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sábado, 25 de junho de 2016

Dhimmi, Dhimmitude, Jizya. A humilhante vida de um não muçulmano regido pela lei islâmica (Sharia)



José Atento
Você já se perguntou o que levou as populações cristãs no Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o islamismo? Foi a dhimmitude
Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual cristãos e judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei islâmica Sharia. Apenas o cristãos e judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos muçulmanos opressores, tornando-se um deles. 
Durante as suas guerras de conquista (jihad islâmica), Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos judeus e cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". 
É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a este verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em sí. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os muçulmanos.

Cristão pagando a jizya em total humilhação

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os cristãos ou judeus deixam de ser "protegidos" (tendo como escolha se converterem ao islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é árabe e significa "protegido." Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um "infiél" que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um "imposto de proteção." A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores árabes muçulmanos deram para as populações não-muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos turcos-otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias cristãs, regime este conhecido como devshirme (do turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) "não existe compulsão na religião." Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora egípcia e britânica Bat Ye'or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os judeus e cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.


O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se "sentirem bem." 

Cristãos da Síria sendo forçados a dhimmitude pela Al-Qaeda

O vídeo abaixo, de 2.5 minutes, traz o Dr. Bill Warner, do Centro de Estudo do Islão Político, explicando sobre o que significa ser um dhimmi, um cidadão de terceira-classe, sob a lei islâmica.


Este outro vídeo mostra como a dhimmitude leva ao extermínio das culturas nativas.


Veja o Imame Abu Ishaq Al Hewey explicar sobre a o tratamento dos povos conquistados pelo islão.



Veja também este outro vídeo, que mostra um imame britânico explicando sobre a necessidade de se aplicar a dhimmitude nos dias de hoje.

Referências sobre o assunto:

  1. Bat Ye'or (1996). The Decline of Eastern Christianity under Islam. From Jihad to Dhimmitude. Seventh-Twentieth Century. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3688-8.
  2. Bat Ye'or (2003). Islam and Dhimmitude. Where Civilizations Collide. Madison/Teaneck, NJ: Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses. ISBN 0-8386-3943-7.
  3. Bat Ye'or   ISLAM AND DHIMMITUDE. Where Civilizations Collide  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses (2002) 
  4. Bat Ye'or      The Dhimmi:   Jews and Christians under Islam  Fairleigh Dickinson University Press/Associated University Presses 
  5. Bostom, Andrew, ed. (2005). The Legacy of Jihad: Islamic Holy War and the Fate of Non-Muslims. Prometheus Books. ISBN 1-59102-307-6.

sábado, 9 de novembro de 2013

O rapto e a pilhagem dos cristãos coptas do Egito continua


... consistente com a lei islâmica ...

Raymond Ibrahim relata ...

O seqüestro e o roubo dos cristãos coptas do Egito continua inabalável .

Como revelado recentemente pela CTV, em uma vila chamada Maghlaga, no distrito de Malawi, onde partidários da Irmandade Muçulmana anteriormente saquearam e pilharam um museu de antiguidades egípcias, o líder de uma gangue muçulmana conhecida como "Saddam " tem ido a cada uma das cerca de 80 famílias coptas da aldeia exigindo o pagamento da jizya (a taxa da extorsão comandada pelo Alcorão – pague a jizya ou sofra as consequências).
Um habitante da vila confirmou que os membros da Irmandade Muçulmana estão por trás de Saddam, especificamente, informando-lhe quanto dinheiro cada família pode pagar, de modo que a maioria das famílias estão a pagar em quantias que variam entre 20,000-100,000 libras egípcias (entre 3 a 15 mil dólares americanos) .

Yasser, um  residente da vila, relatou que Saddam disse para os coptas  que "Todo mundo vai pagar e nós iremos levar o filho, a esposa quem não pagar – nós vamos violar as pessoas o máximo possível. "

Durante o noticiário da TV, ao vivo, foi ainda revelado que na região de Shubrat al-Khaima, outra criança copta jovem foi sequestrada, com as demandas que seus pais pagam 250.000 libras egípcias (cerca de 40.000 dólares). Depois que o pai obedeceu e encontrou os sequestradores a sós com o dinheiro em um lugar secreto, os seqüestradores pegaram o dinheiro, bateram no pai severamente, e ainda mantêm a criança em cativeiro.

Tal ódio para os cristãos do Egito é praticamente inédito. Anteriormente, outro homem muçulmano sequestrou um menino cristão de 6 anos de idade e, depois que a família pagou o resgate, matou a criança e jogou o seu corpo em seu esgoto.

Data do artigo original "The Kidnapping and Plundering of Christian Copts"... 2 de novembro de 2013


Observação … de onde vem a jizya?

Do Alcorão
9:29 "Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no último dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, ou que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam o Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição".
 Da Sunna (tradição de Maomé)
Bukhari  V4B53N386  "Nosso Profeta, o Mensageiro de Alá, ordenou-nos a lutar contra você até que você adore apenas Alá ou nos pague o imposto de tributo jizyah, em submissão. O  nosso profeta nos informou que nosso Senhor diz:" Quem entre nós for morto como um mártir irá para o Paraíso para levar uma vida tão luxuosa como ele nunca viu, e quem sobreviver deve se tornar o seu mestre."

A jizya é como a taxa cobrada pelos mafiosos, se você não pagar com dinheiro, voce paga com a sua vida.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Irmandade impõe o tribute Jizya sobre os cristãos do Egito


Raymond Ibrahim

Agora que os ataques contra igrejas cristãs no Egito têm diminuído, a segunda fase da jihad – ou seja, lucrar com o medo e o terror causado na primeira fase – está se instalando: notícias estão chegando que a Irmandade Muçulmana e os seus simpatizantes estão forçando os cerca de 15 mil cristãos coptas da aldeia de Dalga, no sul da província de Minya, a pagarem a jizya – o dinheiro, ou tributo, que os não-muçulmanos conquistados, historicamente, tiveram que pagar aos seus senhores islâmicos "com submissão voluntária e sentindo-se subjugados" para salvaguardar a sua existência, conforme indicado no Alcorão 9:29.

Segundo o Padre Yunis Shawqi , que falou ontem aos jornalistas do Dostor em Dalga, todos os coptas na aldeia, "sem exceção", estão sendo obrigados a pagar o tributo, assim como seus antepassados ​​fizeram quase 1.400 anos atrás, quando a espada do islão originalmente invadiu o Egito cristão. Ele disse que o "valor do tributo e a forma de pagamento variam de um lugar para outro na aldeia, de modo que, de alguns espera-se pagar 200 libras egípcias por dia, outros 500 libras egípcias por dia ..."

Em alguns casos, aqueles que não podem pagar têm sido atacados, suas esposas e filhos espancados  ou seqüestrados. Como resultado, cerca de 40 famílias cristãs já fugiram de Dalga , juntando-se à lista crescente de cristãos deslocados no Oriente Médio.

E o mesmo ocorre na Síria e no Iraque. "Rebeldes" foram recentemente à "loja de um homem cristão e deram-lhe três opções : tornar-se muçulmano, pagar 70 mil dólares americanos como um imposto que incide sobre os não-muçulmanos, conhecido como jizya, ou ser morto junto com sua família .... Androus de Mosul, no Iraque ... diz que recebeu um pedido semelhante por telefone. 'Porque vocês são infiéis, vocês tem que pagar jizya", ele lembrou o que lhe foi dito pelo o telefone. "Ou você paga jizya , ou vamos matar você ou o seu filho."

A coleta da jizya de não-muçulmanos foi interrompida no século 19, graças à intervenção européia. Hoje, a jizya, e outras injustiças contra os cristãos no Oriente Médio – na Líbia, Egito, Síria e Iraque – voltaram precisamente graças à intervenção ocidental, neste caso, o apoio dos EUA para a Irmandade Muçulmana e suas ramificações jihadistas.


O retorno do jizya. Historicamente, os não-muçulmanos tinham de pagar tributo aos seus mestres islâmicos. Esta prática foi interrompida no século 19, graças à intervenção européia. Hoje ele está de volta graças à intervenção ocidental.