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sexta-feira, 15 de março de 2019

Atentado a mesquitas na Nova Zelândia: resposta do senador australiano Anning

Atentado contra duas mesquitas na Nova Zelândia deixam um saldo de 49 mortos. Os assassinos, três homens e uma mulher, atacaram durante as orações da sexta-feira.

Um deles deixou um manifesto disponível na Internet para justificar suas ações. Neste manifesto, ele disse que, durante sua juventude, ele se identificava como comunista, depois passou para anarquista, mais tarde um libertário e agora se auto-denominava um eco-fascista. Ele não se identifica como conservador e não gosta da sociedade de consumo. A China seria o país com o qual ele mais se identifica. No Manifesto ele alega não ser nazista, pois não tem problemas com judeus, mas se auto-intitula racista. Um maluco, mas a imprensa mundial o rotula como um radical de extrema-direita.

Ele critica as pessoas de culturas não-europeias se estabelecendo em países de cultura europeia e branca, dizendo que, devido às suas altas taxas de natalidade, estes imigrantes estavam conquistando países que não os seus. Neste particular eles têm razão.

A imprensa ocidental destaca o atentado como uma forma de colocar o islamismo como vítima, dentro de uma narrativa do Marxismo Cultural. É claro que isso leva a pergunta: por que esta mesma imprensa omite o fato de que no "mundo islâmico", a cada mês, 322 cristãos são mortos e 214 igrejas são destruídas? Resposta: por que a verdade contradiz com a narrativa.

A mulher segura um cartaz dizendo: "Não mais terrorismo branco"
Quer dizer que o "terrorismo negro" (e islâmico) do Boko Haram está OK? 
Quer dizer que o terrorismo paquistanês (e islâmico) está OK?


A melhor resposta à este atentado é a carta do senador Fraser Anning, do senado do estado de Queensland, na Austrália, transcrita abaixo.
Data: 15 de março de 2019
Atentado na mesquita da Nova Zelândia
Pronunciando-se sobre os relatos dos atentados múltiplos contra duas mesquitas na Nova Zelândia hoje cedo, o Senador Fraser Anning respondeu com uma forte condenação.
"Eu sou totalmente contrário a qualquer forma de violência dentro da nossa comunidade, e eu condeno totalmente a ação dos bandoleiros," disse ele.
"Entretanto, enquanto que este tipo de vigilantismo nunca pode ser justificada, o que ela ressalta é o medo crescente dentro da nossa comunidade, tanto na Austrália quanto na Nova Zelândia, da presença islâmica crescente."
"Como sempre, políticos da extrema-esquerda e a imprensa irão se apressar em que o motivo do atentado de hoje por causa da legislação de armas e daqueles que têm uma visão nacionalista mas isso é um clichê absurdo."
"O real motivo da chacina nas ruas da Nova Zelândia hoje é o programa de imigração que permite que muçulmanos fanáticos imigrem para a Nova Zelândia."
"Sejamos claros, enquanto que muçulmanos são as vítimas de hoje, em geral eles são os autores. Ao redor do mundo, muçulmanos matam pessoas em nome da sua fé em uma escala industrial."
"Toda a religião islâmica é simplesmente uma ideologia violenta de um déspota do século sexto disfarçado como líder religioso, que justificou a guerra sem fim contra todos aqueles que se opuseram a ele, clamando pelo assassinato de descrentes e apóstatas."
"A verdade é que o Islã não é como qualquer outra fé. É um equivalente religiosos ao fascismo. E apenas porque  os seguidores desda crença selvagem não eram os assassinos neste caso, não os torna sem culpa."
"Como lemos em Mateus 26:52, "quem vive pela espada, morre pela espada" e aqueles que seguem uma religião violenta que convoca pela nossa morte não podem ficar surpresos quando alguém toma-os pela sua própria palavra e responde de acordo," o senador Anning concluiu.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Cardeal Burke: "muçulmanos e cristãos não adoram o mesmo Deus”

Cardeal Raymond Burke, é um prelado cardeal americano, arcebispo e patrono da Soberana Ordem Militar de Malta. Ele  tem sido um dos mais contundentes críticos do Papa Francisco devido a confusão que o papa vem causando em termos de doutrina católica. O Cardeal Burke chegou co-assinar, com outros cardeais, uma carta oficial dirigida ao papa, chamada de dubia, solicitando esclarecimentos dele. O papa nunca respondeu esta carta. 

No rastro do acordo assinado entre o papa e o grande-imã de Al-Azhar, é bom relembrar uma entrevista do cardeal Burke na qual, dentre outros assuntos, ele falou sobre o islão (o grifo é nosso).
Voltando à pergunta sobre o Islã, o cardeal Burke disse acreditar que “a resposta ao Islã, pelo menos do que eu vejo por parte de alguns, é muito influenciada por um relativismo de uma ordem religiosa. Eu ouço as pessoas dizendo para mim, bem, todos nós estamos adorando o mesmo Deus. Nós todos acreditamos no amor. Mas eu digo pare um minuto, e vamos examinar cuidadosamente o que é o Islã e o que nossa fé cristã nos ensina. E quando chegamos à questão da fé cristã, imediatamente está envolvida uma metafísica porque na fé cristã Deus é o criador tanto da razão quanto ele é o doador da revelação, pelo qual aquilo que ele nos ensina, em que a lei está escrita nossos corações estão iluminados e recebemos uma graça divina para viver de acordo com essa lei.
"Isso não é verdade no Islã", disse ele. “Eu fui acusado de ter uma visão extrema sobre o Islã ou de ser influenciado por pessoas que não entendem o Islã, tudo o que eu disse sobre o Islã, incluindo especialmente o que está no livro, é baseado no meu próprio estudo sobre o Islã. texto do Islã e também de seus comentaristas, e quando eu escrevi sobre o Islã eu me esforcei para citar seus próprios autores. E o ponto que eu queria chegar é isto, eu não acredito que seja verdade que todos nós estamos adorando o mesmo Deus, porque o Deus do Islã é um governador. Em outras palavras, fundamentalmente o islamismo é, a sharia é sua lei, e essa lei, que vem de Allah, deve dominar todo homem eventualmente.
 “E não é uma lei fundada no amor. Dizer que todos nós acreditamos no amor simplesmente não é correto. E embora nossa experiência possa ser com indivíduos, os muçulmanos podem ser pessoas gentis e gentis, e assim por diante, temos que entender que, no final, o que eles acreditam mais profundamente, aquilo que atribuem em seus corações, exige que governem. o mundo. Enquanto na fé cristã somos ensinados que pelo desenvolvimento da razão correta, pela metafísica do som, e depois pelo que leva à fé e à luz e força que é dada pela fé, fazemos nossa contribuição para a sociedade também em termos de fé. sua governança, mas a Igreja não finge que é para governar o mundo, mas sim que é para inspirar e ajudar aqueles que governam o mundo a agir de maneira justa e correta em relação aos cidadãos”.
 Ele acredita que o relativismo vem no sentido: “[Não] respeitamos a verdade sobre o que o Islã ensina e o que, por exemplo, a Igreja Católica ensina, e apenas fazemos essas declarações gerais, todos acreditamos no mesmo Deus e assim por diante, e isso não é útil e, finalmente, será o fim do cristianismo, ou seja, nada mudou na agenda islâmica de tempos anteriores em que nossos ancestrais na fé tiveram que lutar para salvar o cristianismo. E porque? Porque eles viram que o Islã estava atacando verdades sagradas, incluindo os lugares sagrados de nossa redenção.
 “Temos que ter um profundo respeito pela razão correta, pela lei natural que Deus escreveu em todo coração humano. Eu acho que a maioria das pessoas não percebe que não há doutrina da lei natural no Islã e nem existe um oceano de consciência, tudo é ditado das leis que são dadas tanto em seu texto sagrado ou por aqueles que são confiados a interpretar o lei."
 O cardeal disse acreditar que "o que é mais importante para nós hoje é entender o Islã a partir de seus próprios documentos e não presumir que já sabemos do que estamos falando".
 Finalmente, nunca perca a esperança.

Cardeal Raymond Burke



domingo, 10 de fevereiro de 2019

Até João Paulo II e Bento XVI eram mais realistas quanto ao Islã (ao contrário do Papa Francisco)

No tocante ao perigo presente e futuro que o islamismo representa, os papas João Paulo II e Bento XVI tinham o pé mais no chão. Ambos queriam diálogo, porém sabendo que tal diálogo tem limites.

No dia 12 de setembro de 2006, o Papa Bento XVI fez um um discurso sobre o tema "fé e razão" na universidade de Regensburg, na cidade alemã do mesmo nome. Durante o seu discurso ele criticou a violência em nome da religião, com a intenção de criticá-la. Dentro do desenvolvimento do seu raciocínio, ele disse:
“O imperador [Manuel II Paleólogo] sabia seguramente que, na sura 2, 256, lê-se: ‘Nenhuma coação nas coisas de fé’. Esta é provavelmente uma das suras do período inicial – segundo uma parte dos peritos – quando o próprio Maomé se encontrava ainda sem poder e ameaçado. Naturalmente, sobre a guerra santa, o imperador conhecia também as disposições que se foram desenvolvendo posteriormente e se fixaram no Alcorão. Sem se deter em pormenores como a diferença de tratamento entre os que possuem o «Livro» e os «incrédulos», ele, de modo surpreendentemente brusco – tão brusco que para nós é inaceitável –, dirige-se ao seu interlocutor simplesmente com a pergunta central sobre a relação entre religião e violência em geral, dizendo: «Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava» (Controvérsia VII 2c: Khoury, pp. 142-143; Förstel, vol. I, VII Dialog 1.5, pp. 240-241)”.
Os muçulmanos ficaram ofendidos. E um grupo deles, para demonstrar o seu pacifismo, saiu criando tumulto ao redor do mundo, com manifestações, badernas, incêndios e atacando quem eles achavam serem cristãos, chegando a assassinar pessoas inocentes. Ou seja, o Papa Bento tinha razão.


Agora, umm lado pouco conhecido do Papa João Paulo II. 

Mensagem do Papa João Paulo II ao Monsenhor Mauro Longhi, quando este ainda era estudante, em 1992 (catholicherald):
“Diga isso àqueles que você irá encontrar na Igreja do terceiro milênio. Eu vejo a Igreja atingida por uma ferida letal. Mais profunda, mais dolorosa que as deste milênio', referindo-se ao totalitarismo comunista e nazista. 'Isso é chamado de islamismo'. Eles irão invadir a Europa. Vi as hordas vindo do Ocidente para o Oriente e então me foi dito país por país, um a um: do Marrocos à Líbia ao Egito e assim por diante até o Oriente."
"O Santo Padre ressaltou: eles vão invadir a Europa, a Europa será como um porão, velhas relíquias, sombras, teias de aranha. Relíquias de família. Você, Igreja do terceiro milênio, deve conter a invasão. Não com exércitos, exércitos não serão o suficiente, mas com sua fé, vivida com integridade."


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Aviso ao Papa: São Francisco queria converter os muçulmanos!

O Papa Francisco muitas vezes se apresenta como seguidor dos passos de São Francisco de Assis. Em 2013, ele  explicou por que ele havia adotado o nome de Francisco: “o homem da pobreza, o homem da paz, o homem que ama e protege a criação.”

Um fato histórico pouco mencionado é o de São Francisco ter tomado parte da Quinta Cruzada com a intenção de converter o sultão egípcio al-Malik al-Kāmil.

Isso talvez explique a obsessão do papa no "diálogo inter-religioso" com o islamismo. Porém, ao contrário de São Francisco, o papa defende a mantra "o Islã é a religião da paz" (mesmo com todas as evidências apontando o contrário, inclusive a crescente perseguição dos cristãos por parte de muçulmanos ao redor do mundo). O Papa Francisco não quer converter os muçulmanos.

Este ano, comemora-se os 800 anos do encontro de São Francisco com o sultão egípcio. E o Vaticano está apresentando a viagem do Papa Francisco ao Marrocos como uma celebração dos 800 anos deste "encontro histórico."

O que exatamente ocorreu neste  encontro histórico? E como ele se encaixa nos esforços do Papa Francisco para “promover o diálogo inter-religioso e a compreensão mútua”? Uma compreensão clara destas questões oferece lições úteis sobre as abordagens passadas e presentes para com o Islã.


São Francisco à frente do Sultão (Prova de Fogo), por Giotto Di Bondone (1325) 

O texto abaixo foi retirado do artigo de Raymond Ibrahim.
Quanto ao que o papa está caracterizando como um “encontro histórico entre São Francisco de Assis e o sultão al-Malik al-Kāmil”, eis a história: depois de séculos de invasões islâmicas que conquistaram pelo menos dois terços do território cristão - como documentado no livro Espada e Cimitarra: Quatorze Séculos de Guerra entre o Islã e o Ocidente - os europeus finalmente começaram a reagir através das Cruzadas no final do século XI.
Em 1219, durante a Quinta Cruzada, Francisco de Assis (1182-1226), e outro companheiro, procuraram fazer a sua parte viajando para o Oriente Médio, onde procuraram audiência com o sultão al-Kāmil. Eles foram apesar da promessa de al-Kāmil de que "qualquer um que trouxesse a cabeça de um cristão deveria receber uma peça de ouro bizantina", confirme citado em São Francisco de Assis e a Conversão dos Muçulmanos, um bom livro sobre o assunto, escrito por Frank M. Rega (um franciscano).


Os contemporâneos de São Francisco também o advertiram que os muçulmanos “eram um povo mau que tem sede de sangue cristão e tentam até mesmo as mais atrozes atrocidades”. Os homens determinados continuaram sua jornada, apenas para experimentar o inevitável:
Os primeiros documentos são unânimes em concordar que os dois franciscanos foram submetidos a um tratamento grosseiro ao atravessar o território muçulmano. Os homens de Deus foram tomados de maneira violenta pelas sentinelas, agredidos e presos em correntes. Celano relata que Francisco “foi capturado pelos soldados do sultão, foi insultado e espancado, mas não demonstrou medo, mesmo quando ameaçado de tortura e morte.
O que motivou Francisco a essa perigosa missão? Estaria ele, como o Papa Francisco regularmente sugere, tentando “promover o diálogo inter-religioso e a compreensão mútua”? Sim e não. Ele certamente confiava na palavra, não na espada. Mas a palavra que ele ofereceu era tão afiada quanto qualquer espada. Como escreve Rega, “plenamente consciente dos perigos, Francisco estava decidido a ir em missão aos incrédulos das nações muçulmanas. As fontes primárias estão de acordo que ele agora estava pronto para sacrificar sua vida e morrer por Cristo, então pode haver pouca dúvida de que a intenção de sua jornada era pregar o Evangelho mesmo com risco de martírio.”
Juntamente com as almas salvadoras, Francisco também procurou salvar vidas: “Converter os muçulmanos com a sua pregação era o objetivo final dos esforços de Francisco, e um fim pacífico para a guerra seria uma consequência de sua conversão.” Como explica Christoph Maier, “Francisco, como os cruzados, queria libertar os lugares santos da Palestina do domínio muçulmano. O que foi diferente foi a sua estratégia. … Ele queria a submissão total deles à fé cristã.”
Eventualmente perante o Sultão al-Kamil, os monges procuraram “demonstrar aos conselheiros mais sábios do sultão a verdade do cristianismo, ante os quais a lei de Maomé [Sharia] não serve para nada”. Pois “se você morrer enquanto mantendo a vossa lei”, alertou Francis “você estará perdido; Deus não aceitará sua alma. Por essa razão, viemos a você."
Intrigado pelos frades atrevidos, “o sultão chamou seus conselheiros religiosos, os imãs”. No entanto, e como hoje acontece quando os debatedores muçulmanos não sabem o que dizer, “eles se recusaram a discutir com os cristãos e em vez disso insistiram que eles fossem mortos [por decapitação] de acordo com a lei islâmica.”
O sultão recusou: "Estou indo contra o que meus conselheiros religiosos exigem e não cortarão suas cabeças ... vocês arriscaram suas próprias vidas para salvar minha alma."
Durante sua disputa e em referência à "conquista e ocupação muçulmana secular de terras, povos e nações que haviam sido anteriormente cristãs", al-Kāmil tentou vencer os monges, de modo ardil, usando da sua própria lógica: se Jesus ensinou os cristãos a "virarem a outra face" e a "pagarem o mal com o bem", ele perguntou, por que os "cruzados ... estavam invadindo as terras dos muçulmanos?"
Francisco retrucou citando Cristo: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora. É melhor você perder uma parte do seu corpo do que todo o seu corpo ser jogado no inferno.”
Francisco então explicou: "É por isso que é justo que os cristãos invadam a terra que vocês habitam, porque vocês blasfemam o nome de Cristo e afastam todos os que vocês podem da Sua adoração." Esta é uma referência às regras do Islã para os dhimmis que, além de debilitar a adoração cristã, tornavam as vidas cristãs tão onerosas e degradantes que milhões de pessoas se converteram ao islamismo ao longo dos séculos para aliviar seus sofrimentos.
Como deveria ser evidente até agora - e ao contrário do que muitos sugerem, incluindo o papa atual, São Francisco não pregou passividade antes da agressão. O principal especialista sobre Francisco e  Quinta Cruzada, o professor James Powell, escreve: “Francisco de Assis foi até Damietta [Egito, onde o sultão al-Kāmil estava] em uma missão de paz. Não pode haver dúvidas sobre isso. Não devemos, contudo, tentar torná-lo um pacifista ou rotulá-lo como um crítico da cruzada.”

São Francisco pregando para o sultão e seus imãs
Outro estudioso das cruzadas, Christoph Maier, ressalta este ponto: “Francisco aceitou assim a cruzada como legítima e ordenada por Deus, e obviamente não se opunha ao uso da violência quando se tratava da luta entre cristãos e muçulmanos.”
De fato, Francisco observou certa vez que os “valentes paladinos e cavaleiros que eram poderosos em batalha perseguiram os infiéis [muçulmanos] até a morte”. Como tais, eles eram “santos mártires [que] morreram lutando pela fé de Cristo.”
Tal é o homem cujos passos o Papa Francisco afirma estar seguindo ao se encontrar com os potentados muçulmanos "para promover o diálogo inter-religioso e a compreensão mútua". Não é de admirar que aqueles que conhecem a verdadeira biografia de São Francisco deplorem sua transformação moderna em algum tipo de hippie medieval” - ou, nas palavras do Papa Francisco, “o homem da paz, o homem que ama e protege a criação.” Como o Papa Pio XI escreveu em 1926:
"Que maldade eles fazem e quão longe de uma verdadeira apreciação do Homem de Assis [São Francisco] são eles que, a fim de reforçar suas idéias fantásticas e errôneas sobre ele, imaginam uma coisa tão incrível ... que ele foi o precursor e profeta daquela falsa liberdade que começou a se manifestar no começo dos tempos modernos e que tem causado tantos distúrbios tanto na Igreja quanto na sociedade civil!"
No contexto do confronto com o Islã, Rega igualmente lamenta que, “para os revisionistas, o Francisco 'real'  não era um evangelista ousado, mas um homem tímido, cujo objetivo era fazer com que os frades vivessem passivamente entre os sarracenos [muçulmanos] 'ficando sujeitos a eles.'”
E estas são precisamente as diferenças entre São Francisco e o Papa Francisco: enquanto ambos estão dispostos a dialogar pacificamente com os muçulmanos, o santo medieval não estava disposto a comprometer as verdades cristãs ou a pedir desculpas pela realidade violenta do Islã. Mas o atual papa pós-moderno está.
Um artigo interessante sobre o verdadeiro São Francisco (em inglês) é Desbancando o mito de São Francisco como um ecumenista moderno.

Eu tive a oportunidade de escrever diversos artigos sobre o erro enorme que o papa comete nesta sua aproximação com o islamismo, defendendo uma imagem irreal do Islã. 

Mensagem ao Papa Francisco frente à perseguição dos cristãos ao redor do mundo, e no Oriente Médio, e sobre o “diálogo inter-religioso” com o islamismo http://infielatento.blogspot.ca/2014/09/mensagem-ao-papa-francisco-perseguicao.html

Papa Francisco e líder muçulmano afirmam: Deus 'quer' várias religiões (heresia do papa?)

O Papa Francisco e o Grã-Imame da Al-Azhar
Leia o artigo todo no link.

Para o Papa Francisco, 'jihad' é o mesmo que 'evangelizar'
Leia o artigo todo aqui.

Carta aberta para o Papa Francisco, com respeito a sua exortação apostólica Evangelli Gaudium

O Bispo que não reza, e o Papa que só vê o bem em tudo



sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Carl Jung compara nazismo e Hitler ao islamismo e Maomé

Veja bem que Carl Jung*, o fundador da psicologia analítica, não buscou outros exemplos históricos para tentar fazer uma analogia do que era o nazismo e Hitler, durante sua ascenção na década de 1930. Ele não usou a revolução russa, nem Mussolini, nem a inquisição ... a melhor analogia que ele achou foi o islamismo e Maomé.
“Nós não sabemos se Hitler irá fundar um novo Islã. Ele já está à caminho; ele é como Maomé. A emoção na Alemanha é islâmica; guerreira e islâmica. Eles estão todos bêbados com um deus selvagem.” 
(Fonte: Carl Gustave Jung, “Symbolic Life: Miscellaneous writings (Volume 18 de The Collected Works of C. G. Jung),” Routledge, 1977, ISBN 9780710082916, p. 639)


* Carl Jung , na íntegra, Carl Gustav Jung (nascido em 26 de julho de 1875, Kesswil, Suíça - falecido em 6 de junho de 1961, Küsnacht), psicólogo e psiquiatra suíço que fundoup a sicologia analítica, em alguns aspectos uma resposta à psicanálise de Sigmund Freud. Jung propôs e desenvolveu os conceitos da personalidade extrovertida e introvertida, arquétipos e do coletivo inconsciente. Seu trabalho tem sido influente em psiquiatria e no estudo da religião, literatura e áreas afins. (Britannica)

Eu achei um vídeo, em inglês, que trata deste assunto. Interessante. 



segunda-feira, 6 de agosto de 2018

O que os santos falavam sobre o Islão

Veja a opinião de diversos santos cristãos sobre o islão, em um artigo de Andrew Bieszad, escrito em seu blog One Peter Five, em 30 de abril de 2015.

Para os estudiosos islâmicos, há uma afirmação na exortação apostólica do Papa Francisco,  Evangelii Gaudium, que é particularmente preocupante:
Diante de episódios desconcertantes de fundamentalismo violento, nosso respeito pelos verdadeiros seguidores do Islã deveria nos levar a evitar generalizações odiosas, pois o Islã autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a toda forma de violência. (p. 253)
À medida que a situação no Oriente Médio aumenta, e a violência do Estado Islâmico do Iraque e do al-Sham (ISIS) transborda rios de sangue cristão inocente, essa afirmação do papa parece incongruente com a realidade.

Os papas são certamente livres para terem opiniões pessoais. As opiniões de um papa, no entanto, quando compartilhadas com o público, têm mais peso por causa da autoridade de seu cargo do que as opiniões de outro prelado menor. Suas palavras - particularmente quando expressas não através de uma entrevista ou sermão, mas de um documento oficial - sinalizam, pelo menos implicitamente, que sua opinião é de fato a crença da Igreja. Isso tem um impacto real na compreensão de qualquer questão que esteja sendo abordada, tanto para católicos quanto para não-católicos. Particularmente em um contexto moderno, onde as notícias globais estão instantaneamente disponíveis, as opiniões papais se espalham longe e rapidamente. Uma vez que uma ideia se espalhe sob o slogan "o papa disse", torna-se difícil voltar atrás. Existe até um equívoco não totalmente incomum de que a opinião papal, quando toca qualquer assunto relacionado à fé, sob a um nível de infabilidade.

Parece que nunca houve tanta divisão dentro da Igreja quanto à doutrina básica. Os católicos de hoje discutem sobre os ensinamentos há muito estabelecidos que, há apenas cinquenta anos, foram aceitos sem dissidência. Essa divisão parece permear a Igreja e pode ser vista não apenas entre os leigos, mas também entre os mais altos prelados do catolicismo. Esta divisão não se refere apenas ao nosso próprio entendimento interno de ensino sobre artigos de fé e crenças sacramentais, mas a maneira pela qual a Igreja Católica deve lidar com outras religiões. É particularmente preocupante que isso ocorra em um momento em que o Islã está subindo no poder, tendo recentemente exterminado a Fé Católica do Iraque, com um número cada vez  maior de muçulmanos respondendo ao chamado do Islã para a jihad contra os cristãos.

Ao tomar nota das mais recentes lutas católicas sobre como ver a fé muçulmana, encontrei-me revisitando uma questão que comecei a ponderar durante meus estudos de pós-graduação sobre essa religião em crescimento: o que os santos têm a dizer sobre o Islã?

A seguir, uma breve lista de citações de santos católicos sobre o Islã e seu fundador, Maomé. Esta lista não é de modo algum exaustiva, mas é ilustrativa de como os católicos - particularmente os filhos e filhas favorecidos da Igreja que hoje conhecemos no céu - viam a fé muçulmana nas gerações anteriores:

"Quem não abraçar a fé cristã católica está perdido, como seu falso profeta Maomé."
-St. Peter Mavimenus ( século VIII ), mártir de Gaza. Resposta relatada no Martyriologum Romanum quando ele foi convidado a se converter ao islamismo por um grupo de muçulmanos.

“Há também a superstição dos ismaelitas que até hoje prevalece e mantém as pessoas em erro, sendo um precursor do Anticristo. Daquele tempo até o presente, um falso profeta chamado Maomé apareceu em seu meio. Este homem, depois de ter encontrado o Antigo e o Novo Testamento, e da mesma forma, ao conversar com um monge ariano, inventou sua própria heresia. Então, tendo se insinuado nas boas graças do povo por uma demonstração de aparente piedade, ele contou que certo livro lhe fora enviado do céu. Ele colocou algumas composições ridículas neste livro e as deu como objeto de veneração”.
-St. John Damascene (m. 749), monge católico árabe árabe e erudito. Citado de seu livro On Heresies sob a seção Sobre a Heresia dos Ismaelitas (em Os Padres da Igreja . Vol. 37. Traduzido pela Universidade Católica da América. CUA Press. 1958. Páginas 153-160.)

“Nós professamos a Cristo para ser verdadeiramente Deus e seu profeta para ser um precursor do Anticristo e outras doutrinas profanas.”
-Sts. Habenitus, Jeremiah, Peter, Sabinian, Walabonsus e Wistremundus (falecido em 851), mártires de Córdoba, Espanha. Relatado no Memoriale Sanctorum em resposta aos ministros do califa omíada espanhol 'Abd Ar-Rahman II que se convertem ao islamismo sob pena de morte.

“Qualquer culto que nega a divindade de Cristo, não professa a existência da Santíssima Trindade, refuta o batismo, difama os cristãos e desdenha o sacerdócio, consideramos condenado”.
-Sts. Aurélio, Félix, Jorge, Liliosa e Natália (m. 852), mártires de Córdoba, Espanha. Relatado no Memoriale Sanctorum em resposta aos ministros do califa omíada espanhol 'Abd Ar-Rahman II que se convertem ao islamismo sob pena de morte.

“Por outro lado, aqueles que fundaram seitas comprometidas com doutrinas errôneas procederam de uma maneira que é oposta a isso, o ponto é claro no caso de Maomé. Ele seduziu o povo com promessas de prazer carnal às quais a concupiscência da carne nos instiga. Seu ensinamento também continha preceitos que estavam em conformidade com suas promessas e dava rédea livre ao prazer carnal. Em tudo isso, como não é inesperado, ele foi obedecido por homens carnais. Quanto às provas da verdade de sua doutrina, ele apresentou apenas coisas que poderiam ser compreendidas pela capacidade natural de qualquer pessoa com uma sabedoria muito modesta. De fato, as verdades que ele ensinou misturaram-se com muitas fábulas e doutrinas da maior falsidade. Ele não produziu nenhum sinal produzido de maneira sobrenatural, o que por si só prova a inspiração divina; pois uma ação visível que pode ser apenas divina revela um professor de verdade invisivelmente inspirado. Ao contrário, Maomé disse que foi enviado no poder de suas armas - sinais que não faltam nem mesmo a ladrões e tiranos.”
-St. Tomás de Aquino (m. 1274), teólogo e doutor da Igreja. Citado de seu De Rationibus Fidei Contra Saracenos, Graecos, Armenos e traduzido do Padre. Damian Fehlner Aquino sobre os motivos da fé: contra os muçulmanos, gregos e armênios (Franciscans of the Imaculate. 2002.).

Como vimos, Maomé não tinha milagres sobrenaturais nem motivos naturais da razão para persuadir os membros de sua seita. Como faltava em tudo, ele adotou meios bestiais e bárbaros, que é a força das armas. Assim, ele introduziu e promulgou sua mensagem com roubos, assassinatos e derramamento de sangue, destruindo aqueles que não queriam recebê-la, e com os mesmos meios que seus ministros conservam hoje, até que Deus aplaca sua ira e destrói essa pestilência da terra.
[…]
(Maomé) também pode ser figurado para o dragão no mesmo Apocalipse, que diz que o dragão varreu um terço das estrelas e lançou um terço para a Terra. Embora essa linha seja mais bem compreendida com relação ao Anticristo, Maomé foi seu precursor - o profeta de Satanás, pai dos filhos da soberba.
[…]
Mesmo que todas as coisas contidas em sua lei fossem fábulas na filosofia e erros na teologia, mesmo para aqueles que não possuem a luz da razão, os próprios modos (o Islã) ensinados são de uma escola de bestialidades perversas. (Maomé) não provou sua nova seita com qualquer motivo, não tendo nem milagres sobrenaturais nem razões naturais, mas apenas a força das armas, violência, ficção, mentiras e licença carnal. Continua sendo um culto ímpio, blasfemo e vicioso, uma inovação do diabo e o caminho direto para o fogo do inferno. Nem sequer merece o nome de ser chamado de religião ”.
-St. Juan de Ribera (d.1611), arcebispo de Valência, missionário para os muçulmanos espanhóis, e organizador das expulsões muçulmanas de 1609 da Espanha. Citado em vários locais do seu Catecismo para a Instrução dos Nuevos Convertidos de los Moros de 1599 (minha tradução).

“O paraíso de Mahometan, no entanto, só é adequado para animais; por prazer sensual imundo é tudo que o crente tem que esperar lá. ”
- St. Alfonsus Liguori (d. 1787). Citado de seu livro, A história das heresias e sua refutação.

O que é óbvio dessas afirmações é que elas representam uma visão muito diferente do Islã do que ouvimos do Vaticano nos últimos anos. A recente dormência do Islã levou muitos nesta geração a acreditar exatamente como o Papa Francisco: que são apenas os extremistas muçulmanos que representam uma ameaça, e que a religião em si é mais ou menos louvável. As experiências da maioria dos santos ao longo da história da Igreja, no entanto, ensinaram-lhes o oposto - ou seja, que o Islã e suas práticas são antitéticas à fé católica e àqueles que buscam vivê-la.

Hilaire Belloc, o grande historiador e poeta católico do século XX, advertiu em 1929 que o Islã retornaria ao cenário mundial:

Nós quase certamente teremos que contar com o Islã no futuro próximo. Talvez, se perdermos a nossa fé, ela suba. Depois que essa subjugação da cultura islâmica pelos cristãos nominais já havia sido alcançada, os conquistadores políticos daquela cultura começaram a notar duas características inquietantes sobre ela. A primeira foi que sua fundação espiritual se mostrou inamovível; o segundo que sua área de ocupação não recuou, mas pelo contrário se expandiu lentamente.
[…]
Na minha juventude, o poder decadente do islã (pois ainda estava decadente) no Oriente Próximo era uma forte ameaça à paz da Europa. Aqueles idosos de quem falo tinham avós em cujos tempos o islã ainda era capaz de ameaçar o Ocidente. Os turcos sitiaram Viena e quase a adotaram, menos de um século antes da Declaração de Independência dos EUA. O Islã era então nosso superior, especialmente na arte militar. Não há razão para que sua recente inferioridade na construção mecânica, seja militar ou civil, deva continuar indefinidamente. Mesmo uma ligeira adesão do poder material tornaria difícil o controle adicional do Islã por uma cultura estrangeira. Um pouco mais e cessará aquilo que nosso tempo deu como certo, a dominação física do Islã pela cristandade desintegrada que conhecemos.

Como católicos, precisamos entender essa situação muito melhor do que atualmente. Quando se trata das diferenças entre o que a Igreja e seus santos  costumavam dizer sobre o Islã e o que está sendo dito agora, precisamos enquadrar o círculo. Com a violência islâmica varrendo o Oriente Médio e o crescimento da população muçulmana em muitas nações anteriormente cristãs, ser capaz de ver a realidade que enfrentamos com clareza e veracidade é fundamental para nossa capacidade de evangelizar os muçulmanos.

Como os cristãos no Iraque e na Síria estão aprendendo por sua própria conta e risco, também pode ser a única maneira de aprendermos a sobreviver a eles.

Publicado originalmente em 12 de agosto de 2014.

 https://onepeterfive.com/what-did-the-saints-say-about-islam/

Martírio de Santa Leocrícia e Santa Eulália de Córdoba, por Joseph Segrelles




quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Opinião de Theodore Roosevelt sobre o islão


Theodore Roosevelt Jr (1858-1919), foi um estadista americano, autor, explorador, soldado, naturalista e reformador. Ele foi o 26º presidente dos Estados Unidos, de 1901 a 1909.

Ele escreveu um livro chamado "Tema a Deus e faça sua parte" (Fear God and Take Your Own Part), em 1916. Neste livro ele diz:
O cristianismo não é o credo da Ásia e da África neste momento apenas porque os cristãos do século VII da Ásia e da África se treinaram para não lutar, enquanto os muçulmanos foram treinados para lutar.
O cristianismo foi salvo na Europa apenas porque os povos da Europa lutaram. Se os povos da Europa nos séculos 7 e 8 e, até o século 17 inclusive, não possuíssem uma igualdade militar e, gradualmente, uma crescente superioridade sobre os muçulmanos que invadiram a Europa, a Europa seria neste momento muçulmana e a religião cristã teria sido exterminada.
Onde os maometanos tiveram uma influência completa, onde os cristãos não conseguiram resistir a eles pela espada, o cristianismo finalmente desapareceu.
Do martelo de Charles Martel à espada de Sobieski, o cristianismo deve sua segurança na Europa ao fato de que foi capaz de mostrar que poderia e lutaria, tão bem como o agressor maometano.
Ele disse isso 101 anos atrás. Hoje, 101 anos depois, a Europa age como se tivesse perdido o seu instinto de preservação, e desejasse a própria morte.
A civilização da Europa, Américas e Austrália, existem hoje por causa das vitórias do homem civilizado sobre os inimigos da civilização; por causa das vitórias, ao longo dos séculos, de Charles Martel, no século VIII, e as de João Sobieski, no século XVII. 
Durante os mil anos que incluíram as carreiras do soldado franco e do rei polonês, os cristãos da Ásia e da África se mostraram incapazes de travar uma guerra com sucesso contra os conquistadores muçulmanos; e, em consequência, o cristianismo desapareceu praticamente dos dois continentes; e hoje, ninguém pode encontrar neles "valores sociais", no sentido em que usamos o termo, no que diz respeito à esfera das influências maometanas.
Hoje em dia, existem "valores sociais" na Europa, na América e na Austrália, apenas porque durante esses mil anos, os cristãos da Europa possuíam o poder bélico para fazer o que os cristãos da Ásia e da África não conseguiram fazer, ou seja, rebater o invasor muçulmano.
Reproduzido no livro em "O que cada americano precisa de saber sobre o Alcorão", de William Federe




sábado, 24 de junho de 2017

Facebook suspende Padre Higgins por dizer a verdade sobre o islão


O Padre John Higgins pertence a Paróquia de São Raimundo, na cidade de Downey, na Califórnia. Ele fez um comentário seguindo uma postagem da Deputada Lucille Roybal-Allard, do Partido Democrata. O seu comentário foi apagado e ele foi suspenso do Facebook por uma semana.

Suspenso por dizer a verdade!

Aqui está o post "ofensivo" (ChurchPop):
A Civilização Ocidental tem estado sob o ataque da ideologia da jihad islâmica desde o século 7. As invasões extremistas e totalitárias têm sido responsáveis pelas mortes de milhões. Isso não é uma "religião da paz",  isso é uma filosofia de conquista. As Cruzadas foram uma tentativa para manter cristãos e judeus em segurança em Israel e em outras partes do Oriente Médio, mas "intelectuais" modernos têm as classificado como horríveis. Os espanhóis expulsaram os jihadistas violentos para fora da Espanha. Os austríacos defenderam Viena deles. Carlos Martelo lutou contra eles no norte da França e agora nós estamos presenciando seus novos esforços de conquista e dominação  do mundo usando tecnologia moderna na sua tentativa insaciável em subjugar qualquer um que não professe e viva a sua crença. Eles abusam de mulheres, matam as pessoas gays, assassinam, e estupram crianças e justificam isso como a "vontade de Alá." Não é! Existem muçulmanos bons e pacíficos. E então existem os islamistas que são defendidos pelos ignorantes que se recusam a aprender história.  


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Oliverus Scholasticus e a sua aversão à "heresia do islamismo"



É comum encontrar-se menção a uma afirmação atribuída a Oliverus Scholasticus, Bispo de Paderborn, que esteve na Terra Santa durante a Quinta Cruzada, e que teria supostamente dito isso sobre os muçulmanos servindo ao Sultão al-Kamil:
"Quem poderia duvidar que tal bondade, amizade e caridade vêm de Deus? Homens cujos pais, filhos e filhas, irmãos e irmãs, haviam morrido em agonia em nossas mãos, cujas terras nós tomamos, que nós levamos nus de suas casas, nos reviveu com sua própria comida quando estávamos morrendo de fome e nos derramou com bondade mesmo quando estávamos em seu poder."
O problema é que esta citação não advém dos escritos de Oliverus Scholasticus, mas sim de outras fontes. O parágrafo acima é citado no livro de um juiz do Sri Lanka, a partir da tradução inglesa de um volume de língua alemã em uma série austríaca de "História Cultural", presumivelmente originário de uma das obras latinas de Oliverus - mas sem citá-la. Esta citação não pode ser confirmada.

Além disso, o tom desta passagem está muito distante do que está escrito na "Historia Damiatina" de Oliverus Scholasticus, onde ele se refere ao islão como uma heresia diabólicamente inspirada.

Segundo a sua obra, Oliverus era aparentemente esperançoso da conversão dos muçulmanos ao cristianismo. Para isso, ele estava preocupado em remover deles o aguilhão da acusação de idolatria, comumente atribuída a eles no século XIII.

Vejamos o que diz Oliverus Scholasticus na sua obra História Damiatina, XIII.
"Uma vez que está escrito assim no al-Quran, o livro de sua lei, eles acreditam que Jesus Cristo foi concebido e nascido da virgem Maria. Eles testemunham que ele viveu sem pecado como profeta, e mais do que como profeta. Eles afirmam que ele deu luz aos cegos, purificou os leprosos, ressuscitou os mortos. Eles não só acreditam que ele era a palavra e o espírito de Deus, mas também que ele ascendeu vivo aos céus. Mas eles negam seu sofrimento e morte, e da mesma forma que negam que a natureza divina foi unida à natureza humana em Cristo e a trindade de pessoas. Deste modo, eles deveriam ser chamados, mais corretamente, de "hereges" do que de "sarracenos". Mas o uso do nome errado tem sido prevalente.
"Por isso, quando seus sábios foram a Jerusalém durante o período das tréguas, eles exigiram que os volumes dos evangelhos lhes fossem mostrados e os beijaram e veneraram por causa da pureza da lei que Cristo ensinou, [E, sobretudo, o evangelho de Lucas, porque o anjo Gabriel foi enviado [nele]], e que os letrados entre eles muitas vezes repetem e revisam.
"Sua lei, no entanto, Maomé deu aos sarracenos escrita em árabe, através da ajuda de Sérgio, um monge apóstata e herege, com o diabo ditando-o. Pela espada a recebeu, através da espada é mantida, e com a espada será terminada.
"Essa pessoa, Maomé, era um analfabeto, como ele próprio testemunha no seu al-Quran, e aquelas coisas que o referido herético ditou ele próprio promulgou e criou para ser observado através de atos de intimidação. Por ser um homem luxurioso e guerreiro, ele assim produziu uma lei a partir de sua impureza e vaidade, que os que vivem de modo carnal observam fielmente para o bem do seu prazer. E assim como a verdade e a pureza são as defesas da nossa lei, assim também o medo e os desejos mundanos e humanos guardam com firmeza seu erro."
- Oliverus Scholasticus, História Damiatina, XIII.

Voltando ao parágrafo que alguns alegam ter sido por Oliverus ao Sultão al-Kamil, à luz do que ele escreveu na História Damiatina, XIII, se elel foi mesmo escrito por Oliverus, ele estaria apelando à benevolência do Sultão ("azeitando" o Sultão), e não o elogiando.

"Um gladio cepit, por gládio tenetur, e em gladio terminabitur."




quarta-feira, 12 de outubro de 2016

São Gregório Palamas e o comportamento dos muçulmanos jihadistas


São Gregório Palamas (1296 - 1359) é um santo da Igreja Ortodoxa. Ele foi bispo de Tessalônica, na atual Grécia, na época ainda parte do Império Romano do Oriente (Bizantino). Ele é famoso pelos seu trabalho de interpretações do Novo Testamento, bem como pelo período que ele viveu como eremita.

Ele conhecia bem o islão e a jihad islâmica, e fez este comentário sobre os muçulmanos jihadistas:
Eles [muçulmanos] vivem pela flecha, pela espada, e devassidão, encontrando prazer em fazer escravos, devotando-se a matar, pilhar, destruir … e, eles não apenas comitem estes crimes, mas ainda – que aberração – eles acreditam que Deus aprova o que eles fazem.



São Gregório Palamas
By Lamprotes - Own work, CC BY-SA 3.0, 
https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=17118545

sábado, 6 de agosto de 2016

São João Damasceno e a Heresia dos Ismaelitas (muçulmanos): isso deveria ser ensinado nas igrejas!


São João Damasceno, também conhecido como São João de Damasco, 676-749, foi Bispo e é um dos Doutores da Igreja. Ele discute seus debates com os muçulmanos e expõe os ensinamentos de seu falso profeta, Maomé. Ele mostra que os muçulmanos não adoram o mesmo Deus que os católicos. A passagem seguinte foi retirada do trabalho monumental de São João Damasceno, A Fonte de Conhecimento, parte dois, intitulada "Heresias em Epitome: como elas começam e de onde elas se originam." Ele é geralmente apenas citado por suas obras contra heresias.

A descrição que ele faz do islamismo é perfeita, e deveria fazer parte do Catecismo da Igreja Católica e ensinado por todas as demais denominaçãos protestantes e evangélicas!


Sua obra, A Fonte de Conhecimento, é uma das mais importantes obras individuais produzidos no período patrístico grego. É a primeira grande Summa da teologia a aparecer tanto no Oriente ou no Ocidente. São João Damasceno é considerado um dos grandes Doutores da Igreja, e seus escritos têm um lugar de alta honra na Igreja. Sua crítica do Islã, ou "a heresia dos ismaelitas," é especialmente relevante para os nossos tempos.

Este doutor da Igreja nasceu em Damasco, na Síria, e seu pai era um funcionário do governo tanto no âmbito do imperador bizantino quanto sob os governantes muçulmanos de Damasco. Recebeu uma excelente educação clássica, e era fluente em árabe, bem como grego. São João Damasceno trabalhou na corte muçulmana até a hostilidade do califa em relação ao cristianismo tê-lo levado a renunciar ao seu cargo, por volta do ano 700.

Ele migrou para Jerusalém e se tornou um monge no Mosteiro de Mar Saba, perto de Jerusalém. Ele ensinou no mosteiro, pregou muitos de seus sermões luminosos em Jerusalém, e foi lá que ele começou a compor seus tratados teológicos.

O que eu acho mais importante nos comentários de São João Damasceno sobre o islão é que ele vem de observações dos primórdios do islão. O islão havia acabado de ser inventado e a tradição oral ainda não tinha sido substituída pela rigidez e ortodoxia do Alcorão e das Tradições de Maomé (Sirat e Suna).

Mosteiro de Mar Saba, próximo a Jerusalém

Texto de Writings, by St John of Damascus, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160. Extraído de Ortodox Info.

Há também a superstição dos ismaelitas que até hoje prevalece e mantém as pessoas em erro, sendo um precursor do Anticristo. Eles são descendentes de Ismael, [que] nasceu de Abraão e Agar, e por esta razão, eles são chamados de agarenes e ismaelitas. Eles também são chamados sarracenos, que é derivado de Sarras Kenoi, ou destituídos de Sara, por causa do que Agar disse ao anjo: "Sara enviou-me afastando, destituídos." [99] Eles costumavam ser idólatras e adoravam a estrela da manhã e Aphrodite, que em sua própria língua que chamaram Khabár, o que significa "grande." [100] E assim até o tempo de Heráclio eles eram grandes idólatras. A partir desse momento até o presente um falso profeta chamado Maomé apareceu no meio deles. Este homem, depois de ter contato acidental com o Antigo e o Novo Testamento e da mesma forma, ao que parece, depois de ter conversado com um monge ariano, [101] inventou sua própria heresia. Então, tendo insinuado-se nas boas graças do povo por um exibição de aparente piedade, ele declarou que um determinado livro tinha sido enviado para ele do céu. Ele tinha estabelecido algumas composições ridículas neste livro dele e ele deu a eles este livro como um objeto de veneração.

Maomé diz que há um só Deus, criador de todas as coisas, que não tenha sido gerado nem gerou. [102] Ele diz que o Cristo é a Palavra de Deus e do Seu Espírito, mas uma criatura e um servo, e que Ele foi gerado, sem semente, de Maria, a irmã de Moisés e Arão. [103] Porque, diz ele, a Palavra e Deus e o Espírito entrou em Maria e ela deu à luz Jesus, que era um profeta e servo de Deus. E ele diz que os judeus queriam crucificá-lo em violação da lei, e que eles apreenderam Sua sombra e a crucificaram. Mas o próprio Cristo não foi crucificado, diz ele, nem ele morreu, pois Deus pelo Seu amor por Ele, o tomou para Si para o céu. [104] E ele diz isso, que quando o Cristo tinha subido ao céu Deus lhe perguntou: 'Ó Jesus, que te dizem: "Eu sou o Filho de Deus e Deus"?' E Jesus, diz ele, respondeu: 'Seja misericordioso de mim, Senhor. Tu sabes que eu não disse isso e que eu não desprezo para ser teu servo. Mas os homens pecadores ecreveram que eu fiz esta afirmação, e eles têm mentido sobre mim e têm caído em erro.' E Deus respondeu e disse-lhe: 'Eu sei que tu não dizestes esta palavra." [105] Há muitas outras coisas extraordinárias e bastante ridículas neste livro que ele se gaba foi enviado para ele por Deus. Mas quando se pergunta: 'E quem está lá para testemunhar que Deus lhe deu o livro? E qual dos profetas anunciaram que tal profeta se levantaria?' - eles ficam perdidos. E nós observamos que Moisés recebeu a Lei no Monte Sinai, com Deus aparecendo aos olhos de todas as pessoas em nuvem, e fogo, e trevas, e tempestade. E nós dizemos que todos os Profetas desde Moisés predisseram a vinda de Cristo e como Cristo, Deus (e Filho de Deus encarnado) estava para vir e ser crucificado e morrer e ressuscitar, e como ele era para ser o juiz do vivos e mortos. Então, quando dizemos: 'Como é que este profeta de vocês não veio da mesma maneira, com os outros dando testemunho d'Ele? E como é que Deus não se usou da presença de vocês para apresentar a este homem com o livro ao qual você se refere, assim como Ele deu a Lei a Moisés, com as pessoas olhando para a montanha afumar, de modo que vocês, também, pudessem ter certeza?' - eles respondem que Deus faz o que Lhe agrada. 'Isso', dizemos, 'nós sabemos, mas estamos perguntando como o livro desceu até o seu profeta.' Em seguida, eles respondem que o livro veio a ele enquanto ele estava dormindo. Então, em tom de brincadeira, nós dizemos que, desde que ele recebeu o livro em seu sono e não chegou a sentir a operação, então, o ditado popular aplica-se a ele (que diz:. Você está tecendo sonhos) [106]


Quando perguntamos de novo: 'Como é que quando ele nos ordenou neste livro de vocês para não fazer nada ou receber qualquer coisa sem testemunhas, você não perguntou: "Primeiro você nos mostre por testemunhas que você é um profeta e que você veio de Deus, e nos mostre apenas o que escrituras testemunham sobre você'"- eles têm vergonha e permanecem em silêncio. [Então continuamos:] 'Embora você não possa se casar com uma mulher sem testemunhas, ou comprar ou adquirir bens; embora você não possa receber um jumento, nem possuir um animal de carga sem testemunhas; e embora você possua ambas as esposas e os bens e jumentos e assim por diante através de testemunhas, no entanto, é apenas a sua fé e suas escrituras que você mantêm infundadas por testemunhas. Pois quem entregou isso para vocês não tem nenhuma garantia de qualquer fonte, nem há ninguém conhecido que testemunhou a respeito dele antes de ele vir. Pelo contrário, ele recebeu-o enquanto ele dormia.


Além disso, eles nos chamam Hetaeriasts, ou Associadores, porque, dizem, nós introduzimos um associado com Deus, declarando Cristo o Filho de Deus e Deus. Nós dizemos a eles na tréplica: "Os Profetas e as Escrituras nos entregaram isso, e vocês, como vocês persistentemente dizem, aceitam os Profetas. Assim, se nós erroneamente declaramos que Cristo é o Filho de Deus, são eles que ensinaram isso e entregaram isso para nós.' Mas alguns deles dizem que é por má interpretação de que temos representado os Profetas a dizerem tais coisas, enquanto outros dizem que os hebreus nos odiavam e nos enganaram por escrito em nome dos Profetas para que possamos ser perdidos. E mais uma vez nós dizemos-lhes: 'Enquanto vocês disseram que Cristo é a Palavra de Deus e do Espírito, por que vocês nos acusam de sermos  Hetaeriasts? Porque a palavra, e o espírito, são inseparáveis daquele em que, naturalmente, tem existência. Portanto, se a Palavra de Deus é em Deus, então é óbvio que Ele é Deus. Se, no entanto, ele está fora de Deus, então, de acordo com vocês, Deus é sem palavra e sem espírito. Consequentemente, ao evitar a introdução de um associado com Deus vocês o mutilaram. Seria muito melhor para vocês para dizerem que ele tem um associado do que O mutilar, como se estivessem lidando com uma pedra ou um pedaço de madeira ou algum outro objeto inanimado. Assim, vocês falam falsidades quando nos chamam de Hetaeriasts; nós retrucamos chamando você de mutiladores de Deus.'


Eles ainda nos acusam de serem idólatras, porque nós veneramos a cruz, que eles abominam. E nós respondemos: 'Como é, então, que vocês se esfregam-se contra uma pedra em sua Caaba [107] e a beijam e a abraçam.' Então, alguns deles dizem que Abraão teve relações com Agar em cima dela, mas outros dizem que ele amarrou o camelo nela quando ele estava indo  sacrificar Isaac. E nós respondemos: 'Visto que a Escritura dizem que a montanha era arborizado e tinha árvores das quais Abraão cortoiu lenha para o holocausto e a pôs sobre Isaque, [108] e, em seguida, ele deixou os burros para trás com os dois jovens, por que falar bobagem? Pois  naquele lugar também não é coberto com árvores nem há passagem para burros.' E eles estão embaraçados, mas eles ainda afirmam que a pedra é a de Abraão. Então dizemos: 'Que seja a de Abraão, como você tão estupidamente diz. Então, só porque Abraão teve relações com uma mulher sobre ea ou amarrou um camelo, você não tem vergonha de beijá-la, mas você culpa-nos de venerar a cruz de Cristo pelo qual o poder dos demônios e o engano do Diabo foi destruído.' Esta pedra que falam é a cabeça daquela Afrodite quem eles costumavam adorar e a quem chamavam de Khabár. Até os dias de hoje, os traços da escultura são visíveis nela para observadores cuidadosos. 


Como tem sido relacionada, este Maomé escreveu muitos livros ridículos, a cada um dos quais ele estabeleceu um título. Por exemplo, há o livro Sobre a Mulher, [109] em que ele claramente faz previsão legal para a tomada de quatro esposas e, se for possível, mil concubinas - tantas quanto se puder manter, além das quatro esposas. Ele também tornou legal se desfazer da esposa que se desejar e, se assim o desejarem, a tomar para si uma outra esposa da mesma maneira. Maomé tinha um amigo chamado Zeid. Este homem tinha uma bela esposa com quem Maomé se apaixonou. Uma vez, quando eles estavam sentados juntos, Maomé disse: 'Oh, a propósito, Deus mandou que eu despose a sua esposa.' O outro respondeu: 'Você é um apóstolo. Faça o que Deus disse a você e pegue a minha esposa.' De outro modo - ao recontar a história, desde o início, ele disse-lhe: 'Deus mandou que você se livre da sua esposa.' E ele a repudiou. Então alguns dias depois: 'Agora', ele disse, 'Deus me mandou levá-la', em seguida, depois que ele a levou e cometeu adultério com ela, ele fez esta lei: 'Deixe aquele que vai deixar a sua esposa. E se, depois de ter repudiá-la, ele deva retornar a ela, deixar que outro se case com ela. Por que não é lícito desposá-la a menos que ela tenha sido casada com outro. Além disso, se um irmão repudiar sua esposa, deixe que seu irmão se case com ela, caso ele assim o desejar.' [110] No mesmo livro ele dá tais preceitos como este 'Trabalhar a terra que Deus te deu e embeleze-a. E faça isso, e fazê-lo de tal maneira' [111] - Não repita todas as coisas obscenas que ele fez.


Depois, há o livro do Camelo de Deus. [112] Sobre este camelo, ele diz que houve uma camela de Deus e que ela bebeu todo o rio e não podia passar por duas montanhas, porque não havia espaço suficiente. Havia gente naquele lugar, ele diz, e eles costumavam beber a água em um dia, enquanto a camela bebia no dia seguinte. Além disso, ao beber a água que ela os supria com alimento, porque ela lhes fornecia leite em vez de água. Então, porque esses homens eram maus, levantaram-se, diz ele, e mataram a camela. No entanto, ela teve um filho, um pequeno camelo, que, segundo ele, quando a mãe tinha sido morta, clamou a Deus e Deus o tomou para Si. Em seguida nós dizemos para eles: 'De onde foi que o camelo veio?' E eles dizem que era de Deus. Então dizemos: 'Havia outro camelo juntamente com este?' E eles dizem: 'Não.' Então nós dizemos 'como ele foi gerado? Pois vemos que o camelo é, sem pai e sem mãe e sem genealogia, e que aquele que o gerou sofreu mal. Também não é evidente quem o criou. E também, este pequeno camelo foi levado para cima. Então, por que o seu profeta, com quem, de acordo com o que vocês dizem, Deus falou, saber mais sobre o camelo - onde pastava, e quem obtinha leite da sua ordenha? Ou será que ela, possivelmente, como sua mãe, se defrontou com pessoas más e foi destruída? Ou ela entrou no Paraíso antes de vocês, de modo que vocês podem ter o rio de leite que vocês tão estupidamente falam? Por que vocês diz que você tem três rios que fluem no paraíso e um de água, uma de vinho, e um de leite. Se o seu precursor o camelo está fora do paraíso, é óbvio que ela secou de fome e sede, ou que os outros têm o benefício de seu leite e para que o seu profeta é ostentando ociosamente de ter conversado com Deus, porque Deus não o fez revelar-lhe o mistério do camelo. Mas se ela está no paraíso, ela está bebendo água parada, e você por falta de água vai secar no meio do paraíso de prazer. E se, não havendo água, porque o camelo vai ter bebido tudo, vocês tem sede de vinho do rio de vinho que está fluindo, vocês vão se tornar intoxicados por beberem vinho puro e entrar em colapso sob a influência da bebida forte e cair no sono adormecedor. Então, sofrendo de uma cabeça pesada depois de dormir e estar doente do vinho, vocês vão perder os prazeres do paraíso. Como, então, se não entra na mente de seu profeta que isso pode acontecer com vocês no paraíso do prazer? Ele nunca teve nenhuma idéia do que o camelo está fazendo, ainda que vocês nem sequer perguntaram a ele, quando ele antecedeu para vocês com seus sonhos sobre o tema dos três rios. Nós claramente garantimos que este camelo maravilhoso de vocês vos precedem na alma dos jumentos, onde, vocês também, como animais, estão destinados a ir. E há a escuridão exterior e punição eterna, lareira, vermes sem dormir, e demônios do inferno.'


Uma outra vez, no livro da Mesa, Maomé diz que o Cristo pediu a Deus por uma mesa e que isso foi dado a Ele. Porque Deus, diz ele, disse-lhe: 'Eu tenho dado a ti e a tua uma mesa incorruptível.' [113]


E mais uma vez, no livro da Novilha, [114] ele [Maomé] diz algumas outras coisas estúpidas e ridículas, que, por causa de seu grande número, eu acho que deve ser preterido. Ele fez uma lei que eles devem ser circuncidados, e as mulheres também, e ele ordenou-lhes que não guardem o sábado, e nem que sejam batizados.


E, enquanto ele ordenou-lhes de comer algumas das coisas proibidas pela lei, ele ordenou-lhes que se abstenham de outras. Ele, além disso, absolutamente proibiu o consumo de vinho.

Notas de Rodapé

99. Cf. Gen. 16.8. Sozomen também diz que eles eram decendentes de Agar, mas os chamou de decendentes de Sara para esconder a sua origem servil (Ecclesiastical History 6.38, PG 67.1412AB).

100. A palavra árabe kabirun signifca  ‘grande,’ seja em tamanho ou dignidade. Heródoto menciona o culto arábico da "Afrodite Celestial" mas diz que os árabes a chamavam de Alilat (Herodotus 1.131)

101. Pode ter sido o monge nestoriano Bahira (George or Sergius) que encontrou com Maomé em Bostra, na Síria, e alegou ter reconhecido nele o sinal de um profeta.

102. Alcorão, Sura 112.

103. Sura 19; 4.169.

104. Sura 4.156.

105. Sura 5.Il6tf.

106. O manuscrito não tem este adágio, mas Lequien sugere este de Platão.

107. A Ka’ba, chamada ‘A Casa de Deus,’ é reinvidicada (por muçulmanos) de ter sido construída por Abraão com a ajuda de Ismael. Ela ocupa o lugar mais sagrado da Mesquita em Meca. Incorporada na sua parede está a pedra, aqui referida como a famosa Pedra Negra, que é uma rélica da idolotria pré-islâmica dos árabes.

108. Gen. 22.6.

109. Koran, Sura 4.

110. Cf. Sura 2225ff.

111. Sura 2.223.

112. Not in the Koran.

113. Sura 5.114,115.

114. Sura 2.


terça-feira, 24 de maio de 2016

Papa Calisto III e sua reação contra a jihad turco-otomona do século XV


José Atento
Será que podemos aprender sobre o presente e antever o futuro se olharmos para o passado? No tocante a Jihad islâmica, a resposta é "sim." 
A crise que as invasões turco-otomanas do século XV geraram foi enorme. O trecho abaixo retrata a apatia dos governantes europeus católicos no momento. Deve-se relembrar que a Reforma Protestante estava em andamento e que a influência política do Papa tinha se reduzido profundamente.

O que restava do Império Romano do Oriente (Bizantino) não era suficiente para resistir sozinho aos invasores turco-otomanos, liderados pelo Sultão Maomé II. O Império Romano do Oriente e a Igreja Ortodoxa Grega estavam agonizantes e gritando pela ajuda dos cristãos europeus. E os jihadistas turco-otomanos voltavam os seus olhos imperialistas para a Europa Central.

O que segue abaixo tem como referência o livro The Glory of Christendom, 1100-1517, A History of Christendom (Volume 3), de Warren H. Carroll, Christendom Press, 2004.

O Cardeal Bessarion, bispo de Nicéia, era aguardado para ajudar na Ásia Menor, onde os demônios haviam arrebatado a grande cidade [Constantinopla], mas ninguém veio. Ele escreveu desesperadamente e apaixonadamente para o Doge Francisco Foscari, de Veneza, que respondeu ao cardeal prometendo "guerra contra os turcos." A promessa não foi cumprida e os otomanos não tiveram nenhum obstáculo. O Papa Nicolau V persistentemente pediu por uma cruzada, e ele recebeu apoio algum, mas apenas desculpas patéticas e silêncio cruel. A Inglaterra não respondeu, Alfonso V, de Aragón e Nápoles, queixou-se de uma úlcera, Carlos VII, da França, ficou indiferente, e Frederico III, o imperador do Sacro Império Romano, nem sequer participou da Dieta Imperial em Regensburg organizada para apoiar uma cruzada. Naquele momento, o único que se preocupou seriamente foi a Hungria, e por boas razões, uma vez que o Anticristo Maomé II estava visando aquele país como sua próxima vítima. O Papa Nicolau V morreu em 1454, e eleição de um novo pontífice era necessária, alguém que compreendesse a ameaça. O eleito foi o espanhol Alfonso Borja, mais conhecido como Papa Calisto III. Ele era um produto da Reconquista, que compreendia perfeitamente, por conta da experiência, a crueldade e o expansionismo do muçulmano. Por causa de seu fervor religioso e sua compreensão da ameaça islâmica, Calixto III foi o único, neste momento da cristandade ocidental, a clamar por uma cruzada devido a extremidade de situação. Na sua consagração papal ele declarou:
Eu, Papa Calisto III, prometo e juro à Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, a sempre Virgem Mãe de Deus, aos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, e todo o exército celestial, que farei tudo em meu poder, mesmo se for necessário, com o sacrifício da minha vida, auxiliado pelo conselho dos meus irmãos dignos, para reconquistar Constantinopla, que, em punição para o pecado do homem, foi tomada e arruinada por Maomé II [o Sultão turco-otomano], o filho do diabo e inimigo do nossa Crucificado Redentor. Além disso, eu me comprometo a libertar os cristãos definhando na escravidão, a exaltar a verdadeira fé, e a extirpar a seita diabólica deste réprobo sem fé, o Maomé do Oriente. Pois no Oriente, a luz da fé está quase completamente extinta. Eu não irei me esquecer de ti, ó Jerusalém, que a minha mão direita seja esquecida. Que a minha língua fique presa dentro das minhas mandíbulas se eu não me lembrar de ti. Se eu não fizer de Jerusalém o começo da minha alegria, Deus e Seu santo Evangelho me ajudem Amém.
Os pedidos de ajuda do Papa Calisto III não se concertizaram. O máximo que ele pode fazer foi pedir que os sinos das igrejas tocassem durante o ataque dos turcos-otomanos a cidade de Belgrado, sendo defendida pelos húngaros (Cerco de Belgrado, 1456). O cristãos conseguiram defender Belgrado com sucesso derrotando os invasores. Para celebrar esta vitória, o Papa Calisto III ordenou que a celebração da Festa da Transfiguração fosse feita no dia 6 de agosto.


Papa Calisto III (1378-1458), papa de 1455 até 1458