segunda-feira, 30 de julho de 2018

Conversões forçadas: desde Maomé até os dias de hoje - Teologia e Exemplos

Não existe nada mais islâmico do que forçar os outros a se tornarem muçulmanos, ou, já sendo muçulmano, deixar de ser. E, para os membros do Povo do Livro (cristãos e judeus) existem as restrições impostas pelas Condições de Umar, que tornam a vida tão difícil e cheia de restrições, que leva os mais fracos a se converterem ao islamismo para poderem viver melhor, e, claro se tornar um perseguidor. 

(veja exemplos de conversão forçada nos dias de hoje ao final do artigo)

Os apologistas islâmicos citam a surata (verso) 2:256 do Alcorão como prova de que o islão é uma religião tolerante. O verso (supostamente) diz em parte: "Não haja compulsão na religião; a verdade se destaca claramente do erro ... ."

Mas o verso não é um comando. Mas sim uma afirmação de que a crença verdadeira não pode ser forçada. O que o verso diz é "não há compulsão na religião ... ." Isso não significa que os outros não possam ser forçados a uma manifestação exterior de fé, tais como os pilares do Islã:
O Apóstolo de Alá (Maomé) disse: "Recebi ordens para lutar contra o povo até que eles digam: 'Ninguém tem o direito de ser adorado senão Alá'. E se eles dizerem isso, orarem como nossas orações, usem a nossa Qibla [direção da oração] e abatam como abatemos, então o seu sangue e propriedade será sagrado para nós e não vamos interferir com eles, exceto legalmente."  Bukhari 8:387
Mesmo dentro da mesma sura (capítulo) do Alcorão que que contém o verso 256, os muçulmanos são instruídos a "lutar com eles (não-muçulmanos) até que não haja mais perseguição e a religião seja apenas para Alá" (2:193). Os apologistas afirmam que isso se aplica ao povo de Meca. Isso é interessante porque esses mesmos habitantes de Meca foram posteriormente convertidos ao Islã pela força (compulsão).

A sura 2 pertence ao período quando Maomé viveu em Medina, sendo atribuída a quando os muçulmanos tinham acabado de chegar à Medina (hégira), após serem expulsos de Meca. Eles precisavam ficar nas boas graças das tribos mais fortes ao redor deles, muitos dos quais eram judeus. Foi nessa época, por exemplo, que Maomé decidiu que seus seguidores mudassem a direção de sua oração (Quibla) de Meca para Jerusalém.

Mas os muçulmanos oram hoje em direção a Meca. Isso é porque Alá (ou seja, Maomé) emitiu um comando posterior que revogou (ou anulou) o primeiro. Na verdade, a ab-rogação é um princípio muito importante que se deve ter em mente ao interpretar o Alcorão - e o verso 2:256 em particular - porque versos posteriores (em termos cronológicos) revogam quaisquer dos versos anteriores que podem estar em contradição (Alcorão 2:106, 16:101). (Leia mais sobre ab-rogação)

A mensagem de Maomé estava muito mais próxima da paz e da tolerância durante seus primeiros anos, quando ele não tinha um exército e estava tentando padronizar sua nova religião a partir do cristianismo. Isso mudou drasticamente depois que ele obteve o "poder de conquistar", poder este que ele usou com impunidade forçando as outras tribos árabes para dentro do "rebanho muçulmano". Compare o verso 2:256 com os capítulos 9 e 5, que foram os últimos "revelados", e fica fácil ver por que o Islã tem sido tudo menos uma religião de paz desde a época de Maomé até os dias atuais.

Embora a maioria dos muçulmanos hoje rejeite a prática de forçar os outros a mudar sua religião, a conversão forçada faz parte da história islâmica desde que Maomé pegou a espada pela primeira vez. Como está registrado em muitos lugares, ele disse: "Recebi o mandamento de lutar contra as pessoas até que elas testificassem que não existe Deus senão Alá, que Maomé é o mensageiro de Alá ..."  (Ver Bukhari 1.2.24)

Maomé colocou suas palavras em prática. Quando ele marchou para Meca com um exército, uma de suas primeiras tarefas foi destruir os ídolos na Caaba, que havia sido devotadamente adorada pelos árabes durante séculos. Ao eliminar esses objetos de adoração, ele destruiu a religião do povo e a suplantou com a sua. Aqueles que não se converteram foram mortos ou despejados. Mais tarde, ele ordenou que judeus e cristãos fossem expulsos da Arábia. Forçar os outros a escolher entre suas casas ou sua fé soa como "sem compulsão na religião"?

Segundo os historiadores muçulmanos, Maomé ordenou que as pessoas assistissem às orações na mesquita a ponto de queimar vivos aqueles que não cumprissem com isso. "Narrado Abu Huraira: O Profeta disse: "Nenhuma oração é mais difícil para os hipócritas do que as orações do Fajr e do 'Isha' e se eles soubessem a recompensa por essas orações em seus respectivos tempos, eles certamente se apresentariam (nas mesquitas) mesmo que tivessem que rastejar". O Profeta acrescentou: "Certamente decidi ordenar ao Mu'adh-dhin (autor da chamada) que pronunciasse Iqama e ordenasse a um homem que conduzisse a oração e depois pegasse uma tocha de fogo para queimar todos aqueles que não haviam deixado suas casas até agora para a oração junto com suas casas." (Bukhari, 1, 11, 626)

Ele também ordenou que crianças que alcançassem certa idade fossem espancadas se se recusassem a orar. "Narrado como Saburah: O Profeta (paz esteja sobre ele) disse: Ordene um menino para orar quando ele atingir a idade de sete anos. Quando ele se completar dez anos de idade, então bata nele para ir à oração." (Dawud, 2, 0490)

Curiosamente, até mesmo os mesmos muçulmanos contemporâneos que citam 2:256 geralmente acreditam em ensinamentos islâmicos que soam muito como compulsão religiosa. Estas seriam as leis que punem a apostasia com a morte (ou prisão , para o sexo feminino), e a discriminação institucionalizada contra as minorias religiosas sob domínio islâmico, que é por vezes referido como “dhimmiitude.”  (Leia sobre apostasia; leia sobre dhimmitude)

A lei islâmica proíbe explicitamente não-muçulmanos de compartilhar sua fé e até mesmo inclui a extorsão de dinheiro deles na forma de um imposto chamado jizya . Aqueles que se recusam a pagar essa quantia arbitrária são condenados à morte. Se isso não é compulsão, então o que é?

(Texto de The Religion of Peace)

Leia também o artigo sobre o livro Profeta Militante do Islã: Maomé e Conversões Forçadas ao Islamismo.

Leia o que diz o Alcorão e a tradição (suna) de Maomé.



Exemplos

Síria: cristãos sendo forçados a se converterem ao islão em cidade recém-ocupada militarmente pela Turquia 
Afrin fica no norte da Síria. A Turquia a invadiu e a ocupou sob a desculpa esfarrapada de que estava se defendendo dos curdos. Dezenas de milhares de cristãos fugiram para Afrin para escaparem do Estado Islâmico. Agora, eles se vêm defronte do mesmo destino: conversão ou morte, só que desta vez imposto por um país com assendo na ONU e não por um grupo jihadista (ahvalnews).

dezembro de 2014
Vídeo: Yazidis convertidos à força pelo Estado Islâmico
Assista o vídeo e leia o artigo.


Mais exemplos para serem editados: textos e vídeos ... em construção


https://youtu.be/Qg3o7YEprYA

https://youtu.be/pbfmauc8Lfk

http://amigodeisrael.blogspot.co.at/2017/12/orang-rimba-maometanos-forca-e.html

http://www.faithfreedom.org/africans-forced-to-convert-to-islam-or-left-to-starve/

https://www.worldcrunch.com/world-affairs/madagascar-islamists-exploit-poverty-to-gain-converts-in-christian-land

http://nacaomestica.org/blog4/?p=22188

https://noticias.gospelprime.com.br/numero-recorde-de-meninas-cristas-sao-sequestras-por-islamicos/


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