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domingo, 8 de maio de 2016

Processo de islamização em Belém do Pará; UFPA usada como ferramenta


A conversão ao islamismo da jovem paraense Karina Ailyn Raiol Barbosa, de 20 anos de idade, que viajou às escondidas para a Turquia, com o intuito aparente de se juntar à jihad promovida pelo Estado Islâmico na Síria e no Iraque, chamou a atenção para a atividade de dawa sendo promovida em Belém do Pará. Dawa é uma palavra árabe que significa "convite" e é usada para indicar a ação de pregação ou proselitismo do islamismo.
Esta atividade está sendo coordenada pelo imã da Mesquia de Belém, Said Mounsif, que, usando da sua posição de professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), criou um centro dentro da universidade (uma "Cátedra") para o ensino do idioma árabe, promoção da "cultura árabe", e estreitar o relacionamento com instituições "árabes." Vamos discutir se o objetivo é o proselitismo islâmico. E vocês tirem as suas conclusões. 
O artigo versa sobre idéias e não sobre pessoas. Não existe nada errado com conflito de idéias. As pessoas mencionadas no artigo são honradas e são mencionadas devido à análise da atividade exercida e ao tema do artigo. Devemos respeitar as pessoas. O nosso conflito é de idéias, por sermos contra a islamização do Brasil e contra a lei islâmica Sharia, que consideramos o pior regime político jamais engendrado na história da humanidade. 
O modo de se fazer a dawa é prescrito no livro Metodologia da Dawah, de Shamim A. Siddiqi. Este livro diz como os muçulmanos devem se aproximar dos não-muçulmanos de modo a convertê-los para o Islã. O livro específicamente diz para os muçulmanos não contarem aos novos convertidos toda a verdade sobre o Islã, ou seja praticarem a taqiyya (cf., páginas 48 e 49):
  • Explicar o conceito de tawheed (deus único) sem dizer o que este kalimah [declaração de fé] exige de um muçulmano. 
  • Apresentar o aqidah [Credo Islamico] sem explicar o impacto do iman billah [fé em Alá].
  • Explicar o iman bil-akhirah [fé na vida depois da morte] sem dizer qual a revolução que isto deve causar na vida do indivíduo e da sociedade que ele vive.
Taqiyya é a "mentira sagrada." É permitido aos muçulmanos mentirem, se a mentira beneficia a causa do islão.

Bem, agora que definimos dawa e taqiyya, vamos aos fatos.

O imã da mesquita que a jovem Karina frequentava é o marroquino Said Mounsif. Ele também é o presidente do Centro Islâmico Cultural do Pará, que pertence a mesquita, e foi quem convidou Karina ao islamismo. Said Mounsif também é professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), a mesma que era frequentada por Karina, que era aluna de jornalismo. 


Segundo o seu perfil no LinkedIn, Said Mounsif é engenheiro mecânico, com estudo superior na França, em Lyon e Grenoble, até o nível de doutorado. Ele é vice-diretor da Faculdade de Engenharia Naval da UFPA.

Esta ligação institucional permite que a atividade acadêmica se misture com a atividade de clérigo islâmico. Em 2015, Said Mounsif, junto com José Cauby Soares Monteiro, professor da Faculdade de Ciências Sociais, criou a Cátedra de Estudos Árabes (CEÁrabes), cujos objetivos são o de promover o estudo de temáticas árabes entre estudantes e a população geral e também realizar intercâmbios culturais e científicos com universidades do Oriente Médio e Norte da África. A idéia desta Cátedra de Estudos Árabes surgiu após a visita do embaixador da Palestina [em Brasília, Ibrahim Alzeben]. (ANBA)

Para Said, no entanto, uma das partes mais importantes do projeto é a cooperação com as universidades estrangeiras. “A finalidade da cátedra é viabilizar projetos de intercâmbio com os países árabes”, ressalta o professor. De acordo com Said, a UFPA já está discutindo a possibilidade de parcerias com uma universidade da Palestina e com uma na Arábia Saudita. (ANBA) [o grifo é nosso]

As aulas serão abertas para alunos e professores da UFPA e também para a população geral. Said, que também é presidente do Centro Islâmico Cultural do Pará, será um dos professores do curso, que contará ainda com professores da Síria, do Egito e da Tunísia. (ANBA) [o grifo é nosso]

Said Mounsif e José Cauby Monteiro (fonte: ANBA)
Segundo o seu Currículo Lates, o prof. Cauby "Desde 1994 atua em ensino, pesquisa e extensão em Segurança e Política Internacional, P. Externa, Est. Leg. e P. Públicas, ênfase Amazônia e Oriente Médio (imigração árabe para Amazônia e R.I. Brasil/Oriente Médio). Doutorando em Relações Internacionais pelo DINTER UNB/IREL/UFPA." 
O Diário do Pará nos diz que a Cátedra de Estudos Árabes (CEÁrabes) está sendo instalado na UFPA em parceria com o Centro Islâmico Cultural do Pará (que por sua vez, pertence a Mesquita de Belém). Ainda segundo o Diário, o curso de árabe será ofertado numa parceria entre o Centro Islâmico Cultural do Pará, a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) e a Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) da UFPA.

De modo indireto, a parceria é entre a Mesquita de Belém e a UFPA.

A taxa de inscrição é de R$ 300 para alunos, professores e servidores da UFPA e de R$ 350 para a comunidade em geral. Serão quatro níveis, com 20 alunos em cada uma das quatro turmas oferecidas, totalizando 80 vagas (Portal da UFPA).

A primeira turma concluiu o primeiro nível em janeiro de 2016. O professor foi Abdelhak Razky (Portal da UFPA).

Agora vejamos alguns aspectos interessantes ligados a Cátedra.

Segundo o Portal da UFPA de 08.07.2015, Said Mounsif disse que “A criação da Cátedra de Estudos Árabes no âmbito da UFPA será fundamental na realização de intercâmbio científico com as universidades dos países árabes, na efetivação de projetos de pesquisa em comum; na realização de Cursos livres de língua e cultura árabes; na implantação de uma Biblioteca e Midiateca árabe-português; na realização em conjunto de eventos culturais e científicos, exposições etc. por meio dos quais os dois povos possam se descobrir, se conhecer e interagir de forma mais efetiva”, acredita o professor."

Objetivos nobres. Mas isso poderia ser usado pela propaganda islâmica?

A resposta a esta pergunta vem no Portal da UFPA de 28.08.2015, que, em uma matéria intitulada "Professor árabe reúne-se com reitor e apresenta documentário" relata o encontro do reitor Carlos Maneschy com o imã Said Mounsif acompanhado do professor da Universidade de Taibah, da Arábia Saudita, que veio a Belém para apresentar, na UFPA, o documentário intitulado “Nós descobrimos a América antes de Colombo.” A iniciativa faz parte das ações do Projeto da Casa de Estudos Árabes, coordenado pelos professores da UFPA Cauby Monteiro e Said Mousif.

O problema é que este documentário é uma distorção histórica, produzido com os petro-dólares sauditas usados para propagar o wahabismo no mundo, o que é um dos objetivos constitucionais da Arábia Saudita. Ele narra uma fictícia viagem de muçulmanos até as Américas, antes de Colombo e Cabral, com o intuito de dizerem que "nós estivemos aqui antes, e as Américas pertencem a Alá."

O documentário foi apresentado no dia 27 de agosto de 2015 como sendo "o primeiro evento de divulgação e valorização da cultura árabe no Pará." A exibição do filme foi realizada em parceira com o Centro Islâmico Cultural do Pará, ou seja, com a Mesquita de Belém.

Desde quando um documentário sobre ficção histórica pode representar divulgação e valorização da cultura árabe no Pará?

Você acha que existe propaganda islâmica neste caso?

Outra coisa que é no mínimo curioso, é o interesse sobre a "influência árabe na Amazônia, ... contribuindo, assim, com os atuais descendentes, para a preservação dessa identidade étnica fundamental para a formação cultural, política e socioeconômica paraense amazônica.” Isso soa como o Samba do Crioulo Doido, você não acha?

PS. O Dicionário Online de Português define Cátedra como: s.f. Cadeira professoral; o mais alto posto da hierarquia do magistério: conquistar a cátedra de literatura. De modo que o emprego da palavra cátedra neste contexto ou foi usado erroneamente, ou com o objetivo de inflar a importância da atividade da "Cátedra de Estudos Árabes" como sendo algo no mais alto nível acadêmico.

Para concluir, seguem alguns assuntos que NUNCA serão abordados no âmbito desta Cátedra de Estudos Árabes:
  1. O extermínio das comunidades cristãs árabes no Oriente Médio como consequência da jihad islâmica. 
  2. A vida de Maomé, sem restrições, incluindo todas as suas atividades, e como elas influenciam os muçulmanos de hoje, por exemplo, assassinatos, estupro, incesto, pedofilia, destruição dos símbolos religiosos dos outros, tortura, necrofilia, ...
  3. Jihad como definida pela Sharia e pelos doutores do islão
  4. Direitos das Mulheres
  5. Não existe diferença entre o Estado Islâmico e a Arábia Saudita
  6. O conceito da ab-rogação
  7. Genocídio armênio
  8. Umm Qirfa
  9. Asia Bibi
  10. A perseguição promovida pelos governos de países islâmicos contra cristãos, ateus, homossexuais, apóstatas, e todos os demais em geral.

Se você gostou deste artigo, você também irá gostar desta notícia abaixo.
O plano para conquistar o Brasil
Discurso de líder da Mesquita Brasil. Objetivo é ter números para influir políticamente e forçar a implementação da Sharia no Brasil.
https://youtu.be/XURP_ossOE8 ok 


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Paraense se prostitui ao Estado Islâmico: precisamos impedir que este mal crie raizes no Brasil


Você já se perguntou, nos últimos anos, quantos brasileiros se tornaram simpatizantes do Estado Islâmico? E quantos brasileiros se tornaram defensores da lei islâmica, a Sharia? E quantos brasileiros começaram a achar que a Arábia Saudita é um modelo civilizacional a ser imitado? E quantos brasileiros deixaram de se comportar como brasileiros, pluralistas, e se "arabizaram" passando a adotar nomes e vestimentas islâmicas, bem como começarem a se segregar em grupos distintos?
E, ainda mais, quem são os responsáveis por esta "lavagem cerebral"? Bem, são adeptos da mesma ideologia que rege o Estado Islâmico!  
E agora, vem a notícia que mais um brasileiro, uma moça neste caso, se juntou à jihad global, tendo ido para a Síria. Ela apenas se juntou à jihad por ter se tornado muçulmana! Quem a radicalizou? Que mesquita ela frequentava? A que país islâmico a mesquita está associada? Onde o imã estudou? A mesquita apoia a lei islâmica, a Sharia? 
Isso é sério, pessoal. E o assunto está sendo investigado pela Polícia Federal.   
Eu fico imaginando como os pais dela se sentem. Mas é preciso que a história de Karina seja contada, para evitar que mais jovens passem pelo mesmo processo de lavagem cerebral. 

O que é o islamismo? O islamismo é um sistema político que exige de seus seguidores submissão total. O objetivo final é a instalação da lei islâmica, a Sharia. A Sharia é totalmente contrária a Constituição Brasileira, bem como a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os brasileiros que defendem a Sharia deveriam ser presos por crime de sedição, ao passo que os extrangeiros deveriam ser simplesmente expulsos do país. O Brasil já tem problemas demais para permitir que uma ideologia nociva, travestida de religião, se instale e crie raízes no país.

O que esperar com o crescimento do islamismo no Brasil? Uma das coisas a ser esperada é que mulheres tenham o seu cérebro lavado a tal ponto de se juntarem à Jihad do Sexo, como o caso da paraense Karina.

A jovem Karina, mais uma vítima do islamismo, uma ideologia criada por Maomé, 
um senhor da guerra e traficante de escravos do século VII

A Interpol investiga o desaparecimento da universitária paraense Karina Ailyn Raiol Barbosa, de 20 anos, estudante da Universidade Federal do Pará, em Belém. Ela saiu do Brasil por São Paulo, sem avisar a família. Segundo os parentes, ela teria sido aliciada para sair do país (Notícia ao Minuto). A jovem havia se convertido ao islamismo há cerca de dois anos, quando passou a freqüentar um curso de língua árabe oferecido pela Mesquita de Belém. A jovem estudava Jornalismo na UFPA. No dia 4 de abril, ela saiu de casa dizendo que ia para a faculdade de jornalismo. Nunca mais voltou.

Segundo uma reportagem do Fantástico, a família de Karina viu que ela havia passado por uma transformação nos últimos dois anos. Em 2014, Karina se matriculou em um curso de árabe do Centro Islâmico Cultural do Pará. A facilidade com a língua chamou a atenção do presidente do Centro, onde também funciona a Mesquita de Belém ar-Mahmaa.

Centro Islâmico Cultural do Pará, onde Karina começou a estudar árabe

O marroquino Said Mounsif, é o prresidente do "centro cultural" e foi quem convidou Karina ao islamismo. Said Mounsif também é professor da Universidade Federal do Pará, a mesma que era frequentada por Karina

Leia sobre o trabalho de prozelitismo islâmico (dawa) em Belém do Pará neste link.

Segundo a reportagem, apesar de tímida, Karina logo se aproximou dos outros alunos. Veja a foto abaixo, que indica um processo de "aculturamento" e doutrinação em andamento.

Compare este foto da Karina com a sua foto acima: de mulher livre a mulher submissa.
Este é o resultado do processo de doutrinação

Seis meses depois, ela decidiu se converter ao islamismo. Ela conversou com os pais, que se surpreenderam, mas que não viram nada de mal. 

O que se pode esperar como reação dos pais? Afinal, eles, bem como a maior parte da população brasileira (inclusive a Karina), são expostos à propaganda que o islamismo é uma religião como outra qualquer, uma religião da paz. Ninguém nunca os disse sobre os "direitos das mulheres" no islamismo, Eles nunca ouviram que o islão não pode ser modernizado. Do mesmo modo, eles não têm a menor idéia do que é prescrito no livro Metodologia da Dawah (pregação islâmica, proselitismo islâmico), de Shamim A. Siddiqi. Este livro diz como os muçulmanos devem se aproximar dos não-muçulmanos de modo a converte-los para o Islã. O livro específicamente diz para os muçulmanos não contarem aos novos convertidos toda a verdade sobre o Islã, ou seja praticarem a taqiyya (cf., páginas 48 e 49).

Para se converter ao islamismo basta recitar a Shahada na frente de outros muçulmanos. Uma frase. Não é preciso estudar. Não é preciso saber de nada. Apenas recitar uma frase: "eu acredito que Alá é Deus e que Maomé é o seu profeta." Só isso. Karina, de certo, não sabia que após recitar a Shahada ela não pode mais deixar de ser muçulmana, sob o risco de perder a sua vida. (religião da paz?)


Karina recitou a Shahada em junho de 2015. A reportagem do Fantástico mostra o momento, seguido dos gritos de "Allahu Akbar", "Alá é Maior" (o que significa: o meu deus é maior que o seu deus). Allahu Akbar é mesmo grito usado por Maomé, ao comandar o degolamento de 900 prisioneiros, bem como usado pelos jihadistas ao longo dos séculos. Mas, claro, ninguém disse isso para Karina. Ela também comprou um niqab. Nada de mais, pois o site da Mesquita de Belém mostra um vídeo promovendo o niqab.


Pouco tempo depois, vieram outras mudanças. Segundo o seu pai, ela foi se fechando e deixou de ter contato com suas amigas anteriores (infiéis), Esse é um processo de fechamento natural, o de se passar a viver em um gheto islâmico, mesmo que apenas do ponto-de-vista de relacionamentos.

Segundo a reportagem, o imã da Mesquita de Belém, Said Mounsif, bem como algumas muçulmanas, alega que perdeu o contato com Karina. Ele diz que é perigoso para muçulmanos recém-conversos irem buscar informações sobre o islamismo na Internet. Mas, por que ele não a alertou sobre isso? E, mais importante, o que torna o islamismo da Mesquita de Belém diferente do salafismo, o islamismo como praticado por Maomé e seus seguidores diretos? Resposta: nada!

A Karina se comunicou em inglês com pessoas no exterior, e, para tal, precisou a ajuda de uma professora de inglês, que, inocentemente, não viu nada de mais no que se passava. 

Aparentemente, ela recebeu dinheiro do exterior e foi para a Turquia, a rota natural dos jihadistas que rumam par a Síria e o Iraque.

A reportagem termina com o pai da Karina dizendo que recebeu um telefonema dela duas semanas atrás. Para ele, a sua voz indicava medo. O telefone usado por Karina estava registrado a uma empresa na cidade de Linhares, São Paulo. Mas o escritório é apenas de fachada e nunca foi usado.



Vamos torcer para que o futuro da Karina não seja o mesmo de tantas jovens mulheres que se converteram, e se envolvem na jihad do sexo pela causa de Alá. Muitas se arrependeram mais tarde, e acabaram mortas por aqueles para quem elas se deram sexualmente, como o caso das irmãs austríacas que fugiram de casa, engravidaram, e se arrependeram de terem se juntado à jihad. Samra, a da direita na foto, tentou fugir e acabou sendo espancada até a morte (IBTimes). 

Sabina Selimovic (left) and Samra Kesinovic

Lembre-se, o objetivo do islamismo e implementar a lei islâmica Sharia em todo o mundo, quer por forma violenta (jihad armada) ou por pela via demográfica através da Lei dos Números.