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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Quatro estágios da conquista islâmica


Compilado por Clivius Defendus, com dicas de Kali Politus

Vídeo (em inglês) de LSA e versão em PDF. Leia a compartilhe.
Observação: existem outros artigos no blog relevantes com o que é tratado aqui, e servem como referência complementar: Lei dos Números, Hégira, bem como os links fornecidos ao longo do artigo.

ETAPA 1: INFILTRAÇÃO

Os muçulmanos começam a se mudar para países não-muçulmanos em números crescentes e o início de conflitos culturais são visíveis, embora muitas vezes sutis.
  • Primeira onda de migração para o país "anfitrião" não-muçulmano.
  • Apelo à tolerância humanitária da sociedade de acolhimento.
  • Tentativas de retratar o Islã como uma religião de paz e muçulmanos como vítimas de mal-entendidos e racismo (embora o Islã não seja uma "raça").
  • Alta taxa de natalidade muçulmana no país de acolhimento faz aumentar a população muçulmana.
  • As mesquitas costumam espalhar o islã e não gostam do país anfitrião e da sua cultura.
  • Solicita-se criminalizar a "islamofobia" como um crime de ódio.
  • Ações judiciais ameaçadas por discriminação subjetiva.
  • Ofertas de "diálogo inter-religioso" para doutrinar os não-muçulmanos.
Quantas nações sofrem de infiltração islâmica? Uma? Uma mão-cheia? Quase todas as nações? A "liderança" islâmica da Irmandade Muçulmana e outros grupos desejam dissolver a soberania de cada nação e substituí-la pela imposição global da lei islâmica da sharia. A lei da Sharia, baseada no Alcorão, Sira e hadices, condena a liberdade e proíbe a igualdade e é inconsistente com as leis de todas as nações ocidentais. Como o autor e historiador Serge Trifkovic afirma:
"A recusa da classe de elite ocidental em proteger suas nações da infiltração jihadista é a maior traição na história".

ETAPA 2: CONSOLIDAÇÃO DO PODER

Os imigrantes muçulmanos e os convertidos do país de acolhimento continuam a exigir acomodação em termos de emprego, educação, serviços sociais, financiamento e tribunais.
  • A proselitização aumenta; estabelecimento e recrutamento de células jihadistas.
  • Esforços para converter segmentos alienados da população para o Islã.
  • Esforços revisionistas para islamizar a história.
  • Esforços para destruir evidências históricas que revelam o verdadeiro islamismo.
  • Aumento da propaganda anti-ocidental e da guerra psicológica.
  • Esforços para recrutar aliados que compartilham objetivos semelhantes (comunistas, socialistas, anarquistas).
  • Tentativas de doutrinar as crianças para o ponto-de-vista islâmico.
  • Aumento dos esforços para intimidar, silenciar e eliminar os não-muçulmanos.
  • Esforços para introduzir leis de blasfêmia e ódio para silenciar críticos.
  • Foco contínuo na ampliação da população muçulmana, aumentando os nascimentos e a imigração muçulmana.
  • Uso de instituições de caridade para recrutar apoiantes e financiar a jihad.
  • Esforços encobertos para provocar a destruição da sociedade de acolhimento a partir de dentro.
  • Desenvolvimento da base política muçulmana na sociedade anfitriã não-muçulmana.
  • As redes financeiras islâmicas financiam o crescimento político, a aquisição de terras, indústria e comércio.
  • Assassinato visível de críticos visavando intimidar a oposição.
  • A tolerância aos não-muçulmanos diminui.
  • Maiores exigências para adotar uma conduta islâmica rígida.
  • Acúmulo clandestino de armas e explosivos em locais ocultos.
  • Desrespeito aberto / rejeição do sistema jurídico da sociedade não-muçulmana, e da sua cultura.
  • Esforços para minar e destruir a base de poder de religiões não-muçulmanas, incluindo especialmente judeus e cristãos.
Existe um padrão aqui? Theo van Gogh foi assassinado na Holanda por "insultar" o Islã; A Organização da Conferência Islâmica exige leis contra a blasfémia através das Nações Unidas; A França é incendiada regularmente por "jovens" (leia-se, muçulmanos); O crescimento dos "crimes de honra" ... a negação do holocausto ... o anti-semitismo ... o acobertamento dos dogmas do Islã; Ódio contra cristãos, judeus, hindus, budistas, ateus. O padrão para todos é o surgimento da intolerância islâmica e a jihad secreta / cultural para tornar as sociedades que os acolhem em mundos compatíveis com a sharia - para remover a soberania do país anfitrião e substituí-la pela lei islâmica da sharia. A lei da Sharia que condena a liberdade terrena e a liberdade individual, que proíbe a igualdade entre as religiões e entre os sexos, que rejeita o conceito de nação fora da dar al-Islam, a casa global do Islã.


FASE 3: GUERRA ABERTA COM LIDERANÇA E CULTURA

Violência aberta para impor a Sharia e restrições culturais associadas; Rejeição do governo do país de acolhimento, e subjugação de outras religiões e costumes.
  • Esforços intencionais para minar o governo anfitrião e a sua cultura.
  • Atos de barbaridade para intimidar os cidadãos e promover o medo e a submissão.
  • Esforços abertos e encobertos para causar o colapso econômico da sociedade.
  • Toda oposição é desafiada, erradicada ou silenciada.
  • Execução em massa de não-muçulmanos.
  • Difundida limpeza étnica por milícias islâmicas.
  • Rejeição e desafio das leis seculares ou cultura da sociedade de acolhimento.
  • Assassinato de intelectuais muçulmanos "moderados" que não apoiam a islamização.
  • Destruição de igrejas, sinagogas e outras instituições não-muçulmanas. 
  • As mulheres tem suas liberdades cada mais restringidas de acordo com o que estabelece a lei Sharia. 
  • Destruição em grande escala da população, assassinatos, bombardeamentos. 
  • Derrubada do governo e usurpação do poder político. 
  • Imposição da Sharia. 
O site www.thereligionofpeace.com mantém o registro do número de ataques violentos da jihad da melhor forma possível. O site lista mais de 30 mil ataques desde setembro de 2001 (até a data de hoje). Vale a pena visitar. O que está ocorrendo, no entanto, é provávelmente difícil de estimar ​​os eventos em que os muçulmanos são intimidados por outros muçulmanos por não serem "muçulmanos o suficiente", onde os não-muçulmanos são intimidados a fazer ou não fazer o que desejam, onde as populações remanescentes estejam em uma espiral de morte simplesmente por não serem muçulmanos em uma área predominantemente muçulmana. Os cristãos, os judeus, os hindus, os budistas, os animistas e os ateus encontram-se com a morte, a destruição da propriedade ou sua confiscação, a conversão forçada, a violação, a tributação excessiva (a jizya), a escravidão, as multidões desenfreadas e várias outras formas de "justiça" islâmica na mão de muçulmanos no Sudão, nas Filipinas, no Quênia, na Malásia, na Índia, etc. E não esqueçamos a "morte aos apóstatas" no mundo inteiro.


ETAPA 4: A "TEOCRACIA" ISLÂMICA TOTALITÁRIA

O islamismo torna-se a única ideologia religioso-político-judicial-cultural.
  • A Sharia torna-se a "lei da terra."
  • Todos os direitos humanos não-islâmicos são cancelados.
  • Escravização e genocídio da população não-muçulmana.
  • Liberdade de expressão e imprensa erradicadas.
  • Todas as religiões que não o Islã são proibidas e destruídas.
  • Destruição de todas as evidências de cultura não-muçulmana, populações e símbolos no país (Budas, casas de culto, arte, etc).
A Casa do Islã ("paz"), dar al-Islam, inclui as nações que se submeteram ao domínio islâmico, à expiação da alma, à liberdade de condenação e preceitos discriminatórios da Sharia. O resto do mundo é a Casa da Guerra, dar al-harb, porque não se submeteu à Sharia, e existe em estado de rebelião ou guerra com a vontade de Alá. Nenhum Estado não-muçulmano ou seus cidadãos são "inocentes" e permanecem alvos viáveis ​​de guerra por não acreditarem em 'Alá'. Os povos cristãos, judeus, coptas, hindus e zoroastrianos do mundo sofreram sob a subjugação por séculos. Os dhimmis são proibidos de construir casas de culto ou reparar as existentes, economicamente aleijados pela pesada jizya (impostos), socialmente humilhados, legalmente discriminados, alvo de ações criminosas e geralmente mantidos em permanente estado de fraqueza pelos governos islâmicos.

Note-se que as conversões forçadas (Egito) e a escravidão (Sudão) ainda acontecem. Homossexuais são pendurados em praça pública no Irã. As meninas são casadas com velhos. Os apóstatas são ameaçados de morte. Os "crimes de honra" são rotina. As mulheres são legalmente cidadãs de segunda classe, embora os homens muçulmanos insistam em dizer que elas são "tratadas melhor" do que as mulheres no Ocidente. Essas manifestações mais óbvias podem ofuscar outras menos óbvias, como a falta de investigação intelectual na ciência, reduzida produção literária, arte e música inexistentes, uso e abuso sexual de jovens e mulheres e o desprezo pela realização pessoal, alegria e beleza. Olhe nos olhos de uma menina de 12 anos de idade recentemente casada para ver a consequência da privação moral espalhada pelo Islão.

Os 4 estágios da conquista islâmica também estão disponível em formato pdf para facilitar o compartilhamento como parte de "Liberty vs Sharia" (em inglês).





domingo, 1 de novembro de 2015

Hégira: migração islâmica como arma de conquista e dominação

José Atento
Este artigo permite que se entenda a motivação político-religiosa que causa a migração muçulmana para países não-muçulmanos, notadamente a verdadeira invasão que presenciamos hoje em dia. Como tudo no islão, isto tem base no Alcorão e na tradição (sunna) de Maomé.
A Hégira (hijrah), ou jihad pela migração, faz parte de um conceito mais amplo de jihad demográfica, ou seja, forçar sociedades a se subjugarem aos regulamentos da lei islâmica Sharia através da força do número de muçulmanos vivendo naquele lugar (veja a lei dos números).
Este conceito começou com o próprio Maomé e vem sendo empregado desde então, fazendo parte integral da história islâmica, bem como do consciente coletivo do mundo islâmico. O que vemos acontecer hoje na Europa é apenas mais um capítulo desta longa história.  
No ano 622 depois de Cristo, Maomé, e seus seguidores, se mudaram de Meca para Yathrib, mais tarde renomeada como Medina, um evento que passou a ser chamado de Hégira (ou fuga). Este evento marca o começo do calendário islâmico, e marca também a mudança de atitude de Maomé. Antes da Hégira, ele vivia em Meca, onde ele foi um pregador fracassado, tendo arregimentado apenas uma dezenas de seguidores. Em Meca a sua pregação era básicamente, "aceite-me como profeta da Alá ou sofra todas as mais indescritíveis torturas no inferno" (torturas executadas pelo próprio Alá). Após a Hégira acontece uma mudança, e Maomé forma uma milícia e passa a cometer as piores atrocidades. Maomé agora não espera pela justiça de Alá na "vida após a morte." Maomé se tornou o executor da justiça de Alá na Terra, desenvolvendo o conceito de jihad, exortando seus seguidores a cometerem violência contra os incrédulos, e a imposição de que todo muçulmano deve se esforçar para disseminar e implementar a Sharia no mundo todo, tornando a jihad uma obrigação comunitária e eterna.

A Hégira é um evento marcante na consciência islâmica. Maomé foi um migrante, e foi a sua migração que funcionou como a chave para o seu sucesso. A rigor, Maomé colonizou Medina. Ele transformou Medina, uma próspera cidade de 30 mil habitantes (incluindo 5 tríbos judáicas), onde várias religiões viviam lado-a-lado, em um enorme gueto islâmico, onde apenas o islão imperava.

O fato do calendário islâmico começar com a Hégira, e não com o nascimento de Maomé, ou por ocasião de primeira "revelação", é algo importante. Ele sinaliza como o início do Islã o evento que marcou a mudança de estratégia de Maomé, de pregador para líder político e militar, o que implica que o islão só é pleno em sí mesmo se os componentes político e militar estiverem presentes.

Cada muçulmano que migra para um outro lugar tem a narrativa da Hégira na sua mente. Ele sabe que é sua missão transformar a nova terra que o abriga, de modo a que ela se torne parte da Dar-al-Islam, a Casa do Islão, sendo regulada pela Sharia.

O Alcorão 4:100 registra bem isso: a migração pela causa de Alá e de Seu mensageiro.
"E quem migra pela causa de Alá vai encontrar refúgio e abundância na terra. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa é uma incumbência de Alá. E Alá é Perdoador, Misericordiador." (Alcorão 4:100)
Esta é a Hégira, ou jihad pela migração, como uma missão individual para cada muçulmano que migra, considerado com um ato altamente meritório. Eles são chamados de Al- Muhajiroun, os migrantes.

"Avante, com armas pesadas ou leves, empenhando-se totalmente com sua riqueza e sua vida na causa de Alá. Isto é melhor para você, se você soubesse (Alcorão 9:41)

Então nos defrontamos com a crise migratória da Europa, na qual, além dos milhões de muçulmanos que já migraram para a Europa ao longo das últimas décadas, temos agora uma aceleração assustadora do fluxo, que acontece após o Estado Islâmico ameaçar inundar a Europa com 500 mil migrantes. Ainda que seja difícil de se dizer o número exato de migrantes, apenas a Alemanha espera receber 1,5 milhões de migrantes em 2015E isso é apenas na Alemanha.

A Turquia, que se tornou a rota migratória mais importante, alertou a União Européia que um adicional de 3 milhões de migrantes poderão estar à caminho da Europa ainda neste inverno europeu. Na verdade, a Turquia usa isso como barganha para ser aceita na União Européia.

(Isso sem mencionar que 80% dos refugiados sírios não são sírios, e que é fácil comprar passaporte sírio nas ruas de Istanbul, na Turquia)

Toda a Europa está sendo inundada com refugiados a uma taxa sem precedentes na história do mundo. Esta já não é apenas uma "crise de refugiados." Isto é um Hégira, cujas consequências são fáceis de antever. 

Em primeiro lugar, mais muçulmanos implica em maior pressão para que as leis e costumes europeus sejam alterados ou substituidos pelas normas da Sharia (tudo em nome do multiculturalismo, e quem for contra isso já está sendo taxado de racista, xenófobo ou islamófobo, podendo ser preso ou mesmo perder a guarda dos seus filhos). 

Em segundo lugar, existe o problema da infiltração de jihadistas do Estado Islâmico, pois ele mesmo já havia anunciado esta intenção em um documento intitulado "Líbia: A Porta Estratégica para o Estado Islâmico", dizendo que a Europa poderia ser alcançada através de refugiados saindo a Líbia de barco, além do já citado anúncio dos 500 mil migrantes. É claro que nem todos os migrantes são jihadistas do Estado Islâmico, porém começa a ser difícil de negar que muitos deles são

Existem duas perguntas fundamentais a serem feitas: 
  1. Por que é dever da Europa absorver todos esses refugiados? 
  2. Por que não a Arábia Saudita ou outros países muçulmanos, que são ricos em petróleo e têm muito espaço, não recebem estes migrantes
A resposta a estas duas perguntas é simples, apesar das autoridades não-muçulmanas se recusarem a acreditar e os muçulmanos não declararem isso abertamente: o destino destes refugiados tem que ser a Europa, pois, deste modo, esta migração se torna uma Hégira.

Dr. Bill Warner discute um pouco mais sobre a Hégira no vídeo abaixo:

O conceito da Hégira como uma forma de Jihad


Atualização em 28/2/2016
Em entrevista para documentário de TV árabe, refugiado sírio deixa bem claro o seu objetivo: converter o máximo de pessoas para o islã, para chegar ao paraíso. Não é fugir da guerra, nem trabalhar para contribuir para a nação que abriu as portas para recebê-lo, mas sim o que esse homem deseja é levar mais islamismo para a Europa.
Vídeo em http://www.liveleak.com/view?i=08f_1450562352


Poster promocional de um evento, no Canadá, que discutiu o conceito da Hégira 
e de como este conceito se aplica nos dias de hoje




Observação
Para escrever este artigo eu tive que pesquisar sobre a diferença entre migrar, imigrar e emigrar. No dicionário Priberam, definem-se como:

mi·gra·ção 
(latim migratio-onispassagem de um lugar para outro)
substantivo feminino
1. Acto ou efeito de migrar.
2. Acto de passar de um país ou de uma região para outro.
3. Conjunto de viagens periódicas de certas espécies de animaisconsoante as estações do ano e as condições climáticas.

e·mi·gra·ção 
(latim emigratio-onis)

substantivo feminino

1. Acto ou efeito de emigrar.

2. Conjunto de pessoas que deixa o seu país ou a sua região para se estabelecerem noutro.

3. Saída periódica de certas espécies animais para outra região.
Confrontarimigração.

i·mi·gra·ção 
(imigrar + -ção)

substantivo feminino

1. Acto ou efeito de imigrar.

2. Conjunto de pessoas que se estabelece noutro país ou noutra a região diferente do seu.
Confrontaremigração.

A diferença entre emigrar e imigrar é discutiva neste artigo. Em termos gerais emigrar significa "sair" ao passo que imigrar significa "entrar". Deste modo, eu preferí usar a palavra migrar no contexto do artigo por ter um aspecto mais geral. 

"migração", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/migra%C3%A7%C3%A3o [consultado em 11-07-2018].

"emigração", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/emigra%C3%A7%C3%A3o [consultado em 11-07-2018].

"imigração", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/imigra%C3%A7%C3%A3o [consultado em 11-07-2018].


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A crise migratória da Europa se agrava e a invasão islâmica se amplia



A Europa já enfrentava um problema migratório seríssimo, assunto discutido anteriormente  no artigo Islamização da Europa: pode o mesmo acontecer no Brasil?. Mas agora, ela se vê diante de uma invasão. Sim, invasão, porque estamos falando de 1 milhão de "migrantes" por ano, chegando à Europa na expectativa de usufruir das benesses do serviço-social europeu, e não para contribuir com ele. Além disso, com expectativas de alterar a fábrica social da europa, impondo a Sharia. 

A crise migratória da Europa se agrava, e o que está acontecendo é uma verdadeira invasão. Veja bem. Existem os "refugiados" oriundos de conflitos, e estes são cobertos pela lei internacional. Por exemplo, refugiados da Síria, estimados hoje em 9 milhões de pessoas [1], estão em sua maioria em campos de refugiados e o processo migratório burocrático acontece a partir destes lugares, sendo processados pelas embaixadas dos países que oferecem asilo. Mas existem os "migrantes" que não se constituem em refugiados, porém exigem os mesmos direitos. Estes migrantes querem entrar na Europa de qualquer modo, mesmo sem motivo. Os migrantes são oriundos de áreas que não são consideradas como área de conflitos, por exemplo, Afeganistão, Paquistão e Kosovo. Estes vem para a Europa sem mostrar (ou comprovar) algum motivo que justifique a migração.

Um fato interessante e que diz muito é que os riquíssimos países árabes do Golfo (Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuweit e Bahrain) não aceitam refugiados. A contribuição destes países é zero! Isso mesmo. Zero. Nada. Nulo. Seria natural esperar que países muçulmanos oferecessem ajuda aos seus "irmãos muçulmanos" mas este não é o caso. [2] [3] E é claro que os invasores não vão para os países do Golfo pois sabem que não seriam mesmo recebidos.

A figura abaixo mostra bem o fato curioso de que os "refugiados" poderiam muito bem buscar refúgio nos ricos países do Golfo, mais próximos geograficamente, culturalmente e religiosamente. Porque eles não fazem isso?


A postura dos países do Golfo frente aos países da União Européia é gritante. Enquanto que os países do Golfo se preservam, a União Européia abandona a sua política de imigração e se rende aos contrabandistas de migrantes e refugiados. A Europa está dizendo abertamente que as suas portas estão abertas, basta pisar nas praias europeías ou entrar andando pelas fronteiras abertas.

O contrabando de refugiados e migrantes é um comércio lucrativo. Ele se beneficia da inanição da Europa e sua incapacidade de se proteger. Existem os "pequenos comerciantes contrabandistas", mas também as "grandes corporações contrabandistas", como o Estado Islâmico e até mesmo o Hamas, que cobram entre 2.5 mil a 3 mil dólares por pessoa para ajudá-la a penetrar na "Fortaleza Europa." [4] Estes grupos criminosos estão lucrando milhões de dólares com este contrabando humano [11] [12].

Existem 2 principais rotas da invasão migratória para Europa, uma pelo Mar Mediterrâneo e a outra pelo sudeste europeu, região conhecida como Balcãs. A figura abaixo mostra a segunda rota. Ela se origina na Turquia (que deixa os migrantes, todos extrangeiros, passarem), passa pela Grécia, Macedônia e Sérbia, aí se dividindo via Hungria, ou via Bósnia e Áustria, visando o seu destino final que é a Alemanha.[5]

Rota da migração com destino a Alemanha

A rota pelo Mar Mediterrâneo é mais perigosa, notadamente para os poucos cristãos que se aventuram por ela. Eles são alvo de uma onda de raptos, tortura e violações por grupo na Líbia [6], ou de abuso por parte dos outros migrantes muçulmanos, existindo vários casos de cristãos sendo mortos nos barcos durante a travessia do Mar Mediterrâneo [7]. Até chegarem ao litoral, os migrantes são levados em travessias pelo deserto do Saara. Apesar de tudo, a rota migratória pelo Mediterrâneo cresce, sendo que só no mês passado, mais migrantes desembarcaram nas costas da Grécia do que em todo o ano de 2014 [4]. Existe também a rota marítima pela Turquia. Apenas em julho, cerca de 50.000 chegaram à costa grega vindos de barco a partir da Turquia. [8]

A Alemanha já disse que irá aceitar 800 mil "migrantes" apenas este ano. Existem reações populares na Alemanha contra esta decisão. O pior é que a Chanceler (e manda-chuva) Angela Merkel está acusando os cidadãos alemães que se opõem a aceitar quase um milhão de migrantes por ano de nazistas. Ela teve esta reação após ter sido vaiada ontem durante uma visita a um destes centros. O protesto pacífico que a recebeu tinha faixas dizendo "nós somos a ralé" como resposta a um comentário ofensivo do vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel. O fato é que o governo alemão não consultou o povo alemão para saber como eles desejam ver esta crise resolvida. [5]

Um espectador, de pé em frente à rua do centro da asilo, detém uma placa que diz 
"traidora do povo" durante a visita de Merkel

O afluxo maciço de refugiados criou uma espécie de lei marcial na Alemanha, onde tem sido necessário usar escolas, ginásios e parques de campismo como centros de acomodação temporária para os requerentes de asilo.

Talvez a Chancheler Merkel ache que a Alemanha tem condições de assimilar quase 1 milhão de muçulmanos por ano. Ou talvez ela esteja sofrendo de algum tipo de alucinação. O fato é que ela tornou-se muito popular junto aos sírios, que têm inclusive enviado "cartas de amor" para ela, agradecendo a sua política de fronteiras abertas [9].

Enquanto isso, outros países não tão prósperos quando a Alemanha, e certamente com governos mais realistas do que a Chanceler Merkel, estão decididos a defender a suas fronteiras e identidade. As autoridades de Budapeste anunciaram planos para enviar mais de 2.000 policiais extras para aumentar a segurança na fronteira, enquanto que o parlamento discute a implantação de tropas na próxima semana. Além disso, a Hungria já está construindo uma cerca de 175 km de extensão na sua fronteira com a Sérvia em uma tentativa de impedir os de migrantes entrarem. As autoridades húngaras dizem que um número recorde de migrantes - mais de 2.500 - entraram na Hungria na terça-feira. A Bulgária diz que também vai enviar soldados para sua fronteira com a Macedónia. [5] E a Macedônia teve que usar bombas de gás lacrimogênio para conter centenas de migrantes na sua fronteira com a Grécia [8]. Um dos migrantes disse o seguinte:
"Sabemos que isso não é a Macedônia e nem a polícia da Macedônia. Esta é a União Européia. Por favor, avise a Bruxelas que estamos chegando, não importa de que modo."
Os migrantes chegam através da fronteira para a Macedônia a uma taxa de cerca de 2.000 por dia.

Muro de arame barbado na fronteira da Hungria

Existem dois problemas resultantes da invasão da Europa em andamento.

O primeiro é o econômico. A maioria das pessoas que entram ilegalmente na Europa parecem não estar fugindo de conflitos armados, mas sim buscando uma vida melhor em um "paraíso do bem-estar social" onde eles se qualificariam para viver custeados por auxílios similares ao nosso Bolsa Família. [10] Mas o sistema de bem-estar social europeu, cada vez mais financiado pela dívida dos governos nas últimas décadas, está mostrando sinais de um colapso iminente. Não há fim à vista para a crise da dívida da Grécia, apesar dos pacotes de resgate repetidos da ordem de € 326 bilhões de euros. O crescimento econômico lento, desemprego juvenil e o envelhecimento da população torna o modelo social europeu cada vez mais insustentável. [4]

A corrente principal da imprensa gosta de dizer a todos que os tumultos provocados por imigrantes jovens na França ou na Grã-Bretanha são movidos pela desigualdade econômica. Imagine agora a escala da agitação quando os estados europeus não tiverem mais condições de financiar "metade do planeta" e forem forçados a cortar benefícios sociais? [4]

O outro problema é social. Os migrantes que invadem a Europa vem de países falidos, sendo que um dos principais motivos desta falência é o modelo social e político construído a partir da lei islâmica Sharia. Mas a maioria destes migrantes deseja ver a Sharia implementada, de modo que o que eles estão fazendo será apenas importar para a Europa os problemas que levam ao colapso das suas sociedades. Alguns exemplos indicam esta hipótese.

Este vídeo mostra migrantes na fronteira da Macedônia recusando comida por ela estar dentro de pacotes da Cruz Vermelha, cujo símbolo é uma cruz. Eles queriam comida halal. Ou seja, mesmo em uma situação precária, eles já estão impondo a lei islâmica: os infiéis tem a obrigação de seguir a Sharia.


Outro exemplo diz respeito a ataque a cristãos e ex-muçulmanos, algo também consistente com a lei islâmica Sharia. Refugiados cristãos sírios que vivem na Suécia dizem que foram forçados a sair da casa que servia como asilo devido a ameaças oriundas de refugiados muçulmanos que exigiram que eles escondem suas cruzes e proibiu-os de usarem as áreas comuns na casa que compartilhavam. [13] [19]. Deixar o islão é um crime capital.

Um outro exemplo, um migrante que quebrou e urinou sobre uma estátua da Virgem Maria, na Itália. Destruir símbolos religiosos dos outros é uma obrigação consistente com a Sharia. [14]

Um outro exemplo, um migrante tentou estuprar uma menina de 13 anos que estava de férias na ilha italiana de Lampedusa. Estuprar infiéis faz parte da sunna (tradições) do profeta. [15]

Um outro exemplo. Briga generalizada após refugiado rasgar Alcorão deixa 17 feridos na Alemanha. A ideologia da maior parte dos refugiados é baseada na lei islâmica Sharia [20].

Além disso, existem aqueles que são mesmo jihadistas. A Polícia Norueguesa encontrou vídeos mostrando tortura, mutilações e execuções nos celulares dos "refugiados" [21]. Terroristas do ISIS estão chegando na Europa escondidos entre os migrantes que atravessam o Mediterrâneo em barcos, adverte o Promotor Judicial da União Européia [22]



Ora, é de se esperar que a maioria dos muçulmanos que estão invadindo a Europa desejem Sharia, pois as evidências mostram exatamente isso: muçulmanos querem Sharia.

Além disso, existe o aspecto do supremacismo islâmico, que leva muçulmanos a acharem que eles merecem sempre um tratamento diferenciado com respeito aos káfirs (não muçulmanos). Exemplos disso são comuns, encontrados quando os refugiados reclamam das condições que lhes são oferecidas, como se fosse obrigação das organizações de apoio européias de lhes oferecer hotéis 5 estrelas. Por exemplo, foi isso o que aconteceu na ilha grega de Kos. [16]

O problema é grave. Andreas Kamm, que é Secretário-Geral do Conselho Dinamarquês para os Refugiados, disse recentemente:  "Corremos o risco de que os conflitos entre refugiados e migrantes, de um lado e as populações locais, por outro dê errado e se escale, e nos meus olhos iremos inegavelmente enfrentar um cenário digno do Armagedon." .... A resposta não é que "a Europa importe o excedente populacional. Não podemos absorver 60 milhões de refugiados", diz ele. "Nós não podemos ser obrigados a destruir a nossa própria sociedade. Devemos parar antes disso, se nos ainda pudermos." [17]

Contudo, quase ninguém, especialmente a mídia, culpa os migrantes por suas próprias ações.

O futuro da Europa parece ser cada vez mais sombrio, e os europeus têm apenas a reação das suas elites dirigentes européias para culpar. A invasão acontece com o apoio delas. É como disse o Sr. Crepeau, o relator especial da ONU sobre os direitos humanos dos migrantes: "A migração está aqui para ficar." [18]

A Europa está importando os conflitos do mundo islâmico.


"Nós não voltaremos. Abram o caminho."


Referências

[1] Syrian refugies - a snapshot of the crisis - in the Middle East and in Europe, http://syrianrefugees.eu/, última atualização em outubro de 2014, acessado em 26 de agosto de 2015.

[2] The wealthy Saudi Arabia and the other Gulf states receive zero Syrian refugees, Speiza, acessado em 26 de agosto de 2015.

[3] Facts & Figures: Syria refugee crisis & international resettlement, Anistia Internacional, 5 de dezembro de 2014, acessado em 26 de agosto de 2015.

[4] Mass Immigration and the Undoing of Europe, Vijeta Uniyal, Gatestone Institute, 25 de agosto de 2015.


[6] Tortura e violações na Líbia antes da chegada ao inferno do Mediterrâneo, Público, 16 de agosto de 2015.

[7] Imigração: muçulmanos atiram cristãos fora do barco, TVi24, 16 de abril de 2015.

[8] Refugees tear through police lines at Macedonian border, REUTERS, 22 de agosto de 2015.

[9] Why are Syrians sending love letters to Angela Merkel?, BBC, 26 de agosto de 2015.

[10] African Migrant Surge Imperils European Union Social Infrastructure: British Foreign Secretary Philip Hammond, ND Tv, 10 de agosto.

[11] Smugglers average €1 million per migrant boat, EU Observer, 29 de maio de 2015.

[12] Crime groups making millions of euros on boat migrants - prosecutor, REUTERS, 19 de abril de 2015.

[13] Christian Asylum Seekers Hounded Out of Immigrante housing by Muslim residentes, Breibart, 21 de julho de 2015.

[14] Italy: Muslims Destroy and Urinate on Virgin Mary Statue, Europe News, 18 de janeiro de 2015.

[15] Lampedusa: Tunisian 'asylum seeker' tries to rape 13-year-old Italian girl, Islam versus Europe, 28 de agosto de 2013.

[16] Chaos on Kos: 300 asylum seekers arrive a DAY... with migrants blaming 'incompetent' Greek officials for island situation, Daily Mail, 28 de maio de 2015

[17] Danish Refugee Council's Secretary General: - We face an Armageddon scenario, Speiza, , acessado em 26 de agosto de 2015.

[18] Europe 'must open official channels for migrants', BBC, 25 de agosto de 2015.

[19] Muslim Harassment of Christian Asylum Seekers and Converts to Christianity, PipelineNews.org, 3 de agosto de 2015.

[20] Briga generalizada após refugiado rasgar Alcorão deixa 17 feridos na Alemanha, O Globo, 20 de agosto de 2015.

[21] Sweden: Muslims admit deliberate hate crimes against Swedes, and government is proposed to reward them with – jobs!, The Muslim Issue, 27 de janeiro de 2013.

[22] ISIS terrorists are arriving in Europe hidden among migrants crossing the Mediterranean on boats, warns EU’s top prosecutor, Daily Mail, 6 de julho de 2015.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

"Humanistas da Europa: é hora de darmos um basta à islamização", diz parlamentar suiço


José Atento
"Se perdermos essa batalha, nao haverá segunda chance, porque o Islão nunca devolveu o que conquistou. Por isso eu chamo a todos os humanistas do Continente, para que não fiquem com suas cabecas enterradas na areia, mas para que resistam ao dogma islâmico que quer nos conquistar. Vamos juntos, encontrar nosso caminho de volta para a nossa preciosa herança intelectual. O Islão só é forte, se nós formos fracos."
Foi nestes termos, que Oskar Freysinger, membro do parlamento Suiço, pelo Partido do Povo Suiço, colocou o problema que a Europa se defrontar, em um discurso dado em 3 de setembro de 2011 (ver vídeo abaixo).

Ele se opõe ao multiculturalismo e a imigração islâmica, a qual ele chama de "uma tentativa de conquistar o Ocidente."

E ele está correto.

Assista ao vídeo com uma porção do discurso. Após o vídeo, eu transcrevo uma entrevista que ele deu a Folha de São Paulo, em 29 de novembro de 2009, reproduzida a partir de texto do blog Blog Militar Legal.




Deputado diz temer "invasão islâmica"

"Há dez anos havia 20 mil muçulmanos aqui (Suíça). Agora são 400 mil, e vão aumentar, porque eles têm três vezes mais filhos. Para a civilização ocidental este será o maior problema dos próximos 50 anos, como evitar uma regressão do que conquistamos com o Iluminismo."

DE GENEBRA

Oskar Freysinger teme uma invasão islâmica após a Suíça ter aderido, em 2008, ao espaço Shengen para a livre circulação de pessoas em parte da Europa.

E, para impedir que o islã político ganhe força, o deputado de 49 anos do ultranacionalista SVP (Partido do Povo Suíço) se uniu a 15 colegas de sigla e aliados evangélicos e lançou o plebiscito de hoje contra os minaretes -embora não saiba explicar como a extinção das torres afetará o movimento. Ele falou à Folha por telefone, de Berna. (LUCIANA COELHO)


FOLHA - Por que [propor um referendo] agora?

OSKAR FREYSINGER - Um grupo turco ergueu um minarete na cidadezinha de Wangen [no início do ano]. Dos 4.500 habitantes, 3.800 e a Câmara dos Vereadores se opuseram, mas não conseguiram evitar, pois a Constituição prevê liberdade de religião. Logo, não tínhamos outra possibilidade para fazer valer a vontade do povo senão agir no nível constitucional.


FOLHA - Não é um exagero estender para todo o país?

FREYSINGER - Sim, mas há pedidos pendentes. Não queremos esses minaretes construídos enquanto o islã não evoluir, não separar religião, política e legislação. Isso não é compatível com nosso Estado de Direito. No islã a vida humana não é protegida.


FOLHA - A descrição que o sr. dá se aplica a uma parte mínima e radical, não? Acha possível comparar países como Arábia Saudita e Turquia?

FREYSINGER - Na Turquia há o Exército equilibrando. Mas quem paga os minaretes são pessoas da Arábia Saudita. Essa gente é perigosa, quer os minaretes como símbolo da dominância política do islã.


FOLHA - E o sr. não tem nada contra as mesquitas?

FREYSINGER - Não tenho. Nós na Europa temos hoje a religião como uma questão privada. No islã é uma questão de sociedade. Isso significa confronto com nossos direitos civis. Eles querem leis especiais.


FOLHA - Aqui? Conversei com vários. Não soam radicais.

FREYSINGER - Claro, a maioria veio dos Bálcãs. O problema deles é com a máfia albanesa. Mas, com o espaço Shengen, temos que deixar de tudo entrar. Logo teremos a mesma situação da França e do Reino Unido, onde tribunais usam a lei islâmica sob cortes civis [alguns juízes britânicos acatam argumentos da sharia].


FOLHA - E como vetar minaretes vai impedir que isso ocorra?

FREYSINGER - Tenho montes de e-mails de muçulmanos moderados que não querem minaretes construídos aqui porque fugiram dos fundamentalistas e vieram para um país livre.


FOLHA - Se a comunidade é moderada, por que o temor?

FREYSINGER - Aqui temos a democracia direta. Temos que defender isso. Se em Wangen as pessoas dizem que não querem o minarete e seu desejo não é respeitado, é inaceitável.


FOLHA - Por que usar um comitê e não fazer o pleito pelo SVP?

FREYSINGER - O partido não estava interessado, então resolvemos tocar nós mesmos.


FOLHA - Acha que ganhará?

FREYSINGER - Será difícil, há muita gente contra. Mas acho que vai ser por pouco.


FOLHA - O sr. conhece o minarete de Genebra? É discreto.

FREYSINGER - É sim. Mas há dez anos havia 20 mil muçulmanos aqui. Agora são 400 mil, e vão aumentar, porque eles têm três vezes mais filhos.

Para a civilização ocidental será este o maior problema dos próximos 50 anos, como evitar uma regressão do que conquistamos com o Iluminismo.

Você pode dizer que eu estou errado, mas será um grande problema.


FOLHA DE SÃO PAULO


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Agora, segue o texto do discurso mostrado no vídeo:
A Europa é uma ideia. É uma paisagem cultural.
Um espaço intelectual formado pela História.
A Europa é o berço da democracia constitucional moderna.
É onde mantemos os tesouros dos direitos humanos, da liberdade de opinião e de expressão.
Ou pelo menos, costumava ser, até recentemente.
Isso está, cada vez mais, correndo perigo, por conta da nossa elite política
que vem baixando suas cabecas ante certos dogmas religiosos,
os quais são completamente estranhos à nossa história intelectual, aos nossos valores e as nossas leis.
Esse dogma, está corroendo os pilares do nosso sistema de leis,
onde quer que lhe seja dado o espaço para fazê-lo.
Esse dogma, exige obediência total dos seus seguidores.
“Eles jamais deverão se integrar dentro no nosso sistema de valores”.
Isso seria “traição” punível com a morte.
Eles querem conquistar e subjugar o nosso mundo occidental.
Não com tanques, foguetes ou atiradores.
Até porque, isso é uma coisa que eles jamais conseguiriam.
Não pela revolta brutal.
Não, o Islão não tem pressa nenhuma. Ele tem a eternidade.
Um longo processo de desmoralização e ocupação em camera lenta,
da nossa sociedade enfraquecida, e com poucos filhos, é algo previsível.
A intenção da doutrina Islâmica é rastejar, pouco a pouco para dentro do nosso dia-a-dia.
É fazer com que a Fortaleza da Europa desmorone de dentro pra fora.
Apenas pense em como os Sérbios perderam Kosovo.
Através de um desenvolvimento demográfico, e a ajuda da OTAN,
que ajudou a fundação do primeiro estado Islâmico em solo Europeu.
Que empreendimento suicida! Que sinal ameacador!
O dogma Islâmico está agora se impondo por toda a parte.
Na Turquia, os islamistas estão gradualmente ocupando todos os postos judiciais e do exército.
De modo a obliterar a heranca de Kemal Ataturk.
O Libano será um estado islâmico nas próximas décadas.
A Primavera Árabe está a ponto de ser tomada pelos extremistas Islâmicos.
No Iraque, Egito, Paquistão, as últimas comunidades cristãs estão à beira da extinção.
E o que nos estamos fazendo?
Nós estamos deixando essa doutrina violenta entrar e subverter a nossa lei,
sem nenhum impecilho, dentro de guetos culturais.
Sera que nós enlouquemos?
Agora é a hora de se levantar!  Vamos!!
Nós apenas encolhemos os ombros quando uma menina é forçada a se casar,
e quando os  muculmanos integrados são pressionados e ameaçados.
Nós olhamos para o outro lado, quando uma mulher é espancada,
ou quando bairros inteiros das nossas cidades são tomados.
Nós pensamos que podemos amolecer esses “guerreiros sagrados” famintos de poder
dando-lhes beneficios sociais.
Nós pensamos que podemos comprar a nossa paz de espirito!
Que loucura!
A barba do profeta não é para ser acariciada!
Fanáticos não podem ser comprados.
A Alemanha deveria saber disso melhor do que qualquer outro país no mundo.
Meus queridos amigos da audiencia,
nós não estamos lutando contra pessoas, nós estamos lutando PELAS pessoas!
Estamos lutando contra um dogma que despreza toda a humanidade!
Que quer nos empurrar de volta  a barbarie.
Nós não desistiremos facilmente da nossa liberdade,
pela qual lutamos tão duro através dos séculos.
Queridos berlinenses, essa é a minha posição
e não pode ser de outra maneira.
Porque ninguem na Europa irá se levantar,
nem mesmo pelos pilares da nossa civilização, da nossa lei, da nossa humanidade.
O  trancendental e  incondiciontal “Ame o seu proximo.”
ESSE é o pilar! 
Agradecimentos a ES pela tradução do vídeo.


domingo, 28 de setembro de 2014

Islamização do Brasil através da imigração maciça, dos refugiados e da falência da cidadania


Enquanto dormimos, o Brasil se islamiza. E como a islamização está acontecendo? Do mesmo jeito que na Europa, nos EUA, no Canadá, na Austrália ... uma mistura de imigração crescente, intimidação daqueles que têm a coragem de denunciar a Sharia, aumento do controle da produção e distribuição de alimentos através da "certificação halal", aumento da influência política (notadamente junto as setores mais à esquerda no espectro político), aumento da influência no setor econômico-financeiro através da "Sharia financeira", propaganda e doutrinação nas escolas, e construção de mesquitas (mesmo onde não existam muçulmanos) como uma forma de promover a "cultura islâmica", mostrando uma imagem água-com-açucar e omitindo os aspectos políticos e ideológicos do islão no tocante as direitos das mulheres, direitos dos homosexuais, direitos dos não muçulmanos (kafir) e dos ex-muçulmanos (apóstatas) que tenham o azar de viver sob o jugo do islão, e das prescrições relativas a conquista e dominação de territórios e populações.
E isso sem falar que a mesquita se torna um pólo de trabalho nas prisões visando "converter" os presos, "ação social" junto a populações carentes e negras com o intuito de conversão, e visar as mulheres brasileiras a se casarem com homens muçulmanos (jihad demográfica) inclusive se valendo de assédio via internet.
Este artigo trata da imigração islâmica para o Brasil, e como ações do governo brasileiro, sejam apenas coincidência ou sejam propositais, estão facilitando-a. 
E lembre-se: em 1970, antes da crise do petróleo, o número de "muçulmanos devotos" (do tipo que quer a lei islâmica Sharia implementada em todos os lugares do mundo) vivendo na Europa era insignificante. Uma imigração maciça desde então (aparentemente atendendo a pressão dos sauditas em troca de acesso ao petróleo) levou a um número estimado hoje de 50 milhões, com projeções para se tornarem majoritários em algumas décadas e poderem, através do mesmo processo democrático que a Sharia condena, tomar o poder, e transformar a Europa, de uma vez por todas, em um "paraíso islâmico." Este processo tem sido uma invasão, pois não me muda dezenas de milhões de pessoas por acidente. 
Veja aqui o que eles pensam.
(PS. Leia atualização no final deste artigo, um exemplo de crescimento do islamismo via imigração de ganeses.)

O nosso artigo Islamização da Europa, o mesmo pode acontecer no Brasil? discutiu o processo de islamização na Europa, e temos procurado apresentar neste blog iniciativas semelhantes ocorrendo no Brasil (veja lista sendo constantemente atualizada em Islamização do Brasil - Exemplos). O Brasil está na mira por ser considerado uma "país chave" na América Latina, e dentro do Brasil existem alguns lugares que têm sido centro de concentração, notadamente Foz do Iguaçu, São Paulo e diversas localidades no Rio Grande do Sul.

O grande plano do bloco de 57 países que compõe a Organização da Cooperação Islâmica é o de facilitar, por meios diplomáticos, uma imigração maciça de muçulmanos para os países ocidentais, de modo que estes imigrantes sejam o núcleo de uma população muçulmana que tenha taxas de crescimento maior do que o da população nativa que os hospeda, de modo que, em um futuro próximo, os muçulmanos tenham força política para implementar a lei islâmica (Sharia). E, não se iluda, a maioria dos muçulmanos deseja a Sharia.

O Censo do IBGE disse que existiam, em 2010, 35.167 muçulmanos no Brasil. Já o Pew Research Center dizia existirem 250 mil, enquanto que a Federação Islâmica Brasileira dizia existirem 1.5 milhões de muçulmanos.

Vamos ver o que o Censo de 2014 nos diz, e comparar com os dados do Censo de 2010. Uma das coisas que eu tenho curiosidade em ver é a origem dos imigrantes. A Figura 1 apresenta um percentual da imigração mostrando os principais países de onde imigrantes se originaram. A destacar que enquanto que os imigrantes dos EUA e de vários outros países eram brasileiros retornando ao Brasil, a maioria do imigrantes da Bolívia, por exemplo, eram bolivianos. Espero que o Censo de 2014 separe os brasileiros que retornam dos extrangeiros que vem. Será que algum país islâmico vai se destacar como um principal foco da imigração?

Figura 1 - Principais países de origem dos imigrantes (2005-2010)

Não podemos contudo, desmerecer a força do capital dos paises sauditas (Arábia Saudita, Qatar, EAU) que vem financiando a construção de mesquitas e "centros culturais" (madrassas) ao redor do mundo, inclusive no Brasil. E existe também o alinhamento do governo brasileiro, nos últimos 12 anos, com os interesses árabes, a ponto da Presidente Rousseff denunciar a "islamofobia dos países Europeus" (ver vídeo) mesmo quando se sabe que 80% dos imigrantes muçulmanos na Europa vivem de bolsas dos governos europeus (Muslim Statistics), ou seja, a maioria dos muçulmanos vive da generosidade do contribuinte europeu.

Dilma Rousseff critica a islamofobia durante a 3ª Cúpula América do Sul - Países Árabes, em 2 de outubro de 2012, em Lima/Peru (Leia mais sobre a peculiar visão de mundo da Presidente Rousseff)

E também devemos levar em consideração os conflitos no Oriente Médio, notadamente aqueles gerados a partir da "Primavera Árabe", que resultou em um alarmante aumento de refugiados naquela região. Isso tem levado o governo brasileiro a abrir as portas para populações oriundas desta região.

Em que pese que, em termo proporcionais, as maiores vítimas destes conflitos têm sido as minorias, por exemplo, os cristãos nativos do Oriente Médio, a imigração beneficia o grupo majoritário, ou seja, os muçulmanos, que vem para o Brasil como refugiados.

Uma notícia recente do O Dia tratou exatamente desta questão. A matéria, intitulada Brasil desponta como nova rota de refugiados, fala dos refugiados sírios que chegam às centenas todas as semanas, e que são recebidos pela mesquita da Juventude Islâmica do Brasil, no Pari, área central de São Paulo. Existem 1.378 refugiados sírios reconhecidos pelo governo federal, o que corresponde a um aumento de 60.5% com respeito ao mesmo período do ano passado. "Mas o comerciante Amer Muhamad Masarani, à frente dos sírios que ajudam os refugiados, projeta uma população bem mais numerosa."

Fonte: O Dia

Associe a isso a notícia do Estadão intitulada Brasil vai oferecer cidadania a pessoas que não tem nacionalidade. É isso mesmo que você leu.

O governo brasileiro vai oferecer cidadania a pessoas que não tenham direito a nenhuma nacionalidade, os chamados apátridas. O Brasil é um dos 65 países signatários da Convenção sobre o Estatuto dos Apátridas, aprovado pela ONU, e irá incorporar em sua legislação mecanismos para cumprir este Estatuto.

O projeto determina que o Brasil irá conceder cidadania a todas as pessoas consideradas apátridas assim que elas desejarem, direito extendido a toda a sua família. A medida exclui aqueles documentadamente criminosos.

A Agência da ONU para refugiados estima que existam 10 milhões de apátridas no mundo. Dez milhões.

E quem seriam estes apátridas? Os palestinos seriam um dos principais grupos, incluindo-se aí os refugiados que vivem no Líbano, Síria e Jordânia e que, mesmo tendo nascido nestes países, nunca tiveram cidadania reconhecida. Os palestinos são joguetes nas mãos dos ditadores do Islão, mas é possível que uma parcela acabe sendo atraída para vir para o Brasil. Outros apátridas seriam originários do Saara Ocidental, que é um território disputado desde que a Espanha se retirou em 1975. Outros apátridas seriam oriundos da parte norte do Chipre, ocupada pela Turquia desde 1974. O que estes lugares têm em comum: sao majoritáriamente islâmicos.

De modo que é de se esperar, de um modo ou de outro (ou dos dois) um aumento acentuado na imigração de muçulmanos para o Brasil.

Existe um aspecto importante, que diz respeito à cidadania. A cidadania implica o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na constituição. Um cidadão pode diferir de um outro em aspectos de tendência política, opiniões, etc, mas todos devem ter em mente o bem comum e serem brasileiros em primeiro lugar. Este conceito, contudo, se dilui no universo islâmico, pois, segundo a lei islâmica, o muçulmano deve ter fidelidade à nação do Islão, chamada de umah.  E é o desejo majoritário a implementação da lei islâmica (Sharia) (fonte):
  • 74% dos egípcios;
  • 79% dos paquistaneses; 
  • 53% dos indonésios; 
  • 76% dos marroquinos; 
  • 65% dos palestinos.
É de se esperar que a maioria dos muçulmanos no Brasil também venham a desejar a implementaçao da Sharia.

Um dos lugares mais atraentes para os muçulmanos é o Rio Grande do Sul, que é visto como uma espécia de "Escandinávia Brasileira." A cidades de Chuí, Caxias do Sul e Uruguaiana exercem um facínio especial e têm cada vez mais imigrantes, sendo que em Chuí a população maometana chega aos 3%, em Barra do Quaraí são 2%, e em Caxias do Sul, só com a imigração, já são mais de 10 mil, incluindo-se 200 ganeses recém-chegados (Sul21).

Uma das atividades econômicas que mais trás muçulmanos do exterior para morarem no Brasil é o abate halal, pois a degola dos animais só pode ser feita por muçulmanos. Este é o exemplo do Município de Dois Vizinhos, no Paraná, onde, todos os dias, "570 mil aves são abatidas em nome de Alá" (National Geographic).

Com este aumento, que tende a se acelerar, entra em jogo a estratégia da Jihad Demográfica. A taxa de fecundidade das brasileiras está despencando. No último censo ela ficou em 1.9%, algo que nos rivaliza com a Europa. A Figura 2 mostra o quando que a taxa de fecundidade caiu desde 1960. Isso é alarmente, pois diz-se que uma população é estável se ela tem uma taxa de fecundidade mínima de 2.1%.


Figura 2 - Variação da Taxa de Fecundidade do Brasil desde 1960 a 2012 (dados do Banco Mundial)

Comparando-se a média nacional com outros países pode-se ver bem a situação onde o Brasil se encontra em termos demográficos (Figura 3). Os países com mais alta taxa de fecundidade são países islâmicos, sendo que nos países ocidentais esta taxa cai tremendamente. Porém, enquanto que a média de filhos por família composta por nativos europeus é pequena, ela é maior junto a família de muçulmanos. Soma-se a isso a questão da poligamia. Mesmo sendo proibida na Europa, ela é praticada abertamente pelas populações muçulmanas. Só na Inglaterra, estima-se que existam 20 mil casais polígamos (Mail). Muitas das esposas são nativas inglesas, o que faz com que menos filhos sejam criados em famílias com cultura inglesa, e mais sob a influência da Sharia.  

Figura 3 - Taxa de Fecundidade em alguns países do mundo em 2010 (dados do IBGE e ONU)

A divisão da taxa de fecundidade por unidade da federação é mostrada na Figura 4. 

Taxa de Fecundidade no Brasil em 2010 por Unidade da Federação (dados IBGE) 

Então, os fatos indicam que vai existir um fluxo crescente de muçulmanos para o Brasil, sejam imigrantes, refugiados ou apátridas. Se a tendência de comportamento no Brasil for semelhante ao da Europa, a população muçulmana irá ter uma taxa de fecundidade maior do que a da população nativa brasileira, devido ao maior número de filhos bem como devido a prática da poligamia. Isso irá acarretar um crescimento percentual maior da população muçulmana levando ao desaparecimento das diversas culturas que formam o Brasil, e uma arabização, estilo islâmico, do Brasil. 

Eu creio que dificilmente o governo federal irá fazer algo para proteger as culturas que formam o Brasil de hoje. O que resta é a população tomar a dianteira e impor o seu padrão cultural e de comportamento, dizendo não a todas as iniciativas que já tem surgido de impor a lei islâmica (Sharia). Por exemplo, exigir que fotografia para documentos mostrem o rosto todo, não permitir segregação entre sexos nas piscinas e nas atividades escolares, não permitir que as crianças sejam doutrinadas pela propaganda islâmica, e boicotar a venda de alimentos halal. Lembrem-se, a cada concessão, a lei islâmica se torna mais forte.

(É importante também saber quem foi Maomé e o que a lei islâmica prescreve. Ensine isso para os seus filhos.) 

E quanto aos cristãos, que tomem ciência que ficar discutindo entre sí não vai levar a lugar algum e que partam para uma evangelização maciça dentro nas nossas próprias fronteiras. 

Termino com o vídeo abaixo, que versa sobre a islamização do mundo através da Jihad Demográfica.



Vídeo que discute a Jihad Demográfica


Atualização: Ganeses ocupam 80% da Mesquita Palestina de Crisciuma

De acordo com o líder, Sheikh Adil Ali Pechliye, foram os próprios imigrantes que procuraram o espaço
A Mesquita Palestina de Criciúma aumentou o público de fiéis no último mês. Este aumento é consequência da migração de dezenas de ganeses para Criciúma nas últimas semanas. Conforme o líder da Mesquita, Sheikh Adil Ali Pechliye, o espaço está pequeno para receber todos os seguidores da religião. Para Pechliye, a chegada dos estrangeiros foi algo positivo, pois reforçou a religião na região.
“Em cada encontro, percebo que a mesquita está mais cheia. Isso fortaleceu a religião e me deixou feliz. Antes, não se via essa quantidade de fileiras para fazer a reza. Eram no máximo duas. Agora, as fileiras não cabem mais aqui dentro, sendo que 80% dos fiéis são ganeses”, salienta Pechliye.
Conforme o líder, o espaço está pequeno para receber todos os seguidores da religião. “Estamos pensando em ampliar o local. Temos um espaço para as mulheres, que fica separado por uma cortina. Mas como o público feminino não se faz presente, vamos abrir para os homens”, ressalta Pechliye.
Por causa da falta de espaço, alguns fiéis fazem suas rezas na rua. Mas isso não é problema para eles. Conforme o ganês, Ahmed Adams, que mora a pouco mais de um ano no Brasil, a estrutura da mesquita e as preces da religião, são as mesmas em qualquer lugar do mundo. “Não muda nada. Se é religião islã e se o líder faz a leitura do Alcorão (livro sagrado da religião), é a mesma filosofia”.
O ganês Abass Aniadu, que chegou há um mês em Criciúma, ainda não encontrou emprego, mas está feliz por ter encontrado sua religião. “Estou procurando emprego. Quanto a mesquita, gosto de vir toda sexta-feira. No nosso país, como há muitos mulçumanos, é comum frequentar a mesquita na sexta-feira. Mas aqui eu sei que é diferente. As empresas não liberam”, comenta.
Antes dos ganeses chegarem a mesquita tinha pouco mais e 10 frequentadores, Hoje está acima de 300.
Eles moram em casas próximas, e normalmente vivendo com 7 a 10 pessoas no mesmo ambiente. O que acontece acontece na Europa em situações como essa é que eles vão querer praticar a Sharia e intimidar os moradores em torno da mesquita para se converterem ao islão ou se mudarem, de modo a que mais muçulmanos possam morar perto da mesquita.

Agradecimento ao leitor anônimo que chamou a atenção para o que se passa em Crisciuma.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Avanço demográfico do islamismo na Europa Oriental e antigas repúblicas soviéticas


Este breve artigo irá complementar a discussão sobre o crescimento demográfico do islamismo iniciada em Islamização da Europa. Pode o mesmo acontecer no Brasil?. Na oportunidade eu me foquei nos países da Europa Ocidental por serem estes sob os quais os tentáculos da Comunidade Européia (“Eurábia”) se fazem sentir a mais tempo (e, como conseguinte, onde ocorre a islamização mais acelerada). Neste artigo eu enfoco nos países da antiga cortina-de-ferro e nos países da antiga Iugoslávia. O dados são do Pew Research Center [1].

(Leia sobre o avanço demográfico do islamismo nas Américas aqui.)

Ter sido parte da antiga cortina-de-ferro, acabou sendo algo positivo. Estes países ficaram isolados por algum tempo do que acontecia na Europa ocidental, notadamente introdução da política oficial do multiculturalismo e da imigração em massa.

Os dados estatísticos são apresentados na Tabela 1 (apêndice) e na Figura 1. Chama-se a atenção o já alto número de muçulmanos na Rússia, Bulgária e Geórgia, e o irrisório número nos demais países. A explicação para este fato é histórica.


Figura 1 - Crescimento populacional dos muçulmanos na Europa Oriental e antigas repúblicas soviéticas

Rússia. No século 13, o império mongol se fragmenta em 4 canatos (nome derivado de Khan, que significa “líder de um território”), sendo a Horda Dourada um deles. A Horda Dourada ocupava as estepes russas e o atual Cazaquistão. Era um povo de origem mongol e turca, comumente chamados de tártaros. Eles adotaram o islã como religião, ao reconhecerem a inspiração que o islã oferece para aqueles que saqueiam e estupram, pilham e matam. Esta é a origem histórica para os muçulmanos na Rússia. O Canato da Horda Dourada foi conquistado pelos czares Ivã, o Terrível, e Catarina, a Grande, e incorporado ao território Russo na sua expansão para o Leste. O crescimento atual da população muçulmana na Rússia é devido à conjunção de diversos fatores, principlamente a baixa taxa de natalidade da mulher russa eslava, e o aumento da imigração das antigas repúblicas sovieticas. O retorno da liberdade religiosa na Rússia também permitiu um florescimento do islão.

Bulgária. Por 3 séculos (do século 15 ao século 18), a Bulgária foi ocupada pelo Império Otomano. Os Otomanos usavam da arma demográfica como ferramenta de dominação (de modo tão eficiente que até mesmo Maquiavel menciona isto no seu famoso livro, O Príncipe) promovendo a migração de turcos e uma massiva construção de mesquitas e madrassas, ao mesmo tempo em que tratavam os nativos búlgaros como dhimis, os cidadãos  de terceira classe como prescrito pela lei islâmica [2]. Essa herança justifica o percentual atual. A maior parte dos muçulmanos búlgaros são de origem turca, mas existe um grupo conhecido como os Pomak que são os muçulmanos de etnia búlgara (eslavos e brancos). A tendência de crescimento deve-se a maior taxa de natalidade entre a população muçulmana. Deve-se levar ainda em consideração a onda recente de imigrantes muçulmanos oriundos do Oriente Médio, com inclinações para o Wahabismo (a vertente islâmica da Arábia Saudita) ou outras vertentes extremistas. Existe ação de ONGs islâmicas para atrairem Pomaks para atividades de terrorismo (devido a sua aparência européia) [3]. A Bulgária também tem uma “fronteira porosa” com a Turquia (a Turquia permite que imigrantes, legais e ilegais, cruzem o seu território a caminho da Europa. Muitos destes imigrantes tem o interesse de buscarem refúgio na Europa Ocidental).

Geórgia. A história da Georgia é algo fascinante. Pode-se considerar um milagre que um país chamado Georgia exista hoje. Por exemplo, no século 8, os jihadistas árabes ocuparam a capital Tiblisi. No século 16 ela foi repartida entre os turcos otomanos e os persas safavidas, dois impérios muçulmanos. Apesar de emprobrecida, a população permaneceu cristã. O percentual de muçulmanos vem desta época.   

Os demais países da antiga cortina-de-ferro têm um percentual muito pequeno. Que eles se protejam. Contudo, lembre-se de que os muçulmanos (ortodoxos) tendem a se agruparem de modo a que eles possam impor o seu “modo de vida” (inclusive aos não-muçulmanos) nos arredores da área na qual eles se estabelecem e são maioria.

O segundo grupo é formado pelos países da antiga Iugoslávia. Os dados estatísticos são apresentados na Tabela 2 (apêndice) e na Figura 2. Chama-se a atenção o já alto número de muçulmanos na Albânia, Kosovo, Bósnia, Montenegro, Macedônia e Slovênia, e o menor número nos demais países. A explicação para este fato é histórica.


Figura 2 Crescimento populacional dos muçulmanos na antiga Iugoslávia

A maioria dos países da antiga Iugoslávia foi vítima do imperialismo turco-otomano dos séculos 14, 15, 16, 17, 18 e 19, que fez tremendo estrago sentido até hoje. E, lembre-se, a utilização da “arma demográfica” pelos otomanos foi tão eficiente que Maquiavel a usou como exemplo de como conquistar território. Lembre-se também que Maomé usou esta tática, de modo que usar a “jihad demográfica” é sunna, ou seja, um ato sagrado feito por Maomé, e que, deste modo, é um exemplo para ser seguido.

Neste grupo de países chama-se a atenção ao enclave islâmico da Albânia, e a Kosovo, este último o mais novo enclave islâmico, tornado possível graças à intervenção dos EUA e da OTAN em favor dos muçulmanos (atendendo a apelos dos sauditas), no final da década de 1990. Repare também que os países que não foram ocupados pelos Otomanos (a maior parte da Sérbia, a Slovenia e a Croácia) têm um percentual pequeno, porém crescente. Repare o rápido crescimento da população muçulmana na Macedônia, fronteira com a Albânia e com Kosovo.

Vamos falar um pouco sobre a Albânia. Até antes da ocupação da Albânia pelos turcos otomanos, a Albania era um país cristão. No começo do século 16, os turcos os turcos se apossaram da Albânia. Os turcos estabeleceram seu domínio sobre a Albânia justo quando o Renascimento começou a se desenrolar na Europa, de modo que, separado do contato e intercâmbio com a Europa Ocidental, a Albânia não teve a oportunidade de participar ou de se beneficiar das conquistas humanistas da época. Conquista da Albania pelos turcos otomanos também causou grande sofrimento e grande destruição da economia do país, no comércio, na arte e na cultura. Além disso, para escapar da perseguição imposta por seus conquistadores, cerca de um quarto da população do país, fugiu para o sul da Itália, Sicília, e para a costa da Dalmácia. Embora os turcos tenham governado a Albânia por mais de quatro séculos, eles não foram capazes de estender sua autoridade em todo o país. Nas regiões montanhosas, a autoridade turcas foi apenas uma soberania formal, pois os montanheses se recusaram a pagar impostos (jizia), servir no exército, ou entregar suas armas – muito embora eles tenham paga um tributo anual para Constantinopla (por algum tempo). Os albaneses se rebelaram, de tempos em tempos, contra a ocupação otomana. A fim de freiar os estragos causados pela resistência albanesa - que foi parcialmente motivada por sentimentos religiosos, a saber, a defesa da fé cristã - bem como para trazer a Albânia espiritualmente mais próxima da Turquia, os turcos otomanos iniciaram uma campanha sistemática, ao fim do século 16, com o intuito de islamizar a população. Esta campanha continuou durante o século seguinte, ao final do qual dois terços das pessoas haviam se convertido ao Islã. Uma das principais razões que levaram os albaneses a se tornarem muçulmanos foi para escapar à violência e a exploração turca, sendo um exemplo o imposto esmagador que os cristãos tinham que pagar caso eles se recusassem a se converter para o islamismo (jizia) [4].

As projeções do Pew Center mostram que em 2030, os muçulmanos vão tornar-se mais de 10% do total da população em 10 países europeus: Kosovo (93,5%), Albânia (83,2%), Bósnia-Herzegovina (42,7%), República da Macedónia (40,3%), Montenegro (21,5%), Bulgária (15,7%), Rússia (14,4%), Geórgia (11,5%), França (10,3%) e Bélgica (10,2%).

Permita-me encerrar repetindo algumas das palavras usadas em Islamização da Europa. Pode o mesmo acontecer no Brasil?.

Algo que precisa ser dito é que não se sabe qual a incerteza associada aos dados estatísticos atuais e às projeções para 2030. Os números fornecem apenas uma fotografia da realidade, não se sabendo o quão acurados eles são: eles podem ser maiores ou menores. Será que as projeções levam em conta o maior número de nascimentos de muçulmanos do que de nativos europeus? (Maomé é o nome mais popular dentre os recém-nascidos na Inglaterra e País de Gales desde 2007) [4] Será que as projeções levam em conta o envelhecimento da população nativa européia?
A questão da taxa de natalidade é simples: os nativos europeus em média têm menos filhos que os muçulmanos. Além disso, existe a prática da poligamia islâmica que tem sido de certo modo incentivada através de assistência social, os casamentos entre homens muçulmanos e mulheres não-muçulmanas (os filhos destes enlaces são muçulmanos), bem como a questão dos casamentos entre mulheres muçulmanas e homens não-muçulmanos: tais casamentos acontecem apenas se o homem se converter para o islão.

Em segundo lugar, os percentuais podem parecer pequenos. Porém, os números de muçulmanos já é o bastante para que eles exijam que a sociedade européia aceite ou mesmo adapte os estilo de vida nativo ao estilo de vida dos muçulmanos. Como consequência, criam-se sociedades paralelas, e, cada vez mais, antagônicas. E para piorar, existe a complacência ou mesmo a cooperação por parte das elites européias que não fazem cerimônia em gerar mecanismos legais que protejam e incentivem as práticas islâmicas antagônicas. Em alguns países o número de muçulmanos já é suficiente para decidir uma eleição.


Referências

[1] The Future of the Global Muslim Population, Projections for 2010-2030. The Pew Forum on religion and public life, Pew Research Center, 2011.

[2] The Bulgarian people under the rule of the Ottoman Empire 15th-l8th CC, History of Bulgaria, Embassy of the Republic of Bulgaria, visitado em janeiro de 2013.


[3] WikiLeaks: Islam and Islamic Extremism in Bulgaria, Sofia News Agency, julho 2011.


APÊNDICE

Tabela 1 Crescimento populacional dos muçulmanos na Europa Oriental e antigas repúblicas soviéticas
Europa Oriental e antigas repúblicas soviéticas

Em 1990

Em 2010

Projeção para 2030
Bulgária
13.1%
13.4%
15.7%
Rússia
9.2%
11.7%
14.4%
Geórgia
11.4%
10.5%
11.5%
Ucrânia
0.2%
0.9%
1.0%
Moldova
0.1%
0.4%
0.4%
România
0.2%
0.3%
0.4%
Hungria
0.2%
0.3%
0.3%
Belorússia
0.1%
0.2%
0.2%
Polônia
menos que 0.1%
0.1%
0.1%
Eslovaquia
menos que 0.1%
0.1
0.1%
Lituânia
0.1%
0.1%
0.2%
Estônia
0.1%
0.1%
0.6%
Letônia
0.1%
0.1%
0.1%
República Tcheca
menos que 0.1%
menos que 0.1%
menos que 0.1%



Tabela 2 Crescimento populacional dos muçulmanos na antiga Iugoslávia

Antiga Iugoslávia
Em 1990
Em 2010
Projeção para 2030
Kosovo
87.8%
91.7%
93.5%
Albânia
70.0%
82.1%
83.2%
Bósnia-Herzegovina
42.8%
41.6%
42.7%
Macedônia
23.1%
34.9%
40.3%
Montenegro
16%
18.5%
21.5%
Sérbia
5.6%
3.7%
5.1%
Slovenia
1.5%
2.4%
2.4%
Croácia
1.2%
1.3%
1.3%