segunda-feira, 12 de março de 2018

EUA: faculdade alerta estudantes que desejar Feliz Natal é uma microagressão islamofóbica



Se você estiver na biblioteca no Simmons College, em Boston, em dezembro, não deseje "Feliz Natal  a ninguém.

Isso porque os bibliotecários acreditam que a frase, "Feliz Natal", pode desencadear algo pior do que uma microagressão. Eles temem que a frase possa desencadear uma microagressão islamofóbica.

Isso mesmo, pessoal. Dizer "Feliz Natal" é considerado uma forma de "islamomísia."

Essa de informação faz parte do Guia de Anti-Opressão, uma coleção de palavras e frases que, segundo o Guia, podem desencadear um acesso de depressão perpétua nos elementos mais oprimidos da sociedade.

(Leia aqui sobre o Marxismo cultural, e sua tendência em dividir a sociedade entre oprimidos e opressores)

Segundo o Guia, a islamomísia é uma doença bastante nova que até recentemente era conhecida como islamofobia.

Vejam um parágrafo deste Guia:
"Na América do Norte (e em grande parte do mundo ocidental), as pessoas que seguem o cristianismo têm poder institucional, portanto, a islamomísia é uma discriminação sistematizada ou antagonismo dirigido contra muçulmanos devido à sua religião ou identidade religiosa, nacional ou étnica, percebida como associada ao Islã."
É, isso mesmo.

Este Guia não representa uma política oficial da faculdade, mas ilustra bem para onde a esquerda pró-islâmica deseja nos levar.

Os bibliotecários - um grupo realmente sensível - advertem que frases como "Deus te abençoe" (termo usado após alguém espirrar), "Feliz Natal" e "Feliz Páscoa" podem fazer com que os muçulmanos se sintam desprezados.

O Guia também advertiu os alunos a desconfiarem do chamado "privilégio cristão."
"Nos Estados Unidos e em muitas outras nações ocidentais, o cristianismo, e suas diversas denominações e práticas religiosas, possuem poder institucional e cultural. O privilégio cristão é o benefício não merecido que os cristãos nos EUA recebem que os membros de outras religiões (ou pessoas não religiosas) não o recebem."
Por exemplo, se você espera ter um dia de folga na Sexta-feira Santa ou Noite de Natal, isso é um privilégio cristão.

Se você deseja ir à igreja de modo livre e sem medo de violência ou de ameaças, isso também é um privilégio cristão.

Parece piada, mas é sério. Muito sério!

Enquanto isso, os cristãos sem privilégio estão sendo exterminados do "mundo islâmico."



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