Mais do que uma religião, o Islã é uma doutrina ideológica completa, que rege os aspectos da vida de muçulmanos e não-muçulmanos. É a única "religião" com uma teologia com regras para a conquista e subjugação dos não-muçulmanos, consolidadas na Lei Islâmica, a Sharia. O objetivo do Islã é implementar a Sharia em todo o mundo. Este blog apresenta aspectos da Sharia que são contrários aos Direitos Humanos, bem como mostra que a Sharia está viva, atuante, e se propagando pelo mundo.
O "talaq triplo" é um ordenamento jurídico do Alcorão que permite que um homem se divorcie instantaneamente da esposa (seja ela a primeira, segunda, terceira ou a quarta), apenas dizendo a ela (seja por voz, por texto, por e-mail) "eu me divorcio" três vezes. A mulher não tem apelação! Mas o pior é que se por qualquer motivo o marido se arrepender e quiser ter a ex-esposa de volta, ele só poderá reavê-la se ela se casar com um outro homem, consumir o casamento, e se divorciar dele (ou seja, apenas se o novo marido quiser - o desejo da mulher é irrelevante!). Atenção: a mulher não tem o direito a pronunciar o talaq triplo, apenas o homem!
O governo da Índia aprovou nesta quarta-feira uma portaria para implementar uma decisão da Suprema Corte que derruba a prática muçulmana que permite que os homens se divorciem instantaneamente.
Esta decisão do governo foi tomada como consequência do Parlamento indiano não ter legislado um ano depois da corte ter determinado que a prática de permitir que os homens se divorciassem simplesmente pronunciando a palavra árabe para divórcio - "talaq" - três vezes, violava os direitos constitucionais das mulheres muçulmanas.
A maioria dos 170 milhões de muçulmanos na Índia são sunitas, governados pela Lei Islâmica para questões e disputas familiares. As leis incluem permitir a prática, conhecida como "talaq triplo", pela qual os homens podem se divorciar simplesmente dizendo a palavra três vezes - e não necessariamente consecutivamente, mas a qualquer momento, e por qualquer meio, incluindo telefone, mensagem de texto ou postagem em mídias sociais.
O governo terá mais seis meses para obter aprovação do Parlamento para que a portaria se torne lei. Mas enquanto isso, aqueles que a violarem podem ser processados sob a portaria.
A Índia está fazendo o que toda sociedade não-muçulmana deveria fazer: defender sua própria integridade social e cultural. Ou seria a submissão o único caminho para evitar que sejamos chamados de “islamofóbico”?
Mas, uma vez que o triplo talaq está no Alcorão, é certo que os gritos de “islamofobia” e os protestos contra esta decisão jurídica que iguala os direitos de homens e mulheres iam ocorrer, e eles não demoraram (com a taquia de sempre).
O artigo Clérigos muçulmanos se opõem à nova ordenança traz críticas à decisão do governo por parte de duas organizações islâmicas. Uma é a Imarat Shariah, que acusa o governo central de interferir na lei pessoal muçulmana, baseada no Sharia (Alcorão e Hadith). A outra organização é a Maulana Shamimuddin Munami, do Sajjad Nashin Khanqah Munamia, que também se opôs ao decreto e o chamou de golpe político. Eles ainda afirmam que (pasmem) as mulheres têm mais direitos no Islã do que em qualquer outra religião.
A questão toda é a qualidade dos direitos que a lei islâmica oferece às mulheres. Leia o artigo Direito das mulheres sob o islão, que os resume, e tome as suas próprias conclusões.
Eis a base corânica do talaq triplo no Alcorão:
“O divórcio é duas vezes. Então, mantenha-a de maneira aceitável ou liberte-a com um bom tratamento. E não é lícito que você aceite qualquer coisa que você tenha dado a menos que ambos temam que eles não sejam capazes de manter os limites de Alá. Mas se você tem medo de que eles não guardem os limites de Alá, então não há culpa sobre nenhum deles em relação àquilo pelo qual ela se resgata. Estes são os limites de Alá, então não os transgrides. E quem transgride os limites de Alá, são aqueles que são os malfeitores. E se ele se divorciou dela três vezes, então ela não lhe é lícita depois, até que ela se case com outro marido que não ele. E se o último marido se divorciar dela, não há culpa da mulher e de seu ex-marido por retornarem um ao outro se acharem que podem manter os limites de Alá. Estes são os limites de Alá, que Ele deixa claro para um povo que conhece. ”(Alcorão 2: 229-230)
Não há nenhuma culpa sobre a mulher e seu ex-marido por retornarem um ao outro se acharem que podem manter os limites de Alá. Estes são os limites de Alá, que Ele deixa claro para um povo que conhece. ”(Alcorão 2: 229-230)
Não há nenhuma culpa sobre a mulher e seu ex-marido por retornarem um ao outro se acharem que podem manter os limites de Alá. Estes são os limites de Alá, que Ele deixa claro para um povo que conhece. ”(Alcorão 2: 229-230)
Mumbai, Índia, 31 de março de 2018: milhares de mulheres muçulmanas, vestidas à carater, exigindo a retirada da lei que proíbe o Talaq Triplo. O Cartaz diz "A lei do Triplo Talaq é contra os direitos das mulheres e a igualdade de gênero." (foto)
"Nem todos os salafistas são jihadistas, mas todos os jihadistas são salafistas"
RT. O maior relatório sobre o ramo fundamentalista do Islã mostra que pregadores salafistas na Suécia estão cooperando para levar sua mensagem através das comunidades muçulmanas - e o comportamento cotidiano perturbador agora é comum até mesmo em crianças.
"Nem todos os salafistas são jihadistas, mas todos os jihadistas são salafistas", diz o estudo de 265 páginas sobre este movimento que defende um retorno ao Islã "puro", encomendado pela Agência Sueca de Contingências Civis, um departamento do governo.
Autoridades suecas declararam no ano passado que o número de militantes islâmicos no país havia subido de 200 para 2000 em uma década. Através de 70 entrevistas com policiais, assistentes sociais e representantes da comunidade, o estudo tentou entender como a crença religiosa leva ao terrorismo. O que se descobriu foi uma ideologia bem organizada que conscientemente pressionava para que a minoria muçulmana se divorciasse do ambiente cultural da Suécia, criando uma profunda divisão social da qual terroristas e recrutas jihadistas podem emergir.
"Os salafistas defendem a segregação de gênero, exigem que as mulheres se limitem a restringir a tentação sexual, restrinjam o papel das mulheres na esfera pública e se oponham fortemente à música e a algumas atividades esportivas", escreve o autor Magnus Ranstorp, proeminente pesquisador do extremismo.
Os crentes devem abster-se de fazer amigos não-muçulmanos, os quais, de acordo com um pregador, devem “odiar” por não seguir o Islã e devem encorajar “amar a Alá”. Eles não devem se juntar a nenhuma comunidade ou grupo mais amplo, e devem resistir. adaptando sua aparência, linguagem e maneirismos para se alinharem com os da cultura hospedeira.
Em toda a Suécia, que abriga 800 mil pessoas nascidas fora da Europa, principalmente na Síria e no Iraque, e centenas de milhares de migrantes de segunda e terceira geração, esses ensinamentos criaram raízes.
No município de Boras, as autoridades informam que algumas crianças se recusarão a beber água "cristã" das torneiras e se lavarão na mesquita depois de passar um dia em contato com não-muçulmanos.
Em Vasteras, criminosos adolescentes são conhecidos por justificarem o roubo de lojas com caixas sem véus, gritando “kufir” (não crente) e “prostituta sueca” enquanto invadiam uma loja, enquanto grupos de muçulmanos perseguiam donos de lojas de imigrantes, exigindo saber se eles seguem Alá, e abusando deles de outra forma.
Em Gotemburgo, que forneceu mais recrutas da Suécia para o Estado Islâmico (IS, anteriormente ISIS) do que qualquer outra cidade, os salafistas informaram aos seus seguidores que o voto nas eleições seculares suecas era "haram" - proibido.
O movimento religioso parece ser altamente coordenado. “É interessante que os pregadores salafistas, nos quais o estudo se concentra, pareçam estar mais em cooperação uns com os outros, em vez de rivais. Em vez disso, esses pregadores parecem dividir sua da'wa (missão) em diferentes áreas geográficas”, escreve Ranstorp.
Mas a influência islâmica se espalha além da mesquita.
“Os suecos não têm ideia de quanta influência o islamismo político tem no subúrbio. As leis suecas não são aplicadas lá, ” um sujeito diz ao entrevistador, referindo-se particularmente ao uso da religião para formar conexões comerciais, e à subnotificação de certos crimes, tais como abuso doméstico.
Subúrbios suecos, "enriquecidos" pelas 'zonas proibida'
O estudo conclui exortando a Suécia, que reconheceu parcialmente o crescimento de sociedades paralelas, a ser mais aberta a compreender e expor os vínculos explícitos entre o islamismo radical e o terrorismo.
“Quando o então Coordenador Nacional Contra o Extremismo Violento disse que a questão de por que tantas pessoas escolheram viajar da Suécia para o EI foi 'uma pergunta de um milhão de dólares', é uma ilustração da incapacidade geral das autoridades suecas (com exceção de polícia e polícia de segurança) para ver que este problema não emergiu de um vácuo”, diz o estudo.
Este problema não se resume a Suécia, mas é comum em todos os países que permitem o crescimento do islamismo. Veja, por exemplo, o vídeo abaixo sobre o que é ensinado em uma importante "mesquita moderada" na Inglaterra. Note que os "estudiosos do islamismo" tentam dissimular, minimizando a doutrina islâmica, alegando que aquilo que o vídeo ensina não é o "verdadeiro islão." (Isso se chama taquia, a mentira sagrada)
O líder do Partido Muçulmano na Holanda, Tunahan Kuzu, afirmou que os holandeses que não gostam da 'diversidade' devem deixar o país. Tunahan Kuzu sabe que o islão está na Holanda para ficar. Ele sabe que os muçulmanos serão os mestres do país. E se os holandeses não gostarem disso, eles que se mudem.
Tunahan Kuzu, o líder político do partido DENK na Holanda, causou uma séria controvérsia com suas afirmações, informou a emissora holandesa NOS.
"Se holandeses não gostam de uma Holanda em mudança na qual pessoas com diferentes culturas vivem ... como na cidade de Zaandam ou no bairro de Poelenburg, que eles se mudem... Os holandeses que deixem o seu país se eles não gostam de diversidade."
O Partido DENK de Kuzu é um partido controverso que está crescendo rapidamente nas áreas urbanas holandesas. Ele tem tido um bom desempenho nas áreas com alta população muçulmana, por exemplo, no oeste de Amsterdã (Amsterdam Nieuw-West).
Nas últimas eleições nacionais holandesas, em março de 2017, o DENK ganhou três assentos com quase 200 mil votos. Um ano depois, nas eleições municipais, o partido foi de longe o mais votado Amsterdam Nieuw-West e varreu alguns dos tradicionais partidos de esquerda.
Ah, que ironia: o partido islâmico tomando posse dos distritos que votavam na esquerda.
O DENK foi fundado em fevereiro de 2015 por dois antigos membros do partido trabalhista turco (PVDA): Tunahan Kuzu e Selçuk Öztürk….
Durante a última reunião com seu ex-partido PVDA, Selçuk Öztürk até disse durante uma discursão: "Que Alá te castigue!"
Alguns meios de comunicação holandeses dizem que o DENK tem um estilo pró-Erdogan. Por exemplo, DENK foi o único partido no parlamento holandês que se recusou a reconhecer o genocídio armênio.
É apenas questão de tempo para que mais líderes muçulmanos na Europa comecem a dizer o mesmo no futuro.
Lembre-se que a Anatólia (Ásia Menor) que hoje compõe a maior parte da Turquia, era 100% grega e armênia. Aí, vieram os turcos muçulmanos e começaram um processo de islamização e decimação da população original: os gregos e armênios que não goatassem da "diversidade do islão" tinham que fugir ou eram mortos. Resultado: a população é hoje 99.99% muçulmana.
Existe apenas um islamismo. Jihadistas, fundamentalistas, moderados todos acreditam no mesmo Alcorão, mesmo Sunna. Interpretações podem diferir, mas todas funcionam com os mesmos textos.
Pesquisas conduzidas pela Pew Research revelaram muito sobre as crenças e práticas muçulmanas em todo o mundo. Mas eles ficam aquém de fornecer uma visão geral do mundo muçulmano porque eles estão divididos por país ou região.
O Projeto Demográfico Global Muçulmano foi criado para responder a essa necessidade compilando as informações da pesquisa Pew para calcular porcentagens globais e estatísticas da população global sobre crenças e práticas islâmicas relacionadas à segurança, ao terrorismo e à ameaça potencial à cultura ocidental. [1]
Juntos, cerca de 1,1 bilhão de muçulmanos estão representados nos 39 países onde os levantamentos do Pew foram concluídos entre 2008 e 2012. [2]Isso engloba dois terços dos 1,6 bilhão de muçulmanos do mundo (com base em uma estimativa de 2010), embora nem todos os países tenham sido entrevistados em todas as perguntas da pesquisa. [3] Como as pesquisas abrangem apenas países com populações muçulmanas substanciais, os Estados Unidos e a Europa Ocidental não foram incluídos.
A maioria dos muçulmanos acredita que existe apenas um islamismo
67% (736,3 milhões) de muçulmanos pesquisados acreditam que há apenas uma interpretação verdadeira dos ensinamentos do Islã. Desentendimentos sobre a interpretação do Islã às vezes resultaram em violência mortal, principalmente entre sunitas e xiitas. No entanto, a aceitação dos xiitas pelos muçulmanos sunitas varia consideravelmente entre os países. Embora a maioria dos muçulmanos esteja certa sobre a verdadeira interpretação do Islã, eles estão divididos sobre até que ponto estender as fronteiras do Islão.
Muçulmanos devotos - aqueles que dizem que suas vidas refletem o hadith e a sunna em um grau considerável - compreendem 41% (369,7 milhões) da população da pesquisa. [4]Estatisticamente, eles são mais propensos a dizer que (1) a sharia é a palavra revelada de Allah, (2) que o Islão e a sharia têm apenas uma interpretação, (3) que o proselitismo é um dever religioso e (4) a sharia deveria ser a lei oficial de seu país. [5]
A maioria dos muçulmanos prefere viver sob a sharia
Embora os muçulmanos estejam divididos sobre a crença de que existe apenas uma interpretação da sharia, 64% (581 milhões) acreditam que é a palavra revelada de Allah, em vez de uma forma de lei desenvolvida pelos homens e baseada na palavra de Allah. 69% dos muçulmanos (741,8 milhões) nos países pesquisados são a favor de tornar a sharia a lei oficial de seu país. Este foi o maior número de perguntas de pesquisa do projeto.
Cerca de um terço (274,0 milhões) acreditam que a sharia deve ser aplicada aos não-muçulmanos de alguma forma, e cerca de um terço a metade dos muçulmanos (352,2 milhões - 463,3 milhões) apóiam punições extremas como chicotadas, amputações, apedrejamentos adultério, e a pena de morte por apostasia.
Essas punições pertencem a uma classe legal de penalidades conhecida como Hudud. Eles são prescritos pelo Alcorão, a suna (o exemplo e os ensinamentos de Maomé) e a sharia tradicional (veja a tabela abaixo). Ofensas hudud são consideradas crimes contra Alá.
Ofensa
Punição de Hudud
Referência
Adultério
Apedrejamento
Bukhari 6814, 6827, 6828; Ibn
Ishaq 267, 652; Reliance o12.2
Alcorão 5:33 (ver Bukhari
6802-6805); Ibn Ishaq 678; Confiança o15.2
Apostasia
Morte
Bukhari 3017, 6922; Ibn Ishaq 550;
Reliance o8.1
CHAVE:
Bukhari -
uma coleção sunni, canônica e hadith (numeração da versão DarussalemIbn)
Ishaq -
Vida de Maomé, tradução de A. Guillaume (Oxford U. Press, 1955)
Confiança - Confiança do Viajante: Um Manual
Clássico da Lei Sagrada Islâmica, traduzido. por Nuh Ha Mim Keller (publicações de Amana, 1991)
Uma grande minoria de muçulmanos apoiam a obrigação do véu e os crimes de honra
Cerca de um terço dos muçulmanos entrevistados apóiam o véu forçado de mulheres (349,4 milhões) e dizem que os crimes de honra são justificados (361,8 milhões), pelo menos em algumas circunstâncias, por mulheres que cometem sexo pré ou extraconjugal. Os muçulmanos são menos propensos a justificar assassinatos de honra para homens que cometem as mesmas ofensas.
A morte por honra não é ensinada no Alcorão e é condenada por muitos clérigos muçulmanos. No entanto, uma provisão da tradicional lei sharia chamada Qisas, que é encontrada em alguns países, fornece uma brecha legal para assassinatos por honra ao permitir que parentes consigam perdoar o perpetrador. [6]
Muitos Muçulmanos Rejeitam Direitos e Liberdades Básicas Universais
Quando considerados em conjunto, cerca de um terço a metade dos muçulmanos (274,0 milhões - 463,3 milhões) nos países pesquisados defendem crenças e práticas (além do apoio à sharia) que são contrárias a muitos valores ocidentais e direitos humanos internacionalmente reconhecidos, como mostrado nesta tabela.
Pergunta de pesquisa
Número de quem afirma
Conflito com ocidentais
Princípios e Valores
Favorecer
a sharia em seu país
69%
741,8
milhões
Separação
de religião e estado
Liberdade
religiosa
Aplicar a
sharia a não-muçulmanos no seu país
31%
274,0
milhões
Separação
de religião e estado
Liberdade
religiosa
Liberdade
individual
Liberdade
de expressão
Igualdade
de todas as pessoas sob a lei
Açoites e
amputações para crimes como assalto e roubo
44%
456,7
milhões
Punição
cruel e incomum
Apedrejando
por adultério
45%
463,3
milhões
Punição
cruel e incomum
Pena de
morte por apostasia
35%
352,2
milhões
Liberdade
religiosa
Liberdade
de expressão
Punição
cruel e incomum
Véu
forçado de mulheres
32%
349,4
milhões
Direitos
individuais
Igualdade
de gênero
Justificam
assassinatos de honra para mulheres que cometem sexo pré ou extra-marital
40%
361,8
milhões
Liberdade
religiosa
Direitos
individuais Igualdade de gênero
Conspiração
para assassinar
Mais de 100 milhões de muçulmanos podem justificar o uso da violência em defesa do Islão
Quase 17% (que inclui 114,7 milhões de adultos) da população da pesquisa disseram que a violência contra civis é justificada para “defender o Islã de seus inimigos”. Embora o percentual seja pequeno, o número da população é significativo e implica uma base substancial de apoio moral e, talvez, material para a violência e o terrorismo. Se assumirmos que 17% são representativos da população global muçulmana como um todo (ou seja, 1,75 bilhões em 2015), então o número sobe para aproximadamente 191,5 milhões de adultos. Concordando que apenas uma pequena percentagem daqueles que justificam o terrorismo realmente cometeriam um ato terrorista, esses números ainda são mais do que suficientes para sustentar uma significativa ameaça terrorista global no futuro previsível.
A defesa do Islão pode ser mais ampla do que a resistência a ataques armados. Para muitos muçulmanos, insultar o Islão ou Muhammad é considerado um ataque ao Islão. O apoio histórico a essa visão vem dos textos tradicionais do Islão. Aqueles que criticaram ou zombaram de Maomé, incluindo mulheres, idosos e possivelmente crianças, foram assassinados por ordem dele ou com a aprovação deles, tanto do hadith (Bukhari 1067, 4037, Abu Dawud 4361) quanto da biografia de Muhammad (Ibn Ishaq). , 551, 665, 675). Numerosas ameaças e ataques terroristas contra alvos ocidentais foram provocados por nada mais que palavras ou imagens que alguns muçulmanos consideravam ofensivas.
Há outras conclusões importantes sobre a população da pesquisa que têm implicações importantes para a imigração. Estes são discutidos no relatório completo do projeto:
Muçulmanos devotos são mais propensos a rejeitar a legitimidade das leis e do governo ocidentais.
Converter não-muçulmanos e promover a sharia são imperativos religiosos para muitos muçulmanos.
A intolerância dos não-muçulmanos é generalizada e continua a ser ensinada.
Uma minoria significativa de muçulmanos está em conflito sobre a sociedade moderna.
Uma cosmovisão pré-científica continua a inibir a investigação histórica e científica islâmica.
O relatório analisa 16 perguntas da pesquisa em detalhes, fornecendo o histórico, teológico, político e social das crenças e práticas muçulmanas. Também inclui uma avaliação de segurança, terrorismo e áreas de potencial conflito com a cultura ocidental - informações cruciais para formuladores de políticas e analistas.
[1] O projeto foi possibilitado por um generoso esforço voluntário. Greg Oxnard, antigo Gerente de Projetos e Sistemas de Informações de Dados do Manchester City Council, Reino Unido, projetou e gerenciou a planilha do Excel e organizou o esforço voluntário para a entrada de dados. Marilyn “Micki” Neidich Lewis, editora freelance profissional, ofereceu suas habilidades para revisar e editar este artigo e o relatório final.
[3] O número total de muçulmanos representados pelas questões selecionadas para este projeto varia de 826 milhões a 1,094 bilhões.
[4] O hadith contém as tradições canônicas dos ensinamentos de Maomé. A sunna refere-se ao exemplo de Maomé.
[5] Muitos muçulmanos devotos nos EUA e na Europa Ocidental podem não compartilhar esses pontos de vista. Mais de 90% da população da pesquisa vive em países onde os muçulmanos são 50% ou mais.
[7] De acordo com a Radio Free Europe, “as reações ao tiroteio [2015 Charlie Hebdo] no mundo árabe foram misturadas, com alguns veículos condenando o ataque e outros sugerindo que a revista satírica francesa havia trazido o ataque contra si mesmo”. Imprensa Muçulmana Reage ao Ataque Charlie Hebdo ”, por Joanna Paraszczuk (9 de janeiro de 2015) https://www.rferl.org/a/muslim-press-reacts-charlie-hebdo-attack/26783014.html. Uma pesquisa patrocinada pela BBC após o ataque revelou que “cerca de 27% dos muçulmanos britânicos simpatizam com os pistoleiros de Paris, enquanto mais de um em cada dez afirmam que caricaturas satíricas 'merecem' ser atacadas”. Veja “Trimestre de muçulmanos britânicos simpatizantes da Charlie Hebdo terroristas ”, por Matthew Holehouse, The Telegraph (25 de fevereiro de 2015) https://www.telegraph.co.uk/news/religion/11433776/Quarter-of-British-Muslims-sympathise-with-Charlie-Hebdo- terrorists.html
O Partido Islâmico Belga Partij Islam está pronto para concorrer a candidatos em 28 municípios nas próximas eleições municipais belgas, e declararam sua intenção de criar um Estado Islâmico no qual mulheres e homens tenham que andar em ônibus separados.
O Partij Islam provavelmente espera ter sucesso em áreas altamente povoadas por muçulmanos como Molenbeek e Anderlecht, onde o partido já tem alguma representação, relata o HLN.
O conselheiro municipal de Anderlecht, Redouane Ahrouch, o tesoureiro do partido, disse à imprensa belga: "Nosso objetivo é um estado islâmico cem por cento".
Ahrouch, que também trabalha como motorista de ônibus em Anderlecht, disse que muitas mulheres se queixaram de que os homens estavam tentando persegui-las sexualmente. Sua solução para o problema, segundo ele, é separar o transporte público por sexo, para que as mulheres tenham seus próprios ônibus.
O partido também acredita que qualquer mulher deve ter permissão para usar o lenço islâmico em qualquer lugar que quiser e que todas as escolas do país devem ser forçadas a oferecer carne halal nos cardápios escolares. No ano passado, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos confirmou a proibição belga de usar o véu facial em público.
O secretário de Estado de Asilo e Migração da Bélgica, Theo Francken, criticou as posições do partido, dizendo: “As mulheres não têm direitos em seu mundo da Sharia. E começa com transporte público separado. Estou enojado com este partido islâmico. Eles estão cuspindo na Europa.
O partido não é o primeiro partido islâmico na Europa, pois partidos semelhantes surgiram em todo o continente em países como Holanda, Áustria e Suécia.
Denk, um partido muçulmano centrado principalmente na comunidade turca na Holanda, ganhou vários lugares nas eleições nacionais do ano passado, e o partido islâmico Nida em Roterdã tentou uma aliança com partidos de esquerda este ano até que a coalizão se dividiu por causa de um tweet de o partido que comparou Israel ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque.
Enquanto isso, na Suécia, o partido Jasin foi impedido de se registrar pela comissão eleitoral do país, depois que surgiram revelações de que ele havia sido tomado por extremistas islâmicos radicais.
O Conselho Central Islâmico da Suíça (IZRS) defendeu a prática da mutilação genital feminina (FGM), alegando que a lei islâmica justifica a prática. (o que é um fato como explicado neste artigo)
O secretário-geral da IZRS, Ferah Uluca, disse que muito embora "opinião legal islâmica" justifique a prática, ela não convoca os muçulmanos para praticá-la como um dever. Ulucay disse que cabe a cada pai decidir sobre isso. Porém, a "opinião" afirma que a prática não é prejudicial para a menina envolvida.
Porta-voz da IZRS
O Conselho Central Islâmico da Suíça (IZRS) preparou uma "opinião jurídica islâmica" na qual justifica a forma de circuncisão feminina que consiste na remoção do capuz do clitóris, conhecida no islamismo como "circuncisão Sunna" (Sunna é uma palavra representa tudo aquilo que vem dos dizeres e ações de Maomé). Esta forma é legitimadamente islâmica, escreveu a IZRS em seu artigo, segundo o jornal suíço Tages Anzeiger.
Como justificativa, várias citações da tradição profética são citadas, cuja autenticidade está acima de qualquer dúvida, como a IZRS admite em uma nota de rodapé. Assim, os deveres dos muçulmanos incluem a circuncisão, a depilação / remoção dos pêlos púbicos, o corte do bigode, o corte das unhas e das unhas dos pés e a remoção dos cabelos nas axilas. Além do bigode, todos os pontos se aplicam às mulheres também, escreveu o Conselho Central, e então continua cripticamente: "A única questão é se a circuncisão da mulher também é um dever, algo sustentado com respeito ao homem pela tradição adicional. são as opiniões uns dos outros. »
A "opinião" também menciona um relatório do Fundo de População das Nações Unidas para apoiar seu argumento comparando FGM à circuncisão masculina - mas, na verdade, o relatório das Nações Unidas afirma que as conseqüências para a saúde da circuncisão masculina e feminina são muito diferentes, e prejudicias para as mulheres.
A "circuncisão Sunna" é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como FGM do Tipo 1, que envolve apenas a remoção do capuz do clitoris (prepúcio) (Tipo 1a) ou a remoção do clitóris com o prepúcio (Tipo 1b).
Segundo o Jornal Britânico de Urologia (acessado pela wikipedia) "o capuz do clitóris é importante não só na proteção da glande do clitóris, mas também no prazer, pois é um tecido erógeno."
Uma fotografia de uma vulva humana com indicação do capuz do clítoris (que é removido na "circuncizão Sunna")
A FGM tornou-se ilegal na Suíça desde 2012 e aqueles que praticarem qualquer forma dela podem ser presos por até dez anos.
Muitos defensores da FGM justificam o processo como "circuncisão feminina", alegando que ela é diferente da MGF. Um estudioso islâmico, o líder muçulmano irlandês Ali Selim, fez este argumento no início deste mês dizendo: "Não sou um defensor da mutilação genital feminina, mas sou um defensor da circuncisão feminina."
O fato é que tais afirmações servem apenas para enganar pois não existe diferença alguma: circuncizão feminina envolve a mutilação da genitália feminina (FGM).
As Nações Unidas e a OMS não fazem distinção entre as várias formas de circuncisão feminina, rotulando todas como mutilação da genitália feminina (FGM).
Casos de FGM dispararam em toda a Europa devido às políticas de imigração em massa. No Reino Unido 5.000 casos ocorreram em 2016, mas sem processos, apesar de ser ilegal.
Na França, um relatório recente de uma instituição de caridade anti-FGM afirmou que até 30 por cento das meninas que vivem em subúrbios povoados em grande parte por imigrantes estavam em risco de FGM.
A prevalência de FGM também não se limito à Europa, com mais e mais casos sendo vistos no Canadá, onde a prática é abertamente promovida pelo grupo Muçulmanos de Calgary. O blog retirou o artigo do ar após as duras críticas que ele recebeu. Mas, o print screen ficou capturado e o fato foi noticiado por diversos meios (National Post, BlazingCatFur, pdf do artigo).
Muçulmanos canadenses promovendo a FGM como algo saudável
Quais são as conseqüências da MGF?
A mutilação genital feminina (FGM) tem sérios efeitos de saúde (físicos e mentais) que geralmente ocorrem imediatamente após o procedimento e podem causar hemorragias graves, infecções, tétanos, paralisia da vesícula ou envenenamento sanguíneo e podem até resultar em morte. O HIV / AIDS também pode ser transmitido através do uso de instrumentos sujos.
Além do trauma psicológico e da perda de sensação sexual, as vítimas muitas vezes se queixam de dor de longo prazo ao urinar e durante a menstruação. Sentar ou mesmo caminhar pode machucar e até reabrir o tecido cicatricial devido ao constante esfregar das roupas. Podem ocorrer cistos, abcessos, infecções da bexiga e incontinência. A infertilidade é uma das possíveis consequências a longo prazo. A relação sexual é muitas vezes dolorosa.
Dar à luz uma criança pode aumentar o sangramento e as fissuras dos tecidos. O nascimento pode demorar mais do que o habitual e as césaras são comuns.
Abaixo eu destaco alguns resultados do estudo sobre comportamento da sociedade no tocante a gênero feito em 3 países e uma região, majoritariamente muçulmanos (Egito, Marrocos, Palestina* e Líbano) feito pela UN Women. Os resultados são assustadores pois mostram o efeito de como preceitos da lei islâmica acabam incultidos no comportamento da sociedade em geral, a ponto de se tornarem algo normal. É razoável compreender isso, pois estes preceitos são ensinados nas mesquitas, escolas, inculcados nas crianças, que crescem como adultos e os endossados em casa ao formarem famílias.
Pergunta: você quer isso no Brasil? E se sua resposta for NÃO, o que fazer para evitar que isso crie raízes aqui?
Percentuais populacionais do Pew Research Center: Egito (90% muçulmano), Marrocos (99% muçulmano), Palestina (*Cisjordânia e Gaza; sem percentual confiável, mas claramente de esmagadora maioria muçulmana) e Líbano (54% muçulmano).
Percentual da população masculina que acredita que as mulheres gostam de ser assediadas:
Egito: 43%
Marrocos: 71%
Palestina: 48
Aprovam a mutilação da genitália feminina:
Egito: 70% dos homens e 56% das mulheres
Mulheres foram circuncizadas:
Egito: 92%
Concordam que as esposas devem tolerar violência do marido para manter a família junta:
Egito: 90% dos homens e 71% das mulheres
Marrocos: 62% dos homens e 46% das mulheres
Líbano: 26% dos homens e 14% das mulheres
Palestina: 63% dos homens e 50% das mulheres
Concordam que é dever do homem ser o guardião das suas parentes mulheres:
Egito: 78% dos homens e 79% das mulheres
Marrocos: 77% dos homens e 56% das mulheres
Líbano: 35% dos homens e 45% das mulheres
Palestina: 82% dos homens e 64% das mulheres
Concordam que o homem deve controlar quando a esposa pode sair de casa
Egito: 91% dos homens e 69% das mulheres
Marrocos: 69% dos homens e 45% das mulheres
Palestina: 91% dos homens e 77% das mulheres
Concordam que se uma mulher for estuprada, ela deve ser casar com o estuprador
Egito: 64% dos homens e 60% das mulheres
Marrocos: 60% dos homens e 48% das mulheres
Palestina: 57% dos homens e 52% das mulheres
Concordam que o modo que as parentes mulheres se vestem afeta a honra do homen:
Egito: 95% dos homens e 83% das mulheres
Marrocos: 83% dos homens e 76% das mulheres
Líbano: 68% dos homens e 32% das mulheres
Palestina: 82% dos homens e 66% das mulheres
Concordam que uma mulher morta pela honra geralmente mereceu a punição da família
Egito: 62% dos homens e 49% das mulheres
Marrocos: 34% dos homens e 12% das mulheres
Líbano: 26% dos homens e 8% das mulheres
Palestina: 47% dos homens e 38% das mulheres
Concordam que o homem que mata uma parente em defesa da honra não deve ser punido:
Egito: 31% dos homens e 33% das mulheres
Marrocos: 14% dos homens e 9% das mulheres
Líbano: 12% dos homens e 8% das mulheres
Palestina: 35% dos homens e 22% das mulheres
Concordam que a mulher que se veste provocativamente merece ser assediada:
Egito: 74% dos homens e 84% das mulheres
Marrocos: 72% dos homens e 78% das mulheres
Palestina: 64% dos homens e 65% das mulheres
Concordam que mulheres em locais públicos à noite estão pedindo para serem assediadas:
Egito: 40% dos homens e 43% das mulheres
Marrocos: 63% dos homens e 51% das mulheres
Palestina: 52% dos homens e 43% das mulheres
Concordam que mulheres uma mulher que está sozinha está pedindo para ser assediada:
Egito: 13% dos homens e 11% das mulheres
Marrocos: 21% dos homens e 11% das mulheres
Palestina: 23% dos homens e 16% das mulheres
Concordam que mulher que não cobre a cabeça com véu merece ser insultada:
Marrocos: 6% dos homens e 10% das mulheres
Palestina: 32% dos homens e 23% das mulheres
Percentual da população masculina que acredita que as mulheres gostam de ser assediadas:
É interessante notar que os jogadores muçulmanos da seleção alemã não cantam o hino nacional alemão.
Os jogadores muçulmanos parecem rejeitar qualquer sentido normal de patriotismo. São notoriamente eles que se recusam a cantar o hino nacional. Até o ancestralmente francês Franck Ribéry, muçulmano converso que deu ao seu filho o nome de «Espada do Islão», se recusa a cantar o hino. Este é um padrão recorrente nas equipas de futebol europeias.
Mesut Ozil, o turco muçulmano que joga pela Alemanha, também se recusa a cantar o hino nacional alemão. O vídeo abaixo mostra-o abraçado aos também silenciosos Jerome Boateng e Sami Khedira. Anos atrás um muçulmano foi expulso da equipa nacional sérvia depois de se ter recusado a cantar o hino nacional.
E nada disto surpreende quem souber que o Islão foi sempre um inimigo visceral das Nações. Segundo a lei islâmica (Sharia), o único dever do muçulmano é apenas com a ummah, na nação do islão. Eles não devem ter qualquer tipo de aliança com o páis que eles vivem se este país não for governado pela Sharia. O islão existe para dominar e não para ser dominado, conquistar e não se integrar.
Karim Benzema muçulmano da seleção francesa responde porque não canta o Hino francês La Marseillaise, e o caso sua cuspidela depois do hino francês em homenagem ás vitimas do ataque de Paris em 2015.
Em uma entrevista Benzema respondeu porque ele não canta La Marseillaise: "Se logo na primeira vez que eu estive na França, tivessem me dito que era obrigatário cantar La Marseillaise, eu a teria cantado. Mas, enquanto me disserem que não é obrigatório, então você não vai me ver a cantar. Por eu não cantar não significa que eu não respeito o hino...isto é pessoal ... nada a fazer...Se eu não canto La Marseillaise, mas no jogo marco três gols, acho que não vão me perguntar no final do jogo por que eu não cantei.
O caso da cuspidela após o hino.
Acusado de ter desprezado o hino da França antes da partida entre Real Madrid e Barcelona em Novembro de 2015... o atleta qualificou essas interpretações como "escandalosas". Por meio de um comunicado, os advogados indicaram que o jogador da seleção francesa estava "extremamente surpreso com a interpretação que se fez do ato, em geral banal, praticado por todos os jogadores do mundo". No caso, ele se referiu ao cuspe no chão, que de fato é uma prática comum de se ver nos gramados de futebol.
Na época a imagem causou revolta aos franceses, inclusive à deputada que representa o país na União Europeia, Nadine Morano, que pediu a exclusão do jogador da seleção nacional por sua atitude. "Depois de muito tolerarmos as vaias contra a Marselhesa em estádios de futebol, precisamos de dura punição a Benzema, que não é mais digno de vestir as cores da seleção francesa. Não vamos encontrar desculpas para o imperdoável. Benzema deveria ser permanentemente excluído da seleção francesa", escreveu Morano em sua página no Facebook.
Nadine Morano, entretanto, destacou que Benzema "cuspiu justo no fim da Marselhesa", o que para ela configurou um ato que "se enquadra em desprezo e insulto às vítimas, suas famílias e toda a nação". "Todo mundo sabe o fascínio da juventude por jogadores de futebol. Os jogadores precisam mostrar seu melhor comportamento." (Algerie Patriotique, Estadão, Eurosport)
Lembre-se de outros dois incidentes. Um deles, quando os torcedores turcos vaiaram o minuto de silêncio para as vítimas do ataque do terrorismo islâmico em Paris (Reuters) e o outro quando os jogadores da Arábia Saudita desrespeitaram o minuto de silêncio para as vítimas do ataque do terror islâmico em Londres (Guardian).
Torcedores turcos vaiam o minuto de silêncio pelas vítimas do terrorismo islâmico
O Congresso brasileiro aprovou o projeto de lei (PL) 2516/15, que, na prática, abre as fronteiras do Brasil para um numero ilimitado de imigrates e refugiados. Mas, esta permissividade parece ir de contra-mão com o que está acontecendo na Europa. Apenas alguns dias atrás, ocorreu mais um atentado na Europa, desta vez na Alemanha, quando um jihadista chamado Anis Amri roubou um caminhão, matando o seu motorista, e dirigiu o caminhão sobre uma multidão que apreciava um Mercado de Natal. O resultado foi 12 mortos e 50 feridos.
Este artigo serve de alerta às consequências da ausência de mecanismos de controle de imigração, considerando a situação mundial atual. Nele, apresentamos a declaração de amor a Alá feita por Anis Amri antes de sair matando inocentes indiscriminadamente, a reação da sua família, e a sua trajetória na Europa.
Os países Europeus, neste caso a Itália e a Alemanha, não tiveram como lidar com Anis Amri, que se comportou como criminoso desde que ele aportou na ilha de Lampedusa se passando por refugiado. Será que o governo brasileiro conseguirá ser mais competente que o governo italiano e alemão, que têm dificuldade em lidar com os "radicais islâmicos" e com quem os "radicaliza", incluindo aí a radicalização oriunda das mesquitas?
Parte do texto é oriunda de matéria do Daily Mail.
A declaração de um jihadista e o que ela representa
Em um vídeo, Anis Amri declarou a sua aliança ao Estado Islâmico. O texto original segue abaixo, com comentários inseridos no meio.
Todos os louvores a Alá, e que Ele possa enviar bênçãos e paz sobre o seu Profeta Momé.
Eu, aqui, faço o voto de obedecer o califa Abu Bakr Al Baghdadi em tudo o que ele ordena que eu faça, mesmo que me cause aversão, e continuar a fazê-lo, a não ser que eu seja ordenado a fazer algo que eu sei com certeza seja proibido no Islã.
Ou seja, matar pessoas inocentes, do modo mais bárbaro que seja, não é proibido no Islã.
Eu também prometo trabalhar para que o Islã prevaleça; julgar e ser julgado pelas suas regras; e trabalhar duro até que o Estado islâmico seja bem estabelecido e fundado.
As regras que ele se refere é a lei islâmica (Sharia).
Finalmente, eu me comprometo a participar activamente na jihad contra os inimigos de Alá, tanto quanto eu posso.
Quem são os inimigos de Alá? Todos aqueles que não sejam muçulmanos, pois, conforme o próprio Maomé disse "Eu sou ordenado a lutar contra as pessoas até que elas atestem que não há outro deus senão Alá, que Maomé é o mensageiro de Alá, e elas rezem, e paguem Zakat, e se elas fizerem isso, o seu sangue e sua propriedade terão proteção garantida" (Hadice de Muslim, livro 1, número 33). Ou seja, só existe segurança para quem se tornar muçulmano.
E para aqueles infiéis que bombardeiam os muçulmanos todos os dias, juro que vamos caçá-los e matá-los como porcos pelo que fazem a esses muçulmanos. Você achou que o que você faz com eles ficará impune?
Matar como porcos significa matar do modo mais atroz possível, já que os porcos são impuros e nojentos, como todos os infiéis.
Há massas de muçulmanos em todo o mundo dispostos a vingar os muçulmanos que você mata, e eles serão vingados, pois estamos fortes e determinados a fazer você pagar o preço de suas ações contra eles.
O próximo parágrafo deixa claro que o objetivo não é vingança, mas sim implantar a Sharia.
E peço aos meus irmãos e irmãs muçulmanos de todo o mundo que participem na jihad e que lutem pelo domínio dessa religião, tanto quanto cada um de vocês pode. Se você não pode se juntar aos seus irmãos na linha de frente, então lute pelo Islã em seus países. E se você mora na Europa, então lute contra aqueles porcos, cada um com suas próprias habilidades. Que Alá nos conceda sucesso [nesta luta].
Ele afirma que a jihad tem como objetivo final o "domínio dessa religião" (o Islã). E o domínio é político através da Sharia. A, sim, já ia me esquecendo. Os porcos que ele se refere é você, sua família, seus amigos, a não ser que você se junte à quadrilha.
Eu me comprometo com Alá e prometo derramar tanto sangue quanto necessário para que o Islã prevaleça. Peço a Alá que me prepare o caminho para matar aqueles infiéis que lutam contra o Islã e os muçulmanos.
O conceito de matar já é por sí só chocante. E matar qualquer um, indiscriminadamente, pela implantação de uma ideologia é contrário a toda a decência e humanidade. Mas isso foi exatamente o que Maomé fez, tendo sido imitado desde então, nos últimos 1400 anos, ao longo da jihad islâmica. Os muçulmanos devem lutar contra os káfirs (descrentes) até que o islão reine supremo (Alcorão 2: 193). De modo que o que Anis Amri diz está totalmente de acordo com a teologia islâmica.
https://youtu.be/WFmPk4P7S5k OK
Vídeo no qual o jihadista declara o seu desejo de matar e morrer pela causa de Alá
Agora, vejamos. Se Anis Amri quer morrer no campo de batalha, isso seria compreensível. Mas matar civis, indiscriminadamente, é a marca de um psicopata. Mas espere! Não-muçulmanos (káfirs) não são inocentes, pois eles rejeitaram Alá e seu profeta. E o Alcorão diz que os káfirs são a mais vil das criaturas (Alcorão 98:51). Isso explica muita coisa.
Só para completar, aparentemente, Anis Amri contou com ajuda de outros jihadistas (psicopatas) para efetuar a carnificina no Mercado de Natal em Berlim. Isso é uma característica do modo de operação destes psicopatas: sempre em grupo.
Reação da família
A família segue a negação habitual. Sua irmã Najwa disse que não havia nenhum sinal de que ele tivesse sido radicalizado depois que ele chegou à Alemanha em junho do ano passado. Ela disse ao The Telegraph: 'Ele nos ligou todos os dias perguntando sobre o tempo de volta para casa e o que eu estava cozinhando para o jantar, e como está todo mundo no bairro. "Ele não parecia radicalizado em tudo, ele era tão doce o tempo todo, sorrindo e rindo."
O que ela esperava. Que ele revelaria seus planos para ela? Ou, se ele o fizesse, o que ela faria?
A trajetória do jihadista pela Europa sem fronteiras
Amri foi preso por um tribunal em Kairouan, no norte da Tunísia, em 2010 por roubar um caminhão.
Mas ele fugiu para a Europa no ano seguinte para evitar ser enviado para a prisão por outros crimes de roubo e violência.
Amri foi condenado a cinco anos de prisão em 2011 - mas deixou a Tunísia para evitar a prisão e chegou ilegalmente na Itália como fugitivo da justiça.
Chegou à Itália em 2011, na pequena ilha de Lampedusa juto a milhares de pessoas que alegavam estaremfugindo dos levantes da Primavera Árabe. Ele fingiu ser uma criança migrante - mesmo tendo 19 anos.
Ele foi encarcerado mais tarde por incêndio na Itália quando ele queimou um centro de recepção de migrantes durante um violento protesto na ilha de Lampedusa. Amri foi um dos vários imigrantes que incendiaram os colchões, que queimou o centro de imigrantes que acolhia 1.200 refugiados.
Amri foi libertado quatro meses antes do final da sua sentença de quatro anos, chegando na Alemanha em julho de 2015, onde permaneceu sob a vigilância dos serviços de inteligência por vários meses. Ele tinha sido preso três vezes este ano e seu pedido de asilo foi rejeitado, mas os papéis de deportação nunca foram apresentados e ele desapareceu.
O radical tunisino era conhecido por ser um defensor do Estado islâmico e ter recebido treinamento em armas.
Com nenhum lugar para ir após a sua libertação, recrutadores do ISIS ofereceram-lhe proteção antes de convencê-lo a esgueirar-se para a Alemanha como um refugiado sírio, uma fonte na polícia anti-terror da Tunísia revelou.
A fonte disse ao MailOnline: "Tudo o que ele decidiu fazer na Alemanha foi iniciado enquanto ele estava na Itália. "Eles lhe deram comida e abrigo e persuadiram-no a realizar uma missão para eles. Foi na Itália que ele foi radicalizado."
Após a jihad, o assassino do Mercado de Natal de Berlim conseguiu fugir por pelo menos três países graças às fronteiras abertas da Europa. Deixou Berlim de trem, foi para Paris e depois para Chambery, nos Alpes franceses. Lá, ele pegou um trem para Turim e depois para Milão. Ele tomou o trem de subúrbio chegando à estação de San Giovanni, onde foi eventualmente identificado pela polícia. Ele atirou em um policial, mas foi abatido por outro.
Amri, tem ligações fortes na Itália porque foi o primeiro país europeu no qual ele reivindicou asilo. A rede de Jihad está espalhada em toda parte em Europa.
Amri nunca deveria ter sido aceito na Europa em primeiro lugar. Ele já era um criminoso em seu próprio país.
E quanto a radicalização. Ele cresceu dentro do islamismo. Ele foi educado como muçulmano. Ele já tinha a semente da jihad plantada nele. Ele não foi radicalizado. Ele apenas externou o seu desejo de matar e morrer pela causa de Alá, conforme estabelece o Alcorão 9:112.
Você acha que estamos livres de pessoas deste quilate junto a nós no Brasil?
É comum ouvir muçulmanos e apologistas dizerem que a Indonésia é um exemplo de tolerância do islão. Eu estou listando abaixo um pequeno número de exemplos recentes que mostram que este não é o caso. Na verdade, a Indonésia, um país que foi colonizado pela Holanda e, portante, recebeu uma influência em termos legais deste país, vem sofrendo um gradativo processo de retorno ao fundamentalismo islâmico desde que alcançou a sua independência. Esta radicalização, é claro, se acelerou com a influência saudita com os seus petro-dólares e a exportação da sua doutrina wahabista. E, para piorar, a Província de Achém adotou oficilamente a lei islâmica Sharia
(Jakarta Globe).
Governo de Achém força a aprovação da lei islâmica (Sharia) para todos, inclusive para os não-muçulmanos
A Província de Achém (Aceh em indonésio) foi onde o islamismo chegou pela primeira vez no sudeste asiático, devido a sua localização (é a parte mais ocidental da ilha de Sumatra). Desde a independência que Achém deseja autonomia. Agora, com o estatus de Território Especial, está em processo avançado de implementação da Sharia, inclusive para não-muçulmanos, sob o pretexto se ter uma "justiça igual para todos." (Jakarta Globe) Sob a Sharia, não-muçulmanos são tratados como cidadãos de segunda-classe.
Mais notícias (em ordem cronológica) Indonésia: polícia impõe lei islâmica Sharia sobre todos Isso é o governo impondo a Sharia. É a polícia de verdade!
Indonésia: inquérito mostra que quase 6 em 10 professores muçulmanos são intolerantes e vilificam a ciência moderna
A maioria dos professores muçulmanos na Indonésia é intolerante a outras religiões e altamente propensa à radicalização, mostrou uma pesquisa recente. Os resultados de uma pesquisa nacional feita pelo Centro para o Estudo do Islã e da Sociedade (PPIM) da Syarif Hidayatullah, publicado na terça-feira, mostram que quase 60% dos professores muçulmanos são intolerantes, enquanto 46% têm inclinações radicais. (jakartaglobe)
Indonésia: cidade ordena que os funcionários públicos cheguem à mesquita para as orações do amanhecer ou corram o risco de serem demitidos
Os principais funcionários públicos devem visitar a mesquita local para orações do amanhecer ou correm o risco de serem demitidos, ressaltando a crescente influência da religião no maior país de maioria muçulmana do mundo. A cidade é Palembang, co-anfitriã dos Jogos Asiáticos do mês passado. Um aplicativo de smartphone estava em andamento para farejar o menos que devoto.
(france24)
Mulher açoitada em praça pública, acusada de sexo fora do casamento
Mais uma punição cruel na província de Achem (express).
Indonésia (Achem): governo príbe que homens em mulheres façam refeições em público a não ser que eles sejam casados ou parentes, de modo a tornar as mulheres "mais obedientes e comportadas"
A lei também proíbe que restaurantes sirvam mulheres desacompanhadas. (Daily Mail)
Indonésia (Achem): casal gay chicoteado por sexo proibido pela sharia
Os dois homens foram flagelados mais de 80 vezes cada por terem feito sexo gay, o que é ilegal sob a lei islâmica. Durante a punição, a multidão celebrou e dirigiu insultos contra eles (rappler)
Indonésia: Onze pessoas são castigadas em público após descumprir lei islâmica
Três casais que não oficializaram seu matrimônio e cinco apostadores acusados de violar a sharia (lei islâmica) foram castigados em público em frente à mesquita de Al Furqan de Banda Aceh, na Indonésia (isso foi em agosto de 2016). Após uma cerimônia inicial, que incluiu leituras do Al Corão e ensinamentos sobre a importânica de seguir às estritas normas islâmicas impostas na província, os casais e os apostadores foram conduzidos pela polícia local da sharia a um local para receber entre seis e 20 chicotadas em público. IMAGENS EFE/EPA. EFE TV - Madrid
Indonésia a caminho do caos islâmico
Grupos de direitos humanos denunciam a Indonésia pela sua adoção da Sharia. Em 2016, 339 pessoas foram açoitadas em praça pública como punicão, incluindo 37 mulheres. Em 2 de feveiro deste ano, 26 pessoas foram açoitadas, a maioria acusadas de fazerem apostas. (Jakarta Globe)
Indonésia: estudantes açoitados 100 vezes por sexo fora do casamento
Eles são solteiros. Caso contrário seriam apedrejadas. Três homens e três mulheres. (Express)
Indonésia: governador (cristão) de Jakarta acusado de blasfêmia
Basuki Tjahaja Purnama, Ahok como é mais conhecido, é o primeiro líder político em mais de meio século. Ele se elegeu governador da capital do país. Mas a lei islâmica não permite que muçulmanos sejam governados por não muçulmanos. Então, 200 mil muçulmanos de verdade sairam às ruas acusando-o de blasfêmia por ele ter citado um verso do Alcorão durante a sua campanha. A polícia acatou a acusação e o interrogou por mais de 8 horas. (Jakarta Times, Jakarta Times)
Indonésia: criança morre queimada como resultado de jihad contra uma igreja
Cinco islamistas atiraram uma bomba incendiária em uma igreja, que resultou na morte de uma criança de dois anos por queimaduras. Outras 3 crianças estão em estado grave. A jihad ocorreu na Província de Kalimantan Oriental, na Ilha de Borneo. (Voice of the Persecuted, Jakarta Globe). Indonésia: mulher açoitada em praça pública por namorar
Uma ofensa chamada "khalwat" Isso ocorreu na Província de Achem, em frente a mesquita Al Furqon. O namorado também foi açoitado. (Sun)
Indonésia: governo faz vistas grossas para a Sharia
O Ministro do Interior, Tjahjo Kumolo, voltou atrás no seu compromisso de abolir a regulamentação abusiva da Sharia no país. Ele disse "Nós não interferimos com as normas baseadas na Sharia islâmica." A lei da Provincia de Aceh é a Sharia. E, a Sharia é aplicada regularmente em outras partes do país. (hrw, junho/2016)
Indonésia: polícia prende mulheres que usam calças apertadas
Na foto, duas meninas sendo detidas por usarem calças muito justas. Um policial sharia acompanha mulheres capturadas vestindo calças apertadas durante uma blitz de rua no distrito de Arongan Lambalek na província de Achém, na Indonésia, em 26 de Maio, 2016. (hrw, Reuters)
Indonésia: proibição total de cerveja entra em vigor
Quando ele tomou posse, em outubro, presidente Jokowi, apesar de ser muçulmano praticante, foi saudado como um presidente disposto a lutar por uma Indonésia mais secular e pluralista. No entanto, sua abordagem para lidar com os males sociais até agora têm sido duras, e complacentes com a Sharia. Cerveja, em geral, só é encontrada em lojas especializadas e nos locias turísticos. Agora, a lei seca vai ser total. Lembre-se disso, quanto alguém te disser que a Indonésia é um exemplo de pais islâmico tolerante e moderado. (The Economist)
Paróquia do Sagrado Coração atacada aos gritos de Alá é o Maior
Ataques aconteceram durante o horário das missas por grupos de homens montados em motocicletas. Após décadas de co-existência pacífica, Yogyakarta tornou-se um centro da violência anti-cristã (AsiaNews).
Supremacistas islâmicos forçam o fechamento de sete igrejas
No Distrito de Cianjur, em média 40 igrejas são fechadas a cada ano (Barnabás Fund).
Polícia da Virtude funcionando a todo vapor em Achém
Aqueles que desejam externar amor em Achém, ou mulheres sem hijab, ou conversa entre homens e mulheres que não sejam da mesma família, cuidado. Isso agora é crime em Achém, e a "polícia da virtude" está de olho em você (Independent).
Mesquita dos Ahmadia fechada
Os Ahmadia são considerados como hereges pelo islão, e por isso, perseguidos ao redor do mundo islâmico (Jakarta Globe).
Ateísta preso por não crer em Alá
Sim, ele foi preso por isso. Na verdade, como os seus pais são muçulmanos ele era muçulmano automáticamente. Ao deixar de ser muçulmano ele se tornou um "apóstata." E para piorar ele se juntou a um grupo de ateus holandeses no Facebook (New York Times).
Indonésia, paraíso dos jihadistas
Todos os 36 terroristas islâmicos que detonaram as bombas islâmicas no balneário de Bali, em 2002, matando mais de 100 turistas, foram soltos. No islão, matar infiéis não é crime (Daily Telegraph).
Centenas de islamistas impedem a construção de uma igreja
Homens armados, liderados por imãs, ocuparam o terreno que pertence a um grupo cristão (Asia News).
Achém sem festa de Ano Novo
Um hotel em Achém cancelou uma festa programa para o Ano Novo devido a ameaças de islamistas (AsiaNews).
Muçulmanos fazem protestos contra o Natal
Os cristãos da Indonésia não tem paz nem para celebrar o Natal, considerado como anti-islâmico. Vários imãs proibiram os muçulmanos de desejarem "feliz natal" para os cristãos (Standard Digital).
Conselho de "doutores do islão" (Ulema) exigem que as escolas católicas ensinem o islamismo
Este é um exemplo inequívoco de "tolerância" islâmica para com os não-muçulmanos (Asia News).
Defensores da Fé Islâmica atacam igreja protestante
Centenas de homens atacaram igreja durante o culto. Os fiéis tiveram que fugir (AsiaNews).
Jihadistas da Indonésia sonham com o sangue dos cristãos
Presidente da Indonésia mandou que fosse reforçado o policiamento em torno das igrejas no Natal devido a ameaças concretas que grupos jihadistas da indonésia fizeram (Reuters).
Ataque contra as celebrações de Natal
Membros da Ulema pedem ao governo que coibam as celebrações de Natal (OnIslam).
"Jesus é um cachorro", "matem os cristãos"
Comtinuam os ataques a igrejas. Desta vez, cartazes foram colocados chamando Jesus de cachorro e ameaçando os cristãos de morte (Interntional Christian Concern).
Concurso de Miss Mundo na Indonésia é cercado por ameaças
Jihadistas chamam o concurso de "concurso das prostitutas. Protestos ocorrem aos gritos de Allahu Akbar (AFP; AP).
Última Sinagoga é destruida
Pessoas que não foram identificadas (e nem presas) demoliram a sinagoga, que ira ser declarada com patrimônio cultural (Times of Israel).
Muçulmanos atacam grupo de estudos do Alcorão
Radicais não concordam que o Alcorão seja estudado ou interpretado de modo diferente ao deles (Jakarta Globe).
Concurso de Miss Muçulmana (oposto a Miss Universo)
Mas para ganhar a muçulmana tem que ser pura, piedosa, ter comportamento modelar em um mundo moderno. Mesmo assim, os mais devotos querem detonar o concurso (AFP).
Miss Muçulmana
Polícia da Virtude ferida por conflito com amantes da música
Os policiais tentaram acabar com um concerto, mas foram atacados por mais de 100 ouvintes (Jakarta Globe).
Muçulmanos jogam coquetel molotov em escola católica
O cardeal pede aos carólicos que permaneçam vigilantes (Jakarta News).
Ramadã é celebrado jogando bombas em templo budista
O atentado ocorrou quando os budistas rezavam no templo (AP).
Dezessete igrejas fechadas
Todas localizadas na província de Achém. (Asia News).
Suprema Corte suspende a venda de bebidas alcoólicas
Islamização ganha mais impulso (Asia News).
Aumenta o número de casamento de meninas e poligamia
Consistente com a lei islâmica e o exemplo de Maomé (Asia Sentinel).
Autoridades, sob pressão de "devotos", fecham igreja protestante em Java Ocidental
O grupo Frente dos Defensores Islâmicos (FPI) fechou uma igreja protestante acusando o pastor de estar propagando o Evangelho em uma área predominantemente muçulmana. No processo, os "devotos" destruiram parte da igreja e confiscaram cadeiras, instrumentos musicais mesas e automóveis. As autoridades mativeram a igreja fechada, e nunhum dos vândalos foi punido. (Fonte)
Indonésia: jihadismo em Jakarta, homem-bomba e tiroteio
A capital, Jakarta, foi palco de atentados pela causa de Alá. Um homem bomba na entrada da cafeteria Starbucks frequentada por extrangeiros, resultando em 2 mortos e dezenas de feridos. Outros jihadistas se refugiaram no Teatro Djakarta. De um total estimado em 14 jihadistas, apenas 3 foram presos (BBC). (jan. 2016)
Indonésia: lista de alguns outros atentados anteriores
A lista não é completa, pois não inclue os atentados contra igrejas cristãs e templos hindús e budistas.
Julho 2009: Sete pessoas morreram e dezenas ficaram feridas quando dois mujahadin suicidas se explodiram dentro dos hotéis Marriott e Ritz Carlton, em Jacarta (fonte).
Outubro 2005: Ataques suicidas em Bali deixam 20 mortos, incluindo os bombardeiros (fonte)
Setembro 2004: Bomba fora embaixada australiana em Jacarta mata pelo menos nove pessoas (fonte)
Agosto 2003: Bomba em Jakarta Marriott Hotel mata 12 e fere 150 pessoas (fonte)
Outubro 2002: atentados de Bali matam 202, incluindo 88 australianos (fonte)
24 dezembro de 2000 - na véspera de Natal, uma série de explosões varreram a Indonésia. Elas faziam parte de ataques terroristas alta escala da Al-Qaeda e Jemaah Islamiyah. Os ataques envolveram uma série de atentados à bomba contra 24 igrejas em Jacarta,Pekanbaru, Medan, Bandung, Batam Island, Mojokerto, e Sukabumi, resultando na morte de 19 pessoas e ferindo outras 120 (fonte, fonte).
PS. Todos os 36 jihadistas que participaram dos atentados em Bali, que não foram sentenciados à morte, foram postos em liberdade em 2014 (Daily Telegraph).