Mais do que uma religião, o Islã é uma doutrina ideológica completa, que rege os aspectos da vida de muçulmanos e não-muçulmanos. É a única "religião" com uma teologia com regras para a conquista e subjugação dos não-muçulmanos, consolidadas na Lei Islâmica, a Sharia. O objetivo do Islã é implementar a Sharia em todo o mundo. Este blog apresenta aspectos da Sharia que são contrários aos Direitos Humanos, bem como mostra que a Sharia está viva, atuante, e se propagando pelo mundo.
A lei islâmica proíbe aos dhimmis fazerem exibição pública de seus festivais, de modo que os migrantes muçulmanos estão forjando o tipo de Europa que muitos deles desejam. Além disso, a Europa está amedrontada, assustada e submissa, facilmente suscetível aos muçulmanos seguindo o imperativo do Alcorão 8:60 de "atacar os inimigos de Alá".
A segurança tornou-se uma prioridade para os organizadores de mercados comunitários de Natal após o imigrante tunisino e extremista islâmico, Anis Amri, ter assassinado um motorista polonês, após roubar o seu veículo e o atropelar uma multidão em um mercado de Natal em Berlim, na Alemanha, matando 11 pedestres e ferindo mais de 50 em dezembro de 2016.
O ataque terrorista por meio de veículos levou cidades da Alemanha e do Reino Unido a instalar barreiras antiterroristas em torno de seus mercados de Natal, às vezes envoltos em material decorativo para disfarçar sua verdadeira função. Outros foram pintados em cores brilhantes para se assemelhar a blocos Lego.
Alguns cidadãos da Alemanha reagiram à aparência dos blocos em suas comunidades pintando "Danke Merkel" ("Obrigado, Merkel") sobre os presentes antiterroristas "desenrolados", em referência à chanceler alemã Angela Merkel, que, no outono de 2015, suspendeu unilateralmente as regras de asilo da União Européia e estendeu um convite aberto para um número ilimitado de migrantes do terceiro mundo para entrar no continente em 2015. A Alemanha aceitou mais de um milhão de requerentes de asilo em menos de um ano, incluindo muitos suspeitos de terrorismo e extremistas islâmicos. Estima-se que 300 mil tenham paradeiro desconhecido.
Some-se a isso, as ameaças explícitas do Estado Islâmico através de vídeos e artigos: “Em breve, durantes as suas férias” iremos “atacar as Feiras de Natal no Reino Unido, Alemanha e França” (Tião Cazeiro). O Estado Islâmico também conclama seus jihadistas a atacarem as crianças cristãs, queimando-as com óleo (Breitbart).
O mercado de natal de la Croix-Rousse Hill, em Lyon, França, foi cancelado porque os organizadores não podem pagar o orçamento de segurança de 20 mil euros
O mercado anual de Natal, com suas barracas, marquises e animais de fazenda, foi cancelado porque o custo de garantir o local dia e noite era proibitivamente caro, enquanto cidades e cidades da Europa estão fortificando seus mercados de Natal com barreiras antiterroristas.
"No ano passado, os pedidos para garantir nossos eventos aumentaram", explicou Maïlys, gerente de projetos da associação de comerciantes da cidade do sul da França.
Este ano, o custo da segurança teria atingido quase € 20.000 (£ 17.600 / $ 23.800). Para pelo menos equilibrar nosso orçamento, poderíamos ter aumentado o número de stands ou o preço de aluguel dos sites (de € 2.000 a € 3.000 por semana). A decisão de cancelar o mercado 2017 foi complicada e difícil de tomar, mas nenhuma solução pode ser encontrada, apesar das discussões com a Câmara Municipal ". (Breitbart, Tião Cazeiro)
O presente de Merkel para a Europa: Barreiras antiterroristas "envolvidas com amor" para o Natal
As barreiras antiterroristas "embrulhadas carinhosamente" no papel de Natal para disfarçar seu desagradável propósito estão surgindo em toda a Alemanha (Breitbart).
Barreiras anti-terrorismo também no Reino Unido
Guardas armados, barreiras de concerto e detectores de metal surgem nas Feiras de Natal devido a temor do terrorismo islâmico (Daily Mail)
Manchester
Manchester
Manchester
Edingburgo
Londres
Bath
Bath
Birmingham
Birmingham
Edinburgo
Londres
Leeds
"A Europa está em guerra. O exército está de plantão nas ruas da França. A diferença entre essa guerra e as anteriores é que a mídia não está informando sobre isso e quando o fazem se alinham com os invasores.
O Estado Islâmico (ISIS) está incitando à umma (a comunidade mundial Muçulmana). Os devotos responderão. Os nossos costumes e as grandes tradições estão o tempo todo sob ataque (violentamente e culturalmente) desses invasores selvagens.
Tradições amadas por todos como as Feiras de Natal, 14 de Julho, fogos-de-artifício em Versalhes, festivais de música na Suécia e festivais de música na Alemanha foram todos cancelados.
É assim que o Ocidente continuará respondendo a essa guerra? Desmantelando nossa cultura, nossa civilização, peça por peça, sob pena de morte?" (Tião Cazeiro)
Porque o governo do Brunei, a Somália e o Tajiquistão proibiram celebrações do Natal, sob a alegação que a visibilidade das celebrações poderia abalar a fé dos muçulmanos? E chegando a ameaçar quem celebrasse o Natal com 5 anos de prisão? O governo destes países fez isso por 3 motivos principais:
1. É um crime contra a lei islâmica Sharia expor muçulmanos a qualquer outra coisa que não seja islâmica, e o Natal é uma celebração cristã.
2. O Natal é kufr (descrença) e shirk (idolatria) pois festeja-se o nascimento de Jesus dentro da narrativa cristã de que Jesus é Deus, o que fere o conceito islâmico de crença em Alá. Além do mais, os cristãos são idólatras e descrentes.
3. Aceitar a celebração do Natal, ou mesmo apenas desejar feliz natal é uma mostra de amizade para com os cristãos, e isso é algo terminantemente proibido por Alá no Alcorão.
Os fatos mostram que se o número de muçulmanos se tornar suficientemente grande, de modo a que eles influenciem as leis, eles vão impor a Sharia, pois a Sharia é a implementação legal do islamismo. E a Sharia não é nada boa para os não muçulmanos, as mulheres e os homossexuais (leia aqui um resumo do que não presta).
É imperativo nos darmos conta dos fatos, e que os fatos se sobrepõe a qualquer sonho ou ideologia.
O islamismo é regido pela lei islâmica Sharia e os muçulmanos têm o dever religioso de lutar pela implementação da Sharia onde quer que eles vivam, e impôr a Sharia sobre os não muçulmanos. Muçulmanos que vivem em países ocidentais (como no Brasil) e apologistas dizem que o islão é tolerante ao mesmo tempo que tentam esconder o que acontece nos países com maioria populacional muçulmana. Quando os fatos que acontecem nestes países islâmicos vêm à tona, eles disfarçam, ou dizem que o que acontece não é o islão, ou dizem qualquer outra coisa para nos forçar a mudar de assunto (por exemplo, nos acusar de racista, xenófobo ou islamófobo). O fato é que o que os países de maioria populacional fazem é impor a Sharia, em estágios distintos. Por exemplo, nem todos apedrejam adúlteras, mas, em todos eles, um muçulmano que deixar de ser muçulmano vai passar por apuros, com seus ex-irmãos muçulmanos ou mesmo com o governo.
Só existe um modo de se saber como é viver sob a Sharia: ver o que acontece nos países islâmicos!
Tanto o Alcorão quanto a Suna (a tradição de Maomé) trazem preceitos que proíbem que muçulmanos sejam expostos a outro conceito de vida diferente do islamismo (seja outra religião ou ateísmo). Mas porque isso? A lógica é simples. O islamismo se considera como a "religião perfeita" e Maomé como o sêlo dos profetas (no sentido dele ter sido o "último profeta" - mas os Mórmons também não dizem que Joseph Smith foi o último profeta?). De modo que, segundo a ótica islâmica, expor muçulmanos a outra religião, ou ao ateísmo, seria retirá-lo do estágio superior onde ele se encontra. E isso é um crime contra o islão, contra a Ummah (a comunidade islâmica) e contra a Sharia.
Os muçulmanos rezam diáriamente estes versículos do Alcorão:
"Mostra-nos o caminho reto, o caminho daqueles a quem Tu favorecestes; Não o (caminho) daqueles que ganham tua ira, nem daqueles que se desviam." (Alcorão, 1:5-7)
Um Hadice de Bukhari (12:749) deixa claro que "aqueles que ganham Tua ira" se refere aos judeus, ao passo que "aqueles que se desviam" refere-se aos cristãos.
O Mensageiro disse: ‘Não leve o Alcorão em uma jornada com você, pois eu temo que ele caia na mão dos inimigos. O inimigopode retê-lo e começar a discutir sobre ele com você. (Hadice de Muslim Livro 020, Número 4609)
Ou seja, não se deve dar a oportunidade alguma para que a fé de um muçulmano seja questionada.
Agora, veja o que dizem as Condições de Umar, e como elas foram incorporadas na Sharia. No tocante aos "cidadãos não muçulmanos" eles:
(6) são proibidos de mostrar abertamente vinho ou carne de porco, (tocar sinos de igrejas ou mostrar cruzes,) recitar trechos da Torá ou do Evangelho em voz alta, ou fazer uma exibição pública dos seus funerais ou dias de festa.
Trecho do Manual de Lei Islâmica 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, página 608
Adicione-se a isso, o fato de o Natal ser consideraco shirk, que significa idolatria, e kufr, que significa descrença. Em um vídeo, o imã Abu Mussab Wajdi Akkari, nascido no Líbano, chega a dizer que desejar feliz natal é pior do que assassinato! A lógica nos conduz ao seguinte raciocínio: se desejar Feliz Natal (ou se portar algum símbolo natalino) for pior do que assassinato, então a punição para este crime (dizer Feliz Natal) deve ser maior do aque punição referente a matar uma outra pessoa.
O imã Zakir Naik, um famoso pregador islâmico da Indonésia, chega a afirmar, na sua fã-page do Facebook, que "eu espero que muçulmano algum deseje ou atualize o seu status [no Facebook] sobre o Natal porque celebrar o Natal é contra o islão, contra Alá, e contra o profeta [Maomé], de modo que fique ciente que isso é um pecado muito grande."
Outras perspectivas islâmicas que reforçam esta visão aqui e aqui.
E, finalmente, aceitar celebração natalinas é mostrar sinais de amizade para com os cristãos, algo que Alá veementemente proibiu, por exemplo:
"Ó vós que credes, não tomem os judeus e os cristãos como os amigos! Eles são amigos uns dos outros; e aquele que dentre vós tomá-los como um amigo, então certamente ele é um deles, porque Alá não encaminha os iníquos." (Alcorão, 5:51)
Existem outros versos que dizem o mesmo (Alcorão 5:80; 3:28; 3:118; 9:23; 53:29; 3:85; 3:10; 7:44). Mas isso não é de se estranhar, afinal "os não muçulmanos são as criaturas mais desprezíveis." (Alcorão 8:55). Além dos dizeres de Maomé nos Hadices (Muslim 1:417 e 2167; Abu Dawud 41:4815 e 41:4832; Bukhari 59:572) e na biografia de Maomé (Ishaq 262 e 252).
Os fatos mostram que se o número de muçulmanos se tornar suficientemente grande, de modo a que eles influenciem as leis, eles vão impor a Sharia, pois a Sharia é a implementação legal do islamismo.
Abaixo, alguns exemplos desta Jihad contra o Natal que o islamismo promove.
Egito: Mosteiro de Santa Catarina fechado, celebrações do Natal canceladas
Este mosteiro é patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO. Celebração do Natal ortodoxo (6 de janeiro) foi cancelada pelo governo, que prefere fechar um evento cristão a oferecer segurança. (Raymond Ibrahim, 2018)
Egito: 230 mil agentes de segurança para proteger as igrejas cristãs durante o Natal
Eles irão proteger as 2626 igrejas durante as celebrações natalinas. Centenas de cristãos morreram este ano em ataques de jihadistas islâmicos contra igrejas. No Egito, a maior celebração natalina é no dia 7 de janeiro para os cristãos do rito copta, contudo, a minoria que não é ortodoxa celebra no dia 25 de dezembro. (Christian Post, 2017)
EUA: o candidato a mártir islâmico que explodiu uma bomba no metrô de Nova York, declarou que escolheu o metrô por causa dos cartazes sobre o Natal
Segundo a lei islâmica é proibido aos não muçulmanos tornarem públicas suas festas religiosas. (SMH)
Alemanha: mercados de Natal com segurança redobrada
A foto mostra a igreja memorial Kaiser Guilherme, em Berlin. Esta igreja foi parcialmente destruída durante a segunda guerra mundial e foi deixada deste jeito como um memorial. Ano passado, durante uma feirinha de Natal (algo muito típico na Europa Central) um jihadistas atropelou algumas das pessoas que visitavam a feirinha, matando pouco menos de dez pessoas. A feirinha vai acontecer de novo. Contudo, blocos de concreto estão sendo colocados na calçada para evitar uma repetição do ano passado. Ao redor da Alemanha, o cuidado com a segurança está sendo redobrado.
Não existe nada de novo no que está acontecendo. Isso é apenas a história se repetindo. Um aumento do islamismo leva a uma acréscimo na insegurança dos infiéis. Os dois casos mais recentes que podemos pensar são Líbano e Myanmar. (2017)
Filipinas: ataque à bomba contra igreja católica na véspera do Natal deixa 16 feridos
Explosão de uma granada lado de fora de uma igreja católica deixou 16 feridos. Isso ocorreu na Ilha de Mindanao, onde jihadistas islâmicos atuam. (Fortune; Veja)
Alemanha: jihadista atropela multidão em Mercado de Natal em Berlim
Anis Amri, um refugiado (e jihadista) da Tunísia que entrou na Alemanha como refugiado, e está foragido, (NY Times) retribuiu a gentileza alemã matando infiéis (káfirs). O Estado islâmico reivindicou o ataque de Berlim (NY Post). Nem precisaria pois o ataque segue o exemplo de Maomé, que geralmente atacava as tribos árabes à traição, pela manhã, bem cedinho, e sem aviso.
Declaração do Presidente-eleito Trump sobre o ataque da jihad em Berlim: "Os terroristas islâmicos continuamente massacram os cristãos ... como parte de sua jihad global." (JihadWatch) Enquanto isso, a declaração da Casa Branca (Presdiente Obama) foi oca e vazia como sempre (The White House). Aparentemente, a chanceler Merkel, A Louca, foi advertida semanas atrás pelo Departamento de Estado dos EUA (JihadWatch).
O jihadista Anis Amri tomou o caminhão de um motorista polonês, Lukasz Urban, que resistiu ao assalto e acabou baleado e morto. Aparentemente, a resistência de Lukasz impediu que o massacre fosse maior (Guardian).
Anis Amri era um verdadeiro jihadista. Ele chegou à ilha italiana de Lampedusa como refugiado, se fazendo passar como criança, apesar dele ter 19 anos. Ele participou de um motim dentro de um centro de refugiados, tacando fogo no mesmo. Ele foi preso, servindo 2 anos na Sicília. Ao ser solto, a Tunísia se recusou a o receber de volta. ele então fugiu para a Alemanha. Após o atentado ele fugiu para a Itália, onde acabou sendo morto durante tiroteiro com a polícia (Daily Mail). (Leia mais sobre Anis Amri aqui).
E agora, Alemanha? Vai fazer o quê? Continuar arriando as calças? Ou se impor como nação soberana?
https://youtu.be/kmZucMJgyOY OK
Grã Bretanha: família de cantores muçulmanos recebe ameaças de morte de muçulmanos por foto de sua árvore de Natal
Mesmo existindo cristãos na família, os extremistas acusaram a família de "insultar o Islã" e advertiram sobre "retribuição". Eles consideram a celebração de Natal da família como "um insulto ao Islã" e disseram que eles eram "uma desgraça para a fé". (Daily Star, 2016)
Áustria: adolecentes "turcos" atacam celebração associada ao Natal
A Áustria, bem como alguns outros países ao redor dos Alpes, possui um tradição na qual jovens se vestem de Krampus, uma figura metade-bode, metade-demônio, que pune as crianças mal comportadas. Ele é uma espécie de "anti Papai Noel." Na verdade, é tudo pretexto para se divertir. Mas, numa cidade perto de Salzburgo, 40 jovens vestidos de Krampus foram atacados por um "grupo de turcos", que se sentiram provocados pela festa. Apenas um turco, de 15 anos, foi preso (The Local; sobre o Krampus, 2016).
Áustria: refugiado interrompe teatro infantil de Natal para recitar o Alcorão
Durante teatro de Natal do jardim de infância em Oberndorf, um muçulmano da Somália, vestido de branco, foi para o palco, mandou as crianças sairem, e começou a recitar o Alcorão, para surpresa dos pais e professores. Dois pais abordaram o "refujihadista" que resistiu e a polícia teve que ser chamada. O prefeito da cidade estava assistindo o teatrinho. (Heute via Pamela Geller, 2016)
Grã-Bretanha: policiais fortemente armados guardam a Catedral de Canterbury, e o seu presépio, em Londres
Imagine o que o futuro reserva com o aumento da imigração muçulmana? (Daily Mail)
Indonésia: polícia faz arrastão contra empregados de Shopping usando chapéus de Papai Noel
O Conselho da Ulema (nação islâmica) da Indonésia emitiu um decreto proibindo que muçulmanos usem chapéus de Natal. Para evitar que empregados muçulmanos os usem (mesmo por livre vontade) a polícia escoltou membros da Frente dos Defensores do Islão em uma ação de busca nos Shopping Centers da capital da Java Oriental, Surabaya. ( Jakarta Post, 2016)
Governo do Brunei, Somália e Tajiquistão criminalizam o Natal
Celebrar o Natal dá cadeia, pois pode afetar a fé dos muçulmanos (fonte, fonte, fonte, 2015)
Cisjordânia: palestinos tacam fogo em árvore de Natal
Dois palestinos são presos após atearem fogo em árvore de natal em Zababdeh, perto de Jenin, na Cisjordânia. Zababdeh é uma das poucas vilas com maioria cristã. Apenas 2% da população da Cisjordânia é cristã. Outros tantos palestinos tentaram criar confusão durante as celebrações de Natal em Belém. Vinte foram presos. (DailyStar, 2015)
Palestinos se vestem de Papai Noel e jogam pedra na polícia israelense
Eles queriam que algum deles ficassem feridos para dizer "vejam só como os israelenses são malvados, eles não tem dó nem do Papai Noel." (WND)
Patriarca de Jerusalém recebido à base de pedradas no caminho de Belém
O Patriarca Fouad Twal, chefe da Igreja Católica na Terra Santa, foi atacado por palestinos ao entrar em Belém para as celebrações do Natal (fonte).
Sudão: pouco motivos para celebrar Natal pois governo continua a destruir igrejas e reprimir cristãos
Governo sudanês continua a prender pastores e leigos, e a decisão sobre a destruição de igrejas fica à cargo do Alto-Conselho para Dawa e Orientação, ou seja, os muçulmanos decidem (AllAfrica).
Jordânia: rei faz mensagem natalina cheia de referências ao islão
Islamizando o cristianismo (Aleteia, 2015)
Pessoas festejam o Natal, mesmo sob o risco de serem presas
Pessoas corajosas, cristãs e ou não, colocam fotos na mídia social #MyTreedom para desafiar a Sharia nos países islâmicos, que banem o Natal, sejam símbolos cristãos ou não. Se forem pegos, podem ir para o "xilindró de Alá." (Daily Mail, 2015)
Alemanha: cristãos atacados após celebração de Natal. Muçulmano grita "Eu sou muçulmano. O que são vocês?"
Isso aconteceu em Berlin após na madrugada do dia 25. Quatro homens foram atacados por outros quatro que se identificaram como muçulmanos. Os quatro sairam feridos, bem como um quinto que veio à ajuda deles. (Breibart, 2015)
Egito: fatwa proíbe muçulmanos de desejar Feliz Natal ou Feliz Páscoa
Fazer isso é kufr. Muçulmanos podem felicitar cristãos na data do aniversário ou por casamentos (fonte, 2015).
Turquia: Papai Noel malhado nas ruas, converte ao islão
Na já tradicional "malhação do Papai Noel" nas ruas, desta vez terminou com o bom velhinho se convertendo ao islão (Today's Zaman, 2015)
Filipinas: ataques jihadistas no Natal deixam 14 mortos
Vários ataques em vilas do sul do país perpetrados pelo grupo Bangsamoro na véspera e no dia de Natal. As Filipinas é um país predominantemente católico, mas muçulmanos desejam criar um enclave islâmico no sul (USA Today).
Turquia: São Nicolau, que nasceu na Anatólia, não é bem-vindo da sua terra natal
Dizem que São Nicolau trouxe paz entre os pagãos e os cristãos no século 4. Mas hoje, para os muçulmanos turcos, ele significa o "nós contra eles" (fonte, 2014).
Lei na Indonésia criminaliza desejar "Feliz Natal" ou "Feliz Ano Novo"
Agora nem cristãos nem ninguém podem dizer "Feliz Natal" e nem "Feliz Ano Novo" na Indonésia. (Shoebat, 2014)
Mais "farra natalina" dos jihadistas de plantão ao redor do mundo
(1) Canadá: Yaqoub Ali, 26 anos, foi preso após atentado no Shopping Tanger Outlet, em Ottawa (ottawasun, 2014).
(2) Filipinas: atentado mata 4 e fere 30
Uma bomba caseira explodiu na entrada de um mercado na cidade de Mlang, quando os clientes estavam comprando frutas e castanhas para celebrar o ano novo. A autoria foi do grupo Movimento da Liberdade Islâmica Bangsamoro, que deseja a forçar a criação de um estado islâmico independente, dentro deste país predominantemente católico. (abcnews, 2014)
Turquia: Papai Noel caçado nas ruas
"Na Turquia, um pais muçulmano, nao celebra-se Natal. Obviamente. Porém, o contato com o ocidente (TV, imigrantes etc) faz com que eles integrem a "cultura" do Natal na celebraçao de Ano-Novo (ex. Jingle Bells, papai-noel, arvores de "natal" e luzes sao colocadas em alguns lugares para celebrar o ANO-NOVO turco). Irritado, o governo, mais precisamente um vereador de Bolu, Mahmut Alan, montou uma pequena peça de teatro em seu distrito - na qual papai noel é expulso da cidade por um sultao muçulmano. Basicamente a peça de teatro é o sultão (ator) correndo atras do papai noel (ator), gritando aos "suditos" (gente na rua): Atirem-no para fora dessa cidade!"" (Daily News, 2014)
Notícia vinda da "moderada" Jordânia: Homem é acusado de terrorismo por se vestir como Papai Noel e distribuir presentes
Imagine-se vivendo em um país onde é um crime manifestar em público qualquer expressão de Natal, ou, pior ainda, mostrar qualquer coisa relacionada uma fé ou a falta dela? Isso acontece hoje no mundo islâmico. Isso acontece mesmo em países que poderíamos considerar como "moderados". Veja o que aconteceu a Papai Noel, na Jordânia. Conforme relatado pela imprensa árabe, um homem vestido como Papi Noel foi preso em Amman, enquanto "ele estava distribuindo presentes em várias partes do país. Ele foi acusado de evangelizar, incitar a luta sectária, e realização de atividades de tudo caridade não autorizadas de que se enquadram no âmbito da legislação anti-terrorismo." Ele não foi preso por uma multidão louca, mas pelas autoridades jordanianas. (fonte, 2014)
Muçulmanos ultrajados pelo Natal promovem sua Jihad particular
(5) França: Novo atropelamento de civis, e um ataque a uma delegacia. É o 2º atropelamento registrado em 3 dias, além de ataque à delegacia. Dez ficaram feridos em Nantes; motorista se apunhalou depois do acidente. (globo.com)
Natal em Dubai:
Cidadãos britânicos que residem em Dubai são avisados pela autoridades britânicas a não celebrarem o Natal para evitarem serem presos e condenados com sentenças longas. (Breibart, 2014) Rússia: muçulmano escala o telhado da catedral Ortodoxa RussadeKazan, em Moscou,ecomeça agritara'Chamada à oração muçulmana’ navéspera do Natal ortodoxo Segundo relatos,elefoi detido pela políciae enviado para umhospital psiquiátrico (The Moscow Times, 2014).Mas ele não estáagindo como um louco, ele está apenasagindo como umsupremacistamuçulmanotípico. Agora, imagina um cristão subindo em uma mesquita em algum buraco islâmico para rezar o Pai Nosso, o que aconteceria com ele?
Mais uma escola dos EUA bane o Natal, e demais feriados cristãos, sob pressão dos líderes comunitários muçulmanos
Desta vez, foi em Montgomery, estado de Maryland. O meu palpite é que isso irá durar até que apenas as datas islâmicas passem a ser feriado. Afinal, agir diferente seria racismo e islamofobia.
O multiculturalismo cego e o politicamente correto (marxismo cultural) estão nos matando. (PCMD Gazette, 2014)
Turquia: campanha anti-Natal
Grupos muçulmanos estão circulando a imagem abaixo (The Blaze, 2013 ).
Turquia: imagem de Papai Noel circuncizada e esfaqueada em Istanbul
Para eles, Papai Noel representa o Natal (fonte, fonte, 2013).
Turquia: mesquita expõe cartaz em dia de Natal dizendo para muçulmanos não serem amigos de cristãos ou judeus
O cartaz mencionava o Alcorão 5:51 (fonte, 2013)
Natal em Bagdá, no Iraque
"Gostamos de celebrar esse dia porque nos lembra do amor de Deus e de suas promessas sobre nós. Porém, por causa da segurança limitada, a liberdade de comemorar o Natal está diminuindo cada vez mais. Algumas pessoas não podem sair de casa para comemorar na igreja." Lembre-se de orar por cada cristão que não tem a mesma liberdade que você para celebrar o nascimento de Jesus (Missão Portas Abertas).
Dinamarca: maioria muçulmana vota contra árvore de Natal
O Conselho da cidade de Kokkedal, composto de 9 pessoas sendo 5 muçulmanos, votou contra a cidade ter uma árvore de Natal este ano (Post, 2012). Este é um exemplo do que acontece quando muçulmanos alcançam a maioria.
Tajiquistão: homem vestido como Papai Noel foi assassinado
Um homem vestido da versão russa de Papai Noel (Ded Moroz) foi esfaqueado até a morte por uma multidão aos gritos de "Você káfir (infiel)". (KyivPost, 2012)
Nigéria: bombas explodem em igrejas no dia de Natal
Um total de 40 pessoas morreram em uma série de explosões. A maioria das vítimas ocorreram na Igreja de Santa Tereza, após a missa (Daily Mail, 2011).
Reino Unido: grupo muçulmano lança poster contra o Natal
Eles denunciam o Natal como algo malvado e perverso (fonte)
Reino Unido: Cruz Vermelha bane celebrações natalinas
Empregados foram alertados para retirarem todos os enfeites de Natal para evitar ofender os muçulmanos (Mail, 2002)
O Messias de Handel é um marco da Civilização Ocidental e Patrimônio da Humanidade. O coral "Glória a Deus" narra o encontro dos anjos com os pastores quando a boa nova do nascimento de Jesus lhes foi anunciado.
Como eu disse anteriormente, em um outro coral da Messias ("Para nós uma criança nasceu") ao celebrarmos o nascimento de Jesus estamos quebrando a lei islâmica por dois motivos: (1) Apreciando música; (2) Apreciando música que diz que Jesus é Deus. Quebrar a lei islâmica faz bem a saúde! Feliz Natal!
Handel's Messiah: "Glory to God" - Maestro Jonathan Cohen - Soprano Kiera Duffy, St. Paul Chamber Orchestra. A letra da música segue após o vídeo.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles, e tiveram grande temor. (Lucas 2: 9) E o anjo lhes disse: Não temais, pois eis que vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo. É que vos nasceu hoje, na cidade de David o Salvador, que é Cristo, o Senhor. (Lucas 2: 10-11) E, de repente, apareceu com o anjo, uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: (Lucas 2:13) Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra, boa vontade para com os homens. (Lucas 2:14)
And lo, the angel of the Lord came upon them, and the glory of the Lord shone round about them, and they were sore afraid. (Luke 2:9) And the angel said unto them: Fear not, for behold, I bring you good tidings of great joy, which shall be to all people. For unto you is born this day in the city of David a Saviour, which is Christ the Lord. (Luke 2:10-11) And suddenly there was with the angel, a multitude of the heavenly host, praising God, and saying: (Luke 2:13) Glory to God in the highest, and peace on earth, good will towards men. (Luke 2:14)
Em 1735, J. S. Bach compôs mais uma das suas obras magníficas, desta vez, um Oratório de Natal (BWV 248).
Abaixo, vídeos apresentam o coral de abertura da:
Parte 1, para o Primeiro Dia de Natal - 25 de dezembro
Parte 3, para o Terceiro Dia do Natal - 27 de dezembro - "Adoração dos Pastores"
Parte 4, para o Dia do Ano Novo
Parte 5, para o Primeiro Domingo do Ano Novo
Parte 6, para a Festa da Epifania
A condução do Coral Monteverdi e dos English Baroque Soloists é do maestro Sir John Elliot Gardiner. Espero que as legendas do vídeo ajudem a apreciar a obra, que é simplesmente maravilhosa.
A wikipédia tem um artigo sobre esta obra, que você pode consultar para maiores detalhes.
A exemplo de outros artigos que trataram de música clássica, pautada em temas cristãos, tal como Feliz Natal, pois para nós uma criança nasceu, eu desejo chamar a atenção para dois fatos muito importantes que são parte da lei islâmica (Sharia). O primeiro, é a proibição à música. A segunda, é que celebrar o Natal, ou qualquer outra festa que não seja islâmica, seja ela de cunho religioso ou não, é crime segundo a Sharia.
Então, vamos desejar Feliz Natal e ouvir música, pois quebrar a lei islâmica faz bem a saúde!
É inadimissível pensar que em pleno século XXI existem pessoas que são presas nos "paraísos islâmicos" por desejarem usufruir das liberdades mais básicas, quer sejam cristãos, ateus ou de outras religiões. Neste Natal, pense nelas. Uma oração, ou um pensamento bom, já é algo positivo. E, converse com sua família, parentes e amigos sobre isso.
Mas, o mais importante, não deixe que estes problemas te afetem.
Para um muçulmano, desejar "Feliz Natal" é pior do que fornicação ou assassinato! Avise isso ao seu padre ou pastor, principalmente se ele cair no engodo do "diálogo inter-religioso" com o islamismo.
Ou então, compartilhe com o seu amigo ateu, que acha que os piores "crentelhos" são os Evangélicos (quando na verdade, os "crentelhos" islâmicos são um bilhão de vezes piores, além de muito mais perigosos).
Quem fala no vídeo é o imã Abu Mussab Wajdi Akkari, nascido no Líbano.
Ele diz que desejar Feliz Natal é pior do que fornicação (sexo ilícito), beber álcool e ou matar alguém. Desejar Feliz Natal, diz ele, é o "pior crime." Desejar Feliz Natal é congratular uma "religião falsa" e a pior forma de paganismo.
O imã se refere a shirk que significa idolatria e kufr que significa descrença. De modo que desejar "Feliz Natal" é idolatria e um ato de descrença. Isso é consistente com o tafsir (interpretação ou exegese) do Alcorão que diz que lutar contra cristãos e judeus é legal pois eles são idólatras e descrentes.
Isso parece meio estranho, porque nós desejamos Feliz Natal na maioria das vezes sem nos preocupar com o sentido religioso da data, mas sim, pelo aspecto cultural de uma festividade que envolve família e amigos.
Mas o islão existe para impor o seu padrão de conduta sobre os outros. O islão é intolerante,exclusivo e mono-cultural. É como ele pensa ou sofra as consequências (lógicamente, seguindo a lei dos números). E isso deve ficar bem claro, pois aceitar o islão e suas exigências é, em termos práticos, dar adeus a nossa sociedade e cultura. Lembre-se que o islão é um aniquilador de civilizações.
Nos "paraísos islâmicos" os cristãos que lá moram sofrem diversas formas de restrição, variando em grau de rigor. Em alguns lugares, podem até serem presos por exporem símbolos natalinos.
Pense comigo. Se desejar Feliz Natal (ou certamente, portar algum s'imbolo natalino) for pior do que assassinato, isso leva-nos a crer que a punição para este crime (dizer Feliz Natal) deve ser maior do que matar uma outra pessoa. Ou seja, diga Feliz Natal e vá preso, com pena maior do que você teria se tivesse matado alguém. E, como nos "paraísos islâmicos" a pena de morte é aplicada para certos crimes, como assassinato, certamente que o infeliz que disser Feliz Natal pode acabar morto.
Esta postagem é uma tradução de "Feliz Natal, de Jihadwatch." Achei-a interessante pois retrata bem como a "versão islâmica dos fatos" implica na negação dos nossos valores,e, em muitas vezes, na negação da própria História. E mais e mais estamos sendo forçados a aceitar esta "versão islâmica" sob o risco de sermos chamados de "racistas" ou "islamófobos." Tudo em nome da tolerância, afinal, segundo a narrativa multicultural em vigor (na Europa, EUA e Canadá --> ABRE O OLHO BRASIL!) a culpa de qualquer ato de muçulmanos mais "religiosos" é sempre dos outros. Segundo esta narrativa, o motivo que leva o Islão a agir de modo tão violento e assertivo é resultado do colonialismo europeu, do imperialismo americano, da existência de Israel, ou até mesmo das cruzadas, e todas as evidências que indiquem que a origem destes atos advém dos "livros sagrados" do Islão e da lei islâmica devem ser ignoradas. Livros como o Jihad Islâmica: um legado de conversão forçada, imperialismo e escravidão, por exporem a verdade, devem ser banidos.
Feliz Natal, de Jihadwatch
Oícone bizantinoacima éo trabalho doiconógrafodo século 16,Theophanesde Creta. Muitos muçulmanosem todo o mundohoje o considerariamofensivo einsultuosoao Islã.Muçulmanos nos Bálcãspoucos anosatrásentrarame destruíramigrejas eíconescomo estejustamente por isso.
1.Ele descreveos seres humanos, o que viola a proibiçãoislâmica tradicional representar imagens, sendo por isso consideradoidólatrae blasfemo.
2. O ícone não retrataJesus como um profetamuçulmano. Em vez disso,ele mostraJesusna maneira tradicionalcristã,como o Filho encarnadode Deus:em sua auréolaestá secrito ων, Aquele que é, um título de divindadederivado do nomede Deus, queDeus deua Moisés (em Êxodo3:14), em violaçãoda injunção islâmicamuitas vezes repetidado Alcorãoque Alánão temfilho(4:171; 09:30; 25:2; 39:4; 72:3; etc etc).
3.Em consonância como item 2 acima,que retratao queos muçulmanosconsideram seridolatria, o ícone mostra a sua santa mãe se ajoelhando à frente da criança para adorá-la.
4.O feixe de luzou lançavindo do céuatéa criançano berço,retrataa atividadedo Divinono mundo, assumindo a doutrina da Trindade, que é rejeitadaum tantoimprecisamente noAlcorão4:171e5:116.
5.O berçose assemelha a umcaixão,prenunciandoo núcleo e o coraçãodo cristianismo, amorte redentorade Cristo, queé negadanoAlcorão4:157.
Agora,se você é umcristão ounão, e sevocê acredita ou nãotodas ouqualquer uma dessas coisas, a pergunta que está diante de nóscom esteNatal,como em todososNatais nestes tempos, é seas pessoas devemser autorizados aacreditar nessascoisaslivremente,sem serembrutalizadaou discriminadas, se eles vivemno Iraque,no Egito ou noPaquistão,ou na Nigéria, ou na Indonésia-e se as pessoaslivresde todos os credose perspectivasdevem defenderseu direito defazê-lo.
Nesses países,os cristãos de hojeestão sendosequestrados,presos,presos injustamente, espancados e assassinados -não por causa dequalquer coisa que elesfizeram, mas porque eles se atreveram aacreditar em algumasdas coisasque tenhoesboçadoacima,crenças quesão consideradasblasfêmiano Islãautoritativo.Eisso não é muito melhor em qualquer outro lugarno mundo islâmico: em nenhumpaís de maioria muçulmanade hojeas pessoas queacreditam nessas coisasdesfrutam deplena igualdade de direitoscom os muçulmanos.
Vemos issono siteJihad Watchtodos os dias.Vemosjihadistasatacandocristãoscom fúriacrescente.Também vemoso mundoem grande partebocejantee indiferentecomotudo istoque se passa. O cristianismo éuma coisagrande emultifacetada,com tantasmanifestaçõesdiferentes ediversas, mas na mentedosformadores de opiniãodo Ocidenteéo próprio ocidente, branco, suburbano, rico, confortável, quem oprime.Os cristãos são, nosdramasdiáriosdivulgados pela mídiatodos os dias,relatados como ligeiramente sinistros, perigosos,egoistas, e inclusive às vezesfanaticamentexenófobos.Os cristãos nunca sãovítimas.Os muçulmanos, por outro lado, são retratados diariamente na mídia ocidental como não-ocidentais, não-brancos,pobres,sábios,serenos,e oprimidos.
E assim, quandose trata doespectro denão-ocidentais, os cristãos não-brancos,sendo perseguidospelos muçulmanos, os "circuitos" da grandeda mídiaentram em curto-circuito.Eles não podemlidar com isso.Eles não têmparadigmas paratal.Estes acontecimentos violamtodas as regrasnacartilha.Então, elesignoram oumascaram aidentidade ou omotivosdos autores, e tentamlançaro focoem outro lugar.
E assim,lembre-seneste Natal: se você é um serhumano livre, independente devocê ser ou não sercristão,os cristãos quesão perseguidosno Iraque,nas Filipinas,na Nigéria,no Egito,no Paquistão,e em outras partesdo mundo islâmico,estão ocupando o seu lugar.Os jihadistasiriam igualmenteatacá-lotambém, eacabarão por fazer quandotiverem a chance. Lembre-se quevocê está na lista do programade supremaciaislâmico.Você pode não serum cristão.Você pode não serum judeu.Você pode não serum hindu.Você nãopode quererprestar atenção àjihadde jeito nenhumMas ajihadéuniversal,e implacável.E você está nasua lista.
Então,que neste Natal,todos nós,cuja conversão, subjugação,oumorte évislumbradapelos adeptosdaSharia,fiquemosjuntos.Vamosficarjuntos, comojudeus, cristãos, hindus, budistas, ateus,secularistas, o que você seja, e nos levantarcontra aqueles quenos matariamounos sujeitariam adiscriminação institucionalizadaporque consideramnossas crençasofensivas.
Parater certeza: se nãoestivermos juntos, eles vão prevalecer.E seprevalecerem,então todas asmais ricasmanifestações do espíritolivrehumanos, desdeTheophanesde Cretaaté os BudasdeBamiyan, desdeHagiaSophiaao templo deKeshavaRai em Mathura,desde as obrasde Sócratese Aristótelesaos escritos deMoisésMaimônides eDanteAlighierieWinstonChurchilleOrianaFallaci, serão pisadana lama, destruídos, explodidos,em ruínas,apagados. Todos nós seremosmais pobres.Nossos filhosserão mais pobres.
Éhora de lutarpara a nossa vida.
Feliz Natal paratodos os cristãos leitores do Jihadwatch, que celebram esta festa de Natal.
O Messias, de G. F. Handel, é uma das mais importantes e conhecidas obras da música. Ela foi composta por Handel, em 1741, em apenas 24 dias. Ao terminar, Handel escreveu as iniciais SDG, do latim Soli Deo Gloria, que significa "apenas à Deus a glória." Esta inscrição fomenta a lenda de que Handel estava divinamente inspirado durante a composição, tendo inclusive visto os céus ante ele ao compor o "Aleluia." Independente da lenda, o fato é que Handel estava mesmo muitíssimo inspirado ao compor esta sua magnífica obra.
Neste dia de Natal, vamos apreciar um coral do Messias, cujo tema é o nascimento de Jesus (ver letra abaixo). Ao fazer isso estamos quebrando a lei islâmica por dois motivos: (1) Apreciando música; (2) Apreciando música que diz que Jesus é Deus. Quebrar a lei islâmic faz bem a saúde! Feliz Natal!
For unto us a Child is born, unto us a Son is given, and the government shall be upon His shoulder; and his name shall be called
Wonderful, Counsellor, the Mighty God, the Everlasting Father, the Prince of Peace. (Isaiah 9:6)
Pois para nós uma Criança nasceu, para nós um Filho nos foi dado, e o governo estará sobre os Seus ombros, e o Seu nome se chamará: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. (Isaías 9:6)