sábado, 22 de setembro de 2018

Índia proíbe "talaq triplo", o 'divórcio instantâneo islâmico' - muçulmanos clamam 'islamofobia'

O "talaq triplo" é um ordenamento jurídico do Alcorão que permite que um homem se divorcie instantaneamente da esposa (seja ela a primeira, segunda, terceira ou a quarta), apenas dizendo a ela (seja por voz, por texto, por e-mail) "eu me divorcio" três vezes. A mulher não tem apelação! Mas o pior é que se por qualquer motivo o marido se arrepender e quiser ter a ex-esposa de volta, ele só poderá reavê-la se ela se casar com um outro homem, consumir o casamento, e se divorciar dele (ou seja, apenas se o novo marido quiser - o desejo da mulher é irrelevante!). Atenção: a mulher não tem o direito a pronunciar o talaq triplo, apenas o homem!

Texto da Associated Press, via Boolmberg:
O governo da Índia aprovou nesta quarta-feira uma portaria para implementar uma decisão da Suprema Corte que derruba a prática muçulmana que permite que os homens se divorciem instantaneamente.
Esta decisão do governo foi tomada como consequência do Parlamento indiano não ter legislado um ano depois da corte ter determinado que a prática de permitir que os homens se divorciassem simplesmente pronunciando a palavra árabe para divórcio - "talaq" - três vezes, violava os direitos constitucionais das mulheres muçulmanas.
A maioria dos 170 milhões de muçulmanos na Índia são sunitas, governados pela Lei Islâmica para questões e disputas familiares. As leis incluem permitir a prática, conhecida como "talaq triplo", pela qual os homens podem se divorciar simplesmente dizendo a palavra três vezes - e não necessariamente consecutivamente, mas a qualquer momento, e por qualquer meio, incluindo telefone, mensagem de texto ou postagem em mídias sociais.
O governo terá mais seis meses para obter aprovação do Parlamento para que a portaria se torne lei. Mas enquanto isso, aqueles que a violarem podem ser processados ​​sob a portaria.
A Índia está fazendo o que toda sociedade não-muçulmana deveria fazer: defender sua própria integridade social e cultural. Ou seria a submissão o único caminho para evitar que sejamos chamados de “islamofóbico”?

Mas, uma vez que o triplo talaq está no Alcorão, é certo que os gritos de “islamofobia” e os protestos contra esta decisão jurídica que iguala os direitos de homens e mulheres iam ocorrer, e eles não demoraram (com a taquia de sempre).

O artigo Clérigos muçulmanos se opõem à nova ordenança traz críticas à decisão do governo por parte de duas organizações islâmicas. Uma é a Imarat Shariah, que acusa o governo central de interferir na lei pessoal muçulmana, baseada no Sharia (Alcorão e Hadith). A outra organização é a Maulana Shamimuddin Munami, do Sajjad Nashin Khanqah Munamia, que também se opôs ao decreto e o chamou de golpe político. Eles ainda afirmam que (pasmem) as mulheres têm mais direitos no Islã do que em qualquer outra religião.

A questão toda é a qualidade dos direitos que a lei islâmica oferece às mulheres. Leia o artigo Direito das mulheres sob o islão, que os resume, e tome as suas próprias conclusões.

Eis a base corânica do talaq triplo no Alcorão:
“O divórcio é duas vezes. Então, mantenha-a de maneira aceitável ou liberte-a com um bom tratamento. E não é lícito que você aceite qualquer coisa que você tenha dado a menos que ambos temam que eles não sejam capazes de manter os limites de Alá. Mas se você tem medo de que eles não guardem os limites de Alá, então não há culpa sobre nenhum deles em relação àquilo pelo qual ela se resgata. Estes são os limites de Alá, então não os transgrides. E quem transgride os limites de Alá, são aqueles que são os malfeitores. E se ele se divorciou dela três vezes, então ela não lhe é lícita depois, até que ela se case com outro marido que não ele. E se o último marido se divorciar dela, não há culpa da mulher e de seu ex-marido por retornarem um ao outro se acharem que podem manter os limites de Alá. Estes são os limites de Alá, que Ele deixa claro para um povo que conhece. ”(Alcorão 2: 229-230)
Não há nenhuma culpa sobre a mulher e seu ex-marido por retornarem um ao outro se acharem que podem manter os limites de Alá. Estes são os limites de Alá, que Ele deixa claro para um povo que conhece. ”(Alcorão 2: 229-230)
Não há nenhuma culpa sobre a mulher e seu ex-marido por retornarem um ao outro se acharem que podem manter os limites de Alá. Estes são os limites de Alá, que Ele deixa claro para um povo que conhece. ”(Alcorão 2: 229-230)

Mumbai, Índia, 31 de março de 2018: milhares de mulheres muçulmanas, vestidas à carater, exigindo a retirada da lei que proíbe o Talaq Triplo. O Cartaz diz "A lei do Triplo Talaq é contra os direitos das mulheres e a igualdade de gênero."  (foto)

domingo, 16 de setembro de 2018

Canadá: menina de 13 anos estuprada e assassinada por refugiado sírio; muçulmana reage violentamente contra protesto

Um refugiado sírio, Ibrahim Ali, de 28 anos, matou a jovem de 13 anos Marrisa Shen. Antes de matá-la, ele a estuprou.  A polícia encontrou o corpo da menina em um parque na cidade de Barnaby (subúrbio de Vancouver, cidade às margens do Pacífico), e julga ter sido um "crime aleatório" (ou seja, estupro seguido de morte). O crime ocorreu em julho de 2017, quatro meses após a chegada de Ibrahim ao Canadá. A polícia investigou o crime por mais de um ano para encontrar o assassino (Vancouver Sun).

Marrisa Shen, a mais nova vítima do governo canadense de Justin Trudeau

O interessante é que o governo perdeu seus dados migratórios. Como pode isso? O governo canadense perdeu os registros de um refugiado que foi para o Canadá sob o convite do mesmo?

Ibrahim Ali, o refugiado sírio estuprador e assassino

(Leia depois: O Canada pró-islamista do Primeiro-Ministro Justin Trudeau)

Um pouco de informação de fundo.

Primeira leva de refugiados. Durante a campanha parlamentar em 2015, Justin Trudeau, o lider do Partido Liberal, prometeu trazer 50 mil refugiados sírios em um período de 6 meses. Eleito, ele fez o prometido, mas teve que buscar os refugiados nos campos de refugiados da ONU (que só tem muçulmanos) e teve que aliviar o rastreio de segurança, tão necessário quando se trazem pessoas de áreas tão conturbadas e confusas.

Os refugiados foram financiados principalmente pelas igrejas cristãs (que ajudaram os muçulmanos e esqueceram dos cristãos que tinham sido expulsos de suas casas pelo Estado Islâmico). Estava-se no auge da guerra na Síria e Iraque. Os refugiados foram espalhados ao redor do Canadá, muitos deles em pequenas cidades, e os problemas logo surgiram, tais como meninas sendo assediadas em piscinas e em escolas, e crimes de honra. O governo e a imprensa fizeram de tudo para encobrir estes problemas.

(Leia depois: Canadá: imã recebe refugiados rezando "Destruam os inimigos do islão, fortaleçam o mujahideen")

Segunda leva de refugiados. Mais tarde, com a eleição do presidente Trump, nos EUA, Trudeau assumiu uma postura de oposição ao Trump. Quando o governo dos EUA proibiu a imigração de pessoas de alguns países por motivos ligados ao terrorismo internacional, em 2017, Trudeau chamou isso de "banimento de muçulmanos" e disse que o Canadá aceitaria todos (muçulmanos) que "fugissem dos EUA". Desde então, estima-se que mais de 50 mil "refugiados" cruzaram a fronteira EUA-Canadá de modo totalmente ilegal e irregular (além de muçulmanos existem também muitos do Haití). Ao invés de recusar recebê-los, já que não são refugiados (não são perseguidos politicamente e nem são oriundos de área de conflito) o governo canadense tem os acolhido de braços abertos. Novamente, o rastreio de segurança se tornou deficiente.

Os refugiados ilegais tem sido alojados em estádios, residências universitárias e até mesmo em hotéis, a um custo altíssimo e desnecessário.

Estimasse que o governo canadense gaste 413 milhões de dólares com os refugiados a cada ano.

(Leia depois: Canadá: grupo islâmico aterroriza praias na província de Ontario)

Terceira leva de refugiados. Unificação familiar. Tanto os refugiados da primeira leva quanto os refugiados ilegais da segunda leva têm o direito de pleitearem que seus familiares entrem no Canadá dentro do programa de reunificação familiar.

(Leia depois: Canadá: Jihad nas ruas de Toronto deixa mortos e feridos - islamistas tentam desconversar alegando "problemas mentais")

Mais da metade da população canadense não está satisfeita com o que vem ocorrendo e a popularidade do primeiro ministro Trudeau vem caindo, um ano antes das eleições gerais de 2019.  Mas até lá, ele ainda vai fazer muito estrago.

O Canadá chora por Marrisa Shen ... mas nem todos 

Marissa Shen é uma canadense de origem chinesa. A comunidade chinesa em Vancouver, Canadá, que é enorme, se revoltou com o estupro, seguido de assassinato, da jovem Marrisa.

O assassino, o sírio Ibrahim Ali, é um dos "refugiados de Trudeau" (o primeiro ministro "pseudo-progressista" do Canadá, que ama os muçulmanos mais do sua própria alma - o pior é que ele apoia exatamente o que não presta, a saber, a Irmandade Muçulmana, o Hamas e o Hezbollah).

Ontem, sino-canadenses fizeram manifestação em frente ao tribunal de justiça de Vancouver, exigindo que Ibrahim não seja solto sob fiança, e exigindo que Trudeau se responsabilize pelo crime.

Durante a manifestação, uma muçulmana jogou café nos manifestantes, algo que, no Canadá, é considerado um crime ao nível de agressão. Esta atitude mostra que existem muçulmanos no Canadá que estão mais preocupados em defender seus irmãos muçulmanos, mesmo os assassinos.

Normalmente, esta muçulmana seria identificada pelas diversas câmeras de segurança e processada. Mas no Canadá de Justin Trudeau, existe uma classe que possui tratamento preferencial, e a agressora pertence a ela.

Assista ao vídeo até o fim. Ele é curto.

https://www.bitchute.com/video/8SkEzj8eY4MG/


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Dalai Lama diz: "a Europa pertence aos europeus" e "os refugiados devem voltar e reconstruir seus países de origem"

O líder espiritual do budismo tibetano, o (décimo-quarto) Dalai Lama, Tenzin Gyatso, disse na quarta-feira que "a Europa pertence aos europeus" e que os refugiados devem retornar aos seus países de origem para reconstruí-los. As afirmações causaram polêmica junto às elites européias e aos ativistas de extrema-esquerda, que são favoráveis a uma Europa sem fronteiras e à substituição da população nativa européia por pessoas oriundas do Oriente Médio e norte da África.

O Dalai Lama falou em uma conferência em Malmö. Foto: Johan Nilsson / TT

Ele discursou em uma conferência em Malmö, a terceira maior cidade da Suécia, e que abriga uma grande população imigrante. Malmö também contém bairros considerados como "zonas proibidas" (no-go zones). O Dalai Lama - que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1989 - disse que a Europa era "moralmente responsável" em ajudar um "refugiado realmente sob perigo de vida."

Ele disse: "Receba-os, ajude-os, eduque-os ... mas, em última análise, eles devem desenvolver seu próprio país." E complementou: "Eu acho que a Europa pertence aos europeus." O Dalai Lama disse que os europeus devem deixar claro que é responsabilidade dos refugiados reconstruírem os seus países de origem usando o conhecimento adquirido na Europa.

O Dalai Lama é um o tibetano de 83 anos que fugiu da capital, Lhasa, temendo pela sua vida, depois que a China despejou tropas na região para esmagar um revolta, em 1959. Desde então ele vive exilado. Nada mais natural que ele achar que o Tibet pertence aos tibetanos ... e que a Europa aos europeus. (E eu complementaria: o Brasil pertence aos brasileiros!)

O Dalai Lama é reverenciado por milhões de budistas em todo o mundo, e considerado por muitos de seus defensores como um visionário da estirpe de Mahatma Gandhi e Martin Luther King.

Que pena que o Papa Francisco não jogue no mesmo time que o Dalai Lama.

O que deixou os "progressistas" suecos mais danados foi porque o Dalai Lama fez estas declarações três dias depois que o partido de centro-direita Democrata Sueco (SD) conseguiu ampliar sua presença no parlamento, nas eleições gerais de domingo. O SD é crítico da imigração em massa imposta pelo governo sobre a população Sueca. Em 2015, a Suécia recebeu o maior número de requerentes de asilo per capita na Europa.

Estudos mostram que a tendência é que a população nativa sueca se torne minoritária já em 2070.


Fonte: The Local, quoting the AFP.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Oração islâmica na rua é sinal que o pior está por vir: o exemplo do Egito

Eles rezam nas ruas por um motivo pessoal. E é um péssimo sinal das coisas por vir.

Cheri Berens, 14 de julho de 2018, Trinity County News.

Se algum outro grupo bloqueasse as calçadas e o comércio como este grupo faz, a polícia nunca permitiria. Então, por que os muçulmanos têm mais direitos do que o resto de nós?

E pense sobre isso: por que esses muçulmanos estão orando na rua quando o bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York, tem 98 mesquitas? E algumas das mesquitas no Brooklyn são "Mega Mesquitas", que podem acomodar milhares de muçulmanos.


Somado a esse número de mesquitas “oficialmente” listadas, há muito mais “espaços de oração” por todo o Brooklyn, vários em cada quarteirão. Não há razão para os muçulmanos rezarem nas ruas ou nas calçadas.

Os muçulmanos propositadamente rezam nas ruas e áreas públicas para fazer sentir sua presença e mostrar sua superioridade. Eles bloqueiam o tráfego, bloqueiam o estacionamento e bloqueiam as passarelas de pedestres.

E não importa quantas mesquitas sejam construídas, eles continuarão a fazer isso. É assim que eles assumem bairros inteiros e depois grandes blocos de cidades. Foi assim que as zonas proibidas (“No Go zones”) foram formadas na Europa. É um sistema bem projetado e baseado na doutrina islâmica sobre imigração.

Maomé delineou as regras para os muçulmanos que imigram. Maomé afirmou que os muçulmanos devem formar um corpo separado e manter suas próprias leis e, eventualmente, fazer com que o país anfitrião cumpra as leis islâmicas.

Maomé proibiu os muçulmanos de imigrar para um país não muçulmano se eles fazem isso para obter seu ganho pessoal. Quando os muçulmanos imigram, eles devem fazê-lo com o objetivo final de espalhar o Islã e tornar o Islã vitorioso. Então, de acordo com Maomé, eles têm permissão de ter prazer e ganho pessoal.

A imigração muçulmana é considerada um período transitório de preparação para mudar a sociedade nativa de uma sociedade aberta para uma sociedade islâmica.

Minhas primeiras experiências com a Irmandade Muçulmana no Egito, na Líbia e na Síria me ensinaram muitas coisas. Uma lição repetida aprendida foi a desonestidade em que a Irmandade Muçulmana teve acesso a todas as partes da sociedade e do governo - lentamente, ao longo do tempo - quase despercebida.

Meu marido e eu notamos a constante construção de novas mesquitas no Cairo - mesmo que elas fossem desnecessárias. As mesquitas existentes eram predominantemente vazias nos momentos de oração e nas sextas-feiras (dia sagrado muçulmano). Não havia necessidade de novas mesquitas, mas elas estavam sendo construídas.

Então a Irmandade Muçulmana começou a trazer homens do campo em ônibus. Descobrimos mais tarde que esses homens eram pagos para entrar no Cairo e fazer sentir sua presença.

Esses homens foram para dentro das novas mesquitas para orar? Não, as novas mesquitas continuavam vazias, e esses homens oravam nas ruas e bloqueavam os negócios para que as pessoas não pudessem fazer compras ou fazer compras durante os "horários de oração".

Sexta-feira é o único dia de folga do meu marido, então, por muitos anos, as sextas-feiras foram o dia em íamos para a rua para fazer todas as nossas compras e negócios. Mas com o tempo, os lojistas ficaram tão intimidados (e muitas vezes fisicamente ameaçados) por esse grande número de homens que estavam sendo levados para o Cairo, que os lojistas fechavam suas lojas durante os horários de oração para evitar confrontos.

Então os ônibus começaram a chegar mais cedo. Os homens bloquevam negócios e ameaçavam qualquer lojista que tentasse abrir sua loja na hora normal da manhã. Você vê, a princípio, os lojistas só começaram a fechar durante o "horário de oração” para evitar conflitos. Mas como os ônibus começaram a chegar cada vez mais cedo, os lojistas não podiam mais abrir suas lojas pela manhã.

Lojistas de todo o Cairo começaram a fechar suas lojas às sextas-feiras e durante a semana em horários de oração. Isso aconteceu lentamente, esse fechamento de lojas - muitas pessoas não perceberam - até que fosse tarde demais para fazer algo a respeito.

Com o tempo, essa invasão de homens do campo, todos vestindo o traje islâmico (algo que o egípcio comum nunca usou), tornou-se cada vez maior. Era como um exército islâmico; haviam tantos ônibus e muitos desses homens “islâmicos” se infiltrando nas ruas. Se você não estivesse sentado na rua esperando a chamada para a oração, você seria atacado.

Então chegou ao ponto onde nós nunca deixamos nosso apartamento às sextas-feiras até depois de 13:30 (depois da oração do “meio-dia”) porque se tentássemos andar pelas ruas, seríamos assediados. Nós esperavamos até que os ônibus cheios de homens começassem a voltar para o campo quando era seguro sair.

Então você pode entender porque eu estou alarmada em ver homens orando nas ruas dos Estados Unidos. Mas tem mais. Ao se chegar ao ponto em que os muçulmanos estão bloqueando o comércio e não usando mesquitas, isso significa muito mais.

Eu tenho muitos sobrinhos e sobrinhas egípcios. Eu os assisti crescer e passar por vários níveis de educação. Vinte anos atrás, poucas meninas usavam o lenço de cabeça (o véu islâmico), e era extremamente raro ver uma mulher velada no Cairo. Com o passar dos anos, minhas sobrinhas começaram a usar lenços de cabeça na escola. Se elas não os usassem, elas eram ferozmente assediadas, tateadas e, às vezes, socadas.

A Irmandade Muçulmana lentamente ganhou posições nas escolas e universidades de nossos filhos, e eles estavam empurrando a religião mais do que outros currículos. Não apenas eles estavam “emburrecendo” nossa juventude, privando-os de uma base sólida de história, matemática, ciência e inglês, mas eles também estavam lentamente integrando o Islã nos vários cursos (por exemplo: história egípcia antiga foi removida e substituída pela história islâmica, e o inglês foi removido e substituído pelo árabe do Alcorão).

A Irmandade Muçulmana se infiltrou devagar e sorrateiramente. Quando chegou janeiro de 2011, a Irmandade Muçulmana estava bem posicionada em toda a sociedade. Eles ainda tinham o controle da mídia - mais especialmente da mídia ocidental, que posicionada dentro do Egito.

Os ocidentais não foram informados a verdade sobre o que aconteceu na Praça Tahrir em janeiro de 2011. Esse protesto foi sobre algo totalmente diferente, não sobre Mubarek ou sobre a remoção do seu sistema de governo. A Irmandade Muçulmana trouxe de ônibus homens do interior, bem como a juventude da Irmandade Muçulmana - que são ativistas incrivelmente bem treinados. Essas foram as pessoas que você viu na TV.

Em três dias, a Irmandade Muçulmana começou sua violência e seu domínio na mídia ocidental.

Nós experimentamos um inferno como você não acreditaria. Em poucos dias, mãos foram cortadas por se comprar uma garrafa de vinho. Casais de namorados vistos em “público” foram assassinados nas ruas (é costume aqui que os casais de noivos passem a passear juntos para se conhecerem uns aos outros - então esses ataques eram inconcebíveis - tem sido uma tradição por séculos).

Houve uma epidemia de esposas sendo falsamente acusadas de adultério sem testemunhas e executadas no local.

Ataques a mulheres e estupro subiram 1000% - para forçá-las a usar o véu.

Pregadores da Irmandade Muçulmana foram à TV anunciando que qualquer mulher que não usasse o véu islâmico deveria ser estuprada.

Eu poderia continuar, mas acho que você entende porque estou horrorizada com a visão de muçulmanos rezando nas ruas das cidades americanas. É um sinal do que está por vir. Pode não acontecer exatamente como no Egito, mas os sinais estão lá que me provam que suas escolas e universidades foram modificadas. Que mesquitas estão sendo construídas quando não há necessidade de novas.

Centros islâmicos, onde as crianças muçulmanas são ensinadas a lei islâmica, podem ser encontradas em todo os Estados Unidos. Por que os muçulmanos americanos ensinam seus filhos a Lei Islâmica? Porque os muçulmanos americanos já estão vivendo por leis islâmicas e querem que as futuras gerações apliquem a lei islâmica.

Claro, eles seguem as regras de trânsito e leis básicas para que eles passem despercebidos, mas há Conselhos Shura (islâmicos) em todo os Estados Unidos. Os Conselhos Shura são como tribunais, exceto que esses tribunais não seguem a lei americana ou a democracia. Os muçulmanos já estão vivendo pela lei islâmica nos Estados Unidos.

Se o seu estado proibiu leis estrangeiras ou não - os muçulmanos estão vivendo pela Lei Islâmica e ensinando seus filhos a viverem de acordo com a lei islâmica. E essas crianças estão crescendo pensando que devem impor isso a você.

Lembre-se da doutrina islâmica sobre a imigração: quando os muçulmanos imigram, eles devem fazê-lo com o objetivo final de espalhar o Islã e tornar o Islã vitorioso. A imigração muçulmana é considerada um período transitório de preparação para mudar a sociedade nativa de uma sociedade aberta para uma sociedade islâmica.


Em um relatório de 2007 conduzido pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) intitulado “Radicalização no Ocidente”, o NYPD identificou a implementação da Lei Islâmica e o estabelecimento de um Estado Islâmico Global (Califado) como a ideologia motriz por trás dos jihadistas nos Estados Unidos. O relatório também afirmou que: "A participação regular em uma mesquita Salafi é um indicador-chave da 'radicalização' dos muçulmanos."

O relatório afirmava que os salafistas seguem a Sharia (Lei Islâmica) e que não há desacordo na Sharia sobre sua definição e obrigação da jihad. A jihad é obrigatória para todos os muçulmanos.

O relatório do Departamento de Polícia de Nova York também identificou evidências de "adesão à Sharia”. Algumas dessas evidências são vestir roupas islâmicas tradicionais (roupa semelhante a um roupão), deixando uma barba para os homens; e para as mulheres, usar algum véu islâmico.

Em outro estudo, descobriu-se que 97% dos jihadistas aderem à lei islâmica. Essa adesão é medida em comportamentos observáveis, incluindo o uso de trajes islâmicos, lenços de cabeça e barba islâmica (Sageman, Marc. Understanding Terror Networks. Foreing Policy Research Institute: 1 de novembro de 2004).

Se você ver um aumento de 'evidências' identificando a adesão da Sharia, você verá um aumento na violência.

Barbas que seguem Maomé: bigodes curtos ou aparados, mas as barbas são despenteadas.
Barbas de Henna: os homens muçulmanos que pintam a barba vermelha estão se identificando com o Maomé, que se acredita ter uma barba avermelhada.
Hijabs, Véus, Burkas: quanto mais uma mulher islâmica se cobre, maior é o nível de sua adesão à Sharia.


Sobre Cheri Berens
Cheri Berens vive no Egito e trabalhou como pesquisadora do Ministério da Cultura do Egito até 2012, quando a Irmandade Muçulmana assumiu o poder. Ela experimentou as revoluções de 2011 e 2013 do Egito e testemunhou o terrorismo que se seguiu.


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

A Bacia do Eufrates Preenchido com os Ossos dos Armênios - Foto dos Arquivos Nacionais da Noruega


Uma fotografia, guardada no Arquivo Nacional da Noruega, mostra um armênio de sobrenome Papazian, em pé, em um deserto sírio perto do rio Eufrates. À sua frente, na bacia do rio, podem ser vistos ossos de armênios massacrados.

Os ossos de armênios mortos e espancados testemunham os horrores do genocídio armênio de 1915 realizados pelos turcos otomanos. De acordo com relatos de testemunhas, as caravanas de armênios, cuja rota seguia ao longo do rio Eufrates, foram espancadas pelos turcos e curdos. Os corpos daqueles mortos eram jogados no rio. Houve tantos corpos que o rio ficou entupido e formou um novo canal.

Anos depois, os ossos dos armênios mortos tornaram-se visíveis no território do norte da Síria.

Armin Wegner, médico alemão e testemunha do genocídio armênio, escreveu ao presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson:
“As caravanas de armênios deportadas de sua terra natal - a Armênia Ocidental - inicialmente eram formadas por milhares de pessoas. Quando chegaram à vizinhança de Alepo, restavam apenas algumas centenas de pessoas ... Os campos estavam cobertos de corpos escurecidos, inchados, nus e violados, intoxicando o ar com o odor da decomposição.
Os policiais turcos (gendarmes) afogaram muitos dos armênios deportados, amarrando-os em pares para alimentar os peixes, às vezes zombando das pessoas infelizes para apenas prolongar sua agonia. Eles colocaram farinha nas mãos das pessoas famintas que tremian, levando-as a lamberem na tentativa de matar a fome.”
Art-A-Tsolum


terça-feira, 4 de setembro de 2018

Escravidão islâmica moderna, narrada por uma vítima

Escape from Slavery: The True Story of My Ten Years in Captivity and My Journey to Freedom in America (Escapando da escravidão: a verdadeira história dos meus dez anos em cativeiro e minha jornada para a liberdade nos Estado Unidos), livro de autoria de Francis Bok, publicaco pela St Martin Griffin (Amazon)

Nesta narrativa de escravos moderna inovadora, Francis Bok compartilha sua história notável com graça, honestidade e uma sabedoria adquirida da sobrevivência de dez anos em cativeiro.

Maio de 1986: Em um dia comum, enquanto vendia ovos e amendoins ao lado de sua mãe perto de sua aldeia no sul do Sudão, Francis Bok, então com sete anos de idade, teria sua vida destruída. Assaltantes árabes à cavalo(*), armados com rifles e facas longas, invadiram repentinamente o mercado, matando homens, mulheres e as crianças pequenas que estavam em um grupo. Francisco e outros  foram amarrado a cavalos e burros, e levados para o norte, para uma vida de escravos sob ricos fazendeiros muçulmanos.
(*) Ao mencionar "assaltantes árabes à cavalo", ele se refere aos Janjawid, uma milícia que opera no oeste do Sudão e no leste do Chade. Os Janjawid são um conjunto de tribos árabes sudanesas, envolvidas no pastoreio de camelos e gado. O nome da tribo significa "demônios à cavalo", das palavras árabes جن jinn "demônio" e أَجَاوِيد 'ajāwīd "cavalo". Eles foram elementos importantes durante o Genocído de Darfur, sendo responsáveis pela morte de um número estimado entre 200 mil a 400 mil civis, a maioria cristãos e animistas, à mando do presidente sudanês Omar al-Bashir (que tem sua ordem de prisão decretada pelo Tribunal Penal Internacional). Os Janjawid também se tornaram famosos pelo tráfico de escravos. Segundo a Enciclopédia britânica "um ataque típico de Janjaweed começava com um ataque da força aérea sudanesa, com helicópteros armados ou bombardeiros Antonov, visando os assentamentos civis. Em poucas horas, Janjaweed, montados invadiam a área, matando e mutilando os homens, estuprando as mulheres e matando ou sequestrando as crianças. Os invasores então destruiriam as necessidades básicas da vida da aldeia - queimando campos e casas, envenenando poços e apreendendo qualquer coisa de valor. Entre 2003 e 2008, centenas de milhares de pessoas foram mortas e milhões foram deslocadas quando os Janjaweed atingiram populações civis em toda a região de Darfur." 
Janjawid, demônios à cavalo 

Durante dez anos, Francis viveu sozinho em um galpão perto dos bodes e do gado que eram de sua responsabilidade. Alimentado-se com restos da mesa, e aprendendo lentamente a língua e a religião desconhecidas, o menino quase não tinha contato humano além da família de seu seqüestrador. Depois de duas tentativas fracassadas de fuga - cada uma trazendo espancamentos e ameaças de morte - Francis finalmente escapou, aos dezessete anos, em uma fuga dramática à pé, naquilo que foi sua última chance. No entanto, sua escravidão não terminou aí, pois enquanto ele se dirigia para a capital do Sudão, Cartum, outros procuravam privá-lo de sua liberdade. Determinado a evitar esse destino e descobrir o que havia acontecido com sua família naquele dia terrível em 1986, o adolescente perseverou por mais três anos na prisão e em campos de refugiados, ganhando a atenção de funcionários das Nações Unidas e recebendo passagem para os Estados Unidos.

Agora, como estudante e ativista anti-escravidão, Francis Bok fez como sua missão de vida a de combater a escravidão mundial. O seu livro, Escape from Slavery, é ao mesmo tempo uma aventura fascinante, uma história de desespero e triunfo, e uma janela revelando um mundo que poucos sobreviveram para contar. (https://youtu.be/cfD2SHlkPOE)

Francis Bok: Story of an escaped slave from Sudan



domingo, 2 de setembro de 2018

EUA deixam de considerar descendentes dos refugiados palestinos como refugiados e cortam ajuda a UNRWA

O presidente dos EUA, Donald Trump, está promovendo uma revolução na diplomacia do Oriente Médio. Primeiro, ele levou a embaixada dos EUA para a capital de Israel, Jerusalém. Agora, os Estados Unidos estão eliminado o status de refugiado para os descendentes dos refugiados palestinos de 1948. Estes descendentes de refugiados palestinos são o único grupo de pessoas em todo o mundo que ganhou o status de refugiado por herança. Os EUA também vão eliminar o financiamento para a UNRWA, a Agência de Socorro e Trabalho das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina no Oriente Próximo, a única agência da ONU dedicada a um único grupo de refugiados, ou seja, os árabes palestinos.

Confirme relata o Times of Israel:
O "direito de retorno" é uma das principais questões centrais da disputa no conflito israelo-palestino. Os palestinos afirmam que cinco milhões de pessoas - dezenas de milhares de refugiados originais do que é hoje Israel, e seus milhões de descendentes - têm um “direito de retorno”. Israel rejeita a exigência, dizendo que representa uma tentativa dos palestinos de destruir Israel em peso dos números. Ele diz que não há justificativa para os critérios exclusivos da UNRWA, pelos quais todas as gerações subsequentes de descendentes dos refugiados originais também são designados como tendo status de refugiado, incluindo aqueles nascidos em outros lugares e / ou possuindo cidadania em outro lugar; tal designação não se aplica a outras populações de refugiados do mundo.
Isso já deveria ter ocorrido faz tempo. A guerra de 1948, quando Israel foi atacado por todos os lados no dia em que começou a existir, resultou em uma dentre as diversas trocas de populações que ocorreram no século 20. Por exemplo, em 1923, 1,5 milhão de gregos foram expulsos da Turquia e 1 milhão de turcos foram expulsos da Grécia (não confundir esta troca de população com o Genocídio Grego perpetrado pelos turcos - isso é outro evento). Após a Segunda Guerra Mundial, 12 milhões de alemães foram expulsos da República Tcheca, Polônia e outras partes da Europa Oriental, muitos dos quais viveram lá por séculos. Milhões de hindus e muçulmanos atravessaram a fronteira, de um lado para o outro, quando o Paquistão se separou da Índia após a independência em 1947. Nenhuma das populações transferidas é tratada como refugiada, exceto os palestinos.

Em 1948, um número aproximadamente semelhante de árabes e judeus foram deslocados à medida que os estados árabes expulsaram as suas populações judaicas, muitas das quais, como no Iraque, viveram lá por 2.500 anos, muito antes dos próprios árabes. O recém-criado Estado de Israel absorveu quase um milhão de refugiados judeus de países muçulmanos. Enquanto isso, os 700 mil árabes que haviam sido deslocados, foram mantidos como refugiados pelos próprios árabes dos países vizinhos, sendo usados como moeda de barganha, e os seus descendentes ganharam o status de "refugiados" - um total estimado atualmente em 5 milhões. Criou-se o termo Direito de Retorno, que defendia a idéia de que os árabes palestinos deveriam retornar (mas, claro, a mesma lógica não se aplica aos judeus expulsos dos países árabes). Na verdade, este "direito de retorno" representa a recusa muçulmana em aceitar a existência de um estado judeu, Israel. O lado árabe se recusou a aceitar sua derrota em 1948, e este fato tem emperrado o processo de paz no Oriente Médio. A decisão dos EUA torna-se um lembrete de que os árabes perderam a guerra, e que eles precisam aceitar este fato para poderem progredir. O mundo inteiro deseja ajudar os árabes palestinos, mas é preciso que eles começem a se comportar como adultos e aceitarem Israel como um fato consumado. Infelizmente, existem ainda muitos países que desejam continuar tratando os árabes palestinos como crianças e prometem tentar manter o financiamento do UNRWA mesmo sem os EUA (algo difícil, pois, na prática, quem mantém a UNRWA são os EUA).

Mas a reação das lideranças dos diversos grupos que mantém o poder sobre os árabes palestinos é lamentável, porém esperada. O líder do Hamas, o grupo terrorista islâmico que contrala a Faxia de Gaza, Abu Zuhri disse à Reuters que "a liderança dos EUA se tornou um inimigo do nosso povo e do nosso país e não vamos nos render antes de tais decisões injustas". Já o presidente da Autoridade Palestina (antiga Frente para Libertação da Palestina), Mahmoud Abbas,  disse que pretende pedir à Assembléia Geral ou ao Conselho de Segurança da ONU que detenha a ação dos EUA.

Deve ser mencionado que a UNRWA é acusada de cooperar com o Hamas na sua Jihad contra Israel, e as evidências de que isso ocorre são muitas. Por exemplo, leia abaixo o artigo "como a UNWRA apoia o Hamas." O artigo descreve muito bem o sinergismo entre o Hamas e a UNWRA. Apesar de ter sido escrito em 2007 este apoio ao Hamas continua mais atual do que nunca.

Países árabes: onde estão os seus judeus?

Como a UNRWA apoia o Hamas

Asaf Romirowsky  Outono de 2007

Os palestinos no novo Estado Islâmico de Gaza, clamando por mais ajuda das Nações Unidas, estão pedindo ajuda à Agência das Nações Unidas de Assistência a Emergências (UNRWA). Sua confiança na UNRWA não é surpresa. A organização fornece alimentos, remédios e serviços sociais ao povo palestino há 57 anos. Infelizmente, a UNRWA nunca tomou medidas para reter assistência a grupos extremistas. Em alguns casos, cooperou abertamente com terroristas. Hoje, como a UNRWA presta assistência em Gaza, está fornecendo diretamente apoio financeiro e material à organização terrorista Hamas.

Uma relação mutuamente benéfica

De acordo com a agência de ajuda da ONU para refugiados palestinos, até 825 mil dos 1,5 milhão de habitantes de Gaza reivindicam o status de refugiados. Esses moradores de Gaza recebem rações de comida e outras formas de assistência por meio das Nações Unidas, incluindo medicina, educação e até empregos através da UNRWA.

Enquanto os refugiados se beneficiam da UNRWA, a organização se beneficia mais dos refugiados. Esses refugiados são a razão de ser da organização . Assim, a UNRWA não tem incentivo para resolver o problema dos refugiados palestinos; acabar com o problema dos refugiados tornaria a agência obsoleta.

Os interesses dos refugiados e da UNRWA estão tão interligados que a UNRWA é composta in situ principalmente por palestinos locais - mais de 23.000 deles - com apenas cerca de 100 profissionais internacionais das Nações Unidas. Enquanto o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCR) e o UNICEF (Fundo Internacional das Nações Unidas para a Infância) evitam empregar locais que também são beneficiários de serviços de agências, a UNRWA não faz essa distinção.

Assim, no interesse da autoperpetuação, a UNRWA busca manter o status quo violento no Oriente Médio, mesmo que isso signifique fechar os olhos ao terror.

Ajudando o Hamas a governar Gaza

Apoiar o status quo significa que a UNRWA pode contar com o apoio do novo governo do Hamas, desde que o Hamas permita a continuidade da UNRWA. A UNRWA está muito ansiosa para prestar os serviços que o Hamas não faz, não pode ou não escolhe. O Hamas pode continuar a desviar recursos internacionais que devem ser destinados à alimentação ou eletricidade para o armazenamento de armas e a criação de propaganda anti-Israel ou anti-americana, desde que a UNRWA forneça os serviços que o governo negligente do Hamas deve cumprir. Desta forma, a UNRWA está minando a estratégia ocidental de enfraquecer o governo do Hamas em Gaza para encorajar o retorno do governo da Autoridade Palestina sob o governo do presidente Mahmoud Abbas.

A UNRWA não esconde isso. Como afirma o Comissário Geral Karen AbuZayd, a meta da UNRWA “é reconstruir casas, criar empregos e microfinanciamento”. Ela vem preenchendo esse papel desde 1991, quando a UNRWA lançou seu programa de microfinanças e microempresas (MMP) no Cisjordânia e Faixa de Gaza. De fato, a UNRWA fornece serviços que o Ministério da Economia da Palestina ou o Tesouro devem administrar. A UNRWA, originalmente concebida como um aparato temporário para aliviar a situação econômica dos refugiados há mais de meio século, tem proporcionado aos palestinos de Gaza (bem como à Cisjordânia, Líbano, Síria e Jordânia) serviços econômicos críticos para a ONU. uma década para que o governo palestino, seja o Hamas ou a Autoridade Palestina, possa continuar a se concentrar na "resistência".

Apoiando a Plataforma Hamas

A UNRWA não parece ter problemas com a agenda islâmica do Hamas. Ele não condenou a brutal violência do Hamas que permitiu ao grupo terrorista tomar a Faixa de Gaza à força em junho. A UNRWA esperou para ver quem venceria a batalha, e imediatamente indicou ao Hamas que estava ansioso para voltar a fornecer seus serviços.

A UNRWA parece estar preocupada apenas com sua própria sobrevivência e financiamento contínuo. Como AbuZayd disse recentemente após a tomada do Hamas, “não estamos com medo. Os países doadores não disseram de qualquer forma que vão parar a sua ajuda à UNRWA. Pelo contrário, fomos abordados por muitos desses países, até mesmo Israel, nos pedindo para continuarmos com nossos serviços aos refugiados palestinos e talvez até mesmo estender esses serviços para fazer coisas que não fizemos antes. ”

Enquanto puder continuar a alimentar os refugiados, a UNRWA também não parece ter medo da agenda terrorista do Hamas. O professor Rashid Khalidi, um conhecido apologista do Hamas na Universidade de Columbia, explica que a UNRWA emprega "membros de diferentes grupos políticos como o Hamas e a Jihad Islâmica, sem referência à sua pertença a um grupo específico".

Além disso, de acordo com Yoni Fighel, ex-governador militar israelense nos territórios palestinos, os trabalhadores da UNRWA podem se afiliar abertamente a grupos terroristas. Ele observa que “enquanto os funcionários da UNRWA forem membros do Fatah, do Hamas, ou da PFLP, eles vão perseguir os interesses de seu partido no âmbito de seu trabalho… Quem vai checar? sobre eles para ver que eles não? UNRWA Eles são a UNRWA.

Em outras palavras, a UNRWA vê o Hamas e outros grupos terroristas como parte da paisagem palestina e, portanto, abraça esses grupos.

Ensinando e Pregando a Ideologia do Hamas

Uma vez que muitos professores da UNRWA são ex-alunos do sistema escolar da UNRWA, eles muitas vezes perpetuam o currículo vitriólico que foram ensinados, difamando Israel e o Ocidente. Por exemplo, Suheil al-Hindi, um representante de professores da UNRWA, aplaudiu abertamente atentados suicidas em uma escola no campo de refugiados de Jabaliya, em Gaza, em 2003. Em vez de uma condenação, al-Hindi recebeu uma promoção e foi posteriormente eleito para a união de funcionários da UNRWA.

Professores da UNRWA que se identificam publicamente com grupos radicais criaram um bloco de professores que garante a eleição de membros do Hamas e outros indivíduos comprometidos com as ideologias islâmicas. Depois de usar suas salas de aula como um lugar para refinar suas mensagens radicais, esses professores gravitam para a política. Como tal, o sistema educacional da UNRWA tornou-se um trampolim para os líderes do Hamas. Por exemplo, Said Sayyam, ministro do interior e assuntos civis do Hamas, foi professor nas escolas da UNRWA em Gaza de 1980 a 2003. Ele se tornou membro da União dos Empregados Árabes da UNRWA e chefiou o comitê do setor de professores.

Graduados notáveis ​​do sistema escolar da UNRWA incluem o ex-primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, e Abd al-Aziz Rantisi, ex-chefe do Hamas que frequentou a escola secundária da UNRWA em Khan Younis e se formou como o melhor de sua turma.

UNRWA e Terrorismo

As instituições da UNRWA não apenas produziram ideólogos terroristas. Eles também produziram cérebros terroristas. Segundo Dore Gold, ex-embaixador de Israel nas Nações Unidas, a UNWRA produziu graduados como Ibrahim Maqadama, que "ajudou a criar a estrutura militar do Hamas". Gold observa que "pelo menos 46 agentes terroristas eram estudantes nas escolas da UNRWA".

Também tem havido relatos generalizados de terrorismo de instalações supervisionadas pela UNRWA, incluindo ataques de atiradores de escolas administradas pela UNRWA, fábricas de bombas e armas em campos da UNRWA, o transporte de terroristas para suas zonas alvo em ambulâncias da UNRWA, e até funcionários da UNRWA diretamente ligados a ataques terroristas contra civis.

Nidal Abd al-Fattah Abdallah Nazzal, um motorista de ambulância da UNRWA de Kalqiliya na Cisjordânia, foi preso pelos serviços de segurança israelenses em agosto de 2002. Nidal admitiu que ele era um ativista do Hamas e que ele havia transportado armas e explosivos para terroristas em seu território. ambulância, aproveitando a liberdade de movimento oferecida aos veículos da UNRWA pelos israelenses.

Nahd Rashid Ahmad Atallah, um alto funcionário da UNRWA na Faixa de Gaza, também foi preso pela segurança israelense em agosto de 2002. Na qualidade de funcionário da UNRWA, ele prestou apoio a famílias de terroristas da Fatah e da FPLP. Ele usou seu carro da UNRWA para transportar membros armados dos "Comitês de Resistência Popular", uma facção militante do movimento Fatah, para realizar ataques contra as tropas israelenses no Karni Crossing.

A UNRWA também parece estar no negócio de cultivar novos terroristas. O New York Times expôs em 2000 que a UNRWA permitia que grupos terroristas usassem suas escolas como “acampamentos de verão” para que 25.000 crianças palestinas pudessem receber treinamento paramilitar, incluindo instruções sobre como preparar coquetéis molotov e bombas na beira da estrada.

A UNRWA não parece ansiosa para evitar esse tipo de atividade. Quando o Escritório Geral de Contabilidade (GAO) do governo dos EUA pediu à UNRWA que analisasse os beneficiários em busca de laços com os terroristas, a UNRWA alegou que não poderia, porque tal exame colocaria em risco sua equipe. Da mesma forma, quando as casas de seis famílias palestinas no registro da UNRWA foram destruídas durante as atividades de fabricação de bombas, a UNRWA concluiu que não havia provas suficientes para negar-lhes benefícios sob a lei de exclusão terrorista.

Alvo UNRWA?

Enquanto o Ocidente procura maneiras de enfraquecer o Hamas em Gaza, a UNRWA deveria ser um alvo óbvio. A UNRWA fornece alimentos, remédios, ajuda econômica, empregos, educação radical, oportunidades políticas e até mesmo assistência logística ao Hamas e a outros grupos extremistas. O orçamento da UNRWA, que ultrapassa US $ 365 milhões, é financiado por muitos países, mas os Estados Unidos e outros países ocidentais são os maiores contribuintes. Cortar o orçamento da UNRWA seria prejudicial para o Hamas em Gaza. Também enviaria uma mensagem importante para as Nações Unidas, que perpetua o problema dos refugiados palestinos e confere legitimidade a grupos como o Hamas por meio da continuidade da existência da UNRWA.

Asaf Romirowsky é membro associado do Fórum do Oriente Médio e gerente de Assuntos de Israel e Oriente Médio da Federação Judaica da Grande Filadélfia.


sábado, 1 de setembro de 2018

Islamização do Mundo e Colapso do Ocidente - Exemplos - PARTE 2

Nós tratamos do problema da crescente islamização, algumas de suas causas, e impactos no mundo em alguns artigos anteriores, tais como Islamização da Europa. Pode o mesmo acontecer no Brasil?, … O fim da Europa livre: o perigo do islamismo radical (link externo), … Islamização das Américas, … e Islamização da Europa Oriental e antigas repúblicas soviéticas

(Leia também sobre a Lei dos Números do islão)

Abaixo nós iremos listar exemplos que ilustram este processo de islamização, e procurar atualiza-los à medida do possível. 
"O Islã não está nos Estados Unidos para ser igual a todas as outras religiões, mas para se tornar dominante. O Alcorão, o livro muçulmano das escrituras, deve ser a autoridade mais alta dos EUA, e o Islã a única religião aceita na Terra." -- Omar Ahmad, co-fundador do Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas, CAIR-SFBA Comitê Executivo Membro de 1993 (ligados à Irmandade Muçulmana). 

Mais exemplos na PARTE 1 (de 2013 a 2017)


Atualização em agosto de 2018

Tommy Robinson: o herói da resistência anti-Jihad é odiado pelo governo britânico
Leia o artigo no blog.

Carta de funcionário do governo francês em 1928 questionava a cooperação entre esquerda e islamismo
Em relação à então recém-criada Irmandade Muçulmana. Leia o artigo no blog.

2018 "Imã da Paz" alerta do Canadá
É assim que os Regimes Islâmicos pensam:
• América é o Grande Satã
• Precisamos nos aproximar da América
• Canadá é uma boa opção
• Vamos construir uma base poderosa no Canadá
• Se os EUA tentarem alguma coisa, utilizaremos os jihadistas no Canadá para atacar a América.
___ Eu era um deles. (Twitter)

Arábia Saudita ameaça Canadá com ataque no estilo "9/11" como retaliação a críticas feitas por ministra canadense
A ministra reclamou da prisão dos ativistas ateus Samar e Raif Badawi. A Arábia Saudita congelou os negócios com o Canadá, retirou o seu embaixador e ameaça retirar todos os estudantes sauditas das universidades canadenses, dizendo que o Canadá não tem que dar palpite onde não é chamado. (Daily MailNational Post)

Grã-Bretanha: marinha britânica resgatou da Líbia, em 2014, o terrorista que se explodiu em concerto em Manchester
"Para este homem ter cometido tal atrocidade em solo britânico depois que o resgatamos da Líbia foi um ato de total traição", disse uma fonte do governo ao jornal britânico Daily Mail sobre o ataque. (aawsat)

Grã-Bretanha: dentre os 1112 refugiados sírios reassentados, não havia um único cristão 
Apenas os muçulmanos foram aceitos. Os cristãos representaram 10% da população pré-guerra da Síria e foram especificamente alvos dos jihadistas e continuam em risco. Mas são sistemáticamente ignorados pelos países da Europa Ocidental e Canadá.  Ano passado, apenas 25 dos 7.060 refugiados sírios, recomendados pelo ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), eram cristãos. No entanto, o governo britânico só aceitou 11 deles. (globalchristiannews)

Grã-Bretanha: exército faz anúncio para atrair muçulmanos ... cadê os vídeos para atrair budistas, hindus, cristãos, ateus, ...
Este é um anúncio do exército britânico para atrair muçulmanos. Uma patrulha do exército para a sua operação para que o soldado muçulmano se prepare para rezar, estenda o seu tapetinho, e se curve. O capitão da patrulha impede que comunicação via rádio seja feita para não atrapalhar a oração do muçulmano. 
Deste modo, em um futuro próximo, o exército britânico irá fazer o mesmo que o exército turco, que obrigou os cristãos de Afrin, na Síria, a se converterem ao islamismo. 



Grã-Bretanha: deputado Boris Jonhson diz que burca (e niqab) são como "caixa de correio" e "disfarce de ladrão de banco", e que devem ser banidas. Público britânico concorda com ele
A grande mídia ficou envergonhada por uma pesquisa de dados que mostra que uma grande maioria do público britânico não acredita que criticar a burca seja “facismo” e apoia a proibição do vestuário. (breitbart)

Austrália mostra o que fazer para conter a imigração ilegal: interceptar os barcos e levá-los para longe
Quatro anos atrás, o governo australiano avisou: "Qualquer embarcação que tentar entrar ilegalmente na Austrália será interceptada e levada para fora das águas territoriais australianas"Foram palavras extremamente duras, mas deu certo. A taxa de migração para a Austrália já é a mais baixa dos últimos 10 anos. A Austrália obriga as embarcações com migrantes a darem meia-volta e enviá-las a um centro de processamento regional usado para abrigar migrantes impedidos de entrarem na Austrália. (Gatestone)

Alemanha: Ascensão dos Salafistas
Agência de Inteligência Interna da Alemanha (BfV) calcula que haja na Alemanha mais de 25 mil islamistas, dos quais praticamente 2 mil representam uma ameaça iminente. (gatestoneinstitute)
  • "Os salafistas se veem como guardiões do Islã original, puro... Como consequência, os salafistas querem implantar uma "teocracia" de acordo com a sua interpretação das diretrizes da Lei Islâmica (Sharia), na qual não se aplica mais a ordem democrática liberal." — Relatório Anual do Departamento Federal para a Proteção da Constituição da Alemanha (BfV).
  • "Sob o pretexto de ajuda humanitária, os islamistas conseguiram radicalizar inúmeros migrantes. No passado, os salafistas em particular, procuraram estender a mão aos migrantes. Eles visitavam abrigos para refugiados para esse fim, oferecendo assistência. O grupo alvo não era apenas o dos migrantes adultos, era também o dos adolescentes desacompanhados que, devido à sua situação e idade, são particularmente suscetíveis às práticas missionárias salafistas". − Relatório Anual do Departamento Federal para a Proteção da Constituição da Alemanha (BfV).
  • O relatório do BfV mostra uma ligação direta entre o aumento do antissemitismo na Alemanha e a ascensão dos movimentos islamistas no país: "a 'imagem inimiga do judaísmo', portanto, forma o pilar central da propaganda de todos os grupos islamistas... Isso representa uma ameaça significativa à coexistência pacífica e à tolerância na Alemanha."
EUA x Turquia: moeda turca desaba frente a pressão dos EUA pela liberação de pastor 
Presidente Trump impõe tarifas no aço e alumínio produzidos na Turquia, o que provoca queda vertiginosa da moeda turca, a lira. A reação do presidente Turco Erdogan contra as tarifas foi a de apelar para o nacionalismo. Erdogan enquadrou a crise cambial da Turquia como uma 'batalha nacional' contra inimigos econômicos, incluindo os EUA, dizendo:  'se eles têm seu dólar, nós temos o povo, nós temos Alá'. (Daily Mail)

Espanha se tornou a nova porta de entrada da migração em massa para a Europa
Artigo do Gatestone Institute complementa o nosso artigo História se repete: Mouros invadem as praias da Espanha.

Grécia: jovem morre ao tentar proteger a namorada de três migrantes "asiáticos de pele escura"
O crime ocorreu na Acrópole, em Atenas. Segundo a declaração da mulher portuguesa à polícia, os culpados tinham uma aparência asiática escura. Ganges the "imigrantes" estão atacando turistas, algo ruim para um país que tem no turismo a principal fonte de renda (voiceofeurope)

Atualização em julho de 2018

Crise migratória amplia a crise política na Europa; Merkel pode estar com seus dias contados
Leia este artigo no blog.

Grã-Bretanha: Tommy Robinson preso por reportar sobre gangue de estupradores muçulmanos
Tommy Robinson é fundador e ex-líder da Liga de Defesa Inglesa, um grupo que surgiu após um grupo de muçulmanos tentar interromper uma marcha de soldados britânicos que voltavam do Afeganistão. Após implacável perseguição policial, Tommy se tornou jornalista independente. Ele foi preso fazer um filme caseido, com o seu celular, na entrado do tribunal onde 26 membros de uma gangue de estupradores muçulmanos estão sendo julgados. Mas este caso não pode ser noticiado, pois  ele evidencia a falha da política de imigração incontrolada de muçulmanos por parte do governo britânico. Tommy Robinson foi preso pela polícia e levado para um juiz, que o condenou imediatamente a 13 meses de prisão. Enquanto que os estupradores são julgados com direito a advogados, um patriota que denuncia os estupros foi preso e condenado sem a presença de um advogado. O vídeo abaixo mostra o momento da sua prisão, quando ele foi acusado de "perturbar a paz." Leia mais em Injustiça Rápida: o Caso de Tommy Robinson



Grã-Bretanha: ex-prefeito de Lowestoft é suspenso devido a uma postagem islamofóbica
O Partido Conservador disse que suspendeu a do partido o ex-prefeito de Lowestoft e atual vice-líder do conselho local, Stephen Ardley, porque após a eleição de Sadiq Khan, dois anos atrás, o Sr. Ardley teria escrito que era "inacreditável" que um muçulmano fosse eleito prefeito de Londres em um país cristãoIsso significa que o próprio partido conservador britânico está aplicando a lei islâmica (Sharia) sobre os seus membros.
http://www.bbc.com/news/uk-england-suffolk-44338267

Itália: União Européia tenta torpedear o novo governo patriota; mas a democracia vence e o governo eleito toma posse!
As eleições gerais na Itália foram vencidas pelo Movimento Cinco Estrelas e pelo Partido da Liga. Apesar de possuirem vertentes idológicas distintas,  ambos empunham a mesma bandeira: contra a política econômica imposta pela União Européia, pró nacionalismo, e tremendamente críticos da invasão contínua de centenas de milhares de imigrantes muçulmanos que afeta a Itália como nenhum outro país da Europa. As diferenças foram colocadas de lado e estes partidos formaram uma coligação. Como manda a constituição, o primeiro-ministro e demais ministros do governo devem ter os seus nomes enviados para aprovação do parlamento pelo presidente, Sergio Matarela. Mas Matarela vetou o governo por temer que o indicado para ministro da economia, Paolo Savona, poderia provocar a saída da Itália da União Européia. O pior, Matarela nomeou um tecnocrata pró União Européia, que não tinha sido eleito, como primeiro ministro, pedindo para ele formar um governo. Claro que o parlamento não iria aprovar este governo sem legitimidade e novas eleições aconteceriam. A indignação contra a decisão do presidente Matarela foi tamanha que as pesquisas indicavam uma vitória ainda maior do Movimento Cinco Estrelas e do Partido da Liga. O presidente retrocedeu e resolveu concordar com o novo governo. A Itália tem, deste modo, um governo patriota e "anti-estabelecimento", liderado por Giuseppe Conte, primeiro-ministro, tendo como um dos vice-primeiro-ministro Matteo Salvini, líder da Liga, sendo o outro vice-primeiro-ministro Luigi Di Maio, líder do Movimento Cinco Estrelas. O ministro da economia é Giovanni Tria, que também questiona o euro mas de modo mais brando (Publico)

Itália: governo não autoriza atracamento de navios que "contrabandeiam" refugiados; presidente francês fica furioso e governo socialista espanhol se oferece a receber os navios
Os navios são manobrados por ONGs que, deste modo, colaboram com o tráfico humano: a crise migratória é um excelente negócio. O presidente francês, Emmanuel Macron, ficou furioso e acusou a Itália de ser anti-Européia, comparando a atitude do governo italiano à lepra. Claro que isso não caiu bem e o governo italiano respondeu com firmesa, acusando Macron de hipocrisia (REUTERS). Como Malta também se recusou a receber os navios (Global News), o governo socialista espanhol decidiu os receber (Observador).

Argélia abandona migrantes no deserto do Saara, causando a morte de mais de 30 mil desde 2014
São, em sua maioria, cristãos fugindo da perseguição de grupos islâmicos radicais da Nigéria (Boko Haram) e do Mali, inclusive mulheres grávidas e crianças de colo, para morrerem no deserto. "Os migrantes são colocados em caminhões e são conduzidos durante horas até chegarem a um local conhecido como Ponto Zero. Aí, os migrantes são abandonados e obrigados a caminhar a pé em direção ao Níger, uma distância de cerca de 15 quilómetros, debaixo de temperaturas que podem chegar aos 48 graus." A Argélia é um país 99% muçulmano. (zap

Alemanha: revolta do partido da Bavária pode (finalmente) derrubar Merkel
O governo alemão é uma coalizão entre 3 partidos. Um deles (o CSU) é da Bavária, e o seu líder (Horst Seehofer) é o ministro do interior. Ele deu um ultimato a chanceler Angela Merkel: ou ela resolve a crise dos refugiados (que ela mesmo criou) ou o CSU vai começar a expulsar os refugiados. (Daily Mail)

EUA: Trump diz que imigração em massa criou uma explosão do crime e mudança da cultura na Alemanha
Ele promete que o mesmo não irá ocorrer enquanto ele for presidente. (Daily Mail)

Bélgica: líder do partido islâmico afirma "seremos maioria e implementaremos a Sharia" 
O líder do partido "Islâmico" da Bélgica disse em uma entrevista na TV que a Bélgica terá uma maioria muçulmana em breve. Anteriormente, informamos sobre como seu partido islâmico quer introduzir a lei islâmica (Sharia) e criar um Estado islâmico na Bélgica. Redouane Ahrouch, que é o fundador e líder do partido, participou de um debate exibido na TV nacional da Bélgica na terça-feira. No programa VRT “De Afspraak” ele anunciou que seu partido se expandirá de Bruxelas para outras grandes cidades como Antuérpia e Ghent. Ahrouch acredita que a população muçulmana da Bélgica aumentará as chances de sucesso do seu partido pró-Sharia: “Dentro de 12 anos, a Bélgica terá uma maioria muçulmana”. Ele acrescenta que existirão dois grupos que podem liderar o país: os extremistas ou os "democratas como nós". Durante o debate na TV, o líder do partido islâmico se recusou a fazer contato visual com a secretária de Estado da Igualdade de Oportunidades Zuhal Demir, porque ela é uma mulher. Ahrouch disse anteriormente que ele quer separar homens e mulheres no transporte público para prevenir ataques sexuais. (voiceofeurope)

Escola finlandesa modifica verso cristão tradicional usado para fechar o ano letivo para aplacar pais de estudantes muçulmanos
O Suvi Versi (verso de verão) é um verso cristão tradicional cantado no final do ano letivo para o início das férias de verão, em cerimônias de formatura. Tornou-se um item controverso, especialmente no sul da Finlândia, onde a maioria das comunidades muçulmanas estão localizadas. Aplacar esse grupo censurando centenas de anos de tradições finlandesas parece ser a nova norma.
http://tundratabloids.com/2018/06/finnish-school-modifies-traditional-christian-verse-used-to-close-school-year-to-placate-parents-of-muslim-students/

Holanda: governo promete revelar detalhas sobre financiamento de mesquitas
O gabinete publicará detalhes de quais mesquitas na Holanda recebem dinheiro do exterior e quanto, na medida do possível, o ministro das Relações Exteriores, Stef Blok, disse ao parlamento. No total, 30 organizações islâmicas solicitaram financiamento ou realmente receberam dinheiro do Kuwait e da Arábia Saudita nos últimos anos, disseram o NRC e Nieuwsuur na época.
https://www.dutchnews.nl/news/2018/05/minister-pledges-to-come-clean-on-mosque-funding-will-publish-details/

Suíca: governo não controla quem financia as mesquitas no país, permitindo o crescimento do radicalismo salafista
Há cerca de 250 mesquitas na Suíça, contudo as autoridades não sabem quem as financia. Ao rejeitar o projeto de lei que obriga as mesquitas a informarem quem as financia, as autoridades suíças podem agora fazer deliberadamente vista grossa. A Liga Mundial Muçulmana está por trás de "toda uma rede de mesquitas radicalmente orientadas na Suíça... com a clara intenção de disseminar a ideologia salafista na Suíça". — Saïda Keller-Messahli, especialista em Islã na Suíça. Acima de tudo, o governo suíço dá a entender não ter levado em conta os direitos dos cidadãos não muçulmanos da Suíça, que são os únicos a terem que viver com as consequências das políticas mal concebidas do governo. (Gatestone)

Muçulmanos alemães acusam a Bavária de duplicar os padrões em relação à ordem dos crucifixos
Grupos muçulmanos na Alemanha acusaram o governo da Bavária de ter padrões duplos, uma vez que uma nova ordem exigindo que os edifícios do governo na região principalmente católica do sul exibissem um crucifixo entrou em vigor (dailystar). Ao viver em um país cristão, os muçulmanos se tornam pluralistas ardentes.

Escócia: Líder dos "conservadores" escoceses exige mais migração em massa para tornar a Inglaterra "vibrante"
Ruth Davidson, que é promovida pela mídia liberal como uma futura primeira-ministra do Reino Unido, exigiu que o governo conservador libere as metas de controle de migração, abrindo de vez as porteiras para todos. http://www.breitbart.com/london/2018/06/01/scotland-tories-migration-uk-vibrant/

Eslovênia: partido anti-imigração vence eleição parlamentar
O partido de oposição anti-imigração de centro-direita liderado por um ex-primeiro ministro esloveno obteve o maior número de votos nas eleições parlamentares da Eslovênia no domingo, mas não o suficiente para formar um governo por conta própria, segundo resultados preliminares. A Comissão Eleitoral Estatal disse após contabilizar cerca de 90 por cento dos votos que o Partido Democrático da Eslovênia de Janez Jansa recebeu em torno de 25 por cento dos votos. O partido anti-sistema Lista de Marjan Sarec ficou em segundo lugar com mais de 12 por cento. Os social-democratas, o Partido do Centro Moderno, do atual primeiro-ministro, Miro Cerar, e a esquerda receberam cerca de 9%. http://www.breitbart.com/big-government/2018/06/03/poll-anti-immigration-party-wins-slovenia-parliamentary-election/

Áustria fecha mesquitas radicais e expulsa clérigos; governo turco está furioso
A Áustria disse nesta sexta-feira que vai expulsar 60 imanes financiados pela Turquia e suas famílias (um total de 150 pessoas) e que vai fechar 7 mesquitas como parte de uma ofensiva contra o "Islã político", provocando fúria em Ancara. "Sociedades paralelas, o islamismo político e a radicalização não têm lugar em nosso país", disse o chanceler Sebastian Kurz. Mesmo os partidos de oposição ao governo austríaco apoiaram amplamente o anúncio de sexta-feira. (The Local)

Turquia: Erdogan prediz "guerra entre a cruz e a crescente"
O presidente Recep Tayyip Erdogan, no sábado, criticou duramente a decisão da Áustria de fechar as mesquitas e expulsar os imames financiados pelos turcos, criticando a decisão como anti-islâmica e prometendo uma resposta. (France24)

Áustria: chanceler austríaco recebe ameaças de morte por fechar as mesquitas turcas
A segurança do chanceler Sebastian Kurz foi ampliada devido às ameaças que começaram a serem feitas contra ele.


EUA deixam o Conselho de Direitos Humanos ONU 
Esta é uma notícia de profunda repercussão. O Conselho de Direitos Humanos passou a ser um braço da jihad global. É preciso uma limpeza geral não apenas deste Conselho, mas das Nações Unidas como um todo. (sapo)

Alemanha: 'Requerentes de asilo' usam o dinheiro para as férias de volta para casa Após o polêmico escândalo envolvendo suspeitas de suborno e a compra de autorizações de residência para imigrantes, as estatísticas mostram que os chamados solicitantes de asilo estão "de férias" em seu país de origem. As viagens estão se tornando cada vez mais freqüentes, de acordo com o Conselho Alemão de Migração, comumente conhecido como BAMF - Eis aí mais uma prova contundente de que os "refugiados" não estão a fugir de guerras, mas sim estão usando esta desculpa para forçarem a sua entrada em país mais afluentes p viverem às custas dos seus contribuintes. (savemysweden)

Dinamarca aprova a proibição da burca e do niqab
O parlamento dinamarquês aprovou a proibição do uso de véus islâmicos que cobrem a totalidade do rosto em espaços públicos. A nova lei, patrocinada pelo governo de centro-direita da Dinamarca, apoiada pelos Social-democratas e pelo Partido do Povo Dinamarquês, foi aprovada em 31 de maio por 75 votos a 30. A partir de 1º de agosto, quem estiver usando uma burca (que cobre todo o rosto) ou uma nicabe (que cobre todo o rosto, menos os olhos) em público na Dinamarca estará sujeito a uma multa de mil Coroas Dinamarquesas (US$157), os reincidentes poderão ser multados em 10 mil Coroas Dinamarquesas. Além disso, qualquer um que estiver forçando ou ameaçando alguém a usar roupas que cubram o rosto poderá ser multado ou estará sujeito a até dois anos de prisão. (Gatestone)

A Dinamarca é o sexto país europeu a promulgar essa proibição, atrás da França, Bélgica, Holanda, Bulgária e Áustria. 


Atualização em junho de 2018

Estamos em um ponto crucial da História: islã e "progressistas" contra nós
Leia o artigo no blog.

Especialista da Jihad: Parem de aceitar refugiados muçulmanos - a Europa está importando uma guerra civil
Leia o artigo no blog.

EUA abandona acordo nuclear com Irã; centenas de milhares de documentos provam que Irã estava mentindo
Leia o artigo no blog.

Finlândia: sexo com 10 anos menina de idade não é estupro, se abuso for cometido por "imigrante"
Em um caso que provocou indignação pública, um tribunal finlandês manteve uma decisão de que o sexo entre um requerente de asilo e uma menina de 10 anos de idade não constituiu estupro. Juusuf Muhamed Abbudin, um requerente de asilo, foi condenado por abuso sexual agravado, e também condenado a pagar à criança € 3.000. O promotor pedia condenação por estupro agravado (RT)

Dinamarca: polícia admite ter escondido estupros de menina para proteger a identidade do estuprador
Os estupradores, refugiados afegãos, estupraram e assediaram várias meninas de 14 anos em um Shopping em Esbjerg. População se queixa da polícia: ao não saber dos fatos, ela não pode se proteger (Breitbart).

Texas: Muçulmanos da Síria flagrados entrando nos EUA via México indicam a existência de contrabando humano
Os agentes da Patrulha da Fronteira no Setor Laredo dizem que a prisão dos sírios confirma que há um contrabando humano de países com conexões com o terrorismo para os EUA. (Breitbart)

Alemanha: Merkel e Macron ameaçam países que não aceitam "cotas de imigração" definidas pela União Européia
Emmanuel Macron exigiu uma integração mais próxima e mais rápida da UE em direção a um superestado, em um discurso em que ele prometeu "não ceder nada" aos membros conservadores da Europa Orienta; que acreditam em uma Europa de nações fortes. (Telegraph)

Alemanha: alemães terão que trabalhar até os 70 anos de idade para sustentar centenas de milhares de refugiados
Em fevereiro de 2016, o professor Matthias Lücke, da Universidade de Kiel, calculou que este custo para manter os refugiados chegaria a € 55 bilhões até 2022.  Cinco meses depois, outro economista, o Dr. Bernd Raffelhüschen, calculou que total da dívida contraída para pagar principalmente os migrantes árabes, 70% deles não qualificados, chegaria a 1,5 trilhão de euros ao longo de sua estada na Alemanha.  Em fevereiro de 2017, o conselheiro econômico da Merkel, Hans-Werner Sinn, alertou que os custos totais poderiam chegar a 340 bilhões de euros, quase 10% do PIB total da Alemanha naquele ano. E, ainda em 2017, saiu um estudo mostrando que esses “refugiados” não planejam retornar aos seus países de origem após a guerra, mas sim permanecerem permanentemente na Europa. E, para piorar, 15%  dos idosos e pensionistas alemães estão agora classificados em nível de pobreza de acordo com o site DW.com. (Voice of Europe)

Grã-Bretanha proíbe entrada de norueguês crítico da "imigração descontrolada" 
Tore Rasmussen, do grupo Geração Identidade, foi detido no aeroporto de Gatwick, em Londres. Mesmo residindo em Londres, ele foi mandado de volta para a Áustria (de onde seu voo originou) sob a alegação de que ele "compartilha de valores que não correspondem aos valores britânicos" (o que significa, ele rejeita o multiculturalismo). Ele está sendo punido por "crime de pensamento" ou seja, crime político. (SputinikAftenposten)

Reino Unido propõe sentença de seis anos de prisão para quem criticar o Islã
Leia o artigo no blog.

Bélgica: muçulmanos espancam pai e filho por beberem cerveja na Antuérpia
Vídeo: https://www.bitchute.com/video/ttfVX4sm3KIF/

Canadá: primeiro-ministro Justin Trudeau permite que terrorista confesso ande solto pelas ruas
Um ex-combatente do ISIS admitiu ter matado um prisioneiro em nome da organização terrorista. O Partido Conservador (oposição) quer que o primeiro-ministro Justin Trudeau e a polícia prendam o homem. O homem se identifica como canadense e está supostamente de volta ao Canadá. O governo de Trudeau se recusa a prender os jihadistas do Estado Islâmico que retornam para o Canadá sob a alegação de que é impossível provar que eles cometeram algum crime. (News1130)

Canadá: grupo islâmico aterroriza praias na província de Ontario
Um grupo que se  auto-denomina "Força Islâmica Revolucionária" escreveu uma carta ameaçando destruir as praias de Toronto até North Bay. Leia o artigo no blog.

Atualização em maio de 2018

Estamos em um ponto crucial da História: islã e "progressistas" contra nós
Leia o artigo no blog.

Especialista da Jihad: Parem de aceitar refugiados muçulmanos - a Europa está importando uma guerra civil
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EUA abandona acordo nuclear com Irã; centenas de milhares de documentos provam que Irã estava mentindo
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Finlândia: sexo com 10 anos menina de idade não é estupro, se abuso for cometido por "imigrante"

Em um caso que provocou indignação pública, um tribunal finlandês manteve uma decisão de que o sexo entre um requerente de asilo e uma menina de 10 anos de idade não constituiu estupro. Juusuf Muhamed Abbudin, um requerente de asilo, foi condenado por abuso sexual agravado, e também condenado a pagar à criança € 3.000. O promotor pedia condenação por estupro agravado (RT)

Dinamarca: polícia admite ter escondido estupros de menina para proteger a identidade do estuprador
Os estupradores, refugiados afegãos, estupraram e assediaram várias meninas de 14 anos em um Shopping em Esbjerg. População se queixa da polícia: ao não saber dos fatos, ela não pode se proteger (Breitbart).

Texas: Muçulmanos da Síria flagrados entrando nos EUA via México indicam a existência de contrabando humano
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Alemanha: Merkel e Macron ameaçam países que não aceitam "cotas de imigração" definidas pela União Européia
Emmanuel Macron exigiu uma integração mais próxima e mais rápida da UE em direção a um superestado, em um discurso em que ele prometeu "não ceder nada" aos membros conservadores da Europa Orienta; que acreditam em uma Europa de nações fortes. (Telegraph)

Alemanha: alemães terão que trabalhar até os 70 anos de idade para sustentar centenas de milhares de refugiados
Em fevereiro de 2016, o professor Matthias Lücke, da Universidade de Kiel, calculou que este custo para manter os refugiados chegaria a € 55 bilhões até 2022.  Cinco meses depois, outro economista, o Dr. Bernd Raffelhüschen, calculou que total da dívida contraída para pagar principalmente os migrantes árabes, 70% deles não qualificados, chegaria a 1,5 trilhão de euros ao longo de sua estada na Alemanha.  Em fevereiro de 2017, o conselheiro econômico da Merkel, Hans-Werner Sinn, alertou que os custos totais poderiam chegar a 340 bilhões de euros, quase 10% do PIB total da Alemanha naquele ano. E, ainda em 2017, saiu um estudo mostrando que esses “refugiados” não planejam retornar aos seus países de origem após a guerra, mas sim permanecerem permanentemente na Europa. E, para piorar, 15%  dos idosos e pensionistas alemães estão agora classificados em nível de pobreza de acordo com o site DW.com. (Voice of Europe)

Grã-Bretanha proíbe entrada de norueguês crítico da "imigração descontrolada" 
Tore Rasmussen, do grupo Geração Identidade, foi detido no aeroporto de Gatwick, em Londres. Mesmo residindo em Londres, ele foi mandado de volta para a Áustria (de onde seu voo originou) sob a alegação de que ele "compartilha de valores que não correspondem aos valores britânicos" (o que significa, ele rejeita o multiculturalismo). Ele está sendo punido por "crime de pensamento" ou seja, crime político. (SputinikAftenposten)

Reino Unido propõe sentença de seis anos de prisão para quem criticar o Islã
Leia o artigo no blog.

Bélgica: muçulmanos espancam pai e filho por beberem cerveja na Antuérpia
Vídeo: https://www.bitchute.com/video/ttfVX4sm3KIF/

Canadá: primeiro-ministro Justin Trudeau permite que terrorista confesso ande solto pelas ruas
Um ex-combatente do ISIS admitiu ter matado um prisioneiro em nome da organização terrorista. O Partido Conservador (oposição) quer que o primeiro-ministro Justin Trudeau e a polícia prendam o homem. O homem se identifica como canadense e está supostamente de volta ao Canadá. O governo de Trudeau se recusa a prender os jihadistas do Estado Islâmico que retornam para o Canadá sob a alegação de que é impossível provar que eles cometeram algum crime. (News1130)

Canadá: grupo islâmico aterroriza praias na província de Ontario
Um grupo que se  auto-denomina "Força Islâmica Revolucionária" escreveu uma carta ameaçando destruir as praias de Toronto até North Bay. Leia o artigo no blog.


Atualização em abril de 2018

Peça esgotada retrata Jesus estuprando uma mulher muçulmana (mas, na verdade, Maomé estuprou uma cristã)
Leia sobre isso no blog.

Esgotamento Civilizacional da Europa
  • O Islã está preenchendo o vácuo cultural de uma sociedade sem filhos e que acredita - erroneamente - que não tem inimigos.
  • Na Suécia, em 2050, quase uma em cada três pessoas será muçulmana.
  • A corrente dominante européia agora parece acreditar que o "mal" vem apenas de nossos próprios pecados: racismo, sexismo, elitismo, xenofobia, homofobia, a culpa do heterossexual homem branco ocidental - e nunca de culturas não-européias. A Europa agora postula uma idealização infinita do "outro", acima de tudo o migrante.
  • Um cansaço parece ser o motivo pelo qual esses países não tomam medidas significativas para derrotar o jihadismo, como o fechamento de mesquitas salafistas ou a expulsão de imãs radicais.
  • Extremistas muçulmanos entendem essa vantagem: desde que evitem outro massacre como o 11 de setembro, eles poderão continuar tirando vidas humanas e minando o Ocidente sem despertá-lo de sua inércia. (Gatestone)
Globalistas promovem o fim da Europa
  • Macron, presidente da França: "[Os africanos] estão se voltando para a Europa porque o continente [da Europa] não é uma ilha, por causa de nossa localização, e porque a Europa tem seu destino ligado à África." (Breitbart)
  • Junker, presidente da União Européia: "Europa estará perdida sem os milhões de imigrantes africanos." (Breitbart)
  • Segundo o jornal Le Figaro, a Euráfrica acarretará no fim estado do bem-estar social europeu, com o fim dos programas sociais generosos. 
Alemanha: "Refugiado" incendeia prédio e tranca saídas para matar os infiéis
O muçulmano aspirante a refugiado ateou fogo ao bloco de apartamentos nas primeiras horas da Sexta-Feira Santa. Como resultado, uma pessoa morreu, 17 ficaram feridas e vários animais domésticos morreram no incêndio. As pessoas ficaram presas no telhado do prédio e tiveram que saltar para um colchão inflável do Corpo de Bombeiros (Voice of EuropeAmigo de Israel).

Canadá: igrejas pixadas na Páscoa com palavões e governo e imprensa fica em silêncio (mas quando muçulmanos inventam crimes, a grita é geral) 
Três igrejas foram pixadas na Páscoa com palavrões: "Foda-se Jesus". Imagine se "Foda-se Maomé" tivesse sido pixado na porta de uma mesquita?
O atual governo liderado por Justin Trudeau estaria liderando a acusação, teriam posto em ação gritaria e condenação generalizada! E imagine se isso tivesse acontecido em um importante dia comemorativo no Islã? Mas, novamente, porque aconteceu com os cristãos no dia mais importante do cristianismo ... Trudeau ficou em silêncio, o sindicato da "fala do ódio" ficou silencioso e, na maior parte, os principais meios de comunicação quase não deram nem uma menção passageira (thepostmillennial). Após 4 dias, Trudeau não resistiu a pressão pública emitiu um twitter patético ( muito criticado) (Daily Wire).


Portugal: Justiça se curva ao islão. Líder religioso, que entrou ilegalmente, vai permanecer no país
O Imã da mesquita do Porto foi condenado a uma multa de  1560 Euros por ter usado de documentos falsos para obter residência em Portugal. Outros 12 marroquinos foram descobertos usando do mesmo subterfúgio. A justiça portuguesa apenas os multou. Eles permanecem em Portugal. (DN)

Portugal: pequena aldeia quase deserta oferece casa e terra para plantio para quatro família de "refugiados"
Os frutos do suicídio demográfico da Europa visto à luz do dia. Enquanto isso, os portuguese pobres ficam a ver navios (SIC).

Finlândia: muçulmana reclama que existem "finlandeses demais" 
Mas ela acrescenta que este é um problema fácil de resolver: basta aumentar a imigração muçulmana e tudo ficará melhor (eutimes).


França: arruaça e carros queimados após mulher ser ordenada a remover o véu islâmico de rosto inteiro
Centenas de policiais foram mobilizados depois que moradores incendiaram carros em Toulouse protestando contra a policia, por ter pedido os documentos de uma mulher usando um véu islâmico ilegal. O véu islâmico de rosto inteiro é ilegal na França.

Incêndio criminoso de carros são uma ocorrência comum em alguns dos subúrbios mais problemáticos da França e são especialmente comuns nos subúrbios ao redor da capital francesa de Paris. (Breitbart)

França: intelectuais exigem que líderes muçulmanos denunciem os versos anti-cristãos e anti-judeus do Alcorão 
Um grupo de 300 políticos e artistas franceses exigiu que líderes muçulmanos proeminentes denunciassem o antissemitismo islâmico e declarassem que os versos anticristãos e antijudaicos do Alcorão estavam desatualizados. O ex-presidente Nicolas Sarkozy, o ator Gerard Depardieu e o cantor Charles Aznavour estão no grupo, que divulgou um manifesto no jornal Le Parisien no domingo. (Daily Caller)

Atualização em março de 2018

Grã-Bretanha no caminho do autoritarismo pró-islâmico: líderes e repórteres expulsos e banidos por suas idéias "conservadoras" 
Em apenas dois dias, 3 jovens conservadores e anti-Jihad foram banidos da Inglaterra. Eles são o líder do Movimento Identidate da Áustria, Martin Sellner, a autora estadunidense Brittany Pettibone, e a jornalista canadense Lauren Southern. As autoridades britânicas os acusam de "promoverem racismo." (Mas, que raça é o islamismo?) O que se passa é algo bastante simples: silenciar opiniões discordantes, de modo preemptivo. De modo a "não ofender" uma determinada parcela da sociedade (e nós sabemos que parcela é esta), o governo britânico decidiu se tornar autoritário, perseguindo as vozes discordantes. O único crime que destes três é o de expressarem idéias que o governo não gosta: isso se chama "perseguição política." (Daily MailBreitbartEnquanto isso, os jihadistas britânicos que cometeram todas as atrocidades possíveis são recebidos de braços abertos pelo governo britânico.

Brittany Pettibone, Martin Sellner e Lauren Southern

Grã-Bretanha: líderes do partido Britain First são condenados por "assédio racial"
Jayda Frasen e Paul Goldin fizeram campanha contra quatro afegãos acusados pelo estupro em grupo de uma jovem britânica de 16 anos. (Breitbart)

Grã-Bretanha: ativista anti-Jihad agredido em plena luz do dia; polícia ignora
Tommy Robinson é um ativista anti-Jihad e atualmente trabalha como repórter para várias TVs alternativas. Ele vem sendo perseguido pela sua atuação, tendo sido processado e preso várias vezes por dizer a verdade. Mas não adianta, ele não se cala. Agora, ele vem sendo alvo de ataques físicos, como este mostrado neste vídeo. Veja que o ataque foi orquestrado, com os atacantes com os rostos cobertos ao melhor estilo da ANTIFA. E depois apareceu a polícia (um dos guardas tem todo o aspecto de um muçulmano salafita, com barba longa e bigode raspado) e eles fazem desdém da vítima.  Esta é a realidade da Inglaterra multicultural de hoje. Youtube: https://youtu.be/VEqTa7XCr6M?t=2m8s

Grã-Bretanha: pela primeira vez na história, Londres tem mais crimes que Nova York 
Esta é a Londres multicultural do prefeito islamista Sadiq Khan. Maioria dos crimes feitos com facas (The Times).

França. Perseguição a inimigos políticos: Le Pen pode ser presa por denunciar as atrocidades do Estado Islâmico (ISIS)
O movimento anti-islamização "França Primeiro", de Marine Le Pen, tinha sido acusado pela imprensa francesa de ser "exatamente como o ISIS". Para calar a boca dos acusadores, Le Pen publicou fotos de algumas das atrocidades cometidas pelo ISIS. Agora, seus inimigos políticos querem que ela seja presa em alusão da um artigo perdido no código penal francês que diz ser crime mostrar imagens violentas, pronográficas ou que denigram a condição humana. Se condenada, ela pode pegar até 3 anos de prisão. (The Vergeamigodeisrael).
Na Holanda, acusações politicamente motivadas também foram direcionadas ao deputado Geert Wilders, que chegou a ser levado a julgamento ... duas vezes.

França: O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy acusado de receber doação de Kadaki durante eleição presidencial
Sarkozy foi detido nesta terça-feira (20) para interrogatório em meio à investigação sobre suspeitas de financiamento ilícito líbio de sua campanha eleitoral em 2007. Ele, claro, nega e acusa os líbios de espalharem notícias falsas.
Isso não é novo. Existem vários relatos do ex-ditador, líbio Muamar Kadafi, ter feito doações a campanhas eleitorais em diversos países, inclusive no Brasil (doação para o PT de Lula).
Em 2011, Sarkozy foi um dos líderes que pressionou pelo bombardeio à Líbia e pelo assassinato de Kadafi. (talvez ele quisesse "queimar o arquivo"). (Jornal ArgumentoUOLDCI)

Alemanha: Merkel admite a existência de "zonas proibidas" (no-go zones)
Em entrevista, ela falou sobre a necessidade de se fazer algo nas áreas onde a lei e a ordem não são bem-vindas (Breitbartrtl)

Alemanha: Ministro diz "Islã não pertence a Alemanha";  Merkel afirma o contrário 
Angela Merkel tomou posse de um governo de coalizão entre os Sociais-Democratas e os Socialistas (Bundestag) e a confusão já começou. Horst Seehofer, novo ministro do Interior da Alemanha disse que "O islamismo não pertence à Alemanha. A Alemanha é moldada pelo cristianismo. Esta tradição inclui domingos sem trabalho e feriados e rituais da igreja, como Páscoa, Pentecostes e Natal .... Minha mensagem é que os muçulmanos têm que viver conosco, não próximos ou contra nós." (Gatestone) A reação da Merkel foi afirmar que "o islamismo pertence a Alemanha" (Breitbart).

Alemanha:  Professores de Berlim queixam-se de "intimidação religiosa" vinda de estudantes muçulmanos
Os professores de algumas das escolas mais movimentadas de migrantes de Berlim reclamaram que estão a ver um grande aumento no bullying ao longo de linhas religiosas, principalmente de estudantes muçulmanos. Por exemplo, não querem usar produtos que não sejam halal. Não aceitam que seus colegas comam sanduíche de presunto. Insultos a judeus.
Os professores desejam a imposição da lei que proíbe a exibição de símbolos religiosos, tais como o véu islâmico hijab, pois eles receiam uma getoização das escolas em termos étnicos e religiosos. (Berliner Zeitung)

Alemanha: mais efeito do "enriquecimento cultural"
  1. Dez jovens requerentes de asilo aterrorizaram uma feira local na cidade alemã de Steinfurt, agredindo sexualmente as mulheres jovens, lutando com os adolescentes locais e ameaçando as pessoas que se divertiam nos brinquedos de um parque de diversões (Der Western).
  2. Ruas do distrito de Marxloh, perto de Duisburg, controladas por traficantes de drogas e ladrões. Metade dos 20 mil moradores deste subúrbio industrial,  que outrora já foi próspero, tem "origem estrangeira" e são "recém-chegados." Muitos são desempregados e, dependem dos benefícios estatais sem exercer atividade remunerada. Um relatório policial vazado diz que as ruas são controladas por traficantes de drogas e ladrões que “vêem o crime como sua atividade de lazer” (Ecoando a Voz dos Mártires). 
Itália: globalistas e pró-islamistas perdem as eleições
Os partidos globalistas que apoiam a imigração em massa de imigrantes, incluindo aí o poderoso Partido Democrático Italiano, foram varridos nas eleições gerais. Os vitoriosos foram o Movimento Cinco Estrelas e o Partido da Liga. Apesar de possuirem vertentes idológicas distintas,  ambos empunharam a mesma bandeira, sendo contra a política estabelecidamente pró União Européia, pró nacionalismo, e tremendamente críticos da invasão de imigrantes muçulmanos que afeta a Itália como nenhum outro país da Europa. O problema é que nenhum dos dois partidos obteve maioria no parlamento. E uma coligação entre eles é pouco provável. De modo que a situação política da Itália ainda é incerta (The Atlantic).

Itália: mesquita de Milão pede a muçulmanos que votem nos partidos de esquerda 
Os partidos de esquerda defendem dar cidadania aos filhos de muçulmanos ilegais se eles nascerem na Itália (Breitbart). Isso mostra uma das motivações da Esquerda em apoiar imigração em massa: ampliar o número de pessoas que votem neles.

Itália: migrante africano ataca funcionário público italiano porque não havia sinal de Wi-Fi
O senegalês de vinte e seis anos atacou um funcionário do centro de asilo na cidade italiana de Cassino depois de se queixar de que o lugar não tinha Wi-fi, informou o jornal italiano Ciociaria Oggi  (VoiceOfEurope). Esta notícia pode, aparentemente, não ter relação com a islamização (apesar do senegalês ser provávelmente muçulmano). Mas ela serve como mais um exemplo da realidade de grande parte dos "refugiados" que invadem os países da Europa Ocidental: eles desejam viver sustentados pelo governo.

Dinamarca: governo apresenta programa para acabar com os guetos islâmicos
"Muitos residentes dinarmaqueses de origem 'de fora do Ocidente' não têm contribuido com a sociedade e o governo não está preparado para aceitar isso", disse o primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen ao jornal Politiken. (The Local)

EUA: feministas endossam a Nação do Islã
Líderes da "Marcha das Mulheres" endossam o anti-semita Louis Farrakhan, líder do grupo Nação do Islã  (WINamigodeisrael)

EUA: Faculdade substitui seu mascote, um cruzado, para não ofender os muçulmanos
A Holy Cross é uma faculdade católica no estado de Massachusetts. O jornal estudantil, também chamado de O Cruzado, já tinha decidido alterar o seu nome pelo mesmo motivo (DownTrend)

Suécia: Tribunal de justiça resolve caso de violência doméstica usando lei islâmica
O Tribunal na cidade de Solna aceitou a argumentação que o muçulmano que espancou sua esposa era inocente porque ele veio de boa família, enquanto que a mulher não. O Tribunal também aceitou o argumento de que a esposa não deveria ter dado queixa na polícia, mas sim decidir o caso junto à sua família como é o "costume deste grupo." (SputinikNews

República Tcheca: Milos Zeman toma posse para o segundo mandato como presidente 
Um ex-esquerdista, ele se tornou conhecido por uma forte retórica anti-migrante que o uniu com a direita populista, mas divide a nação com sua posição pró-russa e apoio a laços mais estreitos com a China (ABCNews). O cargo de presidente é cerimonial.

Hungria: Primeiro-ministro "Os países que não param com a migração em massa estão perdidos: lentamente, mas certamente eles serão consumidos"
Trechos do discurso de Victor Orban:
A situação, caros amigos, é que há aqueles que querem tirar nosso país de nós. Não com o golpe de uma caneta, aconteceu há cem anos em Trianon; agora eles querem que voluntariamente entregamos nosso país para outros, ao longo de algumas décadas. Eles querem que entreguemos nosso país a estrangeiros provenientes de outros continentes, que não falam nossa língua e que não respeitam nossa cultura, nossas leis ou nosso modo de vida: pessoas que querem substituir o que é nosso com o que é deles. O que eles querem é que, doravante, não será cada vez mais nós e nossos descendentes que vivemos aqui, mas outros. Não há exagero no que acabei de dizer. Hoje em dia, vemos os grandes países e nações européias que perdem seus países: pouco a pouco, de distrito a distrito, e de cidade em cidade. A situação é que aqueles que não param a imigração nas suas fronteiras estão perdidos: lenta mas seguramente são consumidos. As forças nacionais e globalistas nunca se juntaram tão abertamente. Nós, os milhões com sentimentos nacionais, estamos de um lado; os "cidadãos do mundo" de elite estão do outro lado. Nós, que acreditamos nos estados-nação, a defesa das fronteiras, a família e o valor do trabalho são de um lado, e nos opor são aqueles que querem uma sociedade aberta, um mundo sem fronteiras ou nações, novas formas de família, trabalho desvalorizado e trabalhadores baratos - todos governados por um exército de burocratas sombrios e inexplicáveis. De um lado, forças nacionais e democráticas; e do outro lado, forças supranacionais e antidemocráticas. Forças estão aparecendo, como as que o mundo não viu há muito tempo. Na África, haverá dez vezes mais jovens do que na Europa. Se a Europa não fizer nada, eles irão dar uma saída à nossa porta. Bruxelas não está defendendo a Europa e não está impedindo a imigração, mas quer apoiá-la e organizá-la. Quer diluir a população da Europa e substituí-la, abandonar nossa cultura, nosso modo de vida e tudo o que separa e distingue os europeus dos outros povos do mundo. Será um pequeno consolo que os povos da Europa não perdoem os líderes que mudaram completamente a Europa sem primeiro lhes perguntar. A Hungria irá receber os "verdadeiros refugiados oriundos da Alemanha, França, etc, que desejarem encontrar a Europa que eles perderam em casa. (Breitbart)

Atualização em fevereiro de 2018




A Radicalização dos agentes de segurança, policiais e militares muçulmanos torna-se o grande medo das autoridades européias
Já surgiram diversos casos nos últimos anos de oficiais de segurança que apoiam os islâmicos no continente europeu. (Sputinik)

Canadá: "Jihadi Jack", canadense que se juntou ao Estado Islâmico, pede para voltar para casa
Jack Lets, um muçulmano converso que virou jihadista e se juntou ao Estado Islâmico na Síria, foi preso pelos milicianos curdos. Ele agora está pedindo que o governo canadense o resgate. O lema do atual governo canadense é "um canadense é um canadense." Ou seja, não importa se for um terrorista preso no exterior, o governo irá tentar soltá-lo e deixá-lo viver em liberdade no Canadá. É isso que foi feito com os 30 jihadistas que voltaram ao país (CBC).

Canadá: Assembléia de Toronto cria "Dia da Islamofobia" mesmo com a oposição da população
Apesar de pesquisa mostrar que 49% dos canadenses se opõem a um "dia da islamofobia" (apenas 17% são favoráveis) a Assembléia de Toronto (City Council) aprovou a sua criação. A votação foi feita com a presença de apenas 24 dos 45 membros. A data, 29 de janeiro, foi quando um homossexual matou o seu ex-namorado, e outros 8 que estavam no caminho, em uma mesquita de Quebec. O primeiro-ministro Justin "Jihad" Trudeau, bem como a imprensa, classificaram o incidente como um crime de ódio contra os muçulmanos. (Toronto SunToronto Sun)

Suécia: muçulmano paquistanês nomeado Diretor do Conselho do Patrimônio Nacional da Suécia 
Qaisar Mahmood admite que não sabe nada sobre o patrimônio cultural da Suécia. Mas seu novo trabalho não é realmente sobre preservar e proteger o patrimônio cultural da Suécia e os sites históricos. Qaisar Mahmood está usando a sua posição não destacar e celebrar esse patrimônio, mas para minimizar o patrimônio cultural e a história  da Suécia, mas sim para criar uma narrativa falsa que ajudará a obrigar os suecos a aceitarem a imigração muçulmana em massa. Ele diz que não quer simplesmente educar as pessoas para artefatos vikingos e similares, mas sim usar a história da Suécia para "criar uma narrativa" que tornará os imigrantes muçulmanos uma parte dela, sem nunca terem sido (Frontepage).

Suécia: dentista demitido (e perde sua casa) ao provar que refugiados adolescentes são, na verdade, adultos  
Bernt Herlitz, 56 anos, a partir de exames de dentes, descobriu que muitos dos refugiados que se dizem adolescentes são na verdade adultos. Ele avisou o Departmento de Imigração. Ao invés de ser parabenizado, o dentista foi expulso do seu emprego . Ele esta sendo processado por "expor a privacidade de pacientes" e as custas equivalem ao valor da sua casa. Os jornais suecos ainda fizeram uma "execução pública",  acusando-o de ser um "ativista da extrema-direita" (Jihad Watch, Samhällsnyt).

Suécia: polícia começa a usar metralhadoras para retomar o controle das ruas de Malmö
Malmö tornou-se um enclave islâmico na Suécia. (Voice of Europe)

Grã-Bretanha: relatório sugere alterações na lei britânica para que ela se alinhe a lei islâmica (Sharia)
O relatório ‘The independent review into the application of sharia law in England and Wales’ sugere alterações na lei britânica de matrimônio e divórcio. O relatório também admite que existem dezenas de tribunais da Sharia operando em paralelo, dez deles online.
Repare que os muçulmanos são apenas 4 milhões em uma população de 66 milhões e já conseguem fazer este estrago!
Repare também que apenas muçulmanos fazem estas exigências. Não se vê nada semelhante por parte de indús, budistas, judeus ... (breitbart).
link para o relatório: https://www.gov.uk/government/publications/applying-sharia-law-in-england-and-wales-independent-review

Grã-Bretanha: rádio muçulmana multada por "discurso de ódio" contra os 'não muçulmanos'
A rádio disse que atos de violência contra 'não muçulmanos' trazem honra ao islão, e fez referências pejorativas aos 'não muçulmanos.'
Em particular, não muçulmanos foram chamados de kufar (plural de káfir) e "Kaafir I Murdaar" (que significa "descrentes sujos" na lingua urdú).
Mas, esperar o que se isso faz parte do islão?
(Eu fico surpreso deles terem sido multados; em breve, nem isso)
https://www.nottinghampost.com/news/nottingham-news/muslim-radio-station-fined-broadcasting-1271966

Pesquisa revela não existir crescimento do islamismo nos EUA devido a conversões
Leia o artigo no blog.

EUA determinam que entidades ligadas à Irmandade Muçulmana são terroristas
Grupos Ismail Haniyeh, Harakat al-Sabireen, Liwa al Thawra, e Harakat Sawa’d Misr (HASM) foram incluídas na lista de "terroristas globais" pelo Departamento de Estado. Estes grupos haviam sido denominados "terroristas" pelo Reino Unido no mês passado. (pjmedia)

Alemanha: 34 refugiados importam 130 familiares, além de segundas esposas
Dados migratórios do norte da Alemanha dizem que 34 refugiados trouxeram 130 membros da família para a Alemanha. São quase quatro vezes mais do que o número de pessoas que se candidataram.
Em outra região aconteceu algo semelhante. Em um caso do distrito de Pinneberg, um homem sírio se mudou para a Alemanha com seus quatro filhos e sua primeira esposa. Mais tarde, ele trouxe mais quatro filhos e agora recebeu permissão para trazer sua segunda esposa. Ele recebeu permissão para a reunificação familiar porque "as crianças não podem viver sem a mãe em um país estrangeiro." Fontes dizem que este já é o segundo caso de poligamia entre os refugiados sírios no distrito de Pinneberg. Na Síria, um homem pode se casar com até quatro mulheres.
De acordo com a lei alemã, os reintegrados têm que pagar os custos da entrada. Mas, assim que estiverem na Alemanha, o Estado (o contribuinte) pagará os custos. (Voice of Europe)

Alemanha: polícia manda críticos da política migratória deixarem o país
Esta foi a resposta da polícia a cidadãos que reclamaram da violencia do grupo ANTIFA durante manifestação das mulheres de Berlin. (searchlight-germany)

Alemanha: trens parados pela "oração islâmica"
Muçulmanos começaram a rezar sobre a linha de trem na cidade de Neumünster. O serviço ficou paralizado por meia hora para retirar estes "religiosos" da linha do trem. (searchlight-germany).

Alemanha: protestos em massa contra a política migratória de Merkel
Os protestos acontecem em várias cidades e parecem ganhar mais força. Cada vez mais a população alemã mostra seu descontentamento Merkel e seu governo. O estopim foi o assassinado da jovem de 15 anos, Mia, por um refugiado afegão, esfaqueada dentro de uma farmácia na cidade de Kandel. Algumas mulheres protestaram e foram acusada de xenofobia pelo prefeito. Isso levou a cidade a se revoltar em uma marcha. Existiram manifestações em Cottbus, Hamburgo, Dresden, Berlin, e novas manifestações estão previstas para amanhã (dia 24). Estas manifestações têm sempre a presença de agitadores da ANTIFA, que querem criar confusão (voiceofeuropevoiceofeuropevoiceofeuropewochenblick).

Hungria: Premiê húngaro propõe lei contra ONGs que ajudam imigrantes
Viktor Orbán também quer fechar cerco contra George Soros. A Hungria está lutando para manter a usa soberania (Terra).

Áustria: Chanceler Sebastian Kurtz critica Merkel por condicionar fundos da União Européia e quotas de imigrantes
Ele diz que a União Européia existe para defender os direitos dos seus cidadãos e defender suas fronteiras. Ele criticou Merkel por estar demasiadamente concentrada nos refugiados (Die Welt).

Sebastian Kurz (esquerda) dando lição de governo a Angela Merkel (direita)

Turquia irá invadir a Grécia, será?
Turquia: invadindo a Síria; planejando a invasão da Grécia
A Turquia, sob a batuta do manda-chuva Erdogan está ocupando o norte da Síria, em torno da cidade de Afrin. Objetivo declarado: expulsar os curdos. Objetivo real: reocupar uma região que pertenceu ao Império Otomano.
Agora, fala-se em "reconquistar" as ilhas gregas no Mar Egeu (ilhas estas que, como toda a Turquia, diga-se de passagem, nunca foram turcas, mas sim conquistadas militarmente). O interessante é que o partido de oposição (da linha "secular" de Ataturk) concorda com Erdogan, o que mostra que em termos de imperialismo, tanto faz.
A Turquia invadiu o Chipre em 1974 e ocupa 50% do seu território até hoje. A Turquia está invadindo a Síria e o mundo está bocejando. O Erdogan deve achar que ocupar um punhado de ilhas gregas próximas da Turquia vai ser moleza e o mundo irá olhar para o lado novamente. Talvez ele esteja certo.
No mapa abaixo, a fronteira marítima entre Grécia e Turquia.
https://www.gatestoneinstitute.org/11954/turkey-threats-greek-islands
https://pt.gatestoneinstitute.org/11927/turquia-invadir-grecia
https://www.sabah.com.tr/fotohaber/gundem/iste-erdoganin-lozanla-verdik-dedigi-adalar


Atualização em janeiro de 2018

A DECLARAÇÃO DE PARIS
Intelectuais europeus declaram abertamente o que se passa com a Europa Ocidental!

França: 1031 veículos incendiados nos festejos do Ano Novo
Ano passado, foram incendiados apenas 935. Incendiar (centenas de) carros tornou-se rotina nas celebrações francesas do Dia da Queda da Bastilha e Ano Novo, bem como durante distúrbios de rua. Esta é a nova França da diversidade islâmica (Breitbart).

França: policial feminina linchada durante festejos do Ano Novo
Ela foi atacada por um grupo no subúrbio parisiense de Champigny-sur-Marne, uma "zona proibida" (no-go zone). Um vídeo mostra homens de aspecto africanos derrubando-a e chutando sua cabeça. (BreitbartRTL)

França: 510 presos durante distúrbios nos festejos do Ano Novo
Esta é a nova França da diversidade islâmica (Breitbart).

França: Aplicativo informa sobre as "zonas proibidas" (no-go zones) de Paris
Útil para quem viaja (Google PlayDaily Mail)



Grã-Bretanha: "Vocês não são bem-vindos !! Essa rua é curda !!" - advertem os curdos muçulmanos imigrados da Turquia aos policiais
Os policiais ignoraram as advertências e invadiram uma loja em Nottingham, onde descobriram venda ilegal de cigarros, tráfico de drogas e trabalho escravo. (The Sun)

Grã-Bretanha: cantora diz que meninas que foram estupradas por ganges muçulmanas iriam ser estupradas de qualquer modo; deputada socialista a parabeniza
Segundo a lógica tortuosa e depravada destas senhoras, as meninas iriam ser estupradas cedo ou tarde, logo, não faz diferença que elas foram estupradas por gangues de estupradores muçulmanos. As "feminazis" que fizeram esta declaração: cantora Lily Allen, deputada Jess Phillips (Tião Cazeiro)

Canadá: Tribunal de Direitos Humanos diz não ser discriminação que muçulmanos contratem apenas muçulmanos e que comprem apenas de muçulmanos
O Tribunal rejeitou a queixa apresentada por um cidadão, Eric Brazau, que reclamou de um imã de Toronto, Saed Rageah (CRRNS). A justiça canadense está aceitando a instalação de um sistema legal paralelo, apenas para muçulmanos.

Alemanha: demolição da Igreja de St. Lambertus no vilarejo alemão de Immerath 
Este evento não está diretamente ligado à islamização da Alemanha, mas sim a uma das suas causas, a perda da identidade cultural. Decisão da demolição veio do Tribunal Constitucional que priorizou a expansão de uma mina de carvão da empresa RWE para aumentar a oferta do fornecimento de energia. A pequena comunidade que residia nos arredores teve que sair. O triste é que as manifestações foram contra a mina de carvão e não contra a demolição da igreja. 


Alemanha: tribunal federal anula decisão de um tribunal regional, que absolvera membros de uma "Patrulha da Sharia"
O caso remonta a setembro de 2014, quando um grupo de muçulmanos salafistas foram flagrados patrulhando as ruas de Wuppertal, dizendo a aqueles que caminhavam para não se envolverem em atividades proibidas pela lei da sharia (islâmica). O grupo entregou avisos aos passageiros ao anunciar que a área era uma "Zona de Controle da Sharia", o que significava que o álcool, drogas, jogos de azar, música e concertos, pornografia e prostituição eram proibidos. Um dos membros da patrulha alemã, Sven Lau, conhecido Alemão convertido ao Islã, está atualmente em julgamento por apoiar um grupo terrorista estrangeiro. (Clarion)

EUA: jihadista que planejava explodir uma igreja durante missa condenado a 1 ano de prisão
Compare este sentença com a do americano que deixou presunto na porta de uma mesquita e foi condenado a 15 anos de cadeia (Clarion).

EUA: primeiro ano do governo Trump foi positivo
Saiba por que neste artigo no blog.

Polônia, pouca imigração islâmica, é o pais europeu mais seguro para as mulheres; Bélgica, portas abertas, 9 entre 10 mulheres reclamam de assédio sexual nas ruas
A diferença entre dois países europeus, com duas políticas migratórias diferentes. A Polônia é segura para as mulheres, enquanto que em Bruxelas, capital da Bélgica, 9 entre 10 mulheres dizem serem assediadas nas ruas.
A analise do New World Health nem menciona os países nórdicos, por exemplo a Suécia com seu "governo feminista". Segundo a análise, os países mais seguros para as mulheres são, nesta ordem: Austrália, Malta, Islândia, Nova Zelândia, Canadá, Polônia, Mônaco, Israel, USA e Coréia do Sul. (Business InsiderPolitico)

Suécia: feminista se recusa a dar queixa à polícia após sua filha de 12 anos ter sido atacada sexualmente por um refugiado
A feminista, de 48 anos, trabalhava em um centro de refugiados quando ela começou a ter relações sexuais com um refugiado, que dizia ter 18 anos. A feminista levou-o para sua casa quando após ele ter se tornado um asilado. Um dia, o homem começou a atacar a sua filha quando a mão estava fora, enfiando a mão na sua calça e agarrando a sua vagina. A filha contou para a mãe que nada fez. A filha então contou para o pai, que deu queixa na polícia. (SavemySwedenCorreio Paulista)

Áustria: veja as principais políticas do novo governo de centro-direita da Áustria
Leia o artigo no blog.