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sábado, 21 de abril de 2018

O Islã determina: mate até mesmo aquele que achar que Maomé foi um ser humano comum, com erros e defeitos


"Considerando que manter a honra do Profeta é uma obrigação de toda a sua comunidade e qualquer um que amaldiçoar um homem livre de sua comunidade recebe uma punição (hadd), o castigo para alguém que amaldiçoa o Profeta é que ele deve ser morto por causa do imensidão do valor do Profeta e sua elevação sobre os outros"
Em artigos anterior nós tratamos da punição para quem se opõe a Maomé: a morte.

(Leia mais tarde:
A ‘Inocência dos Muçulmanos’ ou o porquê que muçulmanos se dispõem a matar para defender a “honra” de um senhor da guerra do século sétimo
e
Maomé, assassino: Maomé manda assassinar todos aqueles que o criticam)

Abaixo, estamos transcrevendo texto de um importante site islâmico (escrito para muçulmanos, logo, escondido dos infiéis, os káfirs) que discute este assunto e diz claramente os motivos pelos quais quem fizer qualquer análise crítica sobre Maomé (até mesmo considerá-lo como um ser humano comum) deve ser morto. Basta que um muçulmano se sinta ofendido. Cuidado, infiel! Quer um exemplo, leia sobre Asia Bibi

O nome do site é Muhammad, Messenger of Allah: Ash-Shifa of Qadi ‘Iyad. A Parte 4 do texto trata dos julgamentos daqueles que julgam o profeta como imperfeito o que o maldizem. Ela inclui discussão sobre o ponto de vista da lei islâmica, Sharia, (Seção 1), a base corânica e nos hadices (Seção 2 e 3), sobre aqueles que criticam Maomé com boas intenções, mas mesmo assim deve ser morto (Seção 4), sobre o muçulmano que critica Maomé e se torna automaticamente apóstata (ex-muçulmano), logo, deve ser morto (Seção 5) e algumas outras situações que caracterizam com bastante clareza que quem falar de Maomé corre risco de vida!

Abaixo, transcrevemos a Seção 2, por ser a mais contundente ao mostrar as provas da necessidade de se matar qualquer um que maldiga ou encontre algum defeito em Maomé.

Parte 4: Os julgamentos concernentes àqueles que pensam ser o Profeta imperfeito ou o maldizem

Seção 2: A prova da necessidade de matar qualquer um que maldiga o Profeta ou encontre defeitos nele

Tradução do texto traduzido para o Inglês por Aisha A. Brewley

Nota do Tradutor (NT): Os versículos do Alcorão foram copiados diretamente de o 'Alcorão Sagrado'  (traduzido por El-Hayek S; 1994)


            O Alcorão diz que Alá amaldiçoa aquele que ofende o Profeta neste mundo e que ele associa ofensas ao Profeta com ofensas a Ele mesmo. Não há discussão sobre se qualquer um que maldiga Alá deva ser morto e que esta ofensa requeira que o infrator seja categorizado como um infiel. A sentença do julgamento deste infiel é a morte.

            Alá diz: "Em verdade, àqueles que molestam Alá e Seu Mensageiro, Alá os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo" (33:59). Ele disse algo semelhante acerca daqueles que matam os fiéis. Parte da maldição contra eles neste mundo é que eles serão mortos. Alá diz: "Serão malditos: onde quer que se encontrarem, deverão ser aprisionados e cruelmente mortos" (33:63). Ele menciona a punição daqueles que lutam: "Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo" (5:33). 'Matar' (qatl) pode significar 'maldição'. Alá diz: "Que pereçam os inventores de mentiras!" (51:10) e "Que Alá os combata! Como se desviam!" (9:30), i.e., que Alá os amaldiçoe.

            Isto porque há uma diferença entre ofender Alá e Seu Mensageiro e ofender os fiéis. A punição por fazer mal aos fiéis, à exceção de assassinato, inclui espancamento e punição exemplar. O julgamento contra aqueles que ofendem Alá e Seu Profeta é mais severo - pena de morte.

            Alá diz: "Qual! Por teu Senhor, não crerão até que te tomem por juiz de suas dissensões e não objetem ao que tu tenhas sentenciado." (4:65) Ele remove o emblema da fé daqueles que encontram impedimento em si mesmos contra aceitar o julgamento do Profeta e não se submetam a ele. Qualquer um que depreciá-lo opõe-se a seu julgamento.

            Alá diz: "Ó fiéis, não altereis as vossas vozes acima da voz do Profeta, nem lhe faleis em voz alta, como fazeis entre vós, para não tornardes sem efeito as vossas obras, involuntariamente." (49:2) Uma tal ação somente ocorre devido à falta de fé e o infiel deve ser morto.

            Alá diz: "E quando se apresentam a ti, saúdam-te, em termos com os quais Alá jamais te saudaram, e dizem para si: Por que Alá não nos castiga pelo que fazemos? Bastar-lhes-á o inferno, no qual entrarão! E que funesto destino!" (58:8)

            Alá diz: " Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos (...) Mas
aqueles que injuriarem o Mensageiro de Alá sofrerão um doloroso castigo." (9:61)

            Alá diz: " Porém, se os interrogares, sem dúvida te dirão: "Estávamos apenas falando e gracejando. Dize-lhes: Escarnecei, acaso, de Alá, de Seus versículos e de Seu Mensageiro? Não vos escuseis, porque renegastes, depois de terdes acreditado!" (9:65-66) Os comentaristas dizem que "porque renegastes" refere-se ao que eles (N.T.: isto é, aqueles que disseram "Estávamos apenas falando e gracejando.") haviam dito sobre o Mensageiro de Alá.

            Já mencionamos o consenso. De acordo com as tradições, al-Husayn ibn 'Ali relatou a seu pai o que o Mensageiro de Alá disse acerca deste assunto: "Quem quer que maldiga o Profeta, mate-o. Quer quer que maldiga meus correligionários, batam nele."

            Numa importante hadice (N.T.: ditos e tradições de Maomé) o Profeta mandou que Ka'b ibn al-Ashraf fosse morto. Ele pediu: "Quem irá lidar com Ka'b ibn al-Ashraf? Ele ofendeu Alá e seu Mensageiro." Ele enviou alguém para assassiná-lo, porém sem antes ter convocado al-Ashraf a se converter ao Islã, diferentemente de outros idólatras. O motivo foi ele ter ofendido o Profeta. Isto indica que o Profeta o matou por algo diferente de idolatria. Era por ter ofendido (N.T.: espera-se que um não-muçulmano seja condenado à morte por idolatria; porém, se o não-muçulmano ofender o Profeta, então ele deverá preferencialmente ser convertido ao Islã antes de ser morto pois só muçulmanos podem ser condenados à morte por esta acusação). Abu Rafi, que costumava ofender o Mensageiro de Alá e trabalhar contra ele, também foi morto.

            De forma semelhante, no Dia da Conquista (N.T.: de Meca), ele ordenou a morte de Ibn Khatal e de suas duas escravas que costumavam cantar suas ofensas sobre o Profeta.

            Em uma outra hadice sobre um homem que costumava maldizer o Profeta, o Profeta disse: "Quem irá me salvar do meu inimigo?" Khalid disse: "Eu irei". Então o Profeta o enviou e ele matou o homem.

            De forma semelhante, o Profeta ordenou que um grupo de infiéis que costumava ofendê-lo e maldizê-lo, infiéis tais como an-Nadr ibn al-Harith e 'Uqba ibn Abi Mu'ayt, fosse todo ele morto. Ele prometeu que grupos de infiéis seriam mortos, tanto antes quanto após a Conquista (N.T.: de Meca). Todos os indivíduos destes grupos foram mortos, exceto aqueles que se apressaram em tornar-se muçulmanos antes de terem sido conquistados. Al-Bazzar aprendeu de Ibn 'Abbas que 'Uqba ibn Abi Mu'yat exclamou "Oh, tribo de Quraysh, por que devo ser eu sozinho aquele a morrer sem uma guerra?". O Profeta respondeu: "Pela sua descrença e por ter forjado mentiras contra o Mensgeiro de Alá."

            'Abdu'r-Razzaq mencionou que um homem maldisse o Profeta, fazendo o Profeta perguntar: "Quem irá me salvar de meu inimigo?". az-Zubayr respondeu: "Eu irei." Ele enviou az-Zubayr e ele matou o homem.

            Está relatado que uma mulher costumava maldizer o Profeta e ele disse: "Quem irá me salvar do meu inimigo?". Khalid ibn al-Walid então saiu e a matou.

            Está relatado que um homem forjava mentiras contra o Profeta e ele enviou 'Ali e az-Zubayr para matá-lo.

            Ibn Qani' relatou que um homem veio ao Profeta e disse: "Mensageiro de Alá, eu ouvi meu pai dizer alguma coisa feia sobre o senhor, então eu o matei." E isto não abalou o Profeta.

            Al-Mujahir ibn Abi Umayya, o emir do Yemen, relatou a Abu Bakr que uma mulher no tempo da Ridda (N.T.: guerra de apostasia) entoava maldições contra o Profeta. Então ele amputou a mão e arrancou os dentes frontais da mulher. Quando Abu Bakr ouviu isto, ele disse a Abi Umayya: "Se você não tivesse feito o que já fez, eu teria ordenado você que a matasse porque o hadd (N.T.: punição divina) concernente ao Profeta não é como os outros hadd."

            Ibn 'Abbas disse que uma mulher de Khatma satirizava o Profeta e que o Profeta disse: "Quem irá lidar com ela por mim?" Um homem de seu povo disse: "Eu irei, Mensageiro de Alá." O homem levantou-se e foi e a matou. Ele então contou ao Profeta que disse: "Ela não vale que ninguém argumente por ela".

            Ibn 'Abbas disse que um cego tinha uma escrava que costumava maldizer o Profeta. Ele a repreendeu e a prendeu de castigo, mas ela não ficava no seu castigo. Naquela noite ela começou a atacar e a vituperar contra o Profeta e então ele a matou. Ele contou ao Profeta sobre o ocorrido que respondeu que ele (N.T.: o cego) não seria punido.

            No hadice de Abu Barza as-Aslami está dito: "Um dia eu (N.T: Abu Barza as-Islami) estava sentado com Abu Bakr as-Siddiq e ele estava zangado com com um muçulmano". Qadi Isma'il e outros imans (N.T.: pregador muçulmano) (N.T.: souberam da história) e contaram a todos que Abu Bakr estava zangado porque o tal muçulmano o havia tratado mal. An-Nasa'i relatou isto: "Eu (N.T.: An-Nasa'i) vim ver Abu Bakr e (N.T.: me disseram que) um homem foi mal-educado e ríspido com ele. Eu disse: 'Khalif (N.T.: sucessor) de Alá, deixe-me decapitá-lo!' Ele disse 'Sente-se. Não é para ninguém exceto para o Mensageiro de Alá (N.T.: fazer isto), que Alá abençoe o muçulmano (N.T.: que me ofendeu) e conceda-lhe paz.'"

            Qadi Abu Muhammad ibn Nasr disse: "Ninguém discordava dele (N.T.: isto é, de Maomé)." Os imans tomam isto como prova de que qualquer um que faça qualquer coisa que possa zangar, ofender ou maldizer o Profeta, sob qualquer forma, deveria ser morto.

            Há também a carta de 'Umar ibn 'Abdu'l-Aziz ao governador de Kufa (N.T.: uma cidade no Iraque). Ele pediu aconselhamento sobre matar um homem que havia denegrido o primeiro, tendo respondido o governador: "É ilegal matar um muçulmano que tenha denegrido qualquer um, exceto o Mensageiro de Alá. É legal derramar o sangue de quem o tenha denegrido (N.T.: isto é, o Mensageiro de Alá)."
           
            Harum ar-Rashid perguntou a Malik sobre um homem que tinha vituperado contra o Profeta e ele mencionou que os fuqaha (N.T.: juristas islâmicos) do Iraque haviam promulgado uma fatwa (N.T.: decreto religioso) para que ele fosse surrado com uma vara. Malik ficou com raiva e disse: "Amir al-Mu'minin (N.T.: Líder dos Fiéis, isto é, o califa)! Não pode haver continuidade para uma comunidade após ela ter maldito o seu Profeta! Qualquer um que maldiga os Correligionários do Profeta deve ser surrado com uma vara (N.T.: isto é, a pena de morte deve ser reservada somente a quem ofende o Profeta)."

            Não sei quais destes fuqaha iraquianos promulgaram esta fatwa contra Harun ar-Rashid. Já mencionamos que a escola iraquiana defende que ele deveria ser morto. Talvez os iraquianos não fossem muçulmanos notórios por seu conhecimento ou estivessem dentre aqueles cujas fatwas fossem não creditáveis ou idiossincrásicas. Talvez seja possível que o que o tal homem disse não tivesse sido considerado como uma ofensa sequer, ou que tenha havido uma discussão se ela sequer existiu como tal, ou que ele tenha se retratado e se arrependido. Nada disto foi mencionado a Malik. Entretanto, o consenso é o de que qualquer um que ofenda o Profeta é para ser morto, como já comentamos.

            Que o tal homem era para ser morto pode ser deduzido através de reflexão e consideração. Qualquer um que maldiga ou deprecie o Profeta mostra claros sintomas da doença de seu coração e prova de suas reais convicções e crença. Isto é o porque de a maior parte dos ulama (N.T.: eruditos) o ter jugado como apóstata. Isto é o que é transmitido pelo povo da Síria de Malik, al-Awza'i, ath-Thawri, Abu Hanifa e pelo povo de Kufa.

            O outro posicionamento é o de que o caso em questão não se caracteriza efetivamente como infidelidade. Assim, o indivíduo acusado deve ser morto pela punição associada ao hadd apenas, porém ainda não como um infiel. Todavia, assim passará a ser considerado se persistir em suas palavras, não as negando nem as refreando. Para ser julgado como um infiel, sua declaração deve ser caracteristicamente como sendo de descrença, como por exemplo chamar o Profeta de mentiroso, ou ser originada de zombeteria e de recriminação. Se sua admissão ostensiva do que disse e falta de arrependimento se caracterizarem como descrença, então não há desacordo de que ele é um infiel. Alá diz sobre pessoas assim: "Juram por Alá nada terem dito (de errado); porém, blasfemaram e descreram, depois de se terem islamizado." (9:74)

            Os comentaristas dizem que isto se refere à declaração: "Se o que tiver sido dito por Maomé for verdade, somos piores que macacos."

Dizem que se refere ao que um deles disse: "Nossa semelhança com relação a Maomé é apenas como as palavras daquele que diz: 'Alimente seu cachorro e ele o devorará'. Quando voltarmos a Medina, os poderosos expulsarão os mais fracos."

Diz-se que, mesmo que aquele que diz isso o esconda, o mesmo julgamento se aplica a ele e ao herege, e eledeve ser morto porque mudou a sua religião (deen). O Profeta disse: "Degolem todos os que mudam de religião."

            Porque elevar a honra do Profeta é uma obrigação devida por toda a sua comunidade. Já qualquer um que maldiga um homem livre (N.T.: outro muçulmano) de sua comunidade deve receber uma punição associada ao hadd. A punição a alguém que por sua vez maldiga o Profeta é a de que ele seja morto devido à imensidade do valor do Profeta e à sua elevação sobre os demais. 
            

Cópia da página "Maomé, o Mensageiro de Alá"





sábado, 14 de junho de 2014

Tafsir diz que "lutar contra os judeus e cristãos é legal porque eles são idólatras e descrentes"


Se algum de vocês tiverem o infortúnio de discutir algo com muçulmanos vocês vão notar que eles negam as evidências sobre o aspecto supremacista do islamismo e sobre todos os outras aspectos que nós consideramos errados e bárbaros (eles são treinados nas mesquitas, a se comportam como robôs). Uma das coisas que eles irão dizer é que você precisa estudar. Mas se você fizer isso, você vai confirmar o aspecto supremacista do islamismo (ou seja, eles não estudam, apenas absorbem o que os imãs e clérigos dizem para eles repetirem).

Veja o seguinte exemplo, um "tafsir" do alcorão (tafsir significa interpretação ou exegese) e é algo que vem de pessoas qualificadas (membros da "ulema"). Este tafsir fala que LUTAR CONTRA OS JUDEUS E OS CRISTÃOS É LEGAL PORQUE ELES SÃO IDÓLATRAS E DESCRENTES 

Veja bem, isso quer dizer que os muçulmanos devem lutar contra (todos) os idólatras e descrentes (ateus e agnósticos) e que os cristãos e judeus, do ponto de vista deles, são idólatras e descrentes. Ou seja, deve-se lutar contra todos aqueles que não sejam muçulmanos. 

Na nossa concepção, se uma pessoa é idólatra, descrente, religiosa ou atéia, isso não faz diferença! Nossa cultura e padrão civilizatório é "viva e deixe viver", e o que acontece fora deste padrão nós consideramos um crime (por exemplo, se um homosexual for atacado por ser homosexual). 

As razões para se lutar contra os idólatras e descrentes, em particular os cristãos e judeus, são as mais exdrúxulas e chulas. Vejamos, segundo as passagens do alcorão mencionadas neste tafsir: 
- Cristãos e judeus são mentirosos: cristãos dizem que Jesus é filho de Deus; judeus dizem que Uzair é filho de Deus (quem é Uzair?)
- Eles tomam os seus monges e rabinos como deuses.
- Judeus ganharam o ódio de Alá e os cristãos foram extraviados.
- Eles desejam extinguir a luz de Alá.
- A religião de Alá é superior sobre todas as demais religiões. 

(Lembre-se: o Alcorão está correto, porque está escrito no Alcorão)

Isso é supremacismo: ou se faz, age e diz como o islão define e comanda, ou sofra-se as consequências! 

Vão catar coquinho!!!! E daí que as pessoas pensem diferente? PROGRIDAM!!!!

Mas José, o "tafsir" fala de 'lutar.' Qual o mal em lutar? Resposta: leia a minha resposta aqui: luta significa 'jihad':  http://infielatento.blogspot.ca/2012/02/jihad-como-definida-pela-lei-islamica.html 

E mais, cuidado como a conversa fiada islâmica, chamada de taquia: muçulmanos podem enganar se isso ajudar a propagar o islamismo. (http://infielatento.blogspot.ca/2012/07/de-que-modo-taqiyya-altera-as-regras-de.html





terça-feira, 17 de setembro de 2013

Ensinamento islâmico: não-muçulmanos são iguais a cachorros


Os amantes dos animais em geral, e dos cães em particular, devem ter em mente que, no islão, ser comparado a um cão é o pior e mais degradante dos insultos.
Porção do artigo de Raymond Ibrahim Islamic Teaching: Non-Muslims Equal to Dogs.

Entre os que estão familiarizados com os verdadeiros ensinamentos do islão, é bem sabido que a vida - ou, como se articulada em árabe, o "sangue" - de um infiel, ou seja, o sangue de um não-muçulmano, não é igual à vida, ou ao sangue, de um muçulmano. Poucos sabem, porém, que entre algumas das coleções dos hadith mais respeitados no islão (hadith são narrativas das "tradições do profeta"), o sangue de um não-muçulmano não é melhor que o sangue de um cachorro.

De acordo com um hadith* durante o curso de uma discussão sobre os não-muçulmanos, o califa Omar al-Khattab - um dos dos companheiros do profeta - declarou: "Eles são pagãos, e o sangue de um deles é [como] o sangue de um cachorro. "

* registrado entre outros lugares, em Sunan Ahmed (jurisprudência Hanbali ) e Sunan al-Bayhaqi (jurisprudência Shafi'i ).






quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Jihad contra o budismo: mais uma vez, o agressor (o islão) joga a culpa na vítima


O roteiro, escrito a 1.400 anos atrás por Maomé, continua sendo seguido à risca. O islamismo se apresenta como vítima, se fazendo de ofendido, acusando os outros dos seus próprios crimes, tudo com o intuito de avançar a sua causa final, que é a implementação da lei islâmica no mundo inteiro.

Este roteiro inclui o aniquilamento das culturas nativas da região sendo conquistada (leia em islão: o aniquilador de civilizações). O islamismo é mono-cultural (ao oposto de multi-cultural).

Uma das vítimas do islão é o budismo.

Você sabia que o Afeganistão e parte do Paquistão, porções do norte da Índia, as Ilhas Maldivas, a Malásia, a Indonésia, eram budistas? E que com a chegada do islamismo, o budismo foi extinto?

E que este processo ainda se manifesta, hoje, no sul da Tailandia e em Myanmar (antiga Birmânia) onde as minorias muçulmanas promovem uma jihad contra o budismo? 

(Leia mais no artigo Compreendendo o islão: o bom senso budista contra a tolice do Ocidente).

Veja o mapa abaixo [1]. Ele mostra o crescimento do budismo até o ano 600 DC, antes da “invenção do islão” e das invasões islâmicas.


O mundo do budismo no ano 600 DC (antes da “invenção do islão”)

Ilhas Maldivas: As Maldivas são um pequeno país composto por centenas de ilhas no Oceano Índico. Eram budistas. Conta-se que um comerciante árabe, com o nome de Abul Barakaathul Barbary, derrotou um demônio do mar (que aparecia todo o mês em busca de meninas virgens) apenas recitando todo o Alcorão. O rei das Maldivas ficou tão impressionado que obrigou todo o país a se converter ao islão. Mas todos sabem a verdadeira história, na qual os budistas foram massacrados pela espada islâmica. O demônio do mar é tão falso quanto o Alcorão. O governo das Maldivas diz que hoje 100% da população é composta por muçulmanos, e não permite qualquer outra religião que não o islão. A Constituição diz que todos têm que ser muçulmanos sunitas, e a apostasia é um crime. O budismo foi extinto. Os únicos traços restantes do budismo se encontram em museus, e mesmo assim, têm sido lentamente destruídos, como durante o golpe de estado que depôs o primeiro presidente democraticamente eleito (quando museus foram saqueados e artefatos pré-islâmicos destruídos). O curioso é saber o motivo para o golpe. Os golpistas acusaram o presidente de ser um infiel que estava tentando construir igrejas nas Maldivas. O movimento militante islâmico, que está no poder, diz que até mesmo os muçulmanos moderados são kafirs (infiéis).

Afeganistão: A população que residia no Afeganistão antes das invasões árabes era multi-religiosa, incluindo budistas, zoroastristas, adoradores do sol, hindus, cristãos, e judeus, entre outros. As invasões árabes, que começaram ano 642 DC, resultaram em um longo processo de guerras e expansão, que resultou na islamização da região no século 11. Quando os Mongóis conquistaram aquela parte to mundo, o islão já estava entranhado e o budismo já era. Os requícios do budismo tem sido apagados desde então, gradativamente, sendo um exemplo a recente destruição da estátua de 45 metros do Buda, em Bamiyan, pelos Talebãs, seguindo a destruiçao de várias outras estátuas menores, inclusive dentro de museus [2].


O Buda de Bamiyan, antes de depois da sua destruição pelo Talebã, em 2001.

Indonésia : Vejamos o que diz o Padre Daniel Byantoro, um apóstata do Islã. Ele fornece uma breve história de como a Indonésia tornou-se um país islâmico [3]: 

Por milhares de anos o meu país (Indonésia) era um reino hindu budista. O último rei hindu foi gentil o suficiente para dar isenção de imposto de propriedade para o primeiro muçulmano missionário, para viver e pregar a sua religião.

Lentamente, os seguidores da nova religião cresceram, tornando-se tão fortes que o reino foi atacado. Aqueles que se recusaram a se tornarem muçulmanos tiveram que fugir, para salvarem as suas vidas, para a vizinha ilha de Bali, ou para a região montanhosa do Tengger, onde eles têm sido capazes de manter a sua religião até agora.

Lentamente, de um reino unido composto por hindus e budistas, a Indonésia tornou-se o maior país islâmico do mundo.

Se há alguma lição a ser aprendida (pelos não-muçulmanos do resto do mundo), vale a pena ponderar sobre a história do meu país. Nós não somos pessoas intolerantes ou cheias de ódio, mas sim, nós somos amantes da liberdade, amantes da democracia, e amantes do que é humano. Nós apenas não queremos que essa liberdade e democracia sejam tirada de nós por causa da nossa ignorância, por causa da  implementação de um "politicamente correto " equivocado, e pela pretensão de tolerância.

(Mais informação sobre a Jihad contra o budismo e o hinduísmo em [4])

Já haviamos dito que a coisa está mesmo feita pois até os monges budistas estão protestando contra o islão. Só que eles têm sido recriminados por se defenderem!

Referências

[1 ] The Spread of Buddhism, Cornel University


[3] The Fate of Indonesia, Facing Islam, 31 de julho de 2013


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Compreendendo o islão: o bom senso budista contra a tolice do Ocidente



Raymond Ibrahim, CBN News, 31 de julho de 2013

Um artigo recentemente publicado no The New York Times intitulado “extremismo aumenta entre os budistas de Myanmar” oferece lições importantes sobre o contraste entre o bom senso e a tolice.  Escrito por um tal de Thomas Fuller, ele começa dizendo que

depois de uma oração ritual pela expiação dos pecados do passado, Ashin Wirathu, um monge budista que possui uma legião de seguidores, em Myanmar, sentou-se diante da multidão de milhares de devotos, e lançou-se em um discurso contra o que ele chamou de “o inimigo”, referindo-se à minoria muçulmana do país. “Você pode estar cheio de bondade e amor, mas você não pode dormir ao lado de um cachorro louco”, Ashin Wirathu disse, referindo-se aos muçulmanos. “Eu os chamo de desordeiros, porque eles são causadores de problemas.“

Enquanto o artigo serve para destacar a suposta “intolerância“ dos budistas de Myanmar, para aqueles que podem ler entre as linhas – ou para aqueles que estão familiarizados com os ensinamentos islâmicos, história e eventos actuais – é claro que os budistas estão respondendo a ameaças existenciais criadas pelos muçulmanos vivendo entre e ao redor deles.

Aqui está a primeira lição: ao contrário do que acontece nos países ocidentais, os monges budistas, apesar de sua reputação como devotos de paz, ainda são capazes de aceitar e responder à realidade, e ainda são regidos pelo bom senso. Ao contrário do Ocidente, cujo senso de realidade tem sido tão completamente deformado por uma campanha ininterrupta de propaganda da imprensa que emana, onipresente, das telas de TVs e de computadores, condicionado os americanos, canadenses, autralianos e europeus a como pensar e no que acreditar, os monges budistas do "terceiro mundo" estão familiarizados com a realidade no terreno . Eles sabem que, deixados sem controle, a minoria muçulmana que vive entre eles – que começou com as hostilidades – vai crescer mais agressiva, um fato demonstrado historicamente.

Como em outros países, os muçulmanos de Myanmar têm se engajado em violência, terror jihadi, e estupro de meninas budistas. E tudo isso sendo ainda uma minoria. Os budistas de Myanmar também são conhecedores que, em nações vizinhas, como Bangladesh onde os muçulmanos são a maioria, todos os não-muçulmanos estão sendo perseguidos impiedosamente até sua extinção. Mas mesmo na fronteira com a Tailândia, onde os budistas são a maioria e os muçulmanos uma minoria, no sul, onde os muçulmanos se fazem em grandes números, milhares de budistas – homens, mulheres, e crianças – foram abatidos, decapitados, e estuprados, dentro do esforço dos muçulmanos separatistas de tentarem purificar a região de toda a presença “infiel“ . Clique aqui para ver um relato e imagens (gráficas) das atrocidades muçulmanas cometidas contra os budistas que podem explicar por que os budistas de Myanmar estão receosos dos muçulmanos.

De fato, Wirathu, o monge budista “radical”, é citado no artigo do New York Times dizendo: Se nós formos fracos, a nossa terra irá tornar-se muçulmana”. O tema da música de sua organização nacionalista fala de pessoas que vivem em nossa terra, bebem nossa água, e são ingratos para nós” – uma referência para os muçulmanos – e o quanto “nós [os budistas] vamos construir uma cerca com os nossos ossos, se necessário” para manter os muçulmanos supremacistas do lado de fora. Seus panfletos dizem “Myanmar está atualmente a enfrentar o mais perigoso e temeroso dos venenos, forte o suficiente para erradicar a toda a civilização.“ Um outro monge mais velho, e “radical“ concorda: “A principal coisa é que a nossa religião e nossa nacionalidade não desapareçam.“

A partir daqui começa a segunda lição: se os budistas são capazes de compreender o que está em jogo – a sua inteira civilização – o artigo do New York Times é um testemunho das razões pelas quais o Ocidente ainda não consegue encarar a realidade. O artigo do New York Times contém todas as marcas – o relativismo moral e o viés pró-islão – que caracterizam a incapacidade do ocidente de reconhecer e responder ao islão, a não ser o de brotar sentimentos e platitudes tolas.

Para começar, Fuller, o autor do artigo, parece não compreender por que os budistas de Myanmar estão preocupados em desaparecer, dizendo que “o budismo parece ter um lugar seguro em Myanmar. Nove em cada 10 pessoas são budistas ... Estimativas da minoria muçulmana variam de 4 a 8 por cento dos cerca de 55 milhões de pessoas de Myanmar, enquanto o resto são principalmente cristãos ou hindus.“

De fato, na vizinha Tailândia, os muçulmanos também compõem cerca de 4% da população, mas têm, como mencionado, se envolvido em genocídio contra os budistas no sul do país, onde os muçulmanos estão concentrados. Além disso, uma familiaridade com a história – com a história de verdade, não as versões fantasiosas ensinadas atualmente, por exemplo, nas escolas americanas – mostra que há 14 séculos o islão tem, de fato, dizimado populações inteiras e suas identidades: o que é hoje indiferentemente referido  como o “Mundo Árabe“ não era árabe, e era quase inteiramente cristão, no século 7, quando o islão surgiu e começou a jihad. Fuller também parece não perceber a importância do fato de que há mais cristãos e hindus em Mianmar do que muçulmanos, mas ainda asssim, a hostilidade budista só se estende aos muçulmanos. Se os budistas, indígenas da região, estão simplesmente tornando-se nacionalistas radicais, como Fuller sugere, como é que eles estão atacando apenas os muçulmanos, sem incluirem os cristãos e os hindus?

E então, vem a tendenciosidade do artigo. Se, por um lado, Fuller denuncia o tratamento budista aos muçulmanos, inclusive oferecendo narrativas, Fuller não menciona o terror jihadista e os assassinatos que os muçulmanos têm cometido contra os budistas. Ele condena os  budistas por terem supostamente deslocado cerca de 150.000 muçulmanos não-indígenas da região, sem parecer estar ciente de que, em todo o mundo islâmico, os muçulmanos estão deslocando centenas de milhares de não-muçulmanos, levando a um êxodo em massa dos cristãos. Fuller pode desconhece o significado deste fato, mas os budistas de Myanmar não, portanto, as suas preocupações de serem engolidos pelo Islão, se não agirem agora enquanto eles estão em maioria na sua própria terra natal, são muito reais.

Mas esses fatos objetivos não são aparentemente relevantes para os leitores do New York Times, que têm sido condicionados com a conversa subjetiva de “sentimentos” e outras bobagens terapêuticas. E neste caso, Fuller certamente proporciona: o tom de todo o artigo é o de passar aos leitores uma decepção com os budistas e de como “os muçulmanos estão preocupados.” O seu último parágrafo é o de um vendedor muçulmano no mercado central da cidade que falou “em um sussurro” que “eu estou muito assustado. Nós dizemos para as crianças não irem para fora, a menos que seja absolutamente necessário.“

Assim, enquanto que os budistas de Myanmar lutam pelo seu direito de sobreviver contra um islão sempre invasivo, o New York Times faz o que ele faz de melhor, distorcendo a realidade para torná-la complacente com a visão do mundo que a grande imprensa apregoa, neste caso, que os muçulmanos são sempre vítimas, inocentes e incompreendidos.

Post Scriptum: Ralph Sidway me lembra das  palavras escritas pelo padre indonésio, Padre Daniel Byantoro, aplicável a este caso​​:

Por milhares de anos o meu país (Indonésia) era um reino hindu budista. O último rei hindu foi gentil o suficiente para dar isenção de imposto de propriedade para o primeiro muçulmano missionário, para viver e pregar a sua religião. Lentamente, os seguidores da nova religião cresceram, tornando-se tão fortes que o reino foi atacado. Aqueles que se recusaram a se tornarem muçulmanos tiveram que fugir, para salvarem as suas vidas, para a vizinha ilha de Bali, ou para a região montanhosa do Tengger, onde eles têm sido capazes de manter a sua religião até agora. Lentamente, de um reino unido composto por hindus e budistas, a Indonésia tornou-se o maior país islâmico do mundo. Se há alguma lição a ser aprendida (pelos não-muçulmanos do resto do mundo), vale a pena ponderar sobre a história do meu país. Nós não somos pessoas intolerantes ou cheias de ódio, mas sim, nós somos amantes da liberdade, amantes da democracia, e amantes do que é humano. Nós apenas não queremos que essa liberdade e democracia sejam tirada de nós por causa da nossa ignorância, por causa da  implementação de um "politicamente correto " equivocado, e pela pretensão de tolerância.

Referências :

Extremism Rises Among Myanmar Buddhists, Thomas Fuller, The New York Times, 20 de junho de 2013


The Historical Reality of the Muslim Conquests, Raymond Ibrahim, Middle East Forum, 1 de março de 2012

The mass exodus of Christians from the Muslim world, Raymond Ibrahim, FoxNews, 7 de maio de 2013
The Fate of Indonesia, Facing Islam, 31 de julho de 2013




quarta-feira, 20 de março de 2013

A coisa está mesmo feia: até os monges budistas protestam contra o islã

Quando os pacíficos monges budistas começam a se manifestar contra a islamização isto é um sinal que o mundo está mesmo em perigo.

Isso aconteceu em outubro de 2012, em Myanmar (antiga Burma). Os monges não desejam que a Organização da Cooperação Islâmica (OIC) abra um escritório em Myanmar. Cerca de mil monges, acompanhados por centenas de transeuntes que se juntaram espontâneamente à manifestação. Ela ocorreu de fronte da embaixada de Bangladesh na cidade de Sittwe, capital do estado de Arakan. Bangladesh tem sido um país onde a cultura budista nativa original continua sendo massacrada (os muçulmanos invadiram militarmente a atual Bangladesh no século doze) e os monges estavam protestando contra isso também. 

 Os monges temem a interferência da OIC nos assuntos internos de Myanmar. "A OIC é uma organização estrangeira estabelecida por países islâmicos e não têm nada a ver com o nosso país. Nós não queremos que a OCI aqui para interferir nos assuntos da nossa casa, abrindo os seus escritórios em nosso país. Estamos protestando contra ela.(Reuters; European Freedom Initiative).



O cartaz diz: a Terra é para todos, não apenas para os muçulmanos

 Os monges desejam evitar a jihad demográfica em Miamar

Os monges não desejam que a cultura budista seja aniquilada em Miamar. Eles sabem que o islão é um aniquilador de culturas


domingo, 14 de outubro de 2012

A ‘Inocência dos Muçulmanos’ ou o porquê que muçulmanos se dispõem a matar para defender a “honra” de um senhor da guerra do século sétimo



O amor a Maomé é uma parte fundamental da crença islâmica, justamente com a luta (jihad) pela propagação do islão e da lei islâmica (Sharia).

O profeta é mais valioso para os crentes do que eles próprios. (Alcorão 33: 6).

Alá disse “Maomé, diga para os crentes que eles devem amar menos os seus familiares e as sua riquezas do que Alá, o seu mensageiro e a luta em sua causa (jihad).” (Alcorão 9:24).

Maomé disse: ‘Nenhum de vocês será considerado como um crente (muçulmano) até que eu seja mais amado do que a sua família, sua riqueza e toda a humanidade.’ (Bukhari Volume 001, Livro 002, Hadith Número 014).

Adicione a isso a definição islâmica de Liberdade de Expressão e de Difamação ...

Liberdade de Expressão – É alcançada quando os muçulmanos, e apenas eles, são livres para expalhar as suas crenças, e os não-muçulmanos são proibidos de comentar ou criticar qualquer preceito islâmico.

Difamação – mencionar qualquer coisa sobre alguém que um outro disaprove (não interessa se o que foi dito é verdade ou não).

Adicione a isso o que Alá manda fazer com aqueles que espalham fitna (discórdia, contenda, agitação, fragmentação) …

"Fitna é pior do que matança" (Alcorão 2: 191)

"A punição para aqueles que fazem guerra contra Alá e Seu Profeta e fazem corrupção na terra, é de assassiná-los, de crucificá-los, ou cortar uma mão e um pé em lados opostos ... . " (Alcorão 5: 33)

E termine com a ação política da Organização da Cooperação Islâmica (OIC) que vem lutando para implementar leis internacionais que combatam a “difamação do islã,” …

e ... presto! Tornam-se claras as reações ao filmeco que retrata a vida de Maomé. 

Veja que eu chamo o trailer de filmeco apenas por causa da qualidade do video e aos efeitos especiais. Porém, o seu conteúdo é verdadeiro, narrado pelas fontes islâmicas. Os islamistas querem esconder a verdade sobre Maomé.

Neste artigo, eu discuto sobre as reações contra o trailer do filme e o julgamento duplo feito com respeito a “difamação” contra o islã e contra outras religiões, e sobre as possíveis consequências que possam resultar com respeito à perda de liberdade de expressão, no Brasil e no mundo. Em um outro artigo, eu irei comentar sobre as fontes islâmicas que sustentam os trechos do trailer, mostrando que que o que o trailer mostra é verdadeiro.

Porque Maomé é tão importante para o islão?

Em primeiro lugar é necessário termos em mente que o islão não é uma religião. O islão é uma ideologia política que exige dos seus partidários (devotos) aceite total aos preceitos e regulamentos, que não podem ser alterados. Os preceitos e regulamentos estão consolidados na lei islâmica (Sharia) e devem ser seguidos religiosamente.

Em segundo lugar, o que a lei islâmica estabelece é para ser cumprido por muçulmanos e não-muçulmanos. Então, quando a lei islâmica estabelece que o islã, Maomé e a própria lei islâmica estão acima de qualquer crítica, isto também é válido para os não-muçulmanos. É por isso que a OIC deseja a criminalização de qualquer análise crítica do islã, Maomé e da Sharia no mundo todo, inclusive no Brasil.

Em terceiro lugar, o islão é Maomé, e Maomé é o islão. Sem Maomé não existe nada. Tudo veio por Maomé, que é tomado como o padrão de conduta e o exemplo mais perfeito para toda a humanidade (ou seja, para eu e você também, que não temos nada com isso). O problema é que Maomé não foi apenas um Gengis Khan das Arábias. Ele foi feito como o modelo de conduta pelos califas que o seguiram porque era conveniente para eles ter um senhor da guerra sanguinário como modelo para justificar as suas próprias atrocidades, bem como forjar uma religião diferente do cristianismo e judaismo para consolidar o império árabe. É por isso que Maomé é tão importante e não pode ser tocado. Maomé cai como luva para sustentar os ditadores do islão, e os clérigos também ... desde o século sétimo.

Em quarto lugar, Maomé é o Tendão de Aquiles do islão. Porque? Porque Maomé, segundo os próprios relatos islâmicos (Sirat e Hadith) foi um cara muito mau: roubou caravanas, assassinou seus críticos, sequestrou para obter resgate, promoveu o genocídio das tribos que não o aceitaram (incluindo 5 tribos judáicas), foi escravagista, foi pervertido sexual e pedófilo. É claro que os ditadores do islão e os clérigos não querem que o mundo saiba a verdade.

E, finalmente, os muçulmanos sofrem uma lavagem cerebral desde o berço. Nas madrassas: as crianças aprendem a odiar tudo o que for anti-islâmico. E quem diz para eles o que é anti-islâmico? Os clérigos. As manifestações que acontecem contra a “difamação do islão” são orquestradas. Você já reparou que as manifestações (todas elas) acontecem com mais intensidada nas sexta-feiras, quando os fiéis muçulmanos saem das mesquitas? Não é coincidência.

(Querem domar o islão? Fechem as madrassas e silenciem os clérigos.)

Reações contra o trailer mostram que existem dois pesos e duas medidas quando o assunto é o islão

Uma coisa é ver os muçulmanos, após terem sido incitados pelos clérigos, sairem reclamando. Ou que a OIC, cujos objetivos são claros como o sol (basta ler o que eles escrevem) tentem curvar o mundo não-islâmico. Mas ver o mundo não-islâmico aceitar isso e se curvar por vontade própria é dose para leão!

O maior alvo da islamização organizada (me refiro aqui ao esforço e patrocínio maciço dos países árabes produtores de petróleo e da OIC) são os paises de onde surgiu a civilização ocidental: é a Europa. Existe grande esforço também com respeito aos EUA, Austrália e Canadá (para a nossa sorte, o Brasil continua sendo um país periférico; porém, existe um plano em andamento visando a islamização do Brasil. Este assunto vai ser tratado em artigo específico). A Europa é o berço da civilização ocidental, construída segundo uma ética cristã. Você não precisa ser cristão para aceitar este fato histórico. Negar este fato, porém, é um grande passo para o seu aniquilamento.

Existe dois pesos e duas medidas com respeito a crítica a religiões. O islão é mais do que uma religião, porém como ele se disfarça como sendo uma religião, vamos a nível de exercício comparar como religões são tratadas.

Enquanto que críticas ao cristianismo, judaísmo, hinduísmo, budismo, são defendidas sob a bandeira da “liberdade de expressão,” críticas ao islamismo são denunciadas como odiosas e racistas. A caricatura abaixo mostra o estado de espírito. Um alcorão dentro da privada é um crime hediondo (hate crime) enquanto que uma bíblia na privada é uma obra de arte (art). 

Uma caricatura que descreve com bastante propriedade o estágio de hipocrisia e padrão-duplo. Um Alcorão dentro da privada é considerado como um ato criminoso e odioso; uma bíblia dentro da privada é considerado como arte.

Em 1987, o fotógrafo estado-unidense Andres Serrano ganhou o prêmio de artes visuais de uma agência do governo dos EUA para fomento das artes com uma fotografia intitulada “Piss Christ” (algo como “Cristo Mijado”). Esta fotografia mostra um crucifixo de plástico submerso na urina do próprio fotógrafo. Serrano disse que o "Piss Christ" foi "feito para questionar toda a noção do que é aceitável e inaceitável". Apesar de reclamações de diversos grupos, esta “obra de arte” continua sendo mostrada em exibições no mundo inteiro até hoje. Liberdade de expressão, certo? [1, 2]


O governo dos EUA nunca fez qualquer declaração falando que o “Piss Christ” ofende a sensibilidade dos cristãos

Em 1999, o artista Chris Ofili expos a sua obra de arte chamada “Dong on the Virgin Mary” (Merda sobre a Virgem Maria), composta por esterco de elefante e imagens pornográficas salpicadas em uma imagem de uma Virgem Maria negra. Apesar das reclamações de grupos critãos, inclusive processos judiciais, esta obra de arte é exibida nos EUA e no mundo até hoje. A única reação contrária foi o então prefeito de Nova York, Mauri Giuliani, que proibiu a exibição no Museu Brooklin que recebia fundos da prefeitura (mesmo assim, o museu processou a prefeitura por “perdas e danos” e ganhou na justiça) [3].


“Dong on the Virgin Mary” (“Merda sobre a Virgem Maria”) mostra uma Nossa Senhora negra salpicada com fezes de elefante. Nenhum meio de comunicação fez “auto-censura.”

Em 2006, quando as caricaturas dinamarquesas que enfureceram os muçulmanos foram publicadas, as redes de televisão e as TV a cabo, bem como os jornais dos EUA e a maioria dos jornais do mundo, se recusaram a publicá-las. Na verdade, os principais jornais ecoaram a posição do New York Times: ele disse que era errado publicar "agressões gratuitas por motivos religiosos". Isto se chama auto censura.

Na mesma semana em que os muçulmanos começaram a arruaça e a matança contra o clipe do YouTube  “A Inocência dos Muçulmanos,” o filme  "Paradise: Faith" ganhou o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Veneza. Este filme mostra a protagonista se masturbando com um crucifixo [4]. Contrário ao “A Inocência dos Muçulmanos” este fime é uma ficção. Além disso, nenhum governo precisou fazer algum tipo de pronunciamento sobre se esse filme feria a sensibilidade de alguém.

 “Paradise: Faith” mostra uma mulher se masturbando com um crucifixo. Liberdade de expressão vale para todos ou não?

Na mesmo época, o periódico satírico Charlie Hebdo (uma espécie de Pasquim francês) publicou novas caricaturas de Maomé.  Nenhuma rede de televisão ou TV à cabo mostrou-os. Nenhum jornal os publicou. Auto-censura. O que é pior, governos de vários países se expressaram contra as caricaturas. O governo francês reforçou a segurança em embaixadas, escolas e centro culturais na sexta-feira, o dia sagrado do islã, em 20 países (interessante, que países serão esses?). De qualquer modo, é compreensível que o governo francês se manifeste, afinal o Charlie Habdo é francês. Mas, em Washington, o porta-voz Jay Carney disse que a administração Obama acredita que as imagens da revista francesa sãoprofundamente ofensivas para muitos e tem o potencial de serem inflamatórias." [5] Perguntas: (1) o que os EUA têm a ver com isso? (2) Quando um porta-voz do governo americano se expressou contra imagens ofensivas antes (a não ser ofensivas do ponto de vista islâmico)? (3) Será que o governo dos EUA têm algum interesse especial?

Nos círculos culturais das elites, arte anti-cristã é mais do que aceitável: é mandatória. O que não se pode fazer é ofender os muçulmanos.

Mas existem outros grupos que também se sentem preteridos: os hindus. No Canadá, o diretor da Advogacia Hindu Canadense, Ron Banerjee, expressou desejo de promover uma exibição completa do filme. A questão de filmes provocativos ressoa com a comunidade hindu, e Banerjee  disse que há um duplo padrão aplicado à religião hindu, no Canadá. Ele apontou para Deepa Mehta, a cineasta indiano-canadense, que é festejada ano após ano no Festival de Cinema Internacional de Toronto, apesar dos protestos dos hindus que consideram a sua trilogia cinematográficaTerra, Fogo e Água” uma representação falsa da cultura hindu.  O Sr. Banerjee disse que as reclamações hindus contra os seus filmes são ignoradas. "Como uma comunidade minoritária, somos vítimas porque somos pacíficos: nós não decapitamos pessoas, nós não explodimos embaixadas. Nós estamos cansados ​​dessa inversão moral", disse ele. "Enquanto isso, quando se trata do Islã, há essas horríveis, reações horríveis e, o que é quase pior, é a reação da sociedade - sociedades democráticas - que parecem se curvar a ele e a pedir desculpas. "A mensagem parece ser: Você ganhou porque você é violento." [6]

Um outro grupo que sofre com este tratamento duplo são os Mórmons. Um musical recentemente lançado chamado “O Livro de Mórmon” é uma sátira desbocada sobre a religião mórmom. Quando lançado em 2011, o musical foi elogiado pela imprensa como sendo “blasfemo, divertido e estranhamente cativante.” A Associated Press informou logo após a estréia de “O Livro de Mórmom” que o musical foi recebido “não por protestos, mas por comentários elogiosos e ovações da multidão, aí incluindo celebridades tão diversas como a secretária de Estado Hillary Clinton, o ator Jack Nicholson e o compositor Stephen Sondheim. " Na verdade, o show foi o maior sucesso na Broadway estas duas últimas temporadas, ganhando nove prêmios Tony ao longo do caminho. O fato é que para os mórmoms, o musical profana a sua fé. Porém, ninguém no Departamento de Estado manifestou indignação, nem o porta-voz da  Casa Branca o denunciou como "ofensivo e reprovável e repugnante", e nem foi denunciado pelo governo Obama, como feito por estes 3 departamentos do governo dos EUA com respeito ao “Inocência dos Muçulmanos.”[7]

E os exemplos continuam: a peça "Corpus Christi” de Terrence McNally’s, o filme "Life of Brian" de Monty Python", a avalanche de charges anti-semitas vomitada do mundo islâmico [8, 9], etc.,

O comportamento suspeito do governo dos EUA

Me chama a atenção o comportamento suspeito do governo dos EUA. A primeira vista, pode-se pensar que a política dos EUA é antagonica ao islã. Mas uma análise mais próxima permite questionar esta premissa. Vejamos alguns exemplos recentes. No governo Bush, o lema era que “o islã é a religião da paz.” As duas intervenções levaram a derrubar um governo secular no Iraque e uma ditadura islâmica no Afeganistão. Os governos que surgiram são ambos islâmicos no sentido que ambos têm um preceito legal que a constituição não pode contradizer a Sharia [10]. Isto é um retrocesso com respeito ao Iraque e uma mudança de seis para meia-dúzia no Afeganistão. O mesmo, diga-se de passagem, aconteceu na Líbia [11] e no Egito [12] sob a influência do governo Obama. No governo Obama, as atitudes têm sido ainda mais favoráveis ao islã. No seu discurso no Cairo, Egito, em 2009, Obama “Eu considero parte de minha responsabilidade como presidente dos Estados Unidos para lutar contra os estereótipos negativos do Islã onde quer que apareçam.” [13] Ele nunca disse o mesmo para as outras religiões. Em 2010, o administrador da NASA, Charles Bolden, recebeu três ordens do presidente Obama. Segundo Charles Bolden, a “terceira, e talvez mais importante, ele queria que eu encontrasse uma maneira de chegar ao mundo muçulmano e de envolver muito mais com as nações predominantemente muçulmanas para ajudá-los a se sentirem bem sobre a sua contribuição histórica para a ciência, engenharia, matemática" [14]. Ou seja, a NASA se tornou uma agência com a finalidade de fazer os muçulmanos se “sentirem bem.” Não é à toa que os satélites americanos são agora lançados pela Rússia. E, mas recentemente, ainda sob o calor do ataque terrorista à embaixada dos EUA em Bengazi, o presidente Obama em discurso na Assembléia Geral da ONU disse que “o futuro não deve pertencer a quem caluniar o profeta do Islã” [15] .

Pergunta ao presidente dos EUA: quem decide o que é difamação?

O governo Americano tem tomado várias atitudes que beneficiam o islã e a propagação da Sharia ...


... e o governo Obama acelerou este processo.

A falácia da “difamação da religião”: quem decide o que é calúnia?

Eu já tive a oportunidade de discutir sobre difamação da religião antes (leia aqui).

Permita-me discutir aqui apenas uma questão que é fundamental:  quem decide o que é difamatório? Quem decide o que é calunia?

Aqueles que discutem aspectos sobre a vida e a obra do profeta do Islã são pessoas que exercem o seu direito de livre expressão. Mas para o islã, qualquer discussão sobre a vida e a obra de Maomé pode ser considerado como calúnia.

Por exemplo, os cristãos de verdade não acreditam que Maomé é um profeta. Os cristãos de verdade acreditam que Cristo é o único caminho para a salvação. Acreditar nisso é difamar Maomé.  Além do mais, para o islã, Jesus nunca morreu na cruz. Aos olhos dos cristãos isso seria uma difamação.

Será agora considerado como difamação chamar o islamismo ou o mormonismo de culto, independente do fato de ambos se enquadrarem nesta definição?

E os hindus, budistas e outros? Segundo o islã, negar Alá e o seu profeta por sí só é um ato de blasfemia!

E agora?

O fato é que ou o mundo cerra fileiras e exige que o islã entre no século 21 ou o islã vai levar o mundo de volta para o século 7.

Quanto mais islâmica é um grupo ou sociedade, mais baseada na vergonha este grupo ou sociedade se torna. Bil Clinton, que não é um especialista em islã mas é uma pessoa poderada, em uma entrevista para a TV CBS [16], ele questionou que fé é esta que é tão fraca a ponto de não poder sofrer questionamentos. Ele disse ainda:

"Para preservar a liberdade, incluindo a liberdade de religião, deve-se permitir que as pessoas digam e façam coisas que você acha repugnante, e você não pode reagir a cada vez que você se sente insultado. O ponto é, se você vive em uma sociedade baseada em vergonha onde você acha que nada de bom vai acontecer, a tentação é de esperar que alguém diga algo que você ache ofensivo e então você pode lançar-se contra ele."

O fato é que o islamismo é realmente uma “religião” fraca. Não fosse isso, não seria preciso matar ou perseguir aqueles que deixam a religião (crime de apostasia).

Terrorismo recompensa: o islã exige respeito, mas não respeita ninguém

Ao final da sua vida vitoriosa como um senhor da guerra, Maomé disse:

Eu fui feito vitorioso com o terror [Bukhari, Vol. 4, Book 52, Number 220].

Parece que lançar o terror nos corações daqueles que são infiéis, atacar seus pescoços e golpear todos os seus dedos ... lançar o terror nos corações dos que rejeitarem a Verdade [ou seja, o islã], como dito no Alcorão (8:12) vale mesmo a pena e funciona.

O islã exige respeito a tudo que é ligado a Maomé, a sharia e ao próprio islã. Mas, ele não se incomoda em desrespeitar o que quer que seja, a menosprezar e insultar outras religiões livremente. Por exemplo Daniel Pipes relata uma fatwa (de número 40378) que permite o uso de páginas da bíblia como papel higiênico na ausência deste [17]. Ao mesmo tempo, ameaçam as pessoas com a ousadia de discutir, desenhar, ou mesmo fingirem desenhar o profeta do Islã.  Daniel Pipes mantém uma lista de exemplos de atores, satíricos, artistas, desenhistas, escritores, editores, publicadores, ombudsmen e outros admitindo abertamente sua intimidação sobre a discução de temas islâmicos [18].



Vejam mais esta. O site humorístico “The Onion” publicou uma charge com o título, "Ninguém foi assassinado por causa desta imagem." Ela mostra Moisés, Jesus, Ganesha, e Buda nas nuvens, empenhados em "um ato de sexo de considerável lascívia e depravação. "O The Onion reporta de modo debochado  que "apesar de alguns  judeus, cristãos, hindus e budistas terem sido ofendidos pela imagem, fontes confirmaram que ao vê-la, eles simplesmente balançaram a cabeça, desviaram os seus olhos, e continuaram com o seu dia " [19]. Claro que o The Onion pode ficar tranquilo: ele não mostra o Maomé participando da orgia.

E o Brasil se curva

O Tribunal de Justiça de São Paulo, aceitando um pedido da União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), concedeu liminar determinando que o YouTube retire os vídeos com o trailer “A Inocência dos Muçulmanos.” [20] Lamentável. Auto-censura. Será que os juízes não crêm na capacidade dos brasileiros de pensar por sí próprios e o direito de formularem a sua opinião? O pior é que muitos daqueles que lutaram contra a censura nos anos 60, 70 e 80, e hoje no governo, não estão nem aí, ou pior, nutrem simpatias com aqueles que desejam nos censurar.

Referências

[1] Piss Christ, Wikipedia.


[3] The Art of Controversy, PBS News Hour, 1999.




[11] Libya's Sharia Law: A Different Kind of Tyranny, Peter Worthington, The Huffington Post, 2011.


[13] Remarks By The President on A New Beginning, Cópia do discurso do president Obama na Cairo University, Cairo, Egito, The White House, 2009.



[16] Clinton on Muhammad Video: ‘You Cannot Live in a Shame-Based World’, Bridget Johnson, The American Thinker, 2012.

[17] Istinja' with the Torah and New Testament , Daniel Pipes, 2010.


[19] No one murdered because of this image, The Onion, 2012.