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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Divórcio e Poligamia Islâmica: nos dois casos, a mulher se prejudica


José Atento

Neste artigo, eu exploro um caso recente na Índia como motivação para tratar de duas facetas do islamismo e da lei islâmica (Sharia) nefastas para a mulher: o divórcio (talaq) e a poligamia.

(leia mais sobre os " direitos" da mulher segundo a lei islâmica clicando aqui)

Segundo a Sharia, o marido pode se divorciar da esposa através do "talaq triplo." O talaq triplo é quando o muçulmano diz para a esposa (qualquer uma delas) 3 vezes "eu me divorcio." Pronto. O casamento está desfeito. A(s) esposa(s) não tem o mesmo direito.


A Corte Suprema da Índia foi intimada a julgar a validade do talaq triplo, considerado por muitos como inconstitucional. Mas, o grupo islâmico Conselho Muçulmano da Lei Pessoal da Índia (AIMPLB) avisou aos juízes que eles não têm autonomia para julgarem a lei de Alá (Tehelka). Ou seja: muçulmanos desejam sim ter uma sociedade paralela só para eles ... e em qualquer lugar do mundo! (até que se tornem maioria e imponham a Sharia, seja parcialmente ou em sua totalidade, sobre os não muçulmanos ... pois a Sharia estabelece regras sobre os não muçulmanos)

Este mesmo Conselho Muçulmano afirmou que o talaq triplo é melhor do que o marido matar a esposa (FP India). Essa é a lógica tortuosa do islão, que apenas psicopatas apoiam.

Muçulmanas manifestam pelo fim do talaq

A defesa apresentada pelo Conselho Muçulmano junto à Suprema Corte é um festival de misoginia. Abaixo apresentamos 11 pontos da defesa do talaq triplo bem como da poligamia - o grifo é original da referência  (The News Minute):
1. "leis pessoais de uma comunidade não podem ser re-escritas em nome de reforma social."
2. "Seguindo um sistema de patriarcado, embora certas práticas do Islã pareçam ser aparentemente menos favoráveis ao sexo feminino, já que o pai é o chefe da família, a lei pessoal é concebida de tal maneira que os direitos e obrigações são ajustados para criar equilíbrio, por exemplo, quando o Islã confere certos direitos sobre o macho, ela também impõe obrigações sobre ele, e enquanto que as fêmeas recebem menos direitos, não existem obrigações impostas sobre elas, deste modo criando-se harmonia, mesmo sem perturbar o equilíbrio."
Uma das justificativas para Talaq Triplo
3. "... nos casos em que discordâncias sérias se desenvolvem entre as partes e o marido quer se livrar da esposa, compulsões relativas a demoras no processo de separação legal, e as elevadas despesas de tal procedimento, pode impedi-lo de adotar tal curso, e, em extrema casos, ele pode recorrer a formas criminosas ilegais de se livrar dela ao assassiná-la. Em tais casos, o Talaq Triplo, é um recurso melhor em comparação com estes empreendimentos ilegais."
4. "A Sharia concede o direito ao divórcio para o marido porque os homens têm maior poder de tomada de decisão. Eles são mais propensos a controlarem suas emoções e não tomarem uma decisão precipitada."
5. "Defender a separação através do tribunal implica que as fraquezas da outra parte sejam expostas em domínio público. Algumas falhas morais são consideradas mais escandalosas para as mulheres em nossa sociedade. Por exemplo, a acusação contra um homem que ele tem conduta e temperamento ruins pode danificar apenas um pouco as suas perspectivas de um novo casamento. No entanto, a mesma acusação do marido, feita publicamente contra a personalidade da esposa, pode privá-la da possibilidade de um novo casamento. Ela pode ser mais prejudicada do que beneficiada por processos judiciais."
6. "Ao se conceder ao marido o direito ao divórcio, indiretamente se oferece segurança para a esposa. O casamento é um contrato em que ambas as partes não são fisicamente iguais. O homem é mais forte e o sexo feminino mais fraco. O homem não é dependente da mulher para sua proteção."
7. "Se um discórdia séria se devenvolve entre o casal e o marido não deseja mais viver com ela, a demora associada ao processo de separação, e as despesas inerentes ao mesmo, podem impedi-lo de seguir o curso legal. Em tais casos, ele pode recorrer a meios ilegais e criminosos, como assassinar a esposa ou queima-la viva."
Em defesa da poligamia
8. "No entanto, onde as mulheres superam os homens (em número) e a poligamia não é permitida, as mulheres serão forçadas a levar uma vida de uma solteirona. Em resumo, a poligamia não é para gratificar a luxúria dos homens; é uma necessidade social."
9. "Os homens são condenados a penas de longa duração devido aos seus crimes hediondos, crimes estes que mesmo as mulheres desviantes não podem cometer devido à sua fragilidade natural."
10. "A poligamia garante pureza sexual e castidade. Sempre que a poligamia foi banida, a história indica que o sexo ilícito levantou a sua cabeça."
11. "A preocupação e compaixão para com as mulheres estão no cerne da provisão da poligamia. Se uma mulher é cronicamente doente ou se o seu marido está decidido a tomar uma segunda esposa por causa de sua esterilidade, ou qualquer outro motivo, válido ou frágil, e se a opção da poligamia não estiver disponível para ele, ele ou irá se divorciar dela, o que é algo repreensível, ou ele irá se saciar com uma poligamia ilícita. Uma amante ilegal é mais prejudicial para o tecido social do que uma segunda esposa legítima. Pois a amante ilegal o irá chantagear. Em todos os casos acima, a poligamia é uma benção, não uma maldição para as mulheres."
O problema do islamismo é que ele força os muçulmanos a terem que defender o indefensável e o ilógico. E se você discordar você é ofendido ou agredido.

O homem pode tudo! A mulher nada. Vamos usar a mesma linha de argumentação usada no item 11 acima. Imagine uma esposa jovem de um marido velho, que nem Viagra mais funciona, ou o marido está cronicamente doente, ou ele é estéril. A esposa não pode ter um segundo marido! O homem pode, mas a mulher não! Então, ela vai ter um "amante ilegal", o que é "mais prejudicial para o tecido social do que um segundo marido legítimo." Não seria, então, a poligamia feminina (poliandria) uma benção para o marido?

E, adotando a "lógica" do item 10, a poliandria "garante a pureza sexual e a castidade", pois a mulher estaria tendo relações sexuais apenas com os seus maridos. A poliandria, neste caso, não é para gratificar a luxúria das mulheres (que é menor do que a dos homens segundo o sapiencíssimo Alá), mas sim uma necessidade social (conforme o item 8).

O fato é que existem muçulmanos com cérebro e com coragem para lutar contra a Sharia. Por exemplo, no começo deste ano, uma petição online, assinada por 50 mil mulheres muçulmanas da Índia, pediu a abolição do talal triplo e da poligamia (First Post). E um grupo chamado Busca das Mulheres Muçulmanas pela Igualdade (Muslim Women’s Quest for Equality - MWQE) também entrou com recurso na Suprema Corte da Índia pedindo pelo banimento dos tribunais islâmicos e pedindo para que a lei islâmica (Sharia) não seja mais permitida para funcionar como um sistema judiciário paralelo (Independent).

Muitos muçulmanos defendem abertamente a poligamia porque foi assim que Maomé (e o seu alter-ego Alá) definiu. Afinal, Maomé tinha que garantir o seu harém, e impedir que as suas esposas o traíssem com outros homens. As mulheres muçulmanas pagam pelos crimes cometidos por um pervertido sexual do século VII (Maomé).

Muçulmanas (que conhecem a Sharia e têm coragem) dizem não à poligamia
(As muçulmanas idiotas que não conhecem a Sharia a defendem)

Um estudo realizado pela ONG Bharatiya Muçulmana Mahila Andolan, em 10 estados da Índia, constatou que 92,1% dentre as 5 mil mulheres muçulmanas entrevistadas são favoráveis à proibição da prática do talaq triplo. Este estudo envolveu um grupo de mulheres com as seguintes caraterísticas: 78% não possui renda própria, 82% não tem propriedade em seu nome, 55% foi casada antes dos 18 anos e 53% tinha enfrentado violência doméstica (Times of India). Mesmo assim, o estudo mostrou que 91,7% delas é contra que seus maridos se casem pela segunda vez (Times of India).

Além de não terem quase nada, estas mulheres muçulmanas ainda têm contra sí Alá e a lei islâmica (Sharia).

Agora, vejamos. Se adultos, homens e mulheres em posição de igualdade e donos do seu nariz, desejam ter um relacionamento "poliamoroso" isso é um problema deles. O que ocorre no islamismo é que apenas os homens têm este direito, e as mulheres não tem mecanismos de defesa, pois elas estão em um estágio inferior e a lei islâmica é toda favorável aos homens. 

Mulheres muçulmanas que defendem a poligamia, bem como o talaq triplo, não odeiam apenas a sí mesmas. Eles odeiam, principalmente, as outras mulheres.

Mas, enquanto isso, nós aqui no Brasil temos que aturar clérigos islâmicos, como o xeique Rodrigo Rodrigues, o xeique Jihad Hammadeh, e outros, bem como apologistas de todos os tipos, até mesmo de igrejas cristãs, defendendo o islamismo e tentando tapar o sol com a peneira. Não! Não! E Não! Não queremos Sharia no Brasil! 
A Sharia é um sistema legal que é 100% contrário à Constituição do Brasil.  
Para complementar, algumas evidências envolvendo a poligamia, e porque ela é ruim para homens, mulheres, crianças e para a sociedade em geral.
  • A poligamia contribui com o aumento da criminalidade, porque nas sociedades poligâmicas, sempre haverá um grupo de homens jovens solteiros que não têm nenhuma perspectiva de uma parceira, pois não há mulheres suficientes e eles não têm dinheiro ou status suficiente para terem uma esposa. É um fato sociológico bem estabelecido que os homens solteiros tendem a cometer mais assassinatos, roubos e estupros (Pinker 2011, p. 104-105).
  • Nas culturas que permitem os homens a tomarem várias esposas, a competição intra-sexual que ocorre leva a um maior nível de crime, violência, pobreza e desigualdade de gênero do que nas sociedades que institucionalizam e praticam o casamento monogâmico (Henrich, UBC).
  • Pesquisadores descobriram recentemente uma associação significativa entre a prevalência de poligamia e a facilidade de recrutamento de jovens para grupos terroristas (Politico). 
  • O casamento monogâmico precedeu a democracia e os direitos de voto para as mulheres nos países em que foi institucionalizado. Ao diminuir a concorrência por noivas cada vez mais jovens, o casamento monogâmico levou a um aumento da idade do primeiro casamento para as mulheres, diminuiu a diferença de idade entre os cônjuges, e elevou a influência feminina nas decisões domésticas, o que diminuiu a fertilidade total e aumentou a igualdade de gênero (Henrich, UBC).
  • O casamento monogâmico também resulta em melhorias significativas no bem-estar infantil, incluindo taxas mais baixas de negligência infantil, abuso, morte acidental, homicídio e conflitos intra-familiar (Henrich, UBC).
  • A violência contra as mulheres torna-se endêmica no contexto de sociedades polígamas. Tais culturas apresentam taxas de tráfico sexual e violência doméstica contra as mulheres que são o dobro do que as taxas em sociedades de baixa poligamia, enquanto o risco de mutilação genital feminina em sociedades altamente políginas aumenta cem vezes. E quando se trata de crianças, meninos e meninas nas sociedades poligâmicas estão em maior risco de desnutrição e também recebem menos educação, tornando a mobilidade social desafiadora (Politico).
  • Nas sociedades poligâmicas, os casamentos são frequentemente arranjados, é mais provável das mulheres se tornarem viúvas precocemente, o direito de custódia dos filhos favorece o pai, e as mulheres são frequentemente isoladas (NY Times).  
  • Um exemplo deste isolamento vem de um estudo realizado nos Emirados Árabes, que indicou o nível de problemas de natureza emocional sentido pelas mulheres, especialmente quando elas descobriram que o seu marido havia tomado outra esposa. "Os casos graves variam de depressão, ataques de raiva ou até mesmo doenças" (The National).
Referência a dois estudos recentes sobre poligamia:
  1. Rose McDermott e Jonathan Cowden, Polygyny and Violence Against Women, The Polygamy Question, University Press of Colorado, 2015. (disponível em html neste link)
  2. Joseph Henrich, Robert Boyd, PeterJ.Richerson, The puzzle of monogamous marriage, Phil.Trans.R.Soc.B, 2012, 367, pp. 657–669, doi:10.1098/rstb.2011.0290

Um caso ocorrido na Australia ... 
Austrália: presidente to Conselho Islâmico pede pela Sharia e poligamia
Keysar Trad é presidente da Federação Australiana de Conselhos Islâmicos é um homem de meia idade casado com uma mulher também de meia-idade. Ele quer "carne nova" e disse que é melhor se casar de novo do que divorciar-se da atual esposa. (veja a foto do casal abaixo)
Alguns comentários:
  1. Este muçulmano não é qualquer um!
  2. No Brasil, também existem muçulmanos promovendo a poligamia (veja este exemplo)
  3. Este muçulmano é mais um exemplo de como o islamismo mata a lógica. Ele usa o fato da esposa não ser mais jovem e atraente como desculpa para se casar novamente (claro, com alguma mulher mais jovem), e que o fato da esposa não ser mais jovem seria uma razão para divórcio. (Mas de onde vem esta idéia? Adivinhem: do exemplo de Maomé com a sua segunda esposa)
  4. Mas, ainda com respeito ao envelhecimento natural das pessoas. Não existe nada mais digno do que um casal envelhecer junto. Mas, este muçulmano importante acha que a esposa dele já "está passada." Fique ele sabendo que ela, certamente, acha o mesmo dele!

Continuando na notícia. Um clérigo australiano (Iman Tawidi) está criticando a atitude de Keysar Trad dizendo que ele está fazendo isso apenas para satisfazer "prazer, atração sexual e, até mesmo, vingança." (Mail)

Este cara se acha o máximo e quer se casar novamente


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Sociedade Beneficente Muçulmana do RJ promove poligamia


José Atento

No artigo Jesuítas promovem o islamismo no Rio de Janeiro (?) eu havia mencionado que a Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM) é apenas uma organização de fachada para promover o islamismo, e não uma sociedade realmente beneficente. Este fato torna-se evidente se consultarmos os Boletins que a SBM publicava, e os mantém no seu site.

De modo que o Centro Loyola, se está fazendo papel de tolo, ou de idiota útil não vem ao caso. Mas, com certeza, o Centro Loyola deveria verificar para quem ele abre as suas portas. O Centro Loyola é responsável por quem eles convidam.



O último Boletim do SBM (disponível online) promove a poligamia, em um artigo intitulado "A poligamia tupiniquim", de autoria de Hassan Cavalcanti (o fato que recém-conversos passem a adotar nomes árabes é uma evidência do colonialismo que vem à reboque da islamização - e isso é parte do aniquilamento cultural das terras islamizadas). O artigo se utiliza de uma novela da TV Globo na qual existia um casal polígamo. A crítica implícita à poligamia na novela é usada como munição para defendê-la, em todos os seus aspectos mais repugnantes. Eu vou ressaltar os três trechos mais importantes.

Logo no início, o artigo diz:
Porque se deveria proibir o que Deus [Alá] permitiu? Não há nada no Qur'an [Alcorão] ou ahadith [Hadices, tradição de Maomé] que possa embasar a negação do homem desposar mais de uma mulher. Essa afirmação ainda causa polêmica e motivo de ataque ao costume que é lícito para os muçulmanos. 
O artigo não poderia começar mostrando mais claramente o aspecto supremacista do islamismo, e a sua lógica tortuosa de que "se está escrito no Alcorão está correto, pois está escrito no Alcorão."

O pior é que existe um conceito na Sharia que argumenta que não se pode proibir o que é permitido. A poligamia é permitida. A lei brasileira a proíbe. De modo que a lei brasileira é contrária a lei de Alá, ou seja, é contra a Sharia. Dentro de um ponto-de-vista estritamente islâmico, isso já caracteriza "opressão" e "perseguição." Lembre-se o que Maomé disse neste Hadice autêntico (Sahih): "
Foi narrado sob a autoridade de Abdullah b. 'Umar que o Mensageiro de Alá disse: Eu tenho sido ordenado a lutar contra as pessoas até que elas atestem que não há outro deus senão Alá, que Maomé é o mensageiro de Alá, e eles rezem, e paguem a Zakat, e se eles fizerem isso, o seu sangue e propriedade terão proteção garantida em meu nome, exceto quando tal se justifique por lei, e seus assuntos descansam com Allah. (Muslim, Livro 1, Número 33)
Opressão (por exemplo, se opor aquilo que é lícito no islão, tal como a poligamia) é um crime seríssimo segundo a lei islâmica.


O segundo trecho que quero chamar a atenção é o mostrado abaixo. Nele, a ótica tortuosa e a misoginista que fazem parte da poligamia são mostrados em toda a sua clareza. Diz-se que a mulher deve abrir mão do sentimento de união, pois "a misericórdia no casamento com mais de uma mulher deve ser mútua" (entre quem?). Como a mulher é "beneficiada pelo seu marido" ela deve fazer um monte de coisas (dentro de um texto cheio de palavras de efeito). Pergunta: o que o marido deve fazer? Nada. Apenas a mulher deve abrir mão e se adaptar.


Neste mesmo artigo, o autor ainda usa o lugar-comum de que a poligamia foi uma consequência de homens que morriam em guerra e que existiam muitas viuvas. Na verdade, a poligamia acontece com homens que envelhecem se casando com mulheres jovens, de modo que as mulheres mais velhas (viúvas) ficam na mão, ou passíveis de se envolverem com casamentos temporários.

Na verdade, a poligamia tem sido, desde os primórdios do islão, uma arma usada com fins demográficos, a Jihad Demográfica. Os homens muçulmanos podem se casar com mulheres que não sejam muçulmanas ao passo que as mulheres muçulmanas podem apenas se casar com muçulmanos. Isso faz com que os homens muçulmanos, em todas as terras conquistadas e ocupadas militarmente (que foi o status-quo da islamização) e agora, as terras para onde eles têm imigrado (um fenômeno recente das últimas décadas), busquem se casar com (várias) mulheres não-muçulmanas jovens e em idade de procriação (muitas vezes sem dizer que eles têm outras esposas no seu lugar de origem). Enquanto isso, os homens não-muçulmanos, que só podem se casar com uma mulher, têm uma população de mulheres de onde eles podem escolher a sua esposa cada vez mais reduzida.

Isto faz com que o número de muçulmanos aumente, ao passo que o número de não-muçulmanos fique estagnado ou diminua. Basta uma ou duas gerações para que os muçulmanos estejam em número suficiente para impor a lei islâmica Sharia sobre os não-muçulmanos, tornando estes últimos cidadãos de segunda-classe, os dhimis.

E é gente com esta mentalidade que os jesuitas do Centro Loyola estão sendo anfitriões.

Lamentável.

O artigo completo segue abaixo.


Existem grupos muçulmanos contra a poligamia, por entenderem o quanto esta prática nulifica a mulher dentro de relação, tornando-a um mero joguete. Mas o Brasil está permitindo que a pior espécie de islamismo venha para cá, exatamente o tipo que mais deseja Sharia, os salafistas, wahabistas, irmandade muçulmana e komeinistas. Precisamos dar um basta a isso! 

NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL

Entendeu, Centro Loyola. Vou repetir: Não queremos Sharia no Brasil !!!!