Em uma ação que pode ser interpretada como "taquia sob a ação de esteróides" (o que é taquia?), o Hamas promoveu uma marcha de palestinos tentando cruzar a fronteira de Gaza com Israel à força. Esta marcha ocorreu no mesmo dia (14 de maio) em que os EUA inauguravam a sua embaixada em Jerusalém, algo que enfureceu os muçulmanos, que afirmam que Jerusalém é muçulmana porque Maomé fez uma escala nesta cidade quando visitou o "paraíso islâmico" montado em um asno alado (um "evento" que não é nem citado no Alcorão - leia mais no artigo Jerusalém, Al Aqsa, e o supremacismo islâmico)
O Hamas começou organizar estas "manifestações pacíficas" na fronteira com Israel (com fogetes, coqueteis molotov, machados, pedradas, e atirando nos israelenses do outro lado) desde a páscoa judáica e terminariam exatamante no dia da inauguração da embaixada dos EUA em Jerusalém. Estas manifestações, chamada de A Grande Marcha do Retorno, é mais um capítulo da Jihad contra Israel. O Hamas está usando de todo o seu arsenal de desinformação (propagada pela grande mídia internacional), crianças e mulheres como "escudos vivos" e usando jihadistas para tentarem destruir o muro de tela e arame farpado que separa Gaza com Israel. As forças de defesa de Israel (IDF) vem respondendo e diversos terroristas foram mortos nos confrontos.
O objetivo do Hamas era de marcar com sangue a mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém. E eles conseguiram: os jihadistas palestinos e seus apoiadores estão se referindo a esta data como a "segunda-feira sangrenta."
Para atingir este objetivo, o Hamas usou de todos os meios para atrair o maio número de pessoas possíveis para a um lugar específico na fronteira, tentando cruzá-la à força e obrigando as orças de defesa de Israel (IDF) de regirem à altura. O Hamas se usou de mesquitas para conclamar os "fiéis" a participarem da "marcha" dizendo que era um local onde o IDF não estaria presente, chegando a dar 100 dólares para os participantes. O Hamas também oferece entre 200 a 500 dólares para quem for ferido durante os tumultos e 3 mil dólares para a família de quem morra nos tumultos.
Diretor do Hamas, Dr. Salah Al-Bardawil, fala claramente sobre o envolvimento dos terroristas do Hamas nos tumultos que eles provocam
Talvez o mais triste nisso tudo seja a cobertura da imprensa. A mídia brasileira e internacional sobre estes protestos “pacíficos” na faixa de Gaza tem sido incrivelmente tendenciosa e unilateral. É decepcionante que a mídia brasileira esteja divulgando notícias baseadas na propaganda fornecida pelo Hamas: a imprensa está se comportando como porta-voz de um grupo terrorista. Os brasileiros merecem saber a verdade. Os palestinos de Gaza sofrem por causa do Hamas.
Abaixo apresenta-se um resumo dos fatos:
1. O Hamas organizou os protestos, e de pacíficos eles não tem nada
- O Hamas é um movimento social, político e militante fundado em 1987 como um desdobramento da Irmandade Muçulmana. O objetivo é destruir Israel e substituí-lo por um estado islâmico para os palestinos árabes, e sem judeus.
- O Hamas é o partido do governo em Gaza, e é também uma organização terrorista que promove a violência para atingir seu objetivo.
- O líder do Hamas, Yahya Sinwar, encoraja os palestinos a invadir a fronteira, atacar israelenses e "arrancar seus corações de seus corpos."
- O Hamas está pagando palestinos para participar dos protestos, além de fornecer pagamentos para as famílias de terroristas feridos e mortos pelo IDF.
- Os líderes do Hamas usam propaganda e tropos anti-semitas para levar os cidadãos a um frenesi.
- As células do Hamas tentam rotineiramente penetrar na fronteira e intencionalmente provocam os oficiais israelenses a atirar.
4. Os protestos não são pacíficos
- Coquetéis molotov e pedras são jogados em soldados israelenses.
- Bombas anexadas a pipas estão sendo enviadas para Israel, incendiando fazendas israelenses.
- Os amotinadores rolam pneus em chamas na cerca de segurança e tentam destruir a cerca.
- Os manifestantes carregam grandes facas, granadas de mão, bombas de canos e armas.
5. Os manifestantes querem invadir Israel para matar judeus
- "Estamos animados para atacar e entrar", disse Mohammed Mansoura, de 23 anos. Quando perguntado o que ele faria dentro de Israel, ele disse: "Tudo o que for possível, matar, atirar pedras".
- Os manifestantes estão voando bandeiras com suásticas para intimidar o povo judeu.
Leitura adicional: Hamas confirma: 50 dos 62 mortos eram terroristas
Leitura adicional: Fumaça e espelhos: seis semanas de violência na fronteira de Gaza


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