR – Não existe menção alguma a Jerusalém no Alcorão. 

Depois de capurarem Jerusalém, os muçulmanos atacaram as províncias leste e sul do Império Bizantino. Na década de 640, a cristã Armênia ao norte e o Egito ao sul, este também cristão na época, sucumbiram à espada do islã. Em 655 DC, os muçulmanos quase capturaram o imperador bizantino. 

Em 711 os muçulmanos tinham conquistado e ocupado todo o norte da África. Foi então que um comandante muçulmano chamado Jebel al-Tariq pisou em território europeu, sobre uma rocha que tem o seu nome, Gibraltar, uma corruptela de Jebel al-Tariq. Em 712 DC, os exércitos muçulmanos penetraram fundo dentro da Espanha católica. Na batalha de Toledo, eles derrotaram os espanhóis visigodos e mataram seu rei. Os cristãos que sobreviveram se refugiaram nas montanhas no noroeste do país. Com isso, os refugiados sobreviveram com suas vidas, mas sem suas propriedades. Os saqueadores islâmicos não os perseguiram, preferindo atacar além dos Pirineus dentro da França.


Enquanto isso, no Leste, os muçulmanos continuaram atacando o império Bizantino. Em 717 eles tinham um pé-de-apoio no sudeste europeu e controlovam os Balcans. Com a cristandade cercada, os muçulmanos continuaram o sítio da capital bizantina, Constantinopla – chamada a partir do imperador romano Constantino. Se eles tivessem conquistado Constantinopla naquela época, eles teriam conquistado todo o continente europeu. Mas os bizantinos resistiram [3]. A capital cristã resistiria até a sua queda em 1453. E seria apenas 200 anos após a ocupação de Constantinopla (atual Istanbul) que a expansão islâmica seria estancada após os ataques a Viena, em 1529 e novamente em 1683. O ocidente, galvanizado por mil anos de guerras contra ele, finalmente obrigava as forças muçulmanas a retrocederem de parte das terras por eles roubadas e ocupadas nos séculos sétimo e oitavo.

[3] NOTA DO TRADUTOR – Excluindo as diversas escaramuças, Constantinopla foi sitiada duas vezes por exércitos islâmicos: o Primeiro Sítio de Constantinopla levou 4 anos, entre 674 a 678 e o Segundo Sítio de Constantinopla levou 2 anos, entre 717 e 718. Em ambas as vezes, os exércitos muçulmanos foram compostos por 200 mil homens. No Segundo Sítio, os muçulmanos tiveram ainda o apoio de 2.500 embarcações.

O primeiro sucesso significativo na resistência contra os ataques islâmicos aconteceu quando cristãos europeus ocidentais pararam o avanço muçulmano no ano 732 (100 anos após a morte de Maomé) na Batalha de Tours (ou Poitiers), França. Carlos de Heristal, avô de Carlos Magno, comandou um exército Franco contra uma grande força invasora muçulmana, derrotando-a. Muito embora militantes muçulmanos ainda continuassem atacando as terras francesas por décadas, a conquista da França foi evitada. Por esta vitória, Carlos de Heristal tornou-se conhecido como “martelo”, ou, do francês, Carlos Martel.


Depois de se reagruparem, forças muçulmanas se moveram para a região centro-sul da Europa, lançando invasões na Sicília, Sardenha e Córseca, em 827 DC. Eles também atacaram a bota itálica. Em 846, os muçulmanos atacaram Roma, capital do catolicismo romano. Esta agressão seria apenas comparávem se os cristãos saqueassem Meca, coisa que eles nunca fizeram.


Caminhando para o final do século nono, piratas muçulmanos se estabaleceram ao longo da costa sul da França, Itália e norte da África. Esses incursores islâmicos ameaçaram o tráfego de comércio, comunicação e peregrinação por muitos séculos. De fato, o primeiro ataque militar perpetrado contra os Estados Unidos foi feito pelos piratas muçulmanos ao longo da costa de Trípoli [4], quando Thomas Jefferson era, então, o secretário de estado.

[4] NOTA DO TRADUTOR – A cidade de Trípoli era uma das bases da chamada Costa da Barbária, correspondente hoje às costas da Argélia, da Tunísia, da Líbia e a alguns portos do Marrocos. Estes confrontos com os Estados Unidos se tornaram conhecidos como a “Gerra da Barbária.” Os Piratas da Barbária, também chamados de piratas barbarescos, piratas berberes ou corsários otomanos, eram responsáveis pelo tráfico de escravas brancas, sequestradas da Europa e valiosas nas cortes muçulmanas.

Durante o século décimo, a maré brutal finalmente começa e mudar – embora vagarosamente. No Leste, durante as décadas de 950 e 960, os bizantinos montaram uma série de contra-ataques. Eles eventualmente reconquistaram as ilhas de Creta e Chipre e territórios na Ásia Menor e norte da Síria, incluindo Antióquia. Faltaram-lhe força para reconquistar Jerusalem. Entretando, talvez ele tivessem lutado mais se eles pudessem antever o terror a que a cidade iria enfrentar.


No ano 1000 DC, a maior parte a população da Terra Santa ainda era de cristãos, mas isso estava para mudar. Um governador muçulmano, cujo nome era Hakim, perseguiu cristãos e judeus, aterrorizando-os. Ele fez ressurgir o dever islâmico de roubar casas, terras e propriedade dos cristãos e judeus. Em 1009 ele ordenou que a igreja do Santo Sepulcro fosse queimada, bem como a destruição de todas as sinagogas, igrejas ou templos existentes. A população cristã da Terra Santa começou a se reduzir dramaticamente sob este regime tiranico e opressor.


Os bizantinos, aflitos com o dano sofrido pelo seu segundo mais venerado lugar religioso, negociaram com os muçulmanos e em 1038 foram deixados reconstruir. Mas já não haviam cristãos suficientes na Judéia para completar o trabalho. Mas isso não importava de qualquer modo. O próximo governador muçulmano destruiu o que havia sido reparado.


Ao mesmo tempo, os Turcos Seljúcidas surgiram das estepes da Ásia central. Em 1055, a horde bárbara capturou Bagdá, saqueando a capital Muçulmana, mas não a religião islâmica. Reconhecendo a inspiração que o islã oferece para aqueles que saqueiam e estupram, pilham e matam, os Turcos seljúcidas se converteram ao islã. Os repressores e impiedosos muçulmanos árabes foram substiuídos por uma leva ainda mais suja de terroristas.


Em 1071, o imperador bizantino Romanus Diogenes confrontou a invasão dos Turcos seljúcidas muçulmanos no limite leste do império. Os dois exércitos se encontraram na vila de Manzikert, próximo ao Lago Van. Os cristãos foram completamente derrotados pelos muçulmanos. Como resultado, Bizâncio perdeu todos os territórios que havia reconquistado nos séculos nono e décimo, incluindo a Ásia Menor, o celeiro do império.


Os imperadores bizantinos que sucederam enviaram frenéticos apelos de ajuda ao ocidente na esperança que os papas ou outros potentados pudessem ajudá-los na luta contra a ofensiva islâmica antes que tudo fosse perdido. O Papa Gregório VII recebeu estes apelos primeiro, e em 1074 ele discutiu em ele mesmo liderar uma expedição a Bizâncio. Mas com a igreja dividida e sem os meios apropriados, ele não pode fazer nada. Então, com o relógio próximo ao badalar da meia-noite, o apelo dos bizantinos encontrou a audiência do Papa Urbano II.


Vamos parar por um momento e refletir. Durante os primeiros 3.100 anos de registros históricos, de 2.500 AC até 600 AC, não existe um único registro escrito encontrado em qualquer lugar do mundo que narre os árabes saindo da Arábia para aterrorizar, conquistar, saquear ou controlar ninguém. Então, começando em 622 DC, Maomé anunciou o início da era muçulmana. Na sua concepção, de acordo com as fontes islâmicas originais, ele e os primeiros muçulmanos: “Prometem fazer guerra contra toda a humanidade.” Na primeira década do islamismo, Maomé, a única voz de Alá e único profeta desta religião, liderou pessoalmente ataques terroristas – o último deles contra os bizantinos.  O Mensageiro de Alá atacou, aterrorizou, saqueou, estuprou, escravizou, enganou ou assassinou, agressivamente, todos dentro do seu alcance.


Depois da sua morte, em 632, começou uma luta por poder entre Abu Bakr, sogro de Maomé (Bakr foi quem providenciou ao sexualmente pervertido cinquagenário Maomé a sua filha de 9 anos, Aisha) e Ali, o filho adotivo de Maomé e seu genro. Bakr venceu, criando a fissura entre Sunitas e Xiítas. Depois de confiscar o tesouro que Maomé havia obtido através de assaltos, o primeiro Califa do Islã começou uma Guerra de Compulsão, forçando todos os árabes a se renderem ao Islã – a religião da submissão. No curso dos dez anos seguintes, este povo antes pacífico e auto-sustentável, agora corrompido pelo Islã, tornou-se no mais cruel e cobiçoso dos bárbaros. Eles mostraram toda a sua selvageria no seu caminho, começando pelo Iemen, Pérsia, a provincia bizantina da Síria, e a região hoje ocupada pela Jordânia, Israel e Egito.


Então, no curso dos 90 anos seguintes, a espada do Islã foi manejada sobre a cabeça dos indianos, africanos e europeus. Mas isto não é o fim da história. Hoje, com fundos da OPEC, o renascimento do fundamentalismo islâmico está novamente terrorizando o mundo. Muçulmanos, seguindo o examplo de Maomé [5], cometem 95% dos atos terroristas no planeta. Então, eu pergunto, o que corrompeu esta gente e os fez tão cobiçosos e violentos senão o Islamismo? E, já que aquela pergunta foi retórica, porque os politicos e a imprensa buscam desculpas para este dogma que é tão mortal?

[5] NOTA DO TRADUTOR – O Alcorão diz: “Nós temos em Maomé um exemplo de conduta.”

A História confirma com grande claridade que os muçulmanos, começando com Maomé, lançaram a conquista dos reinos cristãos 600 anos antes da tímida resposta européia através das cruzadas. Ainda assim, os propagandistas muçulmanos querem que o mundo acredite que o Ocidente roubou terras muçulmanas e que os cristãos são imperialistas. Esta mentalidade é usada para enganar tolos, para que os tolos acreditem que os muçulmanos lutam contra os cristãos porque os cristãos começaram a lutar contra eles. Aqueles que enganam não desejam que todos saibam que os cristãos são as vítimas, não os vilões neste caso, e nem desejam que se conheça que o motivo que leva os muçulmanos a cometerem assassinatos é o próprio Islã. 


E ainda assim, apesar de toda a evidencia ao contrário, o islã se apresenta como inocente e passivo. A religião é pouco, ou mesmo nunca, reponsável pelo terrorismo que ela inspira. Mesmo quando os chamados especialistas discutem terror no contexto da religião, eles universalmente usam o qualificador “radical” ao Islã, sugerindo que uma forma corrompida da doutrina é culpada pela carnificina que ela inspira, quando o contrário é o correto. Mas, para ter acesso à imprensa ou vender livros as pessoas devem estar dispostas a mentir. Esta patologia suicida nasceu do Humanismo Secular Socialista e sua campanha contra os valores cristãos.


Enquanto que as cruzadas, enquanto evento histórico, merecem crítica, escrutínio e estudo, elas são como um carocinho na corcova de um camelo quando comparadas à chacina da máquina de guerra islâmica, que começou a devastar o mundo em 622 DC – e nunca mais parou. Na última campanha terrorista de Maomé, depois dele ter abatido e subjugado todos os judeus ao seu alcance e saqueado todos os arabés que valiam a pena serem roubados, o mensageiro de Alá reuniu 30.000 jihadists mujahadin para atacar a civilizada comunidade bizantina de Tabuk. Este assalto, bem como a conquista de Meca, é descrito nos capítulos finais do Alcorão, as Suras (capítulos) de número 9 e 5. Elas definem o islamismo, rotulando todos aqueles que se recusam a lutar como “hipócritas merecedores da morte.” Estas Suras  também apresentam a taxa Jizia, que o Alcorão diz que os não-muçulmanos devem pagam em total humilhação, sob o risco de perderem suas vidas. A mensagem do Islã é clara, simples e direta: conversão ao islamismo, pagar o debilitador imposto de “proteção” (a Jizia), ou a morte.


Dentro deste contexto, Maomé liderou 75 ataques terroristas para financiar sua nova religião. É por isso que a oitava Sura do Alcorão começa com a frase: “Saquear é legal e bom.” Isto tornou-se um mantra dos jihadistas islâmicos, e o motivo para os mais de mil anos de assaltos. Propriedade roubada e tráfico de escravos permitiram aos primeiros muçulmanos adquirirem mais armas e subornarem mais homens (com a permissibilidade do saque) para se juntarem a esta religião cruel. Nada mudou. Mas um império construído sobre brutalidade torna-se contra sí se aos bárbaros não for constantemente dado um inimigo para odiar e vítimas para pilhar.


Notas de Rodapé


[1] NOTA DO TRADUTOR – A Linha do Tempo do Terrorismo Islâmico trata-se da cronologia dos mais recentes atentados perpetrados por grupos islâmicos. Uma contagem mais detalhada destes atos terroristas pode ser encontrada no site Islã: a religião da Paz (e um monte de corpos mortos).

[2] NOTA DO TRADUTOR – Não existe menção alguma a Jerusalém no Alcorão. 

[3] NOTA DO TRADUTOR – Excluindo as diversas escaramuças, Constantinopla foi sitiada duas vezes por exércitos islâmicos: o Primeiro Sítio de Constantinopla levou 4 anos, entre 674 a 678 e o Segundo Sítio de Constantinopla levou 2 anos, entre 717 e 718. Em ambas as vezes, os exércitos muçulmanos foram compostos por 200 mil homens. No Segundo Sítio, os muçulmanos tiveram ainda o apoio de 2.500 embarcações.

[4] NOTA DO TRADUTOR – A cidade de Trípoli era uma das bases da chamada Costa da Barbária, correspondente hoje às costas da Argélia, da Tunísia, da Líbia e a alguns portos do Marrocos. Estes confrontos com os Estados Unidos se tornaram conhecidos como a “Gerra da Barbária.” Os Piratas da Barbária, também chamados de piratas barbarescos, piratas berberes ou corsários otomanos, eram responsáveis pelo tráfico de escravas brancas, sequestradas da Europa e valiosas nas cortes muçulmanas.

[5] NOTA DO TRADUTOR – O Alcorão diz: “Nós temos em Maomé um exemplo de conduta.”


Execução, por degolamento, de 900 judeus homens (aqueles que tinha pêlos pubianos) da tribo judáica dos Banu Quraiza - parte do genocídio das cinco tribos judáicas de Medina