Mais do que uma religião, o Islã é uma doutrina ideológica completa, que rege os aspectos da vida de muçulmanos e não-muçulmanos. É a única "religião" com uma teologia com regras para a conquista e subjugação dos não-muçulmanos, consolidadas na Lei Islâmica, a Sharia. O objetivo do Islã é implementar a Sharia em todo o mundo. Este blog apresenta aspectos da Sharia que são contrários aos Direitos Humanos, bem como mostra que a Sharia está viva, atuante, e se propagando pelo mundo.
Amputação é punição para crime de pensamento (crime político) ou crime comum, e segue o estabelecido no Alcorão 5:33 e 5:38
Surata 5:33, que trata de quem comete um "crime de pensamento" (ou crime político) ao se recusar a se tornar muçulmano, a se subjugar à Sharia, ou a criticar o islamismo abertamente: devem ser mortos, ou crucificados, ou terem as mãos cortadas, ou serem banidos da terra.
Surata 5:38, que se refere especificamente a quem comete um crime comum: ter as mãos cortadas.
5:33 -
5:38 -
O problema com a amputação é que ela não dá a oportunidade para o criminoso se redimir. Quantas pessoas fazem coisas erradas na vida, mas acabam se redimindo e dando contribuições positivas para a sociedade? Ao invés disso, a sociedade islâmica ganha mais um aleijado improdutivo, além do estigma que ele carrega para o resto da vida. A percepção social de Alá é muito fraca e retrógrada.
ISIS amputa as mãos de duas crianças em Mosul por terem se negado a executar pessoas
Os membros da organização jihadista Estado Islâmico (ISIS) amputatam as mãos de duas crianças porque elas se recusaram a executar dois civis de suas famílias na cidade iraquiana de Mosul. As crianças tinham 10 e 12 anos, disseram as autoridades. (Amigos de Irak)
outubro de 2015
Arábia Saudita decepa indiana; Índia protesta
Ministra das Relações Exteriores da Índia protestou contra o governo saudita, após saber que empregada (chamada Kasthuri Munirathinam cuja idade é de 55 anos) oriunda de seu país teve uma das mãos cortadas apenas por tentar fugir da casa dos seus patrões, devido aos abusos constantes que sofria por parte dos mesmos. (fontes)
junho de 2015
Mais uma amputação pelo Estado Islâmico. As imagens são circuladas com orgulho pelas redes sociais do jihadistas psicopatas
(O Globo, junho/2015).
Malásia procura médicos para promover a punição islâmica da amputação de modo profissional.
Mas o efeito é o mesmo: o "ladrão de galinha" que perder a mão vai ficar sem a oportunidade de se redimir. (Fonte)
Amputação na Síria
Na lei islâmica. música, arte, beleza, são proibidos, mas matar, torturar, violar, mutilar, são o pão nosso de cada dia. Hoje na Síria, amputação de mão a um "pecador", transmitida por tecnologia "infiel" para todo o mundo: a primeira amputação via twitter. (Sarcasmo: Mas é claro isso não tem nada a ver com o islão. O fato de ser prescrito no alcorão e consolidado na lei islâmica é apenas uma coincidência) (Washington Post).
Estado Islâmico desenvolve máquina de amputar
Mutilação em escala industrial.
Essa é a "gloriosa ciência islâmica" implementando a Sharia.
Isso não é coisa de algum grupo secundário. Isso é a lei islâmica sem aplicada, do mesmo modo que é aplicada pelo governo de diversos países! (minuto digital)
Amputações na Nigéria
Mali: sobreviventes de amputações compartilham o seu sofrimento
Mali: mais sofrimento oriundo de punições islâmicas
Degolamento é punição mor do islamismo. Ela se aplica para para crime de pensamento (crime político) ou crime comum, e pode ser justificada em várias passagens do Alcorão bem como na Tradição de Maomé (Sunnah). Por exemplo, Alcorão 8:12 e 47:4. E lembre-se que Maomé ordenou a degola de entre 600 a 900 pessoas (dependendo da fonte) em uma única noite, assistindo as execuções, enquanto os corpos decepados eram jogados em uma trincheira cavada no chão.
Surata 5:33, que trata de quem comete um "crime de pensamento" (ou crime político) ao se recusar a se tornar muçulmano, a se subjugar à Sharia, ou a criticar o islamismo abertamente: devem ser mortos, ou crucificados, ou terem as mãos cortadas, ou serem banidos da terra.
Surata 8:12 "Corte fora as suas cabeças e a ponta dos seus dedos."
Surata 47:4 "E quando vos enfrentardes com os incrédulos, corte-lhes as cabeças e espalhe o sangue deles (...) matai-os onde quer que os encontreis."
agosto de 2018 Arábia Saudita decapita ativista feminina em público
Esra al-Ghamgam, foi executada sob as ordens do promotor no domingo. Ela foi detida ao lado de seu marido Seyyed Musa Ja'afar Hashem em sua casa na região principalmente xiita de Qatif na Província Oriental em 8 de dezembro de 2015. (yjc)
junho de 2016
Estado Islâmico degola jogadores e treinador por prática de esporte anti-islâmico
Futebol. Degolados no meio da rua, na frente de crianças. (O Globo)
Estado Islâmico degola menina de 4 anos na frente da mãe
E depois, joga o sangue a filha no colo da mãe. O motivo não está claro. (fonte)
fevereiro de 2016
Estado Islâmico vende na internet cabeças de vítimas decapitadas
“Coleccionadores” estão dispostos a pagar mais de 500 dólares por cada cabeça. O preço varia dependendo da cabeça ter pertencido a um ex-muçulmano ou cristão (Nosso Portugal, fevereiro/2016).
Arábia Saudita executa aiatolá xiíta, e Irã ameaça com "vingança divina" Leia artigo no blog.
outubro de 2015 Arábia Saudita decepa indiana; Índia protesta
Ministra das Relações Exteriores da Índia protestou contra o governo saudita, após saber que empregada (chamada Kasthuri Munirathinam cuja idade é de 55 anos) oriunda de seu país teve uma das mãos cortadas apenas por tentar fugir da casa dos seus patrões, devido aos abusos constantes que sofria por parte dos mesmos. (fontes, outubro/2015)
Notícia de 2013: Arábia Saudita pendura delogados para serem vistos pelo público Cinco cidadãos do Iêmen. Celebração da morte. (fonte)
Mulheres degoladas, acusadas de feitiçaria
Estado Islâmico louva Alá com a degola de duas mulheres acusadas de feitiçaria (na verdade, elas estavam buscando comida). Os seus maridos também foram degolados.
Várias das escravas sexuais foram apedrejadas sob a acusação de adultério (a doença mental dos jihadistas é medonha. Estupram e abusam das mulheres para depois as acusarem de adultério).
Outros cinco homens também foram crucificados em praça pública, sendo que as crianças foram incentivadas a caçoarem deles enquanto eles sofriam. (Reuters, julho/2015)
Arabia Saudita: aumento de degolamentos é tamanho que país está contrando mais carrascos
(maio/2015) Governo saudita está contratando 8 novos carrascos. Em 2004, 90 pessoas foram executadas. Até abril deste ano, este número já foi igualado (fonte).
Arábia Saudita: decapitações atingem "níveisrecordes" em agosto Umapessoa foicondenada à mortena Arábia Sauditaquase todos os diasdeste mês, coma execução de seuprisioneiro23ontem.A execução deal-Qurey vem a coroaruma semanamortalem todo o mundocoma decapitação deum homem egípciopor grupos armados na Líbiae aexecução de 18informantesdo Hamas, segundo a AnistiaInternacional. EsteAgosto mortal éapenas a pontado icebergpara a Arábia Saudita, que executou mais de2.000pessoasentre 1985e 2013. Na Arábia Saudita, as pessoas podem serexecutadas poruma série decrimes, incluindo adultério, roubo armado,apostasia, crimes relacionados com drogas, estupro, bruxaria e feitiçaria. A maioria dasexecuçõessão feitas pordecapitaçãoemuitos tomamlugarem público.Em alguns casos,corpos decapitadossão deixadosno chãoem praças públicascomo um "impedimento". (News.com.au)
Execuções são feitas em várias cidades, inclusive em Meca, a cidada mais sagrada do islamismo. Ninguém falou sobre isso. Imagine, porém, se acontecessem degolamentos no Vaticano? O mundo viria à baixo e a imprensa iria fazer disso manchete. Pense nisso.
Arábia Saudita: decapitação de 5 estrangeiros desencadeia protestos de ativistas dos direitos humanos
Especialistas alertam que 2015 marcará um aumento dramático em execuções públicas, pois 80 pessoas já foram mortas, em comparação com 88 em todo o ano de 2014. (rt)
EXTREMAMENTE GRÁFICO!!!
Por favor, aqueles que têm qualquer problema físico ou piscológico, sei lá, EVITEM ASSISTIR O VÍDEO, porque é realmente chocante. NO ENTANTO, esta é a filmagem documental denunciando crimes pelos muçulmanos devotos e tem que ser divulgado.
Decapitação é abate ritual islâmico. Pendurar a cabeça de inimigo em estacas era algo que Maomé mandava fazer para aterrorizar os inimigos.
Existem pessoas que minimizam o que está acontecendo, bem como minimizam as manifestações que estão ocorrendo no mundo inteiro ... o fato é que o radicalismo está se expalhando. Vejam bem, pessoas normais (Europeus, Americanos, Canadenses, Australianos) estão se juntando aos jihadistas e cometendo as maiores barbaridades. O que as transformou em bárbaros? O que existe de comum entre elas? Pobreza? Falta de liberdade? Nada disso. O que eles tem de comum é o Islão.
Palmira: Estudioso de 80 anos foi decapitado por se recusar a revelar a localização de objetos de valor Semana passada, os valorosos soldados de Alá, do Estado Islâmico, decapitaram Khaled al-Asaad, um renomado estudioso do mundo antigo de 83 anos, pendurando-o em uma coluna romana nas ruínas de Palmira, na Síria. Exatamente como Maomé fez com Kinana, após o ataque traiçoeiro ao Oásis de Kaibar. (Fonte, agosto/2015) Leia mais no artigo Maomé e Estado Islâmico torturam e matam em busca de tesouros. Infiél degolado pelo Estado Islâmico
Só um exemplo do que é a ortodoxia islâmica em sua forma mais "purista": Mutilações e decapitações não são exclusividade de jihadistas, estão na Sharia e são oficiais na Arábia Saudita e outros países do Golfo. Isto é a ortodoxia islâmica na sua verdadeira face, nua e crua (Minuto Digital)
Arábia Saudita: execução da indonesa Ruyati Binti Sapubi
Ela era empregada doméstica, e assassinou a sua patroa após anos de abuso. A execução ocorreu em 18 de junho de 2011.
Arábia Saudita: mulher degolada na rua enquanto pedia por clemência
Uma mulher foi decapitada numa rua na Arábia Saudita por matar sua enteada de seis anos, gritava sua inocência vista em imagens gráficas da execução enviadas para a Internet. (dailymail)
Arábia Saudita degolou 19 pessoas em agosto de 2014
Crimes variam de posse de drogas a "magia."
Rebeldes sírios, financiados por Obama, decapitam um bispo cristão e dois outros homens cristãos aos gritos de Alahu Akbar
Notícia de 2013. Leia no blog.
Mais um degolamento em Londres
Notícia de 2013. Leia no blog.
Crucificação é punição para crime de pensamento (crime político) e segue o estabelecido no Alcorão 5:33
Surata 5:33, que trata de quem comete um "crime de pensamento" (ou crime político) ao se recusar a se tornar muçulmano, a se subjugar à Sharia, ou a criticar o islamismo abertamente: devem ser mortos, ou crucificados, ou terem as mãos cortadas, ou serem banidos da terra.
Crucificação é um método de execução bárbaro e humilhante
Abolido no mundo todo, muitos séculos atrás, exceto no mundo islâmico, onde ele é defendido por ter sido prescrito por Alá.
Arábia Saudita crucificou um homem em Meca enquanto acusa o Canadá de intromissão sobre os direitos humanos
O homem crucificado, Elias Abulkalaam Jamaleddeen, foi acusado de assassinato, roubo e tentativa de estupro, segundo a Bloomberg. (businessinsider, agosto/2018)
Líbia: Estado Islâmico crucifica aqueles que rejeitam "reeducação"
Um grupo de pessoas que conseguiu fugir da cidade de Sirte (Líbia) – a qual foi invadida em fevereiro de 2015 pelo Estado Islâmico (ISIS) – denunciou que os jihadistas impuseram a sharia (lei muçulmana) e fazem crucificações e chicotadas publicamente às pessoas que não aceitam as suas leis ou cursos de “reeducação”. (acidigital, fevereiro/2016)
Califado Islâmico crucifica menino de 12 anos na frente do seu pai
Membros do grupo Estado Islâmico crucificaram um garoto de 12 anos na cidade de Aleppo, na Síria, no último mês de setembro, após cortarem a ponta dos dedos do jovem na frente de seu pai, segundo um relato da ONG Christian Aid Mission. Além disso, (fonte outubro/2015)
Arábia Saudita condena jovem à morte por crucificação
Ali Mohammed al-Nimr, filho de um opositor ao governo saudita, foi preso em 2012, aos 17 anos. Mês passado, a Corte de Apelação confirmou a sua sentença de morte por crucificação. (fonte outubro/2015)
Arábia Saudita condena clérigo xiíta para ser crucificado
O principal tribunal da Arábia Saudita condenou um carismático líder da oposição à morte por falar contra família governante do reino. Acusado de crimes de terrorismo e "quebrar lealdade ao rei," o juiz manteve sentença mais dura do país - "crucificação" - onde o corpo decapitado será exibido publicamente. Seus irmãos teriam sido detidos após a condenação. (The Star)
Lembrem-se que a Arábia Saudita gastou 80 bilhões de dólares com a construção de mesquitas ao redor do mundo (inclusive sabe onde?), bem como na educação de clérigos islâmicos (que vem imigrando para um país ... você sabe qual? Um país que abriu as suas portas para imigrantes dos "paraísos islâmicos." Hum, que país é esse?)
ISIS crucifica até mesmo crianças
(fonte) ISILcrucificaoito de seusinimigosForam executados, sendo que os seus corpos foram crucificados em praça pública onde permaneceram por 3 dias (junho/2014 , The Daily Star)
Iêmen: homem é executado e pendurado em traves de gol por membros da Al Qaeda, acusado de ser espião dos EUA
Gesto seria "alerta" para outros possíveis agentes infiltrados na rede terrorista (março/2014, R7).
Síria: jihadistas matam e depois crucificam um homem acusado de assalto
De olhos vendados, um tiro na cabeça, e enforcado em uma cruz para que todos possam ver, o corpo morto de um suposto assaltante é desfilado em uma praça da cidade para as pessoas tirarem fotografias em celulares. O homem foi acusado de “propositadamente matar um muçulmano para tomar o seu dinheiro” em um tribunal da Sharia criado pelo célula de terror O Estado Islâmico do Iraque e da Síria, que invadiu a cidade de Raqqa, norte da Síria (R7).
O açoite, como forma de punição, é prevista na lei islâmica. Veja alguns exemplos abaixo.
setembro de 2018 Malásia: mulher condenada ao açoite por infringir a lei islâmica
Um tribunal religioso do estado oriental de Terengganu, governado pelo Partido Islâmico Pan-Malaio (PAS) condenou uma mulher ao açoite por oferecer serviços sexuais. A mãe solteira de 30 anos, que foi capturada por policiais islâmicos em um hotel em 17 de setembro, havia pedido clemência, dizendo que se voltou para a prostituição para criar seu filho e não recebia apoio financeiro de seu ex-marido (reuters).
Mulher açoitada em praça pública, acusada de sexo fora do casamento
Mais uma punição cruel na província de Achem (express).
julho de 2018 Indonésia (Achem): casal gay chicoteado por sexo proibido pela sharia
Os dois homens foram flagelados mais de 80 vezes cada por terem feito sexo gay, o que é ilegal sob a lei islâmica. Durante a punição, a multidão celebrou e dirigiu insultos contra eles (rappler)
Irã: vídeo mostra homem sendo açoitado em público
República ISLÂMICA do Irã (nrc-iran)
novembro de 2017
Indonésia: mais uma mulher açoitada acusada de adultério
Além dela, outras 9 pessoas também foram açoitadas sob a mesma acusação (Mirror).
Indonésia a caminho do caos islâmico
Grupos de direitos humanos denunciam a Indonésia pela sua adoção da Sharia. Em 2016, 339 pessoas foram açoitadas em praça pública como punicão, incluindo 37 mulheres. Em 2 de feveiro deste ano, 26 pessoas foram açoitadas, a maioria acusadas de fazerem apostas. (Jakarta Globe)
outubro de 2016 Indonésia: sete casais de namorados açoitados por passearem juntos
Todos condenados, exceto uma menina que está grávida. Ela será açoitada ou apedrejada após o nascimento da criança? (G1)
Indonésia: Onze pessoas são castigadas em público após descumprir lei islâmica
Três casais que não oficializaram seu matrimônio e cinco apostadores acusados de violar a sharia (lei islâmica) foram castigados em público em frente à mesquita de Al Furqan de Banda Aceh, na Indonésia (isso foi em agosto de 2016). Após uma cerimônia inicial, que incluiu leituras do Al Corão e ensinamentos sobre a importânica de seguir às estritas normas islâmicas impostas na província, os casais e os apostadores foram conduzidos pela polícia local da sharia a um local para receber entre seis e 20 chicotadas em público. IMAGENS EFE/EPA. EFE TV - Madrid
Indonésia: estudantes açoitados 100 vezes por sexo fora do casamento
Eles são solteiros. Caso contrário seriam apedrejadas. Três homens e três mulheres. (Express)
Indonésia: mulher açoitada em praça pública por namorar
Uma ofensa chamada "khalwat" Isso ocorreu na Província de Achem, em frente a mesquita Al Furqon. O namorado também foi açoitado. (Sun)
Arábia Saudita: cidadão britânico de 74 anos condenado a 360 chibatadas
Ele tinha sido condenado a um ano de prisão por ter produzido vinho em casa, agora pode receber 360 chibatadas. Claro que isso é uma condenação de morte. (fonte)
Punição por açoite na "moderada Indonésia"
Isso acontece na Província de Aceh, que é regida pela lei islâmica Sharia. Um total de 34 pessoas foram açoitadas em um único dia, pelos "crimes" mais diversos, incluindo khalwat, o contato com afeição entre pessoas solteiras, e participar em jogos de azar. As punições aconteceram dentro de mesquitas, e em público. (Jakarta Post)
Atualizações em dezembro de 2014
Sudão: muçulmana chicoteada em público por ter usado calças
E o Sudão foi um dos países que o governo brasileiro perdoou a dívida recentemente.
Um artigo anterior, Punição com o Fogo: Mais um legado de Maomé, eu tratei da punição com o fogo, e como ela foi aplicada por Maomé e seus companheiros. O contexto do artigo foi a imolação do piloto jordaniano que foi preso pelo Estado Islâmico. Contudo, a mídia social do Estado Islâmico defende que a punição foi feita como Qisa, ou seja, retaliação pelo fato do piloto estar atacando o Estado Islâmico (claro, que do ponto-de-vista do Estado Islâmico, a ação deste piloto é um crime, ao passo que degolar, crucificar, assassinar, banir, escravizar sexualmente, estuprar e pilhar são ações virtuosas, pois foram praticadas por Maomé durante a sua vida e aprovadas pelo Alcorão).
O piloto jordaniano, além de queimado,foi coberto por escombros. Isso porque o Estado Islâmico o acusou de bombardear jihadistas, matando-os queimados e cobertos por escombros. Dente-por-dente, olho-por-olho (Qisa), do modo mais literal possível.
Em resumo, o que a lei islâmica diz é que, em caso de lesão corporal ou morte, a família da vítima, ou o Estado Islâmico, tem o direito de aplicar a mesma lesão corporal ou tipo de morte que o culpado cometeu. Qisa significa "equidade."
o3.0 RETALIAÇÃO DE LESÕES CORPORAIS OU MORTE (Qisas)
o3.1 Retaliação é obrigatória (A: se os beneficiários quiser aplicá-la (dis: o3.8)) quando há uma (N: puramente) lesão intencional (def: o2.4) contra a vida ou de ferimentos graves.
o3.2 Retaliação é obrigatória em troca de lesões (A: parte por parte proporcional) sempre que a
lesão retaliativa possa ser (S: totalmente) infligida sem exceder a extensão da lesão original, tal como
(A: quando a lesão é no retaliativo) um olho, pálpebra, a parte macia do nariz, das orelhas, dente, lábio, mão, pé, dedo, dedo, pénis, testículos, vulva, e semelhantes; desde que a lesão de retaliação seja como a original, o que significa que um membro do direito não é levado para um esquerdo, um superior para um inferior, nem um membro funcional por um membro paralisado. (N: Nem há retaliação por ferimentos a bala não fatais no estômago ou peito, por exemplo, uma vez que tais lesões não podem ser reproduzidas sem risco de danos maiores do que a razão original pela qual eles chamam de uma indenização (dis: o4.15). sozinho) Não há nenhuma retaliação por (O: quebra) um osso (A: embora o pagamento é devido para cobrir o custo do tratamento e assim por diante).
o3.3 As fêmeas têm o direito de retaliar contra os homens, crianças contra adultos, e pessoas de baixa classe contra a classe alta; se a retaliação for uma vida por uma vida, ou membro por um membro.
o3.4 Não é admissível a exata retaliação contra alguém sem a presença do califa (def: o25) ou o seu representante (O: o que significa que é necessário ter a permissão de um deles, porque
do perigo e falta de conhecimento envolvido em retaliação exigente consigo mesmo, uma vez que requer o julgamento e raciocínio pessoal de um governante. Se alguém toma retaliação sem a permissão do califa, então é válido (A: ou seja, basta a demanda por ele), mas a pessoa que levou ele é disciplinada (def: O17) para arrogando prerrogativa do califa, uma vez que a administração de retaliação é uma de suas funções e usurpa-la é errado). Se uma pessoa que tem o direito de retaliar for capaz de fazê-lo eficientemente (O: ser um homem forte, que sabe como fazê-lo), ele é permitido. Se não, ele é ordenado (N: pelas regras ou seu representante) para ter outro para fazê-lo.
o3,5 Se duas (O: ou mais) pessoas têm o direito de exigir retaliação contra o agressor, não é
admissível que apenas um deles insista em fazê-lo (O: apesar de se escolher um de si para
exigi-lo, isso é permitido, e o escolhido é considerado como o outro agente comissionado. os
dois não podem levar a retaliação em conjunto, pois isso equivale a torturar a pessoa que está sendo alvo de retaliação). Se cada um insiste que ele seja o único, eles devem tirar a sorte para ver quem vai fazê-lo.
o3.6 Não há nenhuma retaliação contra uma mulher grávida até que ela dê à luz e a criança seja capaz de se saciar com leite de outra.
o3.8 Sempre que alguém que tem o direito de exigir retaliação decide, ao invés, de perdoar o agressor e tomar uma indenização (def: o4) dele, a retaliação não é mais aplicada, e a pessoa merecedora tem direito à indenização. Se algum de um grupo de pessoas que têm o direito de retaliação concorda em renunciar a ele, como quando uma vítima de assassinato tem filhos e um deles perdoa o assassino, a retaliação não é mais obrigatória, eo grupo merece uma indenização por parte do infractor. (A: Ou a indenização pode também ser dispensada.)
o3.9 Quando alguém mata um grupo de pessoas ou os mutila, um após o outro, a retaliação é exigida para o primeiro indivíduo atacado, e as outras partes merecem receber uma indenização. Se o infractor ferir todos de uma vez, então aqueles com direito a retaliar contra ele fazem um sorteio para determinar quem vai fazê-lo.
o3.10 Quando um grupo de pessoas assassinar uma única pessoa, eles são todos mortos em retaliação, não importa se o montante do prejuízo causado por cada um sobre a vítima é a mesma ou se difere.
o3.12 Não há nenhuma retaliação contra qualquer pessoa por uma lesão ou morte causada por alguém que fez isso intencionalmente, mas em conjunto com alguém que o fez por engano. Quando um crime prejudicial for causado por um alguém que não seja membro da família, em cooperação com o pai da vítima, retaliação só é tomada contra os quem não pertence à família (dis: o1.2 (4)).
o3.13 retaliação é também obrigatória (dis: o3.8) para cada ferida que corta o osso, como um corte na o cabeça ou face que atinge o crânio, ou um corte ao osso na parte superior do braço, inferior da perna, ou coxa. Até o osso significa que é sabido que uma faca ou uma agulha, por exemplo, atingiu o osso, não que não ferida, na verdade, tenha exposto o osso.
Porque o piloto Jordaniano Muath al-Kasasbeh foi queimado vivo? Isso é islâmico ou selvagelmente cruel? Reposta: os dois. Lembre-se, dentro da dualidade do islamismo, duas coisas contraditórias podem ser permitidas (halal). Como saber quando uma é permitida e quando a outra é permitida? Vendo o que Maomé fez em uma situação semelhante. Lembre-se que o Alcorão diz 93 vezes que Maomé é o exemplo de conduta!
Vejamos o que as tradições de Maomé (Sunna) nos relatam.
Maomé manda queimar duas pessoas, mas aparentemente volta atrás
Hadice sahih (autêntico) de Bukhari, Volume 4, Livro 52, Número 259:
Narrou Abu Huraira: O Apóstolo de Alá nos enviou em uma missão (ou seja, em uma unidade do exército) e disse: "Se você encontrar fulano-de-tal e beltano-de-tal, queime ambos com fogo." Quando mostramos intenção de nos afastar, O Apóstolo de Alá disse: "Eu mandei que vocês queimem fulano-de-tal e beltano-de-tal, e é senão Alá quem pune com fogo, por isso, se vocês encontrá-los, matem-os. "
Como entender isso? Em primeiro lugar, Maomé manda queimar duas pessoas vivas. Em seguida, ele parece se arrepender de ter dito isso e manda seus seguidores não queimá-los mais, mas apenas matá-los (não manda perdoá-los, mas sim matá-los: esta é a misericórdia de Maomé).
Os companheiros próximos de Maomé queimavam pessoas vivas
O Hadice seguinte, Bukhari, Volume 4, Livro 52, Número 260, também faz menção a queimar pessoas vivas:
Narrou Ikrima: Ali havia queimado algumas pessoas e esta notícia chegou a Ibn 'Abbas, que disse: "Se eu estivesse no seu lugar eu não teria queimado-os, pois como o Profeta disse: "Não puna (ninguém) com a punição de Alá." Sem dúvida, eu teria matado-os, pois o Profeta disse: "Se alguém (um muçulmano) descarta sua religião, mate-o."
Veja então que Ali, um parente próximo e um dos mais importantes companheiros de Maomé (ele se tornaria Califa mais tarde) estava queimando pessoas (neste caso, ex-muçulmanos). Ibn Abbas apenas disse que teria matado os ex-muçulmanos de modo diferente (novamente, nada de perdão).
Maomé torturava com fogo
Veja agora, a narrativa da Sunna (tradição de Maomé), como descrita por Ibn Ishaq na obra fundamental "A Vida de Maomé":
Kinana b. al- Rabi`, que tinha a custódia do tesouro do B. al- Nadir [tribo judáica], foi trazido para o apóstolo que lhe perguntou sobre o assunto [onde estava o tesouro]. Kinana negou que soubesse onde o tesouro estava. Um judeu veio (T. foi trazido ) ao apóstolo e disse que ele tinha visto Kinana andando em volta de uma certa ruína a cada manhã bem cedo. Quando o apóstolo disse a Kinana, "Você sabe que se eu descobrir que o tesouro está com você eu vou matá-lo?" Ele disse que sim. O apóstolo deu ordens para que a ruína fosse escavada e alguns pedaços do tesouro foram encontrados. Quando ele perguntou a ele sobre o resto ele se recusou a responder, de modo que o apóstolo deu ordens para al- Zubair b . al- `Awwam "torture-o até que você extraia tudo o que ele tem", então ele acendeu uma fogueira sobre o seu peito, com pedra e aço, até que ele estivesse quase morto . Em seguida, o apóstolo entregou-o para Muhammad b. Maslama e ele cortou-lhe a cabeça, para vingar seu irmão Mahmud. (Ibn Ishaq, Sirat Rasul Allah, traduzido como, The Life of Muhammad, (tr A. Guillaume ), Karachi: Oxford University Press, 1998, p 515.)
E esta outra narrativa, quando Maomé usou ferro quente para cegar pessoas, descrita por Bukhari, Volume 4, Livro 52, Número 261:
Narrou Anas bin Malik: Um grupo de oito homens da tribo de 'Ukil veio ao Profeta e, em seguida, eles encontraram o clima de Medina inadequados para eles. Então, eles disseram: "Ó Apóstolo de Alá! Deixe-nos com um pouco de leite." O Apóstolo de Alá disse: "Eu recomendo que vocês devem se juntar a manada de camelos." Então eles foram e beberam urina e leite dos camelos (como um medicamento), até que se tornaram saudáveis e gordos. Em seguida, eles mataram o pastor e afugentaram os camelos, e eles se tornaram descrentes, já que eles eram muçulmanos. Quando o Profeta foi informado por um pedido de socorro, ele enviou alguns homens em sua busca, e antes que o sol se levantou alto, eles foram trazidos, e eles tiveram suas mãos e pés cortados. Então ele ordenou que pregos fossem aquecidos e fossem passados por cima de seus olhos, e eles foram deixadas na Harra (isto é, na terra rochosa em Medina). Eles pediram por água, e ninguém lhes forneceu água, até que eles morreram (Abu Qilaba, um sub-narrador disse: "Eles cometeram assassinato e roubo e lutaram contra Alá e Seu Apóstolo, e espalharam o mal na terra.")
Eram todos "bandidos" mas a atitude de Maomé define bem o seu caráter.
O que doutores do islão dizem
Vejamos o que um doutor do Islão, Muhalab ibn Safra (d. 702), diz através de um tafsir, ou exegese, em relação a declaração atribuída a Maomé de que "só Alá atormenta com fogo." De acordo com o tafsir, a afirmação de Maomé não pretende proibir os jihadistas de usarem o fogo para atormentar as pessoas, sendo apenas um reflexo de "humildade", pois apenas Alá tem o poder de impor um tormento verdadeiro.
Vejamos, agora, o que um outro doutor do Islão diz, neste caso o eminente jurista Hafiz ibn al-Hajar (d. 1449), que comenta que "as obras dos companheiros [de Maomé] evidenciam a permissibilidade da queima, e o fato do profeta ter colocado para fora os olhos dos homens de Urayna usando ferro quente [além de cortar os pés e as mãos], e Khalid bin al-Walid [conhecido como a "Espada de Alá"] queimou algumas das pessoas que deixaram de ser muçulmanas."
Fatwa justifica queimar pessoas vivas
Raymond Ibrahim relata uma fatwa emitida pelo Estado Islâmico que permite a imolação de seres humanos. Esta fatwa argumenta que as escolas de jurisprudência islâmicas Hanafi e Shafí (duas das quatro escolas de jurisprudência do Islão sunita) autoriza a queima de pessoas.
A fatwa também faz menção a ao tafsir de Muhalab ibn Safra e ao comentário de Hafiz ibn al-Hajar.
Atualização: Raymond Ibrahim relata uma Fatwa de número 71480, emitida pelo Ministro de Awqaf e Assuntos Islâmicos, em 7 de fevereiro de 2006, intitulada "A Imolação de Ias ibn Abdul Yalil por Abu Bakr." Ela se refere a um incidente que ocorreu durante a Guerra da Apostasia quando o primeiro califa Abu Bakr imolou um apóstata. A conclusão da Fatwa é que o que foi feito com (al-Fuja'ah) Ias ibn Abdul Yalil foi justificado e merecido. Leia a passagem:
Quanto à história de Abu Bakr (que Alá esteja satisfeito com ele) queimar (al-Fuja'ah) Ias Abdul Yalil com o fogo, isto está documentado nos livros de história. No livro (Alkamel): "Ias Abdul Yalil veio a Abu Bakr e disse a ele: me ajude a combater os apóstatas, dando-me amras. Ele deu-lhe armas e ordenou-lhe a seguir as ordens; ele atacou os muçulmanos e até mesmo desceu para Aljoa, e enviou Nokhba bin Abi Almithae de Bani Sharid e nomeou um Emir aos muçulmanos, em seguida, ele atacou todo muçulmano na tribo de Salim, Amer, e Hawazen. Abu Bakr (que Alá esteja satisfeito com ele) ouviu falar sobre isso, então ele mandou alguém para prendê-lo [Ias] e trazê-lo de volta. Abu Bakr pediu que uma fogueira fosse feita na sala de oração, em seguida, ele atirou [Ias] nela com as mãos amarradas.
(Ao final deste artigo, eu apresento o texto da História de al-Tabari, que descreve o evento que levou a imolação de al-Fuja'ah Ias Abdul Yalil)
Uma outra narrativa nesta mesma Fatwa:
Os estudiosos divergem quanto a saber se essa proibição [não matar com o fogo] é uma interdição ou apenas uma sugestão relativa a humildade; Ibn Hajar disse em [seu livro] Fath Albari: "..Al Muhallab disse: Esta proibição não é para a interdição, mas apenas para a humildade, bem como a prova de que a queima é permitida está nos atos de companheiros do profeta, o profeta - que a paz esteja sobre ele - queimou os olhos do Oranyeen [de Orayna] com ferro aquecida [pregos]. E Abu Bakr queimou os agressores, na presença dos companheiros, Khalid Bin Alwalid [muçulmano comandante do Exército] queimou alguns apóstatas, e a maioria dos estudiosos da Medina [cidade do profeta] permitem que castelos e navios sejam postos em chamas, em cima do seu povo, isto tendo sido afirmado por Althawri e Al-Awzaai. Ibn Mounir e outros disseram: não há uma prova para a permissão, porque a história de Oranyeen foi vingança, e no caso de castelos e navios é permitido com a necessidade, como condição, se esta for uma maneira de alcançar a vitória sobre o inimigo.
Conclusão
Eu acho que está claro que a punição com fogo, apesar de não ter sido estipulada no Alcorão, foi aplicada tanto por Maomé como pelos seus companheiros mais próximos, seja queimando pessoas vivas ou para torturá-las. E Maomé, apesar de ter mudado de idéia uma vez, nunca as proíbiu.
De modo que algum muçulmano pode dizer que queimar uma pessoa (ou tortura-la com fogo) não é uma punição de Alá, e ele está certo nisso. Contudo, ele estará errado ao dizer que esta punição é anti-islâmica, já que Maomé e os seus companheiros a aplicaram.
Atualizações e mais exemplos
(1) Boko Haram queima 91 pessoas vivas no Camarões
O que indica que a área de atuação deste grupo que segue ao pé-da-letra os ensinamentos do Maomé está se ampliando (Pamela Geller). Eu descobri alguns dias atrás que o Boko Haram tem um nome em árabe: "Pessoas comprometidas com os ensinamentos do Profeta para a propagação e Jihad."
(2) Estado Islâmico queima vivos mais 4 pessoas
Quatro iraquianos foram amarrados de cabeça para baixo, mas com visão para ver o fogo se aproximar deles até os envolver. (TLVFaces, agosto/2015)
Trecho de "A História de al-Tabari", Volume 10: A Conquista da Arábia: As Guerras da Apostasia D.C 632-633/D.H. 11 ("The History of al-Tabari", Vol. 10: The Conquest of Arabia: The Riddah Wars A.D. 632-633/A.H. 11), que narra a imolação de al-Fuja'ah Ias Abdul Yalil.
Algo interessante nos é apresentado
neste infográfico do Estadão. Ele mostra o número de execuções por países. Os
maiores são China, Irã, Iraque, Arábia Saudita, EUA, Somália, Sudão e Iêmen.
Com exceção de China e EUA, os outros são regidos pela Sharia.
Independente disso, o que se vê é que
o número de execuções severas não varia muito de ano para ano, o que talvez
indique que punições cruéis não resolvem o problema do crime, porque se
resolvesse, o número de execuções diminuiria de ano para ano. (As execuções
podem minimizar o problema de superlotação em presídios ... diriam alguns)
Outra coisa é que muçulmanos
ortodoxos defendem as punições cruéis que o Alcorão ordena, e que a lei
islâmica aplica, como algo perfeito por serem ordens de uma divindade (alá),
dizendo que elas são a solução para resolver o problema da criminalidade (algo
do tipo, "se existisse a lei islâmica no Brasil não haveriam tantos
crimes). Se isso fosse verdade, não haveriam crimes que necessitassem execuções
na Arábia Saudita, Irã, Iraque, Somália, Sudão e Iêmen, porque a quantidade de
crimes diminuiria com a lei islâmica, mas não é isso que acontece.
O fato é que as punições prescritas
na lei islâmica são oriundas de uma leitura pervertida do Antigo Testamento, em
uma época (século VII) quando o Novo Testamento já havia re-interpretado o
velho.
Ao contrário do cristianismo, que possui um Novo Testamento para re-interpretar o Velho Testamento, no islamismo não existe um "novo Alcorão" para reinterpretar para melhor o "antigo Alcorão". Existe apenas um único Alcorão, considerado como a "palavra de Alá."
O islão representa, deste modo, não
apenas um retrocesso, mas um retrocesso sem condições de reforma ou progresso,
porque a "lei de Alá" é imutável.
Eu estou agrupando alguns exemplos de punições islâmicas, cruéis e comuns. Aqui, eu listo vários artigos relacionados, Exemplos específicos podem ser encontrados em:
(o empalamento também é mencionado abaixo, bem como outros modos de matar inflingindo bastante dor e sofrimento)
As punições da lista acima seguem o estabelecido no Alcorão. Por exemplo:
Surata 5:33, que trata de quem comete um "crime de pensamento" (ou crime político) ao se recusar a se tornar muçulmano, a se subjugar à Sharia, ou a criticar o islamismo abertamente: devem ser mortos, ou crucificados, ou terem as mãos cortadas, ou serem banidos da terra.
Surata 5:38, que se refere especificamente a quem comete um crime comum: ter as mãos cortadas.
5:33 -
5:38 -
Empalamento
Uma reportagem de Shoebat.com discute a prática islâmica do empalamento (enfiar uma estaca pelo anus de uma pessoa perfurando-a até o ombro, deixando que ela morra lentamente), e o pedido de uma maometana devota para que ela retorne, para o glória de Alá. Esta reportagem foi traduzida no site libertar.in e pode ser lida no link.
Uma
reflexão sobre punições cruéis ... pena de morte
Justiça da Arábia Saudita condena um homem a ficar parapégico
Notícia de 2013. A justiça da Arábia Saudita condenou um homem a ficar paralisado senão pagar uma indemnização de 270 mil dólares por um crime que cometeu há uma década e depois de já ter cumprido uma pena de prisão de dez anos. A lei de Talião foi aplicada a Ali al-Khawahir, de 24 anos, na vila de al-Ahsa no leste do país depois de em 2003 do jovem ter apunhalado um amigo nas costas deixando-o paraplégico. Tinha 14 anos na altura. A Amnistia Internacional considerou a pena uma forma de tortura e instou Riade a reformar o código penal de forma a respeitar as obrigações legais internacionais assinadas pelo país, nomeadamente a Convenção contra a Tortura da ONU. (fonte)
Irã: Homem é condenado a ter os olhos arrancados após danificar a visão de outro homem em briga de rua
Esse é um exemplo da insanidade da Sharia. O correto seria fazer com que o homem que cegou o outro fosse obrigado a fornecer algum tipo de apoio à família da vítima, ou algo que fosse positivo. Qual o benefício para a sociedade ter mais um cego? (fonte; fonte original, agosto/2015)
Matar pisoteado ou partido no meio por cavalos ou camelos
Segundo o jornal inglês Daily Mail, o Estado Islâmico anuncia um novo método para matar as pessoas: serem pisoteadas por cavalos. Isso segue o exemplo de Maomé que mandou matar Umm Qirfa. Ela foi assassinada tendo suas pernas amarradas em dois camelos, e puxadas para os lados até que seu corpo se partisse em dois (leia sobre isso aqui). E também Umar, companheiro de Maomé e segundo califa, matou Sara (uma ex-escrava que cantava canções dizendo a verdade sobre Maomé) pisando sobre ela com o seu cavalo. (agosto/2015)
Estado Islâmico aplica dois novos modos de matar pelo amor de Alá
O Estado Islâmico faz aplica a máxima corânica "Lute e mate os descrentes onde quer que você encontrá-los, levá-los em cativeiro, atormentá-los, estão à espreita e emboscá-los usando todos os estratagemas de guerra." Alcorão: 9:5. Outros já fizeram isso. A novidade é que a divindade islâmica não apenas aprova, mas incentiva a criatividade para fazer o mal. (fonte; fonte)
fevereiro de 2016
Líbia: Estado Islâmico crucifica aqueles que rejeitam "reeducação"
Um grupo de pessoas que conseguiu fugir da cidade de Sirte (Líbia) – a qual foi invadida em fevereiro de 2015 pelo Estado Islâmico (ISIS) – denunciou que os jihadistas impuseram a sharia (lei muçulmana) e fazem crucificações e chicotadas publicamente às pessoas que não aceitam as suas leis ou cursos de “reeducação”. (acidigital)
outubro de 2015
Califado Islâmico crucifica menino de 12 anos na frente do seu pai
Membros do grupo Estado Islâmico crucificaram um garoto de 12 anos na cidade de Aleppo, na Síria, no último mês de setembro, após cortarem a ponta dos dedos do jovem na frente de seu pai, segundo um relato da ONG Christian Aid Mission. Além disso, (fonte)
Arábia Saudita condena jovem à morte por crucificação
Ali Mohammed al-Nimr, filho de um opositor ao governo saudita, foi preso em 2012, aos 17 anos. Mês passado, a Corte de Apelação confirmou a sua sentença de morte por crucificação. (fonte)
setembro de 2015
Quatro iraquianos queimados vivos pelo Califado Islâmico
Os jihadistas imitaram Maomé e seus companheiros, que queimaram pessoas vivas. Neste caso, os iraquianos foram amarrados de cabeça para baixo, mas com visão para ver o fogo se aproximar deles até os envolver. Para referência para os atos sagrados de Maomé e seus companheiros leia Punição com Fogo. (fonte)
Veja bem, não foi Maomé quem inventou o apedrejamento como
castigo, especialmente o apedrejamento de adúlteros. Mas foi ele quem forçou
uma volta a esta prática, depois dela ter sido abolida oito séculos antes por
Jesus, como descrito no Evangelho de João, capítulo 7, e até mesmo abandonada
pelos judeus. Por causa de Maomé, a prática do apedrejamento como punição tem
sido propagada até os tempos atuais.
Como o exemplode Maomé é, obviamente, normativopara o comportamentoislâmico,uma vez que "em verdade, no mensageirode Aláé um bom exemplopara quemolhapara Alá
e para o Último Dia, ese lembramuito
de Alá" (Alcorão 33:21),
o apedrejamentofoi perpetuado, e
incluído na LeiSharia:
o12.0 A PUNIÇÃO PARA FORNICAÇÃO
o12.6
Se a punição é apedrejamento, eles são para serem apedrejados, não interessa o tempo
nem se eles estão doentes. Uma mulher grávida não é apedrejada até que ela
tenha dado à luz e a criança e esta não precise mais de amamentação.
O apedrejamentoadúlterosnão
é um comportamento "extremista"; é lei
islâmica.OCalifa Umar,
um dos companheiros mais próximosde
Maomé, até mesmo alegou que a punição do apedrejamento eraoriginalmente parte do Alcorão:
'Umardisse: "Eutenho medoque depois de umtempo se passar, as
pessoas podem dizer:"Nós não
encontramosos versos doRajam(apedrejamento até a morte)no Livro Sagrado",e, consequentemente,podem se perder,
deixando umobrigação queDeus revelou.Eu confirmo que apena deRajamseja
infligida à aquele que cometeintercurso
sexual ilegal, se ele já é casado,e que o crimeseja provado portestemunhas,gravidez,ou
confissão."Sufyanacrescentou:
"Eumemorizeiesta narraçãodesta forma." 'Umar acrescentou:
"Certamente, o Apóstolo de Alá aplicou a pena deRajam, e nós tambémdepois
dele." (Bukhari, vol. 8,livro.82, número 816)
" Apóstolo de Alá" é, naturalmente, Maomé, que,
de fato, realizouapedrejamentos.
Aqui está ohadithno qualele desafiaos
rabinossobreo apedrejamento,em que no meio dabarbáriee brutalidade, existeum ato final deamor e compaixão:
Os judeus vieramao Apóstolo de Aláe disseram que um homeme uma mulher,
de entre eles,haviam cometidointercurso sexual ilegal. O Apóstolo de Alá
disse-lhes: "O que você acha da Torá(Antigo Testamento)sobre apunição legalde
Ar-Rajm (apedrejamento)?" Eles
responderam:(Mas)nós anunciamoso crimeeos
açoitamos. "Abdullah bin Salamdisse," Vocêestá dizendo uma mentira.
A Torá contéma ordem deRajm." Eles trouxerame abriram aToráe um delescolocoua sua mão noverso deRajme leu osversículos
anteriorese os posteriores. Abdullah bin Salamdisse para ele: "Levante a sua mão." Quando ele levantou a
mão,o versículodeRajmfoidescoberto. Eles
disseram,"Maomé disse a verdade, a Torá temo verso deRajm.”
OProfeta, então,deu a ordemde que ambosdeveriam serapedrejados até amorte.'Abdullahbin 'Umardisse: "Eu vi o homem inclinado
sobre amulher paraprotegê-ladas pedras." (Bukhari, vol. 4, livro. 56, número 829)
Em outro hadith, Maomé condenou uma mulher ao
apedrejamento:
Uma mulher veio até Maomé dizendo: Mensageiro de Alá, eu cometí
adultério, [...] Quando ela tinha dado à luz ela veio com a crianção (envolta)
em trapo e disse: Aqui está a criança a quem eu dei à luz. Ele disse: vá e
amamente-a até que ela esteja desmamada. Quando ela desmamou, ela voltou para
ele com a criança segurando um pedaço de pão em sua mão. Ela disse, Apóstolo de
Alá, aqui está ele pois ele está desmamado e come comida. Ele confiou a criança
para um dos muçulmanos e então pronunciou a sentença punitiva. E
ela foi colocada em uma vala até o seu peito e ele comandou as pessoas, e elas
a apedrejaram. (Muslim 017, 4206)
Até mesmo os macacos praticavam o apedrejamento:
Narrado'AmrbinMaimun:..“Durante o períodopré-lslamico da
ignorânciaeu ví umamacaca sendo apedrejada por umgrupo de macacosporque elahavia cometidoadultério. Eu me juntei aos
macacos para apedrejá-la.” (Bukhari,Volume 5,Livro58, Número188)
Animação do relato do hadith the Muslim, 017, 4206, quando Maomé ordena
o apedrejamento de uma mulher adúltera. E como o exemplo de Maomé é normativo
do comportamento islâmico, a punição de apedrejamento (rajm) é prescrito na lei
islâmica (sharia).
Algo curioso e até mesmo cômico, é que segundo
Aisha, a menina que Maomé
consumiu como esposa aos nove anos de idade, um bode comeu o pergaminho que
continha o verso do Alcorão que mencionava a punição por apedrejamento (Hadith
1944de Sunan Ibn Majah).
Existe ainda este relato de uma mulher que foi estuprada, e que só não foi apedrejada porque o estuprador confessou:
Narrado por Wa'il ibn Hujr:"Quando uma mulher saiu no tempo do profeta (saw), para a oração, um homem atacou-a, dominou (violando/estuprando) a ela. ela gritou e ele (o violador) fugiu, e quando um homem veio ela disse: aquele (o violador) fez me isto e isto. e quando um companheiro dos muhajerin (os que emigraram com o profeta), aproximou, ela disse: aquele (o violador) fez-me isto e isto. Eles foram e agarraram o homem que eles achavam que tivesse feito relações sexuais com ela. E trouxeram-no diante dela. Ela disse: sim é ele. Então eles o levaram até o profeta (saw). Quando ele (o profeta) iria dar a sentença, o homem (que na verdade) havia agredido a ela, levantou-se e disse: Oh mensageiro de Alá, na verdade sou o homem que fiz isso a ela. Ele (o profeta) disse a mulher: vá pois Alá te perdoou. E sobre o homem que teve relações sexuais com ela, ele disse: apedrejam-no até a morte. FONTE: (Sunan Abu Dawud, Book 38,Number 4366) "
Muitos países
muçulmanosabandonaramestaforma bárbara depuniçãodevido àinfluênciaseculardemocrático-ocidental (o lado positivo do colonialismo).
O apedrejamentoaté a mortepor adultério, é uma forma legalde puniçãono Irã, Arábia Saudita, a
parte predominantemente muçulmanado
norte da Nigéria, a parte do Afeganistão e do Paquistão
controlada pelo Taleban e a regiãocontrolada
pelos islâmicosda Somália. A
província de Aceh, na Indonésia,legalizou
oapedrejamentode adúlterosem 2009. Nos países governados pelaShariagovernado, como a Arábia Sauditae o Irã,
o apedrejamento é umaforma depunição legal. Os infratores são mortospor apedrejamentoem uma base regular,
mas esses casos têmpouca atenção da imprensa
no mundo exterior. Apedrejamentoà
morte de adúlterose / oufornicadoressão também relatadosem países comooSudão,
Turquia, Nigéria e Paquistão,perpetradosextra-judicialmente através defatwaspelo imãs localou
por tribunais islâmcos das aldeias.
E como os
muçulmanos vêm a pena de morte por apedrejamento? Segundo a Pew Research, em 2010, eram favoráveis ao apedrejamento a seguinte percentagem de muçulmanos: Egito (82%),
Paquistão (82%), Jordânia (70%), Nigéria (56%), Indonésia (42%), Líbano (23%) e
Turquia (16%).
Afeganistão: o apedrejamento que revoltou até mesmo o Presidente Bolsonaro
https://www.bitchute.com/video/n1bcgJiAU3Ro/
Setembro de 2018
Imam canadense: “O apedrejamento é também purificação para o crente”
Faisal Hamid Abdur-Razak, de Brampton, é o Ameer (Líder Espiritual) do Conselho Ahlus Sunnah do Canadá (CCAS), um Guia Espiritual da ASJA (Associação Anjuman Sunnatul Jamaat de Trinadad e Tobago) e fundador do Fórum Islâmico do Canadá em Brampton. Ontário.
Mesmo na Sharia islâmica [Lei], o ato de apedrejar também é feito para rejeitar certas ações más. Se alguém comete certos crimes no Islã, e ele é considerado culpado por um tribunal islâmico, uma das punições é apedrejamento até a morte, significando que nós também rejeitamos as ações más. Mas há algo mais; Há algo mais que o apedrejamento faz ao crente. Para Iblis [Satanás], para o Shaytan [Satanás], está rejeitando-o e rejeitando sua tentativa de nos influenciar. Mas para o crente existe um benefício importante. Alguém no tempo do Profeta, que a paz esteja com ele, cometeu um ato imoral, que requeria apedrejamento, veio ao Profeta, que a paz esteja com ele, e confessou ao Profeta, que a paz esteja com ele, e o Profeta continuou se afastando dele, Glorioso é Alá, porque ele não queria ouvir. Mas o companheiro [صحابي] ele sabia que tinha feito algo errado, ele continuou indo na frente do Profeta, a paz esteja com ele, [e disse]: 'O Mensageiro de Allah [ يا رسول الله] Eu fiz isso, devo ser punido. O Profeta, que a paz esteja com ele, continuou se afastando, afastando-se dele, como ele não queria ouvir isso e o companheiro [ صحابي ] persistiu, indo e andando na frente do Profeta [dizendo]: 'Ó mensageiro de Alá [ يا رسول الله ] Eu fiz isso, eu devo ser punido. E finalmente o Profeta ordenou que ele fosse apedrejado até a morte. E isso foi feito, e o Profeta, que a paz esteja com ele, ordenou que ele estivesse preparado para o funeral [islâmico] [ جنازة ] e o próprio Profeta orou [no] seu funeral [ جنازة ]. Ele disse a seus companheiros: 'ele está no céu [ جنة ], ele está purificada, ele está purificado'. Então, este ato de apedrejamento agora também é purificação para o crente. (acdemocracy)
fevereiro de 2018
Estado Islâmico (ISIS) continua aplicando a lei islâmica nas regiões da Síria ainda sob o seu controle
Uma mulher foi apedrejada a morte Al-Shajara, na Síria, uma cidade que ainda controlada na parte sul do país. Embora ela vivesse com o marido, o grupo terrorista a acusou de adultério.
Abu Mohammed, que vive em Al-Shajara, relatou as circunstâncias de sua morte, bem como o chicoteamento de dois jovens para Al-Araby Al-Jadeed: "O exército de Khalid ibn al-Walid, uma organização ISIS, invadiu em um apartamento cinco dias atrás, disparando e prendendo todas as pessoas dentro. [Mais tarde], na praça principal, o ISIS apresentou dois jovens e uma mulher que estavam no apartamento na época, dizendo que todos foram presos por adultério. Eles apedrejaram a mulher até a morte porque ela era casada e os jovens foram chicoteados, cada um deles 80 vezes sem piedade porque eles são solteiros.
O marido, ele próprio membro do ISIS, fugiu. (Clarion, Al Araby)
fevereiro de 2017 Irã: tribunal condena casal ao apedrejamento por "relação não ética"
O Tribunal Penal da província de Lorestan Ocidental, no Irã, condenou um homem e uma mulher acusada de uma "relação não ética" com a pena capital medieval de morte por lapidação (apedrejamento). (NCR-Iran)
janeiro de 2016
Iêmen: mulher acusada de adultério e prostituição é enterrada até o pescoço e apedrejada até a morte
Isso aconteceu na cidade de Al Mukalla, sob o controle da Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP) desde abril do ano passado. (Daily Mail)
Abril de 2014
Brutalidade: sexo antes do casamento faz casal ser apedrejado até a morte pelo Estado Islâmico
Apedrejamento à céu aberto e na frente de crianças para que elas cresçam com o gosto de sangue na boca. (Fonte)
Março de 2015
Mulher, acusada de adultério, sendo morta por apedrejamento. Repare a bandeirinha preta sendo segurada. Preste atenção nela. Existem muitos maometanos devotos que a desfraldam com orgulho no Brasil!
Dezembro de 2014
Afeganistão: casal apedrejado
Lembre-se que o Talibã era o governo do país, e está prestes a voltar devido à iminente "rendição dos EUA." (https://www.youtube.com/embed/9OkpVUY4B5A)
Somália: tribunal islâmico condenou uma menina de 13 anos ao apedrejamento
E não interessa aqui que o tribunal pertença a um grupo terrorista islâmico e não a um governo islâmico, pois ambos l. êm da mesma cartilha, a Sharia. A reportagem de interesse termina no minuto 5:13.
Novembro de 2015 Afeganistão: mulher apedrejada após ser acusada de fugir de casamento forçado
Rokshana fugiu com o homem que ela amava. Foi encontrada e apedrejada até a morte acusada de adultério. O homem foi açoitado. (BBC)