A resposta a esta pergunta foi dada neste artigo. Vale à pena ler. Isso é material interessante para cristãos, e para todos aqueles que queiram contra-argumentar a retórica distorcida do islamismo.
Mais do que uma religião, o Islã é uma doutrina ideológica completa, que rege os aspectos da vida de muçulmanos e não-muçulmanos. É a única "religião" com uma teologia com regras para a conquista e subjugação dos não-muçulmanos, consolidadas na Lei Islâmica, a Sharia. O objetivo do Islã é implementar a Sharia em todo o mundo. Este blog apresenta aspectos da Sharia que são contrários aos Direitos Humanos, bem como mostra que a Sharia está viva, atuante, e se propagando pelo mundo.
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domingo, 12 de novembro de 2017
Resposta à pergunta: Maomé foi profetizado em Isaias 29:12?
A resposta a esta pergunta foi dada neste artigo. Vale à pena ler. Isso é material interessante para cristãos, e para todos aqueles que queiram contra-argumentar a retórica distorcida do islamismo.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Interessante, o próprio Alcorão infere que Jesus é Deus
Eu procuro me ater ao islamismo como a ideologia política poderosa que é. A religião islâmica é apenas uma forma de enjaular os seus adeptos de modo a se tornarem propagadores da ideologia, prontos para mentir e para matar por ela. Mas como eles usam da religião para enganar e atrair novos adeptos, é preciso ficar ciente de como rebater os argumentos.
Um dos truques usado ardilosamente pelos muçulmanos, para criar confusão e enganar os cristãos e os não-cristãos, fazendo-os baixar a guarda, é dizer que em momento algum Jesus diz ser Deus. Na verdade, Jesus diz ser Deus várias vezes nos Evangelhos. O mais interessante é que o próprio Alcorão indica que Jesus é Deus ao definir sinônimos para Alá que Jesus havia usado para sí mesmo.
Por isso, da próxima vez que algum muçulmano ou apologista disser que Jesus nunca disse ser Deus, você vai pode dizer que ele não só disse isso no Evangelho, como o próprio Alcorão também afirma isso! E você pode explicar isso, independente de você ser cristão ou não.Muçulmanos frequentemente perguntam os cristãos para mostrar onde nos Evangelhos Jesus diz ser Deus? Na verdade, Jesus diz ser Deus várias vezes. Mas o interessante, é que o próprio Alcorão diz isso, através dos nomes de Alá.
Prepare para o embate! Lembre-se que não é o caso de se defender uma religião (neste caso, o cristianismo) mas sim o de defender a liberdade frente à submissão ... ou seja, defender a sua civilização.
Os nomes de Alá. Alá tem 99 nomes, e todos são iguais em importância. Alá é apenas um deles. Muçulmano algum pode negar estes 99 nomes, pois se ele assim o fizer, ele está negando o próprio Alá. De um ponto-de-vista islâmico, ninguém pode se apoderar de algum destes nomes, referindo-se a sí próprio ou a outra pessoa. São nomes apenas de Alá. Então, se Jesus adotar algum destes nomes, ele está dizendo diretamente para os muçulmanos "Eu sou seu Deus."
Um dos nomes do Deus do islão é Al Haq, que significa A Verdade. Jesus disse "Eu sou o Caminho, A Verdade, e a Vida" (João, 14:6). Algum muçulmano pode negar que um dos nomes de Deus é Al Haq, A Verdade? Jesus diz ser Al Haq.
Um dos nomes do Deus do islão é Al Baeth, A Ressureição. "E Jesus disse para ela: Eu Sou a Ressureição e a Vida. Aquele que crê em mim, embora ele possa morrer, viverá eternamente" (João 11:25). Algum muçulmano pode negar que um dos nomes de Deus é Al Baeth, A Ressureição? E Jesus diz ser Al Baeth.
Um dos nomes do Deus do islão é Al Awal e Al Akher, O Primeiro e O Último. Na Bíblia, Deus diz ser o Primeiro e o Último (Isaías, 41:4). E, Jesus disse no Livro do Apocalipse "Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim" (Apocalipse 22:13-16). Jesus usa os dois nomes de uma única vez. Jesus é o Awal e o Akher, o Primeiro e o Último. Algum muçulmano pode negar que um dos nomes de Deus é Awal e Akher, o Primeiro e o Último? E Jesus diz ser Awal e Akher.
Um dos nomes do Deus do islão é Rei dos reis, Al Malek. "Eles irão fazer guerra contra o Cordeiro, mas o Cordeiro irá os sobrepujar porque ele é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis" (Apocalipse 17:14). Algum muçulmano pode negar que um dos nomes de Deus é Al Malek, Rei dos reis? E Jesus diz ser Al Malek.
Um dos nomes do Deus do islão é o Guia, al Hadi. "Jesus disse: eu sou a porta, se alguém entra através de mim, ele será salvo e encontrará pastagens" (João 10:9). Algum muçulmano pode negar que um dos nomes de Deus é Al Hadi, o Guia? E Jesus diz ser Al Hadi.
Um dos nomes do Deus do islão é al Nur, a Luz. Jesus disse "Eu sou a Luz do mundo" (João 8:12). Em outra parte, Jesus disse "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida (João 8:12). Algum muçulmano pode negar que um dos nomes de Deus é Al Nur, a Luz? E Jesus diz ser Al Nur.
Depois do exposto, algum muçulmano pode negar que Jesus afirma ser Deus?
É claro que sim, por exemplo, um muçulmano pode dizer que o Alcorão é mais antigo que a Bíblia e que os cristãos copiaram isso tudo ... mas é claro que isso não faz sentido, pois o Alcorão foi montado no século VIII, muito depois do Novo Testamento ter sido escrito.
Algum muçulmano irá certamente dizer que a Bíblia foi corrompida, mas sem oferecer nenhuma evidência histórica disso.
Você pode achar este outro artigo interessante: Muçulmanos e cristãos não adoram o mesmo Deus.
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Simpósio: Apartheid de gênero e o Islã
Simpósio que discutiu os direitos das mulheres sob o islão e se o islão libera ou escraviza as mulheres.
Por Jamie Glazov
Tradução de Khadija Kafir
Revista
FrontPage.com* Sexta-feira, 31 de
dezembro de 2004.
Pergunta: O Islã tem a
chave em si mesmo para libertar as mulheres dentro das estruturas sociais
muçulmanas?
Para discutir
esta questão com a gente hoje, o simpósio da revista FrontPage reuniu um
pessoal distinto:
1- Defendendo a
hipótese de ser possível um Islã emancipador, hoje temos:
Mohamed El-Mallah, membro da diretoria do Al Ittihad-Mosque in Vista, ex-membro da diretoria do Centro Islâmico de San Diego, e um membro associado da Sociedade Muçulmana Americana. Um nativo do Egito que migrou para os EUA há sete anos, ele é também um ativista na comunidade muçulmana de San Diego, que tem dado muitas séries de apresentações sobre História Islâmica;
Julia Roach, uma estudante da Universidade da Califórnia em San Diego, atualmente cursa bacharelado em literaturas do mundo, especializada em questões de gênero e das mulheres na literatura. Ela se converteu ao Islã em 2003.
2- Defendendo a
hipótese de que o Islã e os direitos das mulheres são mutuamente incompatíveis,
hoje temos:
Ali Sina, o fundador da Faith Freedom International (www.faithfreedom.org), um movimento de ex-muçulmanos criado para dar apoio àqueles que querem deixar o Islã e dar informação dos fatos sobre o Islã para os outros;
Robert Spencer, diretor do jornal eletrônico “Jihad Watch” e autor de “Onward Muslim Soldiers: How Jihad Still Threatens America and the West” (Regnery Publishing), e “Islam Unveiled: Disturbing Questions About the World’s Fastest Growing Faith” (Encounter Books).
Revista FrontPage: Sr. El-Mallah, Robert Spencer, Julia Roach e Ali Sina, sejam todos
bem-vindos ao Simpósio Frontpage.
El-Mallah, deixe-me começar com o Senhor.
O Islam pode libertar as mulheres e dar a elas
a igualdade? Ou a religião islâmica é incompatível com os direitos
delas?
El-Mallah: Obrigado por me convidar Jamie.
Voltarei no tempo
1.425 anos lunares atrás para responder a sua pergunta. Uma mulher veio até o
Profeta e perguntou: "Por que as mulheres não são mencionadas (em fontes
islâmicas: Alcorão e Hadith) tanto quanto os homens"? Sabe como o
Profeta respondeu? Respondeu a ela
publicamente. Ele foi diretamente para o Masjid, pediu que todas as pessoas se
reunissem, e do púlpito se dirigiu ao povo para recitar o capítulo 33 do
Alcorão, verso 35 que diz:
"Os
submissos e as submissas, os crentes e as crentes, os homens obedientes e as
mulheres obedientes, os homens leais e as mulheres leais, os homens
perseverantes e as mulheres perseverantes, os homens humildes e as mulheres
humildes, os homens caridosos e as mulheres caridosas, os homens que jejuam e
as mulheres que jejuam, os homens castos e as mulheres castas (…) - para todos
eles, Deus preparou indulgência e grandes recompensas." (tradução Challita)
Este versículo esclarece que a regra é: sempre que o pronome
"ELE" for usado, tal pronome pode ser substituído pelo pronome
"ELA", com poucas exceções que são claramente explicadas em outros
versículos do Alcorão e ditos do Profeta (que a paz esteja com ele).
Gostaria de salientar que a primeira pessoa a aceitar o Islã foi uma
mulher. O primeiro mártir no Islã foi uma mulher. Um dos capítulos mais longos
do Alcorão é chamado de "As Mulheres", mais um capítulo chamado
"Maria". Precisamos separar entre o que alguns muçulmanos praticam, e
que o Islã está ordenando que façamos. Não podemos colocar o Islã em um
julgamento por causa de erros que são cometidos por pessoas que vivem em países
onde não se ensina nada sobre o Islã, pois a maioria dos erros cometidos por
alguns muçulmanos são cometidos por causa da falta de bom entendimento
islâmico.
Dado o exposto, podemos classificar as razões por trás de qualquer
equívoco sobre as mulheres no Islã em dois tipo: A falta de conhecimento dos
ensinamentos islâmicos e as más intenções daqueles que odeiam o Islã.
FP: Sra. Roach?
Julia Roach: Primeiramente gostaria de prefaciar meus comentários com um fato
triste que existe dentro do estado atual da comunidade islâmica (chamada “Ummah”) ou em todo o mundo: é lamentável que
o Islã não seja praticado em todas as partes do mundo por todos os muçulmanos
com a medida prescrita por Alá no Alcorão e exemplificado pelo profeta
abençoado Maomé (que a paz e a bênção de Deus estejam sobre ele).
Também não é o cristianismo ou o budismo praticado por todos os
crentes dessas religiões como deveriam ser. No entanto, quando examinamos o
comportamento daqueles muçulmanos que se esforçam para buscar o conhecimento
como lhes foi ordenado por seu Senhor, descobrimos que essas pessoas estão
praticando o Islã à luz dos seus textos sagrados e as tradições dos profetas
(Que as bênçãos de Alá estejam com todos eles), que contêm a prova de que a
igualdade das mulheres e o Islã não são excludentes.
O primeiro e
talvez mais importante aspecto disso é a igualdade espiritual: a alma das
mulheres tem o mesmo valor que a dos homens, como o provam numerosos versículos
do Alcorão em que Alá referencia os fiéis e as fiéis com igual importância e
responsabilidade em termos de obrigações religiosas, como a caridade, jejum,
oração, humildade etc. Ao contrário da tradição praticada por alguns cristãos,
em que a mulher se submete ao seu marido, que por sua vez se submete a Deus, as
mulheres muçulmanas se submetem ao Senhor do Universo, Alá, em primeiro lugar.
Elas não precisam de um emissário para responder por elas.
As mulheres muçulmanas podem orar por si ou em um grupo - sem que
nenhum homem precise estar presente -
para adorar ao Senhor, e que a adoração será aceita tanto quanto o culto de
qualquer outra pessoa (in sha Allah, se Deus quiser). Da mesma forma o pecado
de uma mulher é contado tanto quanto o de um homem também! Os direitos da
mulher são protegidos, tais como o direito à vida, que as mulheres não tinham
no período da Arábia pré-islâmica (muitos bebês do sexo feminino eram
assassinados porque os meninos eram preferidos. O Islam aboliu essa prática e
Alá menciona o testemunho do assassinado da criança do sexo feminino como sendo
uma característica do dia do Juízo).
E que direito poderia ser mais sério do
que ser capaz de lutar e morrer no campo de batalha? As
mulheres muçulmanas tiveram o direito e a oportunidade de lutar e morrer no
campo de batalha pelos últimos 1.400 anos, um direito que só foi dado à mulher
americana recentemente, e a morte de uma mulher na batalha conta tanto quanto a
morte de um homem: ela é uma mártir da mesma maneira e merece o paraíso (in sha
Allah). O primeiro mártir no Islã foi uma mulher. As mulheres lutaram ao lado
do Profeta em inúmeras batalhas, algumas tendo sofrido ferimentos graves. As mulheres
muçulmanas sempre tiveram o direito de votar e seu voto sempre igualou ao de um
homem; o direito de possuir e dispor de bens, sem ter que obter permissão de
parentes do sexo masculino, o direito de trabalhar fora de casa, o direito de
trabalho igual e salário igual, o direito de manter para si seu dinheiro
arduamente ganho, o direito de casar com quem elas quiserem e negar o casamento
a quem elas quiserem, o direito à satisfação sexual dentro de seu casamento (se
uma mulher está insatisfeita ela pode obter o divórcio), etc.
Eu não vou sobrecarregá-lo com mais (sim, há mais!). É lamentável
que as pessoas não discutam além da concepção do lenço na cabeça e nos
perguntam por que estamos orgulhosas de usá-lo... porque somos muçulmanas e nós
estamos satisfeitas com o nosso Senhor e com nossas vidas; não estamos sendo
esmagadas por desigualdades de gênero quando nos levantamos para reclamar os
nossos próprios direitos. Ah, mais uma coisa! As mulheres muçulmanas são
obrigadas a se educarem sobre a sua condição e são estimuladas a receber uma
educação formal de algum tipo, colocando-nos no campo da igualdade intelectual
também.
FP:
Ok. Sr. Spencer, você gostaria de responder? Muito dessa questão é sobre a
nossa definição de "igualdade" e "liberdade" não é? O que
nós pensamos ser "liberdade" para as mulheres não é necessariamente o
que muitos muçulmanos pensam ser. Certo?
Spencer: Você tem razão Jamie. O problema da nomenclatura é semelhante ao
da palavra "terrorismo": alguns muçulmanos hoje denunciam o
terrorismo, mas não consideram os ataques suicidas em Israel ou até o 11 de
setembro como ataques terroristas de todo. E por falar em nomes, realmente não
faz a menor diferença que "um dos capítulos mais longos no Alcorão seja
nomeado AS MULHERES, mais um capítulo nomeado
MARIA", como o Sr. El-Mallah aponta (como também fazem muitos outros
apologistas islâmicos). Há também capítulos do Alcorão, intitulado "Os
espólios" (nº 8), "O logro mútuo" (nº 64), "O divórcio" (n° 65),
"Os arrebatadores" (nº 79), "Os defraudadores" (nº 83),
"O terremoto" (nº 99), "A calamidade" (nº 101), "O
difamador" (nº 104), e "Os descrentes" (nº 109). Isso não quer
dizer que o Alcorão coloca as mulheres no mesmo nível de uma calamidade ou de
um terremoto, mas apenas que ostentar o nome de uma surata (capítulo) do
Alcorão não é automaticamente um sinal de aprovação.
E se é verdade que, como diz o Sr. El-Mallah, "precisamos
separar entre o que alguns dos muçulmanos praticam, e que o Islã está nos
ordenando fazer", eu gostaria que ele tivesse escolhido para explorar mais
do que o Islã ensina sobre as mulheres. Afinal de contas, a pergunta diante do
simpósio é "O Islã contém em si as
chaves para libertar as mulheres nas sociedades islâmicas contemporâneas?"
A fim de analisar a questão de maneira honesta, os obstáculos a essa liberação
devem também ser abordados: os versículos do Alcorão como 4:34 (que manda
bater na esposa) e aqueles que dizem que o testemunho de uma mulher (2:282) e
sua herança (4:11) valem a metade dos de um homem. Isso envolve ensinamentos
islâmicos, não apenas práticas culturais. Há também inúmeros “hadiths” que
refletem negativamente sobre as mulheres, incluindo uma em que Maomé declara
que a maioria da população do inferno é do sexo feminino e que as mulheres são
deficientes em inteligência e piedade (Bukhari, I: 6: 304).
O capítulo 4
verso 34 (que permite que o marido bata na esposa), que foi recentemente
apresentado como um princípio válido de conduta por porta-vozes muçulmanos na
Turquia, Espanha, e em outros lugares, cria uma atmosfera em que o abuso de
mulheres é epidemia. O Instituto Paquistanês de Ciências Médicas, por exemplo,
determinou que mais de nove em cada dez mulheres paquistanesas têm sido
atingidas, espancadas ou abusadas sexualmente por delitos como cozinhar uma refeição
insatisfatória. É o mandato do Alcorão para este abuso que faz com que seja
difícil para mim de aceitar a afirmação do Sr. El-Mallah que as mulheres sofrem
no mundo islâmico por causa de uma "falta de bom entendimento
islâmico".
Roach também não
menciona nada disso - ao contrário - tenta desviar a atenção para o
cristianismo, que segundo ela é pior. Todavia não há na Bíblia cristã nenhum
versículo que se compare com esse verso do Alcorão (4:34), e mesmo que
houvesse, ele estaria fora do debate, pois a questão aqui é se o ISLÃ - não o
Cristianismo - liberta as mulheres. Os muçulmanos que se importam com a
igualdade e a dignidade - bem como os direitos das mulheres - devem reconhecer
a existência do conteúdo misógino do Alcorão e das Sunas que citei acima e
outras passagens similares, e encontrar alguma maneira de mitigar sua força
destrutiva entre os muçulmanos. Espero que o Sr. El-Mallah e a Sra. Roach
assumam este desafio.
FP: Senhor Ali Sina?
Ali Sina: Olá Jamie. Obrigado por me convidar para este simpósio.
O Sr. El-Mallah
cita o capítulo 33 verso 35, onde os homens e as mulheres são mencionados e as
suas responsabilidades e recompensas são enumeradas. Como o Sr. El-Mallah
conseguiu concluir que este versículo estabelece a igualdade entre homem e
mulher está além da minha lógica. Se eu
disser que você e seu cão não devem andar na grama; devem fazer isso ou
deveriam fazer aquilo, implica dizer que você e seu cão são iguais? Eu não vejo
nenhum indício de igualdade nesse versículo.
Vamos ver o que o Alcorão diz sobre as mulheres. Ele diz que "os homens têm um grau (de vantagem) sobre elas"
2: 228; que o testemunho de uma mulher vale metade do que a do homem 2: 282;
que as mulheres herdam metade do que herdam seus irmãos do sexo masculino, 4:
11-12; que um homem pode se casar com duas, três ou quatro mulheres 4: 3; que
se uma mulher se torna refém em uma guerra, seu mestre muçulmano tem a
permissão de estuprá-la 33:50; que se uma mulher não é totalmente submissa ao
marido, ela entrará Inferno 66:10; que as mulheres são "campos
cultiváveis" para seus maridos 2: 223; que os homens são responsáveis por
mulheres, como se as mulheres fossem imbecis ou menores de idade que não
poderiam cuidar de si; que devem ser obedientes a seus maridos ou serem admoestadas
(abusadas verbalmente), banindo-as da cama (violência psicológica) e espancadas
(abusadas fisicamente) 04:34.
Estes versos definem a situação das mulheres no Islã. Outra
"prova" de que o Sr. El-Mallah apresenta para comprovar o elevado
estatuto das mulheres no Islã é que uma das mais longas suratas (capítulos) do
Alcorão é chamada de "Mulheres". O Senhor Spencer respondeu
corretamente. Posso também lembrar ao Sr. El-Mallah que a surata mais longa do
Alcorão é chamada de “A VACA" (nº 2) com 286 versos. O capítulo “AS
MULHERES” tem apenas 176 versos. De acordo com a lógica do Sr. El Mallah, as
vacas devem ter um estatuto mais elevado do que as mulheres. Outro grande
capítulo é chamado “O GADO” (nº 6) e tem 165 versos. Por isso as mulheres são
apenas onze pontos superiores em relação ao gado, mas 110 pontos inferiores às
vacas. Na verdade até mesmo insetos como abelhas, formigas e aranhas têm
suratas com o nome deles. As mulheres devem ficar contentes por terem uma
surata com o nome delas quando até mesmo as aranhas têm um?
Outra "prova" apresentada pelo Sr. El Mallah é o fato de
que o primeiro crente em Maomé era uma mulher. Por que isso seria uma indicação
de que as mulheres têm direitos iguais?
A próxima "prova" que ele apresenta é que o primeiro mártir no Islã também era uma mulher. Os muçulmanos devem achar que isso uma prova convincente, uma vez que esse argumento também foi apresentado pela Senhora Roach.
Além do fato de que este argumento de nenhuma maneira indica a
igualdade de direitos para as mulheres no Islã, a história é apócrifa. Os
nossos amigos muçulmanos estão falando da mulher chamada Summayyah. O único historiador que fala isso
é Ibn Saad. Segundo ele, Summayyah sofreu o martírio nas mãos de Abu
Jahl. Se este martírio realmente tivesse ocorrido; ele teria sido apregoada por
todo e cada biógrafo e teria sido relatado em inúmeras tradições. Este é apenas
um exemplo dos exageros que os muçulmanos fazem desde o início.
Na verdade, o mesmo biógrafo afirma que Bilal também foi o primeiro
mártir, embora ele sobrevivesse durante muito tempo as alegadas perseguições,
voltou para Meca e cantou o Azan da cobertura da Caaba após Maomé conquistar
aquela cidade, e morreu de morte natural.
Ibn Sad descreve que Summayyah,
seu marido e seu filho Yasir Ammar foram perseguidos em Meca (p. 227) Mas
depois de Yasir (que morreu de causas naturais), Summayyah
se casou com o escravo grego Azrak e com ele teve um filho chamado Salma. Como
então devemos entender que ela morreu sob a perseguição? Azrak pertencia a
Taif, e foi um dos escravos que no cerco daquela cidade (cerca de 15 anos mais
tarde), fugiram durante o acampamento de Muhammad. É natural concluir que Summayyah, após a morte de Yasser, casado
Azrak, e viveu em Taif.
Sra. Roach lamenta que o Islã não seja praticado em todas as partes
do mundo por todos os muçulmanos com a norma prescrita por Alá no Alcorão.
Devemos dar
graças a Deus por isso! Imagine se todos
os muçulmanos fossem apedrejar ou enforcar as vítimas de estupro ou flagelar
mulheres por delitos menores, como a exposição de uma mecha de cabelo. De fato,
os países que praticam o Islã em sua plenitude são verdadeiramente os mais
bárbaros. Basta pensar no sofrimento das mulheres no Afeganistão durante o
regime do Talibã. As mulheres não tinham permissão para sair de suas casas ou
trabalho. Médicos do sexo masculino não foram autorizados a visitar os
pacientes do sexo feminino. Então, quando as mulheres ficavam doentes, não
havia ninguém para cuidar delas e elas morriam. Quanto mais islâmico um país,
mais infernal ele fica.
Sra. Roach se
conforta por pensar que – após a morte - as mulheres podem esperar serem
tratadas de forma igual e diz que "a alma das mulheres têm valor igual aos
dos homens". Em outras palavras, o que ela está dizendo é que, enquanto as
mulheres vivem uma vida de escravidão, abuso e privações neste mundo, elas
podem se alegrar, porque depois que elas morrem serão tratadas de forma igual.
Apesar de eu achar isso um péssimo negócio, a verdade é que nem mesmo essa
promessa é verdadeira. As mulheres no Islã não são tratadas da mesma forma nem
depois da morte.
Aos homens é prometido muitas virgens depois que eles morrem. E as
mulheres ganham o quê? Elas ganham o seu velho e péssimo marido para
compartilhar com 72 virgens celestiais voluptuosas. Com essas muitas “houris” de seios fartos, por que um homem ia
querer passar uma noite com uma velha esposa? Será que as mulheres também vão
ter jovens garanhões celestiais para terem orgias com eles? Não, elas não vão.
Elas devem manter a sua "modéstia" mesmo depois de morta.
Na verdade, de acordo com Maomé, poucas mulheres vão para o Paraíso.
A maioria delas acaba no inferno. Vejamos o que diz o Profeta sobre este
assunto. Este é o lugar onde ele descreve sua visita alucinante para o inferno
e paraíso:
"Então eu vi o (Inferno) Fogo, e eu nunca tive antes uma visão
tão horrível quanto essa; e eu vi que a maioria dos seus habitantes eram
mulheres." As pessoas perguntavam: "Ó Apóstolo de Deus! Qual é a
razão para isso?" Ele respondeu: "Por causa de sua ingratidão."
Foi dito. "Será que elas não creem em Alá (são ingratas para com
Deus)?" Ele respondeu: "Elas não são gratas a seus maridos e são
ingratas para com os favores feitos para elas. Mesmo se você fizer o bem a uma
delas durante toda a sua vida, quando ela sentir alguma aspereza em você, ela
vai dizer: "Eu nunca tive nada de bom de você.'” Bukhari 7.62.125
Sra. Roach diz
que as mulheres muçulmanas podem orar sozinhas. É isso o sinal de sua igualdade
e libertação? As outras religiões também não permitem que as mulheres rezem
sozinhas? Não deveria Deus aceitar suas orações?
A Sra. Roach diz
que o infanticídio feminino era uma prática comum na Arábia pré-islâmica e que
o Islã aboliu isso. Os muçulmanos acreditam piamente que esta era uma prática
comum. Se fosse assim do jeito que eles pensam, de quem é que as meninas árabes
nasciam? Eles também alegam que Maomé elevou o status das mulheres, limitando o
homem a não mais do que quatro esposas. Como poderiam os homens árabes achar
tantas esposas se eles praticavam o infanticídio feminino?
Talvez algumas
pessoas mais ignorantes matassem suas filhas recém-nascidas, mas que não
poderia ter sido uma prática comum, pois o infanticídio é contra a natureza
humana. Afinal de contas, os árabes também eram seres humanos. Eles devem ter
tido o mesmo tipo de instinto paternal que temos. Mesmo os animais têm instinto
paternal. Sim exceções sempre ocorrem. Ainda hoje o infanticídio feminino é
praticado na China e na Índia. Mas é uma prática abominável condenada pela
sociedade e punida por lei. Os casos são extremamente raros. A Arábia
pré-islâmica não poderia ter sido diferente. O que Maomé disse já era senso
comum e todo mundo condenava a prática. Deixe-me dar outro exemplo. Nós lemos
no noticiário de que alguns homens matam suas esposas. Quão é comum esta
prática? Não é todo mundo que faz isso. Mas suponha que eu – Ali Sina - me declare um profeta e, entre
outras coisas, proíba os homens de matarem as esposas. Isso não é grande coisa!
Todo mundo sabe que matar a esposa é ruim. Mil anos no futuro a partir de
agora, e os meus zelosos seguidores afirmarão que no período “pré-Sinaico”
algumas pessoa ignorantes praticavam o feminicídio, e sua santidade Ali Sina
aboliu essa prática repugnante. Quão ridículo isto parece na sua opinião? Bem,
isto não é mais ridículo do que a reivindicação dos muçulmanos em dizer que
Maomé aboliu o infanticídio feminino.
Entre os "direitos" das mulheres muçulmanas, a Sra. Roach
afirma que o "direito" de lutar no campo de batalha é o mais
importante. Ela diz: "Que direito poderia ser mais sério do que ser capaz
de lutar e morrer na batalha?"
Isso é um
direito? Não teria sido melhor se - em vez de guerras - Maomé trouxesse a paz
para o mundo e desse às mulheres (e homens e crianças) o direito de viver em
paz? Ele conclamou os muçulmanos a uma guerra em nome de Deus e derramar o
sangue de seus companheiros humanos (Alcorão 2:216 e 9:39). Isto é algo bom? Os seres humanos já não têm
guerras o bastante? Será que eles precisam de um profeta de Deus para dar-lhes
o "direito" de matar e morrer? Ele tirou o direito de pensar, o
direito de acreditar na fé de sua escolha, o direito à autodeterminação e, em
vez disso, deu-lhes o direito de fazer a guerra, para matar, para odiar, para
"incutir o terror no coração do inimigo (Alcorão 8:12), para destruir este
mundo e para morrer. Isso é um direito? Isto é o mesmo que dizer que Maomé deu
aos muçulmanos o direito de viver no inferno, o direito de serem escravos, o
direito de serem abusados e torturados.
Nos Estados Unidos e em outros países civilizados, as pessoas têm o
direito à liberdade, à vida e à busca da felicidade. No Islão, os muçulmanos
têm o direito de fazer a guerra e a morrer. Devemos ainda acreditar que o Islã
é uma religião divina? O problema com o Islã é que ele destrói os valores de
cada um. O certo se torna errado e o mal é elogiado como algo bom. Agora
falando sério: como é que uma mulher muçulmana luta envolvida em uma burca?
Isso é algo que vale a pena ver. Além disso, as mulheres não muçulmanas são
proibidas de lutarem se quiserem? Sabemos de alguma mulher em qualquer
sociedade que não tenha o “direito” de lutar e morrer?
Talvez a Sra. Roach deva ler a biografia de seu profeta mais uma
vez. Ela vai perceber que mesmo os pagãos costumavam levar suas esposas ao
campo de batalha. Na batalha de Uhud, era Hind, a esposa de Abu Sofyan, que
“rugia como uma leoa”, incentivando os
homens a marchar para a frente. Naqueles dias, as mulheres acompanhavam seus
maridos na batalha para fornecer-lhes suprimentos e para tratá-los, se eles
ficassem feridos. Maomé fez o que outros árabes faziam. No entanto, após o
Islã, quando os muçulmanos começaram a colocar em prática os ensinamentos de
seu profeta, eles descobriram que não havia espaço para as mulheres em qualquer
lugar - inclusive no campo de batalha - e, portanto, as mulheres foram
descartadas e foram relegadas a cidadãs de segunda classe.
A Sra. Roach diz
que "as mulheres muçulmanas sempre tiveram o direito de votar". Como
isso pode ser verdade quando nem mesmo os homens muçulmanos têm o direito de
votar? No Islã não há democracia. Como você pode votar se não há democracia? A
falta de democracia no Islã é um outro assunto interessante que vale a pena
explorar
Sra. Roach diz
que as mulheres no Islã têm o direito de possuir e dispor de bens, sem ter que
obter permissão de seus parentes do sexo masculino. Será que ela está se
esquecendo que Khadija, antes de estragar (mimar) Maomé, foi uma mulher de
negócios que tinha feito uma fortuna executando o seu próprio negócio de
comércio e que tinha muitos homens ao seu serviço? As mulheres hoje podem ter
sucesso em qualquer país islâmico da mesma maneira que Khadija foi bem sucedida
em uma sociedade pagã? Houve uma única mulher após Khadija, em qualquer país
islâmico, durante esses 1400 anos que se
rivalizasse ao seu sucesso? A resposta é não! Será que isso não prova
que há menos oportunidades no mundo islâmico para as mulheres do que o que
Khadija teve em um mundo pagão? É claro que as mulheres perderam seus direitos
após o Islã e não ganharam nada com isso.
Sra. Roach diz que as mulheres muçulmanas têm o direito de trabalhar
fora de casa. Eu me pergunto por que ela não diz isso para os Talibãs. Eles
proíbem as mulheres de trabalhar fora de casa. Também gostaria de perguntar a
ela como uma mulher pode trabalhar fora de casa, quando ela não pode estar em
um quarto sozinha com um homem e não pode viajar sozinha, sem um parente do
sexo masculino (mahram). Maomé desencorajou as mulheres de saírem de sua casa
e, de fato, ele disse que é melhor para elas rezarem na privacidade de sua casa
(leia-se prisões) do que rezar na mesquita. Em alguns países islâmicos, as
mulheres nem sequer são autorizadas a dirigir um carro. Como elas deveriam ir
para o trabalho, se elas não podem sequer chegar lá, a menos que alguém as
leve?
Sra. Roach diz que as mulheres muçulmanas têm o direito de casar com
quem quiserem. Eu pergunto-lhe: como pode uma criança de 9 anos de idade
consentir a um casamento? Como pode uma mulher muçulmana ser livre em sua
escolha, quando ela nem sequer pode namorar o homem com quem planeja se casar a
fim de conhecê-lo? Como você pode escolher quando você nem sequer conhece a
pessoa? Como você pode tomar qualquer decisão inteligente e educada quando não
conhece o seu companheiro? Escolha cega não é escolha.
Ela também afirma que uma mulher muçulmana tem o direito à
satisfação sexual dentro de seu casamento e esclareceu que "se uma mulher
está insatisfeita ela pode obter o divórcio". Isso é verdade? De acordo
com a Sharia, mulheres não podem se divorciar mesmo que o seu marido as
espanque. A decisão do divórcio descansa apenas em caprichos do homem. Agora
imagine uma mulher indo para um juiz exigindo divórcio acusando o marido de
impotência. Como você pode humilhar o ego gigantesco de um homem muçulmano e
esperar viver depois disso? Ela será uma mulher morta no dia seguinte. Se ela
sobreviver e conseguir o divórcio, será vista como uma prostituta por todos.
A mulher divorciada não tem para onde ir no mundo islâmico. Eu não
sei se a sra. Roach já viveu em um país islâmico. As mulheres muçulmanas não
são autorizadas a terem qualquer libido. Não é piedoso que as mulheres sintam
desejos sexuais. Na verdade, a mutilação genital é projetada para tirar
qualquer prazer sexual delas. As mulheres não são feitas para desfrutarem do
sexo. Se elas têm qualquer libido, há um risco de que elas possam fornicar e
cometer pecado. Mulheres só deve proporcionar satisfação aos seus maridos e
negar todas as suas necessidades sexuais. De acordo com uma tradição:
O apóstolo de Deus disse: "Se um marido chama sua esposa para a
cama (ou seja, ter relação sexual) e ela se recusa fazendo com que ele durma
com raiva, os anjos vão amaldiçoá-la até de manhã." Bukhari 4.54.450
É divertido pensar que os anjos não têm nada melhor para fazer do
que sentar e amaldiçoar a pobre mulher a noite toda por privá-los de assistir o
show pornô ao vivo. Se Deus deve punir a mulher por não satisfazer as
necessidades sexuais do marido, por que ele precisaria de anjos para fazer o
lobby por isso? Não é um desperdício de recurso de anjo?
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Muçulmanos e cristãos NÃO adoram o mesmo deus
Eu procuro me ater ao islamismo como a ideologia política poderosa que é. A religião islâmica é apenas uma forma de enjaular os seus adeptos de modo a se tornarem propagadores da ideologia, prontos para mentir e para matar por ela.
Um dos truques é dizer que o conceito do deus islâmico é o mesmo que o conceito do deus cristão. Isso é usado para enganar os cristãos e os não-cristãos, fazendo-os "baixar a guarda." Este vídeo é interessante porque joga por terra este conceito.
Por isso, da próxima vez que alguém disser que o deus do islão é o mesmo do cristianismo, você vai pode dizer não e explicar o porquê, independente de você ser cristão ou não.
Mas, principalmente, se você for cristão, esclareça isso, pois tem muito pastor e padre que não tem a menor idéia disso, e fica falando bobagem!
Então, assista ao vídeo. E se prepare para o embate! Lembre-se que não é o caso de se defender uma religião (neste caso, o cristianismo) mas sim o de defender a liberdade frente à submissão ... ou seja, defender a sua civilização.
Um dos truques é dizer que o conceito do deus islâmico é o mesmo que o conceito do deus cristão. Isso é usado para enganar os cristãos e os não-cristãos, fazendo-os "baixar a guarda." Este vídeo é interessante porque joga por terra este conceito.
Por isso, da próxima vez que alguém disser que o deus do islão é o mesmo do cristianismo, você vai pode dizer não e explicar o porquê, independente de você ser cristão ou não.
Mas, principalmente, se você for cristão, esclareça isso, pois tem muito pastor e padre que não tem a menor idéia disso, e fica falando bobagem!
Então, assista ao vídeo. E se prepare para o embate! Lembre-se que não é o caso de se defender uma religião (neste caso, o cristianismo) mas sim o de defender a liberdade frente à submissão ... ou seja, defender a sua civilização.
domingo, 17 de agosto de 2014
Os 20 Mandamentos mortais do "diabólico" ("satânico") Maomé, o fundador do Islão
- Tu deves estuprar, casar e divorciar meninas na pré-puberdade. Alcorão 65:4, 4:3
- Tu deves ter relações sexuais com escravas sexuais e trabalhadoras escravas. Alcorão 4: 3, 4:24, 5:89, 33:50, 58: 3, 70:30
- Tu deves bater nas escravas sexuais, nos trabalhadores escravos, e nas esposas. Alcorão 04:34
- Tu deves ter quatro testemunhas masculinas muçulmanas para comprovar um estupro. Alcorão 24:13
- Tu deves matar aqueles que insultam o Islão ou Maomé. Alcorão 33:57
- Tu deves crucificar e amputar não-muçulmanos. Alcorão 5:33, 8:12, 47: 4
- Tu deves matar os não-muçulmanos para garantir receber as 72 virgens no céu. Alcorão 9: 111
- Tu deves matar quem deixar o Islã. Alcorão 2: 217, 4:89
- Tu deves decapitar não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 47: 4
- Tu deves matar e morrer por Alá. Alcorão 9: 5
- Tu deves aterrorizar os não-muçulmanos. Alcorão 8:12, 8:60
- Tu deves roubar e furtar os não-muçulmanos. Alcorão Capítulo 8 (Saque / Espólios de Guerra)
- Tu deves mentir para fortalecer o Islã. Alcorão 3:28, 16: 106
- Tu deves lutar contra os não-muçulmanos, mesmo que você não queira. Alcorão 2: 216
- Tu NÃO deves tomar os não-muçulmanos como amigos. Alcorão 05:51
- Tu deves chamar os não-muçulmanos de porcos e macacos. Alcorão 5:60, 7: 166, 16: 106
- Tu deves tratar os não-muçulmanos como as criaturas mais vis, que não merecem misericórdia. Alcorão 98: 6
- Tu deves tratar os não-muçulmanos como inimigos jurados. Alcorão 4: 101
- Tu deves matar os não-muçulmanos por não se converterem ao Islão. Alcorão 09:29
- Tu deves extorquir não-muçulmanos para manter o Islão forte. Alcorão 09:29.
Duas frases abaixo que valem dependendo da sua
convicção:
- Uma pessoa religiosa - Caros muçulmanos: Eu oro para que o Senhor Jesus Cristo abra os olhos e os corações, e você possa conhecer a luz do Evangelho em Seu Nome Poderoso. Amén.
ou:
- Uma pessoa atéia/agnóstica - Caros muçulmanos: Estes 20 mandamentos são um crime contra a humanidade e os Direitos Humanos. Largue-os fora, e se torne um ser humano.
Agora, para
mim, basta uma frase muito simples:
EU NÃO
QUERO SHARIA NO BRASIL
E, para completar,
os políticos e simpatizantes que estão dando cobertura para islamismo se
instalar e criar raizes no Brasil são traidores da pior espécie.
(hat tip: Karim)
terça-feira, 8 de abril de 2014
O conceito da Trindade significa Politeísmo?
Eu procuro me ater ao islamismo como a ideologia política poderosa que é. A religião islâmica é apenas uma forma de enjaular os seus adeptos de modo a se tornarem propagadores da ideologia, prontos para mentir e para matar por ela. Mas, considerando que eles tentam "converter" pessoas para se juntar à sua causa política, e que dentro deste grupo encontram-se os cristãos (que são um número considerável no Brasil) eu resolví abrir uma série com recursos para ajudar os cristãos a rebaterem o discurso distorcido dos muçulmanos. Acredite: eles são treinados para isso nas mesquitas e madrassas.
Um dos truque que os maometanos utilizam para se mostrar superiores, neste caso sobre a civilização ocidental, a qual eles consideram cristã, é afirmar que o cristianismo é politeísta ao considerar um Deus em três pessoas (trindade). O artigo abaixo explica muito bem que esta afirmação dos muçulmanos e dos apologistas islâmicos é totalmente sem fundamento. Bom ter perto para quando algum maometano de plantão implicar sobre isso.
Leia o texto. E se prepare para o embate! Lembre-se que não é o caso de se defender uma religião (neste caso, o cristianismo) mas sim o de defender a liberdade frente à submissão ... ou seja, defender a sua civilização.PS. o texto abaixo é de autoria de Rafik, do site Rafik Responde ao Islam (cross-posting).
(para ler a série toda clique aqui)
A acusação de que a doutrina da trindade é uma espécie de politeísmo é uma carta velha na manga do Islam. Somos acusados pelos muçulmanos de sermos as piores das criaturas e merecemos a morte por acreditarmos em tais coisas. As noticias sobre a perseguição de cristãos, vindas do mundo Islâmico provam isso.
Hoje em dia, em uma grande parcela do mundo Islamico, os cristãos são discriminados e muitos pagam com suas vidas por se chamarem de Cristãos. O Cristianismo é associado com tudo de ruim, e o próprio Alcorão diz que “eles sao as piores das criaturas”.
A doutrina cristã afirma que todos os profetas do Antigo Testamento criam em um MONOTEÍSMO TRINITÁRIO e é isso que vou procurar provar com este texto.
No Islam no entanto, é muito comum ouvir ou ler em suas publicações de que todos os profetas em todos os tempos eram MONOTEISTAS (concordo) e ensinam essencialmente a mesma verdade que Mohamed ensinava (discordo).
Eu vou demonstrar através das Escrituras Judaicas e Cristãs que todos os profetas, desde Adão, Noe, Abraão, Moises, Davi etc incluindo Jesus acreditavam que Deus é UM, porem Deus é MULTI-PESSOAL.
Ou seja, se os profetas do passado acreditavam que o UNICO Deus tem múltiplas pessoas, então a única conclusão logica é que a Trindade não é um tipo de politeísmo, mas sim o monoteísmo verdadeiro, o monoteísmo trinitáriano.
Eu tambem vou procurar mostrar que SE o ensino da Trindade é de fato politeísmo, então o Cristianismo sem duvida seria uma religião falsa. POREM se esta afirmação for correta, o próprio Islam devera ser considerado uma religião falsa juntamente com o Cristianismo.
Em certos versos do Alcorão, Allah distingue claramente os politeístas dos cristãos. Porem os muçulmanos geralmente dizem que os cristãos são politeístas.
Deixando temporariamente de lado as contradições do Alcorão, podemos dizer que em certos versos Allah considera os cristãos não são idolatras ou pagãos, pelas seguintes razões:
Os muçulmanos estão permitidos a comerem a comida e a se casarem com mulheres do “Povo do Livro” ou seja, Cristãs e Judias. Mas eles não estão permitidos a comerem a comida dos politeístas e a se casarem com mulheres politeístas.
Hoje, estão-vos permitidas todas as coisas sadias, assim como vos é lícito o alimentodos que receberam o Livro, da mesma forma que o vosso é lícito para eles. Está-vos permitido casardes com as castas, dentre as fiéis, e com as castas, dentre aquelas que receberam o Livro antes de vós, contanto que as doteis e passeis a viver com elas licitamente, não desatinadamente, nem as envolvendo em intrigas secretas. Quanto àqueles que renegar a fé, sua obra tornar-se-á sem efeito e ele se contará, no outro mundo, entre os desventurados. (Sura 5:5)
“Não desposareis as idólatras até que elas se convertam, porque uma escrava fiel é preferível a uma idólatra, ainda que esta vos apraza. Tampouco consintais no matrimônio das vossas filhas com os idólatras, até que estes se tenham convertido, porque um escravo fiel é preferível a um livre idólatra, ainda que este vos apraza. Eles arrastam-vos para o fogo infernal; em troca, Deus, com Sua benevolência, convoca-vos ao Paraíso e ao perdão e elucida os Seus versículos aos humanos, para que Dele recordem.” (Sura 2:221)
Neste caso, se os cristãos são politeístas, o Alcorão claramente se contradiz. Nestes versos abaixo veremos que Allah claramente distingue entre Cristãos e idolatras. Se eles fossem o mesmo grupo, não haveria necessidade de cita-los separadamente.
Sura 98:1 - Os incrédulos, entre os adeptos do Livro, bem como os idólatras, não desistiriam da sua religião, a não ser quando lhes chegasse a Evidência:
Sura 98:6 - Em verdade, os incrédulos, entre os adeptos do Livro, bem como os idólatras, entrarão no fogo infernal, onde permanecerão eternamente. Estas são as piores das criaturas!
Sura 2:105 - Aos incrédulos, dentre os adeptos do Livro, e aos idólatras, agradaria que não vos fosse enviada nenhuma mercê do vosso Senhor; mas Deus outorga a Sua Clemência exclusivamente a quem Lhe apraz, porque é Agraciante por excelência.
Sura 5:82 - Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. Constatarás que aqueles que estão mais próximos do afeto dos fiéis são os que dizem: Somos cristãos!, porque possuem sacerdotes e não ensoberbecem de coisa alguma.
Sura 3:186 - Sem dúvida que sereis testados quanto aos vossos bens e pessoas, e também ouvireis muitas blasfêmias daqueles que recebem o Livro antes de vós, e dos idólatras; porém, se perseverardes pacientemente e temerdes a Deus, sabei que isso é um fator determinante, em todos os assuntos.
O Alcorão e as tradições fazem distinção entre Cristãos e Pagãos ou idolatras. Porem se encontrarmos provas no Alcorão de que os Cristãos são “idolatras e pagãos” ENTAO teremos que concluir que o próprio Alcorão é uma fabricação de um homem chamado Mohamed, pois encontraremos nele varias discrepâncias:
“Não meditam, acaso, no Alcorão? Se fosse de outra origem, que não de Deus, haveria nele muitas discrepâncias.” Sura 4:82
Mas vamos nos voltar para a Biblia agora. Eu ja disse que todos os profetas do passado (Abraão, Moises, Davi e Jesus) acreditavam que existe um ÚNICO Deus porem estes UNICO DEUS tem múltiplas pessoas. Se pudermos demonstrar isso então a conclusão logica é que a Trindade não é um tipo de politeísmo, mas sim um monoteísmo trinitário que os profetas acreditavam.
No Islam, Allah nao pode entrar na esfera humana, Allah nao pode se contaminar com o mundo que ele mesmo criou. Porem no Cristianismo Deus fez isso em todos os momentos da historia humana, ele se manifestou em forma humana para Adão, Abraão, Jaco, Moises ... culminando com a sua própria vinda a estes mundo na pessoa de Jesus.
Vamos analisar uma sessão da Bíblia que esta em Genesis 18 e 19. Nesta parte da Bíblia, Deus aparece para Abraão para lhe dizer que ele teria um filho (Isaque) e que ele julgaria e destruiria Sodoma e Gomorra. Abram as suas bíblias e por favor LEIAM. Se você não tem Bíblia por favor acesse aqui: http://www.bibliaonline.com.br/aa/gn/18
“Depois apareceu o Senhor a Abraão junto aos carvalhos de Manre... Levantando Abraão os olhos, olhou e eis três homens de pé em frente dele...” Gênesis 18:1-2
A primeira coisa que notamos é que Deus aparece na forma humana acompanhado com outros DOIS HOMENS ou ANJOS. Inicialmente Abraão teve dificuldades de identificar quem eram estes visitantes, mas em vez de mostrar agressividade, Abraão recebe as suas visitas na forma costumaria, oferece hospitalidade, agua, descanso e uma boa refeição.
Logo apos, estes seres divinos, perguntam sobre Sara e promete que ela terá um filho em idade avançada. Deus promete duas coisas: 1) Que ELE voltaria no ano seguinte 2) e que Sara teria um filho: “E um deles lhe disse: certamente tornarei a ti no ano vindouro; e eis que Sara tua mulher terá um filho” (18:10)
Sara riu em sua tenda mas o Deus sabia que ela tinha rido da sua promessa e diz: “Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho.” (18:14)
Naquele momento Abraão descobre que os visitantes não eram "homens" mas "Deus" que lhe estava fazendo uma visita. Abraão então ficou aguardando e ESPERANDO pela volta de Deus no ano seguinte e pelo nascimento do seu filho. Ambos os acontecimentos iriam se COINCIDIR. Abraão certamente se exultou quando ele se encontrou com DEUS naquele dia. (Jesus ira fazer menção deste dia quando ele afirma que Ele existia antes de Abraão existir).
Eu ja tive o privilegio de estar em Hebron onde a visita de Deus a Abraão aconteceu. Fui visitar o tumulo de Abraão e Sara. Hebron fica nas montanhas perto de Jerusalem e Sodoma ficava embaixo no vale do Mar Morto. Das proximidades da cidade, dava para ver o vale que separa Israel da Jordania. Justamente ali ficava Sodoma e Gomorra. Existem ruinas da cidade de Zoar onde Lo se refugiou quando ele foi retirado de Sodoma.
De Hebron ate Zoar se cobre em 13 horas de caminhada...
“Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito, descerei agora, e verei se em tudo têm praticado segundo o seu clamor, que a mim tem chegado; e se não, sabê-lo-ei. Então os homens, virando os seus rostos dali, foram-se em direção a Sodoma; mas Abraão ficou ainda em pé diante do Senhor. (18:20-22)
Enquanto que Deus descia ate Sodoma, Deus tambem ficou para trás para falar com Abraão. Foi neste momento que Abraão intercede pela cidade mas Deus não encontra nem sequer 10 justos na cidade.
Sera importante NOTAR o seguinte: Ao terminar de conversar com Abraao, DEUS VOLTOU para os CEUS: “E foi-se o Senhor, logo que acabou de falar com Abraão; e Abraão voltou para o seu lugar.” (18:33)
No entanto naquela tarde, Deus tambem havia chegado a Sodoma: “À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma” (19:1) Aparentemente, Lo não percebeu que estes seres anjos era o próprio Deus que o visitava.
O Senhor ja havia retornado aos céus, porem o Senhor havia enviado o Senhor para destruir a cidade. Neste momento o texto diferencia entre o Senhor (Deus) na terra e o Senhor (Deus) nos céus. Isso quer dizer que Deus é multi-pessoal. – Veja Gênesis 19:13 "porque nós vamos destruir este lugar, porquanto o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo."
O processo de avisar toda a sua família durou a noite toda. As outras filhas e genros de Lo não acreditaram nele. Lo fugiu somente com a esposa e duas filhas. Depois de Deus haver tirado a família de Lo da cidade, o verso 24 diz o seguinte:
“Então o Senhor fez chover enxofre e fogo, do Senhor desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra;”
O SENHOR fez chover fogo DO SENHOR?
Note que Deus estava ao mesmo tempo nos CÉUS e na TERRA enviando enxofre e fogo em Sodoma. A única forma lógica de se entender este verso é ver que O SENHOR que estava na terra e o SENHOR que estava nos céus, são UM. Deus é único porem multi-pessoal.
Os antigos comentaristas hebreus ao comentarem estes texto tiveram que fazer uma associação entre o Senhor na terra e o Senhor nos céus. No Targum de Jonathan encontramos a seguinteexplicação de Gen 19:24:
“E a PALAVRA (MEMRA) do Senhor fez chover ... sobre Sodoma e Gomorra, para faze-los se arrependerem, mas eles não se arrependeram... enxofre e fogo foram enviados dediante da PALAVRA do Senhor dos CEUS...”
Fonte: Targums of Onkelos and Jonathan Ben Uzziel on the Pentateuch By J. W. Etheridge pagina 217
Estes autores reconheciam que a PALAVRA de DEUS é uma personalidade separada do PAI e do ESPIRITO de Deus. Em outras palavras, foi a PALAVRA DE DEUS (o FILHO) que estava na terra que fez fogo descer da parte de YAHWEH ( o PAI) nos céus. Ou seja, Deus e a Palavra de Deus estavam se interagindo.
Então não nos admira em nada que Joao tenha descrito que a PALAVRA de DEUS tomou a forma humana e habitou entre nos: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Joao 1:1
Se abrirmos as nossas bíblias em Joao 8, vemos Jesus afirmando varias vezes que Ele era Deus e ate perdoando uma mulher do seu pecado e logo em seguida ele faz os seguintes pronunciamentos:
· Eu sou a luz do mundo João 8:12 (Somente Deus é a Luz do mundo)
· Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo João 8:23 (Somente Deus nao é deste mundo)
· Morrereis em vossos pecados, porque se não crerdes que eu sou (YAHWEH) João 8:24 (Somente em Deus teremos vida)
· Quando levantardes o Filho do homem, então conhecereis que EU SOU (YAHWEH), João 8:28 (Somente Deus se chama EU SOU)
· Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres João 8:36 (Somente Deus pode dar a liberdade)
· Eu falo do que vi junto de meu Pai, João 8:38 (Somente o FILHO Deus viu ao PAI Deus)
· Se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte João 8:51 (Somente a Palavra de Deus deve ser guardada para produzir vida)
· Quem me glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus João 8:54 (Somente Deus glorifica a Deus)
· Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se. João 8:56 (Abraao viu Deus naquela visita, ou seja, ele viu Jesus)
· Em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou (YAHWEH). João 8:58 (Somente Deus é preexistente)
Jesus declarou claramente que ele é YAHWEH. Somente uma pessoa totalmente cega não consegue ver isso neste texto.
Jesus disse que Abraão se exultou ao ver o seu dia. Quando foi que Abraão se encontrou com Jesus? Jesus disse que foi Ele quem apareceu para Abraão em Hebron quando ele veio dar a noticia do nascimento do seu filho e da destruição de Sodoma e Gomorra.
Abraão não tentou matar os seus visitantes (DEUS) quando eles o visitaram em Hebron. Ele os recebeu com alegria e estendeu sua hospitalidade ao Deus Triuno, ao Senhor dos céus. Por isso Jesus disse que Abraão não se comportou da forma como os Judeus estavam se comportando naquele dia.
Joao não teve nenhum problema de associar a PALAVRA de DEUS com o próprio Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Joao 1:1 e Tomas tambem não teve nenhum problema de adorar a Jesus e declarar: “Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!” Joao 20:28.
Este foi o mesmo Jesus que antes de subir ao CEUS (A Palavra de Deus retornando aos céus de onde ele saiu) disse aos discípulos que a TRINDADE (O Pai, o Filho e o Espirito) deveriam ser mencionados em cada batismo:
“Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mateus 28:18-20
Note nesta passagem que Jesus afirma novamente ser DEUS.
- Ele diz que TODO poder lhe foi dado nos céus e na terra.
- Ele diz que a sua mensagem é universal e deveria ser ensinada em todas as NAÇÕES da terra.
- Ele diz que as pessoas deverão ser batizadas no NOME e não nos NOMES do Pai, do Filho e do Espirito Santo. Esta comunidade divina esta reunida em UM SO NOME.
- Ele diz que estará com o seu povo ate a consumação dos séculos. Jesus estará presente (Onipresença) em todos os lugares do mundo e todos os tempos, ate que a historia do mundo venha a uma consumação.
Foi o próprio Jesus quem ensinou que o UNICO Deus é o Pai, o Filho e o Espirito. Foi Jesus quem afirmou que a crença na trindade é o verdadeiro monoteísmo, o monoteísmo que Adão, Noé, Abraão, Moises, Davi e Jesus ensinaram.
Que Deus possa abrir os olhos dos muçulmanos e ter misericórdia deles. Oremos pelo mundo Islamico para que eles acordem e se voltem ao Unico Deus e Senhor Jesus Cristo.
Rafik
sábado, 29 de março de 2014
Possíveis resposta à indagação: “Resistir ao islamismo? Como? Você quer fazer uma guerra contra 1,3 bilhões de muçulmanos?”
Quando você está
falando com as pessoas, você quer que eles aceitem o simples fato de que os
ensinamentos islâmicos ortodoxos são muito diretos, e que eles chamam pela
intolerância e violência contra os não-muçulmanos, e um esforço incessante para
tornar o mundo subserviente à lei islâmica (Sharia).
Algumas das pessoas
com as quais você conversar, irão colocar todas as objeções que elas possam
pensar, porque elas não querem aceitar essa premissa.
Se eles
articulam o seu medo, soaria algo como isto: "Pelo amor de Deus, isso não
pode ser verdade, porque isso significaria que teríamos de ir à guerra com 1,3
bilhões de muçulmanos, e nós não podemos fazer isso!" Algumas pessoas
realmente vão dizer isso em voz alta.
Como muitas
objeções que recebemos, esta é uma grande oportunidade para inserir um pouco
mais de informação para um cérebro que é provável quase inteiramente vazio de
quaisquer fatos sobre o Islã.
Aqui estão algumas
possíveis respostas que você pode dar :
1. Felizmente,
não temos de ir à guerra com todos eles. A maioria das pessoas que são agora
muçulmanas nunca escolheram isso. Seus ancestrais foram quase todos forçados a se
tornarem muçulmanos. Os paises dos ancestrais dos muçulmanos de hoje foram
conquistados e lei Sharia foi imposta. Sharia coloca pressão sobre todos para
serem muçulmanos, e só não apenas no nome. É contra a lei Sharia pular as cinco
orações por dia, ou pular o jejum durante o Ramadã ou deixar de pagar a zakat (esmola à mesquita). Em outras palavras, a prática do Islã ortodoxo é imposta
por lei, de modo que depois de algumas gerações, seria difícil pensar fora de
ser um muçulmano, especialmente quando a pena por ter deixado a fé é a morte.
Mas o que isto significa é que muitos deles
escolhem viver suas vidas sem o domínio constante da Sharia se tivessem a
opção. Assim, mesmo que se tratasse de guerra, não teríamos de ir à guerra com
1,3 bilhões.
2. Mas seria uma
guerra para fazer o que? Quero dizer, por que você acha que uma guerra seria
necessária?
3. Nós não
precisamos ir para uma guerra, quando a única coisa que se precisa fazer seria mudar algumas das
nossas próprias leis e algumas de nossas próprias políticas externas. E às
vezes nós nem sequer temos de mudá-las, nós só precisamos começar a aplicá-las.
Por exemplo, é ilegal tentar derrubar o governo ou até mesmo planejar fazer
isso. Isto se chama de sedição. Já é contra a lei. Mas veja o que acontece nos
países ocidentais, onde as mesquitas são usadas para a pregação da necessidade
da implementação da lei de Alá naquele país. No Brasil, muçulmanos se articulam
para montar um partido político islâmico cuja plataforma é a implementação da
lei islâmica. E, nos EUA, em três quartos das mesquitas americanas, a jihad
está sendo pregada. Jihad significa " a luta para trazer todos na terra
sob a lei de Alá. " Em outras palavras, pregar a jihad é sedição.
E jihad é um
elemento essencial do Islã. É um princípio básico do seu núcleo. Isso não é um
princípio secundário que ninguém se preocupa. Este é um objetivo central do
Islã.
Se queremos que
os muçulmanos ortodoxos em nosso país parem de trabalhar para minar e derrubar
o governo, vamos ter que fazer uma distinção entre os aspectos políticos do
Islã e os aspectos religiosos do Islã, e nós vamos ter que impedir as pessoas
de cometerem sedição. Nós não precisamos ir à guerra. Nós só precisamos educar um
número suficiente não-muçulmanos para evitar que políticos ignorantes dos
objetivos políticos do Islã sejam eleitos para ocuparem cargos públicos. A
única coisa que precisa acontecer é a educação.
4. O problema
não é com os muçulmanos, por isso não temos que ir para a guerra com eles. O
problema não nem é mesmo com a doutrina islâmica. O nosso problema é a
ignorância abjeta da maioria dos não-muçulmanos. Devido a essa ignorância, o
Ocidente está abrindo mão de suas liberdades. Deixe-me ilustrar o princípio com
vítimas de sociopatas. Nos comentários sobre um artigo sobre sociopatas, a
maioria dos comentadores são vítimas de sociopatas, e eles contam suas
histórias sobre o que aconteceu com eles - eles foram enganados e perderam suas
economias de vida, ou se casaram com alguém que abusou de seus filhos, ou um
dos seus pais deliberadamente os enlouquece, etc. Mas duas das pessoas que
comentaram são os próprios sociopatas, e seus comentários iluminam um princípio
importante.
O ponto de vista
da maioria das vítimas, as vítimas não entendem como sociopatas pode ser tão
maus ou cruéis ou sem coração. O ponto de vista dos sociopatas, é que eles não
entendem como as pessoas normais pode ser tão ingênuas a ponto de confiar em
todos, tão tolos para não se protegerem de alguém que já provou ser perigoso,
ou tão estúpidos para abrirem mão da escritura de sua casa !
Mesmo acontece com
os não-muçulmanos lidando com Islã ortodoxo. Ok, então, é o dever de um
muçulmano de se esforçar para o objetivo político de estabelecer a lei Sharia
em todo o mundo. Isso é o que eles fazem e os "verdadeiros crentes "
nunca vão parar de tentar isso. Mas não temos que permitir isso! Eles só estão
fazendo progressos em direção a sua meta, porque nós deixamos que isso
aconteça. Nós confiamos neles. Fazemos
acordos com eles. Nós permitimos que eles imigrem. Nós fazemos suposições sobre
eles (que eles devem ser como nós, sua religião deve ser semelhante a outras
religiões que conhecemos, etc.). Eles não estão roubando as nossas liberdades. Nós
é que estamos concedendo nossas liberdades. Estamos abrindo mão de nossa
própria auto-preservação. Estamos voluntariamente cedendo a nossa capacidade de
nos defender.
O problema não é
com eles, é com a gente. Nós não precisamos de ir à guerra. Precisamos parar de
ser estúpidos, e isso só pode acontecer a partir do momento que as pessoas
saibam alguns fatos básicos sobre a doutrina islâmica.
A maioria das
pessoas que comentaram no site sociopata (referido acima) disseram que ficaram
surpresas ao descobrir que havia mesmo esta coisa chamada de sociopata. O
fenômeno do "sociopata diário " não é muito bem conhecido. As pessoas
sabem sobre psicopatas assassinos em série, mas a maioria das pessoas não sabe que
existe tal coisa como pessoas andando em vidas comuns que não têm empatia pelos
outros e não podem desenvolvê-lo, as pessoas cujo único objetivo na vida é
vencer e dominar, pessoas que não sentem piedade ou remorso e que não têm
nenhum conflito emocional quando eles são cruéis.
Algumas das
pessoas que narraram os seus contos tristes se casaram com um sociopata por
anos sem nunca perceberem que essa pessoa poderia existir, então eles estavam
totalmente frustrados, angustiados, e confusos com o comportamento do seu
cônjuge, e, claro, em sua ignorância eles cometeram um erro estúpido após o outro, se auto-destrutindo.
O mundo livre
está agindo do mesmo modo fretne a agressãoimplacável
do Islã ortodoxo - fazendo um erro estúpido após o outro e se auto-destrutindo.
Esta estupidez precisa parar. A única coisa que falta é gente suficiente que tenha
um mínimode familiaridade com os ensinamentos islâmicos básicos.
Ok, essas são quatro
respostas possíveis frente à objeção : "Mas nós não podemos ir à guerra
com 1,3 bilhão de muçulmanos!"
Eu agradeceria (assim
como os futuros leitores), se você pudesse sugerir algumas respostas melhores
do que estas, e publicá-las nos comentários abaixo deste artigo. Podemos unir
nossos recursos, compartilhar a nossa inteligência, e ajudar uns aos outros
fazer a única coisa que deve ser feito: Educar nossos companheiros
não-muçulmanos.
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