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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Lista de países que proibem / impõem restrições à burca e ao niqab


Eis uma lista dos diversos países e regiões que impõem restrições legais a burca e ao niqab.

Áustria, França, Dinamarca, Holanda, Bélgica, Bulgaria, Letônia, Camarões, Chad, Gabão, Marrocos, Turquia, ... 



Dinamarca - maio de 2018

A lei sobre a proibição total de revestimentos de rosto foi aprovada  na quinta-feira por uma votação parlamentar e entrará em vigor em agosto de 2018.

A violação da lei resultará em penalidades financeiras e qualquer pessoa que forçar uma pessoa a usar roupas que cobrem o rosto usando força ou ameaças pode ser multada ou enfrentar até dois anos de prisão.

Áustria - maio de 2017

A Áustria aprovou uma lei em maio de 2017 que proibia o uso de véus islâmicos de rosto inteiro em público como parte de um pacote de integração mais amplo.

Os infratores enfrentam multas e, após a entrada em vigor da legislação em outubro de 2017, cerca de 50 multas foram  emitidas  até o final de março.

Bulgária - outubro de 2016

O país do leste europeu  tem uma comunidade muçulmana que responde por 15% da população total (7 milhões), mas o parlamento aprovou uma lei nacionalista apoiada pela coalizão para reduzir os benefícios das mulheres que cobrem seus rostos em público.

Letônia - abril de 2016

A república báltica proibiu a roupa por motivos de segurança, apesar dos  relatos de  que apenas três mulheres no país as usavam.

“A tarefa de um legislador é adotar medidas preventivas”, disse o ministro da justiça Dzintars Rasnacs.

Bélgica - julho de 2011

Substituindo várias proibições regionais de obscurecer sua identidade, a Bélgica introduziu uma proibição nacional do véu integral no verão de 2011.

A Bélgica tem uma população muçulmana notável em alguns subúrbios de Bruxelas, incluindo a "zona proibida" Molenbeek, que tem conexões com terroristas jihadistas conhecidos, incluindo os autores dos ataques de Paris Bataclan em novembro de 2015 e um dos terroristas terroristas de 2004 em Madri.

França - abril de 2011

A França tornou-se o primeiro país da Europa a impor a proibição total da burca. Qualquer mulher, cidadã francesa ou estrangeira, poderia ser multada por sair de casa com o rosto coberto.

No verão de 2016, várias cidades francesas à beira-mar tentaram proibir a roupa de natação aprovada pela sharia, conhecida como "burkini", mas as leis regionais foram anuladas pelo mais alto tribunal administrativo da França. A França tem a maior minoria muçulmana na Europa Ocidental, com cinco milhões de habitantes.

Proibições parciais ou regionais 

Há proibições regionais em vigor em toda a Europa, incluindo o cantão suíço de Ticano proibindo o véu em 2015. Uma  votação pública sobre uma proibição nacional pode ser realizada em toda a Suíça no próximo ano.

Várias cidades na Itália e na região norte da Lombardia proibiram o véu, assim como a cidade espanhola de Barcelona, ​​e a Noruega baniu -as nas escolas em 2017.

Os legisladores da Alemanha aprovaram uma proibição parcial em abril de 2017, que se aplica aos funcionários públicos - como funcionários eleitorais, militares e funcionários judiciais - que desempenham suas funções. Metade dos 16 estados do país proibiu os professores de usar lenços de cabeça, e a conservadora Baviera proibiu o uso de véus em escolas, postos de votação, universidades e escritórios do governo no início de 2017.

Na Holanda, em novembro de 2016, os deputados apoiaram uma proibição parcial, onde seria ilegal cobrir seu rosto em alguns locais públicos, como em transportes públicos e em escolas e hospitais. O Senado holandês ainda está para aprovar o projeto.

Camarões (um quinto da população muçulmana) e Chade (55 por cento muçulmanos) 

Proibição da burca por motivos de segurança em 2015, após atentados suicidas. (economist)

Gabão

País de maioria cristã, que não sofreu nenhum ataque islâmico, foi inspirado a promulgar a proibição depois do que aconteceu em Camarões.

Marrocos 

Proibiu a fabricação, o marketing e a venda da burca em janeiro de 2017. (breitbart)

Síria 

Proibiu o véu nas universidades em 2010 para impor sua identidade secular. (bbc)

Turquia

Após a queda do Império Otomano, em 1922, o fundador da República Turca Mustafa Kemal Atatürk levou o país a um caminho de secularização, criando restrições contra a burca e o niqab. Na década de 1970, o véu islâmico foi proibido em escritórios do governo, hospitais, universidades e escolas, mas o país se tornou mais fundamentalista  nos últimos anos, sob o Presidente Recep Tayyip Erdoğan, acom a proibição sendo suspensa em 2013.

Leia mais sobre os direitos das mulheres segundo a lei islâmica Sharia.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Sociedades islâmicas têm maior índice de estupros do mundo

José Atento

As sociedades islâmicas possuem uma obsessão pela honra da mulher, a tal ponto de impor restrições com relação às suas vestimentas e com relação a liberdade de movimento. Estas restrições vem do Alcorão e das Tradições de Maomé (Sunna), tendo sido consolidadas na lei islâmica Sharia. Por terem vindo de Alá, estas restrições não podem ser alteradas: seria anti-islâmico fazer isso.
PS. Não se pode alterar a lei islâmica. Isso seria uma heresia, em árabe bidah. Bidah pode ser traduzido como inovação, mas em árabe esta palavra possui uma conotação negativa. 
Voltando ao assunto estupro, seria de se esperar que as mulheres tendo que se vestir em tendas (ou sacos) seria algo que as tornaria, para os homens muçulmanos, símbolos de pureza e piedade. Mas nem estes sacrifícios ajudam as mulheres muçulmanas.

E quanto aos homens muçulmanos, seria de se esperar que rezar 5 vezes ao dia e se submeter a um regime de controle rigoroso das suas tarefas religiosas os transformariam em homens normais que sabem os seus limites.

Nada disso. O que se verfica é um comportamento violento, opressivo, forte, e ás vezes mesmo demente. É interessante notar que os maiores índices de estupros advém exatamente dos países islâmicos. E que nos países ocidentais percebe-se um acréscimo no número de estrupros com o aumento do número de muçulmanos, e que as estatísticas relativas a estupro são dominadas por muçulmanos.

O número de estupros triplicou na Suécia nos últimos 10 anos ... 
... junto com a imigração islâmica


Amigos, o véu islâmico não protege as mulheres. Nem mesmo as muçulmanas.

Essas afirmações estão baseadas nos fatos que permeiam estudos estatísticos sobre crimes contra as mulheres em todo o mundo, oriundo de organizações sem fins lucrativos que lidam com estas questões em uma base diária. Outros estudos têm mostrado que as nações de maioria muçulmana estão entre aqueles com as taxa mais elevada de consumo de drogas, de homossexualidade, de homicídios, e de sodomia.

Os mapas abaixo apresentam de modo resumido os dados relativos a estupro à nível mundial. Estes mapas foram compilados a partir do banco de dados do Woman Stats Project. Este grupo é composto por doze assistentes universitários de pesquisa, sete assistentes de pesquisa de pós-graduação, treze investigadores principais, e mais de 120 assistentes ex-alunos. Eles se dedicam a pesquisa e avaliação da relação entre a situação e a segurança das mulheres, e a dinâmica entre a segurança, a estabilidade e o comportamento do Estado. Eles dizem possuirem a compilação mais abrangente de informações sobre a situação das mulheres do mundo, sendo que os resultados de pesquisa foram aprovados nas Nações Unidas, Departamento de Defesa dos Estados Unidos, e Congresso dos EUA.

O primeiro mapa mostra o nível de estupro dentro de uma escala global ponderada. A escala varia de 1 a 10, sendo 1 (verde) indicando o melhor nível (menos estupros) e 10 (vermelho escuro) indicando o pior nível (mais estupros). É curioso notar que todos os países islâmicos, com exeção da Turquia, possuem os piores níveis. É claro que existem outros países com um nível ruim que não tem maioria muçulmana, mas todos eles estão na África e têm populações muçulmanas, com exceção do México, país este fortemente afetado pelo narco-tráfico. Até mesmo a "moderada Indonésia" é ruim (nível 9).

Mapa 1: nível de estupro dentro de uma escala global ponderada


O segundo mapa mostra índices relativos a legislação de cada país com respeito ao estupro. A cor verde representa países cujas leis consideram estupro oriundo de encontros ou namoros, ou outras formas de sexo sem consentimento com indivíduos conhecidos ou não (incluindo estupro dentro do casamento), uso de drogas, etc, como ainda constituindo estupro. A cor vermelha indica os países cujas leis não especificam os estupros cometidos em encontros ou namoros, estupros dentro do casamento, ou outras formas de sexo sem consentimento, como estupro. A maioria dos países muçulmanos está na cor vermelha.

Mapa 2: índices relativos a legislação de cada país com respeito ao estupro

O terceiro mapa mostra uma escala combinada da prevalência e sanção do estupro e assédio sexual das mulheres. A escala de cores indica o verde escuro como "estupro raro", verde claro como "estupro incomum", amarelo como "estupro não é incomum",  marrom como "estupro é prevalente" e o vermelho escuro como "estupro é endêmico." Verifica-se que os países muçulmanos estão todos enquadrados na categoria "estupro endêmico." Até mesmo a Turquia agora se enquadra no "estupro prevalente."

Mapa 3: escala combinada da prevalência e sanção do estupro e assédio sexual das mulheres

E, finalmente, o quarto mapa que mostra o tráfico de mulheres. Esta informação é importante pois se relaciona diretamente ao estupro, que, naturalmente, inclui mulheres que são forçadas a prostituição ou a escravidão sexual. Que países não possuem legislação que proíba o tráfico de mulheres? Advinha? A escala de cor emprega o verde e o amarelo para indicar os países cujas legislações criminalizam o tráfico de mulheres. A cor marrom representa países que não criminalizam totalmente o tráfico de mulheres. A cor vermelha indica os países que não criminalizam o tráfico de mulheres. Os países que não criminalizam o tráfico de mulheres são exatamente os países islâmicos onde a escravidão sexual continua sendo praticada: Arábia Saudita, Iraque, Irã, Mauritânia, Sudão e Somália.

Mapa 4: tráfico de mulheres

Veja bem, não existem problemas apenas nos países muçulmanos, mas os países muçulmanos têm os piores índices de modo consistente! Se o islão fosse tão protetor das mulheres, não seria de se esperar que eles fossem os países com os melhores índices e os países infiéis tivessem os piores índices? Ou isso é porque os países infiéis utilizam de leis feitas pelo Homem ao passo que os países islâmicos tem suas legislações baseadas na "lei de Alá"? Será que o que os infiéis definem como abuso das mulheres é exatamento o que Alá define como direitos das mulheres? Para responder a esta última pergunta, leia o artigo Direito das Mulheres sob o islão



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Propaganda islâmica no Metrô de São Paulo

"Alguma coisa acontece no meu coração
que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João"
Assim diz a letra da música de Caetano Veloso, "Sampa." Mas o que acontece no meu coração hoje é preocupação, ao ver a ideologia mais intolerante do mundo, ideologia travestida de religião, o islamismo, fazer dentes e começar a se instalar no Brasil.

Repito, e torno a repetir:
O islão é uma ideologia política que exige dos seus "partidários" a sua propagação com vigor religioso (e total submissão), através da implementação da lei islâmica (Sharia).
E como é que o islão está penetrando no Brasil? Do mesmo jeito que acontece no resto do mundo ocidental, através do aumento demográfico (imigração, casamentos de homens muçulmanos com mulheres brasileiras, sendo a internet uma poderosa ferramenta para este fim), trabalho com a parcela da população negra, distorcendo a história e visando a sua conversão (veja um exemplo neste vídeo), e se servindo da falta de visão (e interesses econômicos) por parte da elite governante do país.

Eu discutí este assunto em um artigo intitulado Islamização da Europa. O mesmo pode acontecer no Brasil?  (por favor, leia este artigo se você ainda não o leu).

A estratégia é sempre a mesma, e segue a chamada Lei dos Números do Islão:
  1. Quando em minoria eles dizem: "Nós somos da Religião da Paz"
  2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
  3. Quando em maioria, eles exigem e impõem a Sharia (lei islâmica)
E quem financia este esforço? Principalmente, os países do Golfo (Arábia Saudita, Qatar, Emirados), e a Irmandade Muçulmana, que propagam a forma mais virulenta do islamismo, o salafismo (que pode ser mencionado por diversos sinônimos como wahabismo, deobandi, etc.). 

O salafismo é aplicado por organizações jihadistas, como a Irmandade Muçulmana (com os seus diversos braços, como o Hamas), os diversos grupos derivados/associados com a Al Qaeda, e, agora em destaque, o Estado Islâmico (Califado). E quais os frutos do salafismo? Para as mulheres, misoginia; para os kufar (não-muçulmanos) as 3 opções: conversão, morte, ou humiliação e pagamento da jizia. E se você tem alguma dúvida basta ver o noticiário atual, porque as atrocidades têm sido tamanhas que não dá mais para esconder. 

O interesse final destes grupos, e daqueles que os financiam, é o estabelecimento de um Califado Global, regido pela Sharia. 
O Brasil aceita imigrantes de todas as partes do mundo. Ao chegarem no Brasil, eles trabalham duro para melhorar as suas vidas e a contribuem positivamente com o país. 
Mas os muçulmanos ortodoxos, aqueles que desejam a Sharia, vêm para o Brasil com o intuito de mudar o nosso país, de mudar a nossa cultura, de destruir a nossa civilização, para substituí-la pela Sharia. 
NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!! 
Esta semana, no metrô de São Paulo, me deparei com uma exposição intitulada "Por Trás do Véu."



Qual o problema desta exposição? Propaganda. A exposição apresenta o "véu islâmico" como algo "cultural", algo que pertence aos costumes locais, quando na verdade, o uso do véu é uma imposiçao política, porque o seu uso faz parte da lei islâmica. É por isso que nos paraísos islâmicos as mulheres apanham da polícia, ou da sua família, por não usá-lo. E existe um outro aspecto político que é o da segregação. Ao usarem o véu, qualquer um que seja, as muçulmanas se distinguem das mulheres não-muçulmanas, o que torna mais fácil o seu agrupamento social distinto, ou seja, a criação de guetos islâmicos (como acontece na Europa hoje, e já começa a acontecer no Brasil).

E o véu não é cultural como alguns dizem. Vejam bem. As mulheres do Norte da África, no Egito, na Síria, na Pérsia, no Afeganistão, etc., nunca usaram o véu islâmico. O véu islâmico nunca fez parte da cultura destas terras. Apenas após as conquistas militares das hordes islâmicas, e a consequente ocupação e imposição da Sharia, é que as mulheres passaram a usá-lo, por obrigação legal. Elas não tinham escolha, pois escolha é algo inerentemente anti-islâmico (lembre-se, islão significa "submissão" à lei de Alá, a Sharia).

Reflita comigo. O véu islâmico é obrigatório. Se a mulher usá-lo por sua livre vontade: ela está dentro da lei e não vai ter problemas. Se a mulher não quiser usá-lo: ela não tem escolha, ela tem que usá-lo, ou vai ficar fora da lei. Esse é um exemplo de "liberdade islâmica."

A exposição é da revista super-interessante. Sinceramente, eles poderiam ter feito uma pesquisa melhor. Ou será que eles perguntaram a algum xeique, dando-lhe oportunidade de praticar taquia?

Vejamos.

Imagem da burca, dizendo que ela não tem origem islâmica. Deixe-me pensar aqui. Foram os metodistas que inventaram a burca? E as datas apresentadas (século 18-19) representam o que? Afinal, existem pinturas de mulheres usando burcas que antecedem esta data, bem como cobrir-se com "tendas" é um mandamento de Alá, segundo o Alcorão (33:59). E, só mais uma pergunta: as mulheres teriam liberdade de NÃO USAREM a burca?


Imagem do niqab, a mais islâmica de todas as vestimentas. E o texto diz uma coisa certa. Todo o corpo da mulher é a sua genitália, deste modo, todo ele deve ser coberto. (Me desculpem, mas apenas uma pessoa com tremendos problemas sexuais como Maomé, poderia imaginar o cotovelo de uma mulher como genitália feminina).


O chador é a versão da "tenda" no mundo xiíta. O triste no texto é que diz que o chador foi proibido no Irã durante o "processo de ocidentalização forçada" mas que tornou-se obrigatório com a revolução iraniana. Ou seja, as pobres das mulheres não têm o direito de escolherem como irão se vestir.

Eu sou contra determinar como a mulher vai se vestir. Com exceção da burca e do niqab, que escondem o rosto e por conseguinte são perigosos no ponto-de-vista da segurança pública, eu acho que a mulher deve ter o mesmo direito que o homem em escolher como se vestir.

Outro motivo pelo qual eu sou favorável à proibição do niqab e e da burca é o "motivo religioso" por detrás desta vestimenta: o corpo da mulher, todo ele, é considerado como genitália!!! Me desculpe, mas aceitar este argumento é reduzir a mulher, em sua totalidade, a uma vagina, bem como aceitar argumento de pedófilos e tarados sexuais, pessoas pervertidas, essas sim, dos pés à cabeça. As pessoas que defendem o niqab e a burca é que deveriam ser trancafiadas em tendas, vendo o "sol nascer quadrado."


Agora, vem as variações do hijab (al-Amira e Shaila). O curioso é que o texto diz que eles vieram como consequência dos "protestos feministas nos países árabes." Que protestos foram esses? Quando? O que eu sei é que com o Colonialismo, várias práticas islâmicas deixaram de existir, como a da polícia religiosa islâmica e a da cobrança da taxa da humilhação que os não-muçulmanos tinham que pagar (jizia), e houve uma influência muito grande da cultura ocidental. Isso fez com que uma grande parte das mulheres muçulmanas, notadamente as mais educadas, deixassem de usar a burca e o niqab e começassem a mostrar os seus cabelos. Adicione-se a isso o esforço por parte do governo turco de Ataturk (partir de 1926) e do governo persa de Reza Pahlavi (a partir de 1936) em abolirem o véu islâmico. Veja abaixo foto de mulheres persas (esquerda), e egípcias (direita) durante esta época.

 

O uso do hijab faz parte de uma revolução, conhecida como o Despertar Islâmico, notadamente após a revolução iraniana, que influenciou o mundo islâmico, e que continua até hoje. Este Despertar Islâmico é manifesto pela crescente radicalização do mundo islâmico que presenciamos hoje em dia. As mulheres começaram a usar o hijab como uma declaração política de que elas apoiam a lei islâmica, que elas defendem a Sharia. E isso é facil de constatar. Converse com uma mulher de hijab e pergunte se ela está de acordo com a Sharia. Ela irá dizer que sim. Pergunte então sobre os aspectos mais nefastos da Sharia para as mulheres, tais como o testemunho da mulher valer metade do de um homem, a parte da herança da mulher ser metade da de um homem, no caso de estupro a mulher precisar da testemunha de quatro homens, etc (leia mais em Direito das Mulheres sob o Islão). Você vai se assustar quando ela te disser que isto tudo é a lei de Alá e quem é ela para ir contra.


Abaixo, um trecho que uma conversa minha com uma muçulmana no Facebook, no qual ela afirma que a Sharia é a lei de Alá e deve ser cumprida e nunca questionada.


A agora, o toque final da exposição, onde a taquia se faz mais presente. A foto de uma mulher normal, sem usar véu algum. Veja a foto e os meus comentários após a foto. 


O Líbano é um país dividido quase que meio-a-meio entre cristãos e muçulmanos. As cristãs não usam o véu. As muçulmanas irão usar qualquer um dos véus vistos acima. Então, o texto é tendencioso (ou apenas errado) ao indicar que as muçulmanas não cobrem a cabeça. O problema do Líbano é que o cristinanismo está sendo esmagado. O Líbano era majoritáriamento cristão 100 anos atrás. Ele vem passando por um tremendo processo de islamização, o que tem levado os cristãos a deixarem o Líbano (a maioria dos libaneses que a gente conhece Brasil são cristãos). Apenas recentemente, é que a migração de libaneses muçulmanos para o Brasil tem se acentuado (e promovida pelo governo). 

Nesta exposição, a falta de uma discussão mais aprofundada sobre o véu, e o que ele representa em termos políticos, é lamentável. E é isso que me deixa perplexo e preocupado com esta exposição, em pleno metrô paulista. As pessoas ficam expostas a propaganda, ou a falsas-verdades. E não existem indagações que as façam pensar.





O mundo atual está se tornando muito diferente do mundo dos nosssos pais, e do mundo no qual crescemos. O espalhamento do islamismo ortodoxo ao redor do mundo têm trazido para países ocidentais, chamados pelo islão de Dar al-Harb (a Casa da Guerra, aqueles contra quem se deve fazer guerra santa jihad até que sejam submetidos ou mortos) problemas que apenas ouvíamos falar. E a coisa apenas tende a piorar. 

Lembre-se de uma coisa. Com exceção de Portugal e Espanha, que derrotaram os invasores islâmicos militarmente, nenhuma outra civilização conseguiu resistir ao islamismo. Não é a toa que o islão é o aniquilador de civilizações. A escolha é nossa, se nós preferimos a nossa civilização (ainda que ela tenha os seus problemas) baseada na liberdade e livre escolha, ou se iremos aceitar uma civilização (totalmente oposta) baseada na submissão total a leis medievais e imutáveis (Sharia). 

Pense nisso. Faça a sua escolha. Lute por ela. Neste caso, omissão rima com submissão. E não existe outra escolha.