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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mufa'khathat: abuso sexual de menores (mais um exemplo sagrado de Maomé)


Não foi o islão quem inventou o mal, e o islão não a única coisa ruim no mundo. Mas o islão consolida o mal ao justificar maus comportamentos na lei islâmica. E lembre-se, a lei islâmica vem de Alá, e não se questiona o que Alá supostamente ordena. A lei islâmica vem do exemplo de Maomé, e o que Maomé fez é sagrado e exemplar. E o cinquentão Maomé gozava nas coxas de uma menina de 6 anos. 
Mufa'khathat é um termo que, traduzido literalmente, significa "colocar [ o pênis ] entre as coxas", neste caso, colocar o pênis entre as coxas de uma criança.

A idade mínima recomendável para esta nobre prática maometana é 3 meses de idade, embora não seja estritamente aplicada, podendo até mesmo ser feita em um recém-nascido.

O mufa' khathat está ligado à prática do incesto, algo mencionado no Alcorão 65:4. Se esta prática já existia na Arábia pré-islâmica é irrelevante. O que é relevante é por-se um fim a isso, aqui e agora. Clérigos muçulmanos homologam esta prática, o que faz com que isto seja amplamente praticado nos dias de hoje, vitimizando milhões de crianças pequenas nas sociedades muçulmanas no mundo todo.

E não nos esqueçamos: o Ocidente vem endossando isto ao não se manifestar contra este abuso infantil nas comunidades muçulmanas, permitindo que o islamismo seja praticado livremente no Ocidente. A lei islâmica precisa ser criminalizada e banida para que os assassinatos de honra, a perseguição aos homossexuais e às minorias, o incesto e o abuso parem. Sim, criminalizar e banir a Sharia no mundo todo. Nós não podemos nos calar. A nossa contribuição para este mal, através do nosso silêncio e passividade, tem que acabar.

Agora, vejamos a conexão Maomé.

De acordo com uma Fatwa oficial emitida na Arábia Saudita, Maomé começou a praticar o mufa'khathat na sua noiva-criança, Aisha, quando ela tinha seis anos de idade até ela atingir os nove anos de idade (Fatwa No. 31409). Um hadice diz que o profeta Maomé começou a fazer sexo vaginal com Aisha só quando ela atingiu a idade de nove anos (Sahih al-Bukhari, volume 7, livro 62, hadice No. 88). Portanto, os eruditos muçulmanos concordam coletivamente, em virtude do exemplo divino, que uma menina se torna disponível para a relação sexual vaginal com um adulto assim que ela atingir a idade de nove anos. Da mesma forma, a Sharia permite a qualquer dos fiéis para se casar com uma menina (antes dela ter menstruado, cf. Alcorão 65:4).

De acordo com a fatwa, o profeta Maomé não poderia ter relações sexuais com a sua noiva, Aisha, quando ela tinha seis anos, devido ao seu pequeno tamanho e idade. No entanto, a fatwa disse que aos seis anos, Maomé colocava o seu pênis entre as coxas de Aisha o massageava suavemente, porque ele não queria machucá-la. Imagine um homem de cinquenta e um anos removendo as roupas de uma menina de seis anos de idade, e deslizando seu pênis ereto entre suas coxas, esfregando-o até ejacular, e seu sêmen escorrer pelas coxas desta menina. E muçulmanos consideram isso como um ato benevolente do "exemplo de conduta para toda a humanidade." 

Eu deixo para os psicólogos e educadores opiniarem sobre os efeitos colaterais que isso provoca sobre as meninas pequeninas, sem capacidade física e nem mental para entender o que é sexo. 

No caso da Fatwa No. 31409, o conselho de clérigos diz que o mufa'khathat não é permitido "seja em casamentos, em casa, ou nas escolas". O texto da fatwa diz que Maomé fazia isso com Aisha "porque ele tinha pleno controle do seu pênis, ao contrário dos crentes." Contudo, o texto da fatwa admite que o mufa'khathat é amplamente praticado no mundo islâmico.

Agora, imagine o processo mental de um pedófilo, como Maomé. Parece lógico imaginar que a mente sexualmente pervertida de um pedófilo iria levá-lo a não apenas ejacular sobre a criança. Seu desejo o levaria a estuprar a criança antes que ela se tornasse uma adulta madura. E foi exatamente isso o que Maomé fez com Aisha, pois ele a consumiu quando ela ainda era uma criança de nove anos. Maomé começou a fazer sexo vaginal nela antes que ela atingisse a puberdade. 

Fatwa 31409

Vamos reproduzir a declaração da ativista de direitos humanos Ghada Jamshir, durante entrevista a TV Al-Arabiya, em 21 de dezembro de 2005. Esta entrevista deixa claro que a prática do mufa'khathat, o homem muçulmano gozando nas coxas de meninas pequenas, existe.
Ghada Jamshir: A lei islâmica aprovou o casamento por prazer? Aprovou esta caracterização de gozo? Deixe-me explicar. Eles têm o gozo das coxas, o gozo do toque, o gozo dos seios, o gozo com garotinhas. Este gozo com garotinhas, você sabe o que isso significa? Significa que eles podem ter prazer com uma garotinha, que pode ter 2, 3 ou 4 anos de idade ...
Entrevistador: não vamos falar disso ...
Ghada Jamshir: Deixe-me explicar para você.
Entrevistador: não explique isso para mim.
Ghada Jamshir: Isso é contra o direito das crianças. Isso é considerado abuso de criança. Gozar com as pernas de uma criança, o que isso significa? Isso significa gozar em uma criança que tem 1 ano de idade, ou mesmo alguns meses de idade. É certo que um homem adulto tenha sexo com uma garotinha que está aprendendo a andar? E você me diz que a lei islâmica Sharia aprova isso? 

Algumas notícias e referências adicionais sobre o assunto:


Significado de mufa'khathat (mufakhathat), de uma outra Fatwa (número 90251)



sexta-feira, 11 de março de 2016

Pedofilia: não existe limite de idade para casamento no Islão

Poucas coisas são mais abundantemente atestadas na lei islâmica do que a permissibilidade do casamento infantil.

Não existe limite de idade para casamento sob o islão. O que para a maior parte do mundo é pedofilia, para a lei islâmica, e para os muçulmanos mais fervorosos, é algo permitido por Alá no Alcorão bem como algo praticado por Maomé e por seus companheiros.

Alcorão

O Alcorão 65:4 se refere a um período de espera após o casamento de 3 meses, período esse que inclui  "as esposas que ainda não tenham tido menstrução." Deste modo "Alá estabeleceu regras sobre o casamento, divórcio e o período de espera para as mulheres que ainda não tiveram a menstruação, ou seja, as meninas novas."

Child Marriage in Islam, Islamweb, Fatwa No. 88089, 24 de junho de 2004.

A Tradição de Maomé

A tradição islâmica registra que a esposa favorita de Maomé, Aisha, tinha seis anos quando Maomé se casou com ela, e nove anos quando ele consumou o casamento:
O Profeta escreveu o (contrato de casamento) com Aisha quando ela tinha seis anos e consumou seu casamento com ela enquanto ela tinha nove anos de idade e ela permaneceu com ele durante nove anos (ou seja, até a sua morte)" (Bukhari 7.62.88).
Em outra tradição, a própria Aisha narra a cena:
O Profeta ficou noivo de mim quando eu era uma menina de seis (anos). Fomos para Medina e ficamos na casa de Bani-al-Harith bin Khazraj. Então eu fiquei doente e meu cabelo caiu. Mais tarde, meu cabelo cresceu (de novo) e minha mãe, Um Ruman, veio a mim enquanto eu estava brincando de balanço com algumas das minhas amigas. Ela me chamou, e eu fui para ela, sem saber o que ela queria fazer comigo. Ela me pegou pela mão e me fez ficar na porta da casa. Eu estava sem fôlego, em seguida, e quando a minha respiração voltou ao normal, ela tomou um pouco de água e esfregou o meu rosto e a minha cabeça com ela. Então ela me levou para dentro da casa. Lá na casa eu vi algumas mulheres Ansari, que disseram: "melhores votos e bênção de Alá e uma boa sorte." Então ela me confiou a elas e elas me prepararam (para o casamento). Inesperadamente, o Apóstolo de Alá veio a mim na parte da manhã e minha mãe me entregou a ele, e naquela época eu era uma menina de nove anos de idade. (Bukhari 5.58.234).
Quando isso aconteceu, Maomé tinha cinquenta e quatro anos de idade.

Casar-se com as crianças não era tão incomum para a época, mas o problema é que no Islã Maomé é o exemplo supremo de conduta (cf. Alcorão 33:21), ele é considerado exemplar até os dias de hoje. E assim, em abril de 2011, o Mufti Fazlul Haque Amini, de Bangladesh, declarou que aqueles que estavam tentando passar uma lei que proíbe o casamento infantil naquele país estavam colocando Maomé em maus lençóis: "Proibir o casamento infantil causará um desafio ao casamento do santo profeta do Islã, [colocando] o caráter moral do profeta em controvérsia e desafio." Ele acrescentou uma ameaça: "o Islã permite o casamento de crianças e não será tolerado que qualquer governante sequer tente a tocar nesta questão sob o pretexto de dar mais direitos às mulheres. "O Mufti disse que 200.000 jihadistas estavam prontos para sacrificar suas vidas contra qualquer lei que restringisse o casamento infantil.

Da mesma forma o influente website Islamonline.com, em dezembro de 2010, justificou o casamento infantil, invocando não só o exemplo de Maomé, mas também o Alcorão (65:4):
O Nobre Alcorão também mencionou o período de espera [isto é, para uma mulher divorciada se casar novamente] para a esposa que ainda não menstruou, dizendo: "E aqueles que já não esperam a menstruação entre as vossas mulheres, se você duvida, então o seu período é de três meses, e [também para] as que não tenham menstruado"[Alcorão 65:4]. Uma vez que isto não é negado mais tarde, podemos concluir a partir deste verso que é permitido ter relações sexuais com uma menina pré-adolescente. O Alcorão não é como os livros de jurisprudência que mencionam quais são as implicações das coisas, mesmo se elas sejam proibidas. É verdade que o profeta entrou em um contrato de casamento com Aisha quando ela tinha seis anos de idade, no entanto ele não teve relações sexuais com ela até que ela tinha nove anos, de acordo com al-Bukhari.
Outros países fazem o exemplo de Maomé base em suas leis sobre a idade de casar legal para as meninas. Artigo 1041 do Código Civil da República Islâmica do Irã afirma que as meninas podem ficarem noivas antes da idade de nove anos, e se casoarem aos nove anos: "O casamento antes da puberdade (nove anos lunares completos para meninas) é proibido. Casamento contraído antes de atingir a puberdade com a permissão do guardião é válido enquanto que os interesses da tutela sejam devidamente observados."

De acordo com Amir Taheri em O Espírito de Alá: Khomeini e à Revolução Islâmica (pp. 90-91), o próprio aiatolá Khomeini se casou com uma menina de dez anos de idade, quando ele tinha vinte e oito anos. Khomeini chamou o casamento com uma menina pré-adolescente de "uma bênção divina", e aconselhou os fiéis a darem suas próprias filhas deste modo: "Faça o seu melhor para garantir que suas filhas não vejam o seu primeiro sangue em sua casa." Quando ele assumiu o poder no Irã, ele baixou a idade núbil de meninas para nove, de acordo com o exemplo de Maomé.

E ainda existe o próprio conselho de Maomé dado a um seguidor:
Narrado Jabir bin 'Abdullah: Quando me casei, o Apóstolo de Alá me disse"Que tipo de mulher você se casou?" Eu respondi: "Casei-me com uma matrona" Ele disse: "Por que, você não tem um gosto para as virgens e para acariciá-las?" Jabir também disse: o Apóstolo de Alá disse, "Por que você não se casou com uma menina de modo que você possa brincar com ela e ela com você? (Bukhari, 7.62.17)

Os companheiros de Maomé

A seguir estão algumas das ações dos Sahaba (companheiros):
1. Ali Ibn Abi Talib, que Alá esteja satisfeito com ele, casou asua filha, Um Kulthum com Omar Ibn Al-Khattab, que Alá esteja satisfeito com ele, e ela foi a mãe de uma criança antes da morte do Profeta (sallallahu saw). Omar se casou com ela enquanto ela era jovem antes de atingir a idade da puberdade. Isso é relatado por Ibn Saad em 'Al-Tabaqat'.
2. A partir Urwa Ibn Zubair: que Zubair, que Alá esteja satisfeito com ele, casou sua filha quando ela era muito jovem. Relatado por Saeed Ibn Mansour, na sua Sunnah, e Ibn Abi Shaybah, em Al-Musannaf, com uma corrente Shahih [autêntica] da narração.
Al-Shafie disse no livro de Al-Um: "Muitos companheiros do Profeta (sallallahu saw) casaram suas filhas enquanto estas ainda eram jovens."

Child Marriage in Islam, Islamweb, Fatwa No. 88089, 24 de junho de 2004.

Lei Islâmica

m3.13
(1) O único guardião que pode impor a sua guarda a se casar é o pai de uma noiva virgem, ou pai do seu pai, impor significa a casá-la com um partido apropriado (def. m4) sem o seu consentimento.
Sempre que a noiva for virgem, o pai, ou o pai do pai, pode casá-la com alguém sem sua permissão, embora seja recomendado pedir a permissão dela SE ela tiver atingido a puberdade. O silêncio de uma virgem é considerado como permissão. 
Quanto à não virgem de mente sã, ninguém pode casa-la com um outro depois que ela tenha atingido a puberdade sem a sua permissão expressa, não importa se o guardião for o pai, pai do pai, ou qualquer outro.
Umdat al-Salik (The Reliance of the Traveller: A Classic Manual of Islamic Sacred Law), Livro M Casamento.


Muçulmanos não precisam arranjar desculpas para aplacar crítica dos não muçulmanos

Ishaq Akintola, professor de Escatologia Islâmica e Diretor do Interesse Direitos Muçulmanos da Nigéria, disse que "o Islã não tem nenhuma barreira de idade no casamento, e muçulmanos não tem que pedir desculpas para aqueles que se recusam a aceitar isso" (The Punch). Ele explicou:
O islão é um modo de vida completo. Como uma religião, não-muçulmanos têm que aceitar muçulmanos como eles são, não como eles desejam que eles sejam. Nem muçulmanos nem sua religião devem ser julgados de acordo com outras normas. Nunca haverá qualquer entendimento inter-religioso enquanto os não-muçulmanos continuarem a medir os muçulmanos, e seu modo de vida, de um ponto-de-vista cristão, budista, hindú ou confucionista. A verdade é simples: o Islã não tem nenhuma barreira de idade no casamento e muçulmanos não têm que pedir desculpas para aqueles que se recusam a aceitar isso, principalmente porque que 99,99 por cento de tais casamentos são realizados entre os próprios muçulmanos. Se o homem é um muçulmano e a menina também é uma muçulmano e os pais da menina dão a sua aprovação, o que os não-muçulmanos tem a ver com isso? É pura interferência na vida dos muçulmanos e uma tentativa de exercer uma influência indevida sobre eles. Na maioria dos casos, aqueles que interferem desta maneira têm segundas intenções. Eles agem assim com o propósito de manchar a imagem do Islã ou para ganhar alguma uma vantagem comparativa e marcar um ponto religioso (para a sua própria fé é claro). 

23 de março de 2010: Mulheres protestam em frente ao Parlamento so Iêmen, em Sanaa, contra uma proposta de lei que proíbe casamentos com idade inferior a 17 anos. Elas seguram cópias do Alcorão  enquanto afirmando que a proposta de lei é anti-islâmica [IRIN]


No vídeo abaixo, clérigo explica pedofilia é permitida no islamismo.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Irã: lei permite homens se casarem com filhas adotivas de 13 anos (mais um legado de Maomé)


O parlamento iraniano aprova uma lei que permite os homens de casar-se com suas filhas adoptivas desde a idade de 13 anos
Veja bem, a lei já permite um homem se casar com até quatro mulheres. Esta lei é um prato-feito para os pedófilos, que podem praticar pedofilia (e incesto), não apenas com uma, mas com até 4 meninas de 13 anos, com a proteção da lei.  E tudo isso porque Maomé se casou com uma criança e se casou (praticou incesto) com a sua nora (veja referências no final do artigo). Isso é lei islâmica em ação. E pensar que nós estamos importando isso para o Brasil. 
Artigo: Le Parlement Iranien approuve une loi qui permet aux hommes de se marier avec leur fille adoptive des lage de 13 ans, Tunisia Daily

Tradução: Gustavo Bourbon

Segundo o jornal tunisiano, aqueles que pensavam que o novo presidente iraniano, Hassan Rouhani, foi um reformador, estarão certamente decepcionados:

Rouhani acabou de assinar uma nova lei para permitir que homens se casem com suas filhas adoptivas desde [...] a idade de 13 anos. O jornal britânico The Guardian relatou que esta lei foi incorporada à legislação que diz ser, ironicamente, para proteger as crianças. Foi aprovada pelo Parlamento iraniano neste domingo.

«Esta lei legaliza a pedofilia» – diz a advogada Shadi Sadr, que milita pelos direitos humanos na organização Justice for Iran, com sede em Londres.

«Casar-se com uma criança adotada não é parte da cultura iraniana.» Obviamente, há incesto no Irã, mais ou menos como em todos os países do mundo, mas esta lei legaliza a pedofilia e coloca nossas crianças em perigo, fazendo o crime uma norma na nossa cultura» – ela acrescentou. «Se um pai se casar com sua filha adoptiva, que é menor e houver relação sexual, isso é um estupro».

Segundo Sadr, os legisladores iranianos justificam esta lei, explicando que ela resolverá das complicações ligadas ao hijab (véu) quando uma garota é adotada. Uma filha adoptiva deve usar o hijab na frente de seu pai adotivo e uma mãe deveria usá-lo na frente de seu filho adoptivo duma certa idade. «Com esta lei, você pode ser pedófilo e conseguir uma presa, como um pretexto para adoptar uma criança» – ela disse.

Shiva Dolatabadi, que dirige a organização de proteção dos direitos das crianças iranianas, também acredita que a lei legaliza o incesto. «Você não pode abrir um caminho no qual o papel dum pai ou uma mãe pode ser misturado com aquele do cônjuge. As crianças não são seguras na tal família.

No Irã, meninas podem se casar a partir dos 13 anos se elas têm a permissão de seus pais. Mas um juiz também pode autorizar o casamento duma menina que tenha menos de 13 anos. Os rapazes podem se casar a partir dos 15 anos. Em 2010, ocorreram 42.000 casamentos de crianças dentre 10 e 14 anos de idade, de acordo com o sítio iraniano Tabnak. Além disso, em Teerã, pelo menos 75 crianças com abaixo de 10 anos se casaram.

A lei ainda deve ser aprovada pelo Conselho dos Guardiães, que é composto de seis advogados e seis teólogos.

Leituras adicionais:

- Direitos das Mulheres sob o Islão

Porque a adoção é ilegal no islamismo (e porque incesto é legal): o escandaloso casamento de Maomé com sua nora, Zainab (e o caso de Maomé com a sua tia Kaula)


domingo, 29 de junho de 2014

Maomé e Aisha (trailer do filme "A vida dramática de uma pequena menina casada com o profeta do islão")



O fato de Maomé ter sido pedófilo e pervertido sexual não nos afetaria, não fosse o fato de que as ações e dizeres de Maomé definirem o padrão de conduta do islamismo, padrão este que deve ser imitado, e defendido, por todos os muçulmanos.

Este é o trailer de um filme sendo feito por um grupo de ex-muçulmanos e ativistas pró liberdade de expressão. Todos eles têm a sua cabeça à prêmio por parte dos adeptos da "Religião da Paz."

O que é pior, o ex-muçulmano paquistanês que aparece no video, Imran Firasat, é um refugiado na Espanha. Mas como ele fala a verdade sobre o islamismo e sobre Maomé, o governo espanhol o acusa de ser uma ameaça à segurança nacional da Espanha e existe um processo de extradição. O fato é, que se Imran for deportado de volta para o Paquistão ele será preso, e possívelmente morto, sob a perversa "lei da blasfêmia" do Paquistão. Isso parece brincadeira, mas é verdade. A Espanha, bem como a Europa Ocidental como um todo, precisa defender a nossa civilização, baseada na liberdade e livre escolha, e não se submeter ao regime politico mais retrógrado jamais engendrado pelo ser humano: o islamismo.

Precisamos nos vacinar, e nos defender, contra o islamismo.

PS - O YouTube se rendeu à Sharia e não permite que o vídeo seja mostrado. Para torná-lo accessivel, eu o cortei em 3 pedaços. Assista-os em sequência. Se você quiser o vídeo por inteiro, ele está accessível aqui: https://drive.google.com/file/d/0B29FzH0EG92RVUJKSEZSRGVWSU0/edit?usp=sharing

2/9/2018: Eu conseguí disponibilizá-lo no Bitchute:


















sexta-feira, 14 de março de 2014

Um homem muçulmano explicando como se deve ter sexo com uma criança. (Enquanto vocês lêm isso eu vou vomitar.)


Publicado no Facebook o comentário de um muçulmanos defendendo a pedofilia ... ele fez o comentário abaixo dentro de uma discussão sobre um artigo intitulado "Noiva de 8 anos de idade morre na mão do marido de 40 anos na noite de núpcia."
Sim nós todos estamos ventando nossa raiva e frustração sem dúvida. Para salvar a vida de futuras vitimas, nós deveríamos educar os homens em como fazer isso. Se o marido daquela crianca do Iémen tivesse apenas esfregado seu pênis antes da ereção completa (eu não sei se homens que não são circuncisados fazem a mesma coisa) prá cima e prá baixo na vagina da garotinha, ele teria ejaculado em 15-20 segundos. Limpado-a com papel higiênico ou uma pequena toalha, ela colocaria suas calças de volta e iria brincar, ela estaria viva hoje, com saúde e esqueceria tudo. A natureza permite isso ao contrário desse cara Obama que legaliza casamento gay. Eu estou falando de experiência, eu nao sou hipócrita. Sexo com criança se feito corretamente é até melhor e mais doce que sexo com adulto. Sem machucar, sem engravidar, sem nada. A noiva do Iémen não estava pronta para penetração e seu marido tem que ser preso por assassinato. Ele é louco. Como ele pode penetrar sexualmente uma crianca, ao invés de se levantar no momento da ereção completa. 


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Abaixo-assinado contra casamento de crianças no Irã

Seguindo o exemplo de um pedófilo ...

Iran: Don't Legalize Marriage for Girls Under 10


Um abaixo assinado para que o Irã não altere a idade minima atual de casamento para as meninas (10 anos). Chocante é a idade já ser de 10 anos.

Mas porque isso? Porque o pedófilo, digo, profeta Maomé, se casou com Aisha quando ela tinha 6 anos mas “apenas” consumiu o casamento quando ela tinha 9. E como o Alcorão diz que Maomé é o perfeito exemplo de conduta impedir casamento com crianças é anti-islâmico (como prescrito pelas 8 escolas de jurisprudência islâmica (sunitas e xiítas)).

Vejam bem, casamento envolvendo mulheres adolescentes era uma prática comum na humanidade. A humanidade evoluiu a tal ponto de se concluir que isto não é algo bom, e de ser preciso adotar legislação definindo uma idade mínima. Mas no mundo islâmico isso é problemático de acontecer por causa do exemplo de Maomé. Então, o islamismo engessa tudo a um padrão de ética árabe do século sétimo!

Repasse este abaixo-assinado. Na prática ele não vai resolver o problema no Irã, que é uma ditadura ferrenha e islâmica até os ossos.  Mas isso vai ajudar a criar consciência nas pessoas. Apenas isso já é algo importante.





segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pedofilia, a “bela tradição” Shiíta: o que pode-se aprender com o caso do diplomata iraniano pedófilo?


A “bela tradição” do islamismo Shiíta, que inclui pérolas como o “casamento temporário” (prostituição disfarçada) chamada de sigeh (ou mutah no islamismo sunita – assunto tratado aqui), inclúi o abuso sexual de menores.

O que podemos aprender sobre o Islão a partir do caso do diplomata iraniano pedófilo, que tinha como seu passatempo preferido tocar nas partes íntimas de garotas, com idade entre 9 e 15 anos, nas piscinas de Brasília?

Vamos rever os fatos ocorridos em Brasília semana passada (Abril/2012; O Globo, UOL , O Globo), intercalados com comentários:

1. O diplomata iraniano Hekmatollah Ghorbani foi acusado de abusar de dez menores, garotas entre 9 e 15 anos, na piscina do clube Vizinhaça1, na Asa Sul de Brasília. Ao nadar, ele se aproximava para tocar suas partes íntimas.
 2. O salva-vidas do clube, alertado por uma das vítimas, ordenou o fechamento da piscina. O pai de uma das meninas foi até a piscina e tentou agredir o pedófilo, digo, o diplomata.

Eu diria que a reação do pai da menina seguiu o padrão cultural do Brasil. O que você faria se a sua filha fosse molestada?

3. Após a ação dos seguranças do clube, o diplomata pedófilo, as vítimas e seus pais foram à 1a. DP. Ele seria preso em flagrante e responderia pelo artigo 217 A por estupro de vulnerável, com pena de 8 a 17 anos de prisão. Mas foi liberado por ter imunidade diplomática.
 4. A esposa do diplomata pedófilo foi à delegracia durante o registro de ocorrência, e tentou convencer as mães das meninas a amenizarem as denúncias nos depoimentos.

A esposa do diplomata estava fazendo seu papel. Ela sabe que a ação de Ghorbani não é um crime sob a lei islâmica. Por que prendê-lo, se ele estava usufruindo dos seus direitos como muçulmano?

5. Enquanto o diplomata pedófilo fugia do Brasil, a Embaixada do Irã divulgava uma nota de esclarecimento dizendo que tudo não passava de um mal-entendido devido a “diferenças culturais.” Na mesma nota, a Embaixada reclama de um suposto tratamento intencional da imprensa que estaria divulgando “inverdades” sobre o caso.

Vejam que a Embaixada do Irã não pediu desculpas, apenas “esclareceu o caso.”

Alegar que o ocorrido foi devido a “diferenças culturais” faz parte de um jogo que vem funcionando na Europa, onde o multiculturalismo exarcebado impõe que todas as culturas são iguais (e quem discordar disso é taxado de racista). Os iranianos tentam fazer o mesmo jogo no Brasil. Não seria de se estranhar se eles sugerissem que os brasileiros se submetessem a um processo de “treinamento de sensibilidade” para se tornarem mais sensíveis às diferenças culturais, deste modo aceitando o Islão mais facilmente. Em inglês isto se chama de sensitivity training, e este processo tem sido bastante utilizado para infiltrar o Islão após cada crise oriunda de “mal entendidos” como este na Europa.

Ainda quanto às “diferenças culturais” os países islâmicos exigem que os infiéis os respeitem (por exemplo, fazendo com que as mulheres ocidentais que os visitem vistam os véus islâmicos). E, quando no ocidente, eles exigem que as suas “culturas” sejam respeitadas. Ou seja, o Islão exige respeito, sem oferecer respeito algum.

Finalmente, vejam como eles gostam de fazer o papel de vítima. Esta é uma tática bastante conhecida, de se isentarem de culpa ao culpar as verdadeiras vítimas no processo. Esta estratégia vem do exemplo de Maomé, que após deixar Meca começou a acusar os seus habitantes de tê-lo perseguido, justificando assim seus atos criminosos que o levaram a montar um exército e conquistar Meca.

Mas vamos ver de onde vem esta “diferença cultural”?

Vamos voltar ao passado.
a) Século sétimo (circa 620), Maomé se casa com Aisha, uma criança de 6 anos de idade, consumindo o casamento quando ela tinha 9 anos de idade (Maomé tinha 54). Por ser o “melhor exemplo de conduta para toda a humanidade” este exemplo de Maomé sedimenta de forma irrevogável o casamento precoce (em português claro, o "estupro religiosamente aprovado" de crianças).
b) Trinta anos depois (circa 650), a horda islâmica conquista e ocupa a Pérsia, pondo um fim violento ao Império Sassânida, o auge da civilização persa. Este fato se constitui uma das maiores catástrofes da história: uma civilização culta e avançada para a época foi substituida por uma ideologia atrasada e retrógrada. A população nativa persa foi obrigada a adotar o islamismo sob a ponta da espada.
c) Alguns anos mais tarde, acontece a cisão entre sunnis e shíias. Os dois grupos concordam 100% no tratamento dos não-muçulmanos, mulheres e homosexuais, discordando apenas sobre quem deve ser o legítimo representante do profeta Maomé, o califa.

De modo que quando se fala sobre a divisão entre shiítas e sunitas, isto é apenas um detalhe. No que interessa para nós, não-muçulmanos, bem como para as mulheres, as regras são as mesmas.

Aiatolá Khomeini, o líder-supremo do islamismo shiíta e lider da revolução de 1979, resumiu bem a questão quando disse:

"Um homem pode ter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. No entanto, ele não deve penetrar na vagina, mas sodomizar a criança é aceitável. Se um homem penetrar e danificar a criança, então, ele deve ser responsável pela sua subsistência por toda a sua vida. Esta garota não vai contar como uma das suas quatro esposas permanentes e que o homem não será elegível para se casar com a irmã da garota. É melhor para uma garota se casar quando ela começar a menstruação na casa de seu marido, ao invés de casa de seu pai. Qualquer pai que casar a sua filha tão jovem terá um lugar permanente no céu. ["Tahrirolvasyleh", quarta edição, Qom, Irã, 1990] "

Eu acho que não é preciso dizer mais nada.
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