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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Maomé tinha o "poder sexual" de 30 homens, e o sonho do paraíso islâmico



Quando se deseja engrandecer um líder é comum atribuir a ele atributos que o coloquem acima da média, que o destaquem como nenhum outro. No caso específico de Maomé, o que é comum fazer é aceitar como correto e exemplar as coisas erradas que ele fez, tais como se casar uma menina de 6 anos, ter tido mais de 20 mulheres (entre esposas, escravas sexuais e amantes), ter assaltado caravanas, ter assassinado aqueles que mostravam o erro das suas ações, e muito mais. Mas é comum também atribuir a ele uma capacidade sexual acima do comum. E quem diz são as próprias fontes islâmicas.

Muitos muçulmanos não apenas acreditam mas se orgulham da crença que Maomé era um homem dotado de super poderes humanos no campo da sexualidade. Muitos acreditam que Maomé costumava dormir com todas as mulheres em uma noite. Considerando que Maomé tinha mais de 50 anos quando ele construiu o seu harém, é mais provável que ele visitasse a tenda das esposas e escravas para "passar a mão nelas", ou "dar uma olhadinha."

Aqui está um hadice autêntico documentando a grande proeza sexual de um Maomé das "mil e uma noites":

Bukhari, Volume 1, Livro 5, Número 268:
Narrado por Qatada: Anas bin Malik said, "O Profeta costumava visitar todas as suas esposas em uma rodada, durante o dia e a noite, e elas eram um total de onze." Eu perguntei a Anas: "O Profeta tinha força para isso?" Anas respondeu: "Nós costumávamos dizer que o Profeta recebeu a força de trinta (homens)". E Sa'id disse, na autoridade do Qatada, que Anas lhe havia dito apenas nove mulheres (e não as onze).

Veja como Maomé era poderoso com as mulheres! Mas se algumas dessas mulheres fossem escravas e concubinas, isso não vem ao caso. É provável que as mulheres, escravas ou não, aceitavam o seu assédio por medo de perderem a vida. Afinal, ele matou o marido de algumas delas.

Esta crença tem consequências sérias. Uma delas é que enfatiza o fato do islamismo desequilibrar sexualmente as pessoas, sejam homens ou mulheres. A outra é o fato de que muitos muçulmanos estarem dispostos a matar com a promessa do paraíso islâmico, no qual eles irão ter a capacidade sexual de Maomé!

O Alcorão contém muitas passagens que descrevem as recompensas carnais do paraíso islâmico.
Alcorão, 056.012-039: Eles se reclinarão em sofás de jóias face a face, e, esperando por eles, jovens imortais com tigelas e pratos e um cálice de vinho mais puro (que não irá doer na cabeça nem tirar sua razão); Com o fruto de sua escolha e carne de aves que saboreiam. E deles serão as houris [mulheres] de olhos escuros, castas como pérolas escondidas: uma recompensa por seus atos ... Nós criamos as houris e as tornamos virgens, companheiras amorosas para aqueles à mão direita ...
055.054-059: Eles irão se reclinar em sofás revestidos com grosso brocado, e ao seu alcance estarão pendurados os frutos de ambos os jardins. Quais das bênçãos do seu Senhor você negaria? Ali estão as virgens maravilhosas que nem o homem nem os gênios tocaram antes. Quais das bênçãos do seu Senhor você negaria? Virgens tão brancas como corais e rubis. Quais das bênçãos do seu Senhor você negaria?
055.072-075: virgens de olhos escuros, abrigadas em suas tendas (quais das bênçãos do seu Senhor você negaria?), a quem nem homem nem gênio terão visitado antes. Quais das bênçãos do seu Senhor você negaria?
Os homens muçulmanos realmente esperam 72 virgens quando eles morrem e vão para o paraíso! Os muçulmanos acreditam neste absurdo por ser especificado em Hadices da coleção Al-Tirmidhi (824-892):
"O Profeta Muhammad foi ouvido dizendo: 'A menor recompensa para o povo do paraíso é uma morada onde há 80.000 criados e 72 houris [mulheres], sobre o qual fica uma cúpula decorada com pérolas, água-marinha e rubi, tão larga como a distância de Al-Jabiyyah [um subúrbio de Damasco] a Sana'a [Iêmen]'." (Vol. 4, Book 12, Hadith 2562 ou Book 38, Hadith 2760 (referência em árabe))
Anas relatou que o Profeta (a paz esteja com ele) disse: "O crente deve ser dado no paraíso tal e tal força na relação sexual". Foi dito: "Ó Mensageiro de Alá! E ele será capaz de fazer isso?" Ele disse: "Ele receberá a força de cem." (Vol. 4, Book 12, Hadith 2536 ou Book 38, Hadith 2732 (referência em árabe))
Os prazeres sensuais que os muçulmanos esperam experimentar no Paraíso foram descritos em detalhes gráficos por estudiosos egípcios e teólogos islâmicos. Imam Al-Suyuti, que morreu em 1505, escreveu:
"Cada vez que dormimos com uma houri, a encontramos virgem. Além disso, o pênis do eleito nunca amolece. A erecção é eterna; A sensação que você sente cada vez que você faz amor é absolutamente deliciosa e fora deste mundo e se você experimentasse isso neste mundo que você desmaiaria. Cada um dos escolhidos [ou seja, um muçulmano] se casará com setenta houris, além das mulheres que ele casou na Terra, e todas terão vaginas apetitosas."
Embora o medo e o ódio sejam o verdadeiro motor do Islã, o sexo e outros luxos são uma motivação importantíssima! Não é de se admirar que muitos muçulmanos estejam ansiosos para matar e morrer para irem logo para o paraíso islâmico!





quarta-feira, 28 de junho de 2017

Muçulmana brasileira reconhece o mau-caratismo dos predadores sexuais muçulmanos na Internet


Nós tratamos do assédio sexual que muitos muçulmanos fazem sobre as mulheres brasileiras no artigo Mulheres brasileiras enganadas por muçulmanos através de "namoro pela internet". (Leia também o artigo Escritora brasileira relata em livro sua experiência como esposa de um muçulmano)

Agora, uma muçulmana, em um artigo em um site islâmico brasileiro, admite o mau-caratismo dos muçulmanos que fazem isso.

Na verdade, não são apenas muçulmanos que se prestam a este papelão. Existem também outros pervertidos que não sejam muçulmanos. Mas enquanto que os últimos estão mesmo à busca de "sexo virtual" para satisfazer a sua perversão, os muçulmanos têm outras finalidades que se somam à sua perversão sexual, seja arrumar uma segunda ou terceira esposa de um lugar exótico, ou arrumar uma noiva disposta a trazê-lo para o Brasil, fugindo deste modo do buraco de onde ele vive. E, claro, no processo, coagir a mulher a se tornar muçulmana, satisfazendo deste modo um preceito religioso.

Contudo, no artigo da muçulmana, ela não critica o comportamento dos homens pervertidos sexualmente. Na verdade, ela lista as "características da mulher brasileira" (que, segundo a lista, não passa de uma prostituta gratuita), sem criticar os homens. Este tipo de comportamento é muito comum com as mulheres muçulmanas. O islamismo as ensina que as mulheres são a fonte do pecado sexual (ao ponto delas terem que esconder grande parte do seu corpo, ou mesmo o seu corpo inteiro). As muçulmanas acabam interiorizando isso e se culpam, bem como culpam as outras mulheres, principalmente as não-muçulmanas.

Lembre-se que no mundo islâmico, e mesmo no Brasil, existem anúncios que comparam a mulher com carne sendo exposta, o que atrái os homens, indicando ser responsabilidade da mulher com o que vier a acontecer com ela, se ela não se comportar de modo apropriado, ou seja, se ela não se submeter ao islão.

As mulheres é claro têm que saber se defender, mas para isso não precisam se submeter a ideologia alguma, muito menos ao islamismo que as aprisionam!

As mulheres que romantizam relacionamentos com muçulmanos como sendo algo das "mil e uma noites" ou influenciadas por novelas da Globo são mulheres infantilizadas ou realmente carentes, e a carência faz ver amor onde ele não existe.

Anúncio em site islâmico brasileiro

O desabafo de uma irmã. "A internet e promessas de casamento"
Fui convidada a fazer parte de várias páginas e grupos no facebook e muitos estrangeiros me chamaram para fazer parte da minha lista de amigos. Eram brasileiros, paquistaneses, marroquinos, árabes, turcos, sírios, egípcios, ingleses e indianos, etc... Por curiosidade, resolvi aceita-los como amigos.
Comecei a conversar com eles e para minha surpresa, invariavelmente todos, me confessaram que entravam nesses grupos apenas e tão somente para conquistarem mulheres brasileiras e fazerem sexo pelo webcam!
Percebi que não existia nenhum sentimento de culpa na fala deles, até mesmo porque eles disseram que as brasileiras se apaixonam facilmente e caem nas cantadas, mandando fotos nuas e aceitando fazer sexo pela webcam.
Ainda curiosa, perguntei por que a maioria dos estrangeiros têm as brasileiras como alvo e qual não foi a minha surpresa ao arrancar as respostas deles... Assim, segue abaixo, baseado no que ouvi deles, o que eles pensam de nós, mulheres brasileiras:
1) A maioria é pobre e pensa em dar um golpe nos estrangeiros.
2) Elas têm pouca cultura, são ingênuas e carentes.
3) Muitas querem sair das garras dos pais, aceitando casar com estrangeiros mesmo que estes já sejamos casados.
4) Grande parte das mulheres brasileiras são mais velhas e carentes de sexo, justamente porque os brasileiros não as querem mais... São feias e se acham atraentes!
5) Procuram sempre mulheres mais velhas que não conseguiram casar, viúvas ou aquelas que moram sozinha e gostam de mostrar fotos de seus corpos semi- nus.
6) Por serem extremamente carentes acreditam em qualquer coisa que ouvem! O que elas querem mesmo é casamento e boa vida!
7) A grande maioria, pelo desespero de encontrar um homem que as satisfaça sexualmente e lhes prometa casamento, acreditam nas mais mentirosas e estúpidas declarações de amor, são capazes das maiores proezas, inclusive arrumar dinheiro para seus pretendentes (mesmo que não tenham nem para elas mesmas)!
8) O facebook é uma das maiores fontes para se arrumar mulheres brasileiras carentes, porque elas publicam tudo sobre suas vidas e na ânsia de ter um homem, aceitam qualquer um.
9) As mulheres brasileiras são tão desinformadas que são postadas fotos de lindos artistas de cinema e cantores indianos, egípcios, turcos, árabes e sírios e elas pensam estar diante da pessoa com as quais estão conversando. Na verdade estes escondem sua real identidade, país, fotos e status de relacionamento. E ainda, adicionam pessoas aleatoriamente para fazerem parte da lista de amigos para assim convencê-las de que são confiáveis!
10) As mulheres brasileiras se prostituem com 12, 13, 14, 15 anos, engravidam, largam seus filhos e o jeito delas ao se apresentarem nas fotos mostra que são vagabundas, ansiosas por sexo... E sexo é só o que queremos das brasileiras, além de algum dinheiro é óbvio!
Depois de apontar essas dez atrocidades fiquei pensando: Como é que muitas mulheres ainda se predispõem a viverem um relacionamento virtual com um estranho?
Se o contato diário, as conversas, a convivência e o tempo são fundamentais para conhecermos alguém e mesmo assim muitas vezes nos enganamos com nossos parceiros, o que se dirá de um relacionamento onde o parceiro vive do outro lado do mundo?
É óbvio que existem exceções... Mas, estas são raríssimas! Então, mulheres, olhos bem aberto e mais perspicácia!
Deus livre o mundo dessa gente sem caráter!

Irmãs peço à vocês: Não sejam um passaporte para estes crápulas. Existem homens maravilhosos, é preciso saber identificar o comportamento de homens com caráter!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mufa'khathat: abuso sexual de menores (mais um exemplo sagrado de Maomé)


Não foi o islão quem inventou o mal, e o islão não a única coisa ruim no mundo. Mas o islão consolida o mal ao justificar maus comportamentos na lei islâmica. E lembre-se, a lei islâmica vem de Alá, e não se questiona o que Alá supostamente ordena. A lei islâmica vem do exemplo de Maomé, e o que Maomé fez é sagrado e exemplar. E o cinquentão Maomé gozava nas coxas de uma menina de 6 anos. 
Mufa'khathat é um termo que, traduzido literalmente, significa "colocar [ o pênis ] entre as coxas", neste caso, colocar o pênis entre as coxas de uma criança.

A idade mínima recomendável para esta nobre prática maometana é 3 meses de idade, embora não seja estritamente aplicada, podendo até mesmo ser feita em um recém-nascido.

O mufa' khathat está ligado à prática do incesto, algo mencionado no Alcorão 65:4. Se esta prática já existia na Arábia pré-islâmica é irrelevante. O que é relevante é por-se um fim a isso, aqui e agora. Clérigos muçulmanos homologam esta prática, o que faz com que isto seja amplamente praticado nos dias de hoje, vitimizando milhões de crianças pequenas nas sociedades muçulmanas no mundo todo.

E não nos esqueçamos: o Ocidente vem endossando isto ao não se manifestar contra este abuso infantil nas comunidades muçulmanas, permitindo que o islamismo seja praticado livremente no Ocidente. A lei islâmica precisa ser criminalizada e banida para que os assassinatos de honra, a perseguição aos homossexuais e às minorias, o incesto e o abuso parem. Sim, criminalizar e banir a Sharia no mundo todo. Nós não podemos nos calar. A nossa contribuição para este mal, através do nosso silêncio e passividade, tem que acabar.

Agora, vejamos a conexão Maomé.

De acordo com uma Fatwa oficial emitida na Arábia Saudita, Maomé começou a praticar o mufa'khathat na sua noiva-criança, Aisha, quando ela tinha seis anos de idade até ela atingir os nove anos de idade (Fatwa No. 31409). Um hadice diz que o profeta Maomé começou a fazer sexo vaginal com Aisha só quando ela atingiu a idade de nove anos (Sahih al-Bukhari, volume 7, livro 62, hadice No. 88). Portanto, os eruditos muçulmanos concordam coletivamente, em virtude do exemplo divino, que uma menina se torna disponível para a relação sexual vaginal com um adulto assim que ela atingir a idade de nove anos. Da mesma forma, a Sharia permite a qualquer dos fiéis para se casar com uma menina (antes dela ter menstruado, cf. Alcorão 65:4).

De acordo com a fatwa, o profeta Maomé não poderia ter relações sexuais com a sua noiva, Aisha, quando ela tinha seis anos, devido ao seu pequeno tamanho e idade. No entanto, a fatwa disse que aos seis anos, Maomé colocava o seu pênis entre as coxas de Aisha o massageava suavemente, porque ele não queria machucá-la. Imagine um homem de cinquenta e um anos removendo as roupas de uma menina de seis anos de idade, e deslizando seu pênis ereto entre suas coxas, esfregando-o até ejacular, e seu sêmen escorrer pelas coxas desta menina. E muçulmanos consideram isso como um ato benevolente do "exemplo de conduta para toda a humanidade." 

Eu deixo para os psicólogos e educadores opiniarem sobre os efeitos colaterais que isso provoca sobre as meninas pequeninas, sem capacidade física e nem mental para entender o que é sexo. 

No caso da Fatwa No. 31409, o conselho de clérigos diz que o mufa'khathat não é permitido "seja em casamentos, em casa, ou nas escolas". O texto da fatwa diz que Maomé fazia isso com Aisha "porque ele tinha pleno controle do seu pênis, ao contrário dos crentes." Contudo, o texto da fatwa admite que o mufa'khathat é amplamente praticado no mundo islâmico.

Agora, imagine o processo mental de um pedófilo, como Maomé. Parece lógico imaginar que a mente sexualmente pervertida de um pedófilo iria levá-lo a não apenas ejacular sobre a criança. Seu desejo o levaria a estuprar a criança antes que ela se tornasse uma adulta madura. E foi exatamente isso o que Maomé fez com Aisha, pois ele a consumiu quando ela ainda era uma criança de nove anos. Maomé começou a fazer sexo vaginal nela antes que ela atingisse a puberdade. 

Fatwa 31409

Vamos reproduzir a declaração da ativista de direitos humanos Ghada Jamshir, durante entrevista a TV Al-Arabiya, em 21 de dezembro de 2005. Esta entrevista deixa claro que a prática do mufa'khathat, o homem muçulmano gozando nas coxas de meninas pequenas, existe.
Ghada Jamshir: A lei islâmica aprovou o casamento por prazer? Aprovou esta caracterização de gozo? Deixe-me explicar. Eles têm o gozo das coxas, o gozo do toque, o gozo dos seios, o gozo com garotinhas. Este gozo com garotinhas, você sabe o que isso significa? Significa que eles podem ter prazer com uma garotinha, que pode ter 2, 3 ou 4 anos de idade ...
Entrevistador: não vamos falar disso ...
Ghada Jamshir: Deixe-me explicar para você.
Entrevistador: não explique isso para mim.
Ghada Jamshir: Isso é contra o direito das crianças. Isso é considerado abuso de criança. Gozar com as pernas de uma criança, o que isso significa? Isso significa gozar em uma criança que tem 1 ano de idade, ou mesmo alguns meses de idade. É certo que um homem adulto tenha sexo com uma garotinha que está aprendendo a andar? E você me diz que a lei islâmica Sharia aprova isso? 

Algumas notícias e referências adicionais sobre o assunto:


Significado de mufa'khathat (mufakhathat), de uma outra Fatwa (número 90251)



domingo, 21 de setembro de 2014

Síria: Mulheres em cativeiro agrupadas e vendidas em mercado de escravos


Por Raymond Ibrahim julho em 17, 2014



 A foto acima apareceu recentemente em vários meios de comunicação social árabes e websites. O subtítulo diz: "primeiro mercado de escravos do sexo feminino em Deir ez-Zur," uma região da Síria que é 20 por cento cristã e atualmente é ocupada pelo Estado Islâmico do Iraque e da Síria.

Independentemente de sua origem ou autenticidade, o verdadeiro significado é que ele perfeitamente transmite o que sabemos está acontecendo na Síria - a partir de fatwas que permitem que os homens estuprem mulheres, a fatwas chamando as mulheres para se engajar na jihad do sexo, inclusive contra sua vontade.

Os jihadistas estão exigindo satisfação sexual e recompensas para os seus sacrifícios, e eles estão conseguindo.

Este é um lembrete de que Abu Ishaq al-Huwaini, um pregador salafista popular no Egito, disse na Hikma TV em 2011 ele explicou que após conquistas jihadistas, as propriedades e as pessoas de habitantes "infiéis" devem ser apreendidos como Ghanima, ou "despojos de guerra", distribuídas entre os jihadistas muçulmanos ou levadas para "o mercado de escravos, onde escravas e concubinas são vendidas."

Huwaini referiu a essas escravas sexuais pela denominação desumanizante que o Alcorão as dá: ma malakat aymanukum, que significa "o que [não quem] a sua mão direita possui", ou seja, escravas sexuais: "Você vai ao mercado e a compra, e ela se torna como a sua companheira, muito embora sem um contrato, um tutor, ou qualquer uma dessas coisas, e isso é acordado pela ulemas. Em outras palavras, quando eu quero uma escrava sexual, eu vou ao mercado e escolho qualquer mulher que eu desejo e a compro. "


Mas é claro que essa noção não se origina com Huwaini. No Alcorão 4:3 Alá ordena aos homens muçulmanos que se “casem com essas mulheres como aparenta ser bom para você, duas, três e quatro ... ou o que a sua mão direita possui." Como Huwaini aponta, a ulema do Islã, ou "estudiosos", são concordam unanimemente que "o que sua mão direita possui" é simplesmente uma escrava sexual tomada durante uma incursão jihad. Evidência lingüística sugere ainda que uma escrava sexual é vista mais como um animal ou uma possessão do que como um ser humano, daí seu tratamento desumano, como bens a serem comprados e vendidos (e como foi recentemente confirmado por um importante salafista egípcio).


domingo, 29 de junho de 2014

Maomé e Aisha (trailer do filme "A vida dramática de uma pequena menina casada com o profeta do islão")



O fato de Maomé ter sido pedófilo e pervertido sexual não nos afetaria, não fosse o fato de que as ações e dizeres de Maomé definirem o padrão de conduta do islamismo, padrão este que deve ser imitado, e defendido, por todos os muçulmanos.

Este é o trailer de um filme sendo feito por um grupo de ex-muçulmanos e ativistas pró liberdade de expressão. Todos eles têm a sua cabeça à prêmio por parte dos adeptos da "Religião da Paz."

O que é pior, o ex-muçulmano paquistanês que aparece no video, Imran Firasat, é um refugiado na Espanha. Mas como ele fala a verdade sobre o islamismo e sobre Maomé, o governo espanhol o acusa de ser uma ameaça à segurança nacional da Espanha e existe um processo de extradição. O fato é, que se Imran for deportado de volta para o Paquistão ele será preso, e possívelmente morto, sob a perversa "lei da blasfêmia" do Paquistão. Isso parece brincadeira, mas é verdade. A Espanha, bem como a Europa Ocidental como um todo, precisa defender a nossa civilização, baseada na liberdade e livre escolha, e não se submeter ao regime politico mais retrógrado jamais engendrado pelo ser humano: o islamismo.

Precisamos nos vacinar, e nos defender, contra o islamismo.

PS - O YouTube se rendeu à Sharia e não permite que o vídeo seja mostrado. Para torná-lo accessivel, eu o cortei em 3 pedaços. Assista-os em sequência. Se você quiser o vídeo por inteiro, ele está accessível aqui: https://drive.google.com/file/d/0B29FzH0EG92RVUJKSEZSRGVWSU0/edit?usp=sharing

2/9/2018: Eu conseguí disponibilizá-lo no Bitchute:


















sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bestialidade (sexo com os animais) ... tudo bem, basta degolar o animal depois do orgasmo ...



"Um homem pode ter relações sexuais com os animais, como as ovelhas, as vacas, os camelos e outros. No entanto, após alcançar o orgasmo deve degolar o animal". (Khomeini, Tahrirolvashyeleh 4º volume, Darol Orm, Gom, Iran, 1990)
Parece bricandeira ou gozação. Mas, segundo o blog De Olho na Jihad  estas regras são válidas apenas para homens, pois, na maioria dos países islâmicos, se uma mulher fornicar com animais deverá ser executada.

O pai da revolução islâmica, diz ainda que:
  • “Se um homem – que Deus o proteja de tal coisa! – fornicar com um animal e ejacular, a ablução torna-se necessária.” (pag. 40)
  • “A carne de cavalo, de mula e de burro não é recomendável. Fica estritamente proibido o seu consumo se o animal tiver sido sodomizado, quando vivo, por um homem. Nesse caso, é preciso levar o animal para fora da cidade e vendê-lo.” (pag. 25)
  • “Quando se comete um ato de sodomia com um boi, um carneiro ou um camelo, a sua urina e os seus excrementos ficam impuros e nem mais o leite pode ser consumido. Torna-se, pois, necessário matar o animal o mais depressa possível e queimá-lo, fazendo aquele que o sodomizou pagar o preço do animal ao seu proprietário.” (pag. 25)
Khomeine, O pequeno livro verde. Provérbios do Aiatolá Khomeini, política, filosofia, sociedade e religião (artigo em português, pdf em inglês).


E existe também este hadice autêntico (sahih) de Muslim - Livro da Menstruação - hadice 525: 
Nossos companheiros disseram que, se a cabeça do pênis penetrou o ânus de uma mulher, o ânus de um homem, a vagina ou o ânus de um animal, então é necessário lavar independente se a pessoa que foi penetrada estava viva ou morta, for jovem ou velha, se foi feito de forma intencional ou ausente, se foi feito de forma voluntária ou forçada... Se uma mulher inserir (na vagina) um pênis de um animal, ela deve lavar e se ela inserir um pênis decepado (thakaran maktu-an, lit. "um membro masculino separado") há duas opiniões; O mais correto é que ela deve se lavar.
Agora, quer ver isso? 

Câmera em drone americano flagra um bando de muçulmanos estuprando uma cabra, coletivamente




Um pouco de "teologia" no vídeo abaixo, intitulado "Maomé teve relações sexuais com animais e também com a sua tia." 




Atualização em fevereiro de 2014 
Nigéria: Muçulmano estupra uma cabra e diz para a polícia que a cabra deu-lhe permissão 
Malam Kamisu Baranda foi entregue à polícia pelo chefe de sua aldeia fora Dutse e foi detido preventivamente.  Ele disse ter feito sexo com a cabra dez vezes, porque ela 'satisfazia a sua exigência. Ele está convencido de que ele deve ser liberado porque ele pediu a sua permissão antes. (Metro)

Atualização em outubro de 2014
A prática da bestialidade, muito comum nos "paraísos islâmicos", é ilustrada nesta imagem abaixo ... que satiriza a bandeira do Estado Islâmico (Califado).


Sudanês se casa com uma cabra
O homem muçulmano, Tombe, foi forçado a se casar com a cabra do vizinho depois que ele foi flagrado tendo relações sexuais com a ela. Tombe teve que pagar o dote para poder "ficar" com a cabra. Quem decidiu a questão foram os anciãos da vila, ou seja, a corte islâmica local (BBC). Isso ocorreu em 2006.

Como agradar um muçulmano salafista:

Sequência de fotos mostrando um paquistanês fazendo amor com sua amante cabrita


Paquistanês acusado de estuprar 30 cabras
Ele foi preso depois que o dono do rebanho deu queixa. (alriyadh).

Paquistanês preso por estuprar galinha
O autor culpa a "frustração sexual". O frango não sobreviveu. Um menino de 14 anos na área do Punjab no Paquistão foi preso por estuprar uma das galinhas de seu vizinho. O menino admitiu o estupro e explica que ele o fazia por frustração sexual. "A galinha morreu enquanto estava sendo atacada sexualmente por Hussain. Duas pessoas, Nasrullah e Tufail, testemunharam este ato ", de acordo com o queixoso. (10news)

70% dos mais de 200 milhões de habitantes de Pakistans são consanguíneos.

Alemanha: refugiado sírio preso por estuprar um pônei no zoológico infantil 
Um refugiado sírio de 23 anos foi preso por assalto sexual a um pônei na "Fazenda Infantil" no Görlitzer Park, Berlin, na Alemanha. Um funcionário do zoológico confirmou isso para o jornal Berliner Morgenpost. Uma babá viu o incidente e tirou uma foto da cena e contatou a equipe. O estuprador de 23 anos fugiu, mas foi encontrado rapidamente pela polícia usando a foto tirada por uma babá para identificá-lo. O sírio foi banido do parque e agora é cobrado pelo abuso de animais e por causar incômodo público. "Nós nunca tivemos um incidente como esse antes", disse um empregado. A babá se recusou a comentar, já que ela está muito traumática. (10news)

terça-feira, 25 de junho de 2013

A "Jihad do Sexo"


Artigo de , 23 de junho de 2013

Projecto de Investigação sobre o Terrorismo
 
Notícias surgiram há algumas semanas na imprensa árabe que mais uma fatwa foi editada, desta vez chamado as mulheres muçulmanas para viajarem para a Síria para oferecerem os seus serviços sexuais aos jihadistas que lutam para derrubar o governo secularista de Assad visando instalar a lei islâmica. Relatórios atribuem a fatwa ao sheikh árabe Muhammad al-'Arifi, que, juntamente com outros clérigos muçulmanos jihadistas, permitiu a um tempo atrás que os jihadistas estrupassem as mulheres sírias.

A prostituição das mulheres muçulmanas, neste caso, é considerada uma jihad legítima, porque essas mulheres estão sacrificando a sua castidade e a sua dignidade, a fim de ajudar os jihadistas, aparentemente sexualmente frustrados, a melhor se concentrarem na guerra para capacitar o Islã na Síria.

E é prostituiçãoporque a elas existe a promessa de pagamento, ainda que na vida-após-a-morteO Alcorão declara que "Alá adquiriu dos crentes suas pessoas [seus corpos] e seus bens, porque deles (em troca) é o jardim (do Paraíso): eles lutam em Sua causae matam e são mortos (Alcorão 9:111).

Na base desta fatwa, várias meninas muçulmanas da Tunísia viajaram para a Síria para serem "jihadistas sexuais". Entrevistas em vídeo de pais desesperados lamentando o destino de suas filhas estão na Internet, incluindo uma de um pai e uma mãe segurando a foto de sua filha: "ela tem apenas 16 anos, ela tem apenas 16 anos! Eles fizeram lavagem cerebral nela!", defende o pai.

Mais recentemente, o serviço de notícias egípcio Masrawy publicou uma entrevista em vídeo com "Aisha", uma das meninas muçulmanas tunisinas que se juntaram à  jihad sexual na Síria, apenas para lamentar suas ações. Enquanto na Tunísia, Aisha disse que conheceu uma mulher muçulmana que começou a falar com ela sobre a importância da piedade, inclusive vestindo o hijab. Ela então passou a falar sobre a viagem para a Síria para ajudar os jihadistas "lutar e matar infiéis" e fazer
palavra  de Alá suprema, acrescentando que "as mulheres que morrem iriam fazê-lo no caminho de Alá, tornar-se mártires e entrar no paraíso" (de acordo com os ensinamentos da corrente principal do islão, morrer na jihad é a única maneira garantida de evitar o inferno).

Aisha acabou chegando à conclusão de que ela estava sendo explorada em nome da religião e saiu.

Enquanto que esta notícia de que meninas muçulmanas em hijabs estão prostituindo-se em nome do islã pode surpreender alguns, clérigos islâmicos regularmente emitem fatwas permitindo 
coisas proibida, contanto que elas ajudem a jihad. Por exemplo, o "jihadista da cueca", Abdullah Hassan al-Asiri, não apenas ocultou explosivos em seu ânus para assassinar o príncipe saudita Muhammad bin Nayef - eles se conheceram em 2009, depois que Asiri, com 22 anos de idade, "fingiu arrependimento por suas opiniões jihadistas", mas, de acordo com o apresentador de rádio xiíta Abdullah Al-Khallaf, ele tinha companheiros jihadistas o sodomizanado para "alargar" o seu ânus para caberem mais explosivos.

Al-Khallaf leu a fatwa que supostamente justifica tais ações durante um 
episódio da  TV Fadak em 2012 .

Depois de elogiar a Alá e declarar que a sodomia é proibida no Islã, a fatwa afirmou:

No entanto, a jihad vem em primeiro lugar, pois ela é o auge do Islã, e se o auge do Islã só pode ser alcançado através da sodomia, então não há nada de errado nisso. A regra fundamental da jurisprudência [islâmica] afirma que "a necessidade torna lícito o proibido." E se as questões obrigatórias só podem serem alcançadas através da realização do proibido, então torna-se obrigatório para realizar o proibido, e não há maior dever do que a jihad. Depois que ele o sodomizar, você deve pedir perdão a Alá e elogiá-lo ainda mais. Eu sei que Alá vai recompensar os jihadistas no Dia da Ressurreição, de acordo com as suas intenções, e a sua intenção, se Alá quiser, é para a vitória do Islã, e pedimos que Alá aceite isso de você.
Enquanto que essas fatwas sexuais podem parecer bizarras, eles destacam dois pontos importantes (embora pouco conhecidos por nós no Ocidente). Primeiro, que a jihad é o "auge" do islã, pois faz com que o islã seja supremo; e, segundo, a idéia de que "a necessidade torna lícito o proibido." Porque, já que fazer com que o islã se torne supremo através da jihad é a maior prioridade, toda e qualquer coisa que seja de outro modo proibido torna-se permitida. Tudo o que importa é a intenção da pessoa, ou niyya (veja a discussão do xeque Yusuf al-Qaradawi sobre isso). 

Quanto à intersecção entre sexo e violência (jihad), ela já foi explorada pelo programa de TV por 
satélite árabe "Pergunta Ousada", que mostrou vários clipes de jovens jihadistas cantando alegremente sobre suas mortes futuras e escapadas sexuais posteriores no céu. Depois de documentar várias histórias indicativas da obsessão jihadista com o sexo, o ativista de direitos humanos egípcio Magdi Khalil concluiu que "absolutamente tudo [jihad, operações suicidas, etc] gira em torno de sexo no paraíso", acrescentando: "se você olhar para o conjunto da história islâmica, você vem com duas palavras: sexo e violência "

Na verdade, o profeta Maomé sustentou que a morte durante a jihad não apenas apaga todos os pecados, inclusive os sexuais, mas ela realmente de fato os gratifica: 


O mártir é especial para Alá. Ele é perdoado [de todos os pecados] desde a primeira gota de sangue [que ele jorre]. Ele vê seu trono no paraíso, onde vai ser adornado em ornamentos de fé. Ele vai casar com a 'Aynhour [ou seja, "mulheres voluptuosas"] e se guardar dos tormentos da sepultura, e se salvaguardar contra o maior terror [inferno]. ... E ele vai copular com 72 'Aynhour (ver em The Al Qaeda Reader, p. 143).
Esta é uma das muitas contradições no Islã: as mulheres muçulmanas devem ser cobertas castamente da cabeça aos pés. Porém, quando a serviço da jihad, elas são autorizadas a se prostituirem. Mentir é proibido, mas permitido para capacitar o Islã. Matar intencionalmente mulheres e crianças é proibido, mas permitido durante a jihad. O suicídio é proibido, mas permitido durante a jihad, quando é chamado de "martírio".

Portanto,  nada pode-se esperar dos aspirantes a jihadistas, independentemente de como não-islâmico o meio possa parecer.

Mesmo assim, essa mentalidade inflexível, que é prevalente em todo o mundo islâmico, especialmente ao longo da linha de frente da jihad, é a mesma mentalidade que muitos líderes e políticos 
ocidentais acham que pode ser aplacada com um pouco mais de respeito, boa-intenção, e concessões do Ocidente.

Esta é a maior e mais desastrosa desconexão do nosso tempo.


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Atualização: O Daily Mail também traz uma notícia sobre o assunto, cujo título é "Meninas tunisinas seguem para a Síria para oferecerem-se aos combatentes islâmicos como parte da jihad sexual". O artigo diz ainda que:

  • anúncios espalhados na internet conclamam as meninas a se oferecem para os jihadistas.
  • imprensa da Tunísia diz que 13 meninas viajaram  para a região controlada pelos rebeldes.
  • os políticos na Tunísia apelam às meninas para não se deixarem influenciar por pregadores islâmicos.


sábado, 6 de outubro de 2012

Jihad Anal


Existem várias maneiras de satisfazer os objetivos da Jihad (leia aqui como o Islão defineJihad). Existe a jihad econômica, jihad legal, jihad demográfica ... mas jihad anal ... seria cômico se não fosse trágico.

Em um artigo recente intitulado “Sodomia por amor ao islão”, Raymond Ibrahim relata que
o “terrorista da cueca” Abdullah Hassan al-Asiri, escondeu explosivos no seu anus na tentativa de assassinar o príncipe saudita Muhammad bin Nayef. Não apenas isso, este “guerreiro sagrado” teve a ajuda dos seus companheiros jihadistas que o sodomizaram repetidamente para alargar o anus, de modo a que os explosivos coubessem melhor. E esta atividade foi feita com a aprovação de fatwas de clérigos islâmicos. 
Um vídeo de notícias árabe que foi ao ar na TV Fadak em 2010 dá os detalhes (ver vídeo abaixo).
Aparentemente, um clérigo, um Abu al-Dema al-Qasab, informou al-Asiri e outros jihadistas de uma forma “inovadora e sem precedentes para executar operações de martírio:. colocar cápsulas explosivas nos seu ânus. No entanto, para realizar esta abordagem jihadista, você deve concordar em ser sodomizado por um tempo para ampliar seu ânus para que ele possa receber os explosivos.” 
Mais uma mensagem da 'an-al' Qaeda
Houve um pedido por fatwas formais. Um jihadista, possivelmente al-Asiri, citando o seu desejo de "martírio e as virgens do paraíso", perguntou a outro xeique, "É admissível para mim deixar um dos irmãos jihadistas sodomizar-me para alargar meu ânus, se a intenção for boa ? "
Depois de elogiar a Deus, a fatwa do xeique começou por declarar que a sodomia é proibida no Islã,
No entanto, a jihad vem em primeiro lugar, pois é o auge do Islã, e se o auge do Islã só pode ser alcançado através de sodomia, então não há nada de errado nisso. Para a regra fundamental da jurisprudência [islâmica] afirma que "a necessidade permite o proibido. E se matérias obrigatórias só podem ser alcançados por executar o proibido, então torna-se obrigatório executar o que é proibido, e não há maior dever do que a jihad. Depois que eles o  sodomizarem, você deve pedir perdão a Alá e elogiá-lo ainda mais. Eu sei que Alá vai premiar os jihadistas no Dia da Ressurreição, de acordo com suas intenções e sua intenção, se Alá quiser, é para a vitória do Islã, e pedimos para Alá aceitá-la de você.
Ainda no seu artigo, Raymond Ibrahim ressalta dois pontos importantes e complementares que emergem desta questão: 

1) que a jihad é o "auge" do Islã, pois faz com que o Islã se torne supremo (baseado em um hadith de Maomé), e 2) que "a necessidade permitide o proibido." Estes axiomas não estão limitados a fatwas nos dias modernos, mas, na verdade, foram cristalizados séculos atrás, acordado com os ulemás, ou principios doutrinários do Islã.
O resultado é que, porque fazer o Islã supremo através da jihad é a maior prioridade, toda e qualquer coisa que seria de outra forma proibida torna-se permissível. Tudo o que importa é a intenção, ou niyya.
A partir daqui, pode-se entender as incongruências muito ostensivas da história islâmica: mentir é proibido, mas mentir torna-se permitido para capacitar o Islã. Matar mulheres e crianças intencionalmente é proibido, mas permitido durante a jihad. O suicídio é proibido, mas permitido durante a jihad, chamado de "martírio. "
Na verdade, os Cinco Pilares do Islã – incluindo oração e jejum – podem ser ignorados durante a jihad. (Tão importante era o dever da jihad que os sultões otomanos, que muitas vezes passaram a metade da vida no campo de batalha, não foram autorizados a realizar a peregrinação obrigatória a Meca).
Mais recentemente, essas idéias apareceram em forma diferente durante as eleições do Egito, quando os líderes islâmicos retrataram o voto como uma forma de jihad, levando ao abuso e até mesmo a  morte dos que não votaram na Irmandade Muçulmana.

De acordo com essas duas doutrinas, que culminam em capacitar o Islã, não importa como, pode-se esperar qualquer coisa de aspirantes a jihadistas, independentemente de quão duvidoso o esforço possa parecer.

Mesmo assim, essa mentalidade inflexível, que é prevalente em todo o mundo islâmico, especialmente ao longo das linhas de frente da jihad, é a mesma mentalidade que muitos líderes e políticos ocidentais acham que podem serem aplacadas com respeito, boa-vontade e concessões por parte do Ocidente.
Isso é um equívoco. 

Clérigo xiita londrino Abdallah Al-Khilaf: Fatwa Wahhabi permite sodomia para alargar o ânus como um meio de Jihad (MEMRI TV)

Este é o tamanho ideal para encaixar uma bomba ...


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Necrofilia - mais um fabuloso exemplo de Maomé


Uma notícia que está rolando na imprensa internacional e chegou ao Brasil.

"Egito deve legalizar a necrofilia matrimonial" (O Globo)

Necrofilia. O que é isso?  
Definição: [Psicopatologia] Perversão sexual que procura a sua satisfação nos cadáveres (fonte: dicionário Priberam).
 Um novo projeto de lei que corre no parlamento egípcio, controlado pela Irmandade Muçulmana e pelos Salafistas, prevê que o marido pode ter sexo com a esposa até 6 horas após a sua morte (Al Arabyia).

Este projeto de lei segue uma fatwa (édito religioso) sobre necrofilia recém editada por um renomado clérigo no Marrocos, Abdelbari Zemzami. A lógica é a seguinte: Como um bom casal muçulmano se reunirá novamente no Céu, pois a morte não altera o contrato de casamento, a morte não é um obstáculo ao desejo do marido de ter relações sexuais com o cadáver de sua mulher (recentemente) falecida (MaroccoBoard).

Mas porque o clérigo marroquino e o novo Congresso (islamista) do Egito desejam a necrofilia? Resposta: porque, segundo as própras narrativas islâmicas, Maomé foi um necrófilo.

O Hadith 26056 do livro de Musnad Ahmad, narra que Khawla bint Hakim, uma tia de Maomé, ofereceu-se sexualmente a ele. Ele, claro, nunca dizia não a estas ofertas. E as mulheres sabiam disso. Aisha, a esposa-criança de Maomé, disse “não é uma vergonha que essas mulheres ofereçam seus corpos deste jeito?” (O que passava na cabeça dos homens de Medina ao verem suas mulheres se oferecendo para o profeta sem reagirem?)

Vejamos agora o que diz o Hadith da coleção de Al-Bukhari, Livro do Casamento (70:4823). Este hadith diz:
Narrado por Ibn Abbas: "Eu (Maomé) coloquei nela a minha camisa para que ela vista as roupas do céu, e eu dormi com ela em seu caixão (sepultura) que pode diminuir o tormento da sepultura. Ela era a melhor das criaturas de Alá para mim depois Abu Talib... o profeta estava se referindo a Fátima, a mãe de Ali.
 Ou seja, Maomé achou que fazendo sexo com a sua tia morta isso iria torná-la uma criatura melhor, e por conseguinte a livraria do tormento da sepultura (o Islão considera que os mortos sofrem na sepultura enquanto aguardam o juízo final.)

Vamos ver agora o comentário do Hadith de Al-Bukhari proferido pelo Imam Al-Nawawi:
Quando a lavagem é obrigatória
Nossos companheiros têm dito que se a cabeça do pênis penetrar o ânus de uma mulher, ou ânus de um homem, ou a vagina de um animal ou o seu ânus, então, é necessário lavar independente se o que está sendo penetrado está vivo ou morto, jovem ou velho, se era feito intencionalmente ou distraidamente, se isso foi feito consensualmente ou forçadamente.
Se uma mulher inserir (na sua vagina) o pênis de um animal ela deve se lavar, e se ela inserir um pênis separado (thakaran maktu-um, “um membro cortado do sexo masculino) há duas opiniões; o mais correto é que ela deve se lavar.

Desrespeitadas e oprimidas na vida, seus corpos profanados na morte, parece que as mulheres muçulmanas não podem escapar da  teia da misoginia islâmica, nesta vida ou na próxima.

E, muito seguramente, você se conforma com a moralidade suprema (Alcorão 68:4).
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pedofilia, a “bela tradição” Shiíta: o que pode-se aprender com o caso do diplomata iraniano pedófilo?


A “bela tradição” do islamismo Shiíta, que inclui pérolas como o “casamento temporário” (prostituição disfarçada) chamada de sigeh (ou mutah no islamismo sunita – assunto tratado aqui), inclúi o abuso sexual de menores.

O que podemos aprender sobre o Islão a partir do caso do diplomata iraniano pedófilo, que tinha como seu passatempo preferido tocar nas partes íntimas de garotas, com idade entre 9 e 15 anos, nas piscinas de Brasília?

Vamos rever os fatos ocorridos em Brasília semana passada (Abril/2012; O Globo, UOL , O Globo), intercalados com comentários:

1. O diplomata iraniano Hekmatollah Ghorbani foi acusado de abusar de dez menores, garotas entre 9 e 15 anos, na piscina do clube Vizinhaça1, na Asa Sul de Brasília. Ao nadar, ele se aproximava para tocar suas partes íntimas.
 2. O salva-vidas do clube, alertado por uma das vítimas, ordenou o fechamento da piscina. O pai de uma das meninas foi até a piscina e tentou agredir o pedófilo, digo, o diplomata.

Eu diria que a reação do pai da menina seguiu o padrão cultural do Brasil. O que você faria se a sua filha fosse molestada?

3. Após a ação dos seguranças do clube, o diplomata pedófilo, as vítimas e seus pais foram à 1a. DP. Ele seria preso em flagrante e responderia pelo artigo 217 A por estupro de vulnerável, com pena de 8 a 17 anos de prisão. Mas foi liberado por ter imunidade diplomática.
 4. A esposa do diplomata pedófilo foi à delegracia durante o registro de ocorrência, e tentou convencer as mães das meninas a amenizarem as denúncias nos depoimentos.

A esposa do diplomata estava fazendo seu papel. Ela sabe que a ação de Ghorbani não é um crime sob a lei islâmica. Por que prendê-lo, se ele estava usufruindo dos seus direitos como muçulmano?

5. Enquanto o diplomata pedófilo fugia do Brasil, a Embaixada do Irã divulgava uma nota de esclarecimento dizendo que tudo não passava de um mal-entendido devido a “diferenças culturais.” Na mesma nota, a Embaixada reclama de um suposto tratamento intencional da imprensa que estaria divulgando “inverdades” sobre o caso.

Vejam que a Embaixada do Irã não pediu desculpas, apenas “esclareceu o caso.”

Alegar que o ocorrido foi devido a “diferenças culturais” faz parte de um jogo que vem funcionando na Europa, onde o multiculturalismo exarcebado impõe que todas as culturas são iguais (e quem discordar disso é taxado de racista). Os iranianos tentam fazer o mesmo jogo no Brasil. Não seria de se estranhar se eles sugerissem que os brasileiros se submetessem a um processo de “treinamento de sensibilidade” para se tornarem mais sensíveis às diferenças culturais, deste modo aceitando o Islão mais facilmente. Em inglês isto se chama de sensitivity training, e este processo tem sido bastante utilizado para infiltrar o Islão após cada crise oriunda de “mal entendidos” como este na Europa.

Ainda quanto às “diferenças culturais” os países islâmicos exigem que os infiéis os respeitem (por exemplo, fazendo com que as mulheres ocidentais que os visitem vistam os véus islâmicos). E, quando no ocidente, eles exigem que as suas “culturas” sejam respeitadas. Ou seja, o Islão exige respeito, sem oferecer respeito algum.

Finalmente, vejam como eles gostam de fazer o papel de vítima. Esta é uma tática bastante conhecida, de se isentarem de culpa ao culpar as verdadeiras vítimas no processo. Esta estratégia vem do exemplo de Maomé, que após deixar Meca começou a acusar os seus habitantes de tê-lo perseguido, justificando assim seus atos criminosos que o levaram a montar um exército e conquistar Meca.

Mas vamos ver de onde vem esta “diferença cultural”?

Vamos voltar ao passado.
a) Século sétimo (circa 620), Maomé se casa com Aisha, uma criança de 6 anos de idade, consumindo o casamento quando ela tinha 9 anos de idade (Maomé tinha 54). Por ser o “melhor exemplo de conduta para toda a humanidade” este exemplo de Maomé sedimenta de forma irrevogável o casamento precoce (em português claro, o "estupro religiosamente aprovado" de crianças).
b) Trinta anos depois (circa 650), a horda islâmica conquista e ocupa a Pérsia, pondo um fim violento ao Império Sassânida, o auge da civilização persa. Este fato se constitui uma das maiores catástrofes da história: uma civilização culta e avançada para a época foi substituida por uma ideologia atrasada e retrógrada. A população nativa persa foi obrigada a adotar o islamismo sob a ponta da espada.
c) Alguns anos mais tarde, acontece a cisão entre sunnis e shíias. Os dois grupos concordam 100% no tratamento dos não-muçulmanos, mulheres e homosexuais, discordando apenas sobre quem deve ser o legítimo representante do profeta Maomé, o califa.

De modo que quando se fala sobre a divisão entre shiítas e sunitas, isto é apenas um detalhe. No que interessa para nós, não-muçulmanos, bem como para as mulheres, as regras são as mesmas.

Aiatolá Khomeini, o líder-supremo do islamismo shiíta e lider da revolução de 1979, resumiu bem a questão quando disse:

"Um homem pode ter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. No entanto, ele não deve penetrar na vagina, mas sodomizar a criança é aceitável. Se um homem penetrar e danificar a criança, então, ele deve ser responsável pela sua subsistência por toda a sua vida. Esta garota não vai contar como uma das suas quatro esposas permanentes e que o homem não será elegível para se casar com a irmã da garota. É melhor para uma garota se casar quando ela começar a menstruação na casa de seu marido, ao invés de casa de seu pai. Qualquer pai que casar a sua filha tão jovem terá um lugar permanente no céu. ["Tahrirolvasyleh", quarta edição, Qom, Irã, 1990] "

Eu acho que não é preciso dizer mais nada.
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