Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Islão proíbe a música, o canto e instrumentos musicais



O manual de lei islâmica Sharia 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, publicado pela Universidade Al-Azhar, no Egito, especifica no seu capítulo "r" sobre a proibição a música, canção e dança:
r40.0 MÚSICA, CANTO E DANÇA — INSTRUMENTOS MUSICAIS
r40.1 Instrumentos musicais devem ser banidos.
- Flautas, instrumentos de corda e similares são condenados.
- Aqueles que ouvirem cantores terão as suas orelhas enchidas com chumbo no Dia do Julgamento.
- Canções criam hipocrisia.
r40.2 É illegal usar instrumentos musicais ou ouvir o mandolin, alaúde, címbalo e flauta. É permissível tocar o tamborim em casamentos, circumcisões, e outras horas, mesmo que ele tenha sinos nos lados. Bater em tambores é ilegal.
Mas de onde vem isso? Bem, do próprio Alcorão! 
... conversas ociosas (ou seja, música, canto) desviam (homens) do caminho de Alá ...  (31:6)
[Alá disse para Ibles:] E engane gradualmente aqueles a quem puder entre eles com a sua voz (ou seja, canções, músicas e qualquer outra chamada para a desobediência a Alá) ... (17:64)
... desperdiçando sua vida (preciosa) com passatempos e divertimentos (cantando). (53:59-61)
Hadice de Bukhari (Livro 7, No. 5590) que diz que existirão seguidores que farão coisas proibidas (haram), e ele as lista, incluindo música. Um outro hadice que diz que Alá irá transformar em macacos e porcos quem se envolver com música (Ibn Ma'jah Vol.5 Hadith No.4020).

O único instrumento permitido é o tamborim (daf), confirme dois hadices (Bukhari Vol.2, No.987; Bukhari Vol.7, No.5147).

O estudioso muçulmano Imram Nazar Hosein resume tudo com as seguintes palavras: 
i) Se a música faz parte da glorificação a Alá e Seu Mensageiro, isto é considerado admissível pela maioria dos estudiosos.
ii) Se a música for para entretenimento e um passatempo, é proibido.
Em conclusão, evitar todo canto, música, encontros de entretenimento, exceto para encontros de lembrança melodioso de Alá e Seu Mensageiro.
Música normalmente intoxica uma pessoa e a afasta do caminho de Alá (SWT). Música envolve a mente das pessoas e a leva para longe da lembrança do seu Criador e de perceber e focar sua atenção sobre o propósito da criação. Em canções musicais, na maioria das vezes, os ouvintes ainda apreciam a matérial com conteúdo ilógico, incorreto e blasfemo. Uma pessoa vai perceber isso quando ele começa a refletir sobre o significado de muitas canções e letras em inglês ou hindi. Aqui descobrimos que é por causa da música que a mente das pessoas é embriagada e a pessoa se desvia do caminho reto. E Alá sabe a melhor.
A Fatwa 5000, apresentada no site Islam Question and Answer, explica extensivamente sobre a proibição a musica, canto, dança e instrumentos musicais. 

Mas, porque Maomé criou tanto caso contra musica, canto, dança e instrumentos musicais? Ele não queria que os seus seguidores se divertissem também? A resposta se encontra no artigo What Islam says about music (O que o islão diz sobre música), escrito por Saleem Smith (um ex-muçulmano): 
Manter as pessoas no escuro, e mantê-las com medo, frustradas e obedientes. Quanto mais ignorante e primitivo fosse o muçulmano, o mais facilmente Maomé poderia usá-los para seus próprios fins: como como soldados de infantaria para adquirir espólio de todos os tipos. Maomé não foi apenas um assassino em massa, um ladrão descarado e um pedófilo mercador de escravos, ele também era algum tipo de puritano louco que se opunha a tudo, até mesmo a música!
A partir dos hadices acima e das tradições islâmicas, podemos ver que a prioridade de Maomé era manter seus seguidores focados apenas nos detalhes de sua religião e, em seguida, usá-los para matar e morrer por ele quando chegava a hora de buscar mais espólios. Uma das razões que os muçulmanos são tão obcecados com o Islã e ocupados com a sua propagação é porque Maomé negou ou restringiu a sua capacidade de se desfrutar de muitas das atividades saudáveis e comuns da vida, tais como a música.
Alguns exemplos:

  • ISIS bane música e impõe o véu em Raqa (al-monitor). (jan 2014)
  • ISIS bane música, esportes e ensino da evolução (week). (out 2014)
  • ISIS queima instrumentos musicais acusando-os de anti-islâmicos (cbc). (fev 2015)

Mas não pense que é "loucura do ISIS" pois isso acontece também em outros lugares:

  • Irã: líder supremo diz que música não condiz com os valores islâmicos (guardian). 
  • Grã-Bretanha: alunos retirados da aula porque "o islão proíbe instrumentos musicais" (dailymail). 
  • EUA: imã das duas maiores mesquitas de Sacramento, Califórnia, declara que música foi proibida por Maomé (Sacramento).
  • Grã-Bretanha: patrulha islâmica acaba com festa dizendo que música é proibida (PTI).

O fato é que quanto mais islâmicamente fundamentalista um país ou um muçulmano, música e instrumentos musicais são considerados como anti-islâmicos.

Existem vídeos no YouTube que mostram muçulmanos destruindo instrumentos musicais (aos gritos de Allahu Akbar) ou dizendo sobre a proibição a música e canto.






Austrália: pregador muçulmano critica pais por deixarem seus filhos ouvirem música no carro e em casa
Nassim Abdi diz que quando as crianças ouvem música isso dilui a sua fé islâmica (Daily Mail, Out/2017)

sábado, 27 de dezembro de 2014

Música "Islão não para mim." Faça o download e compartilhe!


José Atento

Esta música foi proibida na França, apesar dela ser baseada em fatos considerados verdadeiros, descritos nas próprias escrituras islâmicas.




Outras versões sem legenda, uma delas tem a letra da música em inglês:





quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Cante! Exulte! É Natal! ... Natal? Música? Isso é Blasfêmia contra o Islão!!!!

José Atento

Em 1735, J. S. Bach compôs mais uma das suas obras magníficas, desta vez, um Oratório de Natal (BWV 248).

Abaixo,  vídeos apresentam o coral de abertura da:
  1. Parte 1, para o Primeiro Dia de Natal - 25 de dezembro
  2. Parte 3, para o Terceiro Dia do Natal - 27 de dezembro - "Adoração dos Pastores"
  3. Parte 4, para o Dia do Ano Novo
  4. Parte 5, para o Primeiro Domingo do Ano Novo
  5. Parte 6, para a Festa da Epifania 
A condução do Coral Monteverdi e dos English Baroque Soloists é do maestro Sir John Elliot Gardiner. Espero que as legendas do vídeo ajudem a apreciar a obra, que é simplesmente maravilhosa.

A wikipédia tem um artigo sobre esta obra, que você pode consultar para maiores detalhes.

A exemplo de outros artigos que trataram de música clássica, pautada em temas cristãos, tal como Feliz Natal, pois para nós uma criança nasceu, eu desejo chamar a atenção para dois fatos muito importantes que são parte da lei islâmica (Sharia). O primeiro, é a proibição à música. A segunda, é que celebrar o Natal, ou qualquer outra festa que não seja islâmica, seja ela de cunho religioso ou não, é crime segundo a Sharia.

Então, vamos desejar Feliz Natal e ouvir música, pois quebrar a lei islâmica faz bem a saúde!

É inadimissível pensar que em pleno século XXI existem pessoas que são presas nos "paraísos islâmicos" por desejarem usufruir das liberdades mais básicas, quer sejam cristãos, ateus ou de outras religiões. Neste Natal, pense nelas. Uma oração, ou um pensamento bom, já é algo positivo. E, converse com sua família, parentes e amigos sobre isso.

Mas, o mais importante, não deixe que estes problemas te afetem.

FELIZ NATAL!


Parte 1


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte 6

PS. Lembre-se que para o islão, desejar Feliz Natal é pior do que matar uma pessoa.



quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Agnus Dei: Uma obra prima de Mozart é uma blasfêmia contra o Islão.


José Atento

O vídeo mostra a ária e o coral "Agnus Dei", da Missa da Coroação de W. A. Mozart. Mozart, como vocês sabem, foi um dos maiores gênios da música de todos os tempos. O que poucos sabem é que por pouco não teria havido Mozart. Isso porque, a cidade de Viena foi sitiada pelas hordes islâmicas dos turcos-otomanos por duas vezes, em 1529 e em 1683. O fato é que se os turcos tivessem conquistado Viena, teriam imposto a lei islâmica Sharia, que, além de outras coisas, proíbe música. Ou seja, a música de Mozart não teria existido!

Além disso, a letra desta ária celebra o "Cordeiro de Deus", o que é uma afirmação da morte de Jesus Cristo na cruz, e sua consequente ressureição, como crêm os cristãos. Acontece que, do ponto de vista islâmico, isso é uma blasfêmia pois o Alcorão oferece uma narrativa alternativa na qual Jesus Cristo nunca morreu. Este fato transforma a crença básica do cristianismo (a morte e ressurreição de Jesus Cristo) em blasfêmia contra o islão!  

A letra diz: 

Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, dona nobis pacem.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz. 

Vamos então apreciar a música de Mozart!!!!

A ária e o coral "Agnus Dei" da Missa em Do Maior K317 "Coroação" de W. A. Mozart. Soprano Kathleen Battle, mezzo-soprano Trude Liese Schmidt, tenor Gosta Winberg e baixo Ferrucio Furlanetto. Orquestra Filarmonica de Viena e coral Viena Singverein sob a regência de Herbert von Karajan.

Esta gravação foi feira em 29 de junho de 1985, quando a Missa da Coroação de W. A. Mozart, foi executada na Basílica de São Pedro, em Roma, durante missa celebrada pelo Papa João Paulo II. Este foi um evento de grande importância, espiritual e artística. 





domingo, 20 de abril de 2014

Feliz Páscoa: Jesus ressucitou (ops, isto é blasfêmia contra o islão)


O Messias, de G. F. Handel, é uma das mais importantes e conhecidas obras da música. Ela foi composta por Handel, em 1741, em apenas 24 dias. Ao terminar, Handel escreveu as iniciais SDG, do latim Soli Deo Gloria, que significa "apenas à Deus a glória." Esta inscrição fomenta a lenda de que Handel estava divinamente inspirado durante a composição, tendo inclusive visto os céus ante ele ao compor o "Aleluia." Independente da lenda, o fato é que Handel estava mesmo muitíssimo inspirado ao compor esta sua magnífica obra.

Nesta Páscoa, vamos apreciar uma ária do Messias, cujo tema é a ressurreição de Jesus (ver letra abaixo). Ao fazer isso estamos quebrando a lei islâmica por dois motivos: 
(1) Apreciando música;
(2) Apreciando música que diz que Jesus ressucitou dos mortos. 
Veja bem que dizer que Jesus é Deus ou que Jesus ressucitou contradiz o Alcorão, sendo tais afirmações, deste modo, blasfêmia contra o islão, e isso é crime! Parece loucura mas é o que a sharia (lei islâmica) determina.

Quebrar a lei islâmica faz bem a saúde! Feliz Páscoa!

Jó 19:25-26
25 Eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.
26 E, embora vermes destruir este corpo, ainda em minha carne verei a Deus. 
1 Coríntios 15:20 
20 Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.

Job 19:25-26
I know that my Redeemer liveth, and that he shall stand at the latter day
upon the earth. And though worms destroy this body, yet in my flesh shall
I see God.
I Corinthians 15:20
For now is Christ risen from the dead, the first fruits of them that
sleep.

Lynne Dawson canta a ária "I know that my redeemer liveth" do Messias, the G. F. Handel. 
Stephen Cleobury conducts the Brandenburg Consort.





segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal, "pois para nós uma criança nasceu"


O Messias, de G. F. Handel, é uma das mais importantes e conhecidas obras da música. Ela foi composta por Handel, em 1741, em apenas 24 dias. Ao terminar, Handel escreveu as iniciais SDG, do latim Soli Deo Gloria, que significa "apenas à Deus a glória." Esta inscrição fomenta a lenda de que Handel estava divinamente inspirado durante a composição, tendo inclusive visto os céus ante ele ao compor o "Aleluia." Independente da lenda, o fato é que Handel estava mesmo muitíssimo inspirado ao compor esta sua magnífica obra.

Neste dia de Natal, vamos apreciar um coral do Messias, cujo tema é o nascimento de Jesus (ver letra abaixo). Ao fazer isso estamos quebrando a lei islâmica por dois motivos: (1) Apreciando música; (2) Apreciando música que diz que Jesus é Deus. Quebrar a lei islâmic faz bem a saúde! Feliz Natal!

For unto us a Child is born, unto us a Son is given, 
and the government shall be upon His shoulder; and his name shall be called
Wonderful, Counsellor, the Mighty God, the Everlasting Father, the Prince of Peace. (Isaiah 9:6)


Pois para nós uma Criança nasceu, para nós um Filho nos foi dado, 
e o governo estará sobre os Seus ombros, e o Seu nome se chamará: 
Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. (Isaías 9:6)


O maestro Sir Colin Davis conduz a London Symphony Orchestra e o Coral Tenebrae. Concerto em 2006.

Feliz Natal



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ave Verum de Mozart ... blasfêmia

Eu achei no YouTube a (na minha opinião) melhor interpretação do Ave Verum, de Mozart. Esta simples, porém magnífica obra de Mozart, é, como diz um comentário, humilde porém cheia de humanidade. Mas, qual a ligação que existe entre a Lei Islâmica, o tópico central deste blog, e uma música de Mozart? É simples, a Lei Islâmica impõe restrições à música, considerada como causadora de hipocrisia, e aqueles que ouvirem música "terão as suas orelhas enchidas com chumbo no Dia do Julgamento." Não é a toa que música é proibída em todos os recantos onde a Lei Islâmica prevalece, incluindo aí os enclaves islâmicos na Europa. Além do mais, o Ave Verum possui uma letra que o Islão considera inaceitável. Islão é uma mistura de paganismo e versos distorcidos da Bíblia, sendo que ele se apropria de personalidades bíblicas, declarando que eles eram muçulmanos. Isto vale para Jesus também. Porém, o Jesus islâmico era um propagador da Lei Islâmica, um profeta que nunca morreu na cruz e nunca ressucitou. E a letra do Ave Verum diz exatamente o contrário (ela se encontra após o vídeo).

Então, vamos apreciar esta magnífica obra do período clássico, que para os cristãos soa como uma oração, para os ateus como um relaxamento, e para o Islão, bem, blasfêmia.



Ave, ave verum corpus natum de Maria virgine
Vere passum immolatum In cruce pro homine
Cujus latus perforatum fluxit aqua et sanguine
Esto nobis praegustatum in mortis examine

Salve, ó verdadeiro corpo nascido da Virgem Maria
Que verdadeiramente padeceu e foi imolado na cruz em prol do homem
De seu lado trespassado fluiu água e sangue
Sê para nós remédio na hora tremenda da morte



domingo, 24 de abril de 2011

Coro dos Escravos Hebreus

Feliz Páscoa!

    A ópera Nabucco, de Verdi, narra a destruição do Primeiro Templo e a escravidão dos judeus na Babilônia. O coral “va pensiero” é conhecido como o "Coro dos Escravos Hebreus," no qual os escravos Hebreus lamentam a sua situação e sentem saudades da sua pátria natal, Israel.
    Na época que Verdi compôs esta ópera, o norte da Itália era ocupado pela Áustria, e esta música acabou  tornando-se música-símbolo do nacionalismo italiano da época.
    Riccardo Muti, regente do La Scala da Milão, conduziu um concerto na Casa da Opera em Roma, apresentando o coral “va pensiero.” A final, durante os aplausos, o maestro Muti respondeu a um grito de Viva a Itália, lamentando da falta de apoio à cultura italiana. Ele diz que se as coisas não mudarem, a Itália vai perder a sua grande vida cultural. E aí, ele convida o público a cantar a música com o coral. Emocionante. Parece que os escravos de Roma estão preocupados com o futuro do seu país.

Coro dos Escravos Hebreus

Vai, pensamento, em asas douradas,
vai, pousa sobre as colinas e montes
onde sopram as doces brisas,
a quente e leve fragrância da nossa terra natal.
Do Jordão, das saúdas margens
e das desoladas torres de Sião.
Oh pátria minha tão bela e perdida.
Oh lembrança tão querida e fatal.
Harpas de ouro dos fatídicos lamentos
porque pendem mudas nos salgueiros?
A memória no peito revive
a qual fala de um tempo que se foi.
Cada um como Sodoma nos fados
lança um som de profundo lamento,
que o Senhor te inspire uma canção
que insufle coragem no padecer.
.