sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Mensagens do Itamaraty, via Twiter, deixam claro apoio do governo atual ao Pacto Migratório da ONU

José Atento

Nós discutimos este Pacto no artigo Brasil assina pacto migratório da ONU, mas sairá dele com o novo governo. Porém, vale a pena registrar esta manifestação do Itamaraty que representa, pelo menos, o pensamento de muitos dentro dele.

As mensagens dizem(os grifos são nossos):
O Pacto Global é integralmente compatível com a nova Lei brasileira de #Migração. Os dois instrumentos defendem tratamento humano aos mais de 3 milhões de brasileiros que residem no exterior e aos cerca de 1 milhão de estrangeiros residindo no Brasil.
Apoiado pelo #Brasil e mais de 150 países, o Pacto Global em nada compromete o direito soberano dos Estados de determinarem suas políticas migratórias.
Além disso, o Pacto Global organiza a atuação de órgãos como a Organização Internacional para as Migrações (@OIMBrasil).

Ficam claros os motivos para o Brasil não participar do Pacto.

Em primeiro lugar, ele fortalece a Lei de Migração aprovada pelo Congresso ano passado. Esta lei possui elementos perigosíssimos para a nossa soberania como país independente, e foi discutida no artigo Nova Lei de Migração elimina as fronteiras do Brasil, tornando-o na "Casa da Mãe Joana". É fundamental que o novo Congresso modifique esta lei!

Em segundo lugar, ela dá força a organismos internacionais formados por burocratas que não foram eleitos e que não possuem representatividade alguma junto ao povo brasileiro. São entidades supra-nacionais que servem apenas aos interesses dos grupos globalistas que as financiam (Lei mais Pacto Migratório da ONU: caminho aberto para a islamização da Europa e do mundo (incluindo o Brasil). A rigor, qualquer entidade da ONU ou qualquer ONG deve atuar seguindo os interesses do povo brasileiro, o que não é o caso deste Pacto.

E, para finalizar, o que este Pacto tem a ver com os brasileiros que residem no exterior? Ou com os estrangeiros residindo no Brasil? Por acaso estes estrangeiros estão sendo maltradados? Não entendí. Na verdade, o Pacto irá impor ao Brasil a migração em massa para o Brasil dos piores tipos de imigrantes, aqueles que desejam impor seus costumes e leis sobre nós, justamente os costumes e leis que tornaram seus países em um buraco sem fundo.







quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Brasil assina pacto migratório da ONU, mas sairá dele com o novo governo

O Brasil assinou o Pacto Migratório da ONU. Este é mais um ato de traição à pátria cometido pelo governo Temer. Uma traição anterior foi a promulgação da Lei de Migração no ano passado. Os efeitos nocivos deste Pacto foram discutidos em um artigo anterior.

Contudo, para nossa sorte, dia primeiro de janeiro teremos um governo patriota. E o futuro Embaixador das Relações Exteriores, Embaixador Ernesto Araújo, já disse que irá retirar o Brasil deste Pacto.

Até o momento, uma série de países se recusaram a assinar o Pacto. São eles: Áustria, Austrália, Bulgária, Chile, Croácia, Eslováquia, Estados Unidos, Estônia, Hungria, Itália, Israel, Letônia, Polônia, República Dominicana e República Tcheca não compareceram à conferência internacional na cidade marroquina de Marraquexe para assinar o acordo. A Suíça também não compareceu e irá decidir se assina ou não em plebiscito popular.

Outros países, apesar de terem assinado, se dividiram politicamente por isso. São eles Dinamarca, Holanda, Bélgica e Grécia. Este assunto ira certamente ser um ponto focal nas próximas eleições nestes países.

Ernesto Araújo 

Futuro chanceler diz que Brasil vai deixar Pacto Global de Migração

Agência Brasil, via IstoÉ

O embaixador Ernesto Araújo, confirmado para assumir o Ministério das Relações Exteriores, disse hoje (10), nas redes sociais, que o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, vai se desassociar do Pacto Global de Migração. Segundo ele, a imigração deve ser tratada de acordo com “a realidade e a soberania de cada país”.

“O governo Bolsonaro se desassociará do Pacto Global de Migração que está sendo lançado em Marrakech [Marrocos], um instrumento inadequado para lidar com o problema. A imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e a soberania de cada país”, afirmou o futuro chanceler em sua conta no Twitter.

O Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular das Nações Unidas (ONU) foi aprovado hoje por representantes de mais de 150 países na conferência intergovernamental da organização na cidade marroquina.

Ao discursar na conferência, o secretário-geral da ONU, António Guterres chamou a atenção para “o direito soberano dos Estados de determinar suas políticas de migração e suas prerrogativa para governar a migração dentro de sua jurisdição, em conformidade com o direito internacional”, insistiu o secretário-geral.

Marco regulatório

Em ocasiões anteriores, o futuro chanceler adiantou como o governo brasileiro pretende lidar com o fluxo migratório. Segundo ele, o país buscará acolher os imigrantes fixando um marco regulatório compatível com a realidade nacional.

“O Brasil buscará um marco regulatório compatível com a realidade nacional e com o bem-estar de brasileiros e estrangeiros. No caso dos venezuelanos que fogem do regime [do presidente venezuelano Nicolás] Maduro, continuaremos a acolhê-los, mas o fundamental é trabalhar pela restauração da democracia na Venezuela.”

O embaixador acrescentou ainda que os imigrantes são bem-vindos no Brasil e não serão discriminados. Porém, defendeu a definição de critérios para garantir segurança a todos. Não detalhou quais seriam esses critérios.

“A imigração é bem vinda, mas não deve ser indiscriminada. Tem de haver critérios para garantir a segurança tanto dos migrantes quanto dos cidadãos no país de destino. A imigração deve estar a serviço dos interesses  acionais e da coesão de cada sociedade.”


domingo, 2 de dezembro de 2018

Pacto Migratório da ONU: caminho aberto para a islamização da Europa e do mundo (incluindo o Brasil)

José Atento, 2 de dezembro de 2018
Este artigo trata do Pacto Mundial para a Migração Segura, Ordenada e Regular, um acordo construído pela ONU que visa submeter as fronteiras e soberania das nações do mundo ao controle de burocratas da ONU, que nunca foram eleitos, e, por conseguinte, não estão subordinados à vontade ou interesses dos cidadãos dos países-membros, mas sim subordinados aos interesses de grupos, sejam eles de governos (por exemplo a Organização para a Cooperação Islâmica - OIC), de grande corporações e bancos, e de ONGs financiadas por estes mesmos grupos de pressão.
O Pacto também criminaliza a crítica contra a imigração em massa, financiando o controle da mídia: criticar os termos deste acordo será considerado crime
O Brasil precisa ficar fora deste Pacto!!! 
O Pacto da ONU em vídeo

No dia 13 de julho de 2018, as Nações Unidas aprovaram o rascunho do Pacto Mundial para a Migração Segura, Ordenada e Regular. Este Pacto irá ser assinado em reunião da ONU a ser realizada nos dias 10 e 11 de dezembro, em Marraquesh, no Marrocos.  Este pacto teve dois co-autores principais, o embaixador mexicano Camacho e o embaixador suíço Lauber. O que sabe-se hoje é que a formulação deste Pacto teve forte participação do governo globalista do Canadá, sendo representado pelo seu Ministro da Imigração, Refugiados e Cidadania, Ahmed Hussen, ele próprio um ex-refugiado da Somália.

Em artigo na revista MacLean's, o ministro Hussen assumiu a co-autoria do Pacto, afirmando que o Canadá irá liderar a sua implementação. Neste artigo, Hussen afirma que os objetivos do Pacto são claros e ambiciosos: acomodar imigrantes do Oriente Médio e da África subsaariana - maioria deles países islâmicos. Ele afirma também que o Brasil já mostrou interesse em reinstalar os refugiados" (isso devido a Lei de Migração aprovada pelo Congresso ano passado).

(Leia depois sobre a Lei da Migração no artigo Nova Lei de Migração elimina as fronteiras do Brasil, tornando-o na "Casa da Mãe Joana")

Outros grandes globalistas, tais como a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Emmanuel Macron (ambos sem filhos) já se manifestaram. Merkel disse que os países europeus devem abrir mão de suas soberanias em prol da União Européia, elogiou o Pacto e rejeitou o nacionalismo. Macron a UE decida as questões relativas a relações internacionais, imigração e desenvolvimento.

Talvez fosse oportuno fazer uma pausa no artigo para sugerir algumas definições importantes para os termos globalização, globalismo e nacionalismo usados ao longo do artigo.
  • Globalização: interação entre pessoas, empresas e governos de diferentes nações, um processo impulsionado pelo comércio internacional e investimento, e auxiliado pela tecnologia da informação. Lida com economia e cultura. 
  • Globalismo: pessoas ou grupos sem representatividade política que se julgam no direito de definir os "interesses do mundo" independente dos interesses das nações individuais. É algo essencialmente político, visando uma "governança global." Por exemplo: (a) União Européia (UE), controlada por burocratas em Bruxelas, tentando impor normas migratórias para os países-membros; (b) a Organização para a Cooperação Islâmica, tentando impor, a nível global através da ONU, a lei de blasfêmia islâmica.
  • Nacionalismo: crença de que as nações se beneficiam da sua atuação independente, em vez de coletiva, enfatizando objetivos nacionais, e não internacionais. Por exemplo, os países-membros da UE que definem sua política migratória em decorrência de eleições, ou seja, da vontade popular (por exemplo, os países do Leste Europeu). 
Para saber o resultado da imigração muçulmana descontrolada basta olhar o que se passa na Europa Ocidental nos dias de hoje e o choque criado entre os frutos da civilização cristã européia (por exemplo, liberdade, direitos humanos, prosperidade e avanços científicos) com os frutos da civilização islâmica (por exemplo, submissão, direitos desiguais entre muçulmanos e não muçulmanos - leia um resumo aqui).  O que se vê hoje é criação de bairros predominantemente muçulmanos (que se tornam em "zonas proibidas"), o aumento da criminalidade, incluindo-se aí os crimes contra a mulher (assédio e estupro), ataques contra judeus, cristãos e ex-muçulmanos, e muito mais (vários exemplos no blog aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

E quem ganha com a imigração em massa de muçulmanos para os países de base civilizacional cristã? Basicamente, três grupos globalistas, que, com objetivos diferentes, consideram a "base cristã" (mais precisamente, a base greco-romana e judáica-cristã) como entrave para o seu avanço.

  • A elite globalista (que se reunem por detrás do grupo Builderberg, incluindo-se os banqueiros famosos como os Rothschilds e Goldman Sachs, mega-investidores como George Soros, e governantes e políticos alinhados ao globalismo, ou seja, a elite globalista, que vê o restante da população mundial como mercadoria descartável).
  • A Esquerda Internacionalizante (da qual, infelizmente, a esquerda brasileira se alinhou) que adotou o Marxismo Cultural como sua bandeira (veja aqui o que é o Marxismo Cultural). 
  • A Organização para a Coorperação Islâmica (OIC), o bloco de 57 países muçulmanos que possue como objetivo promover a lei islâmica (Sharia) como fonte legal absoluta em todo o mundo e busca um controle global das comunicações de modo que qualquer crítica ao islamismo seja considerada como crime (leia sobre a OIC aqui). 
Apesar dos objetivos serem diversos (a elite globalista quer o domínio dos mercados, a esquerda internacionalizante sonha com a utopia comunista, e a OIC deseja ver o mundo transformado em um califado global) estes grupos trabalham em conjunto. Por exemplo, estes três grupos apoiam com toda a força a crescente imigração em massa de muçulmanos para a Europa, mesmo com todos os problemas que isso vem causando e com evidências que indicam que isso vai levar uma convulsão social ou mesmo a uma guerra civil. Mas cada grupo anseia um final diferente: a elite globalista acha que sociedades divididas são mais fáceis de serem comandadas, a esquerda internacionalizante acha que do caos surgirá a utopia comunista, e os islamistas por detrás da OIC vêm o caos como uma oportunidade para tomada do poder, tendo como ponto-de-apoio a população muçulmana recém estabelecida na Europa. 

Um outro exemplo desta "aliança profana" é a recém terminada reunião da "esquerda bolivariana" da América Latina realizada em Buenos Aires, da qual fazem parte o PT, PCdoB, PSOL, dentre outros. Além de líderes comunistas latino-americanos, também participaram representantes dos palestinos (Irmandade Muçulmana) e do Irã (Hezbollah). O que estes grupos estão fazendo no nosso continente? 


Imagem de destaque na página da ONU que trata do Pacto Migratório.
Alguma dúvida de quem vai se beneficiar com ele?

Agora, iremos destacar o que de mais nefasto existe no Pacto Mundial para a Migração Segura, Ordenada e Regular da ONU (link para o documento em inglês e espanhol).
  1. Imigração passa a ser considerada como direitos humanos. Este direito fundamental de imigrar deverá ser respeitado, fomentado, facilitado e assegurado pelos países membros da ONU. 
  2. Refugiados e imigrantes passam a pertencer a uma mesma categoria.
  3. Não existe referência a palavra "ilegal",  ou seja, imigração pode acontecer sob qualquer motivo ou pretexto.
  4. O Pacto apenas fala dos "direitos" dos refugiados e imigrantes. Em momento algum fala sobre seus "deveres", por exemplo, respeitar a cultura, valores e religião local. Não existe menção sobre a necessidade dos imigrantes se inserirem na sociedade que os acolhe. 
  5. Os países signatários se obrigam a trabalhar para diminuir os riscos e vulnerabilidades que os imigrantes possam vir a encontrar no trajeto até seus destinos (ou seja, prover segurança e custear o transporte).
  6. Todos os países signatários deverão manter websites oficiais (nas línguas que os imigrantes compreendam) que expliquem detalhadamente como os imigrantes podem entrar em seus países e conseguir emprego, educação, e acesso a serviços. Ou seja, além de apagar as suas fronteiras, os países ainda terão a obrigação de fazer propaganda para atrair os imigrantes.
  7. Os imigrantes serão “empoderados” (isso mesmo) para assegurar sua inclusão e coesão social integral nos países de destino.
  8. O Pacto determina a promoção do respeito mútuo pelas culturas, tradições e costumes de todas as comunidades. Ou seja, adota-se o lema do multiculturalismo cego de que todas as culturas são iguais. Ele consolida o multiculturalismo na esfera internacional. 
  9. Discordâncias não serão toleradas! O Pacto impõe que os países signatários censurem a imprensa para “dissipar narrativas enganosas que geram percepções negativas dos imigrantes”. Para tal, apenas financiar a parte da mídia que esteja alinhada à agenda de liberdade migratória irrestrita e promova o Pacto. A parte da mídia de cada país que não promover o Pacto deve ter seu financiamento cortado. Com isso, o Pacto diz promover o “pleno respeito pela liberdade dos meios de comunicação social” (ou seja, para os globalistas, censura é liberdade).
  10. Sem nunca definir os termos, o Pacto diz que pretende "eliminar todas as formas de discriminação, condenar e combater expressões, atos e manifestações de racismo, discriminação racial, violência, xenofobia e intolerância correlata contra todos os migrantes, em conformidade com o Direito Internacional dos Direitos Humanos."
Mesmo não sendo juridicamente vinculativo, o Pacto se refere a obrigações, algo como "leis brandas" que restringem a soberania dos países. Contudo, cria-se um precedente internacional que pode ser explorado por ONGs nos tribunais internacionais, criando-se precedente e jurisprudência a nível de lei internacional. Ou seja, a aplicação do Pacto irá tornar seu conteúdo em lei internacional.

Na prática, os países signatários concordam em ceder a soberanias de seu país aos cuidados da ONU, controladas por burocratas que nunca foram eleitos e que não estão sujeitos ao escrutínio público, e silenciar todos aqueles que discordarem disso.

E o que é pior: a população dos países que irão receber estes refugiados e imigrantes nunca serão consultadas para saber se concordam com os termos deste Pacto

Agora, advinha se vai existir caravanas de refugiados ou imigrantes com destino a Arábia Saudita, Rússia ou China? Não. O destino é a Europa, América do Norte e América do Sul. 

Para finalizar, existe ainda um outro documento, o Pacto Global sobre Refugiados, parte da resolução anual do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, que deverá ser adotado antes do final de 2018. Alguns destaques:
  1. O conceito de refugiado é estendido às pessoas afetadas pelas mudanças climáticas e pela destruição ambiental (parágrafo 12).
  2. A cada quatro anos, a partir de 2019, um fórum global de refugiados verificará e produzirá um índice de como cada país cumpriu as obrigações do acordo (parágrafos 17-19).
  3. Será estabelecida uma rede acadêmica global com universidades, associações acadêmicas e institutos de pesquisa para criar oportunidades para os refugiados em educação, pesquisa e bolsas de estudos (parágrafo 43).
  4. Promover uma atitude positiva em relação aos refugiados transferidos de um país para outro (parágrafo 90).
Importante. Os seguintes países já anunciaram que não irão assinar o Pacto Migratório da ONU. São eles: EUA, Hungria, Polônia, Austria, Eslováquia, República Tcheca, Bulgária, Croácia, Japão, Austrália, e a Suíça está ainda decidindo se irá assinar ou não.

O Brasil também precisa ficar fora deste Pacto!!!

E modificar a Lei da Migração aprovada ano passado.


Sugestões para leitura adicional:
1. Anúncios na TV alemã e sueca promovem o genocídio e substituição do seu povo
2. Estados Membros da ONU: Migração é um Direito Humano






sábado, 1 de dezembro de 2018

Notícias sobre a Jihad Global do mês de novembro de 2018

Veja o que entrou de novo no blog em novembro de 2018, exemplificando a aplicação da lei islâmica Sharia ao redor do mundo, seja por governos de países com maioria muçulmana, grupos islâmicos ou mesmo ações individuais.


Irmandade Muçulmana: 90 anos de terrorismo, infiltração e Jihad global
Leia o artigo no blog.

No islamismo, 'Maria, mãe de Jesus', significa 'negação da divindade de Jesus'
Leia o artigo no blog.


Direitos das Mulheres sob o Islão: Parte 3Parte 2Parte 1
A imigração muçulmana aliada ao políticamente correto do Ocidente estão tornando as mulheres ocidentais igualmente sem defesa frente ao avanço implacável da Sharia.
Suécia: polícia esconde nome do estuprador de uma menina de 10 anos (Mohammed)
Uma menina de 10 anos foi estuprada em um pátio em Malmö na semana passada. Um imigrante de 30 anos da Líbia foi preso pelo estupro. A polícia não quis revelar a classificação do crime no início, mas depois admitiu que foi uma violação de uma criança. De acordo com a ordem de detenção, Mohammed, que é o primeiro nome do perpetrador, nasceu em 1988. (Voice of Europe)

Malásia: casal de lésbicas muçulmanas açoitadas em punição pública
O casal, de 22 e 32 anos, recebeu seis açoites de cana-de-vime nas costas por policiais do Tribunal Superior da Sharia. Segundo o tribunal, a cana não era "dura" e tinha a intenção de educar as mulheres para que se arrependessem. (hermannherald)

Paquistão: Homem mata prima e seu amigo em 'crime de honra'
Um homem matou sua prima, Noor Bibi, e seu amigo Muhammad Yousaf. Em média, 650 pessoas são mortas por "honra" no país anualmente, de acordo com a Comissão de Direitos Humanos do Paquistão (HRCP). Vale ressaltar que, uma vez que a maioria dos crimes de honra não é declarada no país, o número real deve ser muito maior. (pakistantoday)

França: cresce o assédio de mulheres parisienses nos bairros infestados de "imigrantes" 
Um ano após terem assinado um abaixo assinado, as mulheres moradoras do distrito de Chapelle-Pajol dizem que a situação piorou. Os "imigrantes" que assediam mulheres tem algo em comum ... advinha o que? (leparisien)

França: refugiado absolvido de estupro "pois ele tem normas culturais diferentes" - sua vítima tentou suicídio
A jovem é colegial do ensino médio. O refugiado de Bangladesh já havia sido condenado por tentativa de estupro dois anos atrás (VoiceofEurope).

Grã-Bretanha: menina foi estuprada por 100 muçulmanos aos 16 anos de idade 
Uma gangue de seis homens foi condenada a um total de 101 anos depois de explorar sexualmente cinco adolescentes vulneráveis ​​em Rotherham. As ofensas foram cometidas contra cinco meninas menores de 16 anos na área de Rotherham, entre 1998 e 2005.  Os homens visavam meninas que eram "fáceis de explorar porque queriam ser amadas" - eles abusaram sexualmente delas em parques, prédios abandonados e locais isolados. As meninas disseram em declarações como os homens as "destruíram" e que a infância delas foi tirada delas. Uma das vítimas disse no julgamento como foi obrigada a fazer sexo com "pelo menos 100 homens asiáticos" aos 16 anos e outra descreveu como foi estuprada em uma floresta e ameaçou ser abandonada lá. (Daily Mail)
O nome dos "asiáticos": Nabeel Kurshid, Mohammed Imran Ali Akhtar, Asif Ali, Tanweer Ali, Iqlak Yousaf e Salah Ahmed El-Hakam.


Itália: somaliano desnudou-se na rua e estuprou idosa que tomava banho de sol
A idosa estava tomando sol em uma praia na cidade de Ortona, em Abruzzo. O homem tem um status de imigrante protegido. (ansa)

Sudão: pai leiola filha de 16 anos pelo Facebook
O Facebook tem sido criticado por permitir que uma noiva de 16 anos no sul do Sudão seja leiloada para o maior lance em sua plataforma. Seu pai recebeu 500 vacas, 2 carros, 2 bicicletas, um barco, alguns telefones celulares e 13.800 dólares em troca de sua filha. Ela se tornou a nona esposa do homem. (abc)

EUA: Juiz ordena que acusações de mutilação genital feminina sejam descartadas 
Um juiz nos EUA mandou soltar dois médicos muçulmanos que estavam cortando o clítoris de meninas muçulmanas, alegando ser "prática religiosa" deles. Para fazer isso, o juiz alegou que a lei que proíbe a mutilação genital aprovada pelo Congresso em 1996 é inconstitucional, já que este tipo de crime de ser regido por leis estaduais e não por uma lei federal. O caso deve ir para a Suprema Corte.  (thehill)


Doutrinação

Grã-Bretanha: artista recém-conversa diz não desejar ter contato com 'não muçulmanos': eles são nojentos
Sineed O'Connor escreveu no Twitter:  "Mas, sinceramente, eu nunca mais quero passar tempo com pessoas brancas (se é assim que os não-muçulmanos são chamados). Em momento algum, por qualquer motivo. Eles são nojentos." (Daily Mail)




Leia este artigo "Boicote Produtos Halal" para saber o que é "comida halal" e o porquê de boicotá-la. E visite os demais links.




Nova novela da Globo gira em torno de refugiados que se instalam em São Paulo

Transferência de embaixada brasileira para Jerusalém por Bolsonaro seria 'provocação', diz representante palestina
As ameaças já começaram da OLP e do Hamas já começaram. Mas não seria diferente. Afinal, o próprio Maomé disse ter sido vitorioso através do terror. (Hadice de Bukhari, 52:220) (O Globo)

Força Islâmica protesta contra mudança da embaixada em Israel. ”Brasil, respeite para ser respeitado”, ameaçava uma das faixas
Apoiados por manifestantes e cartazes, representantes da Força Islâmica entregaram hoje (7), ao ministro conselheiro do posto brasileiro em Ramallah, André Cortez, um manifesto repudiando a proposta do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de mudar a embaixada do Brasil em Israel, de Tel Aviv para Jerusalém. (NoMinuto)

Argentina prende dois cidadãos argentinos com ligações suspeitas ao Hezbollah antes da cúpula do G20
A cúpula do G20 vai ser realizada em Buenos Aires no começo de dezembro. Dois homens, com idades entre 23 e 25 anos, foram presos depois que a polícia descobriu várias armas de fogo diferentes e várias outras armas. (i24news)

O grupo terrorista iraniano Hezbollah, com sede no Líbano, está envolvido no tráfico de drogas e armas na América Latina. No Brasil, ele opera em conjunto com o Primeiro Comando da Capital (PCC) O presidente-eleito Bolsonaro chegou a receber ameaças deste grupo.




Historiador francês: sociedade multicultural conduz a uma sociedade multi-conflito; o islamismo declarou guerra contra nós

Resolução da União Européia exige que os críticos do LGBT e do Islã sejam processados e presos

Em Defesa da Cultura Ocidental - Derrubando o Multiculturalismo | Dinesh D'Souza

EUA: islamistas são eleitos, dois deputados, um procurador geral
Um dos riscos de existir um contingente populacional alto de muçulmanos é que eles acabam votando nos seus "irmãos de fé." Rashida Tlaib e Ilhan Omar, foram eleitas para o Congresso, em distritos no estado de Minnesota. Tanto Tlaib quanto Omar têm visões extremistas contra Israel, a tal ponto de que o grupo judeu de extrema-esquerda J. Street não as apoiou. Tlaib é a primeiro palestino-americana eleita para o Congresso. Omar é acusada de ter forjado um casamento com o próprio irmão para conseguir ingresso nos EUA, burlando as leis migratórias com crime de perjúrio. Já Keith Ellison foi eleito Procurador Geral de Minesota, cargo que o permitirá manipular a lei pela causa de Alá (Breitbart, PJMedia, PJMedia).

Rashida Tlaib, Ilhan Omar and Keith Ellison

ONU, União Européia e George Soros oferecem aos migrantes muçulmanos cartões de débito pré-pagos para financiar sua viagem através da Europa
Os migrantes ilegais receberam apoio financeiro durante as suas longas viagens através da Europa. Segundo o site esloveno Nova24, a polícia croata informou que o ACNUR e a UE, em cooperação com a MasterCard e a Soros, distribuem generosamente cartões de débito pré-pagos para os migrantes. Durante a escala nos países da Europa Oriental, eles retiram dinheiro dos caixas eletrônicos para estocar suprimentos. Os migrantes eram bem equipados com botas de alta qualidade recém-adquiridas, roupas de caminhada, smartphones e até mesmo armas. (https://voiceofeurope.com/2018/11/un-eu-and-soros-provide-migrants-with-prepaid-debit-cards-to-fund-their-trip-to-and-through-europe/)

Áustria: Sebastian Kurz rejeita Pacto de Migração da ONU
A Áustria disse na quarta-feira que não assinará um pacto de migração das Nações Unidas para "defender sua soberania nacional". Os Estados Unidos e a Hungria já rejeitaram o Pacto Global pela Migração, que addvoga à ONU o decisões com respeito a alocação de imigrantes. (The Local). Outros países que irão rejeitar o Pacto são Hungria, Polônia, Croácia, Eslováquia, República Tcheca

Grã-Bretanha: Governo conservador quebra promessa e irá assinar o Pacto
O Partido Conservador britânico prometeu reduzir a imigração “de centenas de milhares para dezenas de milhares” nos manifestos eleitorais gerais de 2010, 2015 e 2017. (voiceofeurope)

Suécia: esquerda deseja dar direito de votos aos cidadãos estrangeiros
Um projeto de lei apresentado no parlamento sueco por nove membros do Partido da Esquerda propõe estender os direitos totais de voto aos imigrantes que não têm cidadania sueca. Este passo permitir-lhes-ia votar nas eleições parlamentares, bem como nos referendos e até nas eleições da União Européia. (Sputinik News)

Grã-Bretanha: Ministério das Relações Exteriores admite que recusou ajudar Asia Bibi por receio da violência da multidão islâmica ensandecida no país
O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido admitiu que a vítima de blasfêmia cristã Asia Bibi foi impedida de receber asilo por temer ataques a seus funcionários consulares. Os funcionários britânicos no Paquistão pediram ao Ministério do Interior, liderado por Sajid Javid, que capitulasse para os extremistas islâmicos, como feito pelo governo paquistanês.
O Reino Unido se acovardou com o caso de Salman Rushdie, autor do livro Versos Satânicos, em 1988, numa época na qual a quantidade de muçulmanos era muito pequena. Agora, que eles estão tão instalados que existem até cidades majoritáriamente muçulmanas paquistanesas, e penetraram no tecido político e administrativo, o Reino Unido nunca iria se posicionar em favor de uma não muçulmana em oposição aos seus novos mestres islâmicos. (britishpakistanichristians)

Austrália: muçulmana pode esconder o rosto em banco mas infiél australiana não 
Ativistas da Australian Liberty Alliance usaram uma burca e um capacete em um banco da cidade de Melbourne para mostrar o quão ridículo o "politicamente correto" e o multiculturalismo se tornou. Um Ex-soldado israelense, Avi Yemini, se vestiu com um niqab (cobertura total apenas deixando os olhos à vista).  A presidente do grupo, Debbie Robinson, usou um capacete de motociclista. Ambos entraram em um banco e provocaram reações muito diferentes dos seguranças do banco. Enquanto que ele não, confundido com uma muçulmana, não foi importunado, ela foi acossada pelos seguranças que a obrigaram a tirar o capacete. Só então, ele retirou o niqab e eles deram uma lição no banco sobre o tratamento diferenciado que muçulmanos recebem. Os seguranças se defenderam dizendo que eles apenas estavam seguindo ordens (dailymail).

Guerra civil na esquerda globalista: Facebook e Soros Foundation se degladiam
George Soros tentou comprar o Facebook e o Zuckerberg recusou. Então, Soros fez as susas trapaças de costume e as ações do Facebook baixaram. Zuckerberg retaliou contratando uma firma de propaganda para expor Soros. Soros, agora com a ajuda da mídia, está tentando destruir o Facebook. (cnbc)

Alemanha: crianças árabes esfaqueiam menina alemã de 8 anos de idade; professora tentou acobertar o incidente
Garotinha alemã de oito anos leva facada com um objeto cortante após ser vítima de bullying. E o detalhe mais aterrador, graças a política de imigração em massa da Angela Merkel (A Louca), a escola é de maioria árabe e turca. Detalhe ainda pior: A professora tentou acobertar a situação. (Voice of Europe)




Iraque: Mais de 200 valas comuns de vítimas do Estado Islâmico encontradas
As sepulturas contêm os restos mortais de milhares de pessoas, mulheres, crianças, idosos e deficientes, bem como membros das forças armadas e policiais do Iraque. Os túmulos estão concentrados em quatro províncias - Ninewa, Kiruk, Salah al-Din e Anbar - nas partes norte e oeste do país, perto da fronteira com a Síria. (Reuters)

Austrália: somaliano, simpatizante do Estado Islâmico, explode caminhão e esfaqueia três em Melbourne
Duas vítimas morreram. Jihadista levou tiro no peito ao tentar esfaquer policial e acabou morto. (PJMedia)


Rússia: Mulher-bomba suicida explode na Chechênia
Uma mulher explodiu-se perto de um posto policial em Grozny, a capital da região russa da Chechênia, em uma tentativa de ataque terrorista. A reação rápida da polícia garantiu que o incidente não levasse a mais baixas. (RT)

Síria: Terroristas usam gás de cloro e deixam 50 civis feridos na Síria, diz mídia local 
Um evento que passou despercebido pela grande imprensa (Sputnik).



EUA: incêndio em mesquita na Carolina do Norte foi acidental
O corpo de bombeiro disse que foi problema elétrico. Muçulmanos diziam ter sido "crime de ódio." (iqna)



Liberdade de Expressão e Blasfêmia - Exemplos

Malásia: finlandeses presos por muçulmanos por causa de "panfletos cristãos"
Quatro finlandeses foram presos em uma ilha da Malásia durante suas férias, por distribuirem panfletos sobre o cristianismo, informou a polícia nesta quarta-feira. Eles podem pegar até cinco anos de prisão. (channelnewsasia)



Mesquitas: lugar de oração ou central de operação?

República Tcheca: ex-imã preso acusado de promover o terrorismo islâmico
Imam Samer Shehadeh pode pegar até 15 anos de prisão se for condenado por apoiar, promover e financiar o terrorismo. De acordo com relatos da mídia, os outros suspeitos são o irmão de Shehadeh, Omar, e a esposa de seu irmão. Os serviços de inteligência tchecos começaram a investigar o Imame Shehadeh em 2016. Enquanto em Praga, ele supostamente tentou radicalizar os muçulmanos. (Radio Praha)


Muçulmanos desejam Sharia -Exemplos

Irmandade Muçulmana: 90 anos de terrorismo, infiltração e Jihad global
Leia o artigo no blog.

Malásia: líder muçulmanos se opõe a convenção contra a discriminação racial pois ela colocaria o Islã no mesmo nível que as outras religiões 
Datuk Seri Abdul Hadi Awang, vice-presidente da União Internacional de Estudiosos Muçulmanos, disse que muçulmanos devem se opor à Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial disse que "é obrigatório para os muçulmanos dizer que o Islã está correto. Podemos dar direitos a outras religiões, mas dizer que outras religiões são o mesmo que o Islã é inaceitável." (nst)


Perseguição aos Ateus
Logo infundirei o terror nos corações dos descrentes; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! (Alcorão 8:12)
Os dez piores países para ateus são todos islâmicos
A União Internacional Humanista e Ética (IHEU) divulgou “seu sétimo Relatório Anual de Liberdade de Pensamento na Assembléia Geral da ONU em Nova York”. Ele listou os 10 melhores e os 10 piores países para os ateus. A Arábia Saudita foi identificada como o pior país para os ateus, seguido pelo Irã, Afeganistão, Maldivas, Paquistão, Emirados Árabes Unidos, Mauritânia, Malásia, Sudão e Brunei. (IHEU)


Arábia Saudita: jornalista torturado até a morte na prisão
O jornalista e escritor saudita Turki Bin Abdul Aziz Al-Jasser foi preso e torturado até a morte. Autoridades sauditas afirmaram que ele administrava a conta no Twitter Kashkool, que revelava violações de direitos humanos cometidas pelas autoridades sauditas e pela família real.  (middleeastmonitor)


Perseguição Cristãos: Parte 1Parte 2
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
Egito: Jihadistas matam 7, ferem 14 em ônibus com destino a mosteiro cristão copta (gráfico)

No islamismo, 'Maria, mãe de Jesus', significa 'negação da divindade de Jesus'
Leia o artigo no blog.

O Extermínio da Minoria Cristã do Iraque
Livros escolares ensinam que os cristãos são "extrangeiros indesejados" apesar do Iraque ter se tornado cristão vários séculos antes de ser conquistado pelos muçulmanos no século VII. (Raymond via Gatestone)

Iraque: cristãos expulsos pelo ISIS, agora retornam ... para encontrar suas casas ilegalmente confiscadas 
Centenas de cristãos iraquianos que fugiram da perseguição do Estado Islâmico tiveram suas casas ilegalmente confiscadas. Pelo menos 350 propriedades de cristãos foram ocupadas por vigaristas e autoridades. O governo iraquiano impediu a venda de apenas 50 propriedades, segundo uma investigação da rede de televisão iraquiana al-Sumaria (Express).

Egito: Homem empunhando faca e Alcorão ataca cristãos na Igreja de St. George
O homem de 22 anos entrou na igreja através de uma sala destinada a assar pão para a Ceia do Senhor durante um culto de oração. Ele esfaqueou o padeiro e um outro cristão, aos gripos de Allahu Akbar. A política alegou que ele tem problemas mentais, mas as vítimas contestam essa explicação, chamando-a de uma tentativa velada de esconder o extremismo islâmico prevalente em todo o Egito. (Christian Examiner)

República Centro-Africana: pelo menos 42 mortos em ataque à Catedral do Sagrado Coração em Alindao
Pelo menos 42 pessoas morreram, incluindo um padre. Algumas estimativas não oficiais disseram que o número de mortos pode chegar a 100. Muitas das pessoas mortas eram refugiados que se abrigavam na Igreja. O ataque foi feito pelo grupo islâmico Selaka. (CNA)

Moçambique: cresce a perseguição de islâmicos a cristãos
Segundo o canal local News24, nas últimas três semanas, os membros do grupo extremista auto-denominado Al-Shabbab, queimaram 230 casas e decapitaram 23 cristãos, incluindo crianças.
(noticias.gospelprime)

Malásia: finlandeses presos por muçulmanos por causa de "panfletos cristãos"
Quatro finlandeses foram presos em uma ilha da Malásia durante suas férias, por distribuirem panfletos sobre o cristianismo, informou a polícia nesta quarta-feira. Eles podem pegar até cinco anos de prisão. (channelnewsasia)

Perseguição Judeus (Boletim de Anti-Semitismo)
"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e  que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizyah em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". (Alcorão 9:29)
"Hadice de Ódio": O Profeta, que Alá o abençoe e lhe conceda a salvação, disse: "O Dia do Julgamento não acontecerá até que os muçulmanos lutem contra os judeus (matando os judeus), quando o judeu se esconderá atrás de pedras e árvores e elas dirão "Ó servo de Alá, existe um judeu escondido. Venha e mate-o."

Vídeo: refutando a mentira palestina

Gigantesco Ataque com Mísseis Contra Israel Após o Catar Enviar Ajuda Financeira ao Hamas
O interessante é que Israel permitiu que as três malas cheias de dinheiro fossem entregues. O dinheiro serviria para pagar os funcionários públicos. Serviu foi para financiar a Jihad (Gatestone).

Palestinos lançam 400 foguetes contra judeus e, de repente, a mídia deixa de falar sobre anti-semitismo
O atentado na sinagoga nos EUA levou a imprensa a condenar o anti-semitismo (e, claro, acusar o presidente dos EUA, Donald Trump, de anti-semita). Mas bastou o Hamas lançar centenas de fogetes contra Israel, para a imprensa ficar caladinha. (Washington Examiner)
O Hamas tem em sua constituição o "Hadice de Ódio": anti-semitismo islâmico.

Alemanha: judeus pedem que imigrantes muçulmanos tenham aulas de anti-semitismo
"O problema do anti-semitismo árabe-islâmico está à nossa frente. Muitas dessas pessoas foram influenciadas por regimes em que o anti-semitismo é parte da lógica do Estado e ao Estado judeu é negado o direito à existência". (DW)

França: Muçulmanos atacam violentamente dois jovens judeus em uma única semana em Paris
“Uma jovem estudante vestindo o uniforme da escola judaica que ela frequenta foi abordada por um homem mais velho que falou com ela em árabe antes de lhe dar um soco nas costas.” E então “um incidente separado no dia seguinte foi relatado no 19º arrondissement. no nordeste de Paris. Um jovem vestindo um yarmulke foi agredido por três jovens em um ponto de ônibus depois que ele notou que um deles estava tentando roubar um laptop da bolsa. Depois que viram o yarmulke do jovem, os jovens gritaram insultos antissemitas e o empurraram para o chão, socando-o e chutando-o enquanto ele caía.

Ricard Abitbol, ​​presidente da Confederação de Judeus na França e Amigos de Israel, disse : “Em poucas décadas, não haverá judeus na França. E também há um problema na Europa. Quase não há judeus agora, eles estão partindo. Então, é terrível o que vou dizer, mas a Europa continua em paz o que Hitler fez pela guerra.” (algemeiner)

Irã: em visita, Louis Farrakhan, lidera canto "Morte aos EUA" e chama judeus de cupins
Em visita ao Irã, o líder do grupo americano Nação do Islã liderou o canto "Morta aos EUA" e "Morte à Israel", que ocorre de toda sexta-feira (Fox). Anteriormente, via tuíter, ele comparou os judeus a cupins (Blitz)

Chanceler alemã Angela Merkel exige que o presidente romeno não transfira sua embaixada para Jerusalém 
Em um esforço para impedir que o governo da Roménia transfira sua embaixada para Jerusalém, a chanceler alemã, Ângela Merkel, chamou o presidente da Roménia, Klaus Iohannis, em abril, pedindo que ele parese o anúncio declarado de Bucareste de transferir seu prédio diplomático para a capital israelense. (JPost)

Alemanha: Refugiado sírio suspeito de assassinar milionário alemão que o ajudou e lhe deu uma casa
Mohammed Omran Albakr assassinou seu patrocinador, Michael Riecher, porque descobriu que Riecher era judeu e que estava patrocinando a renovação e restauração de uma sinagoga (Jihad Watch).




Indonésia: decreto religioso (Fatwa) contra a vacinação leva a crescimento dos casos de sarampo e rubéola
Em agosto, o Conselho Indonésio de Ulama, o órgão islâmico mais importante do país, declarou oficialmente proibida a vacina contra sarampo e rubéola,  sob alegações de que eram baseadas em material derivado de porcos. Como resultado, as taxas de imunização caram. (sciencealert)





.➽

domingo, 25 de novembro de 2018

Historiador francês: sociedade multicultural conduz a uma sociedade multi-conflito; o islamismo declarou guerra contra nós

O premiado historiador francês Georges Bensoussan adverte que sociedades multiculturais levarão a sociedades multi-conflito e que o Islã é incompatível com os ideais iluministas da civilização ocidental.
A história mostra  que sempre existe uma cultura dominante. Na ausência de uma, os grupos se degladiam permanentemente até que uma se torne preponderante. A história mostra que quando o islamismo se torna ascendente, as demais culturas desaparecem. O islamismo é monocultural.  
Em entrevista ao Causeur.frGeorges Bensoussan, autor de "Territoires perdus de la République" (Territórios Perdidos da República), adverte que a identidade nacional da França está em ruínas, exacerbada pela culpa por seu passado colonial, e que isso levará à violência.

“Uma sociedade multicultural (não confundir com uma sociedade multiétnica)” se tornará “cada vez mais sinônimo de sociedade com múltiplos conflitos” segundo Bensoussan, que diz que a França “descarta sua própria história e se mortifica infinitamente”.

Ele acrescentou que existem mais de 500 áreas "problemáticas" onde o Islã salafista está assumindo o controle e se tornando cada vez mais imune à aplicação da lei.

Bensoussan diz que "uma guerra foi declarada a nós" pelos islamistas e a falha em entender isso deixará os países europeus completamente "indefesos".

Ele observa que o Islã é "fundamentalmente incompatível" com "o ideal do Iluminismo no qual nosso modo de vida foi construído" e que isso garante "um amanhã difícil".

No início deste mês, o ex-ministro do Interior da França, Gérard Collomb, advertiu que a falta de integração das novas ondas de migrantes [muçulmanos] levará a um colapso importante da sociedade dentro de cinco anos.

"As comunidades na França estão entrando em conflito umas com as outras cada vez mais e este conflito está se tornando cada vez mais violento", disse Collomb, concordando com o entrevistador que alguma forma de colapso social como partição ou secessão de partes do país era uma grande preocupação. Ele acrescentou:
“Hoje vivemos lado a lado. Temo que amanhã seja cara a cara”, acrescentou.
Segundo as estatísticas, 550 novos migrantes chegam todos os dias em Paris, onde os acampamentos, lixo, pobreza e degradação são agora comuns. Em apenas uma área, St. Denis, existem mais de 400.000 imigrantes ilegais. 


Georges Bensoussan


A entrevista completa segue abaixo. (Aviso, tradução através de programa de computador - perdão)


"A sociedade multicultural é mais e mais sinônimo de uma sociedade multiconflito"

Entrevista com Georges Bensoussan, autor dos "Territórios Perdidos da República"

por Anne-Sophie Chazaud - 20 de novembro de 2018 


Dezesseis anos antes dos jornalistas do mundo, o historiador Georges Bensoussan denunciou a islamização de certos distritos da nação nos Territórios Perdidos da República. Em uma entrevista com Causeur , ele confirma suas observações e rejeita os julgamentos de "ideologia" que são feitos por esses meios, que mesmo assim chegam à mesma conclusão ...

Causer . Em seu discurso de recepção Prêmio Nacional de secularismo , você fala com emoção e gratidão a memória de seus dois professores da escola primária do boulevard Belleville onde você veio nos últimos anos da guerra na Argélia. Você designa esta escola como a "matriz moral" onde "secularismo em ação" significava integração no crisol da Grande Nação de 1794 e da República . Qual é o estado dessa "matriz moral"? ? O secularismo e a integração não se tornaram noções quase suspeitas? Ainda é permissível vincular a noção de República e de nação quando ela é constantemente acusada de todos os males pelo presidente que, no entanto, a representa?

Georges Bensoussan. Era uma matriz moral porque estávamos fazendo sociedade. A dominação do imperativo econômico ainda não mercantilizou totalmente a vida, em parte congelou as relações humanas nas "águas frias do cálculo egoísta" (Marx), nem transformou qualquer atividade em espetáculo. Estávamos empresa também porque o choque migratório, dobrou nos últimos dois a três anos de integração lento se não for quebrado, não tinha desconstruído a empresa francesa para mergulhar em um confronto do comunitarismo paradoxalmente marcado pelo descrédito trouxe à noção de identidade.

Fizemos sociedade porque o bem comum mantinha um significado, e a esquerda, apesar de suas falhas e divisões, ainda se encarregava dos interesses das classes populares. Estávamos, então, a mil quilômetros de distância dessa esquerda socialista que floresceu na sequência da eleição de François Mitterrand em 1981, e ainda mais após a virada de 1983. Ainda não era o tempo do divórcio consumado com o aulas tão bem analisado por esta noção em demasia Jacques Julliard, o "povo", fazendo livres-pensadores sneer mas que no entanto continua a ser uma realidade tangível, com a condição de se mover, de viajar, de mergulhar no "país profundo ".

Se o secularismo e a integração são vistos hoje como sugadores do colonialismo, isso significa que nunca saímos do colonialismo. Esse padrão de vitimização, cultivado entre os nativos da República e sua musa Houria Bouteldja, é mantido por uma pequena parte da esquerda intelectual que fez seu negócio de mídia. Essa visão não é apenas historicamente errônea, induz uma cultura de desculpa que, em seu corpo defensor, reproduz um esquema colonial segundo o qual o outro não é visto como meu igual, mas como um ser diminuído pelo sofrimento. que anteriormente me infligiu pelos meus antepassados. Hoje, o secularismo e a integração são desafiados em nome do indigenismo: sabemos há muito tempo que a antífona do "direito à diferença" levaria um dia à diferença de direitos.

A perversão ideológica da parte do anti-racismo, portanto, dá à luz hoje de uma regressão tribal que bloqueia em uma identidade fechada e atribui residência, ad infinitum, porque de nascimento: este é os comícios retórica por exemplo, racializado, proibido para brancos. Essa tendência ideológica, que rompe com a noção de universal, encontra a primazia da raça no final do século XIX. É nos antípodas do mundo da iluminação.

Dezesseis anos após o lançamento dos Territórios Perdidos da República, qual é a posteridade e a atualidade desse trabalho fundamental de descrever uma realidade que algumas pessoas não queriam enfrentar? A situação se deteriorou ainda mais ou as lições foram aprendidas com esse trabalho?

Se dezesseis anos depois, eu tivesse que refazer agora os Territórios Perdidos da República, eu os teria intitulado Territórios Perdidos da nação.. Porque a nação está enraizada, mas sem fechamento na Barres, é a identidade aberta da Revolução Francesa que fala em francês e fala aos homens, e isso não separa os direitos humanos dos direitos. do cidadão, porque só existe humanidade quando os deveres estão ligados aos direitos. A República, muitas vezes esquecemos, é apenas uma forma de regime, mesmo que seja verdade, que na França, é levado pelo sopro de 1792, 1848, 1870, sem esquecer a recuperação. do verão de 1944. Que pôs, pôs debaixo do alqueire a palavra "nação" por medo da identidade misturada com nacionalismo, exclusão e guerra, ajudou a refrear a integração de milhões de estrangeiros chegaram por cinquenta anos. Como se integrar em uma nação que descarta sua própria história e se mortifica infinitamente? A noção de identidade nacional foi caricaturada em uma máquina para excluir, ao passo que é um longo desenvolvimento conflituoso iniciado pelo menos desde a segunda metade do século XVI com guerras chamadas "religião". Nesse vazio, escorregou um vetor identitário de violência em ruínas, uma sociedade multicultural (não confundir com uma sociedade multiétnica) cada vez mais sinônimo de sociedade em múltiplos conflitos.

Dezesseis anos depois dos territórios perdidos da República , a posteridade deste livro é principalmente uma fórmula usada para a sede. O que descrevemos então, depois de outros (penso particularmente em Christian Jelen), foram apenas os primeiros sintomas de um apodrecimento por vir. E quem aconteceu?

Se a notícia nos provou bem além do que temíamos, a verdadeira questão é sobre a responsabilidade daqueles que se recusaram a ver o que foram mostrados, que nos insultaram, os chamaram de "ideólogos, "Mentes simplistas", desde que a inteligência, todos sabem desde o tempo da dominação cultural do Partido Comunista Francês no início dos anos cinquenta, está do seu lado.

A situação deteriorou-se? Há hoje na França, mais de 500 bairros "difíceis", nomeados pela antífrasis "cidades sensíveis", devastados pelo tráfego de todos os tipos e marcados pela progressão do salafismo. Territórios são formados fora do país, relutantes à lei republicana, onde a autoridade do Estado é por vezes atraída. Quem pode dizer, por exemplo, sem piscar, que a lei de 2010 sobre a proibição do uso do véu completo é plenamente respeitada?

As recentes investigações de jornalistas que, como Davet e Lhomme du Monde, descobrem em 2018 o que você mencionou em 2002, não dão, um pouco tarde, certo?

Você me cita o trabalho desses dois jornalistas do mundo sobre a islamização de Seine-Saint-Denis e evoca a idéia de que suas obras nos dão razão a posteriori . Você nunca obterá esse tipo de reconhecimento das pessoas que, como disseram aos microfones, consideram que estávamos na  "ideologia" enquanto faziam um "trabalho científico". ". Não há nada para responder a esta má fé, se não lembrar de alguns fatos: em 2002, o Le Mondenós nos envolvemos em um silêncio denso. Em 2015 e mais tarde, não conseguindo mais ficar calados, nos viram multiplicar o "limite de palavras" e flertar com as "idéias nauseantes" limpas, todo mundo sabe, as "horas escuras ...", etc. Você acredita que essas pessoas capazes de humildade reconhecer que os outros, antes deles, tinham percebido as rachaduras desta sociedade, enquanto que como jornalistas (o que não éramos) eles deveriam ter sido o primeiro a vê-los e dizê-los? É sua má conduta profissional que eles não estão prontos para nos perdoar.

Por outro lado, a estigmatização sob o rótulo de "ideologia" merece mais explicações. Digamos que, na verdade, esses dois jornalistas: "A ideologia é estranha para nós", e esta é precisamente uma postura eminentemente ideológica em que ele reflete a legitimidade do poder no lugar, o que não pode concordar com ser qualificado como ideológico, sob pena de questionar o magistério que ele exerce.

Para muitas pessoas, ainda existe a idéia de que há apenas uma palavra legítima, que emana dessa encarnação do poder estabelecido, que é o jornal chamado de "referência". Pois o que está em jogo por trás da acusação de "ideologia", em oposição ao "rigor científico", é uma disputa de legitimidade. Isso quer dizer uma luta por lugares . Qualificar um livro de uma maneira geral, sem um argumento preciso, e relativo a fatos específicos, não é uma avaliação objetiva, mas trivial, eu ia dizer trivialmente, um processo retórico destinado a deslegitimar in abstracto, e portanto, de fato, silenciar, tal ou qual voz considerada perturbadora.

Por outro lado, e neste caso, a oposição artificial entre "ideologia" e "trabalho científico" tem a vantagem de mascarar algumas das fraquezas inerentes ao trabalho jornalístico, que permanece, sejam quais forem suas qualidades, muitas vezes grande, a expressão de um olhar de fora para as testemunhas imersas na vida que pretendem descrever. Esta é a força dos testemunhos dos professores que eu havia reunido nos territórios perdidos da República , professores que às vezes trabalham há mais de dez anos no coração desses chamados bairros "sensíveis". Essa foi uma grande diferença entre os jornalistas, por mais rigorosos que fossem, que estavam passando apenas por vários meses.

Qual a sua opinião sobre a ação atual do executivo sobre a questão do secularismo? O Ministro da Justiça anunciou recentemente uma possível flexibilização da lei de 1905 para facilitar o estabelecimento de um islamismo da França, enquanto o tão aguardado discurso de Emmanuel Macron sobre o secularismo ainda não chegou. O que inspira essa tendência? 

Tocar a lei de 1905 é entrar no caminho da acomodação e renúncia que, posto de ponta a ponta, abrirá caminho para a servidão coletiva. Se não conseguimos entender que uma guerra nos foi declarada, que ela se opõe frontalmente a duas visões do mundo fundamentalmente incompatíveis, e que o Islã, disse fundamentalista, não tem nada a ver com o ideal da Iluminação em que nosso modo de vida é construído, estamos caminhando para um amanhã difícil. E isso é um eufemismo ... No entanto, devemos entender essa distinção entre o Islã como uma realidade social, ou seja, a multiplicidade de práticas da fé muçulmana, para muitos pacificados, e o Islã como um corpo de doutrina teológica e especialmente político e legal, que não tem nada a ver com o que é chamado de Iluminismo.

Você citou as palavras terrivelmente lúcidas de Martin Luther-King: "No final, não nos lembraremos das palavras de nossos inimigos, mas dos silêncios de nossos amigos", como você sai do livro de 30 meses de idade. especialistas em jihad judicial. Você pode nos contar mais sobre esses amigos, cujo silêncio e complacência que você sente terão sido prejudiciais e culpados?

Quando o inimigo declara guerra contra nós, não precisamos reclamar dos golpes que ele está nos levando. Por outro lado, quando o acampamento considerado amigável mantém o silêncio, ou até mesmo une seus golpes aos de nossos adversários, esta é a pior situação que pode ser concebida. Penso naquela parte da esquerda que enganou o anti-racismo em um instrumento de "politicamente correto", um conceito não-trivial, uma máquina de guerra na verdade que acaba matando pela raiz qualquer vida intelectual transformada em um tribunal permanente onde na caixa do acusado empilhavam os autores de inúmeros "patins" ...

Vamos à aberração para ver o Licra sentado em janeiro de 2017, contra mim, ao lado dos islamistas. Essa foi, nós sabemos, a decisão de um quádruplo de personalidades oscilando entre o ódio e a estupidez. Uma decisão que dividiu profundamente essa organização. O silêncio de amigos, foi bastante a miríade de pequenos atos de covardia para temer por seu lugar, por sua posição, com medo de se afastar da ortodoxia e conformismo que fornece a você a pensar, com medo de desagradar e às vezes em o contexto profissional do Memorial do qual fui expulso, sufocado pelo medo de me exprimir em um lugar que deveria ter sido um modelo de democracia e liberdade. Las ...

Temo, além disso, que, impulsionado por tais líderes, de mente estreita e quilômetros de distância das almas dos pais fundadores, a memória da catástrofe judaica não se transforma em um moralismo plano. Tem um projeto político e educativo limitado ao número de visitantes, alunos e professores em formação tendo ultrapassado o limiar da instituição. Receio que esta gestão contábil encoraje uma reflexão dos mais pobres, um caldo misturando "dever de memória", promovendo a "tolerância" para acabar com o elogio da "diversidade" e da "convivência". Um modismo moralista pouco capaz de detectar no solo cultural de nosso tempo e em nossas "sociedades pós-nazistas", nas palavras de Pierre Legendre, as sementes das políticas assassinas em massa de amanhã. Ao perder de vista essa questão, mas importante, política: Como uma sociedade avançada concebeu Treblinka? Porque, através do destino singular do povo judeu, resta a questão da substância.

Em seu trabalho sobre o Holocausto em particular, você enfatiza a necessidade de não banalizar, banalizar esses episódios trágicos na história, explorando-os, multiplicando as cerimônias memoriais e invocações moralizantes. Deste ponto de vista, o que você pensa sobre o recurso agora feito à comemoração pelo poder político e as muitas reviravoltas e interpretações da história que os governos têm aceitado nos últimos anos, e ainda mais nos últimos meses? Como tal, o que inspira, por exemplo, o projeto Museu Memorial das Vítimas do Terrorismo, enquanto o Ministério Público não hesita em perseguir historiadores que, como você, tentam fazer seu trabalho livremente?

Como você corretamente salienta, o projeto "Memorial às Vítimas do Terrorismo" está ocorrendo concomitantemente com a acusação de vários intelectuais acusados ​​simplesmente de dizer o que vêem. Isso faz parte da dicotomia de uma sociedade que multiplica invocações moralizantes e imprecações, condenações e leilões, abstendo-se de nomear a fonte do mal.

Para projetar um memorial das vítimas do terrorismo quando a guerra que está sendo travada não é completa, é reconhecer, além de nós mesmos, nossa incapacidade de agir. A pessoa se refugia na memória quando se desiste (ou não se pode fazer) com a ação. Lembrando que a comparação não é assimilada, como esquecer que o projeto do Yad Vashem remonta a 1942, quando a maioria das vítimas ainda estava viva? Era necessário pensar em tragédia no passado porque os jovens sionistas do Lar Nacional Judaico não tinham controle sobre o presente.

Aqui, a situação é diferente, mas quando alguém se recusa a nomear um Islã que ainda não realizou uma reforma de substância (será capaz disso?), E que a carnificina sempre irá responder: "Você não terá meu ódio", é uma avenida aberta para derrotar.

Por isso, parece-me que evocar um memorial das vítimas do terrorismo sem identificar a fonte dessa violência permanecerá como a manifestação de nosso desamparo para enfrentar a guerra que nos é feita. Há vários anos citei, a esse respeito, essas poucas palavras de um sermão proferido por Bossuet na Páscoa de 1662: "Deus ri de homens que deploram os efeitos dos males cujas causas acalentam. " Também é necessário notar que não é mesmo aqui buscar" as causas", mas apenas manter um silêncio tímido diante do perigo.


sábado, 17 de novembro de 2018

Resolução da União Européia exige que os críticos do LGBT e do Islã sejam processados e presos

Apresentamos abaixo a tradução do artigo EU Resolution Demands Critics of LGBT and Islam Be Prosecuted, escrito por Alex Newman, e publicado no New American.
O artigo trata da tentativa de controle da informação por parte da União Européia, que ameaça prender todos os cidadãos europeus que expressem alguma crítica, por menor que seja, contra o projeto de uma europa sem fronteiras, governada, em Bruxelas, por burocratas que nunca foram eleitos. 
Uma resolução, aprovada no "parlamento europeu", define que quem se opor à islamização da europa é facista, nazista, racista, xenófobo, etc. A resolução parece ter sido escrita por ativistas radicais de esquerda, mas, de fato, ela representa o pensamento da elite globalista - a esquerda está apenas fazendo o seu papel de marionete e tropa de choque dos globalistas. 
Quanto a "críticas ao movimento LGBT" isso se destina a atacar o cristianismo, a base da civilização européia, que é visto como um entrave ao globalismo e precisa ser enfraquecido.  Um cristão que repetir o que a Bíblia diz sobre homossexualismo vai ser preso. Mas, nada acontece com um muçulmano que repetir o que a lei islâmica estabelece para os homossexuais. 

DUBROVNIK, Croácia - À medida que a consciência da perigosa agenda globalista para subverter a liberdade e a soberania cresce em todo o mundo ocidental, os totalitaristas dentro da União Européia (UE) estão em tal pânico que agora estão exigindo abertamente a censura da Internet, da imprensa e da liberdade de expressão. Eles também estão dizendo aos governos nacionais que as organizações com as quais eles discordam devem ser totalmente proibidas. E eles pediram que governos e empresas façam propaganda ativa sobre o público. Críticos da homossexualidade, confusão de gêneros, islamismo, e fronteiras abertas estão todos na mira da UE. E, ironicamente, os figurões da UE estão fazendo todas essas exigências totalitárias e intolerantes em nome da "democracia" e da "tolerância". Bem-vindo ao mundo orwelliano do discurso duplo globalista da UE.

Em uma resolução aprovada esmagadoramente em 25 de outubro (transcrita abaixo), pelo pseudoparlamento europeu, que não é um órgão legislativo no sentido tradicional do termo, os políticos radicais da UE exigiram que os governos nacionais "efetivamente proibissem" as organizações que a UE descreve como "neofascistas." O comunicado de imprensa deixou o termo indefinido, mas declarações oficiais divulgadas pela UE e o próprio texto da resolução, deixam claro que os alvos incluem críticas de fronteiras abertas, imigração islâmica em massa e a erosão de estados-nação e identidade nacional. Críticos do movimento de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) também são alvo de perseguição. Alguns analistas também notaram que a resolução visava não tanto fascistas, mas sim aqueles que se oponham às políticas cada vez mais fascistas da elite ocidental dominante. De fato, o documento poderia ter sido escrito pelo violento grupo fascista Antifa, devido ao seu teor.

O documento da UE é impressionante em sua franqueza. "O direito à liberdade de expressão não é absoluto", diz a resolução da UE, denunciando repetidamente o "extremismo de direita" na Croácia, na Polônia e em outras nações européias como fonte de praticamente todos os problemas. O texto quase cômico, que procura relacionar opiniões que a UE odeia com ódio real, também está repleto de ordens para que governos nacionais e outros órgãos da UE entrem em guerra contra o "extremismo de direita", indefinido, e todo tipo de "intolerância", também indefinida. Não existe uma única palavra  para condenar ou combater o extremismo de esquerda, o comunismo, o socialismo, a jihad violenta, o islamismo, o fanatismo globalista, o totalitarismo ou a escalada do fanatismo oficial contra cristãos e comunidades cristãs em grande parte da Europa.     

Além disso, o controverso esquema aprovado pelo "Parlamento" da UE exige a proibição do "discurso do ódio" em todas as nações. As proibições, que já estão em vigor em muitas nações membros da UE, visam tudo, desde a oposição à agenda homossexual (LGBT) até críticas ao islamismo e fronteiras abertas. Para fazer valer esses controles de fala, a medida da UE pede o estabelecimento de “forças policiais” especiais que trabalhem para processar e prender todos os criminosos que pensam diferente e aqueles que proferem idéias proibidas. Considere que os cristãos em vários países da UE já estão sendo presos simplesmente por citarem o que a Bíblia diz sobre homossexualidade ou gênero. Políticos foram presos por citarem as visões de Winston Churchill sobre o Islã. Até a Bíblia foi considerada como "discurso de ódio" por uma nação da UE . E isso é apenas o começo.

Finalmente, a nova medida da UE, baseando-se em vários esquemas das Nações Unidas como justificação, “exige” que os estados membros e federações desportivas da UE “neutralizem o flagelo do racismo, fascismo e xenofobia… promovendo atividades educativas positivas dirigidas a jovens, em cooperação com escolas e organizações da sociedade civil.” “Cooperação” com empresas de mídia social para impulsionar opiniões da UE através da Internet também é “necessária”, disse o “Parlamento”. Em outras palavras, a UE está pedindo campanhas de propaganda financiadas por impostos pelo governo para espalhar pontos de vista aprovados pela UE. A resolução também está trabalhando para recrutar empresas privadas, equipes esportivas, governos nacionais e outras instituições em seus esforços de doutrinação. 

Ironicamente, parte do programa foi apelidado de educação, e supostamente visa educar. "Os deputados salientam a importância da educação, para aumentar a consciência histórica entre os jovens e apelam a uma clara rejeição dos crimes fascistas do passado", diz o comunicado oficial sobre a resolução. Enquanto o apelo à educação sobre crimes fascistas pode valer a pena - afinal, todos devem conhecer a história dos crimes do governo, e particularmente o democídio, para evitar futuros horrores - conspícuamente ausente é um apelo por mais educação sobre os crimes comunistas. Os governos comunistas assassinaram mais de 100 milhões de seu próprio povo nos últimos 100 anos. E, no entanto, em vez de prisão, muitos "antigos" comunistas desses mesmos regimes de assassínio em massa trabalham agora em altos níveis na UE, em Bruxelas.

Talvez o elemento mais desonesto e desequilibrado dos crescentes ataques à liberdade de expressão seja o abuso do termo "extrema-direita" pelos totalitaristas globalistas na UE e além, um termo encontrado em todo o documento. De um lado, os burocratas da UE e da ONU apontam para um pequeno número de nacionais-socialistas (nazistas), fascistas e racistas e os rotulam de "extrema-direita". E, do outro lado, eles apontam para qualquer um que eles não gostem - libertários, conservadores, cristãos, oponentes da migração em massa, euro-céticos, defensores da soberania nacional, proponentes da moralidade tradicional e muito mais - e aplicam o mesmo odioso rótulo de “extrema direita” a eles. Isso é propaganda clássica.

Na realidade, porém, os defensores totalitários dos controles de expressão no Parlamento da UE têm muito mais em comum com os nacionais-socialistas (nazistas), fascistas e racistas do que os conservadores, cristãos ou libertários. De fato, um destacado membro do Partido Conservador do “Parlamento” da UE recentemente apontou isso no plenário deste órgão pseudo-legislativo. “Quando você fala sobre extremistas de direita, temos que lembrar que os nazistas eram socialistas nacionais. É um ramo do socialismo”, explicou o eurodeputado Syed Kamall, líder do grupo dos conservadores no pseudo Parlamento da UE. "É uma ideologia de esquerda, eles querem as mesmas coisas que vocês, vamos ser bem claros." Os esquerdistas se assustaram. Mas Kamall estava certo.

De fato, os nacionais-socialistas acreditavam (e ainda acreditam) no controle massivo do governo sobre a economia, um estado de bem-estar inchado, controle restrito de armas, restrições de discurso, poder político centralizado e charlatanismo darwinista alegando que algumas “raças” de seres humanos eram geneticamente superiores aos outros. Eles também compartilhavam muito em comum com totalitaristas comunistas assassinos na vizinha Moscou. De fato, o chefe da propaganda nazista, Joseph Goebbels, muitas vezes se referiu ao ditador comunista assassino em massa Vladimir Lenin como o maior homem vivo, perdendo apenas para o chefe nacional-socialista Adolf Hitler. Goebbels também disse que “a diferença entre o comunismo e a fé de Hitler era muito pequena”, relatou o New York Times na época

O diretor do projeto Jihad Watch, Robert Spencer, um feroz crítico do islamismo e da imigração islâmica em massa para o Ocidente, apontou em seu site que o mais recente esquema anti-discurso da UE provavelmente aumentaria a perseguição daqueles que criticam o Islã. "Os eurodeputados estão vivendo em um mundo de fantasia", declarou ele, criticando a insinuação de que o aumento dos ataques violentos contra os judeus deve-se a organizações de "direita". "É por causa dos muçulmanos que eles estão trazendo para o continente em grande número, enquanto se movimentam cada vez mais para sufocar e criminalizar toda a dissidência de sua agenda."

Spencer também observou que os verdadeiros alvos da UE não eram fascistas ou nazistas, mas críticos da ideologia de fronteiras abertas da UE. "O problema é que a UE rotula como 'neofascistas' e 'neo-nazistas' todos aqueles que se opõem à sua agenda de migração muçulmana em massa e querem preservar os estados europeus como sociedades livres", advertiu ele, observando que o tribunal canguru europeus dos “direitos humanos” havia acabado de decidir que as críticas ao casamento do profeta islâmico Maomé com uma menina de seis anos (e fazer sexo com ela quando ela tinha nove anos) não eram protegidas como liberdade de expressão. “A Europa está, é claro, terminada”.

É claro que esta não é a primeira incursão da UE em exigir controles de fala e pensamento. Como o The New American informou no verão de 2016, a UE recrutou empresas de Internet sediadas nos EUA para ajudar na guerra contra a liberdade de expressão on-line. E no verão anterior, esta revista documentou uma iniciativa da UE para criar uma “unidade” dentro da auto-denominada agência “policial” européia, chamada Europol, para ajudar a censurar a Internet e se livrar do “extremismo”. Enquanto isso, a UE continua a financiar todos os tipos de “organizações não-governamentais”, financiadas por impostos, que promovem todos os tipos de extremismo, incluindo o financiamento para grupos extremistas LGBT com links bem documentados para grupos de pedofilia promovendo abertamente a pedofilia.

Como se em ação coordenada, a ONU, dominada por países ditadoriais e islâmicos, desencadeou uma nova rodada de ataques contra a liberdade de expressão, liberdade online, e muito mais. Na semana passada, um “Relator Especial” da ONU sobre “racismo” exigiu mais censura online de grupos de “ultra-direita” e “discurso de ódio”. Nunca mencionado é o fato de que todo o conceito de “discurso do ódio” foi introduzido pela ditadura soviética, e que normalmente se refere a qualquer discurso que os comunistas e globalistas odeiam. Enquanto isso, os principais integrantes da agência da ONU estão se preparando para regular e censurar a Internet, conhecida como União Internacional das Telecomunicações (ITU) da ONU, acabou de reeleger um agente chinês comunista, chamado Houlin Zhao, para o cargo mais alto.

Não é necessário concordar nem defender cada palavra falada por todos no mundo para se defender o direito de todos falarem livremente. A liberdade de expressão tem sido um conceito fundamental da civilização ocidental durante séculos. De fato, os fundadores dos EUA reconheceram a liberdade de expressão como um direito inalienável e dado por Deus. O fato de a UE estar literalmente a travar uma guerra contra as fundações de uma sociedade livre deveria ser alarmante para todos, independentemente das suas opiniões políticas. Não foi isso que os europeus disseram que a UE ia fazer quando o conceito foi impingido sob o disfarce de “livre comércio”. É hora de uma resistência mundial ainda maior à agenda globalista que anularia não apenas a liberdade de expressão, mas também a nacionalidade, o autogoverno e a liberdade. A alternativa é a escravidão - e isso é inaceitável.

Alex Newman, um correspondente estrangeiro do The New American, é normalmente baseado na Europa. Ele pode ser encontrado em anewman@thenewamerican.com. Siga-o no Twitter @ALEXNEWMAN_JOU ou no Facebook.

Artigos relacionados:

Resolução do Parlamento da União Européia
Textos adotados
Quinta-feira, 25 de outubro de 2018 - Estrasburgo Edição provisória (PDF)

Ascensão da violência neofascista na Europa
Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre o aumento da violência neofascista na Europa ( 2018/2869 (RSP) )
O Parlamento Europeu,

- Tendo em conta a Declaração Universal dos Direitos do Homem,

- Tendo em conta o relatório de 9 de maio de 2017 apresentado pelo relator especial da ONU sobre as formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata,

- Tendo em conta a Resolução 71/179 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 19 de dezembro de 2016, intitulada "Combater a glorificação do nazismo, o neonazismo e outras práticas que contribuem para fomentar as formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata",

- Tendo em conta a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, em particular o artigo 14.º e o Protocolo n.º 12,

- Tendo em conta a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial,

- Tendo em conta a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia,

- Tendo em conta os artigos 2.º, 3.º, 6.º e 7.º do Tratado da União Europeia (TUE),

- Tendo em conta a Directiva 2000/43 / CE do Conselho, de 29 de Junho de 2000 (1), que proíbe a discriminação em razão da raça e da origem étnica (Directiva relativa à igualdade racial),

- Tendo em conta a Decisão-Quadro 2008/913 / JAI do Conselho, de 28 de novembro de 2008, relativa à luta contra certas formas e manifestações de racismo e xenofobia por via do direito penal (2) ,

- Tendo em conta a Diretiva 2012/29 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2012, que estabelece normas mínimas relativas aos direitos, ao apoio e à proteção das vítimas da criminalidade (3) ,

- Tendo em conta o Regulamento (UE, Euratom) n.º 1141/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de outubro de 2014, relativo ao estatuto e ao financiamento dos partidos políticos europeus e das fundações políticas europeias (4) ,

- Tendo em conta a criação, em junho de 2016, do Grupo de Alto Nível da UE para combater o racismo, a xenofobia e outras formas de intolerância,

- Tendo em conta a resolução do Conselho da Europa, de 30 de setembro de 2014, sobre a oposição a manifestações de neonazismo e extremismo de direita,

- Tendo em conta o Código de Prática da UE sobre a desinformação,

- Tendo em conta o Código de Conduta relativo à luta contra o discurso do ódio ilegal em linha,

- Tendo em conta os nºs 2 e 4 do artigo 123º do seu Regimento,

A. Considerando que, tal como consagrado no artigo 2.º do TUE, a União assenta nos valores do respeito pela dignidade humana, da liberdade, da democracia, da igualdade, do Estado de direito e do respeito pelos direitos humanos, incluindo os direitos das pessoas pertencentes a minorias; que esses valores são comuns a todos os Estados-membros;

B. Considerando que a falta de uma ação séria contra grupos neofascistas e neonazistas permitiu a ocorrência do atual surto xenófobo na Europa;

C. Considerando que os grupos e partidos políticos abertamente neofascistas, neonazistas, racistas e xenófobos têm incitado o ódio e a violência na sociedade, recordando-nos aquilo que foram capazes de fazer no passado;

D. Considerando que a divulgação do discurso de ódio online conduz frequentemente a um aumento da violência, inclusive por grupos neofascistas;

E. Considerando que os grupos neofascistas tiraram a vida a milhares de pessoas de todos os tipos, como refugiados e imigrantes, minorias étnicas e religiosas, pessoas LGBTQI, defensores dos direitos humanos, ativistas, políticos e membros da força policial;

F. Considerando que os grupos neofascistas utilizam e abusam dos nossos instrumentos democráticos para propagar o ódio e a violência;

G. Considerando que, conforme relatado pela Europol, o Comissário de Segurança da UE Sir Julian King, falando num evento em 22 de março de 2017 para comemorar os atentados de Bruxelas em 2016, destacou a crescente ameaça do extremismo violento de direita, afirmando não ter conhecimento de um único Estado-Membro da UE que não seja afetado pelo fenómeno de alguma forma, citando especificamente os ataques da Noruega em 2011, o assassinato do deputado britânico Jo Cox e ataques a centros de asilo e mesquitas em toda a Europa para realçar o que ele advertiu 'ameaça menos relatada' à segurança; Considerando que os grupos neofascistas e neonazistas se manifestam sob diversas formas; considerando que a maioria destes grupos exclui certos indivíduos ou grupos da sociedade; considerando que estas organizações utilizam frequentemente linguagem agressiva em relação a grupos minoritários e procuram justificá-las invocando o princípio da liberdade de expressão; Considerando que o direito à liberdade de expressão não é absoluto;

H. Considerando que o artigo 30.º da Declaração Universal dos Direitos do Homem estipula claramente que nada na declaração "pode ser interpretado no sentido de implicar, para qualquer Estado, grupo ou pessoa, o direito de exercer qualquer actividade ou de praticar qualquer acto destinado à destruição de qualquer dos direitos e liberdades" aí estabelecidos;

I. Considerando que a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial afirma que os seus Estados Partes condenam toda a propaganda e todas as organizações baseadas em ideias ou teorias de superioridade de uma raça ou grupo de pessoas de uma cor ou origem étnica;

J. Considerando que a promoção do fascismo está proibida em vários Estados-Membros, em conformidade com as suas legislações nacionais;

K. Considerando que o relatório TESAT 2018 da Europol registou uma quase duplicação do número de pessoas detidas por crimes extremistas de direita em 2017;

L. Considerando que, em 22 de julho de 2011, 77 pessoas foram mortas e 151 ficaram feridas nos ataques na Noruega;

M. Considerando que, em 16 de junho de 2016, Jo Cox, membro do Parlamento do Reino Unido, foi brutalmente assassinado em Birstall, no Reino Unido;

N. Considerando que, de acordo com o relatório TESAT 2018 da Europol, foram notificados cinco ataques terroristas frustrados, falhados ou concluídos a pessoas de extrema-direita em 2017 (5) no Reino Unido;

O. Considerando que, em 21 de setembro de 2018, Eleonora Forenza, deputada do Parlamento Europeu e o seu assistente, Antonio Perillo, foram agredidos após uma manifestação antifascista em Bari, Itália;

P. Considerando que o serviço de informações francês manifestou preocupação com o número crescente de membros das forças militares e de aplicação da lei que se juntam a grupos violentos de extrema-direita (6) ;

Q. Considerando que a Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância (ECRI), criada pelo Conselho da Europa, manifestou preocupação com o aumento do extremismo de direita e do neo-fascismo na Croácia num relatório publicado em 15 de maio de 2018 (7) ;

R. Considerando que, na Polónia, durante uma manifestação em novembro de 2017, imagens de seis deputados do Parlamento Europeu, que defenderam a tolerância, o Estado de direito e outros valores europeus, foram penduradas numa forca improvisada numa praça pública a sul do país; cidade de Katowice pelos membros do movimento polonês de extrema-direita ONR (National Radical Camp); Considerando que uma investigação ainda está em curso, mas nenhuma acusação foi feita até agora contra qualquer um dos suspeitos, embora o evento tenha sido relatado em vários meios de comunicação, incluindo imagens de vídeo;

S. Considerando que, em novembro de 2017, para assinalar o dia da independência da Polónia, as organizações de extrema-direita organizaram uma grande manifestação em Varsóvia, reunindo mais de 60 000 pessoas; considerando que os manifestantes ostentavam cartazes xenófobos com slogans como "Europa branca de nações fraternas", incluindo alguns representando a "falanga", um símbolo fascista da década de 1930;

T. Considerando que o julgamento do partido neonazista Golden Dawn, sob a acusação de ser uma organização criminosa e do assassinato de Pavlos Fyssas, entre outros crimes, incluindo tentativa de homicídio, ainda está em curso na Grécia;

U. Considerando que, em 21 de setembro de 2018, o ativista LGBTQI Zak Kostopoulos foi brutalmente assassinado no centro de Atenas; considerando que um dos arguidos está alegadamente relacionado com forças de extrema-direita; considerando que é necessária uma investigação completa para que os responsáveis ​​pelos seus maus-tratos e morte possam ser levados a tribunal;

V. Considerando que um homem italiano foi condenado a 12 anos de prisão por ter atirado e ferido seis migrantes africanos num ataque de motivação racista na cidade italiana central de Macerata;

W. Considerando que sete membros de um grupo de "vigilantes" de extrema direita detidos em Chemnitz, em meados de setembro de 2018, por terem violado a paz, foram acusados ​​recentemente por suspeita de formar uma organização terrorista que se chamava Revolution Chemnitz; considerando que, de acordo com os procuradores federais, os investigadores atualizaram as acusações de criminosos para terroristas depois de analisarem as comunicações internas do grupo;

X. Considerando que, em 7 de dezembro de 2017, na França, cinco membros do movimento Génération Identitaire foram condenados por incitamento ao ódio racial e religioso; Considerando que os indivíduos ligados a grupos de extrema-direita, incluindo a Action Française, estavam a planear um ataque terrorista contra vários políticos e mesquitas franceses durante as eleições presidenciais de 2017; Considerando que, em 24 de junho de 2018, 10 membros do grupo de extrema-direita Action des Forces Opérationnelles (AFO) foram detidos por planearem uma série de ataques contra membros da comunidade muçulmana; Considerando que, em 14 de setembro de 2018, dois ex-skinheads foram considerados culpados do assassinato de Clément Méric, um jovem estudante e ativista antifascista morto em junho de 2013;

Y. Considerando que, em Espanha, 12 membros da organização neonazista Hogar Social Madrid estão atualmente a ser investigados por incitamento ao ódio; Considerando que os membros dos grupos fascistas espanhóis Falange, Aliança Nacional e Democracia Nacional foram presos e condenados pelo Supremo Tribunal em Espanha, depois de atacarem o Centro Cultural Blanquerna, em Madrid, durante as comemorações do Dia Nacional da Catalunha, em 2013; Considerando que, em 2016, a ONG anti-racista SOS Racismo documentou 309 casos de violência xenófoba; considerando que o presidente desta organização recebeu ameaças de morte depois de denunciar estes casos e condenou a falta de mecanismos eficazes para denunciar esses crimes;

Z. Considerando que 19 pessoas foram acusadas pela Fundação Francisco Franco, uma entidade que glorifica uma ditadura e os seus crimes, e a família Franco de várias ofensas que poderiam equivaler a 13 anos de prisão após a realização de uma acção pacífica e simbólica que envolveu o desdobramento dois grandes cartazes da casa senhorial Pazo de Meirás pedindo às autoridades públicas que intervenham para recuperar esta propriedade para o povo galego;

AA. Considerando que o Congresso dos Deputados espanhol adoptou uma moção para mover os restos mortais de Francisco Franco do seu túmulo no memorial de guerra conhecido como o Vale dos Caídos, um local de peregrinação para a extrema direita; Considerando que todos os símbolos ou monumentos remanescentes que exaltam a insurreição militar, a guerra civil e a ditadura de Franco devem ser efetivamente removidos e aqueles que não podem ser removidos devem ser sujeitos à contextualização e reinterpretação necessárias, para que possam contribuir para a conscientização pública e a lembrança do passado ;

AB. Considerando que o Movimento Neonazista de Resistência Nórdica (RMN) organiza regularmente manifestações em toda a Escandinávia, entoando slogans e agitando as bandeiras verde e branca da organização; Considerando que vários membros do RMN foram condenados por atentados violentos contra civis e a polícia; Considerando que os numerosos ataques incendiários contra os centros de acolhimento de refugiados levaram o governo sueco a esconder, em 2015, a localização dos edifícios destinados a acolher refugiados;

AC. Considerando que todos os anos, a 16 de Março, milhares de pessoas se reúnem em Riga para o Dia da Legião da Letónia, em homenagem aos letões que serviram nas Waffen-SS;

DE ANÚNCIOS. Considerando que, desde o início de 2018, C14 e outros grupos de extrema direita na Ucrânia, como a milícia nacional filiada a Azov, o setor direito, Karpatska Sich e outros atacaram grupos ciganos várias vezes, bem como manifestações antifascistas, assembleias municipais, um evento organizado pela Anistia Internacional, exposições de arte, eventos LGBTQI, direitos das mulheres e ativistas ambientais;

1. Condena e deplora veementemente os ataques terroristas, os homicídios, a violência psicológica, os ataques físicos violentos e as marchas de organizações neofascistas e neonazistas realizadas em vários Estados-Membros da UE;

2. Está profundamente preocupado com a crescente normalização do fascismo, do racismo, da xenofobia e de outras formas de intolerância na União Europeia e manifesta-se preocupado com a existência de relatos em alguns Estados-Membros de conluios entre líderes políticos, partidos políticos e agentes da aplicação da lei com neofascistas e neonazistas;

3. Está especialmente preocupado com a violência neofascista que afeta a sociedade no seu todo e visa minorias específicas, como europeus negros / afrodescendentes, judeus, muçulmanos, ciganos, nacionais de países terceiros, pessoas LGBTI e pessoas com deficiência;

4. Condena veementemente todos os ataques violentos de grupos neofascistas contra políticos e membros de partidos políticos, como referido em alguns Estados-Membros, e em particular o recente ataque de esquadrões fascistas CasaPound contra Eleonora Forenza, deputada do Parlamento Europeu, o seu assistente Antonio Perillo e outros parte em uma manifestação antifascista em 21 de setembro de 2018 em Bari, Itália;

5. Manifesta-se profundamente preocupado com a impunidade com que operam os grupos neofascistas e neonazistas em alguns Estados-Membros e salienta que esta sensação de impunidade está entre as razões que explicam o aumento alarmante das ações violentas de certas organizações de extrema-direita;

6. Reconhece a tendência preocupante dos grupos neofascistas e neonazistas que utilizam as redes sociais e a Internet para organizar e elaborar estratégias em toda a União Europeia;

7. Lamenta o facto de, em alguns EstadosMembros, a radiodifusão pública se ter tornado um exemplo de propaganda de um único partido político, o que exclui frequentemente a oposição e os grupos minoritários da sociedade e até incita à violência;

8. Recorda que a ideologia fascista e a intolerância estão sempre associadas a um ataque à própria democracia;

9. Solicita aos Estados-Membros que condenem e sancionem firmemente os crimes de ódio, os discursos de ódio e os bodes expiatórios de políticos e funcionários públicos a todos os níveis e em todos os tipos de meios de comunicação, normalizando e reforçando diretamente o ódio e a violência na sociedade;

10. Solicita aos Estados-Membros que tomem novas medidas para prevenir, condenar e combater o discurso de ódio e os crimes de ódio;

11. Insta a Comissão, os Estados-Membros e as empresas de meios de comunicação social a combater a propagação do racismo, do fascismo e da xenofobia na Internet, em cooperação com as organizações relevantes da sociedade civil a nível nacional e internacional;

12. Apela aos Estados-Membros para que investiguem e processem crimes de ódio e partilhem as melhores práticas para identificar e investigar crimes de ódio, incluindo aqueles especificamente motivados pelas várias formas de xenofobia;

13. Insta os Estados-Membros a preverem e proporcionarem um apoio adequado às vítimas de crimes racistas ou xenófobos e crimes de ódio, bem como à proteção de todas as testemunhas contra os autores;

14. Solicita aos Estados-Membros que criem unidades anti-crime de ódio nas forças policiais; exorta as forças policiais a garantir que o seu pessoal não se envolva em qualquer forma de ato racista, xenófobo ou discriminatório, e que qualquer ato cometido seja investigado e os responsáveis ​​levados à justiça;

15. Exorta a Comissão a lançar um apelo às organizações da sociedade civil para que controlem e informem sobre o discurso de ódio e os crimes de ódio nos Estados-Membros;

16. Apoia, louva e apela à protecção dos grupos comunitários e das organizações da sociedade civil que lutam contra o fascismo, o racismo, a xenofobia e outras formas de intolerância;

17. Solicita a consolidação da legislação antidiscriminação da UE, incluindo a transposição / aplicação da legislação existente e a aprovação de nova legislação, incluindo a Directiva relativa à igualdade de tratamento;

18. Recorda que a Decisão-Quadro 2008/913 / JAI do Conselho relativa à luta contra certas formas e manifestações de racismo e xenofobia através do direito penal, cujo prazo de execução termina em novembro de 2010, prevê uma base jurídica para impor sanções às pessoas coletivas que incitem publicamente violência ou ódio contra um grupo minoritário, como exclusão de benefícios públicos, desqualificação de atividades comerciais, colocação sob supervisão judicial ou a emissão de uma ordem de liquidação;

19. Insta a Comissão a atualizar o seu relatório de 2014 sobre a aplicação da supracitada decisão-quadro do Conselho e a dar início a processos por infração contra os Estados-Membros que não cumpriram as disposições da decisão;

20. Insta os Estados-Membros a salvaguardarem a sua conformidade com as disposições da Decisão-Quadro do Conselho, a combater as organizações que propagam o ódio e a violência nos espaços públicos e em linha e a proibir efectivamente os grupos neofascistas e neonazistas e qualquer outra fundação ou associação; que exalta e glorifica o nazismo e o fascismo, respeitando a ordem jurídica e a jurisdição interna;

21. Apela a uma cooperação plena e oportuna entre as autoridades responsáveis ​​pela aplicação da lei, as agências de informações, o poder judicial e as organizações da sociedade civil na luta contra o fascismo, o racismo, a xenofobia e outras formas de intolerância;

22. Insta os Estados-Membros a seguirem as recomendações do Conselho da Europa sobre a luta contra as manifestações de neonazismo e extremismo de direita;

23. Insta os Estados-Membros a ministrarem formação em serviço, obrigatória, baseada nos direitos humanos e orientada para os serviços, aos agentes e funcionários responsáveis ​​pela aplicação da lei no sistema judicial a todos os níveis;

24. Solicita aos Estados-Membros que se concentrem na prevenção através da educação, da sensibilização e do intercâmbio de boas práticas;

25. Exorta os Estados-Membros e as federações desportivas nacionais, nomeadamente os clubes de futebol, a combater o flagelo do racismo, do fascismo e da xenofobia nos estádios e na cultura desportiva, condenando e punindo os responsáveis ​​e promovendo actividades educativas positivas dirigidas aos jovens adeptos; em cooperação com as escolas e as organizações relevantes da sociedade civil;

26. Incentiva os Estados-Membros a dar formação às pessoas que trabalham na radiodifusão pública e nos meios de comunicação social, a fim de sensibilizá-los para os desafios e a discriminação das vítimas dos grupos neofascistas e neonazistas;

27. Exorta os Estados-Membros a instituírem "programas de saída" nacionais para ajudar as pessoas a abandonarem os grupos neofascistas e neonazistas violentos; salienta que esses programas devem ir muito além das intervenções individuais e devem envolver apoio a longo prazo para aqueles que se esforçam por encontrar emprego, deslocalizar e desenvolver redes sociais novas e seguras;

28. Salienta que uma consciência da história é uma das condições prévias para impedir que tais crimes ocorram no futuro e desempenha um papel importante na educação das gerações mais jovens;

29. Solicita aos Estados-Membros que condenem e combatam todas as formas de negação do Holocausto, incluindo a banalização e a minimização dos crimes dos nazis e dos seus colaboradores; salienta que a verdade sobre o Holocausto não deve ser banalizada pelos discursos políticos e mediáticos;

30. Apela a uma cultura comum de recordação que rejeite os crimes fascistas do passado; está profundamente preocupado com o facto de as gerações mais jovens na Europa e noutros países se sentirem cada vez menos preocupadas com a história do fascismo e, por isso, arriscam-se a tornarem-se indiferentes às novas ameaças;

31. Encoraja os Estados-Membros a promoverem a educação através da cultura dominante sobre a diversidade da nossa sociedade e sobre a nossa história comum, incluindo as atrocidades da Segunda Guerra Mundial, como o Holocausto, e a desumanização sistemática das suas vítimas ao longo de vários anos;

32. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente resolução ao Conselho, à Comissão, aos governos e parlamentos dos Estados-Membros, ao Conselho da Europa, à Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa e às Nações Unidas.

(1) JO L 180 de 19.7.2000, p. 22
(2) JO L 328 de 6.12.2008, p. 55
(3) JO L 315 de 14.11.2012, p. 57
(4) JO L 317 de 4.11.2014, p. 1
(5) https://www.europol.europa.eu/activities-services/main-reports/european-union-terrorism-situation-and-trend-report-2018-tesat-2018
(6) https://www.mediapart.fr/journal/france/090418/forces-de-l-ordre-liees-l-ultra-droite-violente-la-dgsi-s-inquiete?onglet=full
(7) https://rm.coe.int/fifth-report-on-croatia/16808b57be