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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Islão proíbe a música, o canto e instrumentos musicais



O manual de lei islâmica Sharia 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, publicado pela Universidade Al-Azhar, no Egito, especifica no seu capítulo "r" sobre a proibição a música, canção e dança:
r40.0 MÚSICA, CANTO E DANÇA — INSTRUMENTOS MUSICAIS
r40.1 Instrumentos musicais devem ser banidos.
- Flautas, instrumentos de corda e similares são condenados.
- Aqueles que ouvirem cantores terão as suas orelhas enchidas com chumbo no Dia do Julgamento.
- Canções criam hipocrisia.
r40.2 É illegal usar instrumentos musicais ou ouvir o mandolin, alaúde, címbalo e flauta. É permissível tocar o tamborim em casamentos, circumcisões, e outras horas, mesmo que ele tenha sinos nos lados. Bater em tambores é ilegal.
Mas de onde vem isso? Bem, do próprio Alcorão! 
... conversas ociosas (ou seja, música, canto) desviam (homens) do caminho de Alá ...  (31:6)
[Alá disse para Ibles:] E engane gradualmente aqueles a quem puder entre eles com a sua voz (ou seja, canções, músicas e qualquer outra chamada para a desobediência a Alá) ... (17:64)
... desperdiçando sua vida (preciosa) com passatempos e divertimentos (cantando). (53:59-61)
Hadice de Bukhari (Livro 7, No. 5590) que diz que existirão seguidores que farão coisas proibidas (haram), e ele as lista, incluindo música. Um outro hadice que diz que Alá irá transformar em macacos e porcos quem se envolver com música (Ibn Ma'jah Vol.5 Hadith No.4020).

O único instrumento permitido é o tamborim (daf), confirme dois hadices (Bukhari Vol.2, No.987; Bukhari Vol.7, No.5147).

O estudioso muçulmano Imram Nazar Hosein resume tudo com as seguintes palavras: 
i) Se a música faz parte da glorificação a Alá e Seu Mensageiro, isto é considerado admissível pela maioria dos estudiosos.
ii) Se a música for para entretenimento e um passatempo, é proibido.
Em conclusão, evitar todo canto, música, encontros de entretenimento, exceto para encontros de lembrança melodioso de Alá e Seu Mensageiro.
Música normalmente intoxica uma pessoa e a afasta do caminho de Alá (SWT). Música envolve a mente das pessoas e a leva para longe da lembrança do seu Criador e de perceber e focar sua atenção sobre o propósito da criação. Em canções musicais, na maioria das vezes, os ouvintes ainda apreciam a matérial com conteúdo ilógico, incorreto e blasfemo. Uma pessoa vai perceber isso quando ele começa a refletir sobre o significado de muitas canções e letras em inglês ou hindi. Aqui descobrimos que é por causa da música que a mente das pessoas é embriagada e a pessoa se desvia do caminho reto. E Alá sabe a melhor.
A Fatwa 5000, apresentada no site Islam Question and Answer, explica extensivamente sobre a proibição a musica, canto, dança e instrumentos musicais. 

Mas, porque Maomé criou tanto caso contra musica, canto, dança e instrumentos musicais? Ele não queria que os seus seguidores se divertissem também? A resposta se encontra no artigo What Islam says about music (O que o islão diz sobre música), escrito por Saleem Smith (um ex-muçulmano): 
Manter as pessoas no escuro, e mantê-las com medo, frustradas e obedientes. Quanto mais ignorante e primitivo fosse o muçulmano, o mais facilmente Maomé poderia usá-los para seus próprios fins: como como soldados de infantaria para adquirir espólio de todos os tipos. Maomé não foi apenas um assassino em massa, um ladrão descarado e um pedófilo mercador de escravos, ele também era algum tipo de puritano louco que se opunha a tudo, até mesmo a música!
A partir dos hadices acima e das tradições islâmicas, podemos ver que a prioridade de Maomé era manter seus seguidores focados apenas nos detalhes de sua religião e, em seguida, usá-los para matar e morrer por ele quando chegava a hora de buscar mais espólios. Uma das razões que os muçulmanos são tão obcecados com o Islã e ocupados com a sua propagação é porque Maomé negou ou restringiu a sua capacidade de se desfrutar de muitas das atividades saudáveis e comuns da vida, tais como a música.
Alguns exemplos:

  • ISIS bane música e impõe o véu em Raqa (al-monitor). (jan 2014)
  • ISIS bane música, esportes e ensino da evolução (week). (out 2014)
  • ISIS queima instrumentos musicais acusando-os de anti-islâmicos (cbc). (fev 2015)

Mas não pense que é "loucura do ISIS" pois isso acontece também em outros lugares:

  • Irã: líder supremo diz que música não condiz com os valores islâmicos (guardian). 
  • Grã-Bretanha: alunos retirados da aula porque "o islão proíbe instrumentos musicais" (dailymail). 
  • EUA: imã das duas maiores mesquitas de Sacramento, Califórnia, declara que música foi proibida por Maomé (Sacramento).
  • Grã-Bretanha: patrulha islâmica acaba com festa dizendo que música é proibida (PTI).

O fato é que quanto mais islâmicamente fundamentalista um país ou um muçulmano, música e instrumentos musicais são considerados como anti-islâmicos.

Existem vídeos no YouTube que mostram muçulmanos destruindo instrumentos musicais (aos gritos de Allahu Akbar) ou dizendo sobre a proibição a música e canto.






Austrália: pregador muçulmano critica pais por deixarem seus filhos ouvirem música no carro e em casa
Nassim Abdi diz que quando as crianças ouvem música isso dilui a sua fé islâmica (Daily Mail, Out/2017)

sábado, 7 de novembro de 2015

Lei Islâmica (Sharia): resumo do que não presta

José Atento

O problema com o islão pode ser compreendido muito fácilmente, se consideramos o islão como aquilo que ele realmente é: um sistema político poderoso que controla todos os aspectos da vida de muçulmanos, regulando também a vida dos não muçulmanos sob o seu domínio. O islão vem acompanhado por um conjunto de leis, a Sharia, que são imutáveis por terem sido escritas por Alá. Não existe democracia nem a possibilidade de representantes do povo aprovarem leis diferentes ou progressistas, pois nenhuma lei escrita pelo Homem pode contrariar a Sharia.

De modo que o problema não é religioso, mas sim político. Quando se fala sobre o islão e a Sharia não se deve pensar neles em um contra-ponto a outras religiões, tais como o budismo, hinduismo, cristianismo, judaísmo, candomblé, ou a falta de religião (como o ateísmo), pois não existe paralelo de nenhum deles com a Sharia. Deve-se sim pensar que o islão e a Sharia se opõem à nossa Constituição, bem como a Declaração Universal dos Direitos Humanos. A escolha é entre Sharia ou liberdade.

O antagonismo do islão e da Sharia é com o sistema político e as nossas leis e não com a nossa religião ou falta de religião. Ou seja, é um problema político e não religioso.

Abaixo, eu apresento um resumo sobre os aspectos mais nocivos da Sharia que afetam os não muçulmanos, os ex-muçulmanos, os homossexuais e as mulheres e crianças. Eu não estou listando aspectos que são exclusivos de muçulmanos, tais como as 5 orações diárias, regras de como se vestir, como aparar o bigode da barba, como se lavar, como se limpar depois de ir ao banheiro, com que pé deve-se sair da cama, etc. Para uma leitura mais completa eu sugiro este livro e este link.

Lei Islâmica (Sharia): resumo do que não presta (veja referências no final do artigo)
  • Açoitamento, apedrejamento ou enforcamento das mulheres quando são estupradas e não têm quatro testemunhas para provar que ela foi estuprada (DNA do esperma ou qualquer outra prova não vale). [1]
  • Açoitamento, apedrejamento, ou execução de mulheres se elas cometem adultério – o homem recebe açoites. [1]
  • A remoção do clitóris é prescrita (circuncizão feminina), e geralmente feita quando a mulher é ainda uma criança. [1]
  • Mulheres não muçulmanas podem ser estupradas e escravizadas sexualmente. [2]
  • Amputação de pedaços dos dedos, dos dedos da mão, da mão toda; partes dos braços, pernas; crucificação; para certos crimes como roubo, ou a distribuição de livros não-islâmicos (por exemplo, bíblias) aos muçulmanos. [3]
  • É um crime expor os muçulmanos a qualquer outra religião. [4]
  • É crime capital dizer qualquer coisa que um muçulmano considere como sendo uma crítica ao islão, a Maomé, a Alá, e a Sharia (lei da blasfêmia). [5]
  • Se um muçulmano deixa o islão ele / ela deve ser morto (a apostasia é um crime). [6]
  • Punições que variam desde a arrancar a língua fora até a pena de morte para aqueles que ‘calúniam o islão’, caluniam Maomé’, ou caluniam a Sharia’ (caluniar, neste caso, significa expressar publicamente uma visão crítica, ou dizer algo que algum muçulmano não goste, ficando "ofendido"). [3], [5]
  • Proibição de bebida alcoólica. [7]
  • Dependendo do nível de fundamentalismo, música, arte, canto, são proibidos. [8]
  • As mulheres têm metade dos direitos do homem nos tribunais. [1]
  • Filhas tem (apenas) a metade dos direitos de herança que os filhos têm, enquanto as viúvas recebem apenas um oitavo da herança. [1]
  • As mulheres têm que se vestir com lenços ou coberturas completas – dependendo de quão fundamental forem o homem a quem elas pertencem (pai ou marido) ou o país onde elas moram. [1]
  • As esposas podem ser espancadas ("educadas").  [1]
  • As esposas podem ser estupradas.  [1]
  • Os homens podem divorciar-se da esposa, as mulheres não podem divorciar-se do marido. [1]
  • Os homens podem ter até quatro esposas, e ele pode divorciar-se delas como lhe convêm – então, se casar novamente para trazer o número total de mulheres até 4. Homens que viajam podem participar de "casamentos temporários". [1]
  • Não existe limite de idade para casamento, e casamentos infantis forçados são permitidos. As meninas são as maiores vítimas disto.  [1]
  • "Crimes de honra" sobre as mulheres que tenham "desonrado" a família. [9]
  • Uma mulher muçulmana só pode se casar com um muçulmano, ao passo que os homens muçulmanos podem se casar com mulher não-muçulmana. [1]
  • Se uma mulher não-muçulmana se casar com um muçulmano, seus filhos ou filhas devem ser criados como muçulmanos. [1]
  • As mulheres devem obter permissão dos maridos para as liberdades diárias; [1]
  • Não muçulmanos em geral tem duas opções quando confrontados com o islão: aceitarem se integrar ao grupo ("conversão")  ou serem mortos. Cristãos e judeus têm uma terceira opção: se tornarem um dhimmi.   [10] 
  • Os não muçulmanos que se tornarem em dhimmi devem respeitar a lei islâmica, mas eles têm menos direitos do que uma mulher muçulmana, e vivem, basicamente, dependentes das boas graças dos muçulmanos. [4]
  • O dhimmi deve pagar um imposto extra chamado de jizya (que significa em termos gerais ‘imposto de proteção’), que pode ser aplicado até mesmo após a sua morte. [4]
  • Os dhimmis não podem construir nem reparar seus locais de culto, e eles não podem tocar os sinos da igreja. Eles não podem mostrar bíblias ou torás, em público. Eles tem que se vestir diferente, de modo a se distinguirem como dhimmis. Eles irão executar as tarefas que os muçulmanos não desejam fazer. Os dhimmis não terão acesso à escada social. [4]
  • A homossexualidade é um crime cuja punição é a morte. [11] 
Dê modo que você não tem escolha. Se você não se posicionar contra tudo isso, você está sendo conivente, e a sua omissão ajuda a propagação da Sharia. A História mostra que todas as civilizações que se encontraram sob o controle político da Sharia foram aniquiladas. A escolha é entre liberdade ou Sharia.

Os cartazes dizem:
"Democracia está ruindo, Sharia está retornando"
"Você ataca o islão quando você ataca a Sharia"

Um canal do YouTube fez a gentileza de criar um vídeo deste nosso artigo.



Referências

[1] Direitos das mulheres sob o islão (e links associados)





[6] Apostasia 


[8] lei islâmica r40.O

r40.1 Instrumentos musicais devem ser banidos.
  • Flautas, instrumentos de corda e similares são condenados.
  • Aqueles que ouvirem cantores terão as suas orelhas enchidas com chumbo no Dia do Julgamento.
  • Canções criam hipocrisia.
r40.2 É illegal usar instrumentos musicais ou ouvir o mandolin, alaúde, címbalo e flauta. É permissível tocar o tamborim em casamentos, circumcisões, e outras horas, mesmo que ele tenha sinos nos lados. Bater em tambores é ilegal.


[10] Veja o capítulo 4 e 5 em Lei Islâmica (Sharia) para os não muçulmanos, e diversos versos no Alcorão, os mais importantes Alcorão 9:5 e 9:29:
9:5 Mas quanto os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.
9:29 Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no último dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, ou que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam o Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. 


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Qisa: Retaliação na Lei Islâmica (olho-por-olho, dente-por-dente)

José Atento
Um artigo anterior, Punição com o Fogo: Mais um legado de Maomé, eu tratei da punição com o fogo, e como ela foi aplicada por Maomé e seus companheiros. O contexto do artigo foi a imolação do piloto jordaniano que foi preso pelo Estado Islâmico. Contudo, a mídia social do Estado Islâmico defende que a punição foi feita como Qisa, ou seja, retaliação pelo fato do piloto estar atacando o Estado Islâmico (claro, que do ponto-de-vista do Estado Islâmico, a ação deste piloto é um crime, ao passo que degolar, crucificar, assassinar, banir, escravizar sexualmente, estuprar e pilhar são ações virtuosas, pois foram praticadas por Maomé durante a sua vida e aprovadas pelo Alcorão). 
O piloto jordaniano, além de queimado,foi coberto por escombros. Isso porque o Estado Islâmico o acusou de bombardear jihadistas, matando-os queimados e cobertos por escombros. Dente-por-dente, olho-por-olho (Qisa), do modo mais literal possível.  
Em vista disso, eu resolví transcrever o que a Lei Islâmica ('Umdat al Salik) diz com respeito a Qisa, pois o texto em sí diz tudo. Lembre-se que não existe retaliação quando um muçulmano mata um não-muçulmano.  
Em resumo, o que a lei islâmica diz é que, em caso de lesão corporal ou morte, a família da vítima, ou o Estado Islâmico, tem o direito de aplicar a mesma lesão corporal ou tipo de morte que o culpado cometeu. Qisa significa "equidade."

o3.0 RETALIAÇÃO  DE LESÕES CORPORAIS OU MORTE (Qisas)

o3.1 Retaliação é obrigatória (A: se os beneficiários quiser aplicá-la (dis: o3.8)) quando há uma (N: puramente) lesão intencional (def: o2.4) contra a vida ou de ferimentos graves.

o3.2 Retaliação é obrigatória em troca de lesões (A: parte por parte proporcional) sempre que a
lesão retaliativa possa ser (S: totalmente) infligida sem exceder a extensão da lesão original, tal como
(A: quando a lesão é no retaliativo) um olho, pálpebra, a parte macia do nariz, das orelhas, dente, lábio, mão, pé, dedo, dedo, pénis, testículos, vulva, e semelhantes; desde que a lesão de retaliação seja como a original, o que significa que um membro do direito não é levado para um esquerdo, um superior para um inferior, nem um membro funcional por um membro paralisado. (N: Nem há retaliação por ferimentos a bala não fatais no estômago ou peito, por exemplo, uma vez que tais lesões não podem ser reproduzidas sem risco de danos maiores do que a razão original pela qual eles chamam de uma indenização (dis: o4.15). sozinho) Não há nenhuma retaliação por (O: quebra) um osso (A: embora o pagamento é devido para cobrir o custo do tratamento e assim por diante).

o3.3 As fêmeas têm o direito de retaliar contra os homens, crianças contra adultos, e pessoas de baixa classe contra a classe alta; se a retaliação for uma vida por uma vida, ou membro por um membro.

o3.4 Não é admissível a exata retaliação contra alguém sem a presença do califa (def: o25) ou o seu representante (O: o que significa que é necessário ter a permissão de um deles, porque
do perigo e falta de conhecimento envolvido em retaliação exigente consigo mesmo, uma vez que requer o julgamento e raciocínio pessoal de um governante. Se alguém toma retaliação sem a permissão do califa, então é válido (A: ou seja, basta a demanda por ele), mas a pessoa que levou ele é disciplinada (def: O17) para arrogando prerrogativa do califa, uma vez que a administração de retaliação é uma de suas funções e usurpa-la é errado). Se uma pessoa que tem o direito de retaliar for capaz de fazê-lo eficientemente (O: ser um homem forte, que sabe como fazê-lo), ele é permitido. Se não, ele é ordenado (N: pelas regras ou seu representante) para ter outro para fazê-lo.

o3,5 Se duas (O: ou mais) pessoas têm o direito de exigir retaliação contra o agressor, não é
admissível que apenas um deles insista em fazê-lo (O: apesar de se escolher um de si para
exigi-lo, isso é permitido, e o escolhido é considerado como o outro agente comissionado. os
dois não podem levar a retaliação em conjunto, pois isso equivale a torturar a pessoa que está sendo alvo de retaliação). Se cada um insiste que ele seja o único, eles devem tirar a sorte para ver quem vai fazê-lo.

o3.6 Não há nenhuma retaliação contra uma mulher grávida até que ela dê à luz e a criança seja capaz de se saciar com leite de outra.

o3.8 Sempre que alguém que tem o direito de exigir retaliação decide, ao invés, de perdoar o agressor e tomar uma indenização (def: o4) dele, a retaliação não é mais aplicada, e a pessoa merecedora tem direito à indenização. Se algum de um grupo de pessoas que têm o direito de retaliação concorda em renunciar a ele, como quando uma vítima de assassinato tem filhos e um deles perdoa o assassino, a retaliação não é mais obrigatória, eo  grupo merece uma indenização por parte do infractor. (A: Ou a indenização pode também ser dispensada.)

o3.9 Quando alguém mata um grupo de pessoas ou os mutila, um após o outro, a retaliação é exigida para o primeiro indivíduo atacado, e as outras partes merecem receber uma indenização. Se o infractor ferir todos de uma vez, então aqueles com direito a retaliar contra ele fazem um sorteio para determinar quem vai fazê-lo.

o3.10 Quando um grupo de pessoas assassinar uma única pessoa, eles são todos mortos em retaliação, não importa se o montante do prejuízo causado por cada um sobre a vítima é a mesma ou se difere.

o3.12 Não há nenhuma retaliação contra qualquer pessoa por uma lesão ou morte causada por alguém que fez isso intencionalmente, mas em conjunto com alguém que o fez por engano. Quando um crime prejudicial for causado por um alguém que não seja membro da família, em cooperação com o pai da vítima, retaliação só é tomada contra os quem não pertence à família (dis: o1.2 (4)).

o3.13 retaliação é também obrigatória (dis: o3.8) para cada ferida que corta o osso, como um corte na o cabeça ou face que atinge o crânio, ou um corte ao osso na parte superior do braço, inferior da perna, ou coxa. Até o osso significa que é sabido que uma faca ou uma agulha, por exemplo, atingiu o osso, não que não ferida, na verdade, tenha exposto o osso.



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Islão, o que o Ocidente precisa saber


O filme Islão, o que o Ocidente precisa saber é um documentário feito em 2006. Ele contém discussões baseadas em passagens dos livros religiosos do islão e comentários de Robert Spencer,Serge Trifkovic, Bat Ye'or, Abdullah Al-Araby, and Walid Shoebat.

Algumas partes do filme possuem legenda em português, de modo que elas estão sendo mostradas abaixo. Infelizmente, apenas 4 partes dentre 10.

De qualquer modo, vale a pena assisti-las.

Parte 1




Parte 2




Parte 3




Parte 4







domingo, 17 de agosto de 2014

Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão


  1. Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
  2. Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
  3. Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
  4. Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
  5. Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
  6. Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
  7. Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
  8. Tu deves matar quem deixar o Islã. Alcorão 2: 217, 4:89
  9. Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
  10. Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
  11. Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
  12. Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
  13. Tu deves mentir para fortalecer o Islã. Alcorão 3:28, 16: 106
  14. Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que você não queira. Alcorão 2: 216
  15. Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
  16. Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
  17. Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
  18. Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
  19. Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
  20. Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.

Duas frases abaixo que valem dependendo da sua convicção:
  • Uma pessoa religiosa - Caros muçulmanos: Eu oro para que o Senhor Jesus Cristo abra os olhos e os corações, e você possa conhecer a luz do Evangelho em Seu Nome Poderoso. Amén.
ou:
  • Uma pessoa atéia/agnóstica - Caros muçulmanos: Estes 20 mandamentos são um crime contra a humanidade e os Direitos Humanos. Largue-os fora, e se torne um ser humano. 

Agora, para mim, basta uma frase muito simples:

EU NÃO QUERO SHARIA NO BRASIL         

E, para completar, os políticos e simpatizantes que estão dando cobertura para islamismo se instalar e criar raizes no Brasil são traidores da pior espécie.

(hat tip: Karim)





domingo, 13 de julho de 2014

A Ablução (lavagem) e o controle criado pelo ritualismo islâmico



Em termos religiosos, o islamismo é ritualista: os muçulmanos têm que seguir os ritos ao pé-da-letra sob o risco de deixarem Alá zangado com eles.

Em termos de controle, o islamismo sufoca e afoga os seus adeptos de um modo que eles respirem islão todas as horas do dia, tornado-os robotizados, prontos a seguirem tudo aquilo que lhes for dito (pelos líderes religiosos, ou pelo Califa ou seu representante), sem questionar nada, defendendo tudo, mesmo o que seja indefensável. 

Albução (lavagem ritualística)

Talvez você já tenha visto ou ouvido dizer que os muçulmanos fazem a ablução, ou lavagem, antes das orações, e antes mesmo de tocarem no alcorão em árabe.

A ablução (lavagem) é ritualística, e deve seguir etapas pré-determinadas, caso contrário, nada terá valor.

Senão, vejamos. 
  1. Lave as mãos três vezes seguidas cada, sem se esquecer dos espaços entre os dedos, esfregando-as bem.
  2. Depois disso, recolha a água com as mãos em forma de concha, e enxágüe bem a boca três vezes. 
  3. Em seguida, aspire a água pelo nariz e assoe, fazendo com que a água que foi aspirada saia do nariz, três vezes consecutivas, lave o nariz, para retirar quaisquer resíduos de sujeira que possa ter permanecido.
  4. Lava-se o rosto três vezes, assegurando-se de que a água chegue a toda superfície do rosto, incluindo as pálpebras e parte do pescoço.
  5. A seguir lave os braços, até a altura dos cotovelos, três vezes, começando pelo braço direito e em seguida o esquerdo.
  6. Enxágüe as mãos e passe-as, assim molhadas na cabeça, de frente para trás e de trás para frente.  Também é permitido passar uma mão só em cada lado da cabeça. Passe as mãos molhadas nas orelhas, por dentro e por fora, mas sem as molhar novamente. Deve-se fazer isto com a água que ainda permanece nas mãos, depois de tê-la passado na cabeça. 
  7. Lava-se os pés até a altura dos tornozelos três vezes, começando pelo pé direito, sem se esquecer dos espaços entre os dedos, esfregando-os convenientemente. 
Não se deve esqueçer de nenhum detalhe. Se esquecer de algum detalhe, por menor que este seja, nada do quer for feito será válido!!!

O que fazer depois do ato sexual?

Depois do ato sexual, ou após o período menstrual, deve-se tomar banho completo. Vejam como: 
  1. Deve-se lavar a parte íntima bem lavada. 
  2. Faz-se a ablução citada acima do passo 1 ao 7 sem esquecer nenhum detalhe. 
  3. Após a ablução ser completada deve-se deixar a água cair na cabeça 3 vezes penetrando até o couro cabeludo. 
  4. Então, deixa-se a água cair por todo o corpo do lado direito direito primeiro e depois o esquerdo. 
  5. Completadas as etapas acima deve-se tomar o banho normalmente. 
  6. No caso das mulheres que estão tomando o banho completo após o período menstrual tem mais uma etapa a ser cumprida. Elas devem pegar um chumaço (pedaço) de algodão embeber (molhar) em perfume e passar na região genital para tirar qualquer odor. (Será que Alá sente o cheiro?)

Isso tudo deve ser feito, intencionando-se no coração, dizendo bismillahi (em nome de alá) senão não vale. Caso alguma das etapas não seja cumprida não valerá nada. 

E depois de ir ao banheiro?

Quando os muçulmanos vão no banheiro fazerem suas necessidades fisiológicas eles devem se lavar. Concordo que isso faz parte da higiene, mas para os muçulmanos significa que se eles tiverem uma única minúscula gota de urina na roupa a oração não será válida. (De novo, será que Alá irá cheirar cada um deles durante a oração?) 

Os muçulmanos também não podem falar quando estão no banheiro, nem mesmo para responder a saudação islâmica 'assalamu waleikum' (paz esteja com você). Este silêncio é porque eles acreditam que os jins poderão vê-los nús.  

Mas isso tudo para que? Controle!

Este ritualismo exagerado leva ao controle de quem o pratica. O fato é que as repetições diárias, várias vezes por dia, das mesmas ações, faz com que as pessoas “respirem islão” o tempo todo. Essa é uma técnica de controle de massa. Alie ao ritualismo da lavagem, executado repetidamente todos os dias, aos outros, como por exemplo, todos os gestos de oração repetidos 5 vezes por dia (como todo aquele senta, levanta, ajoelha, gestos em conjunto como se fosse um tropa), a repetição de palavras em um idioma desconhecido (pois a maioria dos muçulmanos não fala árabe, e, mesmo para os que falam árabe, o árabe do Alcorão é arcaico), e também o ritualismo da vestimenta (como o uso do véu pelas mulheres e de chapéus ou mesmo vestimentas completas pelos homens) que os identifica como muçulmanos, e os torna ‘diferentes’ (ou ‘melhores’, como diz o Alcorão).

A tradição islâmica atribui este ritualismo a Maomé, que o desenvolveu à partir das práticas politeístas da sua tribo, os Coraixitas. Em termos históricos, o ritualismo foi consolidado na Sharia, pelo menos um século após a data atribuída à morte de Maomé.

Independente de quem tenha o desenvolvido, o ritualismo islâmico é muito eficiente em afogar os muçulmanos no islão, mantendo-os sempre prontos para “defenderem o islão” seja do jeito que for preciso (ou do jeito que for-lhes dito). 

E do lado espiritual?

Agora vamos elaborar um pouco neste ritualismo de limpeza, sem a qual a oração não tem valor, de um ponto-de-vista espiritual.

Para que tudo isso?

Será que Alá deseja isso porque ele é uma divindade muito limpa?

Será que Alá é uma divindade que aprecia uma oração apenas quando ela é vem de um exterior limpo?

Será que Alá sofre de TOC, Transtorno Obcessivo Compulsivo?

Mas qual a limpeza mais importante, a exterior ou a interior?

O que os baluartes de outras religiões dizem a respeito?

Vamos ver o que Jesus disse:

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28) 

Jesus não mandou ir se lavar, tomar banho ou assear-se para depois ir até Ele, mas Ele quis dizer 'Vinde como estás'.

E o que Buda disse a respeito?

E o que Allan Kardec disse a respeito?

...

De que adianta estar limpinho e cheiroso se o interior está vazio, e muitas vezes sujo e podre?

(Agradecimentos a Ester por parte do texto.)




sábado, 14 de junho de 2014

Tafsir diz que "lutar contra os judeus e cristãos é legal porque eles são idólatras e descrentes"


Se algum de vocês tiverem o infortúnio de discutir algo com muçulmanos vocês vão notar que eles negam as evidências sobre o aspecto supremacista do islamismo e sobre todos os outras aspectos que nós consideramos errados e bárbaros (eles são treinados nas mesquitas, a se comportam como robôs). Uma das coisas que eles irão dizer é que você precisa estudar. Mas se você fizer isso, você vai confirmar o aspecto supremacista do islamismo (ou seja, eles não estudam, apenas absorbem o que os imãs e clérigos dizem para eles repetirem).

Veja o seguinte exemplo, um "tafsir" do alcorão (tafsir significa interpretação ou exegese) e é algo que vem de pessoas qualificadas (membros da "ulema"). Este tafsir fala que LUTAR CONTRA OS JUDEUS E OS CRISTÃOS É LEGAL PORQUE ELES SÃO IDÓLATRAS E DESCRENTES 

Veja bem, isso quer dizer que os muçulmanos devem lutar contra (todos) os idólatras e descrentes (ateus e agnósticos) e que os cristãos e judeus, do ponto de vista deles, são idólatras e descrentes. Ou seja, deve-se lutar contra todos aqueles que não sejam muçulmanos. 

Na nossa concepção, se uma pessoa é idólatra, descrente, religiosa ou atéia, isso não faz diferença! Nossa cultura e padrão civilizatório é "viva e deixe viver", e o que acontece fora deste padrão nós consideramos um crime (por exemplo, se um homosexual for atacado por ser homosexual). 

As razões para se lutar contra os idólatras e descrentes, em particular os cristãos e judeus, são as mais exdrúxulas e chulas. Vejamos, segundo as passagens do alcorão mencionadas neste tafsir: 
- Cristãos e judeus são mentirosos: cristãos dizem que Jesus é filho de Deus; judeus dizem que Uzair é filho de Deus (quem é Uzair?)
- Eles tomam os seus monges e rabinos como deuses.
- Judeus ganharam o ódio de Alá e os cristãos foram extraviados.
- Eles desejam extinguir a luz de Alá.
- A religião de Alá é superior sobre todas as demais religiões. 

(Lembre-se: o Alcorão está correto, porque está escrito no Alcorão)

Isso é supremacismo: ou se faz, age e diz como o islão define e comanda, ou sofra-se as consequências! 

Vão catar coquinho!!!! E daí que as pessoas pensem diferente? PROGRIDAM!!!!

Mas José, o "tafsir" fala de 'lutar.' Qual o mal em lutar? Resposta: leia a minha resposta aqui: luta significa 'jihad':  http://infielatento.blogspot.ca/2012/02/jihad-como-definida-pela-lei-islamica.html 

E mais, cuidado como a conversa fiada islâmica, chamada de taquia: muçulmanos podem enganar se isso ajudar a propagar o islamismo. (http://infielatento.blogspot.ca/2012/07/de-que-modo-taqiyya-altera-as-regras-de.html





terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Natal, blasfêmia contra o Islão

Esta postagem é uma tradução de "Feliz Natal, de Jihadwatch." Achei-a interessante pois retrata bem como a "versão islâmica dos fatos" implica na negação dos nossos valores,e, em muitas vezes, na negação da própria História. E mais e mais estamos sendo forçados a aceitar esta "versão islâmica" sob o risco de sermos chamados de "racistas" ou "islamófobos." Tudo em nome da tolerância, afinal, segundo a narrativa multicultural em vigor (na Europa, EUA e Canadá --> ABRE O OLHO BRASIL!) a culpa de qualquer ato de muçulmanos mais "religiosos" é sempre dos outros. Segundo esta narrativa, o motivo que leva o Islão a agir de modo tão violento e assertivo é resultado do colonialismo europeu, do imperialismo americano, da existência de Israel, ou até mesmo das cruzadas, e todas as evidências que indiquem que a origem destes atos advém dos "livros sagrados" do Islão e da lei islâmica devem ser ignoradas. Livros como o Jihad Islâmica: um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão, por exporem a verdade, devem ser banidos.

Feliz Natal, de Jihadwatch


O ícone bizantino acima é o trabalho do iconógrafo do século 16, Theophanes de Creta. Muitos muçulmanos em todo o mundo hoje o considerariam ofensivo e insultuoso ao Islã. Muçulmanos nos Bálcãs poucos anos atrás entraram e destruíram igrejas e ícones como este justamente por isso.

1. Ele descreve os seres humanos, o que viola a proibição islâmica tradicional representar imagens, sendo por isso  considerado idólatra e blasfemo.

2. O ícone não retrata Jesus como um profeta muçulmano. Em vez disso, ele mostra Jesus na maneira tradicional cristã, como o Filho encarnado de Deus: em sua auréola está secrito ων, Aquele que é, um título de divindade derivado do nome de Deus, que Deus deu a Moisés (em Êxodo 3:14) , em violação da injunção islâmica muitas vezes repetida do Alcorão que Alá não tem filho (4:171; 09:30; 25:2; 39:4; 72:3; etc etc).

3. Em consonância com o item 2 acima, que retrata o que os muçulmanos consideram ser idolatria, o ícone mostra a sua santa mãe se ajoelhando à frente da criança para adorá-la.


4. O feixe de luz ou lança vindo do céu até a criança no berço, retrata a atividade do Divino no mundo, assumindo a doutrina da Trindade, que é rejeitada um tanto imprecisamente no Alcorão 4:171 e 5:116.


5. O berço se assemelha a um caixão, prenunciando o núcleo e o coração do cristianismo, a morte redentora de Cristo, que é negada no Alcorão 4:157.

Agora, se você é um cristão ou não, e se você acredita ou não todas ou qualquer uma dessas coisas, a pergunta que está diante de nós com este Natal, como em todos os Natais nestes tempos, é se as pessoas devem ser autorizados a acreditar nessas coisas livremente, sem serem brutalizada ou discriminadas, se eles vivem no Iraque, no Egito ou no Paquistão, ou na Nigéria, ou na Indonésia - e se as pessoas livres de todos os credos e perspectivas devem defender seu direito de fazê-lo.

Nesses países, os cristãos de hoje estão sendo sequestrados, presos, presos 
injustamente, espancados e assassinados - não por causa de qualquer coisa que eles fizeram, mas porque eles se atreveram a acreditar em algumas das coisas que tenho esboçado acima, crenças que são consideradas blasfêmia no Islã autoritativo. E isso não é muito melhor em qualquer outro lugar no mundo islâmico: em nenhum país de maioria muçulmana de hoje as pessoas que acreditam nessas coisas desfrutam de plena igualdade de direitos com os muçulmanos.


Vemos isso no site Jihad Watch todos os dias. Vemos jihadistas atacando cristãos com fúria crescente. Também vemos o mundo em grande parte bocejante e indiferente como tudo isto que se passa. O cristianismo é uma coisa grande e multifacetada, com tantas manifestações diferentes e diversas, mas na mente dos formadores de opinião do Ocidente é o próprio ocidente, branco, suburbano, rico, confortável, quem oprime. Os cristãos são, nos dramas diários divulgados pela mídia todos os dias, relatados como ligeiramente sinistros, perigosos, egoistas, e inclusive às vezes fanaticamente xenófobos. Os cristãos nunca são vítimas. Os muçulmanos, por outro lado, são retratados diariamente na mídia ocidental como não-ocidentais, não-brancos, pobres, sábios, serenos, e oprimidos.

E assim, quando se trata do espectro de não-ocidentais, os cristãos não-brancos, sendo perseguidos pelos muçulmanos, os "circuitos" da grande da mídia entram em curto-circuito. Eles não podem lidar com isso. Eles não têm paradigmas para tal. Estes acontecimentos violam todas as regras na cartilha. Então, eles ignoram ou mascaram a identidade ou o motivos dos autores, e tentam lançar o foco em outro lugar.



E assim, lembre-se neste Natal: se você é um ser humano livre, independente de você ser ou não ser cristão, os cristãos que são perseguidos no Iraque, nas Filipinas, na Nigéria, no Egito, no Paquistão, e em outras partes do mundo islâmico, estão ocupando o seu lugar. Os jihadistas iriam igualmente atacá-lo também, e acabarão por fazer quando tiverem a chance. Lembre-se que você está na lista do programa de supremacia islâmico. Você pode não ser um cristão. Você pode não ser um judeu. Você pode não ser um hindu. Você não pode querer prestar atenção à jihad de jeito nenhum Mas a jihad é universal, e implacável. E você está na sua lista.

Então, que neste Natal, todos nós, cuja conversão, subjugação, ou morte é vislumbrada pelos adeptos da Sharia, fiquemos juntos. Vamos ficar juntos, como judeus, cristãos, hindus, budistas, ateus, secularistas, o que você seja, e nos levantar contra aqueles que nos matariam ou nos sujeitariam a discriminação institucionalizada porque consideram nossas crenças ofensivas.

Para ter certeza: se não estivermos juntos, eles vão prevalecer. E se prevalecerem, então todas as mais ricas manifestações do espírito livre humanos, desde Theophanes de Creta até os Budas de Bamiyandesde Hagia Sophia ao templo de Keshava Rai em Mathura, desde as obras de Sócrates e Aristóteles aos escritos de Moisés Maimônides e Dante Alighieri e Winston Churchill e Oriana Fallaci, serão pisada na lama, destruídos, explodidos, em ruínas, apagados. Todos nós seremos mais pobres. Nossos filhos serão mais pobres.

É hora de lutar para a nossa vida.

Feliz Natal para todos os cristãos leitores do Jihadwatch, que celebram esta festa de Natal. 




segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O islão proíbe a bebida alcoólica para todos (inclusive não-muçulmanos)



Se um muçulmano te disser que o islão é tolerante, ele tem razão, mas desde que você aceite a lei islâmica e o domínio do islão. Caso contrário, a lei islâmica será imposta sobre você. No islão ortodoxo vale a máxima: aceite o domínio politico do islão ou sofra as consequências. No islamismo não existe o conceito de “viva e deixe viver.”

Na semana passada isto pode ser observado de modo bastante claro no tocante à proibição a venda de bebida alcoólica.    

O que diz a lei islâmica

O Manual de Lei Islâmica 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik (Reliance of the Traveller and Tools of the Worshipper legisla sobre a proibição e punição referente ao consumo de bebida alcoólica.

Os artigos o16 versam sobre a punição relativa ao consumo de bebida alcoólica:
o16.1 – É proibido consumir qualquer bebida que intoxique.
 o16.2 – Quem deve ser punido (por exemplo, apenas quem alcançou a puberdade). 
o16.3 – A punição é de 40 chicotadas.
Os artigos p14.0 dizem porque consumir bebida alcoólica é proibido:
p14.1 – Por ser mencionado no Alcorão 2:219 e 5:90 (ou seja, Alá assim determina). 
p14.2 – Porque Maomé disse em um hadith: “Chame a atenção de quem bebe até 3 vezes, na quarta vez, mate-o.” Mais tarde, Maomé deixou de matar um bêbado, tendo este comportamento tomado o lugar do anterior (daí a punição ser de apenas 40 chicotadas).
Estas regras também afetam os cristãos e judeus vivendo sob a lei islâmica (os al-dhimma), conforme extipulado nos artigos o11.0, nisso incluido o consumo de bebida alcoólica (que deve ser escondido). (leia sobre as Condições de Umar

A “lei dos numeros” 

É sempre bom lembrar a “lei dos numeros:”
1. Quando os muçulmanos são minoria, eles insistem que o islão é a religião da paz, e que somos todos parte da grande família abrahâmica.
2. Quando ainda em minoria, mas já compondo um número considerável, eles pedem um tratamento diferenciado (o que força a sociedade que os hospeda a começarem a alterar as suas regras para satifazer as exigencies dos muçulmanos).
3. Quando em maioria, eles impõem a lei islâmica.
A lei dos numeros é a aplicação prática da Jihad Demográfica, na qual os muçulmanos suplantam os não-muçulmanos tornando-se o grupo populacional majoritário. Este conceito é algo feito pelo próprio Maomé, que mandava construir mesquitas em todas as cidades conquistadas militarmente, e comandava os seus soldados a casarem com as mulheres locais (dentro do limite de 4 esposas simultâneas). (lembre-se que Maomé é o melhor exemplo de conduta!)

Um outro aspecto importante da Jihad Demográfica é fazer com que os muçulmanos vivam uns próximos dos outros (em bairros ou getos islâmicos) sendo deste modo mais fácil controlar o comportamento e impor normas islâmicas (através da chamada “polícia da virtude”).   

Exemplo de onde os maometanos são maioria

Vejamos um exemplo na Nigéria. A Nigéria, é um país dividido. O norte, tem uma população majoritariamente muçulmana, enquanto que o seu é predominantemente cristão. A recente radicalização (custeada pelos petro-dólares dos árabes), levou o norte a exigir um certo nível de autonomia legal, o que permitiu então a introdução da lei islâmica, com tudo o que de mais nefasto existe, inclusive com a criação de uma “polícia da virtude” que impõe a Sharia à todos.

Enquanto isso, o sul, de maioria cristã, permanece aberto, e democrático.

Vejam o que aconteceu com respeito à distribuição de bebida alcoólica.
Nigéria: Polícia islâmica destruiu 240 mil garrafas de cerveja. Isso aconteceu na cidade de Kano, a principal cidade do norte da Nigéria. A polícia islâmica usou um caminhão de transporte para destruir cerca de 240.000 garrafas de cerveja apreendidas de veículos de abastecimento e de pequenas lojas cujos proprietários são cristãos. Enquanto o Xeique Aminu Daurawa, chefe do esquadrão islâmico uniformizado Hisbah, estava comemorando a operação e prometendo ampliá-la, o pequeno comércio e as lojas que dependem da venda de cerveja para sobreviver estavam vendo sua subsistência ameaçada. Enquanto que o Boko Haram mata os cristãos, os que sobram são perseguidos pela “polícia islâmica”. Lei Islâmica é assim: ele é imposta goela abaixo se você é muçulmano ou não (Reuters). 
Exemplo de onde os maometanos são uma minoria significativa

  
A população da Grã-Bretanha está pagando pelo erro dos seus dirigentes politicos e da sua elite intelectual, que não apenas permitiu, mas incentivou, a imigração maciça de maometanos (no jargão military, deixaram o inimigo estabelecer uma “cabeça de ponte”). Um dos truques dentro da Jihad Demográfica é o de se agrupar em getos. E, em Londres, o maior deles é no bairro de Tower Hamlets (bairro onde a Torre de Londres se situa). estima-se que 53% da população deste bairro seja muçulmana, ou seja, uma minoria significativa. A lei islâmica começa a ser imposta à população local.  
Na sexta-feira, 13 de dezembro, ocorreu uma marcha islâmica contra a venda e consumo de bebidas alcoólicas. Esta marcha foi feita na Brick Lane, no bairro de Tower Hamlets, protestando contras as lojas que vendem bebidas alcoólicas. A Brick Lane é famosa por seus bares e restaurantes. Os manifestantas dizem que a venda de bebidas alcólicas é anti-islâmica e que isso pode causar problemas sociais (ibt).
Na verdade, o islão é quem causa problemas sociais. 

Durante o protesto, uma carta, chamada de “Notificação Legal” foi distribuida, na qua los manifestantes avisam o comércio que “a sua licensa para a venda de bebida alcoólica foi revogada – não ignore este aviso.” (veja figura abaixo)

O protesto teve a participação de cerca de 30 manifestantes maometanos ortodoxos (muito menos do que as centenas que os organizadores aladearam) e ainda ouve ingleses patriotas contra-protestando (ibt).

Mas o ponto aqui é que a manifestação expôs com clareza a agenda islâmica de impor a lei islâmica. Como Vlad Tepes disse com muita propriedade:
Quase todos interpretam erradamente o que Choudary [o organizador da marcha] e seus companheiros estão tentando fazer. Não se trata de alguma grande marcha para mostrar que, democraticamente, a sharia substituirá a legislação comum. O que aconteceu foi o anúncio de que os muçulmanos estão prestes a começar a usar a força para se certificar de que as regras da sharia sejam a quem não obedecê-la, e quem operar em contradição com ele vai se machucar fisicamente.

Trata-se da substituição do direito democrático pela imposição da um estilo mafioso de governo. Parece que o mundo ocidental se esqueceu de como ler. Se você olhar para o aviso que foi distribuido, é perfeitamente claro o que eles pretendem fazer. Porque não houveram prisões, já que o aviso distribuido pura intimidação e extorsão?

Um aviso aos cristãos ou a outros que sejam contrários ao consumo de bebida alcoólica: o que os muçulmanos estão arquitetando irá retirar as suas liberdades no futuro.
 
Veja atualização após a imagem abaixo.


Indonésia: proibição total de cerveja entra em vigor
Quando ele tomou posse, em outubro, presidente Jokowi, apesar de ser muçulmano praticante, foi saudado como um presidente disposto a lutar por uma Indonésia mais secular e pluralista. No entanto, sua abordagem para lidar com os males sociais até agora têm sido duras, e complacentes com a Sharia. Cerveja, em geral, só é encontrada em lojas especializadas e nos locias turísticos. Agora, a lei seca vai ser total. Lembre-se disso, quanto alguém te disser que a Indonésia é um exemplo de pais islâmico tolerante e moderado. (The Economist)

Grupo muçulmano diz que alemães devem proibir bebidas alcoólicas para evitar ataques sexuais em grupo como os de Colônia
Um grupo muçulmano, MuslimStern, escandalosamente que disse que os alemães precisam banir o álcool se eles querem parar de repetições dos ataques sexuais como os ocorridos na cidade de Colônia. O que aconteceu em Colônia, bem como em outras cidades européias, chama-se taharrush em árabe (Telegraph).


domingo, 14 de julho de 2013

As "Condições de Umar"


Conta a tradição islâmica que o segundo califa, Umar, impôs um acordo sobre os cristãos recém-conquistados. Este acordo é conhecido como as Condições de Umar (Pacto de Umar ou Tratado de Umar). Ele é uma das bases para o tratamento de cristãos e judeus como cidadãos de terceira-classe sob a lei islâmica (os dhimmi, ou zimis), e um dos motivos que tornaram a vida dos cristãos sob o islão tão miseráveis que obrigou milhões deles a se adotarem o islão para poderem sobreviver.

(Leia mais sobre os dhimmis e a dhimmitude neste outro artigo)

Os principais pontos das Condições de Umar são aqui retratados:

  • Nós não iremos construir, nas nossas cidades ou arredores, novos mosteiros, igrejas, conventos, ou célula para monges, nem iremos consertá-los, de dia ou de noite, mesmo que eles caiam em ruinas ou sejam situados nos bairros dos muçulmanos.
  • Nós iremos manter os nossos portões abertos para os transeuntes e viajantes. Nós iremos dar comida e alojamento por 3 dias para todos os muçulmanos que passarem no nosso caminho.
  • Nós não iremos prover refúgio em nossas igrejas ou casas para qualquer espião, nem escondê-lo dos muçulmanos.
  • Nós não iremos manifestar a nossa religião em público e nem converter ninguém para ela. Nós não iremos impedir que qualquer um de nós se converta para o Islão se ele assim desejar.
  • Nós iremos mostrar respeito para os muçulmanos, e nós iremos levantar dos nossos assentos quando eles desejarem sentar.
  • Nós não buscaremos parecer como os muçulmanos imitando o modo que eles se vestem.
  • Nós não iremos montar em selas, nem cinjir espadas, nem portar qualquer tipo de armas, nem carrega-las conosco.
  • Nós não iremos ter incrições em árabe nos nossos selos.
  • Nós não iremos fermentar bebidas (álcool).
  • Nós iremos cortar as franjas das nossas cabeças (manter um topete curto como sinal de humiliação).
  • Nós iremos sempre nos vestir do mesmo modo onde quer que estejamos, e nós iremos amarrar o zunar entorno das nossas cinturas (cristãos e judeus têm que usar roupas especiais).
  • Nós não iremos mostrar nossas cruzes ou os nossos livros nas estradas ou mercados dos muçulmanos. Nós iremos apenas usar chocalhos nas nossas igrejas bem baixinho. Nós não iremos aumentar as nossas vozes quando seguindo os nossos mortos. Nós não tomaremos escravos que tenham sido determinados para pertencerem aos muçulmanos.
  • Nós não iremos construir casas mais altas que as casas dos muçulmanos.
  • Qualquer um que espancar um muçulmano com intençao deliberada perderá os direitos de proteção deste pacto. (Al-Turtushi, Siraj Al-Muluk, p. 229-230). 
As Condições de Umar fazem parte da lei islâmica Sharia, lei o11.5, que trata do imposto jizya (Manual Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, The Reliance of the Traveller). 

Viver sob o islão como não-muçulmano (kafir), é viver sob assédio constante. O objetivo é tornar a vida do não-muçulmano (kafir) tão insuportável de modo que a única maneira dele se livrar do assédio e perseguição é se convertendo para o islão.