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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Vídeo e livro: como o exemplo e os ensinamentos de Maomé moldam o Islã

Eu encontrei na Internet este documentário que discute com bastante clareza o papel fundamental de Maomé no Islão: Maomé é tudo! Sem Maomé, não existe Islão!

O documentário (com legendas em português) está abaixo. Links no YouTube aqui e aqui (este último com um erro de tradução no minuto 16:56)

O texto do documentário, feito como um pequeno livro, em português, pode ser acessado aqui.





quarta-feira, 22 de agosto de 2018

A Mesquita da Discórdia: a narrativa que tem levado maometanos a lutarem entre sí pela menor diferença em crença e prática

A Mesquita da Discórdia, também conhecida como a Mesquita da Oposição (Masjid al-Dirar) é um evento na vida de Maomé no qual ele manda queimar uma mesquita, e seus membros, estando à caminho para ir rezar nela, acusando-os de hipócritas (munafiqs) ou seja, acusando-os de não serem muçulmanos de verdade, mas apenas nas aparências.

Este foi o primeiro ato registrado de violência entre muçulmanos, tornando válido que tal violência ocorra, bastando um muçulmano acusar o outro de hipócrita (munafiq), tendo Maomé como exemplo de conduta. Isso vem ocorrendo ao longo dos séculos e ocorre ainda hoje, seja no Iraque, em Gaza, no Paquistão, etc., onde quer que existam muçulmanos.

Este é mais um evento triste, durante a fase inicial do Islã, que os muçulmanos geralmente não estão cientes. É mais um exemplo de violência cometida sem justificação, negociação ou procedimentos legais.

Deve ser dito que Maomé havia aprovado a construção desta mesquita, destruindo-a quando retornava da expedição militar contra a cidade cristã de Tabuk (outubro de 630).

É comum encontrar-se escritores muçulmanos justificando esta ação de Maomé (este artigo no wiki apresenta alguns deles). Contudo, estas justificativas trazem problemas ainda maiores, pois elas justificam qualquer tipo de atrocidade. Por exemplo, veja o que diz Muhammad al-Wahhab (o fundador do movimento Wahabista):
Também derivamos dessa história a permissibilidade de queimar lugares de pecado e desobediência, como o Profeta queimou a Mesquita Ad-Dirar (a Mesquita do Mal); e cabe ao imã destruí-los, demolindo-os ou queimando-os, ou alterando sua forma e mudando sua função.
E se esse fosse o caso em relação a Mesquita Ad-Dirar, então os santuários onde Shirk (descrença) é praticado deveriam, com muito mais razão, serem destruídos e igualmente as casas dos comerciantes de vinho e aqueles que praticam más ações; Umar [o segundo califa e companheiro de Maomé] incendiou uma aldeia inteira em que o vinho era vendido. E ele queimou o palácio de Sa'd quando se isolou do povo e o profeta pretendia incendiar as casas daqueles que não compareceram à oração da sexta-feira ou às orações da Congregação. 
Ibn Ishaq narra o evento da Mesquita da Discórdia como:
O apóstolo continuou até que parou em Dhu Awan uma cidade a uma hora de jornada diurna de Medina. Os donos da mesquita da oposição tinham vindo ao apóstolo enquanto ele se preparava para o Tabuk, dizendo: 'Nós construímos uma mesquita para os enfermos e necessitados e para as noites de mau tempo, e gostaríamos que você viesse até nós e orasse para nós lá. Ele disse que estava a ponto de viajar e estava preocupado, ou palavras desse efeito, e que quando voltasse, se Alá quisesse, viria até eles e oraria por eles.
Quando ele parou em Dhu Awan, a notícia da mesquita veio a ele, e ele convocou Malik b. Al- Dukhshum, irmão de B. Salim b. 'Auf e Ma'n b. 'Adiy (ou seu irmão' Asim), irmão de B. Al- 'Ajlan, e disse-lhes para irem à mesquita daqueles homens malignos e destruírem e queimarem. Eles foram rapidamente para B. Salim b. 'Auf que era o clã de Malik, e Malik disse para Ma'n,' Espere por mim até que eu possa trazer fogo do meu povo.' Então ele entrou e pegou um galho de palmeira e acendeu-o, e então os dois correram para a mesquita onde seu povo estava e o queimou e destruiu e as pessoas fugiram dele. Uma parte do Alcorão veio sobre eles: “Aqueles que escolheram uma mesquita em oposição e incredulidade e para causar divisão entre os crentes” até o fim da passagem.
Os doze homens que construíram foram: Khidham b. Khalid de B. 'Ubayd b. Zayd, um dos B. Amr b. 'Auf; sua casa abriu na mesquita cismática; Thalaba b. Hatib de B. Umayya b. Zayd; Mu'attib b. Qushayr; Abu Habiba b. Al- Azar, ambos de B. Dubay'a b. Zayd; 'Abbad b. Hunayf, Irmão de Sahl de B. 'Ar b.'Auf; Jarmiya b. 'Amir e seus dois filhos Mujammi' e Zayd; Nabtal b. Al- Harith; Bahzaj; e Bijad b. Uthman, todos de B. Dubay'a; e Wadi'a b. Thabit de B. Umayya b. Zayd, o clã de Abu Lubaba b. 'Abdu'l- Mundhir.


O site Movement of Belgian former Muslims faz o seguinte comentário sobre o evento (texto em itálico).

Ibn Ishaq narra que algumas pessoas fizeram uma mesquita e disseram que tinham boas intenções. Essas boas intenções são mencionadas na história de Ibn Ishaq e nos versos do Alcorão que se referem a esse evento.
Eles pediram a Muhammad que orasse, o que seria considerado uma bênção. É semelhante como a inauguração de uma igreja por um bispo ou cardeal, mas neste caso pelo próprio Profeta. Quando ele estava a caminho de mais uma guerra, Muhammad disse que passaria no caminho de volta.

“As notícias chegaram até ele” significa que ele recebeu uma revelação através do Anjo Gabriel. Os seguintes versos do Alcorão foram revelados:
9.107 E há aqueles que colocam uma mesquita por meio de malícia e infidelidade - para desunir os Crentes - e em preparação para aquele que guerreou contra Alá e Seu Mensageiro no passado. Eles de fato juram que sua intenção não é nada além de boa; Mas Alá declara que eles são certamente mentirosos. 
9.108 Nunca te puseste ali. Há uma mesquita cuja fundação foi estabelecida desde o primeiro dia da devoção; é mais digno do que se levanta (para a oração). Nele há homens que amam ser purificados; e Alá ama aqueles que se fazem puros.
Maomé é obviamente a única pessoa que ouviu Gabriel dizer que as pessoas da mesquita tinham más intenções. Para seus seguidores, isso é prova suficiente. Para procedimentos legais honestos que permitam ao acusado se defender, deve haver mais que isso. Especialmente para o fundador de uma religião que afirma trazer “justiça”.

O que é interessante é que o Alcorão afirma em 9.107 que o povo construiu uma mesquita como uma preparação para lutar contra Maomé. Isso é realmente muito estranho. É como afirmar que os sauditas construíram uma igreja em Roma para atacar o Vaticano. E então eles pedem ao papa para inaugurar esta igreja. E o papa tem a Igreja queimada enquanto as pessoas estão dentro e afirma que Jesus apareceu para ele em um sonho e lhe disse para fazer isso, porque os sauditas têm más intenções. Poucas pessoas acreditarão no papa. 

Algumas informações básicas sobre esse caso e a validade ou invalidade da alegação de que essas pessoas tinham más intenções podem ter se perdido na história. Mas também não há informação sobre qualquer processo legal que, se eles tivessem realmente ocorrido, alguém poderia razoavelmente presumir que seria parte da história de Ibn Ishaq.  

Essa história foi mais um exemplo do eficiente sistema judicial que Maomé estava administrando. As pessoas em questão não foram ouvidas, não houve processos judiciais, nenhuma testemunha e as ordens de Maomé foram executadas sem mais questionamentos ou divergências. O “caso” foi fechado em poucas horas.

Este episódio apenas fortaleceu sua ação para se tornar o líder indiscutível da Arábia.

Será que Maomé teve esse episódio em mente quando disse: “Fui vitorioso pelo terror”?

Uma árvore envenenada produz frutos envenenados

Durante a sua vida, Maomé teve um número enorme de oportunidades para alterar o comportamento dos árabes do século VII. Bastaria que ele condenasse a violência e praticasse o amor. Mas ele nunca fez isso. Ao contrário, ele sempre escolheu o caminho da violência, usando o seu alter-ego Alá como bode espiatório dos seus erros.

Lembre-se: o Alcorão diz quase cem vezes que Maomé é o exemplo de conduta.

Vamos terminar citando Raymond Ibrahim, que explicou que "desde a era medieval, os clérigos islâmicos justificaram a morte de outros muçulmanos - seja intencionalmente por não serem muçulmanos “reais” (por exemplo, xiitas), ou involuntariamente como danos colaterais (os assassinos se tornam “mártires” e recebem as maiores recompensas paradisíacas do Islã). - em nome da jihad."

"Além disso, é claro que, sempre que podem, os jihadistas se esforçam para preservar a vida dos muçulmanos." Neste caso, pode-se citar como exemplo quando jihadistas libertam prisioneiros ou reféns que sabem recitar do Alcorão (ou seja, são muçulmanos) e executam os demais (que, ao serem incapazes de recitar do Alcorão não são muçulmanos - mesmo alguém sendo um "muçulmano moderado")

Leia sobre o crime de apostasia: todo muçulmano que deixar o islamismo deve ser morto!


Abaixo, um vídeo de David Wood ligado a este assunto (PS. sem ser legendado)



Fontes:

A vida do mensageiro de Alá (Sirat Rasul Allah), Ibn Ishaq,  páginas 609 e 610.

The History of Islam, Vol. 9: The Last Years of the Prophet, al-Tabari, (tradução de Ismail K. Poonawala, State of New York University Press)

The Oposition Mosque, Movement of Belgian former Muslims.

Demolition of Masjid al-Dirar, wikipedia.

When Muslims Kill Muslims, They Can Still Act in the Name of Islam, Raymond Ibrahim, PJMedia.


domingo, 20 de agosto de 2017

Quem matou Maomé?


Um vídeo no qual David Woods discute quem matou Maomé, segundo as próprias escrituras islâmicas. O desfecho é supreendente.



Grato ao canal do YouTube Logos Apologética https://youtu.be/KRU0MvTMupU


quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Batalha de Badr: Maomé foi um assaltante de caravanas


José Atento
O dia 13 de março é um dia importante na jihad islâmica. Neste dia, no ano de 624 (2 anos depois da Hériga), travou-se a "Batalha de Badr." Bem, na verdade, este evento foi nada mais do que mais tentativa de assalto a uma caravana feito por Maomé. Contudo, muçulmanos festejam isso como o acontecimento que estabeleceu a religião de Alá.
É importante ressaltar que, no calendário islâmico, este dia caiu no 17o dia do Ramadã, o que torna este dia do Ramadã um dia perigoso para o káfirs (todos os não muçulmanos). Por exemplo, em 2015, o 17o dia do Ramadã coincidiu com o 4 de julho, Dia da Independência dos EUA. O FBI conseguiu desbaratar o planejamento de um ataque jihad, programado para este dia, prendendo 10 "simpatizantes" do Estado Islâmico (ibtimes, NY Times, reuters, itv).
Hoje é o 17o dia do Ramadã.
Datas são importantes para os supremacistas islâmicos. Por exemplo, o dia 11 de setembro foi o primeiro dia da Batalha de Vienna (de 1683). Outro exemplo. O dia do ataque dos árabes contra Israel, no que conhecemos como Guerra do Yom Kippur, foi o nono dia do Ramadã, motivo pelo qual os muçulmanos chamam esta guerra de Guerra do Ramadã, recebendo o codinome "Operação Badr" pelo exército egípcio. 
Ao se mudar de Meca para Yathrib (atual Medina), Maomé formou uma milícia e tornou-se um senhor da guerra. Maomé poderia ter escolhido viver em paz, mostrando com suas ações que o islão era uma religião da paz. Como o islamismo seria diferente se ele tivesse vivido em paz! Mas ele era vingativo. Ele queria acertar as contas com os habitantes de Meca, que não o aceitaram como profeta, notadamente os membros da sua tribo, os Coraixitas, independente do fato dos Coraixitas não estarem incomodando Maomé. Mas Maomé não perdoava quem o contrariasse. E Alá apoiou e aprovou a violência de Maomé!

Maomé comandou seus milicianos a assaltarem as caravanas que ligavam Meca à Síria. Após seis tentativas fracassadas, três delas comandadas pelo próprio Maomé, os proto-jihadistas encontraram uma caravana dos Coraixitas. Eles mataram quem a dirigia e roubaram toda a carga. O pior, isso foi feito no "mês sagrado" quando era acordado entre as tribos que nenhuma violência poderia ocorrer. Maomé quebrou com a tradição dos árabes! Isso aconteceu no ano 623.

Vamos para o começo do ano 624, quando Maomé ouve dizer que Abu Sufyan, um mercador de Meca, estava vindo da Síria com uma caravana contendo dinheiro e mercadorias, acompanhado de 40 homens (Ibn Ishaq, 428).

Apologistas tentam justificar este assalto dizendo que as mercadorias pertenciam a Maomé. Mas, como isso seria possível se a caravana estava vindo da Síria na direção de Meca? (Além do mais, Maomé saiu emprobrecido de Meca por ter "torrado" todo o dinheiro que sua primeira esposa, Kadija, possuia.)

Muitos dos seguidores de Maomé não queriam assaltar esta caravana pois seria o mesmo que declarar guerra. Maomé respondeu com uma "revelação", na qual Alá chamou de hipócritas os muçulmanos que se recusavam a lutar por ele na jihad, e que eles deveriam ser punidos e iriam direto para o inferno (Alcorão 66:9). PS. Isso é importante: deixar de lutar na jihad é como deixar de ser muçulmano!

Alá e Maomé amam os psicopatas assassinos.

Maomé deixou Medina e liderou seus 313 jihadistas pelo deserto a fim de emboscar a caravana.

Ao saber deste ataque imininente, Abu Sufyan alterou a sua rota, e pediu reforços a Meca. Um total de 900 árabes de Meca se puseram a caminho para ajudá-lo contra agressão de Maomé, porém a maior parte deles eram cidadãos comuns (ibn Ishaq, 433 a 443). Esta alteração de rota salvou a caravana, mas uma parte do contingente que veio ajudá-la rumou para os poços de Badr, local de festa árabe, onde eles pretendiam passar alguns dias, abater alguns camelos, comer, beber vinho, e ter algumas meninas tocando para eles (ibn Ishaq 295-296).

Mas Maomé conseguiu bloquear o caminho, e, mais importante, ocupou o acesso aos poços de água localizados em Badr. Alguns membros do grupo de Meca tentaram se aproximar do poço de água, mas foram degolados ou desmembrados por jihadistas, sendo um citado por sua ferocidade, Hamza (ibn Ishaq 443).

Vendo que as suas vítimas estavam exaustas, apesar de estarem em maior número, Maomé deu ordens para um ataque frontal. A vitória de 313 jihadistas, descansados, fortemente armados e preparados para a guerra,  contra um número incerto de mecanos sedentos e cansados, compostos de mercadores, cidadãos comuns que tinham vindo para ajudar e algumas dezenas de seguranças (eu não encontrei menção a um número na fontes primárias).

Um dos mecanos disse, "Assim que fomos confrontados pelo grupo de ataque, viramos as costas e eles começaram a nos matar e nos capturar ao seu bel prazer. Alguns dos nossos homens viraram as costas humilhados" (ibn Ishaq 310).

O Alcorão 8:11-18 diz como Alá enviou as suas bênçãos para a chacina, preparando os muçulmanos antes da batalha, e enviando anjos para lutarem junto com os jihadistas (mas apenas Maomé os viu). É neste momento que Alá ordena os muçulmanos a matarem os prisioneiros de guerra (Alcorão 8:67). É também após esta batalha que Alá determina que roubar é bom e justo. E o modo de dividir a pilhagem foi também estabelecido. O oitavo capítulo do Alcorão é chamado (pelo nome sugestivo) de Os Espólios de Guerra.

O local da "Batalha de Badr" nos dias de hoje

Ao final de tudo, 70 mecanos foram mortos e outros 70 tomados como reféns, ao passo que apenas 14 jihadistas pereceram. Os reféns foram resgatados por suas famílias através de “fiança,” criando um precedente islâmico que é seguido até hoje.

O interessante é que muitos deles eram parentes: Maomé continuava o processo de destruição da base tradicional e familiar dos árabes. Um dos comerciantes de Meca, se referindo aos muçulmanos, disse "Eu me pergunto sobre estes homens tolos que  cantam levianamente e em vão sobre os mortos em Badr. Isto não foi nada mais do que um crime ímpio e odioso. Homens lutaram contra os seus irmãos, pais e filhos. Qualquer um com discernimento e compreensão reconhece o mal que foi feito em Badr" (ibn Ishaq 342).

Os corpos dos mecanos mortos foram atirados em um fosso (ibn Ishaq 306), atitude imitada pelo Estado Islâmico nos dias de hoje.

A Batalha de Badr joga por terra qualquer argumento de muçulmanos de que a jihad é auto-defesa: Maomé e seus homens deixaram Medina e andaram 100 quilômetros pelo deserto com o único intuito de emboscarem a caravana dos Coraixitas de Meca, e tomar posse do dinheiro e das mercadorias.

Outra coisa interessante é que, como dito acima, a Batalha de Badr ocorreu durante o Ramadã. Ora, os muçulmanos não deviam estar fazendo jejum e rezando? Por que eles sairam para pilhar uma caravana? Será que a pilhagem e o assalto são mais importantes do que rezar?

E veja também que este fato, sair para lutar no Ramadã, é algo que justifica o aumento da atividade jihadista durante esta época do ano. Este é o exemplo de Maomé, o homem considerado perfeito pelos muçulmanos.

Para os muçulmanos, a chacina que ocorreu em Badr é um acontecimento maravilhoso. Quer um exemplo? O site Mártires de Badr diz:
A batalha de Badr é a batalha mais importante de toda a história humana, uma vez que estabeleceu firmemente o Islã como a única religião verdadeira para toda a humanidade até o fim dos tempos.
Repare o aspecto belicista da religião, onde o que a estabelece é uma batalha, e não uma oração, ou um ato de generosidade.

Um muçulmano, se referindo aos "filhos de Ismael", disse: "Em paz vocês são asnos selvagens - ásperos e grosseiros. E na guerra, vocês são como mulheres vestindo espartilhos. Mas eu não me importo, desde que minha mão possa agarrar minha lâmina de confiança" (ibn Ishaq 316).


Ler mais sobre a emboscada em Badr em Mito: a Batalha de Badr foi em legítima defesa.


Referência: Sirat Rasul Allah, ibn Ishaq, tradução de A. Guilaume, Oxford University Press. 


domingo, 13 de dezembro de 2015

Mitos sobre Maomé - o que muçulmanos e apologistas inventam para justificar os crimes de Maomé


José, por que eu preciso me preocupar com aquilo que um beduíno do deserto fez ou deixou de fazer, 1.400 anos atrás? 
Porque existe hoje muita gente que considera as ações deste beduíno como exemplares, perfeitas e sagradas, como um modelo a ser seguido para se obter a "vida eterna." 
Se as ações deste beduíno tivessem sido boas estaria tudo muito bem. Mas o problema começa ao se descobrir que as suas ações não foram exemplares, nem tão pouco perfeitas, e muito menos sagradas. 
É preciso ter em mente que o islão é 100% Maomé. Sem Maomé, não existe islão pois tudo vem de Maomé: credita-se a Maomé a recitação do Alcorão; e a vida e ações de Maomé (tradições de Maomé) dão contexto ao Alcorão. O islão é Maomé. A lei islâmica (sharia) é toda oriunda do que Maomé recitou e fez. 
O fundamentalismo islâmico consiste em imitar Maomé. E, muitas vezes, isso não é bom. 
Maomé, como descrito pela sua "tradição" (Sunna), foi um pregador fracassado, porém, um Senhor da Guerra e líder de milícia de sucesso. Ao final da sua vida, ela havia conquistado toda a Península Arábica, sem deixar vivo nenhum oponente. O melhor paralelo de Maomé na História seria Genghis Khan.  
Os muçulmanos que crescem criados em um ambiente estritamente islâmico são ensinados que as ações de Maomé, mesmo as mais criminosas e violentas, são todas santas e exemplares (o Alcorão diz quase 100 vezes que Maomé é o exemplo de conduta para a humanidade), servindo de inspiração para os 1400 anos da "gloriosa" jihad islâmica. O que é pior, os muçulmanos são ensinados que qualquer crítica a Maomé é um crime, cuja sentença é a morte (equivale a apostasia, ou seja, deixar de ser muçulmano). 
Porém, as ações de Maomé não são bem-vistas no mundo dos não muçulmanos, o que torna necessário que muçulmanos, bem como os apologistas do islão, criem mitos ao redor de Maomé, visando esconder os seus crimes (isso se chama taqiyya).
A série Os Mitos sobre Maomé explora a fantasia gerada ao redor do criador do islão e seu único profeta. Abaixo, encontram-se análises sobre várias falácias lógicas apresentadas por muçulmanos e apologistas do islão.

Mitos sobre Maomé

Os artigos listados abaixo foram traduzidos pelo site Perigo Islâmico, o qual agradecemos por esta tremenda contribuição. O original é oriundo do site The Religion of Peace.

MECA

1. Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. Maomé foi torturado em Meca

3. Os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. A perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

3. A batalha de Badr foi em legítima defesa

4. Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá

5. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (1) - Banu Qaynuqa

6. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir

7. Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (3) - Banu Qurayza


MAOMÉ - O CONQUISTADOR

1. As guerras de Maomé foram em legítima defesa

2. Maomé nunca sancionou a violação sexual

3. Maomé nunca matou crianças

4. Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

5. Maomé escolheu sempre a paz

6. Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante

MAOMÉ - O MORALISTA

1. Maomé nunca aprovaria o assassinato

2. Maomé nunca matou os cativos

3. Maomé condenou a pedofilia

4. Maomé casou-se com várias mulheres como forma de as favorecer

5. Maomé nunca aprovou a desonestidade

6. Maomé nunca matou mulheres

7. Maomé era um abolicionista

8. Maomé acabou com a superstição

9. Maomé nunca mandou matar idosos

10. Maomé nunca aceitou conversões forçadas


Maomé torturando Kinana



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Livro "A História de Maomé" (disponível on line)



Para se entender o islão é preciso compreender Maomé, já que tudo, eu repito, TUDO que existe sobre o islão veio de Maomé, através dos seus dizeres e suas ações. O islão é 100% Maomé.

Tudo o que Maomé fez e disse teve a aprovação do seu alter-ego Alá, mesmo os crimes mais abomináveis.

O livro A História de Maomé, escrito por Harry Richardson, foi traduzido para o português e está disponível on line e em pdf (desativado).

Abaixo, eu criei um espelho do site A História de Maomé. Cada link abaixo é um capítulo. Boas leituras.

PS1. Depois, leia também Islão 101: uma introdução ao islão e a jihad islâmica

PS2. Você encontra uma lista de livros em português neste link


A História de Maomé




domingo, 30 de agosto de 2015

Maomé e Estado Islâmico torturam e matam em busca de tesouros


José Atento
Leia o texto e assista ao vídeo, e veja como o exemplo de Maomé é capaz de inspirar atrocidades, neste caso, tortura. Sim, Maomé foi um torturador.
Jihadistas do Estado Islâmico torturam e decapitam um arqueólogo de 83 anos por se recusar a revelar a localização de objetos de valor. 
Semana passada, os valorosos soldados de Alá, do Estado Islâmico, decapitaram Khaled al-Asaad, de 83 anos de idade, um renomado estudioso e arqueólogo de Palmira,  pendurando-o em uma coluna romana nas ruínas de Palmira, na Síria (NY Times). O seu crime foi o de se recusar a revelar o paradeiro de valiosos artefatos arqueológicos que os jihadistas pretendiam vender no mercado de contrabando de modo a obter mais dinheiro para poderem aterrorisar mais pessoas. Ele foi interrogado e torturado por duas semanas. Depois disso, ele foi degolado.

Al-Asaad não era uma ameaça: ele dedicou sua vida a estudar as antiguidades em Palmira, um Patrimônio Mundial da UNESCO cheio de tesouros históricos insubstituíveis, como os 2.000 anos de antigos edifícios romanos e magníficas estátuas pré-islâmicas. Quando ISIS conquistou Palmira em maio, al-Asaad se recusou a fugir, ficando para trás para tentar proteger o local contra a pilhagem do ISIS. Aparentemente, ele enterrou alguns dos mais valiosos artefatos.

Jihadistas são muçulmanos fervorosos por imitarem Maomé no seu aspecto mais fundamental. Lembre-se que o Alcorão diz 93 vezes que Maomé é o exemplo de conduta a ser seguido por toda a humanidade. Ibn Kathir, um importantíssimo doutor do islão em termos de exegese, jurisprudência e história islâmica, chega mesmo a afirmar que Maomé é o Homem Perfeito.

O que os jihadistas do Estado Islâmico fizeram foi apenas seguir os passos e ações de Maomé. Vejamos.

Maomé, após conquistar a tribo judáica no oásis de Kaibar, torturou Kinana, o chefe da tribo, para saber onde ele tinha escondido o tesouro. Ao final da sessão, sem ter a informação que o tornaria mais rico, Maomé mandou acender uma fogueira no peito de Kinana, matando-o. Veja como este evento ocorreu segundo a biografia de Maomé, Sirat Rasul Allah, 515:
“Kinana al-Rabi, que tinha a custódia do tesouro dos Banu Nadir, foi trazido até Maomé que lhe perguntou sobre o seu paradeiro. Kinana disse que não sabia. Um judeu veio até Maomé e disse que ele tinha visto Kinana rondando uma ruína todas às manhãs bem cedo. Maomé disse a Kinana, "você sabe que se eu achar o tesouro vou matá-lo?" Kinana respondeu: "Sim". Maomé deu ordens para que a ruína fosse escavada e alguns tesouros foram encontrados. Quando Maomé lhe perguntou sobre o resto, Kinana se recusou a responder. Então Maomé deu ordens para al-Zubayr al-Awwam: “Torture-o até extrair dele o que ele tem.“ Então, ele acendeu um fogo com pedra e aço no peito de Kinana até que ele estivesse quase morto. Então Maomé entregou Kinana para Muhammad b. Maslama que cortou-lhe a cabeça, para vingar seu irmão Mahmud.”
De modo que o que os soldados sagrados de Alá fizeram foi consistente com as tradições (Sunna) de Maomé, pois Maomé também torturou uma pessoa de modo a que ela revelasse a localização de um tesouro, matando-a em seguida.



terça-feira, 7 de julho de 2015

Maomé assassino e intolerante: execuções e destruição de "ídolos" após a ocupação de Meca


Os políticos, os meios de comunicação e os grupos muçulmanos, e seus apologistas,  nos asseguram que Maomé não retaliou contra as pessoas que o insultaram. Porém, segundo as próprias narrativas islâmicas (que são as únicas fontes sobre Maomé), Maomé exerceu vingança ao mandar executar várias pessoas que o criticavam (por conta dos crimes que ele cometeu). Essas execuções não foram algo que aconteceu "no calor da batalha" já que não houve batalha alguma. As execuções foram planejadas friamente pela pessoa que é considerada como o exemplo de conduta dos muçulmanos. É por isso que os muçulmanos devotos se enlouquecem à frente de qualquer crítica a Maomé. 
Além disso, Maomé mostrou toda a sua intolerância religiosa ao destruir os símbolos religiosos dos outros. Na Caaba, um templo pagão pré-islâmico, existiam cerca de 300 estátuas e pedras representando entidades divinas. Maomé poderia ter imposto o seu modelo de monoteísmo sem precisar desrespeitar os outros e dando o exemplo de tolerância e pluralismo. Mas não. Ele fez exatamente o contrário. Ele destruiu tudo, deixando apenas a pedra negra do islão (na direção da qual os muçulmanos devotos se curvam 5 vezes por dia). Com isso, Maomé deu o exemplo a ser seguido pelos muçulmanos devotos: destruir os símbolos religiosos dos outros. Muçulmanos devotos fazem isso há 1400 anos. 
É uma pena que esses apologistas modernos não extivessem em Meca naquela época para dizer a Maomé para ele não fazer nada do que ele fez pois no futuro ele seria considerado como uma pessoa tolerante. 
Os muçulmanos celebram as ações de Maomé, mesmo os seus crimes, como atos sagrados.  
Leitura complementar: Maomé assassino: Maomé manda assassinar todos aqueles que o criticam.  
Execuções após a ocupação de Meca

É interessante notar que as próprias fontes islâmicas nos dizem que Meca se tornou islâmica após ter sido ocupada por um exército muçulmano. Isso é importante. A maioria das cidades que hoje associamos ao islão, inclusive Meca, foram conquistadas e ocupadas militarmente! Esse é o exemplo e o legado de Maomé.

Os habitantes de Meca não se converteram ao Islão por livre e expontânea vontade. Eles tinham duas opções: aceitar Maomé como "mensageiro de Alá" (ou seja, se tornarem muçulmanos) ou eles seriam executados. Senão, vejamos.

Maomé fez uma trégua de onze anos (Hudna) com os líderes de Meca, o chamado Tratado de Hudaybiyya. Enquanto que os líderes de Meca trataram esta trégua como um período para se "aparar as arestas" visando uma paz duradoura, Maomé a usou para reforçar o seu exército (isso se tornou o modo de ação dos califas e sultões e líderes islâmicos até os dias de hoje: nunca buscar a paz, mas sim uma trégua). Assim que o exército estava grande o bastante, Maomé quebrou a trégua e atacou Meca de surpresa. 

Sem condições de se defender, os líderes de Meca se renderam.

(Aliás, os líderes de Meca eram da mesma tribo de Maomé, os Coraixitas. A luta de Maomé com eles foi uma luta fraticida pelo controle do templo pagão, a Caaba).

Quando Maomé entrou em Meca, Maomé ordenou que seus seguidores apenas lutassem contra aqueles que se recusassem a se render a ele (ou seja, não o aceitassem como "mensageiro de Alá), exceto certas pessoas que deveriam ser executadas, mesmo se elas se rendessem. A fonte biográfica mais antiga que detalha a queda de Meca, a biografia de Maomé escrita por Ibn Ishaq, lista oito pessoas condenadas à morte, mesmo que se rendessem. A acusação contra quatro das oito pessoas era "insultar Maomé." Um dos quatro críticos acabou sendo perdoado; os outros foram mortos.

Ao final deste texto você irão encontrar uma imagem com a passagem de Ibn Ishaq. Eu apresento alguns detalhes, indicando outras fontes quando necessário.

Abdullah ibn Sa‘ad: ele foi morto porque ele se tornou e apóstata (deixou o islão) e fugiu para Meca. Ele também alegou que ele era a pessoa que escreveu o Alcorão e começou a zombar de Maomé, fato que o irritou.

Um mal-entendido levou ao seu perdão. Abdullah ibn Sa'ad foi trazido à frente de Maomé e ofereceu sua lealdade. Maomé levantou a mão para indicar que seus seguidores deveriam matá-lo, mas os muçulmanos pensaram que ele tinha o perdoado. Mais tarde, Maomé reclamou com os seus companheiros (guarda-costas): "não havia um único homem sábio entre vocês para enfrentá-lo, quando ele viu que eu tinha retido minha mão indicando que eu não aceitava a sua fidelidade, e queria matá-lo? " [Ibn Ishaq, e também o hadice de Abu Dawud 38:4346]

Abdullah bin Khatal: ele foi morto por ter matado um escravo e fugir, e assim por poemas recitando insultar Maomé. Dois muçulmanos o exectaram depois de encontrá-lo escondido sob as cortinas da Caaba.

Fartana e sua amiga: Fartana era uma escrava de Abdullah ibn Khatal. Ela e sua amiga costumavam recitar poemas sobre  Maomé. Fartana foi executada. [Ibn Ishaq, e também o hadice de Abu Dawud 14:2678]

al-Huwayrith: era um poeta que narrava histórias melhor do que Maomé antes de Maomé se mudar para Medina. Isso irritou Maomé que o acusava de "desonhar e abusar do islão. Ele foi executado. Veja bem, o motivo que levou Maomé a condenar à morte este poeta foi algo que tinha acontecido 15 anos antes! Maomé guardou o ranço e o rancor todo este tempo e se vingou na primeira oportunidade. Este evento traduz muito bem quem era Maomé. E, como exemplo de conduta, isso define como os muçulmanos devem se conduzir. 

Miqyas ibn Hubabah (Subabah): Miqyas matou um muçulmano que acidentalmente matou seu irmão, e fugiu para Meca. Lá, ele see tornou-se um apóstata, abraçando o politeísmo. 

Sara: ela foi condenada porque Maomé alegou que ela o molestou quando ele estava em Meca. De novo, vingança após mais de 15 anos. Duas narrativas conflitantes. Ibn Ishaq relata que ela abraçou o islão, mas foi morta mais tarde, durante a época de Umar, enquanto que al-Tabari relata que ela foi executada [al Tabari, Michael Fishbein (translator), Volume 8, Victory of Islam, State University of New York Press, p. 79, ISBN 9780791431504, 1997]. 

Um fato muito importante é mencionado por al Tabari, Volume 8, páginas 181-183 e ibn Ishaq 553: após assistirem a estas execuções, os habitantes de Meca se submeteram ao islão.

Maomé disse: "Eu fui feito vitorioso com o terror"

Execuções públicas: prática que Maomé manteve como exemplar, pois ele as praticou


Maomé destrói os símbolos religiosos dos outros

Ishaq, página 552, narra que Maomé destruiu todos os símbolos religiosos dos outros, que ele chamou de ídolos, exceto a pedra negra, que ele disse ser sagrada, e estabeleceu o islão.

Muçulmanos e apologistas dizem que ao destruir os "ídolos" (os símbolos religiosos dos outros) Maomé trouxe a paz. Mas que paz é esta que é conseguida impondo-se uma idéia sobre todos e matando aqueles que discordam? Isso se chama autoritarismo. O islão é uma ditadura político-religiosa.

O que o Estado Islâmico faz hoje é o mesmo que Maomé fez, e o mesmo que os jihadistas islâmicos têm feito desde o tempo de Maomé


Maomé mostra como os muçulmanos devem proceder: desrespeitando tudo aquilo que não lhes pertence


Imagem com o texto de ibn Ishaq



Book 38, Number 4346:
Narrated Sa'd ibn AbuWaqqas:
On the day of the conquest of Mecca, Abdullah ibn Sa'd ibn AbuSarh hid himself with Uthman ibn Affan.
He brought him and made him stand before the Prophet (peace_be_upon_him), and said: Accept the allegiance of Abdullah, Apostle of Allah! He raised his head and looked at him three times, refusing him each time, but accepted his allegiance after the third time. 
Then turning to his companions, he said: Was not there a wise man among you who would stand up to him when he saw that I had withheld my hand from accepting his allegiance, and kill him?
They said: We did not know what you had in your heart, Apostle of Allah! Why did you not give us a signal with your eye?
He said: It is not advisable for a Prophet to play deceptive tricks with the eyes.
Volume 5, Book 59, Number 582:
Narrated Anas bin Malik: 
On the day of the Conquest, the Prophet entered Mecca, wearing a helmet on his head. When he took it off, a man came and said, "Ibn Khatal is clinging to the curtain of the Ka'ba." The Prophet said, "Kill him." (Malik a sub-narrator said, "On that day the Prophet was not in a state of Ihram as it appeared to us, and Allah knows better.")
Volume 3, Book 29, Number 72:
Narrated Anas bin Malik: 
Allah's Apostle entered Mecca in the year of its Conquest wearing an Arabian helmet on his head and when the Prophet took it off, a person came and said, "Ibn Khatal is holding the covering of the Ka'ba (taking refuge in the Ka'ba)." The Prophet said, "Kill him."







terça-feira, 23 de julho de 2013

Maomé, assassino: Maomé manda assassinar todos aqueles que o criticam


Você já se perguntou porque alguns muçulmanos se comportam como "possessos pelo demônio" quando alguém critica Maomé? Capazes de ameaçar, ferir ou matar ...

Por que a lei islâmica define qualquer crítica a Maomé como crime?

É porque Maomé ordenou os muçulmanos que matassem todos aqueles que o criticassem ... com as bençãos de Alá.

Existem várias narrativas da vida de Maomé, todas eles de fontes islâmicas, que relatam que Maomé mandou matar todos aqueles que o criticaram.

Maomé sabia bem o criminoso que era, e tinha medo de ser exposto. Para evitar isso, ele ordenou a seus seguidores que assassinassem qualquer um que o criticasse. Em uma sociedade iletrada, como era a sociedade daquela região, os poetas eram os jornalistas do seu dia, com suas palavras influenciado a opinião pública. Muitos deles reconheceram que 'pirata' e 'profeta' eram carreiras divergentes, e tiveram a coragem de dizer isso, pagando com as suas vidas.
Asma bint Marwan (Janeiro, 624)
A Sira (biografia de Maomé) de Ishaq fala do assassinato da "jornalista" Asma bint Marwan. Ela falou criticamente de Maomé, dizendo para a sua tribo ter cuidado com ele. "Vocês obedecem um estranho que o incentivam a matar para poderem saquear. Homens gananciosos. Será que não há honra entre vocês..? Ao ouvir essas linhas Maomé disse: "Será que ninguém irá me livrar dessa mulher?" Umayr, um muçulmano zeloso, decidiu executar a vontade do Profeta. Naquela mesma noite, ele penetrou na casa da escritora, enquanto ela dormia rodeada por seus filhos. Havia um que tinha adormecido enquanto amamentava. Umayr retirou o bebê e mergulhou a sua espada no peito da poetiza. Na manhã seguinte, na mesquita, Maomé, que estava ciente do assassinato, disse: "Você ajudou a Alá e Seu Apóstolo." Umayr disse: "Ela tinha cinco filhos. Eu não deveria me sentir culpado?" "Não", respondeu o profeta. "Matá-la é tão insignificante quanto duas cabras batendo de frente (os seus chifres)." [1] 

Austrália: Uma mãe zelosa tira a foto de seu filho segurando um cartaz que diz "Decapitem todos aqueles que insultarem o profeta." Ela deve estar achando tão bonitinho ... talvez ela mande a foto para os seus parentes monstrando o quão religioso o seu filho está se tornando

Abu Afak (Fevereiro, 624)
"Abu Afak era um homem velho, judeu, pertencente ao clã Ubayda. Ele escreveu um poema para mostrar o seu descontentamento por Maomé ter matado al-Harith b Suwayd b Samit. Ao tomar conhecimento do poema, Maomé disse: 'Quem vai lidar com este patife para mim?' Diante disso, Salim ibn Umayr disse: "Eu faço um voto que eu ou mato Abu Afak ou morro antes dele." Ele esperou por uma oportunidade até que uma noite quente veio, e Abu Afak dormia em um lugar aberto. Salim Ibn Umayr sabia disso. Ele enfiou a espada em seu fígado e pressionou-a até que chegasse na sua cama. O inimigo de Alá gritou e as pessoas que eram seus seguidores, correram para ele, levando-o para sua casa onde ele morreu". [2]

O cineasta holandês, Theo van Gogh, jaz morto em uma rua de Amsterdam, esfaqueado de forma ritualística por um muçulmano. O cineasta havia produzido o filme Submissão

Ka'b ibn Ashraf (Setembro, 624)
O assassinato de Ashraf é um exemplo convincente da legitimidade no tocante a enganar os infiéis (taqiyya). Este assassinato é narrado em [3], [4] e [5]. 

Um poeta, Ka'b ibn Ashraf, havia ofendido Maomé, levando este último a exclamar: "Quem vai matar o homem que ofendeu Alá e seu profeta?" Um jovem muçulmano chamado Muhammad ibn Maslama se voluntariou com a condição de que, a fim de chegar perto o suficiente de Ka'b para assassiná-lo, lhe fosse permitido mentir para o poeta. Muhammad concordou, ou seja, 
o islão dá aos muçulmanos licença para matar.  
Ibn Maslama viajou até onde Ka'b estava e começou a denegrir o Islã e Maomé. Continuou assim até que a sua insatisfação tornou-se tão convincente que ele ganhou a confiança de Ka’b. Logo depois, Ibn Maslama apareceu com outro muçulmano e, assim que Ka'b baixou a sua guarda, ele o matou. 

Ka'b ibn Ashraf não suspeitou que mal algum o aguardava quando Maslama gritou: "Vamos ferir o inimigo de Alá!" Eles o atacaram, e suas espadas se chocaram sobre ele. Maslama disse, "Eu lembrei da minha adaga e a empunhei. Eu empurrei-a na parte inferior de seu corpo e a arrastei até chegar a seus órgãos genitais. O inimigo de Alá caiu no chão". 

"Nós levamos a sua cabeça para Maomé durante a noite, saudamos o Profeta enquanto ele estava orando, e jogamos a cabeça de Ashraf diante de seus pés. O profeta elogiou a Alá pelo poeta ter sido morto, e cumprimentou-nos sobre o bom trabalho que tinhamos feito pela  Causa de Alá. Nosso ataque ao inimigo de Alá provocou terror entre os judeus, e não havia nenhum judeu em Medina que não temesse por sua vida." 
Assassinato e terror são as boas obras do islão. 
Página no Facebook conclamando a decapitação daqueles que "disrespeitam o nosso profeta." Religião da Paz?


Mate qualquer judeu que caia sob o seu poder
 "Na manhã seguinte ao assassinato de Ashraf, o Profeta declarou: 'Mate qualquer judeu que caia sob o seu poder." [6] 

"Logo após isso, Masud saltou sobre Sunayna, um dos comerciantes judeus com quem sua família tinha relações sociais e comerciais, e o matou. O irmão do muçulmano reclamou, dizendo: 'Por que você o matou? Você tem muita gordura na sua barriga em função da sua caridade.' Masud respondeu: "Por Alá, se Maomé tivesse me mandado matá-lo, meu irmão, eu teria cortado a sua cabeça." No que o irmão disse: "Qualquer religião que pode levá-lo a isso é realmente maravilhosa!" [7]


Este homem deu crédito ao islamismo por ter transformado o seu irmão em uma máquina de matar irracional. A motivação foi puramente racista: "Apenas emitir ordens para matar todos os judeus no país." [8] Com sangue inocente ainda escorrendo de suas mãos, Mas'ud proclamou para todo o mundo ouvir: "Maomé me deu ordens para matar."
Os terroristas de hoje não corromperam o islão; foi o islão quem os corrompeu.

Sallam ibn Abu'l-Huqayq   (Setembro, 624)
Apesar de hediondo, o assassinato de Ashraf não iria ficar sozinho. Logo depois, Maomé ordenou aos muçulmanos que assassinassem Sallam ibn Abu'l-Huqayq. Tabari, o mais antigo historiador do islã, explica:  "Eles pediram ao Profeta permissão para matar Sallam, e ele a concedeu."  "Quando chegaram a Khaybar, eles foram para a casa de Sallam à noite, depois de terem fechado todas as portas do assentamento sobre os habitantes. Ele estava no cenáculo. Sua esposa saiu e perguntou quem éramos nós lhe dissemos que eramos árabes em busca de suprimentos. Ela nos disse que o seu marido estava na cama. Entramos e trancamos a porta. Sua esposa gritou e avisou-o de nós, por isso corremos para ele com as nossas espadas empunhadas enquanto ele estava deitado em sua cama. Ao ferí-lo, Abdallah enfiou sua espada em sua barriga até que ela o transpassou. 'Pelo Deus dos Judeus, ele está morto!' Nunca ouvi palavras mais doces do que essas. Voltamos ao Apóstolo de Alá e lhe dissemos que haviamos matado o seu inimigo. Nós disputamos diante de si a respeito de quem o havia matado, cada um de nós reivindicando o feito. Maomé pediu para ver as nossas espadas e quando ele olhou para elas, ele disse: "É a espada de Abdallah que o matou, eu posso ver vestígios de comida nela." [9]
Enganar vítimas ainda é o procedimento padrão dos militantes muçulmanos. Atacar civis indefesos é a própria definição de terror, bem como se regojizar pelo terrorismo. Os terroristas islâmicos de hoje são tão ansiosos quanto os capangas do tempo de Maomé para reivindicar "crédito" por seus atos. 
De acordo com a lei islâmica, Maomé, o islão e a lei islâmica em sí, não podem ser criticados. Qualquer fiel (muçulmano) pode aplicar a punição

Ocba
A Sira de Ishaq narra uma outra execução inspirada por Maomé: "Na metade do caminha para Medina, Ocba foi chamado para ser executado. Uma vez que os outros prisioneiros estavam sendo mantidos como reféns, Ocba perguntou Maomé por que ele estava sendo tratado com mais rigor do que os outros cativos. O Profeta disse: 'Por causa da sua inimizade a Alá e seu Profeta.' 'E a minha filha pequena', gritou Ocba com amargura, 'quem vai cuidar dela?' 'O fogo do inferno', Maomé respondeu. Naquele momento, ele foi decapitado. Maomé então disse 'Você foi um patife, você zombou de mim e afirmou que suas histórias eram melhores que as minhas. Dou graças que Alá tenha matado você e me confortado." [10] Alá aprovou este assassinato na oitava sura do Alcorão, versículo 67: "Não tem sido para qualquer profeta ter prisioneiros até que ele tenha feito uma carnificina na terra." [11]

Alá aprovava o seqüestro e extorsão, desde que o seu profeta promovesse, em primeiro lugar, uma carnificina. Ocba disse algo que os muçulmanos não gostaram, então eles o mataram. Não admira que os escritores, jornalistas e políticos de hoje têm medo de criticar o islã.

A mulher na fantasia segura um cartaz dizendo: "Liberdade de Expressão é Terrorismo Ocidental." Lembre-se que "islam" significa "submissão"; e submissão é oposto a liberdade.

Outras pessoas assassinadas por terem criticado Maomé 
  • Al Nadr ibn al-Harith (Março 624) [12], [13]
  • Khalid ibn Sufyan (625) [14]
  • Abdullah bin Khatal (Janeiro 630, durante a conquista de Meca) [15]
  • Fartana  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [16]
  • Quraybah (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [17]
  • Huwayrith ibn Nafidh (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [18]
  • Ka'b ibn Zuhayr ibn Abi Sulama  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [19]
  • Al-Harith bin al-Talatil  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [20]
  • Abdullah ibn Zib'ari  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [21]
  • Hubayrah  (Janeiro 630, durante/depois a conquista de Meca) [22]
Uma lista de todas as pessoas mortas a mando de Maomé, por diferentes motivos (crítica, apostasia, dinheiro) pode ser encontrada em wikiislam,

Maomé preside a execução de Nadir ibn Harith, um membro do Conselho de Meca, por ter-lo criticado 

Promessas de Al-Acqba
Além dos exemplos de assassinatos, existe uma promessa feita pelos primeiros muçulmanos, conhecida como Promessas de Al-Acqba. Nelas, os primeiros muçulmanos juram fidelidade a Maomé, prometendo protege-lo com a suas próprias vidas, além de prometerem fazer guerra contra toda a humanidade [23].  E esta promessa se tornou uma ordem de Alá : Combata-os até que a opressão termine e que não exista outra religião mas apenas a de Alá [24].

Conclusão

Se Maomé, o homem perfeito e exemplo para todos os muçulmanos, pode violar o quinto mandamento, impunemente, para satisfazer às suas razões políticas ou religiosas do momento, os seus seguidores, é claro, acreditam que também podem.

Lembre-se que não foi Maomé quem inventou o assassinato. Na história, outros vilões também assassinaram seus oponentes, seja por vingança, para silenciar os críticos, para eliminar comunidades, para se apoderar de riquezas, ou por simples prazer. Neste aspecto, Maomé se equivale a Átila, o Huno, Gengis Khan e Hitler. Mas pelo fato dele ter praticado assassinatos, estes atos se consolidaram na lei islâmica.



Obama na ONU: "O futuro não deve pertencer aqueles que denigrem o profeta do islão." Obama usando o governo dos EUA como promotores do islamismo e defensores da criminalização da liberdade de expressão

Referências

[1] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 676
[2] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 675
[3] Bukhari, Vol 4, Hadith 271
[4] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 94.
[5] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 367-8.
[6] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 97
[7] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 369
[8] Bukhari, Vol 1, Hadith 6
[9] Al-Tabari, 'History' Vol. VII, page 99 - 101. 
[10] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp . 308
[11] Alcorão 8:67
[12] Alcorão 83:13
[13]  Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 162-163.
[14] Abu Dawud 2:1244, hadithcollection.com (archive)
[15] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 551
[16] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 550
[17] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 550
[18] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 551
[19] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 597
[20] Ismāʻīl ibn ʻUmar Ibn Kathīr, Trevor Le Gassick (translator), The life of the prophet Muḥammad: a translation of al-Sīra al-Nabawiyya, p. 57.
[21] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 551
[22] Tabari, Ella Landau-Tasseron, Biographies of the Prophet's companions and their successors, State University of New York Press, p. 196 (footnote 852), ISBN 0791428192, 1998
[23] Ibn Ishaq, The Life of Muhammad (Karachi: Oxford University Press, 1997), pp. 204
[24] Alcorão 2:193

sábado, 7 de abril de 2012

A história de Umm Qirfa "prova" que Maomé tinha razão: "uma nação liderada por uma mulher nunca terá sucesso."


Maomé havia dito: "uma nação liderada por uma mulher nunca terá sucesso." Maomé precisava provar que ele tinha razão. Umm Qirfa pagou o preço.

A história (do assassinato e desembramento) de Umm Qirfa é narrada pelas mais importantes fontes islâmicas: a biografia de Maomé Sirat Rasul Allah escrita por Ibn Ishaq (980) e o Hadith de Tabari (Vol. 8, pag. 96).

Contexto: após a Hégira (migração de Maomé para Medina em 622 DC), Maomé e seus seguidores, ao invés de buscarem um vida digna, tornaram-se bandoleiros, formando uma gangue que roubava, matava, saqueava, sequestrava e escravizava. Todos os que se opuseram a Maomé foram mortos, inclusive aqueles que apenas criticaram o que ele fazia. Esta sua atividade fez com que o número de seus seguidores aumentasse (ou seja, o membros da sua quadrilha aumentou) até ele se tornar o primeiro soberano da Arábia.

Umm Qirfa era uma velha árabe contemporânea a Maomé, o profeta do Islão. Ela pertencia a uma tribo pagã chamada Banu Fazara, sitiada em Wadi Al-Qurra. Esta mulher de idade, que era também uma chefe do seu clã, foi brutalmente assassinada quando Maomé e seus seguidores invadiram a sua tribo e os atacaram. O incidente ocorreu em janeiro de 628, quase seis anos após a Hégira (WikiIslam).

Umm Qirfa (Fatima bint Rabeea bin Bader AlFazarri, também soletrado Umm Kirfa) era uma mulher que se tornou a governadora da sua tribo e um símbolo de orgulho, estatus social e respeito, como indicado pelas mais de cinqüenta espadas que as foram doadas como presentes pelos líderes de tribos. Umm Qirfa teve doze filhos. Infelizmente, os seguidores de Maomé atacaram a sua tribo "escondendo-se durante o dia e rastejando durante a noite". Umm Qirfa e sua linda filha foram capturadas pelos seguidores de Maomé. Os muçulmanos eram contra a idéia de uma mulher governar uma tribo, como Maomé havia dito: “Uma nação liderada por uma mulher nunca terá êxito” (Bukhari 9:88:219).  Então, eles a torturaram amarrando as suas pernas a dois camelos diferentes fazendo-os correr  em direções opostas, rasgando Umm Qirfa em dois. Eles então retalharam o seu corpo e apresentaram a sua cabeça como um presente a Maomé em Medina. Maomé ordenou que a cabeça de Umm Qirfa fosse mostrada ao longo das ruas de Medina para ensinar as pessoas uma lição. Maomé deu a filha de Umm Qirfa para o seu tio Hoozan bin Abi Wahab para ele se divertir (Ameen).
Umm Fatima Qirfa foi feito prisioneira. Ela era uma mulher muito velha, esposa de Malik. Sua filha e Abdulla b. Mas'ada também foram tomadas. Zaid ordenou Qais al-b Musahhar para matar Umm Qirfa e ele a matou cruelmente. (Ibn Ishaq’s biography of Mohammed,  pg.980)
O que significa "ele a matou cruelmente"? O método cruel que os guerreiros santos de Maomé usaram para matar Umm Qirfa foi explicado por Tabari:
Ao amarrar uma corda em suas duas pernas e em dois camelos* e conduzi-los até que eles a tivessem partida em dois. (The History of al-Tabari, Volume 8: The Victory of Islam, translated by Michael Fishbein, Volume 8, pg.95-97)
* algumas fontes mencionam cavalos ao invés de camelos.

Consequências no mundo de hoje. Lembre-se que Maomé é o melhor exemplo de conduta para toda a humanidade. Deste modo, quanto mais islâmica uma sociedade é, menor a participação política das mulheres. E mesmo quando isso acontece, tem sempre um islamista religioso por perto para "provar" que Maomé tinha razão (por exemplo Benazir Bhutto).

PS1. O mal no mundo não é invenção de Maomé nem do islamismo. O problema é que o comportamento criminoso de Maomé é justificado pelo Alcorão e sedimentado na lei islâmica. Aí é que reside o problema.

PS2. Muçulmanos quando confrontados com histórias como estas regem de diferentes modos: (a) negar que isso aconteceu (por igonorância ou por takiyya); (b) dizer que apenas o Alcorão é importante (por igonorância ou por takiyya); (c) ameaçar quem as conta (fisicamente, moralmente ou legalmente). Eles sabem que estas histórias soam muito mal nos ouvidos dos infiéis, e que elas não podem serem conhecidas.

"Narrado por Abu Bakra: ... Quando o Profeta ouviu a notícia que o povo da Pérsia havia feito a filha de Khosrau a sua rainha (soberana), ele disse, “Nunca irá ter sucesso uma nação que faça como soberana uma mulher” - Sahih Bukhari 9:88:219.

Umm Qirfa foi amarrada entre dois camelos que foram dirigindos em direções opostas para dividir seu corpo em pedaços.

A cabeça decapitada Umm Qirfa foi desfilada nas ruas de Medina sob as ordens de Maomé, para que o povo aprendesse a lição.

A ilustração desta história (em inglês) é encontrada em FaithFreedom: The Killing of Umm Qirfa by Prophet Mohammed.

E no YouTube.



Atualização: Veja o exemplo de Maomé sendo seguido ainda nos dias de hoje

Mulher yazidi partida ao meio
Crime bárbaro cometido pelo Estado Islâmico (Califado) no Iraque. "Eles amarraram as mãos de uma mulher yazidi na parte de trás de um carro e as pernas em um outro carro e eles a separaram em dois", disse um estudante de 22 anos chamado Hassan. "Você já viu algo assim? Isso tudo é porque ela não é muçulmana e não queria se converter. Nós quase não escapamos." (Examiner)

Estado Islâmico anuncia que irá matar usando cavalos
Segundo o jornal inglês Daily Mail, o Estado Islâmico anuncia um novo método para matar as pessoas: serem pisoteadas por cavalos. (Daily Mail)

Jornalista sírio, acusado de ser espião, foi "partido em dois" pelos valorosos soldados de Alá, do Estado Islâmico
A diferença é que Maomé amarrou as pernas de Umm Qirfa em camelos, ao passo que os jihadistas de hoje amarram as pernas da vítima em carros. (fonte)